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Questão 1 
1. Podemos classificar o meio ambiente em: 
a) Natural, artificial, mineral e cultural. 
b) Natural, eletrônico, cultural, e do trabalho. 
 c) Natural, artificial, cultural e do trabalho. 
d) Mineral, vegetal, animal e micro-organismos. 
 e) Artificial, urbano, mineral, animal e vegetal. 
1. Resposta: C. 
Conforme classificação doutrinária majoritária, o meio ambiente pode ser 
classificado em natural (ou físico), artificial, cultural e do trabalho. 
 
Questão 2 
2. São princípios do Direito Ambiental: 
a) Prevenção, anterioridade, usuário-pagador e do contraditório. 
 b) Cooperação, participação, informação e presunção de inocência. 
 c) Vedação de retrocesso, desenvolvimento sustentável, boa-fé e igualdade. 
 d) Poluidor-pagador, desenvolvimento sustentável, precaução e solidariedade 
intergeracional. 
e) Legalidade, poluidor-pagador, impessoalidade e moralidade. 
 2. Resposta: D. 
Os Princípios do Poluidor-pagador, do desenvolvimento sustentável, da precaução e 
da solidariedade intergeracional são essencialmente do Direito Ambiental. O 
Princípio da anterioridade é do Direito Processual, o Princípio do contraditório do 
processo civil, o Princípio da presunção de inocência do direito processual penal, o 
Princípio da boa-fé do direito civil e do consumidor, o Princípio da igualdade é do 
direito constitucional, os Princípios da impessoalidade e moralidade do direito 
administrativo. 
 
Questão 3 
3. Caracteriza o bem ambiental: 
a) A fauna e a flora. 
b) O solo, o ar e a água. 
c) A biodiversidade. 
d) Os recursos ambientais econômicos. 
 e) Bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida. 
3. Resposta: E. 
O bem ambiental é caracterizado por ser bem de uso comum do povo e essencial à 
sadia qualidade de vida, sendo o objeto do Direito Ambiental. Trata-se do macrobem 
ambiental que consiste no equilíbrio ecológico. As outras respostas se referem ao 
microbem ambiental (fauna, flora, ar, água etc.). 
 
Questão 4 
4. O Princípio do Poluidor-Pagador se caracteriza da seguinte forma: 
 a) É o direto de pagar para poluir. 
b) Consiste na internalização das externalidades negativas. 
 c) Representa o dever de indenizar pelo dano ambiental. 
d) É a obrigação de pagar pelo impacto ambienta. 
e) É o dever de pagar pelo recurso natural utilizado economicamente. 
 4. Resposta: B. 
O Princípio do poluidor-pagador caracteriza-se pelos custos desde a extração até a 
venda dos produtos, os quais não entram nos custos internos da atividade, como por 
exemplo, a poluição, as doenças causadas pela atividade etc. Pelo princípio, o 
poluidor deverá arcar com esses custos, ou seja, internalizar as externalidades 
negativas. 
 
Questão 5 
5. O princípio da ubiquidade significa: 
 a) A obrigatoriedade de cooperação em duas esferas, seja no âmbito interno entre 
os estados-membros, municípios, Distrito Federal e União, seja no âmbito 
internacional, entre os Países. 
b) A solidariedade intergeracional, sendo que as gerações presentes deverão suprir 
suas necessidades sem comprometer o suprimento das necessidades das futuras 
gerações. 
c) O dever de indenizar por parte do poluidor, pessoa física ou jurídica, de direito 
público ou privado, pelos danos diretos ou diretos causados ao meio ambiente. 
d) Colocar as questões ambientais no epicentro dos direitos humanos, o meio 
ambiente é onipresente, de forma que uma agressão ao meio ambiente em 
determinada localidade é capaz de trazer reflexos em outras localidades. 
e) Aplicar a prevenção e a precaução, ou seja, não deixar de tomar medidas 
mitigadoras dos impactos ambientais, sejam eles já conhecidos pela ciência, sejam 
eles desconhecidos. 
5. Resposta: D. 
O princípio da ubiquidade é a característica do meio ambiente de estar em todos os 
lugares ao mesmo tempo, significando que para ele não há fronteiras, como por 
exemplo, no caso da poluição, que é transfronteiriça, por vazamento de usina 
nuclear, que pode ocorrer em um país, mas seus efeitos serem sentidos em outros. 
 
Questão 1 
1. Assinale a alternativa correta acerca dos fundamentos do Direito Ambiental. 
a) O meio ambiente pode ter um significado de macrobem como um direito 
fundamental do homem, transformando-se em bem de interesse difuso, cuja 
proteção jurídica pertence a toda coletividade. 
b) O meio ambiente pode ter uma concepção de macrobem, relativamente à 
propriedade e a outros interesses a esta subjacentes, podendo pertencer ao setor 
público ou privado, inclusive à pessoa física ou jurídica. 
 c) O macrobem, sendo direito fundamental e intercomunitário, é disponível, embora 
deva ser preservado para as gerações presentes e futuras, bem como para todos, 
na forma da Constituição. 
d) O macrobem ambiental é incorpóreo e imaterial e, em consequência, suscetível 
de apropriação exclusiva, pois divisível. 
 e) O uso dos recursos naturais sempre deve ser gratuito. Como se trata de bem 
indisponível, nunca podem levar à cobrança do uso dos recursos naturais. 
1. Resposta: A. 
O marcobem ambiental, que corresponde ao equilíbrio ambiental, o todo, consistindo 
no bem ambiental é indivisível e indisponível. O equilíbrio ecológico (marcobem 
ambiental) é composto por elementos bióticos e abióticos (microbens ambientais) em 
interação. Essas partes (os microbens ambientais) são divisíveis e disponíveis, 
podendo haver cobrança em sua utilização. 
 
Questão 2 
2. A Constituição Federal/88 assevera que “todos têm direito ao meio ambiente 
ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia 
qualidade de vida”. A esse respeito, é correto inferir que a concepção constitucional 
sobre meio ambiente é: 
a) holística 
 b) panteísta 
c) pragmática 
d) antropocêntrica alargado 
e) antropocêntrico clássico 
2. Resposta: D. 
O art. 225 da CF tem fundamento antropocêntrico alargado, pois, embora colocando 
o ser humano como o centro dos interesses trata da proteção jurídica dos não 
humanos como valor intrínseco, como, por exemplo, no parágrafo 1º, VII, o qual 
veda a crueldade contra animais independentemente de existir interesse humano. 
 
