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Aula de contraceptivos.ppt

Resumo de aula sobre anticoncepcionais hormonais (Farmacodinâmica II) do curso de Farmácia. Contém classificação de métodos contraceptivos, tipos orais e injetáveis, formulações de estrogênios e progestogênios, mecanismos de ação, DIU/implante/adesivo/anel e indicação para adolescentes.

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*
CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO DO RECIFE
CURSO DE FARMÁCIA
DISCIPLINA: FARMACODINAMICA II
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
Professora: Andréa Apolinário
*
MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS
São métodos utilizados para se evitar a concepção.
Podem ser:
reversíveis:
só evitam a concepção enquanto estiverem sendo utilizados, mas permitem o retorno à fecundidade quando se deixa de usá-los;
irreversíveis:
uma vez utilizados, fazem cessar definitivamente a capacidade de concepção. 
*
MÉTODOS REVERSÍVEIS
www.bioloja.com
www.bioloja.com
*
MÉTODOS IRREVERSÍVEIS
Laqueadura (ligadura) de trompas.
Vasectomia.
*
MÉTODOS REVERSÍVEIS
 Métodos naturais
Coito interrompido
Calendário (tabelinha)
Muco cervical
Temperatura basal
Métodos físicos de barreira
Camisinha:
masculina
feminina
Diafragma
Métodos químicos de barreira
Espermicidas
Dispositivo intra-uterino (DIU)
Métodos Hormonais
DIU combinado com hormônios
Pílula anticoncepcional
Injeção hormonal
Implante hormonal
Adesivo hormonal
Anel vaginal
Pílula de emergência
*
CICLO MENSTRUAL
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS:
Combinados (estrogênio + progestogênio)
Apenas de Progestogênio 
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS INJETÁVEIS:
Mensais (estrogênio + progestogênio)
Trimestrais (apenas de progestogênio)
*
 
•     Estrogênios (formulações): etinilestradiol (Mais frequente);mestranol, cipionato de estradiol, enantato de estradiol; valerato de estradiol.
•     Progestogênios (formulações): acetato de medroxiprogesterona; acetofenido de algestona (também chamado acetofenido de diidroxiprogesterona); clormadinona; desogestrel; drospirenona; enantato de noretisterona (também chamado enantato de noretindrona); etonogestrel (metabólito ativo do desogestrel); gestodeno; levonorgestrel; linestrenol; noretindrona (também chamado noretisterona); norgestrel].
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
*
Anticoncepcional combinado (estrogênio + progestogênio): inibe a  ovulação (por supressão dos hormônios folículo-estimulante e luteinizante); altera também o muco cervical, dificultando a movimentação do espermatozoide e a implantação do ovo.
•     Anticoncepcional apenas com progestogênio: altera o muco cervical, dificultando a movimentação do espermatozoide e a implantação do ovo; o desogestrel também inibe a ovulação.
 
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS (OUTROS):
PROGESTERONA:
Implante sub-dérmico
dispositivo intrauterino com levonorgestrel (DIU-LVN) 
COMBINADOS:
Anel vaginal
Adesivo
 
*
DIU combinado com hormônios
(Mirena)
Dispositivo intra-uterino (DIU) de plástico ou metal, combinado com hormônios: 
age na supressão dos receptores de estriol (tipo de estrógeno) endometrial, provocando atrofia do endométrio; 
torna o muco cervical mais espesso, prevenindo a entrada dos espermatozóides; 
inibe a ovulação.
Como usar e outros efeitos colaterais  idem DIU.
*
Implante hormonal (Implanon)
Pequeno bastão contendo o hormônio etonogestrel (um tipo de estrógeno), que é introduzido embaixo da pele através de um aplicador descartável:
deve ser colocado por profissional especializado.
Duração  aproximadamente três anos. 
*
Adesivo hormonal (Evra)
Adesivo contendo os hormônios etinilestradiol e norelgestromina.
Deve ser colado na pele e trocado semanalmente:
ao final de 3 semanas deverá ser feita uma pausa de 7 dias. 
