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Diabetes 3

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O pé diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM) e suas consequências podem ser dramáticas para a vida do indivíduo.
Assinale a alternativa correta sobre este tema.
A O exame periódico dos pés das pessoas com diabetes mellitus, que pode identificar precocemente as alterações, permitindo o tratamento oportuno e evitando o desenvolvimento de complicações, deve ser feito em unidades especializadas.
B Entre as complicações crônicas do diabetes mellitus, a ulceração e a amputação de extremidades, que são complicações do pé diabético, são algumas das mais graves de maior impacto socioeconômico e são inevitáveis.
C O pé diabético pode ser neuropático, vascular ou isquêmico e misto, mas as caraterísticas do quadro clínico são as mesmas, assim como a evolução.
D Denomina-se pé diabético a presença de infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos profundos associados a anormalidades neurológicas e a vários graus de doença vascular periférica em pessoas com diabetes mellitus.
E A abordagem educativa das pessoas com diabetes mellitus tem pouca importância para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés.

Qual das seguintes afirmacoes sobre complicações crônicas do diabetes melito é correta?
A A retinopatia diabética está associada principalmente à hiperglicemia transitória, e seu risco diminui significativamente com o controle glicêmico a curto prazo.
B A nefropatia diabética é caracterizada principalmente por hipertensão arterial, sendo a proteinúria um marcador tardio e menos relevante.
C A neuropatia autonômica cardiovascular no diabetes melito é uma condição rara e, portanto, não representa uma preocupação significativa em pacientes diabéticos.
D A macroangiopatia diabética, frequentemente observada em grandes vasos, está mais associada a eventos isquêmicos como infarto do miocárdio do que a acidentes vasculares cerebrais.
E O pé diabético é uma complicação comum, e sua prevenção inclui o controle rigoroso da glicemia.

A osteomielite está potencialmente subjacente a qualquer úlcera no pé diabético:
A Especialmente aquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).
B Especialmente aquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, sem exposição óssea ou não acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).
C Especialmente aquelas existentes há muitas horas ou extensas (> 2 mm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).
D Mas não naquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).

Homem, 54 anos, com antecedente de diabetes mellitus e hipertensão arterial, tabagista de 80 maços/ano, queixa-se de contusão em terceiro podo dáctilo direito há 15 dias, com ferimento corto contuso que não cicatrizou, evoluindo para escurecimento da pele e cianose próxima à lesão. Nega dor intensa, mas tem deformidade plantar e perda da sensibilidade.
Qual é a condição que permite que a conduta terapêutica possa ser conservadora?
A Presença de infecção.
B Ausência de osteomielite.
C Ausência de circulação colateral.
D Suspeição de tromboangeite obliterante.
E Presença de flictenas e edema.

Homem de 68 anos de idade, com história prévia de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, ambas sem controle adequado, comparece em consulta ambulatorial de seguimento rotineiro das comorbidades. Hoje, queixou-se de uma sensação de queimação e parestesia em sola dos pés, com piora noturna, que se iniciou nos últimos 3 meses.
Considerando o caso clínico acima, assinale a alternativa verdadeira:
A Diante de uma possível síndrome nefrótica em um homem idoso, está indicada biópsia renal neste momento.
B A presença de neuropatia associada à proteinúria nefrótica sugere o diagnóstico de vasculite de pequenos vasos.
C Por tratar-se de uma síndrome nefrótica, o controle da glicemia não terá impacto na progressão da doença renal.
D A realização de fundoscopia auxiliaria a corroborar o diagnóstico de nefropatia diabética como causa da proteinúria.

Assinale a alternativa correta em relação ao pé diabético.
A A simples presença de pulsos podálicos não é suficiente para afastar a isquemia por obstrução arterial troncular como a causa principal de isquemia na grande maioria dos pacientes.
B A avaliação clínica, quanto ao aspecto e à temperatura do local associado à medida pressórica no tornozelo, isoladamente ou com o índice tornozelo‑braquial, não tem nenhuma utilidade na prática clínica atualmente.
C Para corroborar o diagnóstico de infecção, o RX simples permite identificar áreas de destruição óssea, presença de corpo estranho ou ar no subcutâneo, mas não permite o planejamento cirúrgico.
D Para a avaliação de infecção de partes moles e osteomielite, imagens de TC têm alta sensibilidade e especificidade.
E Qualquer paciente que caminhe sobre úlcera plantar sem sentir dor, até que se prove o contrário, tem neuropatia sensitiva.

Para Infecção no pé diabético, em relação ao RX do pé, quando interpretado por um avaliador experiente, os achados característicos de infecção óssea são altamente sugestivos de osteomielite.
Sendo correto que:
A No entanto, a radiografia simples do pé tem alta sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, podendo apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.
B No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, podendo apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.
C No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nos primeiros anos de infecção, podendo apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.
D No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, sendo sempre positivo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.

A ressonância magnética para o diagnostico de infecção no pé diabético:
A É o exame de imagem contraindicado para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 9% e especificidade de 8%, e tem sido o teste mais amplamente usado por décadas.
B É o exame de imagem de referência para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 90% e especificidade de 10%, e tem sido o teste raramente usado por décadas.
C É o exame de imagem de referência para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 90% e especificidade de 80%, e tem sido o teste mais amplamente usado por décadas.
D É o exame de imagem com pouca utilidade no diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 30% e especificidade de 80%, e tem sido o teste mais raramente usado por décadas.

