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Laser Eletrotermoterapia

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LASER
DEFINIÇÃO
Light Amplification by Stimulated Emission 
of Radiation
LUZ AMPLIFICADA POR EMISSÃO 
ESTIMULADA DE RADIAÇÃO
Radiação eletromagnética não ionizante
CARACTERISTICAS DA 
RADIAÇÃO A LASER
 Monocromaticidade
 Coerência
 Polarização
Laser de Baixa Potência ( LTT)
P: 2 a 30 mW
P: 1 a 5 W  vaporização dos tecidos 
superficiais.
P: 5 a 20 W  incisões superficiais
P: 20 a 100 W  incisões profundas
Penetração
Comprimento de onda
Características
 Potencia: menor que 500 m W
Características
 Dose: quantidade de radiação fornecida ao 
tecido. (J/cm2)
Variação: 1 a 6 j/cm2
 Dosagem: menor que 35 j/cm2
 Comprimento de onda: está relacionado ao 
grau de absorção do tecido.
 Potencia de saída (mW): quantidade de energia 
emitida por unidade de tempo.
CARACTERIZAÇÃO DOS 
TIPOS DE LASER
Tipo de laser 
 
 
 
 
Forma de emissão 
 
Percepção do feixe 
 
HeNe 632,8 nm 
 
Contínua 
 
Visível 
 
AlGaInP 670 nm (630-685) 
 
Contínua 
 
Visível 
 
AsGa 904 nm 
 
Pulsada 
 
Não visível 
 
AsGaAl 830 nm 
(780-870) 
 
Contínua 
 
Não visível 
 
 
CARACTERIZAÇÃO DOS TIPOS DE 
LASER: Potência
HeNe: 2 a 10 mW
AsGa: 15 a 30 W
AlGaInP: 15 a 30 mW
AsGaAl: 30 mW
TIPOS DE LASER EM 
FISIOTERAPIA
LASER DE HÉLIO-NEÔNIO (He-Ne)
 Cor vermelha
 632,8 nm
 Penetração: 10 a 15 mm
 Lesões superficiais
LASER DE ALUMÍNIO-GÁLIO-INDIO-
FÓSFORO (AlGaInP)
Menor coerência
Contínuo
 Superficial
P: 11 mW
C: 670 nm
LASER DE ARSENÊTO DE GÁLIO (AsGa) 
e GÁLIO-ALUMÍNIO-ARSENÊTO 
(GaAlAs)
 Diodo (AsGa = 904 nm e GaAlAs = 780 e 830 
nm)
 Infravermelha
 Lesões profundas
DOSIMETRIA
Quantidade de energia depositada em
numa superfície determinada.
Dose: potencia de saída em watts pelo
tempo de radiação em segundos.
Ex: 50 mw = 0,05 w x 60 segundos = ?
Exposição de energia: joules
Densidade de Energia
 J/cm2
EFEITOS DIRETOS DO LASER
Efeito Bioquímico
 Liberação de substâncias pré-formadas
 Estímulo na produção de ATP
 Liberação de beta-endorfinas e serotonina
 Ação fibrinolítica
 Interferência na produção de prostaglandinas.
Efeito Bioestimulante
 Aumenta a mobilidade iônica
 Aumenta a produção de ATP
 Hiperestimulação mitocondrial
 Aumento da atividade fagocítica
Efeito Bioenergético
Efeitos primários e secundários a a ação do 
laser sobre os tecidos biológicos.
Efeitos Secundários
 Aumento do tecido de granulação.
 Regeneração de fibras nervosas.
 Neoformação de vasos sanguíneos.
 Aumento da produção de colágeno e das
ligações cruzadas do colágeno.
 Aceleração no processo de cicatrização.
 Aumento da atividade fagocitária dos
macrófagos e lnfócitos.
EFEITOS TERAPÊUTICOS
 Analgésico
 Antiinflamatório
 Antiedematoso;
Cicatrizante *
Efeito antiinflamatório, antiedematoso?
Interferência no ciclo:
Prostaglandinas
Sensibilização
↑ da permeabilidade vascular
Dilatação vascular
Efeito cicatrizante
 ↑ ATP
 ↑ dos fibroblastos
 Estímulo a microcirculação
 Angiogênese
“Com a utilização do laser de 904 nm, houve a presença
de células inflamatórias, fibroblastos, vascularização e
depósito de colágeno (p< 0,05), tanto na fase inicial
como tardia do tratamento” Tavares, 2002
 “A carga de limite máximo no grupo tratado por
laser foi significativamente maior (p<0,05) que os outros
grupos tratados com US e o grupo controle” Lirani, 2004.
Trabalhos científicos
 Estudos in vitro sugerem que a TLBI facilita a
síntese de colágeno, aumenta a motilidade dos
queratinócitos, liberando fatores de
crescimento, além de transformar os
fibroblastos em miofibroblastos.
 Gómez-Villamandos et al evidenciaram
aumento da cicatrização das feridas após
terapia com laser, havendo aumento na
atividade mitótica, número de fibroblastos,
síntese de colágeno e neovascularização dos
tecidos lesados.
TÉCNICA DE APLICAÇÃO
EFEITO DOSE 
ANALGÉSICO 2 a 4 J/cm2 
ANTIINFLAMATÓRIO 1 a 3 J/cm2 
CICATRIZANTE 3 a 6 J/cm2 
CIRCULATÓRIO 1 a 3 J/cm2 
 
Processo Inflamatório
 Fase aguda: 1 a 3 j/ cm2
 Fase subaguda: 3 a 4 j/ cm2
 Fase crônica: 5 a 7 j/cm2
Nº E FREQUÊNCIA DAS SESSÕES
Diárias ou até 2 aplicações semanais.
Máximo: 30 aplicações
APLICAÇÃO PONTUAL X 
VARREDURA MANUAL
 Aplicação pontual
 Aplicação por 
varredura manual
Cuidados
 Posicionar o emissor a 90 º em relação a
superfície.
 Evitar direcionar o campo de visão para a
terapia.
 Quanto maior o contato entre o emissor e a
pele, menor a reflexão.
CONTRA-INDICAÇÕES
Carcinomas ativos
 Exposição sobre os olhos
 Abdome gestante
 Áreas hemorrágicas
 Feridas infectadas
 Pele isenta de cremes ou secreção 
sebácea
 Evitar salas espelhadas

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