Questão 3 
3. Em decorrência de se considerar o direito ambiental como direito fundamental, 
goza dos atributos da: 
a) indisponibilidade, inalienabilidade, impenhorabilidade, irrenunciabilidade e 
prescritibilidade, incidindo o princípio da vedação de retrocesso. 
b) disponibilidade, inalienabilidade, impenhorabilidade, irrenunciabilidade e 
prescritibilidade, não incidindo o princípio da vedação de retrocesso. 
c) indisponibilidade, inalienabilidade, impenhorabilidade, irrenunciabilidade e 
imprescritibilidade, incidindo o princípio da vedação de retrocesso. 
d) indisponibilidade, inalienabilidade, impenhorabilidade, renunciabilidade e 
imprescritibilidade, incidindo o princípio da vedação de retrocesso. ´ 
 e) indisponibilidade, alienabilidade, impenhorabilidade, irrenunciabilidade e 
prescritibilidade, incidindo o princípio da vedação de retrocesso. 
3. Resposta: C. 
Como o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado é direito fundamental, 
todos os atributos deste valem para aquele, vale dizer a indisponibilidade, 
inalienabilidade, impenhorabilidade, irrenunciabilidade e imprescritibilidade, incidindo 
o princípio da vedação de retrocesso. 
 
Questão 4 
4. De acordo com as normas constitucionais e legais vigentes sobre a matéria, o 
EPIA apenas é obrigatório 
a) se houver possibilidade de significativa degradação ao meio ambiente, caso em 
que deverá ser dada publicidade ao Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EPIA). 
 b) se houver possibilidadede significativa degradação ao meio ambiente, sendo 
opcional a publicidade do Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EPIA). 
c) nos casos em que as obras e atividades sejam consideradas efetiva ou 
potencialmente poluidoras, ainda que a degradação não seja significativa, devendo 
haver publicidade do Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EPIA). 
d) nos casos em que as obras e atividades sejam consideradas efetiva ou 
potencialmente poluidoras, devendo ser público o Estudo Prévio de Impacto 
Ambiental (EPIA). 
e) nos casos em que as obras e atividades sejam consideradas efetiva ou 
potencialmente poluidoras, cabendo ao órgão licenciador definir, 
discricionariamente, se o Estudo de Impacto Ambiental (EPIA) é público ou não. 
4. Resposta: A. 
O Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EPIA) é obrigatório sempre que houver 
possiblidade de significativo impacto ambiental da obra, atividade ou 
empreendimento, devendo-se, em regra, dar a ele a devida publicidade. 
 
Questão 5 
5.Assinale a alternativa correta quanto ao direito constitucional ambiental. 
a) não é possível a responsabilização criminal da pessoa jurídica 
b) o dever fundamental de proteção e defesa do meio ambiente cabe somente ao 
Poder Público 
c) a defesa e proteção do meio ambiente se fazem não somente para a presente 
geração, mas também para as futuras gerações 
d) é proibido o funcionamento de usinas nucleares 
e) nas atividades minerárias, dependendo do grau de impacto, poderá ser 
dispensada a recuperação da área degradada. 
5. Resposta: C. 
A ética intergeracional impõe que a preservação e defesa do meio ambiente também 
se façam para as próximas gerações, conforme constou expressamente no Relatório 
Brundtland de 1987 (Nosso Futuro Comum). É expressamente prevista a 
responsabilização criminal da pessoa jurídica. O dever fundamental de proteção e 
defesa do meio ambiente cabe ao Poder Público e à coletividade. É permitido o 
funcionamento de usinas nucleares, contudo sua localização deve ser definida em 
lei federal, sem o que não poderão ser instaladas. Nas atividades minerárias, 
independentemente do grau de impacto, sempre será obrigatória a recuperação do 
meio ambiente degradado. 
 
1. A competência legislativa ambiental constitucional pode ser: 
a) geral, complementar, comum, privativa. 
 b) exclusiva, comum, concorrente e suplementar. 
 c) exclusiva, comum, delegada e suplementar. 
d) geral, privativa, delegada, concorrente. 
e) exclusiva, privativa, concorrente e suplementar. 
1. Resposta: E. 
A competência legislativa exclusiva está prevista nos arts. 25, §§ 2º e 3º e 30, I, 
ambos da Constituição Federal; a competência legislativa privativa está prevista no 
art. 22 e parágrafo único – em especial incisos IV, IX, X, XI, XII, XIV, XXVI, XXVIII, 
da Constituição Federal –; a competência legislativa concorrente está prevista no art. 
24, VI, VII e VIII, da Constituição Federal) e a competência legislativa suplementar 
nos arts. 24, §2º e 30, II, ambos da Constituição Federal 
 
2. Quanto à competência constitucional ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) aos Estados e aos Municípios não cabe estabelecer normas de caráter 
suplementar. 
 b) caso a União não edite a norma de caráter geral, não podem os Estados fazê-lo. 
c) deve a União limitar-se a estabelecer normas gerais. 
 d) a superveniência de norma federal revoga a lei estadual. 
 e) normas municipais serão mais genéricas e abstratas que as normas estaduais, e 
estas mais que as federais. 
2. Resposta: C. 
A regra geral a respeito da distribuição da competência legislativa em matéria 
ambiental é de natureza concorrente, vale dizer, todos os entes federativos podem 
legislar sobre o tema, observadas as diretrizes normativas traçadas pela 
Constituição Federal. No exercício de competência legislativa concorrente, compete 
à União editar as normas gerais (art. 24, § 1º) e aos Estados-Membros, Distrito 
Federal e Municípios, as normas suplementares (art. 24, §2º e 30, II). As normas 
gerais devem estabelecer princípios fundamentais, dotados de generalidade e 
abstração (maiores do que as leis), que garantam uma proteção mínima ao meio 
ambiente. As normas suplementares são editadas pelos Estados-Membro e o 
Distrito Federal e possuem a função de particularizar as normas gerais, amoldando-
as à realidade regional e local, mas sem subverter a ordem taxativa do art. 24 da 
CF, devendo legislar para a proteção dos interesses regionais. Se não existir lei 
federal sobre normas gerais, podem os Estados-Membro e o Distrito Federal exercer 
a competência legislativa plena para edição de normas gerais e de normas 
específicas, sobre os assuntos relacionados no art. 24, a fim de atenderem a suas 
peculiaridades (art. 24, §3º). Se houver superveniência de lei federal sobre normas 
gerais, suspendese a eficácia estadual no que lhe for incompatível (art. 24 §4º). O 
legislador fala em “suspensão” e não “revogação” porque a normal federal pode ser 
revogada, retomando a norma estadual ou distrital a sua eficácia, uma vez que não 
existe repristinação no Brasil. A normal geral posterior e a normal estadual já editada 
podem coexistir, se não houver incompatibilidade entre ambas, ou seja, desde que 
não haja contrariedade à norma federal pela norma estadual ou distrital. Em todo 
caso, a norma estadual ou distrital não pode exorbitar da peculiaridade ou do 
interesse próprio do Estado. Quanto aos Municípios, o art. 30, II da CF, dispõe que 
podem suplementar a legislação federal e a estadual no que couber legislando para 
a proteção dos interesses locais, ou seja, pela literalidade da Constituição Federal, o 
município não poderia editar normas gerais ambientais, mesmo na ausência de 
norma geral da União. 
 