Entre as diversas complicações que podem surgir como consequência do mau controle da glicemia em pacientes diabéticos, é CORRETO afirmar:
A A neuropatia diabética pode resultar em sintomas como formigamento e dormência das pernas, pés e mãos, além de desequilíbrio e enfraquecimento muscular.
B A nefropatia diabética é caracterizada pela perda de proteína na urina e pode levar à falência hepática.
C A retinopatia diabética é uma complicação que afeta a retina do olho e pode levar à perda da acuidade visual.
D O pé diabético é uma condição que ocorre exclusivamente devido ao alto consumo de alimentos açucarados, levando a ulcerações nos pés que podem necessitar de amputação.

O Pé Diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM) e suas consequências podem ser dramáticas para a vida do indivíduo, desde feridas crônicas e infecções até amputações de membros inferiores.
Sobre a classificação de risco do Pé Diabético, está CORRETA a alternativa:
A Grau 0: neuropatia presente com ou sem deformidades (dedos em garra, dedos em martelo, proeminências em ante pé, Charcot).
B Grau 1: história de úlcera e/ou amputação.
C Grau 2: doença arterial periférica com ou sem neuropatia presente.
D Grau 3: neuropatia ausente.

Gumercindo, 64 anos, comparece à unidade de saúde com lesão característica de mal perfurante plantar, com drenagem de secreção purulenta há 5 dias. Nega dor ou febre, mas refere piora do aspecto da ferida, e piora do rubor no pé acometido.
A melhor conduta para Gumercindo é:
A Prescrever Cefalexina via oral e solicitar HbA1c, e ficar realizando curativo na unidade e encaminhar para Cirurgião Vascular.
B Internar, iniciar Ciprofloxacino, solicitar doppler arterial da perna acometida e monitorar glicemia.
C Internar, iniciar ceftriaxona, realizar triagem para DM2, se negativa, pensar em Hanseníase.
D Internar, iniciar piperacilina/tazobactam, solicitar doppler arterial da perna acometida e imagem para osteomielite.

Quando devemos iniciar o rastreio para doença renal do diabetes no paciente com Diabetes Mellitus tipo 2?
A 5 anos após o diagnóstico
B No diagnóstico
C Quando a creatinina for > 1.5mg/dL
D Quando a taxa de flitação glomerular for <90
E Quando a taxa de flitação glomerular for <60

Como é feito o rastreio para doença renal do diabetes?
A Rastreamento anual por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de urina junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela CKD-EPI a partir da creatinina sérica.
B Rastreamento a cada 2 anos por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de urina, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela CKD-EPI a partir da creatinina sérica.
C Rastreamento anual por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de sangue junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina urinária.
D Rastreamento a cada 2 anos por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de sangue, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina sérica.
E Rastreamento anual por meio da dosagem de creatinina sérica ou relação albumina/creatinina em amostra de urina, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina sérica.

Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há seis anos, realiza consulta médica de acompanhamento.
A esse respeito, é correto afirmar que
A o paciente apresenta microalbuminúria.
B trata-se de um caso de síndrome nefrótica de origem diabética.
C os resultados encontrados são compatíveis com macroalbuminúria.
D o diagnóstico da nefropatia diabética exige concomitância de presença da neuropatia.
E os valores de albumina encontrados na urina ainda não são suficientes para indicar lesão renal pelo diabetes.

Paciente de 64 anos, do sexo feminino, portadora de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença, queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita.
A provável explicação para esse achado está na presença de
A retinopatia.
B demência vascular.
C cardiopatia isquêmica.
D neuropatia autonômica.
E acidente vascular encefálico.

Paciente de 64 anos, do sexo feminino, portadora de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença, queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita. Seu médico constatou a presença de hipotensão arterial postural. No exame físico, foi constatada taquicardia em repouso.
A provável explicação para esse achado está na presença de
A retinopatia.
B demência vascular.
C cardiopatia isquêmica.
D neuropatia autonômica.
E acidente vascular encefálico.

Mulher de 48 anos, com diabetes mellitus tipo I, queixa-se de ferida na região plantar do antepé esquerdo. Nos últimos dias, notou secreção purulenta na ferida e vermelhidão ao seu redor. Deambula sem dificuldade. Exame clínico: apresenta pulsos femorais, poplíteos, pediosos e tibiais posteriores presentes; ferida na face plantar do antepé esquerdo na topografia da região distal do 5º metatarso, com fundo de granulação e área de hiperceratose ao redor; observada discreta hiperemia local e saída de secreção purulenta por orifício no centro da ferida; hemoglobina glicada: 9,5%, Leucócitos 16.700, com neutrofilia e desvio à esquerda. Imagem da radiografia apresentada.
Qual a conduta recomendada?
A Antibioticoterapia, desbridamento da ferida e osteotomia do 5º metatarso.
B Antibioticoterapia prolongada e controle do diabetes, sem intervenção cirúrgica.
C Antibioticoterapia e amputação transmetatársica.
D Antibioticoterapia e amputação transtibial.

Mulher de 68 anos com diabetes mellitus de longa data, sem acompanhamento com endocrinologista, levada por familiar ao pronto-socorro por queda do estado geral, febre e confusão mental. Exame clínico: frequência cardíaca 120 bpm; PA 90x60 mmHg; confusa e desorientada; sudoreica; glicemia 540; Temperatura: 38.2°C; pulsos femorais, poplíteos, tibiais posteriores e pediosos presentes. Ferida na região do calcanhar direito, com necrose úmida e saída de secreção de odor fétido. Hiperemia e edema em todo o pé e terço distal da perna, com crepitação à palpação. Iniciada antibioticoterapia de amplo espectro.
Qual conduta deverá ser tomada na sequência?
A Amputação transfemoral.
B Amputação transtibial.
C Curativo diário com papaína.
D Desbridamento da ferida.