*
Anel vaginal (Nuvaring)
Anel vaginal contendo os hormônios etonogestrel e etinilestradiol. 
Deve ser introduzido no fundo da vagina no 5º dia da menstruação, permanecendo nesta posição durante 21 dias:
após colocado não é sentido pela mulher. 
Para retirar basta inserir o dedo na vagina e puxar o anel:
após uma pausa de 7 dias, novo anel deverá ser colocado por mais 21 dias. 
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
TIPOS E COMPOSIÇÃO
Variação da quantidade de etinilestradiol (EE); 
A dose de progestágeno possui maior variação, mas normalmente contém em torno de 0,1 mg ou menos deste componente;
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
TIPOS E COMPOSIÇÃO
De baixa dosagem: 35 microgramas (0,035 mg) ou menos de EE.
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
TIPOS E COMPOSIÇÃO
De média dosagem de estradiol: 50 microgramas (0,05 mg) de EE.
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
*
PARA UMA ADOLESCENTE, QUAL O MAIS INDICADO?
É recomendável como 1ª opção o uso de pílulas combinadas de baixa dosagem (0,035 mg de EE ou menos).
*
Monofásicos: A dose dos esteróides é constante nos 21, ou 22, ou 24 comprimidos da cartela;
Bifásico: As concentrações do estrogênio e do progestogênio diferem em 2 fases durante o ciclo de utilização; 
Trifásicos: Contêm 3 tipos de comprimidos ativos de diferentes cores, com os mesmos hormônios em proporções diferentes
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
TIPOS E COMPOSIÇÕES
*
Monofásicas: mais comuns, todos os comprimidos ativos têm a mesma composição e dose. Para algumas marcas, as embalagens contêm, além das pílulas ativas, seis ou sete de placebo para completar 28 comprimidos.
 - Bifásicas: contêm dois tipos de comprimidos ativos, de diferentes cores, com os mesmos hormônios em proporções diferentes. Devem ser tomados na ordem indicada na embalagem.
 - Trifásicas: parecida com as bifásicas, nesta, são três tipos de comprimidos ativos, também de diferentes cores, com os mesmos hormônios em proporções diferentes. Devem ser tomados na ordem indicada na embalagem.
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
TIPOS E COMPOSIÇÕES
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
PONTOS-CHAVE: 
 Muito eficazes quando em uso correto
 Promovem ciclos menstruais regulares
 Diminuem o fluxo menstrual
 Melhoram a dismenorréia e a tensão pré-menstrual
Não há necessidade de pausas para “descanso”
 Podem ser usados desde a adolescência até a menopausa
 A fertilidade retorna logo após a interrupção de seu uso
*
 Náuseas, vômitos e mal-estar gástrico
 Mastalgia
 Cefaléia leve
Leve ganho de peso
 Alterações do ciclo menstrual: Manchas ou sangramento intermenstrual e amenorréia
 Alteração do humor
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
EFEITOS SECUNDÁRIOS:
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
COMPLICAÇÕES
 AVC
 Infarto do Miocárdio
 Trombose Venosa Profunda
 Todas estas complicações acontecem com maior freqüência em fumantes de qualquer faixa etária
*
GRUPOS				 EFEITOS
Rifampicina A
Ritonavir A
Anticonvulsivantes A, B
Tranquilizantes B
Anti-hipertensivos B
Hipoglicemiantes B
Anticoagulantes B
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
A - diminuição do efeito hormonal
B - Diminuição do efeito terapêutico
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
 ORAIS COMBINADOS
 No 1º mês de uso, ingerir o 1º comprimido no 1º dia do ciclo menstrual 
Cartela de 21 pílulas: Ao final da cartela, fazer pausa de 7 dias e iniciar nova cartela no 8º dia. 
Cartela de 22 pílulas: Ao final da cartela, fazer pausa de 6 dias e iniciar nova cartela no 7º dia.
