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Conhecimentos sobre Diabetes Mellitus

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Questões resolvidas

Na reunião da Liga de Diabetes, a discussão deste mês foi sobre o caso de Paulo, de 18 anos. Ele apresenta diabetes mellitus tipo 1 e faz tratamento com o esquema insulina NPH insulina ultra-rápida pré-prandial. Foi orientado a realizar automonitorização da glicemia antes de cada refeição e ajustar a dose da insulina ultra-rápida, conforme o valor da glicemia observado. Em consulta de retorno, os resultados dos exames e as informações de Paulo indicaram que os objetivos do tratamento foram alcançados, porém ele se queixou que está "cansado da rigidez no controle da glicemia e de tantas picadas diárias". Frente ao relato, os alunos de graduação em enfermagem sugeriram as seguintes intervenções: I. Confrontar o resultado da hemoglobina glicada com os resultados da glicemia pré-prandial a fim de certificar-se da adesão de Paulo ao controle orientado. II. Substituir a automonitorização da glicemia por testes de glicosúria antes das refeições. III. Manter a automonitorização domiciliar das glicemias como uma parte fundamental no tratamento. IV. Analisar, conjuntamente com Paulo, seu esquema de alimentação, exercícios e medicação, visando a estabelecer uma forma alternativa de automonitorização domiciliar das glicemias. Estão corretas APENAS as intervenções:
I e III
II e IV
I e II
III e IV
II e III

Um individuo portador de Diabetes Mellitus está sujeito a desenvolver algumas complicações em conseqüência da hiperglicemia, o que permite o descontrole metabólico do cliente. As principais complicações crônicas são:
Poliúria, polidpsia e polifagia
fadiga, retinopatia, polifagia
cetoacidose, poliúria, polidpsia
poliúria, cefaléia, hipertensão arterial
retinopatia, nefropatia, arteriosclerose, neuropatia

Da instalação do Diabetes Mellitus ocorrem vários desarranjos orgânicos nos sistemas. No sistema renal, o mais perceptível é:
Poliúria
Nictúria
Hematúria
Disúria
Anúria

Com relação aos conhecimentos básicos acerca do diabetes mellitus e cuidados específicos, assinale a única opção correta.
As modificações hormonais que ocorrem durante a gravidez criam condições favoráveis à diminuição da tolerância à glicose, apesar de não ser necessário o uso da insulina, apenas dieta.
O uso de anticoncepcionais orais, salicilatos, diuréticos e a fenitoína não deve ser suspenso durante o teste de tolerância à glicose apesar de possíveis alterações.
A insulina é um homônimo essencial para a utilização da glicose no metabolismo celular e das proteínas exclusivamente.
A insulina regular de ação curta, assim como a insulina NPH de ação lenta, podem ser administradas nas vias subcutânea e endovenosa, sendo que por via oral não tem ação em virtude da desativação enzimática.
Os hipoglicemiantes orais para os pacientes diabéticos não insulino-dependentes, atuam estimulando a secreção de insulina e aumentando a sensibilidade periférica à insulina.

É uma complicação aguda do Diabetes Mellitus:
Úlceras de membros inferiores.
Bota de unna
Gastrite.
Pneumonia.
Cetoacidose diabética.

O 'fenômeno do amanhecer', caracterizado por presença de glicemia relativamente normal até as 3 horas da manhã, seguido por elevação da glicemia é característico nos portadores do diabetes:
Mellitus tipo I
Mellitus tipo I e Mellitus tipo II
Gestacional
Mellitus tipo II
Todas estão corretas

Os Distúrbios Neurológicos ocorrem em decorrência de alterações funcionais do SNC, causadas pelo aporte insuficiente de sangue a uma parte do tecido cerebral. As doenças cerebrovasculares podem levar ao comprometimento da circulação cerebral.
Marque a opção correta que cita os fatores de risco para o desenvolvimento destas patologias:
aterosclerose, hipertensão arterial, doença cardíaca, Diabetes Mellitus.
história familiar, uso de aspirina por longo prazo, etilismo, estresse.
tabagismo, obesidade, colesterol alto, sexo feminino.
abuso de drogas, prática de esporte, episódio isquêmico anterior, história familiar, diabetes, etilismo, estresse.

O Diabetes Tipo I consiste em uma doença genética, onde as células ß das Ilhotas de Langerhans do pâncreas são destruídas por um processo autoimune. Marque a opção que descreve os sinais ou sintomas que fazem parte do quadro clínico desta afecção.
Perda de peso, polifagia, poliúria e polidpsia.
Perda de peso, polifagia, febre e calafrios.
Obesidade, náuseas, vômitos e poliúria
Perda de peso, polifagia, oligúria e polidpsia.
Perda de peso, polifagia, convulsão e polidpsia.

Idoso de 68 anos, diagnosticado com Diabetes Mellitus há 02 anos é admitido na UPA com história de confusão mental, cansaço respiratório e dor abdominal há 04 dias. Ao exame físico apresenta-se confuso, agitado, dispneico, saturando 88% e desidratado de 2º grau. Sobre este caso NÃO PODEMOS AFIRMAR que:
É possível que este paciente esteja desenvolvendo um quadro de cetoacidose diabética, visto que a mesma é mais comum no diabetes tipo 2.
O coma hiperosmolar, a cetoacidose diabética e a hipoglicemia são complicações agudas do Diabetes Mellitus.
É comum que pacientes diabéticos, ao desenvolverem um quadro infeccioso, desenvolvam estados de hiperglicemia.
O tratamento do coma hiperosmolar e da cetoacidose tem como base a administração de insulina, que poderá ser administrada por via endovenosa em bomba de infusão contínua.
A baixa saturação apresentada contribui para o quadro de hipóxia, que está evidenciado pela confusão mental.

O diabetes é conceituada como síndrome metabólica ocasionada por ineficiência, resistência ou ausência de insulina no organismo. Desta maneira, o tratamento medicamentoso será de acordo com o tipo de doença apresentada. Quanto ao tratamento, pode-se afirmar:
O tratamento do diabetes tipo 2 será através de hipoglicemiantes orais, perda de peso, hábitos alimentares, e correção ou controle de co-morbidades associadas. Nenhuma das alternativas anteriores. O tratamento do diabetes tipo I será realizado através da insulina regular, hipoglicemiantes orais e estilo de vida: perda de peso, mudança de hábitos. O tratamento do diabetes tipo I será realizado através dos hipoglicemiantes orais, correção de obesidade. O tratamento do diabetes tipo 2 será através da insulina regular e estilo de vida: perda de peso, mudança de hábitos.

Quanto ao diabetes mellitus, assinale a alternativa incorreta:
Na tipo II, não ocorre a cetoacidose diabética, pois existe insulina que impede a degradação gordura
A hipoglicemia pode estar associada ao excesso de insulina, agentes hipoglicemiantes orais, pouca alimentação e atividade física excessiva
Na tipo I, o indivíduo é dependente da insulina
Nos períodos de jejum a insulina impede a degradação da glicose, proteínas e lipídios estocados
O termo tipo II é usado para designar a destruição da célula beta.