Paciente masculino de 60 anos, diabético e com HPB, internado por infecção do trato urinário, vem apresentando hiperglicemias durante a internação. Usava metformina antes de internar, mas não refere ter um controle adequado.
A conduta mais correta é
A manter metformina e prescrever insulina se necessário.
B suspender metformina e iniciar insulinização com NPH e Regular de horário e ajustes conforme glicemias de controle.
C suspender metformina e prescrever “sliding scale”- insulina regular ou lispro conforme o dextro, de acordo com tabela padrão.
D prescrever apenas insulina regular, 3 vezes ao dia, antes das refeições.
E controlar o quadro com bomba de insulina.

Mulher, 58 anos, comparece em consulta com queixa de dor em uma área localizada à direita do umbigo, sensível ao toque. Nega febre ou fraqueza. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e dislipidemia. Medicações em uso: losartana, atorvastatina, metformina, insulina e aspirina. Exame físico: peso 80 kg; altura 1,6 m; PA 132x84 mmHg; FC 72 bpm; FR 12 irpm. Exame neurológico: área de parestesia e alodínia do lado direito do abdome, que se estende posteriormente, mas não ultrapassa a linha média. O restante do exame neurológico é normal. Exames laboratoriais: creatinina 2,1 mg/dL; hemoglobina glicosilada 7,8%. Exame de urina e eletroforese de proteínas sérica normais. Ressonância de coluna torácica normal.
A hipótese diagnóstica é:
A Mononeuropatia diabética.
B Neuropatia urêmica.
C Neuropatia por paraproteinemia.
D Deficiência de vitamina b12.

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Questões resolvidas

O pé diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM) e suas consequências podem ser dramáticas para a vida do indivíduo.
Assinale a alternativa correta sobre este tema.
A O exame periódico dos pés das pessoas com diabetes mellitus, que pode identificar precocemente as alterações, permitindo o tratamento oportuno e evitando o desenvolvimento de complicações, deve ser feito em unidades especializadas.
B Entre as complicações crônicas do diabetes mellitus, a ulceração e a amputação de extremidades, que são complicações do pé diabético, são algumas das mais graves de maior impacto socioeconômico e são inevitáveis.
C O pé diabético pode ser neuropático, vascular ou isquêmico e misto, mas as caraterísticas do quadro clínico são as mesmas, assim como a evolução.
D Denomina-se pé diabético a presença de infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos profundos associados a anormalidades neurológicas e a vários graus de doença vascular periférica em pessoas com diabetes mellitus.
E A abordagem educativa das pessoas com diabetes mellitus tem pouca importância para a prevenção da ocorrência de ulcerações nos pés.

Qual das seguintes afirmacoes sobre complicações crônicas do diabetes melito é correta?
A A retinopatia diabética está associada principalmente à hiperglicemia transitória, e seu risco diminui significativamente com o controle glicêmico a curto prazo.
B A nefropatia diabética é caracterizada principalmente por hipertensão arterial, sendo a proteinúria um marcador tardio e menos relevante.
C A neuropatia autonômica cardiovascular no diabetes melito é uma condição rara e, portanto, não representa uma preocupação significativa em pacientes diabéticos.
D A macroangiopatia diabética, frequentemente observada em grandes vasos, está mais associada a eventos isquêmicos como infarto do miocárdio do que a acidentes vasculares cerebrais.
E O pé diabético é uma complicação comum, e sua prevenção inclui o controle rigoroso da glicemia.

A osteomielite está potencialmente subjacente a qualquer úlcera no pé diabético:
A Especialmente aquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).
B Especialmente aquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, sem exposição óssea ou não acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).
C Especialmente aquelas existentes há muitas horas ou extensas (> 2 mm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).
D Mas não naquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em salsicha”).

Homem, 54 anos, com antecedente de diabetes mellitus e hipertensão arterial, tabagista de 80 maços/ano, queixa-se de contusão em terceiro podo dáctilo direito há 15 dias, com ferimento corto contuso que não cicatrizou, evoluindo para escurecimento da pele e cianose próxima à lesão. Nega dor intensa, mas tem deformidade plantar e perda da sensibilidade.
Qual é a condição que permite que a conduta terapêutica possa ser conservadora?
A Presença de infecção.
B Ausência de osteomielite.
C Ausência de circulação colateral.
D Suspeição de tromboangeite obliterante.
E Presença de flictenas e edema.

Homem de 68 anos de idade, com história prévia de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos, ambas sem controle adequado, comparece em consulta ambulatorial de seguimento rotineiro das comorbidades. Hoje, queixou-se de uma sensação de queimação e parestesia em sola dos pés, com piora noturna, que se iniciou nos últimos 3 meses.
Considerando o caso clínico acima, assinale a alternativa verdadeira:
A Diante de uma possível síndrome nefrótica em um homem idoso, está indicada biópsia renal neste momento.
B A presença de neuropatia associada à proteinúria nefrótica sugere o diagnóstico de vasculite de pequenos vasos.
C Por tratar-se de uma síndrome nefrótica, o controle da glicemia não terá impacto na progressão da doença renal.
D A realização de fundoscopia auxiliaria a corroborar o diagnóstico de nefropatia diabética como causa da proteinúria.

Assinale a alternativa correta em relação ao pé diabético.
A A simples presença de pulsos podálicos não é suficiente para afastar a isquemia por obstrução arterial troncular como a causa principal de isquemia na grande maioria dos pacientes.
B A avaliação clínica, quanto ao aspecto e à temperatura do local associado à medida pressórica no tornozelo, isoladamente ou com o índice tornozelo‑braquial, não tem nenhuma utilidade na prática clínica atualmente.
C Para corroborar o diagnóstico de infecção, o RX simples permite identificar áreas de destruição óssea, presença de corpo estranho ou ar no subcutâneo, mas não permite o planejamento cirúrgico.
D Para a avaliação de infecção de partes moles e osteomielite, imagens de TC têm alta sensibilidade e especificidade.
E Qualquer paciente que caminhe sobre úlcera plantar sem sentir dor, até que se prove o contrário, tem neuropatia sensitiva.

