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PLEXO BRAQUIAL PLEXO LOMBO-SACRAL DESFILADEIRO TORÁCICO Gabriela M. Frigério Biomédica Email: gabriela.montezel@hc.fm.usp.br O que é PLEXO “....uma organização dos nervos espinais, que nascem na medula espinal e atravessam os forames de conjugação para distribuir-se pelas regiões....” Testut e Latarjet Plexo cervical Plexo braquial Plexo lombo-sacral 8 cervicais 5 lombares 5 sacrais 1 coccígea 12 dorsais N. Hipoglosso Alça Cervical N. Cervical Transverso C1 C5 C4 C3 C2 N. Frênico Nn. Para os mm. suboccipitais Plexo Cervical PLEXO BRAQUIAL Lesões frequentes Traumas - Quedas Lesões frequentes Traumas – Acidentes Auto e Moto Tumores Schwannomas (neurinomas ou neuromielomas) Neurofibromatose Lipomas Outros casos . . . . . . . . Dor Formigamento Fraqueza Inflamações Desfiladeiro torácico Lesões frequentes Lesões frequentes Paralisia Braquial por Obstétrica (PBO) Um ou dois em cada 1000 recém-nascidos Paralisia : Alta (Erb-Duchenne) Baixa (Klumpke) Completa (Seeligmüller) Instrumento cirúrgico, criado no século XVII para auxiliar partos. Fórceps Ruptura nos nervos periféricos Importância da RM Método de escolha na avaliação pré- operatória do plexo braquial. Caracterização das lesões Não invasivo Limitações da RM Muitos artefatos ( respiratório, deglutição e fluxo sanguíneo) Inferior à “Mielografia” Falta de estudos ..... Protocolo indefinido Dificuldade de realização e laudo Exame Atenção ao pedido médico!!!! 40min (unilateral) Traumas, relativo uso do GD Posicionamento igual ao de ombro! Checar previamente qual protocolo ou angulação a ser seguida. Bobinas NeuroVasc Protocolos 1° modo Axial oblíquo Coronal Oblíquo Sagital PURO (unilateral) DP, T1, T2 FAT ou STIR, FIESTA e T1 FAT GD 2°modo Axial oblíquo Coronal oblíquo Sagital oblíquo (unilateral) DP, T1, T2 FAT ou STIR, FIESTA e T1 FAT GD 3°modo Axial oblíquo e puro Coronal oblíquo Sagital (unilateral e bilateral) DP, T1, T2, STIR, FIESTA, DIFUSÃO, IDEAL e T1 FAT GD HC 1°MODO - axial Angulado pelo disco intervertebral Unilateral: Úmero até processo transverso ao lado oposto 1°MODO - sagital 1°MODO - coronal •Paralelo à medula espinal 2°modo - sagital •Perpendicular ao plexo 2°MODO - coronal •Paralelo a raiz nervosa 2°modo - axial •Paralelo ao plexo 3°MODO – coronal (IDEAL) 1° 2° 3° Difusão + FAT Axial PURO C2 até T3 MIP Importância das Sequências T2 com hipersinal Edemas da fase aguda T2 com hiposinal Hemosiderina por causa hemorrágica Fiesta Visualização das raízes nervosas Difusão Visualizar nervos pós- ganglionares T1 GD Importante para diferenciar tumores DIFUSÃO e DTI IDEAL STIR T2 E FIESTA DESFILADEIRO TORÁCICO Síndrome do desfiladeiro torácico (SDT) Peet et al, em 1956, descreveu um quadro clínico atribuído à compressão do plexo braquial, artéria e veia subclávia. Anatomia Clavícula Primeira costela Músculos escalenos anterior e médio Art. e veia subclávia Plexo braquial M. peirtoral menor - Espaço retropeitoral menor Triângulo dos escalenos Espaço costoclavicular 1. Neurogênica 2. Vascular por compressão arterial 3. Vascular por compressão venosa 4. Pós-traumática Síndrome Triângulo interescaleno Síndrome Costoclavicular RM na SDT . . . . . Não existem publicações com bom nível de evidência. Auxilia na elucidação da causa e localização da compressão. Séries de casos tentando realizar manobras semelhantes às do exame físico durante a execução do exame tentam mostrar benefícios da RM além da posição neutra. Manobra de Wright Exame Atenção ao pedido médico!!!! 1 hora no mínimo Fazer plexo braquial + aber+ angio Posicionamento Trocas de bobinas Braço para baixo - cabeça neutra Braço para cima – cabeça rotacionada PROTOCOLO Decúbito dorsal: BOBINA NEUROVASCULAR 8Ch Sagital DP bilateral Difusão Decúbito ventral + Aber (ambos os braços levantados): BOBINA CARDÍACA 8Ch OU BOBINA FULL FOV 8Ch Sagital DP bilateral Difusão PROTOCOLO Decúbito ventral + Aber (braço com sintoma levantado e pescoço virado para direção oposta): BOBINA CARDÍACA 8Ch OU BOBINA FULL FOV 8Ch Difusão Sagital STIR unilateral Decúbito dorsal: CONTRASTE BOBINA NEUROVASCULAR OU 8Ch BOBINA FULL FOV 8Ch ANGIO Cor IDEAL Contrast Enhanced Uso de Gd Aquisições rápidas TRICKS Time-Resolved Imaging of Contrast Kinetics Contraste Resolução Fases Subtrações MIPs CENTRA Contrast Enhanced Timming Robust Angiograph Contraste Resolução BolusTrak/Fluoro TRICKS CENTRA PLEXO LOMBO-SACRAL Anatomia plexo lombar Anatomia N. Femoral N. Obturatório Anatomia plexo Lombo-sacral PROTOCOLO BOBINA Full FOV 8Ch Paciente em decúbito dorsal e Feet First LOC de vértebras (Bobina Body) Axial T2 FAT CUBE Axial T1 Sem FAT CUBE DIFUSÃO STIR (L2 a S4; Axial IDEAL 3D Gd PROGRAMAÇÃO Reto, incluir toda a crista ilíaca até a tuberosidade isquíatica OUTRAS PROGRAMAÇÕES . . . . DTI e DIFUSÃO P.Braquial • SAG DP BILATERAL • Difusão STIR • COR T2 IDEAL • AXI T2 • AXI FIESTA • SAG STIR • COR T1 IDEAL GD Desfiladeiro Torácico • SAG DO BILATERAL • DIFUSÃO • SAG STIR • ANGIO • COR 3D GD • ABER P.Lombar e Sacral • SAG T2( C.VERTEBRAS) • AXI T2 FAT CUBE • AXI T1 CUBE • DIFUSAO STIR • AXI IDEAL GD • OBS: FAZER RM DE COLUNA LOMBAR, CASO O PCT. NÃO TENHA