Cartela de 24 pílulas: ao final da cartela, fazer pausa de 4 dias e reiniciar nova cartela no 5º dia 
MODO DE USAR
*
DÚVIDAS????
CASO NÃO OCORRA A MENSTRUAÇÃO (sangramento por privação) NO INTERVALO ENTRE AS CARTELAS???
 A mulher deve iniciar uma nova cartela e procurar o serviço de saúde para descartar a hipótese de gravidez.
*
ESQUECI DE TOMAR A PÍLULA...OQUE FAZER?? 
Se esquecer de tomar 1 pílula: tomar a pílula esquecida imediatamente e a pílula regular no horário habitual.
Se esquecer de tomar 2 ou mais pílulas:
 Usar método de barreira ou evitar relações sexuais durante 7 dias
 Tomar uma pílula imediatamente
 Se restam 7 ou mais pílulas: tomar o restante como de costume
Se restam menos que 7 pílulas: tomar o restante como de costume e iniciar uma nova cartela no dia seguinte após a última pílula da cartela
*
SE EU VOMITAR E/OU TIVER DIARRÉIA???
Nos casos de vômitos e/ou diarréia com duração de 2 ou mais dias, as relações sexuais devem ser evitadas ou o uso de métodos de barreira deve ser instituído
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS
ORAIS COMBINADOS
Orientar a mulher para o uso da anticoncepção de emergência.
EM CASO DE OCORRÊNCIA DE COITO DESPROTEGIDO NAS SITUAÇÕES DESCRITAS
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
Cólica menstrual
 Ciclos menstruais irregulares
 Doença mamária benígna
 Cefaléia leve
 Varizes
Doenças tireoidianas
 Doença Inflamatória Pélvica
 Endometriose21 dias pós-parto ou mais, sem lactação
 Tumores ovarianos benígnos
 Mioma uterino
 Tuberculose (exceto se usando rifampicina) Portador assintomático de hepatite viral
 Cirurgia de pequeno porte sem imobilização
 SITUAÇÕES EM QUE PODEM SER USADOS SEM RESTRIÇÕES
*
O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO (AHO)
Lactantes nos primeiros 6 meses pós-parto
Não lactantes com menos de 21 dias pós-parto
Neoplasias hormônio-dependentes
Câncer de mama
Idade maior ou igual a 35 anos e fumante
Hipertensão arterial 
Cardiopatia isquêmica
Doença cardíaca valvular complicada
Doença tromboembólica em atividade ou no passado
Antecedente de AVC
Sangramento uterino não diagnosticado
Cefaléia grave com sintomas neurológicos focais
Doença da vesícula biliar atual ou tratada com medicamentos
Cirurgia de grande porte com imobilização prolongada
*
História de colestase (redução do fluxo biliar) relacionada ao uso de anticoncepcional oral combinado
Cirrose descompensada
Tumores de fígado malígnos 
Hepatite viral em atividade
Diabetes com mais de 20 anos de duração ou com doença vascular
Lupus eritematoso sistêmico
Uso de rifampicina, e anticonvulsivantes – fornecer preservativos masculinos para usar junto com a pílula nos casos de uso temporário destes medicamentos, ou orientar o uso de outro método, nos casos de uso prolongado 
O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO (AHO)
*
O MÉTODO DEVERÁ SER INTERROMPIDO!!
Dor intensa e persistente no abdome, tórax ou membros
Cefaléia intensa que começa ou piora após o início do uso da pílula
Perda breve de visão
Escotomas cintilantes ou linhas em zigue-zague
*
ORIENTAÇÃO FARMACEUTICA ÀS USUÁRIAS!!
NÁUSEAS: sugerir tomar a pílula à noite ou após uma refeição
CEFALÉIA LEVE: sugerir o uso de anti-inflamatório não esteróidais
EFEITOS SECUNDÁRIOS MENORES que duram mais de 3 meses: se a mulher prefere pílula, oferecer outro AOC ou pílula de progestogênio.
*
A MENSTRUAÇÃO NÃO VEIO!! E AGORA??