A Organização Mundial de Saúde aponta que, em escala mundial, o acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda principal causa de morte. É uma doença que ocorre predominantemente em adultos de meia-idade e idosos. Leia atentamente as alternativas abaixo.
São afirmativas VERDADEIRAS sobre o Acidente Vascular Encefálico:
I. São exemplos de títulos diagnósticos de Enfermagem (NANDA-I 2015-2017) para pacientes que sofreram Acidente Vascular Encefálico: Mobilidade física prejudicada; Déficit de auto cuidado (banho, higiene); Conforto físico prejudicado; Deglutição prejudicada; Eliminação urinária prejudicada.
II. Ataque Isquêmico Transitório é um alerta para o AVE iminente e alguns pacientes podem chegar aos serviços de saúde com sintomas neurológicos, geralmente com menos de 1 hora de duração.
III. Paciente com AVE podem apresentar uma ampla variedade de déficits neurológicos, dependendo da localização da lesão, do tamanho da área de perfusão inadequada e da quantidade de fluxo sanguíneo colateral (são exemplos desses déficits: dormência ou fraqueza da face do braço ou da perna, dificuldade de falar ou de compreender a fala).
IV. São exemplos de fatores de risco modificáveis para AVE: Hipertensão Arterial, Fibrilação Atrial; Dislipidemia; Diabetes Mellitus e Tabagismo.
V. A rápida abordagem/diagnóstico do paciente com AVE isquêmico e a instituição da terapia trombolítica (em 3 horas) levam à diminuição no tamanho do AVE e a melhora global do resultado funcional após 3 meses.
I, III, IV, V.
I, II, III, IV, V.
II, III, IV, V.
II, IV, V.
I, II, III, IV.

A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial.
Assinale a alternativa que corresponda corretamente aos fatores de risco de acordo com a VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial.
Excesso de peso, ansiedade, tabagismo, sedentarismo, fatores genéticos.
Idade, gênero, etnia, dieta hipersódica, obesidade.
Obesidade, diabetes melito, doença vascular encefálica, idade, etnia.
Dieta hipersódica, obesidade, diabetes melito, tabagismo, idade.
Fatores socioeconômicos, gênero, tabagismo, doença renal, ingestão de álcool.

Quanto a diabetes mellitus, sua descrição, sintomas e cuidados, assinale a opção incorreta.
O diabetes melitos é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia, decorrente da produção, secreção ou utilização deficiente da insulina.
No diabetes melitos tipo I, insulino-dependente, a apresentação característica é rápida, com os sintomas clássicos de polidipsia, polifagia, poliúria e perda de peso.
A insulina é um hormônio essencial para a utilização da glicose no metabolismo celular, assim como para o metabolismo das proteínas e lipídios.
A insulina regular de ação curta é NPH de ação lenta, podendo ser administrada nas vias subcutânea e endovenosa.
No diabetes melitos tipo II, a apresentação característica é lenta e de frequência insidiosa, com sintomas de fadiga, ganho de peso e má cicatrização de feridas.

Em relação ao Diabetes Mellitus (DM), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) O diabetes do tipo II caracteriza-se por destruição das células beta pancreáticas. ( ) São algumas das manifestações do DM: polidipsia, poliúria, polifagia e infecções recorrentes. ( ) Glicose plasmática em jejum ≥ a 126 mg/dL constitui um dos critérios para o diagnóstico de DM. ( ) Cardiopatia coronariana, doença vascular cerebral e doença renal são as complicações macrovasculares que não acometem os diabéticos.
F-F-F-V
V-V-F-F
V-F-F-V
F-F-V-V
F-V-V-F

A Síndrome Coronariana Aguda (SCA) pode ser dividida em dois grandes grupos: a SCA com supradesnível de segmento ST (quase sempre um Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnível de segmento ST) e a SCA sem supradesnível de segmento ST (que pode também ser dividida em Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem supradesnível de segmento ST). Observe as afirmacoes.
Estão CORRETAS:
I. O infarto agudo do miocárdio é definido como um evento clínico, causado por isquemia miocárdica, no qual existe evidência de injúria ou necrose miocárdica.
II. A dor torácica, sendo uma condição obrigatória para o diagnóstico de IAM, apresenta como característica dor opressiva ou tipo peso, intensa, com irradiação para membro superior esquerdo, pescoço, dorso ou região do abdômen superior; pode vir associada ou não a sudorese, tonturas e vômitos.
III. O eletrocardiograma (ECG) é uma ferramenta fundamental para o diagnóstico de uma SCA e deve ser realizado de forma precoce, dentro dos primeiros 10 minutos de atendimento.
IV. A troponina é o marcador de necrose miocárdica de escolha para o diagnóstico de injúria miocárdica devido à sua especificidade aumentada e melhor sensibilidade, quando comparada com a creatinofosfoquinase isoforma (CKMB).
V. A angina instável é considerada, quando pacientes apresentam sintomas isquêmicos sugestivos de uma SCA, sem elevação dos biomarcadores de necrose miocárdica, na presença ou não de alterações eletrocardiográficas indicativas de isquemia.
I, III, IV e V.
II e V.
II, III e V.
I, II, III e IV.
I, II e V.

Em relação ao diabetes mellitus, correlacione os tipos de diabetes com as características apresentadas:
Diabetes Mellitus tipo 1
Diabetes Mellitus tipo 2
( ) Início na idade adulta
( ) Ocorre preferencialmente em indivíduos obesos
( ) Atinge principalmente crianças e adolescentes
( ) É insulinodependente
2,2,1,1
1,1,2,2
1,2,1,2
2,1,2,1
2,1,1,2

Os fatores predisponentes do diabetes tipo 2 associam-se a três eixos etiológicos: genético, estilo de vida e envelhecimento. Na condição de educador em saúde, com o intuito de atuar na prevenção primária para minimizar a incidência dessa patologia, o enfermeiro deve avaliar o cliente em relação ao:
estilo de vida, pois a obesidade central e visceral pode provocar diminuição da resistência insulínica.
envelhecimento, pois a presença de cistos ovarianos não funcionais afeta o sistema endócrino, diminuindo a resistência à insulina.
estilo de vida, pois a hiperglicemia é consequente da hipocortisolemia que ocasiona rebaixamento de humor.
fator genético, associado à etnia pela maior prevalência da doença entre os afro-americanos, hispano-americanos, americanos nativos, americanos asiáticos e islandeses do Pacífico.
fator genético, pois o histórico de microssomia fetal é associado à hiperglicemia.

A insulinoterapia tem por finalidade compensar o déficit da produção de insulina nos indivíduos diabéticos através da administração subcutânea de insulina de origem do pâncreas bovino, suíno, sintética ou humana. Estas são representadas pela insulina regular, a NPH e a utralenta, que têm tempo de ação respectivamente:
Curta, longa e intermediaria
Curta, intermediaria e curta
Longa, curta e intermediaria
Longa, intermediaria e curta
Curta, intermediaria e longa

Cetoacidose diabética é uma condição grave que pode resultar em coma ou até mesmo a morte. Como ela ocorre?
Quando os níveis de glicose no sangue do paciente diabético encontram-se muito altos.
Quando os níveis de glicose no sangue do paciente diabético encontram-se muito baixos.
Quando a osmolaridade do plasma do sangue reflete a concentração de certas substâncias como a glicose, as proteínas, etc.
NDA.
Quando o paciente recebe uma superdosagem de insulina.

