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APOSTILA CDI 1 FUNCOES CAP1 DONIZETTI 06marco2012

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ajustar uma polinomial => No 6o passo) Escolha a opção polinomial e a ordem (grau do polinômio, 2, 3, ... ).
Outros exemplos: Saída Excel
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HÉLIO FERNANDO e CYRINO ARANTES
LÓGICA MATEMÁTICA, LÓGICA DIGITAL
Veja páginas: 15 e 16; 45 e 46
Organização dos números: Em um sistema de base b, todo número n qualquer pode ser escrito na forma polinomial de potências de b, multiplicadas por um símbolo pertencente ao sistema.
Exemplo: Base 10 => Símbolos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9
3452 = 3*103 + 4*102 + 5*101 + 2*100, ou seja, 3452 = 3000 + 400 + 50 + 2 
Mudança de base decimal para base binária
Exemplo: Transformar o número 93 em binário.
Solução:
	93
	2
	
	
	
	
	
	
	1
	46
	2
	
	
	
	
	
	
	0
	23
	2
	
	
	
	
	
	
	1
	11
	2
	
	
	
	
	
	
	1
	5
	2
	
	
	
	
	
	
	1
	2
	2
	
	
	
	
	
	
	0
	1
	2
	
	
	
	
	
	
	1
	0
Portanto, (93)10 = 93 = (1011101)2.
Nota: Quando a base é dez, é convencional escrever-se o número sem base.
Mudança de base binária para base decimal 
Exemplo: Transformar o número binário (11011)2 em número decimal.
Solução:
1*24 + 1*23 + 0*22 + 1*21 + 1*20 = 16 + 8 + 0 + 2 + 1 = 27
Portanto, (11011)2 = (27)10 = 27
Tabela de correspondência
	Sistema Decimal
	Sistema Binário
	0
	0
	1
	1
	2
	10
	3
	11
	4
	100
	5
	101
	6
	110
	7
	111
	8
	1000
	9
	1001
	10
	1010
	...
	..
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LISTA DE EXERCÍCIOS PROPOSTOS PARA A REVISÃO DOS CONCEITOS
1) Transforme os números decimais em binários:
a) 407		 b) 21			c) 47			d) 197			 e) 943
2) Transforme os números binários em decimais:
a) (10101)2	 b) (1010110)2	c) (10101110)2	d) (110010000)2	 e) (1011001011)2
Respostas:
1) a) (101111)2 b) (10101)2	 c) (101111)2	 d) (11000101)2	 e) (1110101111)2
2) a) 21	 b) 86		c) 174			d) 400			 e) 715
JOGO DE SALÃO
	16
	21
	26
	31
	52
	57
	4
	13
	22
	31
	44
	53
	17
	22
	27
	48
	53
	58
	5
	14
	23
	36
	45
	54
	18
	23
	28
	49
	54
	59
	6
	15
	28
	37
	46
	55
	19
	24
	29
	50
	55
	60
	7
	20
	29
	38
	47
	60
	20
	25
	30
	51
	56
	X
	12
	21
	30
	39
	52
	X
	1
	11
	21
	31
	41
	51
	8
	13
	26
	31
	44
	57
	3
	13
	23
	33
	43
	53
	9
	14
	27
	40
	45
	58
	5
	15
	25
	35
	45
	55
	10
	15
	28
	41
	46
	59
	7
	17
	27
	37
	47
	57
	11
	24
	29
	42
	47
	60
	9
	19
	29
	39
	49
	59
	12
	25
	30
	43
	56
	X
	32
	37
	42
	47
	52
	57
	2
	11
	22
	31
	42
	51
	33
	38
	43
	48
	53
	58
	3
	14
	23
	34
	43
	54
	34
	39
	44
	49
	54
	59
	6
	15
	26
	35
	46
	55
	35
	40
	45
	50
	55
	60
	7
	18
	27
	38
	47
	58
	36
	41
	46
	51
	56
	X
	10
	19
	30
	39
	50
	59
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ELON LAGES LIMA
MEU PROFESSOR DE MATEMÁTICA E OUTRAS HISTÓRIAS
REVISTA DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA
CONCEITOS E CONTROVÉRSIAS
1) Zero é um número natural?
( (
2) Por que (-1)*(-1)=1?
4) Qual o valor de 00?
10) O número e: por que?
11) Quais são as raízes da equação 2x = x2?
19) O que é o número (?
- - -
A escola deve adaptar-se à vida atual, modernizar-se e adequar seus alunos à sociedade em que vivem, na qual vão lutar pela vida.
Evitar uma grande e desnecessária perda de tempo com cálculos prolongados.
A utilização da calculadora ou do computador, liberando o aluno de longas, enfadonhas e desnecessárias tarefas, deixa-o com mais tempo para aprimorar sua capacidade de raciocinar e desenvolver-se mentalmente.
As calculadoras e computadores são extremamente eficazes para fazer contas, principalmente as longas, as repetidas e as difíceis (como extrações de raízes, por exemplo).
Cuidado: Os números que aparecem no mostrador de uma calculadora são valores aproximados. Por exemplo: 232*(1/2)32 = 0,999999999.
Demonstrações: Não se pode demonstrar algo a partir do nada. Para provar um resultado, é preciso admitir uns tantos outros fatos como conhecidos. Esta é a natureza da Matemática. Todas as preposições matemáticas são do tipo “se isto então aquilo”. Ou seja, admitindo isto como verdadeiro, provamos aquilo como consequência.
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Assíntota horizontal: linha reta para um valor constante y da qual a função aproxima-se tanto quanto quisermos sem chegar a alcançá-la.
Assíntota vertical: para um valor constante de x existe uma linha reta da qual a função aproxima-se sem chegar a alcançá-la.
Função racional: função definida por uma expressão fracionária do tipo:
Grau de um polinômio: é determinado pelo maior dos expoentes dos diversos monômios que compõem um polinômio. Assim, o polinômio x5 – 3x4 + x2 + 8 é de grau 5.
Polinômio: expressão algébrica formada por vários termos. Podemos falar de monômios, binômios, trinômios e polinômios, conforme tenham um, dois, três ou mais termos, respectivamente.
 