Para Infecção no pé diabético, em relação ao RX do pé, quando interpretado por um avaliador experiente, os achados característicos de infecção óssea são altamente sugestivos de osteomielite.
Sendo correto que:
A No entanto, a radiografia simples do pé tem alta sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, podendo apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.
B No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, podendo apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.
C No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nos primeiros anos de infecção, podendo apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.
D No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, sendo sempre positivo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à osteoartropatia de Charcot.

A ressonância magnética para o diagnostico de infecção no pé diabético:
A É o exame de imagem contraindicado para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 9% e especificidade de 8%, e tem sido o teste mais amplamente usado por décadas.
B É o exame de imagem de referência para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 90% e especificidade de 10%, e tem sido o teste raramente usado por décadas.
C É o exame de imagem de referência para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 90% e especificidade de 80%, e tem sido o teste mais amplamente usado por décadas.
D É o exame de imagem com pouca utilidade no diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 30% e especificidade de 80%, e tem sido o teste mais raramente usado por décadas.

Entre as diversas complicações que podem surgir como consequência do mau controle da glicemia em pacientes diabéticos, é CORRETO afirmar:
A A neuropatia diabética pode resultar em sintomas como formigamento e dormência das pernas, pés e mãos, além de desequilíbrio e enfraquecimento muscular.
B A nefropatia diabética é caracterizada pela perda de proteína na urina e pode levar à falência hepática.
C A retinopatia diabética é uma complicação que afeta a retina do olho e pode levar à perda da acuidade visual.
D O pé diabético é uma condição que ocorre exclusivamente devido ao alto consumo de alimentos açucarados, levando a ulcerações nos pés que podem necessitar de amputação.

O Pé Diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM) e suas consequências podem ser dramáticas para a vida do indivíduo, desde feridas crônicas e infecções até amputações de membros inferiores.
Sobre a classificação de risco do Pé Diabético, está CORRETA a alternativa:
A Grau 0: neuropatia presente com ou sem deformidades (dedos em garra, dedos em martelo, proeminências em ante pé, Charcot).
B Grau 1: história de úlcera e/ou amputação.
C Grau 2: doença arterial periférica com ou sem neuropatia presente.
D Grau 3: neuropatia ausente.

Gumercindo, 64 anos, comparece à unidade de saúde com lesão característica de mal perfurante plantar, com drenagem de secreção purulenta há 5 dias. Nega dor ou febre, mas refere piora do aspecto da ferida, e piora do rubor no pé acometido.
A melhor conduta para Gumercindo é:
A Prescrever Cefalexina via oral e solicitar HbA1c, e ficar realizando curativo na unidade e encaminhar para Cirurgião Vascular.
B Internar, iniciar Ciprofloxacino, solicitar doppler arterial da perna acometida e monitorar glicemia.
C Internar, iniciar ceftriaxona, realizar triagem para DM2, se negativa, pensar em Hanseníase.
D Internar, iniciar piperacilina/tazobactam, solicitar doppler arterial da perna acometida e imagem para osteomielite.

Quando devemos iniciar o rastreio para doença renal do diabetes no paciente com Diabetes Mellitus tipo 2?
A 5 anos após o diagnóstico
B No diagnóstico
C Quando a creatinina for > 1.5mg/dL
D Quando a taxa de flitação glomerular for <90
E Quando a taxa de flitação glomerular for <60

Como é feito o rastreio para doença renal do diabetes?
A Rastreamento anual por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de urina junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela CKD-EPI a partir da creatinina sérica.
B Rastreamento a cada 2 anos por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de urina, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela CKD-EPI a partir da creatinina sérica.
C Rastreamento anual por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de sangue junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina urinária.
D Rastreamento a cada 2 anos por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de sangue, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina sérica.
E Rastreamento anual por meio da dosagem de creatinina sérica ou relação albumina/creatinina em amostra de urina, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina sérica.

Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há seis anos, realiza consulta médica de acompanhamento.
A esse respeito, é correto afirmar que
A o paciente apresenta microalbuminúria.
B trata-se de um caso de síndrome nefrótica de origem diabética.
C os resultados encontrados são compatíveis com macroalbuminúria.
D o diagnóstico da nefropatia diabética exige concomitância de presença da neuropatia.
E os valores de albumina encontrados na urina ainda não são suficientes para indicar lesão renal pelo diabetes.

Paciente de 64 anos, do sexo feminino, portadora de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença, queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita.
A provável explicação para esse achado está na presença de
A retinopatia.
B demência vascular.
C cardiopatia isquêmica.
D neuropatia autonômica.
E acidente vascular encefálico.

Paciente de 64 anos, do sexo feminino, portadora de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença, queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita. Seu médico constatou a presença de hipotensão arterial postural. No exame físico, foi constatada taquicardia em repouso.
A provável explicação para esse achado está na presença de
A retinopatia.
B demência vascular.
C cardiopatia isquêmica.
D neuropatia autonômica.
E acidente vascular encefálico.