3. Quanto à competência constitucional ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) para exercer o poder de polícia na realização dos atos materiais, todos os entes 
políticos possuem abstratamente competência (comum) para atuar. 
b) em se tratando de licenciamento ambiental, os outros entes nunca podem adotar 
seus próprios procedimentos de licenciamento. 
 c) não existe a possiblidade de mais de um ente político atuar para tratar do 
mesmo assunto em pé de igualdade com os outros. 
d) competência legislativa exclusiva é atribuída a um ente com exclusão dos 
demais, sendo que esta competência é delegável. 
e) competência legislativa privativa é a própria de uma entidade, não sendo passível 
de delegação ou suplementação. 
3. Resposta: A. 
Competência administrativa ou material: é aquela que determina o campo de 
atuação político-administrativo do Poder Executivo na tutela e promoção da proteção 
ambiental. É a que atribui a um ente do poder público o dever de estabelecer 
estratégias, políticas públicas e a de aplicar o poder de polícia. Cuida da atuação 
concreta do ente. Como atuação das competências administrativas podese citar o 
licenciamento ambiental, a fiscalização, as sanções administrativas, a exigência de 
estudo de impacto ambiental, o tombamento e a desapropriação. 
 
4. Quanto à competência legislativa em matéria ambiental: 
a) no exercício de competência legislativa concorrente, compete aos Estados, 
Distrito Federal e Municípios editarem as normas gerais. 
b) no exercício de competência legislativa concorrente, as normas suplementares 
são editadas pelos Estados e o Distrito Federal. 
 c) com a superveniência de lei federal sobre normas gerais, revoga-se a eficácia 
estadual no que lhe for incompatível. 
d) no exercício de competência legislativa concorrente, compete à União editar as 
normas gerais. 
e) quanto aos Municípios, o art. 30, II da CF, dispõeque não podem suplementar a 
legislação federal e a estadual. 
4. Resposta: D. 
No exercício de competência legislativa concorrente, compete à União editar as 
normas gerais (art. 24, § 1º, da Constituição Federal) e aos Estados Membro, Distrito 
Federal e Municípios, as normas suplementares (art. 24, §2º e 30, II, da Constituição 
Federal 
 
5. Quanto à competência constitucional ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) competência administrativa ou material é o processo legiferante, exercida pelo 
Poder Legislativo, para editar leis e atos normativos 
b) competência legislativa é aquela que determina o campo de atuação 
políticoadministrativo do Poder Executivo. 
 c) Competência administrativa ou material poder ser exclusiva e privativa. 
d) Todos os entes federados possuem competência para legislar em matéria 
ambiental 
e) Mesmo que não existia lei federal sobre normas gerais, não podem os Estados e 
o Distrito Federal exercer a competência legislativa plena. 
.5. Resposta: D. 
Todos os entes federados possuem competência para legislar em matéria ambiental: 
a União, os Estados-Membros e o Distrito Federal concorrentemente (art. 24 da 
Constituição Federal) e os Municípios de forma suplementar (art. 30, II, da 
Constituição Federal). 
 
1. São níveis do SISNAMA: 
a) i) órgão superior: o Conselho de Governo; ii) órgão consultivo e deliberativo: 
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) 
e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade; iii) órgão central: 
Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República; iv) órgão executor: o 
Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA; v) órgãos seccionais: os órgãos 
ou entidades estaduais e distritais responsáveis pela execução de programas, 
projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a 
degradação ambiental; vi) órgãos locais: os órgãos ou entidades municipais, 
responsáveis pelo controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas 
jurisdições. 
 b) i) órgão superior: o Conselho de Governo; ii) órgão consultivo e deliberativo: o 
Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA; iii) órgão central: Secretaria do 
Meio Ambiente da Presidência da República; iv) órgão executor: Instituto Brasileiro 
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico 
Mendes de Conservação da Biodiversidade; v) órgãos locais: os órgãos ou 
entidades estaduais e distritais responsáveis pela execução de programas, projetos 
e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação 
ambiental; vi) órgãos seccionais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis 
pelo controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
c) i) órgão superior: Secretaria do Meio Ambiente da Presidência da República; ii) 
órgão consultivo e deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA; 
iii) órgão central: o Conselho de Governo; iv) órgão executor: Instituto Brasileiro do 
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico 
Mendes de Conservação da Biodiversidade; v) órgãos seccionais: os órgãos ou 
entidades estaduais e distritais responsáveis pela execução de programas, projetos 
e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação 
ambiental; vi) órgãos locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo 
controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
d) i) órgão superior: o Conselho de Governo; ii) órgão consultivo e deliberativo: o 
Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA; iii) órgão central: Secretaria do 
Meio Ambiente da Presidência da República; iv) órgão executor: Instituto Brasileiro 
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico 
Mendes de Conservação da Biodiversidade; v) órgãos seccionais: os órgãos ou 
entidades estaduais e distritais responsáveis pela execução de programas, projetos 
e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação 
ambiental; vi) órgãos locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo 
controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
e) i) órgão superior: o Conselho de Governo; ii) órgão consultivo e deliberativo: o 
Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA; iii) órgão central: Ministério do 
Meio Ambiente; iv) órgão executor: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos 
Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação 
da Biodiversidade; v) órgãos seccionais: os órgãos ou entidades estaduais e 
distritais responsáveis pela execução de programas, projetos e pelo controle e 
fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental; vi) órgãos 
locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização 
dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
1. Resposta: D. 
Conforme art. 6º da Lei 6.938/81, o SISNAMA possui seis níveis: i) Órgão Superior; 
Órgão Consultivo e Deliberativo; Órgão Central; Órgãos Executores; Órgãos 
Seccionais; Órgãos Locais. 
 
