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PEDIATRIA – 01/08/16 Prova toda segunda feira sobre o conteúdo anterior. Semiologia Pediátrica – análise crítica de uma anamnese. Recém nascido Lactente jovem Lactente Pré-escolar Escolar Pré-adolescente Adolescente Cronograma: Recém nascido: Amamentação, icterícia e anemia. Lactente jovem: pé torto congênito e luxação congênita do quadril; febre sem sinais localizatórias no lactente jovem, bronquiolite, pneumonia. Lactente: amamentação, IVAS, APLC (alergia à proteína di=o leite da vaca/ intolerância à lactose), bebê chiador. Pré-escolar: ecopediatria, hipovitaminoses e distúrbios nutricionais (obesidade e desnutrição) Escolar: vacinação e doenças exantemáticas, parasitoses intestinais. Adolescentes: alta e baixa estatura. 1ª AULA: SEMIOLOGIA PEDIÁTRICA PEDIATRIA é a medicina do ser humano em seu período de desenvolvimento que vai da fecundação à puberdade. PUERICULTURA: crescimento e desenvolvimento. Devemos perceber mudanças na dieta, identificar alterações neuropsicomotoras, etc. obs: no caso de uma puericultura normal, damos o diagnóstico como “puericultura sem alterações”. Diagnóstico nutricional: analisa o crescimento e desenvolvimento, e classificamos em eutrófica ou distrófica. Avaliamos isso a partir de uma curva na qual analisamos o peso e a estatura. Diagnóstico do desenvolvimento neuropsicomotor: adequado ou em atraso. Diagnóstico vacinal: em dia ou em atraso. Alimentar: correto ou incorreto (analisa o que a criança ta comendo). Outro diagnóstico: puericultura sem agravos. CLÍNICA PEDIÁTRICA: voltado para as patologias. CONSULTA PEDIÁTRICA Peculiaridades: Varia de acordo com a idade Relação médico-família-paciente Conversar com a criança antes e durante o exame Sinais virais inicialmente, pois o choro pode alterar os sinais vitais. Pode aumentar a frequência respiratória, por exemplo. Muitas vezes iniciamos no colo da mãe Ouvido e garganta no final. Obs: já no adolescente analisamos por último o genital e o osteomioarticular. Até os 6 meses realizar consulta mensal. Depois pode fazer no oitavo mês, décimo e décimo segundo, por exemplo. Ao completar 1 ano, a consulta passa a ser semestral. Continua dessa forma até a pré-adolescência na qual passa a ser anual. PERÍODO PRÉ NATAL Embrionário: primeiro trimestre Fetal precoce: segundo semestre Fetal tardio: terceiro trimestre Obs: quanto mais cedo a mãe for acometida por alguma doença (ex: varicela e rubéola), pior será para o desenvolvimento do bebê. PERÍODO PÓS NATAL Recém-nascido: 0-28 dias Lactente jovem: 29 dias-3 meses Lactente: até 2 anos, exclusive. Pré-escolar: 2-6 anos, exclusive. Escolar: 6-10 anos, exclusive. Pré-adolescente: 10 a 12-14 anos. Adolescente: 12-14 a 18-20 anos. CONSULTA PEDIÁTRICA (divisão): ANAMNESE, EXAME FÍSICO E EXAMES COMPLEMENTARES. ANAMNESE Deve ser a mais completa e detalhada possível. Representar a evolução da criança até o momento da consulta. Linguagem acessível. Demonstrar respeito e interesse. Roteiro da anamnese: 1) Identificação 2) QP 3) HMA 4)Antecedentes gineco-obstetrícios 5) História mórbida pregressa 6) Antecedentes alimentares 7) Desenvolvimento psico-motor 8)Antecedentes imunológicos 9) História mórbida familiar 10) Revisão de sistemas 11) Condições e hábitos de vida I. IDENTIFICAÇÃO Registrar: Nome completo, data do nascimento, idade atual, sexo, origem étnica (cor), naturalidade, procedência, data da entrevista. Tipo de residência: ocupação (estudante). Dados do responsável: nome do informante, relação de parentesco com a criança, fidedignidade presumida do informante. II. MOTIVO DA CONSULTA / MOTIVO DA INTERNAÇÃO Registrar a(s) queixa(s) que motivaram a consulta ou os objetivos da mesma, usando as palavras do informante e uma numeração que respeite prioridades. Identificar com a expressão “sic” o uso de diagnósticos ou afirmativas que