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Questões resolvidas

Na reunião da Liga de Diabetes, a discussão deste mês foi sobre o caso de Paulo, de 18 anos. Ele apresenta diabetes mellitus tipo 1 e faz tratamento com o esquema insulina NPH insulina ultra-rápida pré-prandial. Foi orientado a realizar automonitorização da glicemia antes de cada refeição e ajustar a dose da insulina ultra-rápida, conforme o valor da glicemia observado. Em consulta de retorno, os resultados dos exames e as informações de Paulo indicaram que os objetivos do tratamento foram alcançados, porém ele se queixou que está "cansado da rigidez no controle da glicemia e de tantas picadas diárias". Frente ao relato, os alunos de graduação em enfermagem sugeriram as seguintes intervenções: I. Confrontar o resultado da hemoglobina glicada com os resultados da glicemia pré-prandial a fim de certificar-se da adesão de Paulo ao controle orientado. II. Substituir a automonitorização da glicemia por testes de glicosúria antes das refeições. III. Manter a automonitorização domiciliar das glicemias como uma parte fundamental no tratamento. IV. Analisar, conjuntamente com Paulo, seu esquema de alimentação, exercícios e medicação, visando a estabelecer uma forma alternativa de automonitorização domiciliar das glicemias. Estão corretas APENAS as intervenções:
I e III
II e IV
I e II
III e IV
II e III

Um individuo portador de Diabetes Mellitus está sujeito a desenvolver algumas complicações em conseqüência da hiperglicemia, o que permite o descontrole metabólico do cliente. As principais complicações crônicas são:
Poliúria, polidpsia e polifagia
fadiga, retinopatia, polifagia
cetoacidose, poliúria, polidpsia
poliúria, cefaléia, hipertensão arterial
retinopatia, nefropatia, arteriosclerose, neuropatia

Da instalação do Diabetes Mellitus ocorrem vários desarranjos orgânicos nos sistemas. No sistema renal, o mais perceptível é:
Poliúria
Nictúria
Hematúria
Disúria
Anúria

Com relação aos conhecimentos básicos acerca do diabetes mellitus e cuidados específicos, assinale a única opção correta.
As modificações hormonais que ocorrem durante a gravidez criam condições favoráveis à diminuição da tolerância à glicose, apesar de não ser necessário o uso da insulina, apenas dieta.
O uso de anticoncepcionais orais, salicilatos, diuréticos e a fenitoína não deve ser suspenso durante o teste de tolerância à glicose apesar de possíveis alterações.
A insulina é um homônimo essencial para a utilização da glicose no metabolismo celular e das proteínas exclusivamente.
A insulina regular de ação curta, assim como a insulina NPH de ação lenta, podem ser administradas nas vias subcutânea e endovenosa, sendo que por via oral não tem ação em virtude da desativação enzimática.
Os hipoglicemiantes orais para os pacientes diabéticos não insulino-dependentes, atuam estimulando a secreção de insulina e aumentando a sensibilidade periférica à insulina.

É uma complicação aguda do Diabetes Mellitus:
Úlceras de membros inferiores.
Bota de unna
Gastrite.
Pneumonia.
Cetoacidose diabética.

O 'fenômeno do amanhecer', caracterizado por presença de glicemia relativamente normal até as 3 horas da manhã, seguido por elevação da glicemia é característico nos portadores do diabetes:
Mellitus tipo I
Mellitus tipo I e Mellitus tipo II
Gestacional
Mellitus tipo II
Todas estão corretas

Os Distúrbios Neurológicos ocorrem em decorrência de alterações funcionais do SNC, causadas pelo aporte insuficiente de sangue a uma parte do tecido cerebral. As doenças cerebrovasculares podem levar ao comprometimento da circulação cerebral.
Marque a opção correta que cita os fatores de risco para o desenvolvimento destas patologias:
aterosclerose, hipertensão arterial, doença cardíaca, Diabetes Mellitus.
história familiar, uso de aspirina por longo prazo, etilismo, estresse.
tabagismo, obesidade, colesterol alto, sexo feminino.
abuso de drogas, prática de esporte, episódio isquêmico anterior, história familiar, diabetes, etilismo, estresse.

O Diabetes Tipo I consiste em uma doença genética, onde as células ß das Ilhotas de Langerhans do pâncreas são destruídas por um processo autoimune. Marque a opção que descreve os sinais ou sintomas que fazem parte do quadro clínico desta afecção.
Perda de peso, polifagia, poliúria e polidpsia.
Perda de peso, polifagia, febre e calafrios.
Obesidade, náuseas, vômitos e poliúria
Perda de peso, polifagia, oligúria e polidpsia.
Perda de peso, polifagia, convulsão e polidpsia.

Idoso de 68 anos, diagnosticado com Diabetes Mellitus há 02 anos é admitido na UPA com história de confusão mental, cansaço respiratório e dor abdominal há 04 dias. Ao exame físico apresenta-se confuso, agitado, dispneico, saturando 88% e desidratado de 2º grau. Sobre este caso NÃO PODEMOS AFIRMAR que:
É possível que este paciente esteja desenvolvendo um quadro de cetoacidose diabética, visto que a mesma é mais comum no diabetes tipo 2.
O coma hiperosmolar, a cetoacidose diabética e a hipoglicemia são complicações agudas do Diabetes Mellitus.
É comum que pacientes diabéticos, ao desenvolverem um quadro infeccioso, desenvolvam estados de hiperglicemia.
O tratamento do coma hiperosmolar e da cetoacidose tem como base a administração de insulina, que poderá ser administrada por via endovenosa em bomba de infusão contínua.
A baixa saturação apresentada contribui para o quadro de hipóxia, que está evidenciado pela confusão mental.

O diabetes é conceituada como síndrome metabólica ocasionada por ineficiência, resistência ou ausência de insulina no organismo. Desta maneira, o tratamento medicamentoso será de acordo com o tipo de doença apresentada. Quanto ao tratamento, pode-se afirmar:
O tratamento do diabetes tipo 2 será através de hipoglicemiantes orais, perda de peso, hábitos alimentares, e correção ou controle de co-morbidades associadas. Nenhuma das alternativas anteriores. O tratamento do diabetes tipo I será realizado através da insulina regular, hipoglicemiantes orais e estilo de vida: perda de peso, mudança de hábitos. O tratamento do diabetes tipo I será realizado através dos hipoglicemiantes orais, correção de obesidade. O tratamento do diabetes tipo 2 será através da insulina regular e estilo de vida: perda de peso, mudança de hábitos.

Quanto ao diabetes mellitus, assinale a alternativa incorreta:
Na tipo II, não ocorre a cetoacidose diabética, pois existe insulina que impede a degradação gordura
A hipoglicemia pode estar associada ao excesso de insulina, agentes hipoglicemiantes orais, pouca alimentação e atividade física excessiva
Na tipo I, o indivíduo é dependente da insulina
Nos períodos de jejum a insulina impede a degradação da glicose, proteínas e lipídios estocados
O termo tipo II é usado para designar a destruição da célula beta.