Mulher de 48 anos, com diabetes mellitus tipo I, queixa-se de ferida na região plantar do antepé esquerdo. Nos últimos dias, notou secreção purulenta na ferida e vermelhidão ao seu redor. Deambula sem dificuldade. Exame clínico: apresenta pulsos femorais, poplíteos, pediosos e tibiais posteriores presentes; ferida na face plantar do antepé esquerdo na topografia da região distal do 5º metatarso, com fundo de granulação e área de hiperceratose ao redor; observada discreta hiperemia local e saída de secreção purulenta por orifício no centro da ferida; hemoglobina glicada: 9,5%, Leucócitos 16.700, com neutrofilia e desvio à esquerda. Imagem da radiografia apresentada.
Qual a conduta recomendada?
A Antibioticoterapia, desbridamento da ferida e osteotomia do 5º metatarso.
B Antibioticoterapia prolongada e controle do diabetes, sem intervenção cirúrgica.
C Antibioticoterapia e amputação transmetatársica.
D Antibioticoterapia e amputação transtibial.

Mulher de 68 anos com diabetes mellitus de longa data, sem acompanhamento com endocrinologista, levada por familiar ao pronto-socorro por queda do estado geral, febre e confusão mental. Exame clínico: frequência cardíaca 120 bpm; PA 90x60 mmHg; confusa e desorientada; sudoreica; glicemia 540; Temperatura: 38.2°C; pulsos femorais, poplíteos, tibiais posteriores e pediosos presentes. Ferida na região do calcanhar direito, com necrose úmida e saída de secreção de odor fétido. Hiperemia e edema em todo o pé e terço distal da perna, com crepitação à palpação. Iniciada antibioticoterapia de amplo espectro.
Qual conduta deverá ser tomada na sequência?
A Amputação transfemoral.
B Amputação transtibial.
C Curativo diário com papaína.
D Desbridamento da ferida.

Paciente masculino de 60 anos, diabético e com HPB, internado por infecção do trato urinário, vem apresentando hiperglicemias durante a internação. Usava metformina antes de internar, mas não refere ter um controle adequado.
A conduta mais correta é
A manter metformina e prescrever insulina se necessário.
B suspender metformina e iniciar insulinização com NPH e Regular de horário e ajustes conforme glicemias de controle.
C suspender metformina e prescrever “sliding scale”- insulina regular ou lispro conforme o dextro, de acordo com tabela padrão.
D prescrever apenas insulina regular, 3 vezes ao dia, antes das refeições.
E controlar o quadro com bomba de insulina.

Mulher, 58 anos, comparece em consulta com queixa de dor em uma área localizada à direita do umbigo, sensível ao toque. Nega febre ou fraqueza. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e dislipidemia. Medicações em uso: losartana, atorvastatina, metformina, insulina e aspirina. Exame físico: peso 80 kg; altura 1,6 m; PA 132x84 mmHg; FC 72 bpm; FR 12 irpm. Exame neurológico: área de parestesia e alodínia do lado direito do abdome, que se estende posteriormente, mas não ultrapassa a linha média. O restante do exame neurológico é normal. Exames laboratoriais: creatinina 2,1 mg/dL; hemoglobina glicosilada 7,8%. Exame de urina e eletroforese de proteínas sérica normais. Ressonância de coluna torácica normal.
A hipótese diagnóstica é:
A Mononeuropatia diabética.
B Neuropatia urêmica.
C Neuropatia por paraproteinemia.
D Deficiência de vitamina b12.