2. O ICMBio tem como finalidades, entre outras: 
a) assessorar, estudar e propor ao Conselho de Governo, diretrizes de políticas 
governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais, bem como deliberar 
sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente 
equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida. 
b) executar ações da política nacional de unidades de conservação da natureza, 
referentes às atribuições federais relativas à proposição, implantação, gestão, 
proteção, fiscalização e monitoramento das unidades de conservação instituídas 
pela União. 
c) planejar, coordenar, supervisionar e controlar, como órgão federal, a política 
nacional e as diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente. 
d) prestar apoio técnico consultivo e assessoramento ao Governo Federal na 
formulação, atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança 
relativo ao Organismo Geneticamente Modificado (OGM), bem como no 
estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres técnicos referentes à 
proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente, para 
atividades que envolvam a construção, experimentação cultivo, manipulação, 
transporte, comercialização, consumo, armazenamento, liberação e descarte de 
OGM e derivados. 
e) coordenar a política nacional do meio ambiente e dos recursos hídricos; a política 
de preservação, a conservação e utilização sustentável de ecossistemas, a 
biodiversidade e florestas; a proposição de estratégias, mecanismos e instrumentos 
econômicos e sociais para a melhoria da qualidade ambiental e do uso sustentável 
dos recursos naturais; as políticas para integração do meio ambiente e produção; as 
políticas e programas ambientais para a Amazônia Legal; o zoneamento ecológico-
econômico. 
2. Resposta: B. 
O ICMBio tem as seguintes finalidades (art. 1º da Lei 11.516/07): a) executar ações 
da política nacional de unidades de conservação da natureza, referentes às 
atribuições federais relativas à proposição, implantação, gestão, proteção, 
fiscalização e monitoramento das unidades de conservação instituídas 
pela União; b) executar as políticas relativas ao uso sustentável dos recursos 
naturais renováveis e ao apoio ao extrativismo e às populações tradicionais nas 
unidades de conservação de uso sustentável instituídas pela União; c) fomentar e 
executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da 
biodiversidade e de educação ambiental; d) exercer o poder de polícia ambiental 
para a proteção das unidadesde conservação instituídas pela União; e) promover e 
executar, em articulação com os demais órgãos e entidades envolvidas, programas 
recreacionais, de uso público e de ecoturismo nas unidades de conservação, onde 
estas atividades sejam permitidas.. 
 
3. A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo geral: 
a) imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de recuperar e/ou indenizar 
os danos causados e, ao usuário, da contribuição pela utilização de recursos 
ambientais com fins econômicos. 
b) desenvolvimento de pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o uso 
racional de recursos ambientais. 
c) estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e de normas 
relativas ao uso e manejo de recursos ambientais. 
 d) definição de áreas prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao 
equilíbrio ecológico, atendendo aos interesses da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios. 
 e) a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, 
visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos 
interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da pessoa humana. 
3. Resposta: E. 
Conforma art. 2º, caput, da Lei 6.938/81: a Política Nacional do Meio Ambiente tem 
por objetivo geral a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental 
propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento 
socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da 
pessoa humana. 
 
4. São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente: 
a) o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental; o zoneamento ambiental; 
a avaliação de impactos ambientais; o licenciamento e a revisão de atividades 
efetiva ou potencialmente poluidoras; os incentivos à produção e instalação de 
equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia, voltados para a melhoria da 
qualidade ambiental; a criação de reservas e estações ecológicas, áreas de 
proteção ambiental e as de relevante interesse ecológico, pelo Poder Público 
Federal, Estadual e Municipal; a criação de espaços territoriais especialmente 
protegidos pelo Poder Público federal, estadual e municipal, tais como áreas de 
proteção ambiental, de relevante interesse ecológico e reservas extrativistas; o 
sistema nacional de informações sobre o meio ambiente; o Cadastro Técnico 
Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental; as penalidades 
disciplinares ou compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à 
preservação ou correção da degradação ambiental; a instituição do Relatório de 
Qualidade do Meio Ambiente, a ser divulgado anualmente pelo Instituto Brasileiro do 
Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis - IBAMA; a garantia da prestação 
de informações relativas ao Meio Ambiente, obrigando-se o Poder Público a 
produzilas, quando inexistentes; o Cadastro Técnico Federal de atividades 
potencialmente poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais. 
b) a compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação da 
qualidade do meio ambiente e do equilíbrio ecológico; a definição de áreas 
prioritárias de ação governamental relativa à qualidade e ao equilíbrio ecológico, 
atendendo aos interesses da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios 
e dos Municípios; o estabelecimento de critérios e padrões de qualidade ambiental e 
de normas relativas ao uso e manejo de recursos ambientais; o desenvolvimento de 
pesquisas e de tecnologias nacionais orientadas para o uso racional de recursos 
ambientais; a difusão de tecnologias de manejo do meio ambiente, à divulgação de 
dados e informações ambientais e à formação de uma consciência pública sobre a 
necessidade de preservação da qualidade ambiental e do equilíbrio ecológico; a 
preservação e restauração dos recursos ambientais com vistas à sua utilização 
racional e disponibilidade permanente, concorrendo para a manutenção do equilíbrio 
ecológico propício à vida; a imposição, ao poluidor e ao predador, da obrigação de 
recuperar e/ou indenizar os danos causados e, ao usuário, da contribuição pela 
utilização de recursos ambientais com fins econômicos. 
c) a ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico, considerando o 
meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e 
protegido, tendo em vista o uso coletivo; a racionalização do uso do solo, do 
subsolo, da água e do ar; o planejamento e fiscalização do uso dos recursos 
ambientais; a proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas 
representativas; o controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente 
poluidoras; os incentivos ao estudo e à pesquisa de tecnologias orientadas para o 
uso racional e a proteção dos recursos ambientais; o acompanhamento do estado 
da qualidade ambiental; a recuperação de áreas degradadas; a proteção de áreas 
ameaçadas de degradação; a educação ambiental a todos os níveis de ensino, 
inclusive a educação da comunidade, objetivando capacitá-la para participação ativa 
na defesa do meio ambiente. 
d) o assessoramento do Presidente da República na formulação da política nacional 
e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais; 
proposição de diretrizes de políticas governamentais para o meio ambiente e os 
recursos naturais e deliberação sobre normas e padrões compatíveis com o meio 
ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida; 
execução da política e das diretrizes governamentais fixadas para o meio ambiente; 
 e) assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade dos 
recursos ambientais, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos; a 
utilização racional e integrada dos recursos ambientais, com vistas ao 
desenvolvimento sustentável; a prevenção e a defesa contra eventos ambientais 
críticos de origem natural ou decorrentes do uso inadequado dos recursos 
ambientais. 
4. Resposta: A. 
Conforme art 9º da Lei 6.938/81, são instrumentos da Política Nacional do Meio 
Ambiente: I - o estabelecimento de padrões de qualidade ambiental; II - o 
zoneamento ambiental; III - a avaliação de impactos ambientais; IV - o licenciamento 
e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras; V - os incentivos à 
produção e instalação de equipamentos e a criação ou absorção de tecnologia, 
voltados para a melhoria da qualidade ambiental; VI - a criação de reservas e 
estações ecológicas, áreas de proteção ambiental e as de relevante interesse 
ecológico, pelo Poder Público Federal, Estadual e Municipal; VI - a criação de 
espaços territoriais especialmente protegidos pelo Poder Público federal, estadual e 
municipal, tais como áreas de proteção ambiental, de relevante interesse ecológico e 
reservas extrativistas; VII - o sistema nacional de informações sobre o meio 
ambiente; VIII - o Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa 
Ambiental; IX - as penalidades disciplinares ou 
compensatórias ao não cumprimento das medidas necessárias à preservação ou 
correção da degradação ambiental. X - a instituição do Relatório de Qualidade do 
Meio Ambiente, a ser divulgado anualmente pelo Instituto Brasileiro do Meio 
Ambiente e Recursos Naturais Renováveis - IBAMA; XI - a garantia da prestação de 
informações relativas ao Meio Ambiente, obrigandose o Poder Público a produzi-las, 
quando inexistentes; XII - o Cadastro Técnico Federal de atividades potencialmente 
poluidoras e/ou utilizadoras dos recursos ambientais. 
 