A Organização Mundial de Saúde aponta que, em escala mundial, o acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda principal causa de morte. É uma doença que ocorre predominantemente em adultos de meia-idade e idosos. Leia atentamente as alternativas abaixo.
São afirmativas VERDADEIRAS sobre o Acidente Vascular Encefálico:
I. São exemplos de títulos diagnósticos de Enfermagem (NANDA-I 2015-2017) para pacientes que sofreram Acidente Vascular Encefálico: Mobilidade física prejudicada; Déficit de auto cuidado (banho, higiene); Conforto físico prejudicado; Deglutição prejudicada; Eliminação urinária prejudicada.
II. Ataque Isquêmico Transitório é um alerta para o AVE iminente e alguns pacientes podem chegar aos serviços de saúde com sintomas neurológicos, geralmente com menos de 1 hora de duração.
III. Paciente com AVE podem apresentar uma ampla variedade de déficits neurológicos, dependendo da localização da lesão, do tamanho da área de perfusão inadequada e da quantidade de fluxo sanguíneo colateral (são exemplos desses déficits: dormência ou fraqueza da face do braço ou da perna, dificuldade de falar ou de compreender a fala).
IV. São exemplos de fatores de risco modificáveis para AVE: Hipertensão Arterial, Fibrilação Atrial; Dislipidemia; Diabetes Mellitus e Tabagismo.
V. A rápida abordagem/diagnóstico do paciente com AVE isquêmico e a instituição da terapia trombolítica (em 3 horas) levam à diminuição no tamanho do AVE e a melhora global do resultado funcional após 3 meses.
I, III, IV, V.
I, II, III, IV, V.
II, III, IV, V.
II, IV, V.
I, II, III, IV.

A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial.
Assinale a alternativa que corresponda corretamente aos fatores de risco de acordo com a VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial.
Excesso de peso, ansiedade, tabagismo, sedentarismo, fatores genéticos.
Idade, gênero, etnia, dieta hipersódica, obesidade.
Obesidade, diabetes melito, doença vascular encefálica, idade, etnia.
Dieta hipersódica, obesidade, diabetes melito, tabagismo, idade.
Fatores socioeconômicos, gênero, tabagismo, doença renal, ingestão de álcool.

Quanto a diabetes mellitus, sua descrição, sintomas e cuidados, assinale a opção incorreta.
O diabetes melitos é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia, decorrente da produção, secreção ou utilização deficiente da insulina.
No diabetes melitos tipo I, insulino-dependente, a apresentação característica é rápida, com os sintomas clássicos de polidipsia, polifagia, poliúria e perda de peso.
A insulina é um hormônio essencial para a utilização da glicose no metabolismo celular, assim como para o metabolismo das proteínas e lipídios.
A insulina regular de ação curta é NPH de ação lenta, podendo ser administrada nas vias subcutânea e endovenosa.
No diabetes melitos tipo II, a apresentação característica é lenta e de frequência insidiosa, com sintomas de fadiga, ganho de peso e má cicatrização de feridas.

Em relação ao Diabetes Mellitus (DM), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) O diabetes do tipo II caracteriza-se por destruição das células beta pancreáticas. ( ) São algumas das manifestações do DM: polidipsia, poliúria, polifagia e infecções recorrentes. ( ) Glicose plasmática em jejum ≥ a 126 mg/dL constitui um dos critérios para o diagnóstico de DM. ( ) Cardiopatia coronariana, doença vascular cerebral e doença renal são as complicações macrovasculares que não acometem os diabéticos.
F-F-F-V
V-V-F-F
V-F-F-V
F-F-V-V
F-V-V-F

A Síndrome Coronariana Aguda (SCA) pode ser dividida em dois grandes grupos: a SCA com supradesnível de segmento ST (quase sempre um Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnível de segmento ST) e a SCA sem supradesnível de segmento ST (que pode também ser dividida em Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem supradesnível de segmento ST). Observe as afirmacoes.
Estão CORRETAS:
I. O infarto agudo do miocárdio é definido como um evento clínico, causado por isquemia miocárdica, no qual existe evidência de injúria ou necrose miocárdica.
II. A dor torácica, sendo uma condição obrigatória para o diagnóstico de IAM, apresenta como característica dor opressiva ou tipo peso, intensa, com irradiação para membro superior esquerdo, pescoço, dorso ou região do abdômen superior; pode vir associada ou não a sudorese, tonturas e vômitos.
III. O eletrocardiograma (ECG) é uma ferramenta fundamental para o diagnóstico de uma SCA e deve ser realizado de forma precoce, dentro dos primeiros 10 minutos de atendimento.
IV. A troponina é o marcador de necrose miocárdica de escolha para o diagnóstico de injúria miocárdica devido à sua especificidade aumentada e melhor sensibilidade, quando comparada com a creatinofosfoquinase isoforma (CKMB).
V. A angina instável é considerada, quando pacientes apresentam sintomas isquêmicos sugestivos de uma SCA, sem elevação dos biomarcadores de necrose miocárdica, na presença ou não de alterações eletrocardiográficas indicativas de isquemia.
I, III, IV e V.
II e V.
II, III e V.
I, II, III e IV.
I, II e V.

Em relação ao diabetes mellitus, correlacione os tipos de diabetes com as características apresentadas:
Diabetes Mellitus tipo 1
Diabetes Mellitus tipo 2
( ) Início na idade adulta
( ) Ocorre preferencialmente em indivíduos obesos
( ) Atinge principalmente crianças e adolescentes
( ) É insulinodependente
2,2,1,1
1,1,2,2
1,2,1,2
2,1,2,1
2,1,1,2

Os fatores predisponentes do diabetes tipo 2 associam-se a três eixos etiológicos: genético, estilo de vida e envelhecimento. Na condição de educador em saúde, com o intuito de atuar na prevenção primária para minimizar a incidência dessa patologia, o enfermeiro deve avaliar o cliente em relação ao:
estilo de vida, pois a obesidade central e visceral pode provocar diminuição da resistência insulínica.
envelhecimento, pois a presença de cistos ovarianos não funcionais afeta o sistema endócrino, diminuindo a resistência à insulina.
estilo de vida, pois a hiperglicemia é consequente da hipocortisolemia que ocasiona rebaixamento de humor.
fator genético, associado à etnia pela maior prevalência da doença entre os afro-americanos, hispano-americanos, americanos nativos, americanos asiáticos e islandeses do Pacífico.
fator genético, pois o histórico de microssomia fetal é associado à hiperglicemia.

A insulinoterapia tem por finalidade compensar o déficit da produção de insulina nos indivíduos diabéticos através da administração subcutânea de insulina de origem do pâncreas bovino, suíno, sintética ou humana. Estas são representadas pela insulina regular, a NPH e a utralenta, que têm tempo de ação respectivamente:
Curta, longa e intermediaria
Curta, intermediaria e curta
Longa, curta e intermediaria
Longa, intermediaria e curta
Curta, intermediaria e longa

Cetoacidose diabética é uma condição grave que pode resultar em coma ou até mesmo a morte. Como ela ocorre?
Quando os níveis de glicose no sangue do paciente diabético encontram-se muito altos.
Quando os níveis de glicose no sangue do paciente diabético encontram-se muito baixos.
Quando a osmolaridade do plasma do sangue reflete a concentração de certas substâncias como a glicose, as proteínas, etc.
NDA.
Quando o paciente recebe uma superdosagem de insulina.

