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SÍNDROMES QUE ACOMETEM O SISTEMA DIGESTÓRIO DE EQUÍDEOS
INTESTINO DELGADO
ANATOMIA
O intestine Delgado é dividido em duodeno, jejuno e íleo. O duodeno é a saída do estômago e a comunicação com o jejuno que é a maior parte de composição do intestino delgado. O íleo tem uma parede mais espessa e nele ocorrem uma série de problemas no pós cirúrgico, chamado de íleo adinâmico.
O intestino delgado tem cerca de 25 metros, o duodeno está ventral ao fígado na flexura sigmoide (Local “bom” para encarcerar) e o íleo tem a parede mais espessa por conta da comunicação com o ceco.
Semiologicamente teremos a auscultação do quadrante dorsal esquerdo, é uma ausculta que tem mais liquido (foco de auscultação de delgado importante). Se tiver alteração pode ter refluxo nasogástrico e delgado palpável na palpação transretal.
O estômago tem a capacidade de 12-18 litros, o intestino delgado capacidade de 50-90 litros, intestino grosso 90-120 litros e o ceco 30 litros de capacidade.
O intestino delgado tem uma borda mesentérica e uma borda antemesentérica. (lembrar dessa arquitetura para volvo e torção). A função dele é fazer uma digestão enzimática, extremamente secretiva. Pensando nisso, é muito mais interessante fornecer um alimento volumoso antes do concentrado, pois o volumoso vai para o ceco e o concentrado vai ser 100% digerido no intestino delgado.
CÓLICA ESPASMÓTICA
São espasmos intestinais, com característica esporádica e não tem uma etiopatogenia bem definida, então tem algumas sugestões para o que seja a causa dessa cólica espasmótica como; excitação, preparação para exposição/corridas, ingestão de água fria após o trabalho, migração de Strongylus vulgaris.
Animais muito excitados teriam alguma alteração na condutividade mioelétrica do íleo, animais que estão indo para corrida ou preparação para exposições por uma questão de estresse, animais que saem muito quente da pista e ingerem água gelada também afetaria a questão parassimpática e a atividade mioelética do íleo e migração de larvas poderiam causar alterações de peristalse no intestino.
Qualquer questão que vá alterar a atividade mioelétrica do íleo, ou causar um aumento do estímulo parassimpático (questões secretivas são do parassimpático).
ACHADOS CLÍNICOS: o animal irá apresentar uma dor abdominal intermitente, ruídos intestinais aumentados em amplitude e plenitude, vai ter picos de taquicardia e sudorese e sem alterações na palpação transretal (problema parassimpático), sudorese, ausência de diarreia. Escuta-se um chiado no quadrante dorsal esquerdo.
TRATAMENTO: buscopam, espasmolitico (escopolamina). Reavaliar o programa de vermifugação e dar uma terapia de suporte (dor, ingestão de água e comida, etc).
ENTERITE
DUODENITE JEJUNITE PROXIMAL
A duodenite jejunite proximal é uma das principais e mais graves afecções do equino. 
SINAIS CLÍNICOS: É uma cólica grave, onde o animal vai apresentar taquicardia, taquipneia, febre (caráter inflamatório), caracterizada por um refluxo gástrico intenso (alto retorno 7 a 6 litros de fluido retirados na sonda), tem uma distensão do TGI e alteração do estado mental (apatia ou depressão relevante). Ele vai ter características de afecções inflamatórias e tem o tratamento somente clínico.
Porque esse animal não pode receber fluidoterapia enteral? É um animal que não pode receber fluidoterapia enteral devido ao refluxo gástrico intenso. Ele vai ter que receber fluidoterapia parenteral (ate 250 litros de soro por dia), fazer hemogasometria, reposição eletrolítica, acompanhamento veterinário.
EXAMES COMPLEMENTARES DJP: Vai ser um animal com leucopenia nos exames complementares, ele já chega quando já consumiu todas as células de defesa, o fluido peritoneal vai estar de amarelo a alaranjado, com aumento de proteínas totais (normal 3mg/dcl) o que gera um comprometimento endotelial deixando passar para o fluido peritoneal células grandes, vamos encontrar também aumento de células nucleadas (normal ate 5000 células), e enzimas hepáticas alteradas como GGT, AST, FA. Toda a digestão enzimática estará comprometida.
DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS: Vai ter como diagnóstico diferencial principalmente a colite que também irá apresentar essa questão de depressão como sinal clínico e pode também dar refluxo. Faz-se a coleta do fluido peritoneal e ultrassonografia. Na colite o fluido se encontra mais avermelhado. Outras questões de diferenciação que podemos encontrar é o parasitismo crônico (dá perda proteica, mas não do refluxo nasogástrico intenso), uso de AINES em excesso, doenças inflamatórias intestinais, doenças hepáticas crônicas (por alterações enximáticos).
Refluxo nasogástrico; pega-se uma fita de urina (para ph) e joga no refluxo, se for de delgado o pH vai estar básico, se for de colite o pH estará de neutro tendendo ao ácido.
O animal vai ser mantido sondado devido ao alto refluxo. 
O normal do fluido peritoneal é de translucido para levemente amarelado, ele não pode ser apresentar de outras cores ou turvo que já demostra alguma alteração.
TRATAMENTO: O animal está em desequilíbrio hidroeletrolitico, altamente desidratado então a primeira coisa a se fazer é repor suas perdas, perdas futuras e o grau de desidratação que ele já chegou, fazendo a fluidoterapia parenteral, fazer hemogasometria para saber quais perdas ele teve e o que precisa repor, O animal está passando por um processo inflamatório, então o tratamento se baseia em medidas de suporte: dar a fluidoterapia, uma analgesia, um antinflamatório, fazer uma terapia anti-endotoxemica, dar antibióticos (flora oportunistas podem ser fatores complicantes), dar procinéticos (medicamentos que aumentem a motilidade-dar no soro em gotejamento lento para estimular a motilidade, tendo a ocorrência do trânsito no sentido oral aboral - O cálcio é procinetico pois ele atua na contração da musculatura lisa). Atuar em prevenção das laminites (degeneração de lamina córnea pela liberação de endotoxinas) e flebites (A flebite é dada pela tríade de Virchow - hipercoagulabilidade, estase sanguínea e injuria endotelial) pois elas serão a maioria das complicações nas síndromes cólicas.
ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS
De outras alterações inflamatórias teremos distúrbios de absorção e digestão e de infiltração difusa de células inflamatórias anormais na mucosa e submucosa (animais que tem síndromes de má absorção).
Os potros têm essas alterações inflamatórias associadas a agentes infecciosos como a Lawsonia, Rhodococcus equi.
ENTERITE EOSINOFÍLICA
Tem infiltrado de células inflamatória no intestino delgado de eosinófilos (estão conectados com parasitos e alergias). Esse acumulo de eosinófilos na mucosa vai causar uma reação de hipersensibilidade do tipo 1, pode ser por conta de migração parasitaria. Os potros são mais afetados pela migração parasitaria e pela reação de hipersensibilidade ou por uma questão de mucosa intestinal mais fina. E podem sofrer uma síndrome de má absorção pois terão uma cólica recorrente, ou seja, a inflamação causada na parede vai fazer com que haja uma fibrose nesse local (locais de fibrose não tem reabsorção de nutrientes).
Por conta das reações de hipersensibilidade pode ter ulcerações de mucosa, aumento das placas de Payer que no potro estarão bem desenvolvidas e pode ter uma linfoadenopatia mesentérica por ser uma reação de hipersensibilidade sistêmica, podendo ter infiltração na pele, em vísceras, linfonodos, etc.
A GGT indica sanidade hepática, ela pode estar elevada se estiver ocorrendo o infiltrado eosinofílico sistêmico.
Pode-se fazer uma biopsia na qual iremos observar um granuloma eosinofilico.
TRATAMENTO: identificar o alérgeno e fazer a eliminação dos mesmos, alteração da dieta, anti-helmínticos, corticoesteróides (dar por curto período de tempo – causa laminite entre outras patogenias).
ENTERITE GRANULOMATOSA
É uma infiltração de macrófagos com linfócitos. Por ser granulomatosa causa uma atrofia de vilosidades muito comum na questão do íleo, ocorre uma ativação intensa de célula T que é muito grave. É semelhante a doençade Crohn em humanos dando pólipos intestinais.
O macrófago fagocita para apresentar antígenos para a célula T
ENTERITE LINFOCÍTICA PLASMOCÍTICA
Não apresenta alterações granulomatosas e vai ser muitas vezes um estágio inicial de linfossarcoma. 