não tenham sido comprovados. Exemplo - Motivo da Consulta: l. Falta de apetite 2. Anemia (sic) 3. Ver resultados de exames 4. Encaminhamento ao ortopedista III. HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL Caracterizar objetivamente cada queixa, observando a numeração usada anteriormente, com ênfase nos seguintes aspectos: a. Certificar-se de que os sinais e sintomas descritos pelo paciente ou responsável correspondem àqueles utilizados na terminologia médica (por exemplo: não registrar como "diarreia" o aumento do número de evacuações). b. Registrar a data de início dos sintomas sempre vinculada ao momento da consulta (p.ex.: registrar “teve uma crise convulsiva há seis dias” em vez de “teve uma crise convulsiva na quarta-feira passada”). c. Registrar todas as características relevantes dos sintomas, tais como: duração (em cada episódio), intensidade, frequência (periodicidade), fatores de intensificação e alívio (medicação, alimentos, posição, relação com a respiração, esforço, eliminações). d. Registrar consultas médicas anteriores, diagnóstico(s) dado(s), exames realizados e medicação usada. IV. ANTECEDENTES MÓRBIDOS: Doenças relevantes, hospitalizações, cirurgias. Patologias crônicas e uso de medicamentos por longo prazo. Uso de hemoderivados. Reação a hemoderivados. Alergias a alimentos, medicamentos, picada de insetos. V. ANTECEDENTES GINECO-OBSTÉTRICOS: Estado de saúde da mãe durante a gestação: Idade da mãe Número de gestações, abortos, e paridade. Grupo sanguíneo e Rh: da mãe e da criança. Intercorrências no parto Se fez pré-natal (número de consultas) Tipo de parto e local Condições de nascimento: índice de APGAR. VI. ANTECEDENTES ALIMENTARES: Tempo de aleitamento materno; causa do desmame. Qualidade e quantidade dos alimentos ofertados. Suplementação de ferro e vitaminas. Alimentação atual. VIII. DESENVOLVIMENTO: Idade de aquisição dos seguintes marcos: firmar a cabeça, sorriso espontâneo, segurar objetos, sentar sem apoio, engatinhar, andar sem apoio, controlar esfíncteres, primeiras frases, correr sem dificuldade, subir escadas, linguagem de adulto, beber em copo, usar colher, vestir-se. Qualidade ou quantidade do sono. Comunicação/sociabilidade. Rendimento escolar. XIV) ANTECEDENTES IMUNOLÓGICOS Verificar carteira de vacinas Marca da BCG Reações as vacinas. IX. ANTECEDENTES FAMILIARES: Desenhar heredograma (o mais completo possível). Registrar idade e estado de saúde de pais e irmãos. Doenças familiares: alergia, asma, diabete, cardiopatia, convulsões com ou sem febre, hemofilia, hipertensão arterial, pneumopatia crônica, retardo de desenvolvimento, tuberculose, outras. História de abortamentos ou mortes prematuras na família. X. REVISÃO DE SINTOMAS Avaliar todos os sistemas, atenção especial a hábitos fisiológicos como diurese e aspecto da urina e hábitos intestinais. 1. GERAIS: Astenia, fraqueza, tonturas; alteração no humor, peso, temperatura, sono. 2. PELE: Alterações nos fâneros, ardência, cianose, coloração anormal, equimoses, lesões, palidez, petéquias, prurido, rubicundez, secura. 3. SUBCUTÂNEO: Edema, nódulos. 4. MÚSCULO-ESQUELÉTICO: Dor, calor, rubor em articulações ou músculos, parestesias ou paralisias de grupos musculares especiais. 5. CABEÇA: Cefaléia, alteração da acuidade visual, dor nos olhos, lacrimejamento, uso de lente corretiva, vermelhidão nos olhos, visão dupla, audição, otalgia, otorréia, zumbidos, condições dos dentes e gengivas. 6. RESPIRATÓRIO: Dor torácica ventilatório-dependente, dispnéia, epistaxe, espirros, hemoptise, obstrução nasal, prurido nasal, rinorréia, rouquidão, sibilância, tosse. 7. CARDIOVASCULAR: Alteração do ritmo cardíaco, cianose, dispnéia, palpitações, sopros. 8. DIGESTIVO: Vômitos, regurgitação, disfagia, halitose, pirose, dor abdominal, constipação, diarréia, eliminação de vermes, encoprese, sangramento digestivo, tenesmo. 