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Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
 Diabetes Mellitus 
1
a
 Questão (Ref.: 201506557820) Pontos: 0,1 / 0,1 
Na reunião da Liga de Diabetes, a discussão deste mês foi sobre o caso de Paulo, de 18 anos. Ele 
apresenta diabetes mellitus tipo 1 e faz tratamento com o esquema insulina NPH insulina ultra-
rápida pré-prandial. Foi orientado a realizar automonitorização da glicemia antes de cada refeição e 
ajustar a dose da insulina ultra-rápida, conforme o valor da glicemia observado. Em consulta de 
retorno, os resultados dos exames e as informações de Paulo indicaram que os objetivos do 
tratamento foram alcançados, porém ele se queixou que está "cansado da rigidez no controle da 
glicemia e de tantas picadas diárias". Frente ao relato, os alunos de graduação em enfermagem 
sugeriram as seguintes intervenções: I. Confrontar o resultado da hemoglobina glicada com os 
resultados da glicemia pré-prandial a fim de certificar-se da adesão de Paulo ao controle orientado. 
II. Substituir a automonitorização da glicemia por testes de glicosúria antes das refeições. III. 
Manter a automonitorização domiciliar das glicemias como uma parte fundamental no tratamento. 
IV. Analisar, conjuntamente com Paulo, seu esquema de alimentação, exercícios e medicação, 
visando a estabelecer uma forma alternativa de automonitorização domiciliar das glicemias. Estão 
corretas APENAS as intervenções: 
 
 II e III 
 I e III 
 II e IV 
 I e II 
 III e IV 
 
2
a
 Questão (Ref.: 201506557781) Pontos: 0,1 / 0,1 
Um individuo portador de Diabetes Mellitus está sujeito a desenvolver algumas complicações em 
consequência da hiperglicemia, o que permite o descontrole metabólico do cliente. As principais 
complicações crônicas são: 
 
 poliúria, cefaléia, hipertensão arterial 
 Poliúria, polidpsia e polifagia 
 retinopatia, nefropatia, arteriosclerose, neuropatia 
 fadiga, retinopatia, polifagia 
 cetoacidose, poliúria, polidpsia 
 
3
a
 Questão (Ref.: 201506557817) Pontos: 0,1 / 0,1 
Da instalação do Diabetes Mellitus ocorrem vários desarranjos orgânicos nos sistemas. No sistema 
renal, o mais perceptível é: 
 
 Nictúria 
 Poliúria 
 Hematúria 
 Anúria 
 Disúria 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
 
4
a
 Questão (Ref.: 201502177496) Pontos: 0,1 / 0,1 
Com relação aos conhecimentos básicos acerca do diabetes mellitus e cuidados específicos, assinale 
a única opção correta. 
 
 As modificações hormonais que ocorrem durante a gravidez criam condições favoráveis à 
diminuição da tolerância à glicose, apesar de não ser necessário o uso da insulina, apenas 
dieta. 
 b) O uso de anticoncepcionais orais, salicilatos, diuréticos e a fenitoína não deve ser suspenso 
durante o teste de tolerância à glicose apesar de possíveis alterações. 
 A insulina é um homônimo essencial para a utilização da glicose no metabolismo celular e das 
proteínas exclusivamente. 
 A insulina regular de ação curta, assim como a insulina NPH de ação lenta, podem ser 
administradas nas vias subcutânea e endovenosa, sendo que por via oral não tem ação em 
virtude da desativação enzimática. 
 Os hipoglicemiantes orais para os pacientes diabéticos não insulino-dependentes, atuam 
estimulando a secreção de insulina e aumentando a sensibilidade periférica à insulina. 
 
5
a
 Questão (Ref.: 201502180435) Pontos: 0,1 / 0,1 
É uma complicação aguda do Diabetes Mellitus: 
 
 Úlceras de membros inferiores. 
 Bota de unna 
 Gastrite. 
 Pneumonia. 
 Cetoacidose diabética. 
 
6
a
 Questão (Ref.: 201502180544) Pontos: 0,1 / 0,1 
Sobre o diabetes Mellitus, é correto afirmar: 
 
 nenhuma das alternativas anteriores. 
 O tipo I acomete jovens e crianças, seu início é rápido. Há no paciente produção e resistência 
à insulina. O tratamento será a base de hipoglicemiantes, mudança de hábitos. 
 Apresenta dois tipos principais, Tipo I e Tipo II, sendo o tipo II a doença que traz com ela a 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
dependência da insulina, chamada de insulino-dependente. 
 O tipo II ocorre quando o paciente tem produção insuficiente de insulina ou resistência a ela. 
Acomete a maioria dos doentes, sendo que a metade deles desconhece seu diagnóstico. Pode 
ser uma doença silenciosa, levando o paciente à complicações como: retinopatia diabética, 
nefropatia, entre outros. 
 No paciente diabético tipo II o tratamento será com hipoglicemiantes orais e nunca com 
insulina. 
 
7
a
 Questão (Ref.: 201502176770) Pontos: 0,1 / 0,1 
O ¿fenômeno do amanhecer¿, caracterizado por presença de glicemia relativamente normal até as 3 
horas da manhã, seguido por elevação da glicemia é característico nos portadores do diabetes: 
 
 Mellitus tipo II 
 Mellitus tipo I 
 Todas estão corretas 
 Gestacional 
 Mellitus tipo I e Mellitus tipo II 
 
8
a
 Questão (Ref.: 201502177400) Pontos: 0,1 / 0,1 
(CESPE 2013 SESA ES ENFERMEIRO) O diabetes mellitus é uma patologia que se caracteriza 
por: 
 
 Início após 40 anos de idade, na diabetes tipo 1. 
 Controle com dieta hipoglicemiantes orais e exercícios, na diabetes tipo 2. 
 Hálito de frutas, convulsões e hiperventilação, na diabetes gestacional. 
 Retinopatia, na diabetes gestacional. 
 Inicio súbito na adolescência, na diabetes tipo 2. 
 
9
a
 Questão (Ref.: 201502177686) Pontos: 0,1 / 0,1 
Os Distúrbios Neurológicos ocorrem em decorrência de alterações funcionais do SNC, causadas 
pelo aporte insuficiente de sangue a uma parte do tecido cerebral. As doenças cerebrovasculares 
podem levar ao comprometimento da circulação cerebral. Marque a opção correta que cita os fatores 
de risco para o desenvolvimento destas patologias: 
 
 tabagismo, obesidade, colesterol alto, sexo feminino. 
 aterosclerose, hipertensão arterial, doença cardíaca, Diabetes Mellitus; 
 história familiar, uso de aspirina por longo prazo, etilismo, estresse. 
 abuso de drogas, prática de esporte, episódio isquêmico anterior, 
 história familiar, diabetes, etilismo, estresse. 
 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
10
a
 Questão (Ref.: 201503725022) Pontos: 0,1 / 0,1 
O Diabetes Tipo I consiste em uma doença genética, onde as células ß das Ilhotas de Langerhans do 
pâncreas são destruídas por um processo autoimune. Marque a opção que descreve os sinais ou 
sintomas que fazem parte do quadro clínico desta afecção. 
 
 Perda de peso, polifagia, febre e calafrios. 
 Perda de peso, polifagia, poliúria e polidpsia. 
 Perda de peso, polifagia, oligúria e polidpsia. 
 Perda de peso, polifagia, convulsão e polidpsia. 
 Obesidade, náuseas, vômitos e poliúria 
 
11
a
 Questão (Ref.: 201503725004) Pontos: 0,0 / 0,1 
Idoso de 68 anos, diagnosticado com Diabetes Mellitus há 02 anos é admitido na UPA com história 
de confusão mental, cansaço respiratório e dor abdominal há 04 dias. Ao exame físico apresenta-se 
confuso, agitado, dispneico, saturando 88% e desidratado de 2º grau. Sobre este caso NÃO 
PODEMOS AFIRMAR que: 
 
 É possível que este paciente esteja desenvolvendo um quadro de cetoacidose diabética, visto 
que a mesma é mais comum no diabetes tipo 2. 
 O coma hiperosmolar, a cetoacidose diabética e a hipoglicemia são complicações agudas do 
Diabetes Mellitus. 
 É comum que pacientes diabéticos, ao desenvolverem um quadro infeccioso, desenvolvam 
estados de hiperglicemia. 
 O tratamento do coma hiperosmolar e da cetoacidose tem como base a administração de 
insulina, que poderá ser administrada por via endovenosa em bomba de infusão contínua. 
 A baixa saturação apresentada contribui para o quadro de hipóxia, que está evidenciado pela 
confusão mental. 
 
