Relatorio de Estágio III.
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Relatorio de Estágio III.


Disciplina5º Semestre História Unopar6 materiais39 seguidores
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SUMÁRIO
31	INTRODUÇÃO	\ufffd
42	DESENVOLVIMENTO	\ufffd
42.1	ESTUDO DE ARTIGO	\ufffd
42.2	ANÁLISE DO TEXTO DOS PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO	\ufffd
42.3	ANÁLISE DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ESCOLA	\ufffd
42.4	ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE	\ufffd
42.5	ANÁLISE DOS MATERIAIS DE APOIO	\ufffd
52.6	OBSERVAÇÃO DAS AULAS DE HISTÓRIA	\ufffd
52.7	ELABORAÇÃO DE PLANO DE UNIDADE	\ufffd
52.8	APRESENTAÇÃO DO PLANO DE UNIDADE PARA O PROFESSOR REGENTE	\ufffd
52.9	RELATO DA REGÊNCIA	\ufffd
52.10	PROJETO PARA USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DA HISTÓRIA	\ufffd
52.11	APRESENTAÇÃO DO PROJETO PARA USO DAS TICS PARA O PROFESSOR REGENTE	\ufffd
62.12	PARTICIPAÇÃO EM CONSELHO DE CLASSE OU REUNIÃO DE PROFESSORES	\ufffd
73	CONSIDERAÇÕES FINAIS	\ufffd
8REFERÊNCIAS	\ufffd
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INTRODUÇÃO
Esse relatório foi elaborado a partir do estágio supervisionado na EE Governador Mário Covas na cidade de Monte Mor/SP. Tendo como supervisora de campo a professora Maria Aparecida Cruz, onde foram feitas observações nas aulas de História nos 1°, 2° e 3° anos do ensino médio, proporcionando-me uma visão mais ampla da sala de aula, onde tive oportunidade de vivenciar o dia-a-dia do professor, desde preparação de aulas, até as dificuldades encontradas para ministrar uma aula diferenciada.
O relatório apresenta também, análise da Proposta Pedagógica da escola e análise dos materiais de apoio oferecidos pela escola, auxiliando-se na elaboração do Plano de Unidade e Projeto para uso das Tecnologias da Informação e Comunicação no ensino da História (TIC\u2019s), que será utilizado pela professora no decorrer do ano.
DESENVOLVIMENTO
ESTUDO DE ARTIGO
A história como um conhecimento que transforma a sociedade passou por várias etapas ao longo do tempo. No contexto da ditadura militar (1964 \u2013 1984) foi um momento de intenso debate em relação ao ensino de História. Assim, vários acontecimentos têm marcado o ensino de História principalmente no ensino fundamental que muitas vezes é pautado apenas por livros didáticos. 
O professor de História tem um papel relevante, pois cabe a ele estabelecer critérios para o ensino da disciplina, tornado. Assim como a História, o currículo escolar não é um mero conjunto neutro de conhecimentos escolares a ser ensinado, aprendidos e avaliados. O currículo de História, sejam quais forem, expressam visões e escolhas, revelam tensões, conflitos, acordos, consensos, aproximações e distanciamentos. 
Ao longo dos anos a LDB (Leis de Diretrizes e Bases da Educação) fez várias alterações em suas estruturas, como por exemplo a extinção das disciplinas Educação Moral e Cívica, onde logo após através de lei, a disciplina de História torna-se obrigatória, com ênfase no Estudo de História do Brasil seguindo as matrizes indígena, africana e europeia.
Em 2003 foi decretada a Lei 10.639, de janeiro, determinando a inclusão obrigatória, no currículo da rede de ensino, do estudo de Cultura afro-brasileira. Já em 2004 foram aprovados, pelo conselho nacional para a educação das Relações étnicos-raciais e para o ensino de História e Cultura afro-brasileira e Africana, essas proposições provocam alterações na Lei Federal 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB), incluindo os estudos da África e dos africanos, assim como as lutas dos negros do Brasil.