LINFOSSARCOMA
Animais com lesões primarias ou secundárias a metástases (linforma mediastino). É um animal com sinais inespecíficos, tumores discretos, tem infiltrados inflamatórios difusos, pode-se começar a desconfiar de linfossarcoma, principalmente porque tende-se a questão plasmocítica linfocítica. O animal fica anêmico, trombocinêmico e tem um prognóstico desfavorável.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: desnutrição, parasitismo, úlcera de TGI, doença inflamatória intestinal, neoplasia, doença hepática, insuficiência renal crônica, anemia infecciosa equina.
SÍNDROMES DE MÁ ABSORÇÃO
Animais que ficam muito tempo sem comer devido a outras patologias ou outros motivos, podem ter uma atrofia de enterócitos que pode ser permanente/irreversível, ficando com uma síndrome de má absorção para sempre. Se o enterócito não trabalha, ele atrofia, muitas vezes a nutrição parenteral é muito boa para manter o animal, mas ela não mantém os enterócitos, eles vão atrofiando devido a falta de atividade.
A má absorção pode ocorrer por má digestão (questão gástrica -lipase deficiente, baixa liberação do HCl, redução de sais biliares-baixa formação de micelas lipídicas) defeitos congênitos, defeitos bioquímicos-potros com deficiência de lactase não digerindo o leite de forma correta causando cólicas fermentativas e desconforto, pode também ter algumas obstruções feitas pelo sistema lifático ou até mesmo alguns lipomas que podem reduzir o lúmen intestinal gerando comprometimento nas absorções, pode ocorrer por enteropatias alérgicas (enterite eosinofílica-reação de hipersensibilidade do tipo 1).
LESÕES ESTRANGULATIVAS
São de caráter grave, pois normalmente vem acompanhadas de uma enterotoxemia e sintomatologia de dor muito forte, sendo casos predominantemente cirúrgicos (enterectomia).
A lesões estrangulativas (volvo, encarceramento, torção, hérnia, intussuscepção) são chamados de acidentes intestinais, com casuística súbita de dor grave e sem histórico de mudanças de manejo, toillete dentário, etc. É uma patogenia que ocorre repentinamente.
Todos os acidentes intestinais terão uma questão bem uniforme em relação a sintomatologia. O animal vai apresentar uma dor moderada a grave, animal com pouca responsividade a medicação anestésica (essa pouca responsividade a medicação anestésica em animais com cólica tem características de patogenias que ocorreram no intestino delgado), progride para sinais clínicos de endotoxemia com muita rapidez-evolução clínica rápida (chega com mucosa hipocorada, e 1hr depois já apresenta halo endotoxemico e está em pré choque), vão ser animais que podem ter refluxo nasogástrico espontâneo mas com menos volume que na duodenite jejunite proximal e na palpação vai ter o intestino delgado palpável (achado importante para encaminhar o animal para a cirurgia).
ESTRANGULAMENTO DO FORAME EPIPLÓICO
O forame epiplóico está localizado no quadrante cranial dorsal e se comunica com a bursa omental. Esse estrangulamento ocorre especificamente pela ruptura da Bursa omental. Ocorre mais em animais de 12 a 14 anos devido ao aumento do forame pela diminuição do fígado (animais que já tem hepatopatias crônicas que fazem com que o parênquima reduza de volume, essa redução aumenta o espaço do forame permitindo que a alça consiga se insinuar). Existem técnicas profiláticas para animais com propensão a ter o estrangulamento desse forame, então faz-se rafias para fechar o forame devido ao alto risco de encarcerar. 
LIPOMA MESENTÉRICO PEDUNCULADO
Animais acima de 16 anos que apresentam cólica por lipoma. Os animais mais propensos a ter o lipoma são gordos de escore 5 que já tem o fenótipo de síndrome metabólica e os pôneis. O pedúnculo envolve na alça e torce a mesma.
VOLVO X TORÇÃO: o volvo/vólvulo é uma torção ao longo do eixo mesentérico (torção sobre o próprio eixo próximo a artéria mesentérica, desvitalizando toda a alça) a torção e alça torce ao longo do eixo longitudinal do intestino (isquemicamente falando a lesão é mais circunscrita).
Animais com cólica e distensão abdominal, não deixar deitar e rolar pois a chance de acontecer uma torção ou volvo é muito maior.