12
a
 Questão (Ref.: 201503724765) Pontos: 0,1 / 0,1 
O diabetesé conceituada como síndrome metabólica ocasionada por ineficiência, resistência ou 
ausência de insulina no organismo. Desta maneira, o tratamento medicamentoso será de acordo com 
o tipo de doença apresentada. Quanto ao tratamento, pode-se afirmar: 
 
 O tratamento do diabetes tipo I será realizado através dos hipoglicemiantes orais, correção de 
obesidade. 
 O tratamento do diabetes tipo 2 será através da insulina regular e estilo de vida : perda de 
peso, mudança de hábitos. 
 O tratamento do diabetes tipo I será realizado através da insulina regular, hipoglicemiantes 
orais e estilo de vida : perda de peso, mudança de hábitos. 
 O tratamento do diabetes tipo 2 será através de hipoglicemiantes orais, perda de peso, hábitos 
alimentares, e correção ou controle de co-morbidades associadas. 
 Nenhuma das alternativas anteriores. 
 
13
a
 Questão (Ref.: 201503068909) Pontos: 0,1 / 0,1 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
Quanto ao diabetes mellitus, assinale a alternativa incorreta: 
 
 Na tipo II, não ocorre a cetoacidose diabética, pois existe insulina que impede a degradação 
gordura 
 A hipoglicemia pode estar associada ao excesso de insulina, agentes hipoglicemiantes orais, 
pouca alimentação e atividade física excessiva 
 Na tipo I, o indivíduo é dependente da insulina 
 Nos períodos de jejum a insulina impede a degradação da glicose, proteínas e lipídios 
estocados 
 O termo tipo II é usado para designar a destruição da célula beta. 
 
14
a
 Questão (Ref.: 201503068788) Pontos: 0,1 / 0,1 
A Organização Mundial de Saúde aponta que, em escala mundial, o acidente vascular cerebral 
(AVC) é a segunda principal causa de morte. É uma doença que ocorre predominantemente 
em adultos de meia-idade e idosos. Leia atentamente as alternativas abaixo. 
I. São exemplos de títulos diagnósticos de Enfermagem (NANDA-I 2015-2017) para pacientes que 
sofreram Acidente Vascular Encefálico: Mobilidade física prejudicada; Déficit de auto cuidado 
(banho, higiene); Conforto físico prejudicado; Deglutição prejudicada; Eliminação urinária 
prejudicada. 
II. Ataque Isquêmico Transitório é um alerta para o AVE iminente e alguns pacientes podem chegar 
aos serviços de saúde com sintomas neurológicos, geralmente com menos de 1 hora de duração. 
III. Paciente com AVE podem apresentar uma ampla variedade de déficits neurológicos, 
dependendo da localização da lesão, do tamanho da área de perfusão inadequada e da quantidade de 
fluxo sanguíneo colateral (são exemplos desses déficits: dormência ou fraqueza da face do braço ou 
da perna, dificuldade de falar ou de compreender a fala). 
IV. São exemplos de fatores de risco modificáveis para AVE: Hipertensão Arterial, Fibrilação 
Atrial; Dislipidemia; Diabetes Mellitus e Tabagismo. 
V. A rápida abordagem/diagnóstico do paciente com AVE isquêmico e a instituição da terapia 
trombolítica (em 3 horas) levam à diminuição no tamanho do AVE e a melhora global do resultado 
funcional após 3 meses. 
São afirmativas VERDADEIRAS sobre o Acidente Vascular Encefálico: 
 
 II, IV, V. 
 I, II, III, IV. 
 I, II, III, IV, V. 
 II, III, IV, V. 
 I, III, IV, V. 
 
15
a
 Questão (Ref.: 201503068557) Pontos: 0,1 / 0,1 
O Diabetes Mellitus contitui uma das mais importantes doenças crônicas não transmissíveis 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
existentes entre a população brasileira. Sabendo que este é um distúrbio que altera o transporte de 
glicose para a célula, marque a opção onde não se encontram características do diabetes mellitus tipo 
I: 
 
 O diabetes do tipo I é ocasionada pela deficiência relativa de insulina ou por resistência a 
ela. 
 A principal complicação aguda do diabetes mellhitus tipo I é cetoacidose diabética 
 O diabetes mellitus tipo I é tratado com o uso de insulina, dieta saudável e exercícios 
físicos. 
 O diabetes tipo I é mais prevalente nos mais jovens. 
 A maioria dos indivíduos que possuem diabetes mellitus tipo I não apresentam sobrepeso 
ou obesidade 
 
16
a
 Questão (Ref.: 201502177756) Pontos: 0,1 / 0,1 
A hipertensão arterial sistêmica é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis 
elevados e sustentados de pressão arterial. Assinale a alternativa que corresponda corretamente aos 
fatores de risco de acordo com a VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. 
 
 Dieta hipersódica, obesidade, diabetes melito, tabagismo, idade. 
 Idade, gênero, etnia, dieta hipersódica, obesidade. 
 Excesso de peso, ansiedade, tabagismo, sedentarismo, fatores genéticos. 
 Fatores socioeconômicos, gênero, tabagismo, doença renal, ingestão de álcool. 
 Obesidade, diabetes melito, doença vascular encefálica, idade, etnia. 
 
17
a
 Questão (Ref.: 201503296352) Pontos: 0,0 / 0,1 
Quanto a diabetes mellitus, sua descrição, sintomas e cuidados, assinale a opção incorreta. 
 
 No diabetes melitos tipo II, a apresentação característica é lenta e de freqüência insidiosa, com 
sintomas de fadiga, ganho de peso e má cicatrização de feridas. 
 O diabetes melitos é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia, decorrente da 
produção, secreção ou utilização deficiente da insulina. 
 A insulina regular de ação curta é NPH de ação lenta, podendo ser administrada nas vias 
subcutânea e endovenosa. 
 A insulina é um hormônio essencial para a utilização da glicose no metabolismo celular, assim 
como para o metabolismo das proteínas e lipídios. 
 No diabetes melitos tipo I, insulino-dependente, a apresentação característica é rápida, com os 
sintomas clássicos de polidipsia, polifagia, poliúria e perda de peso. 
 
18
a
 Questão (Ref.: 201503296361) Pontos: 0,0 / 0,1 
Segundo o Ministério da Saúde no Plano de Reorganização da Atenção ao Diabetes Mellitus e 
Hipertensão Arterial (2002), o tratamento do Diabetes mellitus inclui, prioritariamente, a adoção: 
 
 de comportamentos que acentuem o risco para obesidade e tabagismo. 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
 dos hipoglicemiantes orais a todos os pacientes com insuficiência renal crônica e 
comprometimento hepático. 
 da hospitalização precoce para modificação dos hábitos de vida. 
 dos hipoglicemiantes orais aos pacientes com diabetes tipo 1. 
 de medidas educativas que favoreçam as modificações dos hábitos e, conseqüentemente, 
mudança no estilo de vida e, se necessário, a introdução de tratamento medicamentoso 
 
19
a
 Questão (Ref.: 201502177404) Pontos: 0,0 / 0,1 
Marque a melhor resposta I- O Mixedema que é caracterizado pelo acúmulo de mucopolissacarídeos 
nos tecidos subcutâneos, ocorre no hipertireoidismo grave. II- A doença de Graves é a principal 
causa de hipertiroidismo até os 40 anos de idade. III- A Hiperglicemia de jejum em um paciente 
portador de Diabetes Mellitus, ocorre como resultado de uma produção não controlada de glicose 
pelo fígado. 
 
