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ato administrativo

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1001 Questões Comentadas – Direito Administrativo - ESAF 
Professores Gabriel Rabelo & Elaine Marsula
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Esta obra é composta de 1.001 enunciados adaptados de questões 
de concursos públicos realizados pela banca organizadora Escola de 
Administração Fazendária – ESAF. 
A adaptação dos enunciados foi realizada pelo autor da obra, que 
também é o responsável pelos comentários de cada um dos itens. 
 
 
 
 
 
 
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Sumário 
Capítulo 1 – Introdução e Princípios Fundamentais da Administração 
Pública – itens 1 a 85. 
Capítulo 2 – Administração Pública – itens 86 a 232. 
Capítulo 3 – Poderes e Deveres Administrativos – itens 233 a 315 
Capítulo 4 – Reforma Administrativa e Terceiro Setor – itens 316 a 347 
Capítulo 5 – Atos Administrativos – itens 348 a 485 
Capítulo 6 – Servidores Públicos – itens 486 a 641 
Capítulo 7 – Serviços Públicos, Consórcios Públicos e PPP – itens 642 a 
698. 
Capítulo 8 – Licitações – itens 699 a 789. 
Capítulo 9 - Ética do Administrador Público – itens 790 a 808. 
Capítulo 10 - Bens Públicos – itens 809 a 829. 
Capítulo 11 – Intervenção – itens 830 a 847. 
Capítulo 12 - Responsabilidade Extracontratual do Estado – itens 848 
a 882. 
Capítulo 13 – Controle da Administração Pública – itens 883 a 925. 
Capítulo 14 – Improbidade Administrativa – itens 926 a 969. 
Capítulo 15 - Contratos Administrativos – itens 970 a 1.001 
 
 
 
 
 
 
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Capítulo 1 – Introdução e Princípios Fundamentais da 
Administração Pública 
1.1 – Noções Gerais 
1. (ESAF/AFC/CGU/2006) A primordial fonte formal do Direito 
Administrativo no Brasil é a lei. 
2. (ESAF/Analista/IRB/2006/Adaptada) Considerando-se os princípios 
que regem a Administração Pública, está correta a correlação entre cada 
princípio com o respectivo ato administrativo: 1)Punição de ato de 
improbidade – moralidade; 2) Divulgação de atos da Administração 
Pública – Publicidade; 3) Concurso Público – Impessoalidade; 4) 
Pagamento por Precatório – Eficiência; 5) Escolha da melhor proposta 
em sede de licitação – eficiência. 
3. (ESAF/AFC STN/2002) Não é possível, no ordenamento jurídico 
brasileiro, a sanção penal em decorrência de ato administrativo que 
viole, exclusivamente, princípio, ainda que ele não acarrete lesão ao 
erário ou enriquecimento ilícito do seu autor. 
1.2 – Princípio da Legalidade 
4. (ESAF/APOFP/2009) O princípio da legalidade significa que existe 
autonomia de vontade nas relações travadas pela Administração 
Pública, ou seja, é permitido fazer tudo aquilo que a lei não proíbe. 
5. (ESAF/APOFP/2009) A Administração Pública pode, por ato 
administrativo, conceder direitos de qualquer espécie, criar obrigações 
ou impor vedações aos administrados. 
6. (ESAF/AFC TCU/2000) O princípio da legalidade impede que a 
Administração crie direitos de qualquer espécie mediante ato 
administrativo. 
7. (ESAF/Procurador do DF/2007) Em face da sistemática 
constitucional do Estado brasileiro, regido que é pelo fundamento do 
Estado Democrático de Direito, a plenitude da vigência do princípio da 
legalidade (art. 37, caput, da CF) não pode sofrer constrição provisória e 
excepcional. 
 