Perguntar se está realmente tomando a pílula diariamente
Perguntar se esqueceu de tomar 2 ou mais pílulas consecutivamente: neste caso, há possibilidade de gravidez; 
recomendar a interrupção do uso da pílula e sugerir o uso de métodos de barreira até a próxima menstruação ou até que a possibilidade de gravidez seja afastada.
*
EM CASO DE MANCHAS OU SANGRAMENTO INTERMENSTRUAL
Perguntar se esqueceu de tomar alguma pílula, se apresentou vômitos ou diarréia, se está tomando rifampicina ou anticonvulsivante 
 Esclarecer que é frequente a ocorrência de pequeno sangramento intermenstrual durante os primeiros meses do uso da pílula.
Se o sangramento persistir por mais de 10 dias, deve ser investigado.
 Permanecendo o sangramento intermenstrual após 3 meses, investigar para afastar outras etiologias.
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS COMBINADOS
SANGRAMENTO VAGINAL ANORMAL: Orientar a continuar usando a pílula, enquanto o problema está sendo avaliado.
CEFALÉIAS MUITO SEVERAS: Orientar a mudar para outro método.
MANEJO DAS INTERCORRÊNCIAS OU COMPLICAÇÕES:
*
ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO
*
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO 
Alternativa para as pacientes que querem usar ACO mas não podem usar estrogênio:
Lactantes 
Fumantes 
Hipertensas
Enxaqueca 
Doença cardiovascular 
Colecistopatia 
 
*
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO MINIPÍLULA
Espessamento do muco cervical
Alteracão do endométrio 
Inibição da ovulação em aproximadamente 50% dos ciclos
*
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTAGÊNIO – MÉDIA DOSE
mecanismo de ação:
Espessamento do muco
Alteração do endométrio
Inibição da ovulação em aproximadamente 97% dos ciclos
*
Nas não lactantes: iniciar imediatamente após o parto
Nas lactantes: O uso deve ser iniciado após 6 semanas do parto. 
Durante a menstruação normal: iniciar nos primeiro dia da menstruação
O uso é contínuo, sem interrupção entre uma cartela e outra
Deve ser tomada sempre no mesmo horário 
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO 
MODO DE USO E INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:
*
 Atraso na ingestão da pílula de mais de 3 horas ou esqueceu alguma pílula: deve tomar a pílula esquecida assim que possível e continuar tomando 1 pílula por dia. Entretanto, deve usar algum método de barreira ou evitar relações sexuais, pelo menos durante dois dias.
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO - MINIPÍLULA 
MODO DE USO E INSTRUÇÕES ÀS USUÁRIAS:
*
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO
Quando usados fora da amamentação, são comuns alterações no padrão menstrual – ciclo menstrual irregular 
Cefaléia
Sensibilidade mamária
EFEITOS SECUNDÁRIOS:
*
QUANDO INICIAR??
Lactantes: iniciar 6 semanas após o parto
 Não lactantes: imediatamente após o parto
 Pós-aborto: imediatamente após o aborto
 Idade de 16 anos ou mais
*
SINAIS DE ALERTA
 Sangramento excessivo
 Cefaléia intensa
 Icterícia
 Possibilidade de gravidez
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO 
*
USO SEM RESTRINÇÕES
Cirurgia de grande porte sem imobilização prolongada
Cirurgia de pequeno porte
Varizes
Tromboflebite superficial
 Cefaléia leve
 Doença mamária benígna
ANTICONCEPCIONAIS ORAIS APENAS DE PROGESTOGÊNIO
*
O MÉTODO DEVE SER EVITADO!!
Lactantes com menos de 6 semanas pós-parto
Doença cardíaca isquêmica 
AVC 
Cefaléia grave, recorrente, incluindo enxaqueca, com sintomas neurológicos focais
Sangramento vaginal inexplicado
Câncer de mama atual ou no passado
Câncer hepático
Cirrose hepática descompensada
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
Contém um éster de estrogênio Natural, o estradiol, e um progestogênio Sintético.