 Nenhuma das afirmativas anteriores 
 Estão corretas as afirmativas II e III; 
 Está correta apenas a afirmativa I; 
 Está correta apenas a afirmativa II; 
 Estão corretas as afirmativas I e III; 
 
20
a
 Questão (Ref.: 201502177930) Pontos: 0,1 / 0,1 
(Adaptado por Jackeline Abouid) Um adulto jovem, portador de diabetes, num atendimento de 
emergência, informou ter tomado insulina acima da dose prescrita. Qual sinal ou sintoma 
corresponde à reação ou choque hipoglicêmico? 
 
 Formigamento nas extremidades. 
 Polidipsia. 
 Dor abdominal. 
 Poliúria. 
 Hálito cetônico. 
 
21
a
 Questão (Ref.: 201502177313) Pontos: 0,1 / 0,1 
Dentre outras, são complicações do diabetes a longo prazo: 
 
 nefropatia e doença de Addison 
 hipoglicemia e lipodistrofia 
 doença arterial coronariana e neuropatia diabética 
 doença hepáticae retinopatia diabética 
 neuropatia diabética e artrite bacteriana 
 
22
a
 Questão (Ref.: 201503318687) Pontos: 0,0 / 0,1 
A insulinoterapia é um dos tratamento utilizados no tratamento do diabetes, mas pode apresentar 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
como uma de suas complicações, episódios transitórios de hipoglicemia, que tem como 
características: 
 
 Desidratação e hipervolemia 
 Todas as respostas anteriores 
 Pele quente e seca 
 Hipotensão e lipodistrofia 
 Hálito cetônico e vertigens 
 
23
a
 Questão (Ref.: 201506565585) Pontos: 0,0 / 0,1 
A insulinoterapia é utilizada para tratamento da hiperglicemia, no Diabetes. Quanto à esta temática, 
podemos afirmar: 
 
 A insulina Regular tem ação lenta e deverá ser escolhida nos momentos de crise de 
hiperglicemia. 
 A insulina Regular tem ação rápida e deverá ser escolhida nos momentos de crise de 
hiperglicemia. 
 A insulina NPH tem ação lenta e deverá ser escolhida nos momentos de crise de hipoglicemia. 
 A insulina NPH tem ação lenta e deverá ser escolhida nos momentos de crise de 
hiperglicemia. 
 A Insulina NPH tem ação rápida e deverá ser escolhida nos momentos de crise de 
hiperglicemia. 
 
24
a
 Questão (Ref.: 201506565192) Pontos: 0,1 / 0,1 
Em relação ao Diabetes Mellitus (DM), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. 
( ) O diabetes do tipo II caracterizase por destruição das células beta pancreáticas. 
( ) São algumas das manifestações do DM: polidipsia, poliúria, polifagia e infecções recorrentes. 
( ) Glicose plasmática em jejum ≥ a 126 mg/dL constitui um dos critérios para o diagnóstico de DM. 
( ) Cardiopatia coronariana, doença vascular cerebral e doença renal são as complicações 
macrovasculares que não acometem os diabéticos. 
 
 F-F-V-V 
 V-F-F-V 
 V-V-F-F 
 F-F-F-V 
 F-V-V-F 
 
25
a
 Questão (Ref.: 201506565192) Pontos: 0,1 / 0,1 
(IFPE 2016 Enfermeiro Adaptado por Talline HangCosta) Paciente de 63 anos, sexo masculino, 
apresenta dor torácica súbita, início agudo, intensa, irradiando para a região cervical e membro 
superior esquerdo em toda a sua extensão, associado a períodos eméticos e sudorese, esta por sua 
vez, discreta. Relata que seu pai tem hipertensão e dislipidemia, sendo acometido de acidente 
vascular encefálico aos 60 anos. Sua mãe tem colelitíase e diabetes, tratando esta com dieta e 
insulinoterapia. Ao exame mostravase consciente, orientado, afebril, perfusão periférica lentificada. 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
Dado vital: PA= 70x 35 mmHg. ECG solicitado mostravase compatível com IAM, identificando 
uma FC de 123 bpm, QRS estreito, havendo uma relação de onda P para cada complexo QRS em 
todas as derivações, infradesnivelamento em V1 e V2. Trinta minutos depois de ter sido assistido, 
faz fibrilação ventricular e entra em parada cardiorrespiratória. A Síndrome Coronariana Aguda 
(SCA) pode ser dividida em dois grandes grupos: a SCA com supradesnível de segmento ST (quase 
sempre um Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnível de segmento ST) e a SCA sem 
supradesnível de segmento ST (que pode também ser dividida em Angina Instável e Infarto Agudo 
do Miocárdio sem supradesnível de segmento ST). Observe as afirmações. 
 
I. O infarto agudo do miocárdio é definido como um evento clínico, causado por isquemia 
miocárdica, no qual existe evidência de injúria ou necrose miocárdica. 
 
II. A dor torácica, sendo uma condição obrigatória para o diagnóstico de IAM, apresenta como 
característica dor opressiva ou tipo peso, intensa, com irradiação para membro superior esquerdo, 
pescoço, dorso ou região do abdômen superior; pode vir associada ou não a sudorese, tonturas e 
vômitos. 
 
III. O eletrocardiograma (ECG) é uma ferramenta fundamental para o diagnóstico de uma SCA e 
deve ser realizado de forma precoce, dentro dos primeiros 10 minutos de atendimento. 
 
IV. A troponina é o marcador de necrose miocárdica de escolha para o diagnóstico de injúria 
miocárdica devido à sua especificidade aumentada e melhor sensibilidade, quando comparada com a 
creatinofosfoquinase isoforma (CKMB). 
 
V. A angina instável é considerada, quando pacientes apresentam sintomas isquêmicos sugestivos de 
uma SCA, sem elevação dos biomarcadores de necrose miocárdica, na presença ou não de alterações 
eletrocardiográficas indicativas de isquemia. 
 
Estão CORRETAS: 
 
 I, III, IV e V. 
 II e V. 
 II, III e V. 
 I, II, III e IV. 
 I, II e V. 
 