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Diabetes 3
vinicius martins - 500.237.318-69
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Questão 1 Avaliação do pé diabético Def inição e f isiopatogenia
O pé diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM) e suas consequências podem ser
dramáticas para a vida do indivíduo. Assinale a alternativa correta sobre este tema.
A O exame periódico dos pés das pessoas com diabetes mellitus, que pode identificar precocemente as
alterações, permitindo o tratamento oportuno e evitando o desenvolvimento de complicações, deve ser feito em
unidades especializadas.
B Entre as complicações crônicas do diabetes mellitus, a ulceração e a amputação de extremidades, que são
complicações do pé diabético, são algumas das mais graves de maior impacto socioeconômico e são
inevitáveis.
C O pé diabético pode ser neuropático, vascular ou isquêmico e misto, mas as caraterísticas do quadro clínico são
as mesmas, assim como a evolução.
D Denomina-se pé diabético a presença de infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos profundos associados
a anormalidades neurológicas e a vários graus de doença vascular periférica em pessoas com diabetes mellitus.
E A abordagem educativa das pessoas com diabetes mellitus tem pouca importância para a prevenção da
ocorrência de ulcerações nos pés
4000216365
Questão 2 Complicações microvasculares Rastreio da doença renal do diabetes Def inição e f isiopatogenia
Qual das seguintes afirmações sobre complicações crônicas do diabetes melito é correta?
A A retinopatia diabética está associada principalmente à hiperglicemia transitória, e seu risco diminui
significativamente com o controle glicêmico a curto prazo.
B A nefropatia diabética é caracterizada principalmente por hipertensão arterial, sendo a proteinúria um marcador
tardio e menos relevante.
C A neuropatia autonômica cardiovascular no diabetes melito é uma condição rara e, portanto, não representa uma
preocupação significativa em pacientes diabéticos.
D A macroangiopatia diabética, frequentemente observada em grandes vasos, está mais associada a eventos
isquêmicos como infarto do miocárdio do que a acidentes vasculares cerebrais.
E O pé diabético é uma complicação comum, e sua prevenção inclui o controle rigoroso da glicemia.
4000214990
Questão 3 O pé diabético
A osteomielite está potencialmente subjacente a qualquer úlcera no pé diabético:
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A Especialmente aquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma
proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em
salsicha”).
B Especialmente aquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma
proeminência óssea, sem exposição óssea ou não acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado
(“em salsicha”).
C Especialmente aquelas existentes há muitas horas ou extensas (> 2 mm), profundas ou localizadas sobre uma
proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em
salsicha”).
D Mas não naquelas existentes há muitas semanas ou extensas (> 2 cm), profundas ou localizadas sobre uma
proeminência óssea, com exposição óssea ou acompanhadas de um dedo do pé eritematoso e inchado (“em
salsicha”).
4000214915
Questão 4 Avaliação do pé diabético Abordagem cirúrgica do pé diabético
Homem, 54 anos, com antecedente de diabetes mellitus e hipertensão arterial, tabagista de 80 maços/ano, queixa-se de
contusão em terceiro podo dáctilo direito há 15 dias, com ferimento corto contuso que não cicatrizou, evoluindo para
escurecimento da pele e cianose próxima à lesão. Nega dor intensa, mas tem deformidade plantar e perda da sensibilidade.
Qual é a condição que permite que a conduta terapêutica possa ser conservadora?
A Presença de infecção.
B Ausência de osteomielite.
C Ausência de circulação colateral.
D Suspeição de tromboangeite obliterante.
E Presença de flictenas e edema.
4000214803
Questão 5 Complicações microvasculares Manif estações e características clínicas
Patogênese e evolução da doença
Homem de 68 anos de idade, com história prévia de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos,
ambas sem controle adequado, comparece em consulta ambulatorial de seguimento rotineiro das comorbidades. Hoje,
queixou-se de uma sensação de queimação e parestesia em sola dos pés, com piora noturna, que se iniciou nos últimos 3
meses. Sem outras queixas. Não havia alterações ao exame físico segmentar. Os exames laboratoriais, realizados na última
semana, evidenciam: hemoglobina 13,0g/dL (VR: 13-18g/dL); hematócrito 39% (VR: 38 - 52%); leucócitos 4220/mm³ (VR:
4.000 11.000/mm³); plaquetas 150.000/mm³ (VR: 140.000 - 450.000/mm³); ureia 65mg/dL (VR: 10-50mg/dL); creatinina
1,52mg/dL, com clearance de creatinina estimado (CKD-EPI) de 46mL/min/1,73m² (VR > 60mL/min/1,73m²); sódio
138mEq/L (VR: 136-145mEq/L); potássio 4,2mEq/L (VR: 3,5-5,1mEq/L); hemoglobina glicada 10,2% (VR < 5,7% ); glicemia de
jejum 221mg/dL (VR<99mg/dL) e LDL de 121mg/dL. A urina tipo 1 apresentou glicosúria e proteinúria ++. Ausência de
cilindros, leucócitos ou hemácias. Proteinúria 24h: 3,8g/24h. Considerando o caso clínico acima, assinale a alternativa
verdadeira:
A Diante de uma possível síndrome nefrótica em um homem idoso, está indicada biópsia renal neste momento.
B A presença de neuropatia associada à proteinúria nefrótica sugere o diagnóstico de vasculite de pequenos vasos.
C Por tratar-se de uma síndrome nefrótica, o controle da glicemia não terá impacto na progressão da doença renal.
D A realização de fundoscopia auxiliaria a corroborar o diagnóstico de nefropatia diabética como causa da
proteinúria.
4000213496
Questão 6 Avaliação do pé diabético O pé diabético
Assinale a alternativa correta em relação ao pé diabético.
A A simples presença de pulsos podálicos não é suficiente para afastar a isquemia por obstrução arterial troncular
como a causa principal de isquemia na grande maioria dos pacientes.
B A avaliação clínica, quanto ao aspecto e à temperatura do local associado à medida pressórica no tornozelo,
isoladamente ou com o índice tornozelo‑braquial, não tem nenhuma utilidade na prática clínica atualmente.
C Para corroborar o diagnóstico de infecção, o RX simples permite identificar áreas de destruição óssea, presença
de corpo estranho ou ar no subcutâneo, mas não permite o planejamento cirúrgico.
D Para a avaliação de infecção de partes moles e osteomielite, imagens de TC têm alta sensibilidade e
especificidade.
E Qualquer paciente que caminhe sobre úlcera plantar sem sentir dor, até que se prove o contrário, tem neuropatia