5. São instrumentos econômicos instituídos pela Lei 6.938/81: 
a) o monitoramento ambiental, a vigilância ambientale tombamento ambiental. 
b) concessão florestal, servidão ambiental e seguro ambiental. 
 c) a desapropriação ambiental, o tombamento ambiental e o registro ambiental. 
d) o seguro ambiental, o registro ambiental e o cadastro ambiental. 
e) a servidão ambiental, a permissão ambiental e a autorização ambiental. 
5. Resposta: B. 
Conforme art 9º da Lei 6.938/81, são instrumentos da Política Nacional do Meio 
Ambiente: [...] XIII - instrumentos econômicos, como concessão florestal, servidão 
ambiental, seguro ambiental. 
1. São características do poder de polícia ambiental: 
a) a delegabilidade e a instrumentalidade. 
b) a discricionariedade e a publicidade. 
c) a provisoriedade e a indelegabilidade 
d) a auto-executoriedade e a coercibilidade 
e) a vinculação e a disponibilidade. 
1. Resposta: D. 
Poder de Polícia é a prerrogativa de direito público que, calcada na lei, autoriza a 
Administração Pública a restringir o uso e o gozo da liberdade e da propriedade em 
favor do interesse da coletividade (CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de 
Direito Administrativo, 18ª ed. Lumen Juris. Rio de Janeiro, 2007, p. 68) e tem como 
características principais a autoexecutoriedade e a coercibilidade. 
 
2. O poder de polícia ambiental se manifesta por meio: 
a) da fiscalização e do licenciamento ambiental. 
b) de medidas regulamentares e de medidas sancionadoras. 
c) de procedimentos cautelares e procedimentos especiais. 
d) de medidas principais e de medidas acessórias. 
e) de limitação do abuso no exercício dos direitos coletivos e primazia pela atuação 
repressiva. 
2. Resposta: A. 
O Poder de Polícia Ambiental consiste em ações fiscalizadoras, limitadoras e 
sancionadoras (podendo ser impostas medidas administrativas, sancionatórias 
ou cautelares), decorrendo dele os consentimentos estatais, como o licenciamento 
ambiental. 
 
3. Podemos definir licenciamento ambiental da seguinte forma: 
a) ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente estabelece as 
condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas 
pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e 
operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais 
consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer 
forma, possam causar degradação ambiental. 
b) instrumento econômico de compensação dos impactos ambientais causados por 
determinadas atividades, no qual o empreendedor deve compartilhar com o Poder 
Público e com a sociedade os custos advindos da utilização dos recursos naturais e 
da implementação de instrumentos de prevenção, controle e reparação dos 
impactos negativos ao meio ambiente. 
 c) procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a 
localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades 
utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente 
poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação 
ambiental. 
d) consiste no conjunto de elementos com nível de precisão para caracterizar a obra 
ou serviço, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, 
de forma a assegurar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto 
ambiental do empreendimento, bem como possibilite a avaliação do custo da obra e 
a definição dos métodos e do prazo de execução. 
e) ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, 
instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de 
recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas 
que, sob qualquer forma, possam causar significativa degradação ambiental. 
3. Resposta: C. 
CONCEITO de licenciamento ambiental: licenciamento ambiental consiste no 
“procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a 
localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades 
utilizadoras de recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente 
poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação 
ambiental” (art. 1º, I, da Resolução 237/97). 
 
4. São prazos de validade das licenças prévia, de instalação e de operação, 
respectivamente: 
a) até seis anos, até dez anos, de cinco a dez anos. 
b) até quatro anos, até, seis anos, de quatro a seis anos. 
c) até seis anos, até cinco anos e de cinco a dez anos. 
 d) até cinco anos, até seis anos e de cinco a dez anos. 
 e) até dez anos, até quinze anos e de dez a quinze anos. 
4. Resposta: D. 
Art. 18 da Resolução 237/97 CONAMA - O órgão ambiental competente 
estabelecerá os prazos de validade de cada tipo de licença, especificando-os no 
respectivo documento, levando em consideração os seguintes aspectos: I - O prazo 
de validade da Licença Prévia (LP) deverá ser, no mínimo, o estabelecido pelo 
cronograma de elaboração dos planos, programas e projetos relativos ao 
empreendimento ou atividade, não podendo ser superior a 5 (cinco) anos; II - O 
prazo de validade da Licença de Instalação (LI) deverá ser, no mínimo, o 
estabelecido pelo cronograma de instalação do empreendimento ou atividade, não 
podendo ser superior a 6 (seis) anos; III - O prazo de validade da Licença de 
Operação (LO) deverá considerar os planos de controle ambiental e será de, no 
mínimo, 4 (quatro) anos e, no máximo, 10 (dez) anos. 
 