26
a
 Questão (Ref.: 201506565192) Pontos: 0,1 / 0,1 
Em relação ao diabetes mellitus, correlacione os tipos de diabetes com as características 
apresentadas: 1 
 
Diabetes Mellitus tipo 1 
 
2 Diabetes Mellitus tipo 2 
 
( ) Início na idade adulta 
( ) Ocorre preferencialmente em indivíduos obesos 
( ) Atinge principalmente crianças e adolescentes 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
( ) É insulinodependente 
 
 2,2,1,1 
 1,1,2,2 
 1,2,1,2 
 2,1,2,1 
 2,1,1,2 
 
27
a
 Questão (Ref.: 201506565192) Pontos: 0,1 / 0,1 
Os fatores predisponentes do diabetes tipo 2 associam-se a três eixos etiológicos: genético, estilo de 
vida e envelhecimento. Na condição de educador em saúde, com o intuito de atuar na prevenção 
primária para minimizar a incidência dessa patologia, o enfermeiro deve avaliar o cliente em relação 
ao : 
 
 fator genético, pois o histórico de microssomia fetal é associado à hiperglicemia. 
 fator genético, associado à etnia pela maior prevalência da doença entre os afro-americanos, 
hispano-americanos, americanos nativos, americanos asiáticos e islandeses do Pacífico. 
 estilo de vida, pois a hiperglicemia é consequente da hipocortisolemia que ocasiona 
rebaixamento de humor. 
 envelhecimento, pois a presença de cistos ovarianos não funcionais afeta o sistema endócrino, 
diminuindo a resistência à insulina. 
 estilo de vida, pois a obesidade central e visceral pode provocar diminuição da resistência 
insulínica. 
 
28
a
 Questão (Ref.: 201506565192) Pontos: 0,1 / 0,1 
O Diabetes Mellitus representa uma epidemia mundial sendo que o aumento da incidência e 
prevalência da doença está relacionado a fatores como envelhecimento populacional e estilos de vida 
pouco saudáveis como dieta inadequada, sedentarismo e obesidade. Sobre os aspectos que envolvem 
os cuidados com esta doença, é CORRETO afirmar que: 
 
 polaciúria, polidispepsia, polifagia e perda involuntária de peso são sintomas clássicos de 
diabetes, sendo conhecidos como os 4 Ps 
 O diabetes tipo I é aquele em que se apresenta a deficência total de insulina, sendo mais 
prevalente em indivíduos mais jovens e tem como principal complicaçao aguda a cetoacidose 
diabetica. 
 Portadores de diabetes tipo II necessitam de insulina para evitar cetoacidose, coma e morte 
 O diabetes tipo I possui uma deficiência relativa de insulina e a administração deste hormônio 
não visa evitar a cetoacidose mas alcançar controle do quadro hiperglicêmico. 
 durante períodos de doença como gripes, resfriados, diarréias, e em caso de náuseas, pacientes 
com diabetes tipo I nao devem ser orientados a ingerir caldo de galinha, mingau de arroz ou de 
farinha pois estes aumanetam a chance de complicaçoes 
 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
29
a
 Questão (Ref.: 201503354191) Pontos: 0,1 / 0,1 
O Diabetes é uma enfermidade que tem aumentado muito nos últimos anos. Sobre o Diabetes, 
considere as afirmativas a seguir. I. Há dois tipos principais de diabetes: na diabetes Melito do tipo 
I, os pacientes não necessitam de terapia com insulina para o tratamento e na diabetes Melito do tipo 
II, alguns pacientes podem requerer terapia com medicamentos orais ouinsulina, mas podem 
controlar seu diabetes através de dietas. II. Os sinais e sintomas da diabete são: cansaço, sede, 
necessidade freqüente de urinar e visão turva. Com o passar do tempo, podem surgir sérios 
problemas como: perda da visão, comprometimento nervoso, circulação deficiente, cardiopatia e 
insuficiência renal. III. A insulina, quando se liga a células em locais chamados de receptores de 
insulina, permite que o açúcar ou glicídios do alimento entre nas células hepáticas e musculares do 
organismo, onde é utilizado para produção de energia. IV. A insulina é um hormônio essencial 
produzido no pâncreas e liberado na corrente sangüínea. Assinale a alternativa que contém todas as 
afirmativas corretas: 
 
 II e III. 
 III e IV. 
 I e II. 
 I, II e III. 
 II, III e IV. 
 
30
a
 Questão (Ref.: 201503603726) Pontos: 0,0 / 0,1 
Sobre o diabetes Mellitus, é correto afirmar: 
 
 No tipo II, mais provável em adultos acima de 50 anos, há resistência à insulina, ou produção 
inadequada da mesma. O tratamento poderá ser através de hipoglicemiantes orais + perda de 
peso já que a mesma é frequentemente associada à obesidade. Em alguns casos há a 
associação entre os hipoglicemiantes orais e insulinoterapia. 
 O tipo II ocorre quando o paciente tem produção insuficiente ou falta de produção de insulina. 
Acomete a maioria dos doentes jovens, sendo que a metade deles desconhece seu diagnóstico. 
Pode ser uma doença silenciosa, levando o paciente à complicações como: retinopatia 
diabética, nefropatia, entre outros. 
 No paciente diabético tipo II o tratamento será com hipoglicemiantes orais e nunca com 
insulina, pois estes pacientes a produzem ( ainda que pouco). 
 O tipo I acomete idosos e adultos, seu início é rápido. Há no paciente produção e resistência à 
insulina. O tratamento será a base de hipoglicemiantes, mudança de hábitos, e insulina de ação 
intermediária. 
 Nenhuma das alternativas anteriores 
 
31
a
 Questão (Ref.: 201503603726) Pontos: 0,0 / 0,1 
A insulinoterapia tem por finalidade compensar o déficit da produção de insulina nos indivíduos 
diabéticos através da administração subcutânea de insulina de origem do pâncreas bovino, suíno, 
sintética ou humana. Estas são representadas pela insulina regular, a NPH e a utralenta, que têm 
tempo de ação respectivamente: 
 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
 Curta, longa e intermediaria 
 Curta, intermediaria e curta 
 Longa, curta e intermediaria 
 Longa, intermediaria e curta 
 Curta, intermediaria e longa 
 
32
a
 Questão (Ref.: 201502177717) Pontos: 0,1 / 0,1 
Cetoacidose diabética é uma condição grave que pode resultar em coma ou até mesmo a morte. 
Como ela ocorre? 
 
 Quando os níveis de glicose no sangue do paciente diabético encontram-se muito altos. 
 Quando os níveis de glicose no sangue do paciente diabético encontram-se muito baixos. 
 Quando a osmolaridade do plasma do sangue reflete a concentração de certas substâncias 
como a glicose, as proteínas, etc. 
 NDA. 
 Quando o paciente recebe uma superdosagem de insulina. 
 
33
a
 Questão (Ref.: 201503068541) Pontos: 0,1 / 0,1 
Visando evitar uma lipodistrofia, a equipe de enfermagem deve orientar o paciente diabético a: 
 
 aplicar insulina por via subcutânea em locais alternados. 
 aplicar insulina por via intradérmica, utilizando um ângulo de 15º 
 fazer calor local após a aplicação de insulina. 
 massagear com firmeza o local escolhido após aplicação da insulina. 
 administrar insulina por via intramuscular selecionando os músculos de maior absorção. 
 
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a
 Questão (Ref.: 201502177817) Pontos: 0,0 / 0,1 
(CESPE 2013 SESA ES ENFERMEIRO) A cetoacidose diabética pode ser identificada pelo 
enfermeiro através da observação de algumas manifestações clínicas durante o exame físico e 
exames laboratoriais, tais como: 
I. poliúria e polidpsia; 
II. letargia, torpor e coma; 
III. hipoglicemia; 
IV. hipovolemia. 
Triagem Final (Ensino Clínico IV) 
Dos itens acima, verifica-se que estão CORRETOS: 
 
 I e II, apenas. 
 II, III e IV, apenas. 
 I, II e III, apenas. 
 I, II e IV, apenas. 
 III e IV, apenas.

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