sensitiva.
4000213433
Questão 7 Avaliação do pé diabético
Para Infecção no pé diabético, em relação ao RX do pé, quando interpretado por um avaliador experiente, os achados
característicos de infecção óssea são altamente sugestivos de osteomielite. Sendo correto que:
A No entanto, a radiografia simples do pé tem alta sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, podendo
apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações
comuns à osteoartropatia de Charcot.
B No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, podendo
apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações
comuns à osteoartropatia de Charcot.
C No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nos primeiros anos de infecção, podendo
apresentar-se negativo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações
comuns à osteoartropatia de Charcot.
D No entanto, a radiografia simples do pé tem baixa sensibilidade nas primeiras semanas de infecção, sendo sempre
positivo. Alguns achados anormais frequentemente podem ser confundidos com alterações comuns à
osteoartropatia de Charcot.
4000213025Questão 8 Avaliação do pé diabético
A ressonância magnética para o diagnostico de infecção no pé diabético:
A É o exame de imagem contraindicado para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 9% e
especificidade de 8%, e tem sido o teste mais amplamente usado por décadas.
B É o exame de imagem de referência para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 90% e
especificidade de 10%, e tem sido o teste raramente usado por décadas.
C É o exame de imagem de referência para o diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 90% e
especificidade de 80%, e tem sido o teste mais amplamente usado por décadas.
D É o exame de imagem com pouca utilidade no diagnóstico de osteomielite. Tem sensibilidade de 30% e
especificidade de 80%, e tem sido o teste mais raramente usado por décadas.
4000213018
Questão 9 Clínica Médica Rastreio da doença renal do diabetes Neuropatia diabética
Entre as diversas complicações que podem surgir como consequência do mau controle da glicemia em pacientes
diabéticos, é CORRETO afirmar:
A A neuropatia diabética pode resultar em sintomas como formigamento e dormência das pernas, pés e mãos, além
de desequilíbrio e enfraquecimento muscular.
B A nefropatia diabética é caracterizada pela perda de proteína na urina e pode levar à falência hepática.
C A retinopatia diabética é uma complicação que afeta a retina do olho e pode levar à perda da acuidade visual.
D O pé diabético é uma condição que ocorre exclusivamente devido ao alto consumo de alimentos açucarados,
levando a ulcerações nos pés que podem necessitar de amputação.
4000209318
Questão 10 Avaliação do pé diabético Classif icação do risco de ulceração e seguimento
O Pé Diabético está entre as complicações mais frequentes do Diabetes Mellitus (DM) e suas consequências podem ser
dramáticas para a vida do indivíduo, desde feridas crônicas e infecções até amputações de membros inferiores. O exame
periódico dos pés propicia a identi cação precoce e o tratamento oportuno das alterações encontradas, possibilitando,
assim, a prevenção de um número expressivo de complicações do Pé Diabético. Sobre a classi cação de risco do Pé
Diabético, está CORRETA a alternativa:
A Grau 0: neuropatia presente com ou sem deformidades (dedos em garra, dedos em martelo, proeminências em
ante pé, Charcot).
B Grau 1: história de úlcera e/ou amputação.
C Grau 2: doença arterial periférica com ou sem neuropatia presente.
D Grau 3: neuropatia ausente.
4000209234
Questão 11 Clínica Médica O pé diabético Osteomielite
Gumercindo, 64 anos, comparece à unidade de saúde com lesão característica de mal perfurante plantar, com drenagem
de secreção purulenta há 5 dias. Nega dor ou febre, mas refere piora do aspecto da ferida, e piora do rubor no pé
acometido. Estava fazendo macerado de ampicilina e colocando sobre a ferida. Relata uso de Losartana 50mg 12/12hs.
Nega DM2. Relata que fuma porronca desde a adolescência. Ao exame físico, nota-se pé edemaciado, com calor e rubor,
presença de úlcera plantar em 1o metatarsiano, drenando secreção esverdeada e parte da borda com área enegrecida.
Pulso pedioso não palpável no pé acometido. A melhor conduta para Gumercindo é:
A Prescrever Cefalexina via oral e solicitar HbA1c, e ficar realizando curativo na unidade e encaminhar para Cirurgião
Vascular.
B Internar, iniciar Ciprofloxacino, solicitar doppler arterial da perna acometida e monitorar glicemia.
C Internar, iniciar ceftriaxona, realizar triagem para DM2, se negativa, pensar em Hanseníase.
D Internar, iniciar piperacilina/tazobactam, solicitar doppler arterial da perna acometida e imagem para osteomielite.
4000208336
Questão 12 Clínica Médica Rastreio da doença renal do diabetes
Quando devemos iniciar o rastreio para doença renal do diabetes no paciente com Diabetes Mellitus tipo 2?
A 5 anos após o diagnóstico
B No diagnóstico
C Quando a creatinina for > 1.5mg/dL
D Quando a taxa de flitação glomerular for <90
E Quando a taxa de flitação glomerular for <60
4000207474
Questão 13 Clínica Médica Rastreio da doença renal do diabetes
Como é feito o rastreio para doença renal do diabetes?
A Rastreamento anual por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de
urina junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela CKD-EPI a partir da creatinina sérica.
B Rastreamento a cada 2 anos por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em
amostra de urina, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela CKD-EPI a partir da creatinina
sérica.
C Rastreamento anual por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em amostra de
sangue junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina
urinária.
D Rastreamento a cada 2 anos por meio da dosagem de albumina urinária ou relação albumina/creatinina em
amostra de sangue, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da
creatinina sérica.
E Rastreamento anual por meio da dosagem de creatinina sérica ou relação albumina/creatinina em amostra de
urina, junto com o cálculo da taxa de flitação glomerular estimada pela Cockcroft & Gault a partir da creatinina
sérica.
4000207473
Questão 14 Rastreio da doença renal do diabetes
Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há seis anos, realiza consulta médica de acompanhamento.
Encontra-se em uso de metformina, sinvastatina e losartana potássica. Sua pressão arterial é de 140/80mmHg; glicemia
( jejum) = 142mg/dL; sódio sérico = 140mmol/L; potássio sérico = 5,2mmol/L; ureia e creatinina no soro dentro dos valores