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
25 mg de acetato de medroxiprogesterona + 5 mg de cipionato de estradiol – cyclofemina
50 mg de enantato de noretisterona + 5 mg de valerato de estradiol – mesigyna
150 mg de acetofenido de algestona + 10 mg de enantato de estradiol – perlutan
*
 ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL 
MECANISMO DE AÇÃO: 
Inibe a ovulação
 Espessamento do muco cervical
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
PONTOS- CHAVE
Alta eficácia 
Absorção independe do trato gastrointestinal
Melhora dismenorréia e TPM
Menor frequência de alterações menstruais quando comparado ao trimestral
Fertilidade retorna em tempo mais curto do que com o injetável trimestral 
*
A primeira opção deve recair sobre as formulações que contenham 5mg de estrogênio
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
*
MODO DE USO MESIGYNA
1ª injeção: primeiro dia do início da menstruação
Aplicações subsequentes: a cada 30 dias mais ou menos 3 dias, independente da menstruaçãoANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
*
MODO DE USO
 Deve-se aplicar por via IM profunda, sem massagem ou aplicação de calor local.
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
*
EFEITOS SECUNDÁRIOS
Alterações menstruais
Cefaléia 
Náuseas e/ou vômitos
Mastalgia
Aumento de peso
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL
*
RESTRIÇÕES DE USO
IGUAIS AOS DOS ANTICONCEPCIONAIS ORAIS COMBINADOS:
Lactantes nos primeiros 6 meses pós-parto
Menos de 21 dias pós-parto
Idade maior ou igual a 35 anos e fumantes
Hipertensão arterial
Diabetes com mais de 20 anos de duração ou com doença vascular
Sangramento vaginal inexplicado;
Câncer de mama no passado ou atual 
Cefaléia grave recorrente, com sintomas neurológicos focais
Hepatite viral ativa
Cirrose grave e descompensada
Tumor hepático benígno ou malígno
Uso de rifampicina, griseofulvina e anticonvulsivantes 
Doença tromboembólica em atividade ou no passado
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
*
Contém apenas progestogênio – 150mg de Acetato de medroxiprogesterona
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
 Inibe a ovulação
 Aumenta a viscosidade do muco cervical
MECANISMO DE AÇÃO
*
 RISCOS
Redução da densidade mineral óssea,não recomendado antes dos 16 anos
Alteração do metabolismo lipídico
Atraso no retorno da fertilidade - em média, o retorno à fertilidade pode levar 4 meses após o término do efeito. Mas, 25% das usuárias por tempo prolongado não engravidam até 2 anos após a última injeção
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
*
Pode ser usado por lactantes após 6 semanas de parto
Não provoca complicações relacionadas ao uso do estrogênio
Ajuda a reduzir os sintomas de endometriose e miomatose uterina
Diminui a incidência de câncer de ovário e endometrio 
 
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
BENEFÍCIOS
*
 
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
Amenorréia – bastante comum, ocorre em mais de 50% dos casos, ao final do 1º ano de uso
Sangramento irregular
Aumento de peso – em média 1 a 2 kg/ano
Cefaléia
Alterações de humor
Diminuição da libido
Depressão
EFEITOS ADVERSOS
*
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
Os distúrbios menstruais, a amenorréia e o ganho de peso, são as principais causas da descontinuação de uso do método
*
MODO DE USO
 1ª injeção: nos primeiros 5 do ciclo menstrual
Aplicações subsequentes: a cada 3 meses, até no máximo 15 dias após a data estipulada
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
*
Lactantes, iniciar 6 semanas após o parto
Não lactantes, pode ser iniciado imediatamente após o parto
pós aborto- imediatamente
Interrupção de outro método hormonal -imediatamente 
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
*
 Aplicar na região glútea ou no braço (profundamente). Não se deve massagear ou aplicar calor local após a injeção.