5. Quanto ao licenciamento ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) somente é obrigatório quando houver significativo impacto ambiental. 
b) não há a publicidade do respectivo procedimento. 
c) visa a não apenas prevenir impactos ambientais negativos, mas também mitigá-
los por meio da imposição de condicionantes aos empreendedores. 
d) não representa forma de intervenção do Estado na atividade econômica. 
e) dispensa o empreendedor da obtenção de outras autorizações ambientais 
específicas. 
5. Resposta: C. 
Por meio do licenciamento ambiental o Poder Público exerce o controle prévio sobre 
as atividades que podem degradar o meio ambiente. Tem natureza preventiva e 
objetiva compatibilizar a proteção do meio ambiente com o desenvolvimento 
econômico e social, promovendo o desenvolvimento sustentável. Também é meio 
pelo qual são aplicados os Princípios da Prevenção e da Precaução. Por isso, o 
licenciamento ambiental visa a não apenas prevenir impactos ambientais negativos, 
mas também mitigá-los por meio da imposição de condicionantes aos 
empreendedores. 
 
1. São sanções administrativas ambientais: 
a) advertência; prisão simples; multa diária; apreensão dos animais, produtos e 
subprodutos da fauna e flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de 
qualquer natureza utilizados na infração; destruição ou inutilização do produto; 
suspensão de venda e fabricação do produto; embargo de obra ou atividade; 
demolição de obra; suspensão parcial ou total de atividades; restritiva de direitos. 
b) advertência; multa simples; multa diária; apreensão dos animais, produtos e 
subprodutos da fauna e flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de 
qualquer natureza utilizados na infração; destruição ou inutilização do produto; 
suspensão de venda e fabricação do produto; embargo de obra ou atividade; 
demolição de obra; suspensão parcial ou total de atividades; restritiva de direitos. 
c) advertência; multa simples; multa diária; apreensão dos animais, produtos e 
subprodutos da fauna e flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de 
qualquer natureza utilizados na infração; destruição ou inutilização do produto;suspensão de venda e fabricação do produto; embargo de obra ou atividade; 
demolição de obra; suspensão parcial ou total de atividades; extintiva de direitos. 
d) advertência; multa simples; multa diária; apreensão dos animais, produtos e 
subprodutos da fauna e flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de 
qualquer natureza utilizados na infração; destruição ou inutilização do produto; 
suspensão de venda e fabricação do produto; embargo de obra ou atividade; 
demolição de obra; suspensão parcial ou total dos direitos políticos do poluidor. 
e) admoestação verbal; multa simples; multa diária; apreensão dos animais, 
produtos e subprodutos da fauna e flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou 
veículos de qualquer natureza utilizados na infração; destruição ou inutilização do 
produto; suspensão de venda e fabricação do produto; embargo de obra ou 
atividade; demolição de obra; suspensão parcial ou total de atividades; restritiva de 
direitos. 
1. Resposta: B. 
As sanções administrativas estão no art. 72 da Lei 9.605/98: I - advertência; 
II - multa simples; III - multa diária; IV - apreensão dos animais, produtos e 
subprodutos da fauna e flora, instrumentos, petrechos, equipamentos ou veículos de 
qualquer natureza utilizados na infração; V - destruição ou inutilização do 
produto; VI - suspensão de venda e fabricação do produto; VII - embargo de 
obra ou atividade; VIII - demolição de obra; IX - suspensão parcial ou total 
de atividades; X – restritiva de direitos. 
 
2. Para imposição e gradação da penalidade, a autoridade competente observará: 
a) a gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas consequências 
para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao 
cumprimento da legislação de interesse ambiental; a situação econômica do infrator, 
no caso de apreensão dos produtos da infração. 
b) a gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas consequências 
para a economia da região da infração; os antecedentes do infrator quanto ao 
cumprimento da legislação de interesse ambiental; a situação econômica do infrator, 
no caso de multa. 
c) a gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas consequências 
para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao 
cumprimento da legislação de interesse ambiental; a situação econômica do infrator, 
no caso de multa. 
 d) a gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas 
consequências para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do 
infrator quanto ao cometimento de crimes ambientais; a situação econômica do 
infrator, no caso de multa. 
e) a gravidade do fato, tendo em vista os motivos da infração e suas consequências 
para a saúde pública e para o meio ambiente; os antecedentes do infrator quanto ao 
cumprimento da legislação de interesse ambiental; a situação familiar do infrator, no 
caso de multa. 
2. Resposta: C. 
Conforme art. 4º do Decreto 6.514/08: O agente autuante, ao lavrar o auto de 
infração, indicará as sanções estabelecidas neste Decreto, observando: I - gravidade 
dos fatos, tendo em vista os motivos da infração e suas conseqüências para a saúde 
pública e para o meio ambiente; II - antecedentes do infrator, quanto ao 
cumprimento da legislação de interesse ambiental; III - situação econômica do 
infrator. 
 
3. O prazo prescricional na responsabilidade ambiental administrativa é de: 
a) 1 ano. 
b) 2 anos. 
c) 3 anos. 
d) 4 anos. 
 e) 5 anos. 
3. Resposta: E. 
Nos termos do art. 21 do Decreto 6.514/08, prescreve em cinco anos a ação da 
administração objetivando apurar a prática de infrações contra o meio ambiente, 
contada da data da prática do ato, ou, no caso de infração permanente ou 
continuada, do dia em que esta tiver cessado. 
 
4. A multa simples pode ser convertida em: 
a) prestação de serviços em escolas e hospitais. 
b) multa diária. 
c) prisão simples. 
d) serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio 
ambiente. 
 e) restritiva de direitos políticos. 
4. Resposta: D. 
A Conversão de multa simples se dá conforme art. 72, § 4° da Lei 9.605/98: a multa 
simples pode ser convertida em serviços de preservação, melhoria e recuperação da 
qualidade do meio ambiente. 
 