Tira as regiões desvitalizadas com margem de segurança, sendo de 30-50cm sentido oral e 30-50cm sentido aboral, para ter margem de que a toxemia ainda não pegou o tecido viável. Faz uma incisão na linha alba, expondo as vísceras para localizar as lesões (enterotomia, enterostomose)
VOLVO
 Pode ocorrer por uma mudança peristáltica local, alguns potros podem apresentar o volvo devido a adaptação a nova dieta pós desmame. Normalmente o jejuno e o íleo (mais grave pois o íleo faz a comunicação com o intestino grosso, íleo se comunica com o ceco pela válvula ileocecocólica-orifício ileal) são as porções mais acometidas. O mesentério vai ser o grande vilão das lesões estrangulativas, mas podemos ter lesões pelo rompimento de ligamentos, como o gastroesplênico e o cecocólico.
HÉRNIA INGUINAL
Lesão estrangulativa mais comum. No garanhão principalmente pode ocorrer devido a cobertura em uma égua, a força da estacada é suficiente para romper túnica parietal e vaginal e a alça intestinal se insinuar na herniação e encarcerar (torce, ocorre deficiência de aporte sanguíneo para a alça, ela necrosa e a dor é intensa), na inspeção pode ser possível ou não identificar aumento de volume no testículo.
No potro existe a possibilidade de hérnia, mas ela não tem o caráter estrangulativo, normalmente é congênito.
Temos que ter em mente a integridade da túnica parietal vaginal, ela que vai romper nos casos das hérnias inguinais, onde a alça vai se insinuar no anel inguinal e a dor é intensa.
Normalmente é realizada a castração do animal.
INTUSSUSCEPÇÃO
A intussuscepção é uma invaginação do segmento aboral adjacente. Ela pode ser causada por massas, fecalomas, enterólitos (está ocorrendo o peristaltismo normal das alças e ela está obstruída, com isso acaba entrando uma alça dentro da outra). Parasitos como a Anoplocephala perfoliata tendem a causas uma estenose do lúmen prejudicando a movimentação oral aboral, ocorrendo a intussuscepção. Nos potros é considerada uma síndrome neonatal, as suas alças intestinais são muito finas, o que acaba gerando a lesão já mencionada.
A alça então encarcera na alça adjacente, no segmento aboral, tendo problemas de irrigação, alterações inflamatórias, aderências, fibrose, necrose; nesses casos a indicação é a remoção da alça desvitalizada com margem de segurança. Pode ser que a alça não tenha sofrido alterações de irrigação, então consegue-se apenas desfazer a intussuscepção e fechar a cavidade.
No ultrassom visualiza-se alças de intestino delgado extremamente dilatadas e com sorte conseguimos realizar o diagnóstico pela visualização de alças uma dentro da outra. 
HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA
É extremamente rara, normalmente ocorre em ocasiões traumáticas, como atropelamento, quedas, etc. Pode ser congênita e podem ocorrer por um aumento da pressão intratorácica (partos distócico causam aumento da pressão intratorácica.
LESÕES OBSTRUTIVAS COMPACTAÇÕES DE ÍLEO
Ocorre lesões obstrutiva no íleo, principalmente pelo consumo de alimentos peletizados. Tenta-se realizar o tratamento clínico, mas no decorrer da evolução clínica o animal tem que passar por um procedimento cirúrgico para descompactar a obstrução pelo alimento compactado.
 Além da questão da compactação, pode ocorrer uma estrangulação no divertículo de meckel (não é tão comum). É uma reminiscência da fase embrionária que pode compactar ou causar lesão estrangulativa e aderências, tendo problemas de peristalse e problemas obstrutivos.
O íleo paralítico é uma obstrução funcional, não tem compactação, não tem corpo estranho, naõ tem enterólitos, tem apenas uma parada do funcionamento do íleo (comunicação do delgado com o grosso),com falta de função aboral do conteúdo para o intestino grosso, gerando o retorno do mesmo, refluxo nasogástrico espontâneo muito intenso. Muito comum em pós operatório devido as questões inflamatórias pela manipulação intestinal nas laparotomias (complicação pós operatória extremamente grave).
O tratamento é o mesmo de uma Duodenite Jejunite proximal: antinflamatório, procinéticos, equilibrar o animal eletroliticamente (equilíbrio acido básico).
CAUSAS INFECCIOSAS
Vamos ter também as causa infecciosas, as enterocolites, salmoneloses, clostridioses (clostridium dificille gera uma diarreia necrosante, C.perfringens do tipo A, tipo B que tem uma enterotoxina muito grave) as erliquias, diarreias associadas ao uso de antibióticos em excesso (ocorre devido ao desequilíbrio da microbiota saudável e por conta disso pode causar uma diarreia, associar tratamento longos de antibióticos com prebióticos, probióticos).

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