 
 
 
 
 
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8. (ESAF/Analista/SUSEP/2006) A legalidade, como princípio básico da 
Administração Pública, especificamente, consiste mais em que, a 
autoridade administrativa só pode praticar atos, quando autorizados ou 
permitidos em lei. 
9. (ESAF/AFC STN/2002) A legalidade, como elemento sempre essencial 
dos atos administrativos em geral, consiste em que o seu objeto não 
seja vedado em lei. 
10. (ESAF/AFC/TCU/2000) Ao contrário dos particulares, que podem 
fazer tudo aquilo que a lei não veda, pelo princípio da legalidade, a 
Administração só pode realizar o que lhe é expressamente autorizado 
em lei. 
11. (ESAF/Analista/SUSEP/2006) A legalidade, como princípio básico 
da Administração Pública, especificamente, consiste mais em que, a 
autoridade administrativa só pode praticar atos, quando indicada sua 
fundamentação. 
12. (ESAF/AFC/CGU/2006) Entre os princípios constitucionais do 
Direito Administrativo, pode-se destacar o de que ao administrador é 
lícito fazer o que a lei não proíbe. 
13. (ESAF/Gestor Fazendário MG/2005) O princípio da legalidade não 
autoriza o gestor público a, nessa qualidade, praticar todos os atos que 
não estejam proibidos em lei. 
14. (ESAF/AFRFB/2005) Os princípios constitucionais da legalidade e 
da moralidade vinculam-se, originalmente, à noção de administração 
burocrática. 
15. (ESAF/Gestor Fazendário MG/2005) O princípio da legalidade é de 
observância obrigatória apenas para a Administração direta, em vista 
do caráter eminentemente privatístico das atividades desenvolvidas pela 
Administração indireta. 
16. (ESAF/Gestor Fazendário MG/2005) A inobservância ao princípio 
da legalidade, uma vez verificada, cria para o administrador o dever - e 
não a simples faculdade - de revogar o ato. 
17. (ESAF/Gestor Fazendário MG/2005) O princípio da legalidade é 
característico da atividade administrativa, não se estendendo à 
atividade legislativa, pois esta tem como característica primordial a 
criação de leis, e não sua execução. 
 
 
 
 
 
 
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18. (ESAF/Auditor de Tesouro Municipal de Recife/2003) A observância 
da legalidade alcança os atos legislativos materiais, ainda que não 
formais. 
19. (ESAF/Auditor de Tesouro Municipal de Recife/2003) O princípio da 
legalidade, conjugado com o poder discricionário, permite afirmar que a 
autoridade administrativa municipal só pode fazer o que a lei 
determina, conforme nela previsto. 
20. (ESAF/Auditor de Tesouro Municipal de Recife/2003) O princípio da 
legalidade, conjugado com o poder discricionário, permite afirmar que a 
autoridade administrativa municipal pode fazer o que a lei permite, 
quando for conveniente e oportuno. 
21. (ESAF/AFC STN/2002) A legalidade, como elemento sempre 
essencial dos atos administrativos em geral, consiste em que o seu 
objeto seja autorizado ou permitido em lei. 
1.3 – Princípio da Moralidade 
22. (ESAF/Agente Executivo/SUSEP/2006) O princípio constitucional 
do Direito Administrativo, cuja observância forçosa, na prática dos atos 
administrativos, importa assegurar que, o seu resultado, efetivamente, 
atinja o seu fim legal, de interesse público, é o da moralidade. 
23. (ESAF/AFRE MG/2005) O princípio da moralidade administrativa 
se vincula a uma noção de moral jurídica, que não se confunde com a 
moral comum. Por isso, é pacífico que a ofensa à moral comum não 
implica também ofensa ao princípio da moralidade administrativa. 
24. (ESAF/Auditor do Tesouro Municipal/Prefeitura de Recife/2003) A 
moralidade tem relação com a noção de costumes. 
25. (ESAF/AFC TCU/2000) A conduta ética do administrador deve-se 
pautar pelo atendimento ao princípio da moralidade. 
1.4 – Princípio da Impessoalidade 
26. (ESAF/Analista de Tecnologia da Informação/SEFAZ CE/2007) É 
exemplo de princípio da impessoalidade a licitação. 
27. (ESAF/AFC/CGU/2004) Entre os princípios básicos da 
Administração Pública, conquanto todos devam ser observados em 
conjunto, o que se aplica, particular e apropriadamente, à exigência de 
o administrador, ao realizar uma obra pública, autorizada por lei, 
mediante procedimento licitatório, na modalidade de menor preço