5. As sanções restritivas de direito no caso de infração administrativa ambiental são: 
a) suspensão de registro, licença ou autorização; cancelamento de registro, licença 
ou autorização; perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais; perda dos 
direitos políticos; proibição de contratar com a administração pública. 
 b) suspensão de registro, licença ou autorização; cancelamento de registro, licença 
ou autorização; perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais; perda ou 
suspensão da participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais 
de crédito; proibição de contratar com a administração pública. 
 c) suspensão de registro, licença ou autorização; cancelamento de registro, licença 
ou autorização; perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais; perda ou 
suspensão da participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais 
de crédito; proibição de contratar com empresas privadas. 
d) suspensão de registro, licença ou autorização; cancelamento de registro, licença 
ou autorização; perda ou restrição da CNH se a infração foi cometida na condução 
de veículo automotor; perda ou suspensão da participação em linhas de 
financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito; proibição de contratar com a 
administração pública. 
e) multa; perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais; perda ou suspensão 
da participação em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito; 
proibição de contratar com a administração pública. 
5. Resposta: B. 
Nos termos do art. 20 do Decreto 6.514/08, as sanções restritivas de direito 
aplicáveis às pessoas físicas ou jurídicas são: I - suspensão de registro, licença ou 
autorização; II - cancelamento de registro, licença ou autorização; III - perda ou 
restrição de incentivos e benefícios fiscais; IV - perda ou suspensão da participação 
em linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito; V - proibição de 
contratar com a administração pública; 
 
1. Em relação ao zoneamento, assinale a alternativa correta. 
a) Não existe o zoneamento federal, mas somente o estadual e o municipal. 
 b) Zoneamento é uma forma de intervenção do Estado no uso e ocupação dos 
espaços geográficos e na economia. 
c) No Brasil, o conceito jurídico de zoneamento restringe-se ao urbanístico. 
 d) Não é possível a realocação de atividades incompatíveis com as diretrizes gerais 
do zoneamento ou mesmo sua vedação. 
 e) O zoneamento busca somente a proteção ambiental 
1. Resposta: B. 
Zoneamento é uma forma de intervenção do Estado no uso e ocupação dos espaços 
geográficos e na economia, tendo em vista a utilização racional dos recursos 
ambientais. Tem como objetivo conhecer as características ambientais e 
econômicas de cada área, de cada região, por meio de levantamento geológico e 
estudos técnicos, para que se possa fundamentar as decisões dos agentes quanto 
aos planos, programas, projetos e atividades que, direta ou indiretamente, utilizem 
recursos naturais. 
 
2. Em relação ao plano diretor, assinale a alternativa correta. 
Questão 2 
a) O plano diretor somente é exigível para as cidades com mais de 20.000 
habitantes. 
b) As cidades com menos de 20.000 habitantes não podem instituir o planodiretor. 
c) As cidades integrantes de áreas de especial interesse turístico devem 
obrigatoriamente instituir o plano diretor. 
d) O Municípios incluídos no cadastro nacional de Municípios com áreas suscetíveis 
à ocorrência de deslizamentos de grande impacto, inundações bruscas ou 
processos geológicos ou hidrológicos correlatos, podem instituir o plano diretor. 
e) É obrigatório para as cidades com mais de 30.000 habitantes. 
2. Resposta: C. 
A Lei 10.257/01 (Estatuto da Cidade) impõe a obrigatoriedade do plano direitos nas 
hipóteses do art. 41 (cidades integrantes de regiões metropolitanas e aglomerações 
urbanas; onde o Poder Público municipal pretenda utilizar os instrumentos previstos 
no § 4º do art. 182 da Constituição Federal; integrantes de áreas de especial 
interesse turístico; inseridas na área de influência de empreendimentos ou 
atividades com significativo impacto ambiental de âmbito regional ou nacional; 
incluídas no cadastro nacional de Municípios com áreas suscetíveis à ocorrência de 
deslizamentos de grande impacto, inundações bruscas ou processos geológicos ou 
hidrológicos correlatos).. 
 
3. São categorias de zoneamento: 
Questão 3 
a) Zona de amortecimento, zona de transição e zona rural. 
b) Zona de proteção integral, zona de uso sustentável e zona de reserva florestal. 
c) Zona de área de preservação permanente, zona de reserva legal e zona de 
unidade de conservação. 
d) Zona de uso residencial, zona de uso misto e zona de uso ambiental. 
 e) Zona de uso estritamente industrial, zona de uso predominantemente industrial e 
zona de uso diversificado. 
3. Resposta: E. 
Conforme art . 1º da 6.803/80, aas áreas críticas de poluição a que se refere o art. 4º 
do Decreto-lei nº 1.413, de 14 de agosto de 1975, as zonas destinadas à instalação 
de indústrias serão definidas em esquema de zoneamento urbano, aprovado por lei, 
que compatibilize as atividades industriais com a proteção ambiental. § 1º As zonas 
de que trata este artigo serão classificadas nas seguintes categorias: a) zonas de 
uso estritamente industrial; b) zonas de uso predominantemente industrial;c) zonas 
de uso diversificado. 
 
4. O processo de elaboração e implementação do ZEE: 
a) I - buscará a sustentabilidade ecológica, econômica e social, com vistas a 
compatibilizar o crescimento econômico e a proteção dos recursos naturais, em 
favor das presentes e futuras gerações, em decorrência do reconhecimento de valor 
intrínseco à biodiversidade e a seus componentes; II - contará com participação 
apenas dos munícipes em pleno gozo direitos políticos; e III - valorizará o 
conhecimento científico multidisciplinar. 
b) I - buscará a sustentabilidade ecológica, econômica e social, com vistas a 
compatibilizar o crescimento econômico e a proteção dos recursos naturais, em 
favor das presentes e futuras gerações, em decorrência do reconhecimento de valor 
intrínseco à biodiversidade e a seus componentes; II - contará com ampla 
participação democrática, compartilhando suas ações e responsabilidades entre os 
diferentes níveis da administração pública e da sociedade civil; e III - valorizará o 
conhecimento científico multidisciplinar. 
 c) I - buscará apenas o desenvolvimento econômico, em favor das presentes e 
futuras gerações, em decorrência do reconhecimento de valor intrínseco à 
biodiversidade e a seus componentes; II - contará com ampla participação 
democrática, compartilhando suas ações e responsabilidades entre os diferentes 
níveis da administração pública e da sociedade civil; e III - valorizará o conhecimento 
científico multidisciplinar. 
d) I - buscará a sustentabilidade ecológica, econômica e social, com vistas a 
compatibilizar o crescimento econômico e a proteção dos recursos naturais, em 
favor somente das presentes gerações, em decorrência do reconhecimento de valor 
intrínseco à biodiversidade e a seus componentes; II - contará com ampla 
participação democrática, compartilhando suas ações e responsabilidades entre os 
diferentes níveis da administração pública e da sociedade civil; e III - valorizará o 
conhecimento científico multidisciplinar. 
 e) I - buscará a sustentabilidade ecológica, econômica e social, com vistas a 
compatibilizar o crescimento econômico e a proteção dos recursos naturais, em 
favor das presentes e futuras gerações, em decorrência do reconhecimento de valor 
intrínseco à biodiversidade e a seus componentes; II - contará com ampla 
participação democrática, compartilhando suas ações e responsabilidades entre os 
diferentes níveis da administração pública e da sociedade civil; e III - valorizará o 
conhecimento científico ambiental. 
4. Resposta: B. 
Conforme art. 4º do Decreto 4.297/02, o processo de elaboração e implementação 
do ZEE:I - buscará a sustentabilidade ecológica, econômica e social, com vistas a 
compatibilizar o crescimento econômico e a proteção dos recursos naturais, em 
favor das presentes e futuras gerações, em decorrência do reconhecimento de valor 
intrínseco à biodiversidade e a seus componentes; II - contará com ampla 
participação democrática, compartilhando suas ações e responsabilidades entre os 
diferentes níveis da administração pública e da sociedade civil; e III - valorizará o 
conhecimento científico multidisciplinar. 
 