 
 
 
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FUNÇÕES INVERSAS
 
Referências:
IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo Murakami, Carlos. Fundamentos de matemática elementar. 8. Ed. São Paulo: Atual, 1993.
FLORIANI, José Valdir. Função Logarítmica. Blumenau: Ed. da FURB, 1999. 
FILHO, Benigno Barreto; SILVA, Cláudio Xavier da. Matemática: aula por aula. Vol. único. São Paulo: PTD, 2000.
BIANCHINI, Edvaldo; PACCOLA, Erval. Matemática: 2º grau. 1. Ed. São Paulo: Moderna, 1989.
REVISTA DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO PARANÁ: tecnologia e humanismo. Vol. 15, dez. 2001.p. 34-44.
LOPES, Luís. Manual de funções exponenciais e logarítmicas. Rio de Janeiro: Interciência, 1998.
BEZERRA. Matemática: 2º grau. Volume único. São Paulo: Scipione, 1996.
SARDELLA. Química: Série Novo Ensino Médio edição compacta.1. Ed São Paulo: Ática, 2003.
PAIVA. Manoel. Matemática (Ensino Médio). Vol. Único.1.ed. São Paulo: Moderna, 1999.
PAIVA. Manoel. Matemática (Ensino Médio). Vol. Único. 2.ed. São Paulo: Moderna,2003
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Referências:
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Trad. Ivo Doering. 8. ed. v. 1. Porto Alegre: Bookman, 2007.
ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. Trad. Cyro de C. Patarra e Márcia Tamanaha. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, Vol.I, 2000.
ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. Trad. Cyro de C. Patarra e Márcia Tamanaha. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, Vol.II, 2000.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, B.G. Cálculo A: Funções, Limite, Derivação, Integração, 5a ed. São Paulo: Makrow Books, 1992.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, B.G. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis, Integrais Duplas e Triplas. São Paulo: Makrow Books, 1999.
FLEMMING, D.M.; GONÇALVES, B.G. Cálculo C: Funções Vetoriais, Integrais Curvilíneas, Integrais de Superfície. São Paulo: Makrow Books, 1999.
FINNEY, R.L.; WEIR, M.D; GIORDANO, F.R. Cálculo de B. Thomas Jr. Trad. Paulo Boschcov. 10. ed. v. 1. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2002.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, 5a ed. Vol. I, São Paulo: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001
GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo, 5a ed. Vol. II, São Paulo: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, 5a ed. Vol. III, São Paulo: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo, 5a ed. Vol. IV, São Paulo: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001
HOFFMANN, L.D., Cálculo: Um Curso Moderno e suas Aplicações, 7a ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2004.
LARSON, H.E. Cálculo com Aplicações. Trad. Alfredo Alves de Farias. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. I, São Paulo: Harbra, 1986.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. II, São Paulo: Harbra, 1986.
MUNEN, F. Cálculo. Vol. II, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Dois S.A., 1982.
MUNOZ

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