Atraso de mais de 15 dias, usar método de barreira ou evitar relações sexuais até a próxima injeção
MODO DE USO 
ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL
*
O MÉTODO PODE SER USADO
Idade acima de 16 anos;
 Doença mamária benígna
 Cefaléia leve
Varizes
Irregularidade menstrual já investigada
Anemia falciforme
Tireopatias
Mioma uterino
Epilepsia
Tuberculose
Cirurgia de grande porte com ou sem imobilização prolongada
Obesidade
*
O MÉTODO NÃO DEVE SER USADO
 
Lactantes com menos de 6 semanas pós-parto
Hipertensão acima de 160/100
Diabete com mais de 20 anos de duração ou com doença vascular.
Doença cardíaca isquêmica
AVC 
Múltiplos fatores de risco para doenças cardiovasculares
 Câncer de mama
 Cirrose hepática grave
*
PÍLULA DE EMERGÊNCIA
Conhecida popularmente como pílula do dia seguinte.
Cada cartela contém 2 comprimidos (mais comum no Brasil):
cada comprimido contém 0,75 mg do hormônio levonogestrel.
Deve ser utilizada apenas para a contracepção de emergência:
após uma relação sexual desprotegida; 
falha potencial de um método anticoncepcional:
ex.: quando a camisinha se rompe durante a relação;
em casos de estupro.
*
PÍLULA DE EMERGÊNCIA
Não deve ser usada como método anticoncepcional:
provoca vários efeitos colaterais e o índice de falha aumenta com o uso sucessivo.
Não é pílula de aborto  de nada adiantará se a mulher já estiver grávida:
impede ou retarda a ovulação, impossibilitando a fecundação,
provoca alterações no endométrio, impedindo a implantação do blastocisto:
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) a gravidez só tem início após a implantação do blastocisto no útero. 
*
PÍLULA DE EMERGÊNCIA
	Como usar
Tomar 1 comprimido até no máximo 72 horas após o coito desprotegido:
quanto mais cedo, mais eficiência terá. 
Repetir a dose após 12 horas (1 pílula).
	Índice de falha: 
Se usada até 24 horas da relação  5%. 
Entre 25 e 48 horas  15%. 
Entre 49 e 72 horas  42%. 
*
EFICÁCIA DO ANTICONCEPCIONAL DE EMERGENCIA
*
REPOSIÇÃO HORMONAL
 Prescrito na menor dose e no menor tempo;
Aliviar sintomas vasomotores e atrofia vaginal;
Sintomas urogenitais – tratar com estrógeno de uso local;
Já foram usados no tratamento da osteoporose, sendo substituído atualmente por outros fármacos;
*
REPOSIÇÃO HORMONAL
Indicação terapêutica: indicação primária do tratamento com estrógeno são os sintomas da menopausa como a instabilidade vasomotora (fogacho) e atrofia vaginal;
Mulheres não histerectomizadas devem usar também progestina associada, essa associação reduz risco de carcinomas endometriais que são associados ao estrógeno sem oposição;
Hipogonadismo primário: combinados com progestina – estimula o desenvolvimento das características sexuais das mulheres jovens com hipogonadismo.
*
Moduladores seletivos de receptor de estrógeno (MSRE)
Os MSRE: Classe nova de compostos relacionados ao estrógeno;
Interagem com os receptores de estrógenos com efeitos diferentes nos diversos tecidos (agonismo e antagonismo seletivo)
Ex: Tamoxifeno: Antagonista de estrógeno no tecido canceroso de mama, pode causar hiperplasia endometrial atuando como agonista parcial no útero;
*
Moduladores seletivos de receptor de estrógeno (MSRE)
Raloxifeno: Usado para prevenir osteoporose, pouco efeito no endométrio, nos níveis de HDL, e reduz a incidência de câncer de mama em mulheres pós-menopáusica.
Contra-indicado: mulheres gestantes ou que pretende engravidar;
Mulheres com histórico de trombose.
Clomifeno: indicado para infertilidade associada a ciclos anovulatórios – atua como agonista estrogênico – estimula a ovulação.