5. Em relação ao direito adquirido de pré-ocupação e relocalização, assinale a 
alternativa correta. 
a) Aplica-se o princípio da preservação da empresa, pois sem empresa não há 
emprego, desenvolvimento e crescimento. 
b) Aplica-se o direito adquirido de pré-ocupação, não sendo possível a 
relocalização. 
c) Mesmo depois de instalados os equipamentos de controle de poluição, cessando 
prejuízos à saúde humana e danos ambientais, a indústria poderá ser transferida de 
local. 
d) Não existe previsão de o Poder Público colocar à disposição das indústrias linha 
de financiamento com juros reduzidos para relocalização. 
 e) Aplica-se o princípio de direito humano de que o homem deve ser o centro das 
preocupações relacionadas com o meio ambiente e não a indústria. 
5. Resposta: E. 
Aplica-se o princípio de direito humano de que o homem deve ser o centro das 
preocupações relacionadas com o meio ambiente e não a indústria. 
 
1. Quanto à reponsabilidade civil ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) É subjetiva. 
 b) São requisitos: conduta/fato; nexo de causalidade entre a conduta/fato e dano; 
dano. 
c) É necessária a prova de negligência, imprudência ou imperícia. 
 d) Vigora sempre a teoria do risco criado. 
e) Na Teoria do Risco integral, admitem-se excludentes. 
1. Resposta: B. 
A reponsabilidade civil ambiental é objetiva (art. 14, parágrafo 1º da Lei 6.938/81), 
vale dizer, independe de culpa, exigese, para sua configuração, somente três 
elementos: a) o dano ambiental; e b) o nexo de causalidade entre a conduta (ou 
fato) do agente e o dano; c) a conduta/fato 
2. No que concerne à reparação do dano ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) A reparação é sempre in natura. 
 b) A reparação será sempre na forma de indenização. 
 c) A reparação poder ser in natura ou na forma de indenização, em qualquer 
ordem. 
d) A reparação poder ser in natura ou na forma de indenização, nesta ordem. 
e) Nunca poderá haver a cumulação da reparação in natura e indenização. 
2. Resposta: D. 
No que concerne à reparação do dano ambiental, existem duas formas: a) reparação 
in natura; e b) indenização, nesta ordem. 
 
3. No que tange à prescrição da reparação pelo dano ambiental, assinale a 
alternativa correta. 
a) O prazo prescricional é de 1 ano. 
b) O prazo prescricional é de 3 anos. 
c) O prazo prescricionalé de 5 anos. 
d) O prazo prescricional é de 10 anos. 
 e) As ações para a reparação do dano ambiental são imprescritíveis. 
3. Resposta: E. 
As ações para a reparação do dano ambiental são imprescritíveis. A uma em 
decorrência da solidariedade entre as gerações presentes e futuras, em um 
postulado de ética intergeracional, pois elas também têm o direito ao meio ambiente 
ecologicamente equilibrado e se houvesse prescrição na reparação civil do dano 
ambiental ser-lhes-ia negado esse direito. A duas, por se tratar de direito 
fundamental, inerente à vida, o qual é imprescritível. Em situação de conflito entre 
estabelecer um prazo prescricional em favor do poluidor, a fim de lhe atribuir 
segurança jurídica e estabilidade (garantia eminentemente privada) e tutelar de 
forma mais benéfica e eficaz bem jurídico de titularidade coletiva, indisponível, 
fundamental, que antecede todos os demais direitos (pois sem ele não há vida), o 
último deve prevalecer. 
 
4. As penas restritivas de direito da pessoa física são: 
a) execução de obras de recuperação de áreas degradadas; interdição temporária 
de direitos; suspensão parcial ou total de atividades; prestação pecuniária; 
recolhimento domiciliar. 
 b) prestação de serviços à comunidade; manutenção de espaços públicos; 
suspensão parcial ou total de atividades; prestação pecuniária; recolhimento 
domiciliar. 
 c) prestação de serviços à comunidade; interdição temporária de direitos; proibição 
de contratar com o poder público; prestação pecuniária; recolhimento domiciliar. 
d) prestação de serviços à comunidade; interdição temporária de direitos; 
suspensão parcial ou total de atividades; prestação pecuniária; custeio de 
programas e projetos ambientais. 
e) prestação de serviços à comunidade; interdição temporária de direitos; 
suspensão parcial ou total de atividades; prestação pecuniária; recolhimento 
domiciliar. 
4. Resposta: E. 
Conforme art. 8º da Lei 9.605/98, as penas restritivas de direito são: I - 
prestação de serviços à comunidade; II - interdição temporária de direitos; 
III - suspensão parcial ou total de atividades; IV - prestação pecuniária; V - 
recolhimento domiciliar 
5. Em relação à responsabilidade penal ambiental, assinale a alternativa correta. 
a) as penas restritivas de direitos são autônomas e substituem as privativas de 
liberdade. 
b) Não é possível a liquidação forçada da pessoa jurídica. 
c) Não é possível a responsabilização penal da pessoa jurídica. 
d) Os crimes são imprescritíveis. 
 e) A pena restritiva de direitos não permite a prestação pecuniária. 
.. 
Gabarito 
5. Resposta: A. 
Conforme art. 7º da Lei 9.605/98, as penas restritivas de direitos são autônomas e 
substituem as privativas de liberdade

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