9. GENITOURINÁRIO: Alteração da cor da urina, alteração do jato urinário, alterações menstruais, corrimento vaginal ou uretral, dor ou massas testiculares, disúria, enurese, incontinência,polaciúria, hematúria, hérnias, nictúria, poliúria. 10. NEUROLÓGICO: Alteração da marcha ou do equilíbrio, cefaléia, convulsões, desmaios, dislalias, paralisias, paresias, parestesias, perda de memória, vertigens. 11. ENDÓCRINO: Bócio, fome ou sede excessivas, instabilidade ao calor ou frio, sudorese excessiva. 12. PSIQUIÁTRICO: Agitação, alteração do humor, ansiedade, depressão, nervosismo, tensão. 13. PERSONALIDADE: Desobediência, hiperatividade, irritabilidade, medo, preguiça, temperamento difícil ou destrutivo, timidez, tristeza. 14. COMPORTAMENTO: Chupar dedo, dificuldade de relacionamento, enurese, encoprese, fobia escolar, gagueira, masturbação, perversão do apetite, problemas de sono, problemas sexuais, roubo, uso de drogas (álcool, tabaco, outras drogas). XI. CONDIÇÕES SÓCIO-AMBIENTAIS: Tipo e condições da habitação: condições de saneamento (destino dos dejetos, água tratada, conservação dos alimentos), instalação de água, luz, esgoto, localização da residência (cidade, campo), número de cômodos, eletrodomésticos (geladeira, televisor), número de pessoas no domicílio, estado de saúde dos ocupantes, local onde dorme o paciente, condições de segurança da habitação. Quem toma conta da criança e onde? Pais e irmãos (grau de instrução, tipo de emprego, rendimento familiar médio, uso de drogas). Adoção na família. Situação conjugal dos pais (estado civil, separação, relacionamento). Tipo de relacionamento com os pais, irmãos, empregados. Uso de automóvel, bicicleta ou outros meios de transporte. Escola (pública ou privada, tamanho, distância, transporte). Tipo de relacionamento com os colegas e professores. Atividades para-escolares (esporte, música, artes). Quantas horas diárias assiste TV? Acesso a praças e piscina. Contato com animais, dentro e fora da habitação. Contato com substâncias tóxicas. Contato com delinquentes. Atividade sexual. XII. SUPERVISÃO DE SAÚDE Recebe acompanhamento médico regular? Se afirmativo, registrar o local e a data da última consulta. Testes de triagem: visão, audição, pressão arterial. Exames laboratoriais realizados: Parasitológico de fezes, hemograma, urocultura, teste tuberculínico, colesterol. Prática de exercício físico; freqüência; tipo de exercício. Relato da dieta do dia anterior (ou último dia em que estava com saúde) com descrição detalhada do que ingeriu em cada refeição. Hábitos de segurança: assento/cinto de segurança no automóvel, grades em piscinas/janelas, uso de bóia/colete salva-vidas, aptidão em natação, armas de fogo em casa, conhecimento de normas de conduta do pedestre no trânsito, possibilidade de contato com medicamentos, plantas tóxicas e produtos químicos, xarope de ipeca em casa, esportes perigosos. Se adolescente, sai sozinho à rua, anda de carro com motoristas adolescentes? Cuidados dentários (visitas ao dentista, aplicação tópica de flúor, escovação, fio dental). Se adolescente: recebeu orientação sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, contracepção, drogadição? Está seguindo as orientações? Faz uso de contraceptivo? Imunizações: registrar datas de aplicação de BCG, DPT, antipólio, anti-hepatite B, anti-Haemophilus, anti-sarampo, MMR, anti-varicela, anti-hepatite A, outras (meningococo, influenza, pneumococo). XIII. ANTECEDENTES PERINATAIS: GESTAÇÃO: Planejamento e aceitação da gravidez, duração, pré-natal (quantas consultas), intercorrências (sangramento, infecção urinária, hipertensão, diabete, convulsões, obesidade, cirurgia, rubéola, outras doenças, radiografia nos primeiros 3 meses), ferro, vitaminas, medicamentos, drogas ilícitas, fumo, álcool. PARTO: Tipo (se cesariana, motivo), local, sofrimento fetal, condições de nascimento, Apgar (primeiro e quinto minutos), manobras de reanimação. DADOS ANTROPOMÉTRICOS AO NASCER: Peso, comprimento, perímetro cefálico, perímetro torácico. PERÍODO NEONATAL IMEDIATO: Problemas respiratórios, cianose, icterícia, problemas alimentares, infecção, convulsão, necessidade de tratamento especial (incubadora, oxigênio, medicação, fototerapia, cateterismo de vasos umbilicais, ventilação mecânica), tempo de hospitalização, condições de alta, peso na alta. XIV. CRESCIMENTO: Uso de curvas padronizadas para monitorização do crescimento. Velocidade do crescimento: muito rápida ou muito lenta? Tendência à obesidade ou emagrecimento. Desenvolvimento de caracteres sexuais secundários. EXAME FÍSICO Aspecto geral e dados vitais Medidas antropométricas Avaliação dos órgãos e sistemas Dados do desenvolvimento psicomotor: marcos do desenvolvimento neuropsicomotor. ASPECTO GERAL: nível de consciência, condições de higiene, fala, psiquismo, ativo/prostrado, atitude, marcha, biótipo. Assim que a criança chega no colo da mãe, conseguimos analisar a relação mãe-bebê. Podemos avaliar se o paciente está ictérico, cianótico, etc. Obs: quando o paciente chega amarelado, podemos passar o dedo sobre sua pele Obs: A criança pode ter uma cardiopatia congênita cianogênica ou não cianogênica. ATITUDES Ortopneica Genupeitoral Cócoras Antálgicas Contraturais (opistótono/ órtotono): essa posição pode ser indicativa de algum dano neurológico. Exemplo: uma criança com meningite pode ficar na posição de opistórono. MARCHAS Atáxica, escarvante, em foice, saltitante, etc. BIOTIPO: longelínio, brevelíneo, normolíneo. Às vezes esse parâmetro é difícil de ser analisado em crianças muito pequenas. FALA: disfonia, afonia, dislexia, etc. DADOS VITAIS Temperatura: axilar, auricular, e retal. A temperatura retal é mais alta do que a axilar Pulso e FC variam de acordo com a idade, bem como a FR. PA: no caso da pressão arterial, devemos relacionar seu valor com a estatura do indivíduo no momento em que ela foi medida. MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS Os dados obtidos aqui devem ser colocados em um gráfico. Peso: deve ser aferido em balanças próprias. Pesagem: até 16 kg em balança pra RN e acima disso em balança normal. Estatura Perímetro cefálico Perímetro torácico Perímetro abdominal PESO GANHO DE PESO Primeiros 4 ou 5 dias: ocorre perda fisiológica 3-10% do peso. O bebê nasce edemaciado. Caso o peso perdido seja acima de 10%, devemos investigar a perda. O peso se recupera em torno do décimo dia de vida. Primeiro trimestre: 30g/dia. Segundo trimestre: 20g/dia. Terceiro trimestre: 10g/dia. PIG: pequeno para idade gestacional PN: peso do nascimento PN dobra entre 5-6 meses PN triplica em 12 meses 5 anos: dobra o peso em relação aos 12 meses. 10 anos: triplica o peso em relação aos 12 meses. 14 anos: quadruplica em relação aos 12 meses. Caso a criança não evolua com o peso normal, devemos ver se ela nasceu prematuramente, se não consegue se amamentar direito, etc. MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS Estatura em crianças menores de 2 anos: Medir deitada com antropômetro de Harpender O ideal é que a mãe fique fazendo contato visual com o bebê, a régua deve estar justaposta a calota craniana, e o pé a 90º. Crianças maiores de 2 anos: em pé com escala métrica ou em balança ou antropométrica. Obs: a balança inicia a medida a partir de 1m. ESTATURA ESTIMADA Em cm: idade (anos) x 6 ---------------------- 77 ESTATURA ESTIMADA QUANDO ADULTO Meninos = Estatura do pai + estatura da mãe + 13 ----------------------------------------------------- 2 Meninas = Estatura do pai + estatura da mãe – 13 --------------------------------------------------- 2 Obs: crescimento secular – tendência de que a geração seguinte seja maior do que a geração anterior. AUMENTO DA ESTATURA 1º ano de vida: 25 cm. 2º ano de