Devido a forma problemática como ela vem sendo tradada, ou seja, apenas como um atendimento a demanda específica do movimento negro, faz com que as Leis 10.639 e 11.645 alteram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, onde representam modificações na normatividade da Educação nacional.
Essas alterações não se resumem apenas em uma forma de combater a intolerância escolar, mas sim, em formar cidadãos com consciência de que somos uma sociedade culturalmente diversa, e que foi formada sob exploração africanas e a destruição de experiências societárias (indígenas) e civilizatórias (africanos). Por essa razão, os conteúdos da lei valem tanto para escola pública quanto para a privada.
É necessário registrar outra mudança na política educacional que tem implicações no lugar ocupado pelo ensino de História no currículo, onde por meio da Lei 1.274/2006, alterou a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da LDB, ampliando para nove anos a duração do ensino fundamental.
Outra mudança importante foi na questão dos livros didáticos, onde foram identificados que ainda na década de 1990, usavam-se livros com objetivos dos Estudos Sociais, onde algumas das obras eram \u201cgeneralizadas e simplificadas\u201d, dificultando a compreensão dos alunos e dos professores, pois o objeto da História aparecia diluído.
Desde então, o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) foi aperfeiçoado e ampliado. 
O longo período de debate sobre o ensino de História no Brasil, nos faz enxergar que as disciplinas não podem ser vistas apenas como meios de conhecimentos, mas também como um espaço para a divulgação de culturas e formação de cidadãos com pensamento crítico a respeito do seu futuro.
ANÁLISE DO TEXTO DOS PARAMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO médio 
Esse texto tem por finalidade refletir sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o Ensino Médio, onde diversas metodologias vêm sendo introduzidas a fim de colaborar com a atuação dos profissionais da área da Educação. 
As metodologias introduzidas, redefine o papel da documentação, onde deixam de ser considerados apenas alicerce para a construção histórica, passando a existir a preocupação em localizar o lugar de onde falam os autores dos documentos.	
Proporcionar aos alunos contato ativo e crítico com as ruas, praças, museus a fim de proporcionar uma aprendizagem significativa, pois a partir do momento que é feita a sintetização da relação entre as durações e a constituição da memória e da identidade social, favorece a reavaliação dos valores do mundo de hoje, conseguem distinguir os diferentes ritmos de transformações históricas, possibilitando debates em sala de aula sobre significado de culturas, arquivos, museus, centros históricos, para assim, compreenderem os vínculos que cada geração estabelece em relação a outra geração. 
Levar os alunos a compreender a cidadania sob uma perspectiva histórica, constituídas por intermédio de conquistas sociais, como resultados de lutas, manifestações, servem de referência para a organização do conteúdo em sala de aula. Cabe ao professor, a tarefa de identificar e selecionar conteúdos significativos, de forma que venham a responder as problemáticas vividas na sociedade, como por exemplo discriminações étnicas e culturais, o analfabetismo e a pobreza. 
Organizar conteúdos, requer cuidados específicos, pois os estudos dos temas, requer métodos oriundos de investigações históricas, extraindo informações das diversas fontes, tais como documentos escritos, musicais, iconográficos, de forma que auxilie os alunos a capacidade de relativizar as próprias ações e das outras pessoas no espaço e no tempo. 
O trabalho com pesquisas orientadas a partir da sala de aula, viabiliza o desenvolvimento do aluno na capacidade de refletir sobre o tempo presente também como processo. Entender o atual estágio tecnológico requer, por exemplo, que o aluno entenda o que é a linguagem escrita e seu papel social, situando-a nos diversos suportes usados pelos homens para criá-la e dela se apropriar, tais como papiros, pedras, placas de barro, livros e computadores.
	Trabalhar em sala de aula com leitura e interpretações de textos, ajuda o aluno a desenvolver argumentos próprios e aprender a encadeá-los, estruturando uma justificativa para suas críticas. Além disso, ao escrever o aluno consegue passar a informação do seu entendimento sobre o texto, constituindo uma forma de avaliação privilegiada. 
	Competências e habilidades a serem desenvolvidas em História:
	Representação e comunicação:
Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa,