Diagnóstico por imagem da insuficiência coronariana - Parte V
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Diagnóstico por imagem da insuficiência coronariana - Parte V

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Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Cintilografia de Perfusão Miocárdica

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

EMENTA

Cintilografia de Perfusão Miocárdica (CPM)

I. Princípios

II. Contexto na Insuficiência Coronariana (ICo)

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

EMENTA

Cintilografia de Perfusão Miocárdica (CPM)

I. Princípios

II. Contexto na Insuficiência Coronariana (ICo)

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM (“SESTAMIBI ou MIBI”)
REPOUSO x ESTRESSE

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

ANTERIOR

SEPTAL

INFERIOR

LATERAL

LATERAL SEPTAL

ANTERIOR

INFERIOR

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

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Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

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Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

EMENTA

Cintilografia de Perfusão Miocárdica (CPM)

I. Princípios

II. Contexto na Insuficiência Coronariana (ICo)

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291
DOI 10.1007/s00259-003-1344-5

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM - Segurança?

• Procedimento não invasivo

• Seguro (risco relacionado a fase de estresse):

– Mortalidade: 0.01% / Morbidade: 0.02%

– Risco de DAC muito maior que da CPM

• Contraindicações:

– Angina Instável

– Outras contraindicações para estresse

• Arritmias graves

• Asma moderada/grave

• Insuficiência carotídea (?)

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM
Risco da radiação para o paciente?

• Dose equivalente de 10 a 12 mSv

• Equivale a 5 anos de exposição à radiação natural

• Similar às doses de radiação dos exames de CATE e TC

• Risco de desenvolver câncer após 10 – 20 anos:

– Relacionada ao exame de CPM = 1 : 1.800

– Risco de desenvolver câncer na pop geral = 1 : 3

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM – Performance Diagnóstica (TE)

Qualidade 3: Amostra bem definida, Sem viés de verificação, Cego em relação ao CATE

RF
Nº

estudos
Sensib Especif Acurácia

Tálio Q3 4 71 a 95% 56 a 87% 69 a 88%

MIBI Q2 4 73 a 96% 36 a 80% 72 a 92%

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM – Performance Diagnóstica (DIPI)

Qualidade 3: Amostra bem definida, Sem viés de verificação, Cego em relação ao CATE

RF
Nº

estudos
Sensib Especif Acurácia

MIBI Q3 2 90 a 97% 66 a 89% 89 a 93%

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM – Valor Prognóstico
Pctes com Suspeita de DAC & DAC Comprovada

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

CPM – Valor Prognóstico
Pctes com Angina pectoris Estável

Eur J Nucl Med Mol Imaging (2004) 31:261–291

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Indicações da CPM na Ico*
(*DAC = Doença Arterial Coronária)

QUAL RISCO DO PACIENTE PARA DAC?

ALTO
RISCO

RISCO
INTERMEDIÁRIO

BAIXO RISCO
“Screening”

USO FAVORÁVEL
DA CPM

USO POUCO
FAVORÁVEL DA

CPM

USO FAVORÁVEL
DA CPM

JACC Vol. 53, No. 23, 2009 :2201–29

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

Considerações
Medicina Nuclear na ICo

FUNÇÃO

ANATOMIA

Repercussão
tecidual e

funcional +
Localização de

lesão anatômica
“culpada”

Estratégia Terapêutica
&

Prognóstico

Contexto
clínico

(indicação)

Disponibilidade

Custo

Sinergismo
(CT, ECO, RM)

ou
“OneStopShop”

(PET/CT)

Setor de PET/CT & Medicina Nuclear

OBRIGADO!

Equipe de Medicina Nuclear & PET/CT

Equipe de Tomografia Computadorizada e RM

petct@h9j.com.br

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