vida: 12,5 cm. 3º ano de vida: 9 cm. E na sequencia a criança cresce 6cm até a puberdade; Entre 4-5 anos: duplica em relação ao nascimento. Entre 12-13 anos: triplica em relação ao período do nascimento.GRÁFICO DE PESO E ALTURA PARA MENINOS E MENINAS PERÍMETRO CEFÁLICO: deve passar pela glabela e osso occipital, sem abranger as orelhas. GRÁFICO P.C e peso/altura para MENINOS e MENINAS AUMENTO DO PERÍMETRO CEFÁLICO AVALIAÇÃO DOS ÓRGÃOS E SISTEMAS Exame das cadeias ganglionares: Localização, tamanho, consistência, mobilidade, coalescência, sensibilidade dolorosa. EXAME DA CABEÇA E PESCOÇO Observação de fácies Inspeção de crânio: simetria, formato, proporção craniofacial, presença de abaulamentos, implantação de cabelos. PALPAÇÃO DO CRÂNIO Consistência óssea, junção das suturas, abaulamentos. Palpam-se fontanelas: anterior – bregmática ( fecha em tornos dos 18meses) posterior – lambdoide (fecha em torno 1º mês de vida). As fontanelas podem estar cavalgadas. Fontanela normal: plana, normotensa, 4x3 cm (exemplo). Se dura, pode indicar hipertensão craniana. ORELHAS Implantação normal: borda superior do pavilhão se encontra na mesma altura dos cantos internos dos olhos. Orelhas baixas podem indicar doenças genéticas. Formato Presença de conduto auditivo Alterações peri auriculares. OLHOS Forma, distancia entre eles, simetria, movimentos, capacidade de acompanhar a luz ou o objeto. Cor de conjuntiva e escleras Tamanho e cor das pupilas Brilho e transparência das córneas Aspecto das pálpebras Presença de secreções NARIZ Crianças menores: forma, permeabilidade das narinas, presença de secreções. Crianças maiores: rinoscopia anterior – cor e brilho da mucosa Presença e aspecto das secreções. BOCA Aspecto e coloração dos lábios e região peri-oral. O exame do interior da boca se faz no final do exame. PESCOÇO Inspeção, palpação, mobilidade (ativa e passiva) e palpação de tireóide. *cisto branqueal: resquício embrionário; fistula esôfago cutânea. EXAME DO TÓRAX E APARELHO RESPIRATÓRIO 0-2m: até 60ipm. 2-11m: até 50ipm. I-4anos: até 40ipm. Adolescente: 20ipm. Palpação Aquecer as mãos Pesquisar: pontos dolorosos tumorações nódulos FTV- choro/gemido. sensibilidade – simetria AUSCULTA toda região torácica pesquisa de MV presença de RA pode ser um dos primeiros passos do exame físico, dependendo do psiquismo da criança. PERCUSSÃO toda região torácica (anterior e posterior) maneira suave EXAME DO APARELHO CARDIOVASCULAR Palpação: Com o dedo indicador pesquisa-se o ictus cordis Mão espalmada pesquisa a presença de frêmitos. LOCALIZAÇÃO DO ICTUS até 3 m: entre 3 e 4 EIC PALPAÇÃO DE PULSOS 2 e 3 dedos forma comparativa Avalia-se: intensidade, ritmo e simetria. Mais verificados: radiais, femorais e pediosos. AFERIÇÃO DA PA EXAME DO ABDOME Inspeção: forma, simetria, cicatriz umbilical (hérnias, secreções), presença de movimentos peristálticos, ... AUSCULTA PALPAÇÃO EXAME GENITAL REGIÃO GENITAL FEMININA Exame do aparelho osteomioarticular Posição Proporcionalidade entre os segmentos Relevo muscular Aspecto das articulações Amplitude dos movimentos Palpação de músculos: ECM, clavículas, gradil costal, coluna vertebral. Observa-se na região sacrococcígea se há presença de fosseta, seio pilonidal, tumorações. Avalia-se mobilidade (ativa/passiva) das articulações AVALIAÇÃO DA PELE Discromias, tumorações, lesões, sinais de infecção, descamações. EXAME NEUROLÓGICO Particularidades de acordo com a faixa etária. OTOSCOPIA Utiliza-se o otoscopio com espéculo de tamanho apropriado para cada idade: - a criança deve ser imobilizada - inicia-se por observação do conduto externo membrana timpânica translucida sem hiperemiada ou EXAME DA BOCA Realizado com auxilio de luz e espacula aspecto e corda mucosa condição dos dentes exame da língua papilas, manchas, lesões visualização de palato mole, úvula e amígdalas e presença de secreções.