de referência; e microalbuminúria = 360mg/24 horas. 
A esse respeito, é correto afirmar que
A o paciente apresenta microalbuminúria.
B trata-se de um caso de síndrome nefrótica de origem diabética.
C os resultados encontrados são compatíveis com macroalbuminúria.
D o diagnóstico da nefropatia diabética exige concomitância de presença da neuropatia.
E os valores de albumina encontrados na urina ainda não são suficientes para indicar lesão renal pelo diabetes.
4000202137
Questão 15 Neuropatia autonômica
Paciente de 64 anos, do sexo feminino, portadora de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença,
queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita. Seu médico
constatou a presença de hipotensão arterial postural. No exame físico, foi constatada taquicardia em repouso. 
A provável explicação para esse achado está na presença de
A retinopatia.
B demência vascular.
C cardiopatia isquêmica.
D neuropatia autonômica.
E acidente vascular encefálico.
4000202136
Questão 16 Abordagem cirúrgica do pé diabético
Mulher de 48 anos, com diabetes mellitus tipo I, queixa-se de ferida na região plantar do antepé esquerdo. Nos últimos dias,
notou secreção purulenta na ferida e vermelhidão ao seu redor. Deambula sem di culdade. Exame clínico: apresenta pulsos
femorais, poplíteos, pediosos e tibiais posteriores presentes; ferida na face plantar do antepé esquerdo na topogra a da
região distal do 5º metatarso, com fundo de granulação e área de hiperceratose ao redor; observada discreta hiperemia
local e saída de secreção purulenta por orifício no centro da ferida; hemoglobona glicada: 9,5%, Leucocitos 16.700, com
neutrofilia e desvio à esquerda. Imagem da radiografia apresentada.
Qual a conduta recomendada?
A Antibioticoterapia, desbridamento da ferida e osteotomia do 5º metatarso.
B Antibioticoterapia prolongada e controle do diabetes, sem intervenção cirúrgica.
C Antibioticoterapia e amputação transmetatársica.
D Antibioticoterapia e amputação transtibial.
4000203567
Questão 17 Abordagem cirúrgica do pé diabético
Mulher de 68 anos com diabetes mellitus de longa data, sem acompanhamento com endocrinologista, levada por familiar
ao pronto-socorro por queda do estado geral, febre e confusãomental. Exame clínico: frequência cardíaca 120 bpm; PA
90x60 mmHg; confusa e desorientada; sudoreica; glicemia 540; Temperatura: 38.2°C; pulsos femorais, poplíteos, tibiais
posteriores e pediosos presentes.
Ferida na região do calcanhar direito, com necrose úmida e saída de secreção de odor fétido. Hiperemia e edema em todo
o pé e terço distal da perna, com crepitação à palpação. Iniciada antibioticoterapia de amplo espectro. Qual conduta
deverá ser tomada na sequência?
A Amputação transfemoral.
B Amputação transtibial.
C Curativo diário com papaína.
D Desbridamento da ferida.
4000203566
Questão 18 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado
Paciente masculino de 60 anos, diabético e com HPB, internado por infecção do trato urinário, vem apresentando
hiperglicemias durante a internação. Usava metformina antes de internar, mas não refere ter um controle adequado. A
conduta mais correta é
A manter metformina e prescrever insulina se necessário.
B suspender metformina e iniciar insulinização com NPH e Regular de horário e ajustes conforme glicemias de
controle.
C suspender metformina e prescrever “sliding scale”- insulina regular ou lispro conforme o dextro, de acordo com
tabela padrão.
D prescrever apenas insulina regular, 3 vezes ao dia, antes das refeições.
E controlar o quadro com bomba de insulina.
4000193642
Questão 19 Mononeuropatia
Mulher, 58 anos, comparece em consulta com queixa de dor em uma área localizada à direita do umbigo, sensível ao toque.
Nega febre ou fraqueza. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e dislipidemia. Medicações em uso:
losartana, atorvastatina, metformina, insulina e aspirina. Exame físico: peso 80 kg; altura 1,6 m; PA 132x84 mmHg; FC 72 bpm;
FR 12 irpm. Exame neurológico: área de parestesia e alodínia do lado direito do abdome, que se estende posteriormente,
mas não ultrapassa a linha média. O restante do exame neurológico é normal. Exames laboratoriais: creatinina 2,1 mg/dL;
hemoglobina glicosilada 7,8%. Exame de urina e eletroforese de proteínas sérica normais. Ressonância de coluna torácica
normal. A hipótese diagnóstica é:
A Mononeuropatia diabética.
B Neuropatia urêmica.
C Neuropatia por paraproteinemia.
D Deficiência de vitamina b12.
4000189082
Questão 20 Neuropatia diabética Def inição e epidemiologia
Dentre as complicações abaixo, qual a mais frequentemente encontrada no diabetes mellitus do tipo 2 (DM2)?
A Retinopatia.
B Nefropatia.
C Neuropatia periférica.
D Doença vascular periférica.
E Síndrome do túnel do carpo.
4000189070
Questão 21 Complicações macrovasculares Manif estações e características clínicas
Dentre as complicações citadas a seguir, qual é a mais frequentemente encontrada no Diabetes Mellitus tipo II?
A Retinopatia diabética
B Nefropatia diabética
C Doença vascular periférica
D Nuropatia periférica
4000188511
Questão 22 Rastreio da retinopatia diabética
Júlio, 58 anos, procura sua equipe de saúde da família, referindo piora progressiva da visão, com di culdade para ler livros e
mensagens no celular. Tem usado óculos comprados em uma farmácia, com melhora parcial. Refere preocupação pois o
irmão teve perda completa da visão à esquerda, devido a glaucoma. É acompanhado pela equipe com histórico de
hipertensão, diabetes mellitus e trabalha como motorista. Com base no caso apresentado, assinale a alternativa mais correta:
A A hipermetropia, diagnóstico mais provável para Júlio, é caracterizada por dificuldade para enxergar objetos
pequenos e próximos e é considerada fisiológica após a quarta década de vida.
B Júlio tem múltiplos fatores de risco para catarata senil. Caso receba este diagnóstico, a primeira linha de
tratamento é medicamentosa, com uso de corticoesteroide tópico.
C Tranquilizar Júlio que caso sua perda de visão seja decorrente de glaucoma crônico, ela pode ser revertida com
uso de medicamentos tópicos, como o betabloqueador timolol.
D Júlio deve ser avaliado quanto ao risco de retinopatia diabética, que pode cursar com perda visual, secundária a
edema macular, neoformações vasculares e transformações hemorrágicas.
4000187971
Questão 23 Rastreio da doença renal do diabetes
Homem, 70 anos, queixa-se de fadiga e tem antecedente pessoal de Diabetes Mellitus tipo 2, ao exame físico apresenta
edema de membros inferiores bilateralmente em terço distal com sinal de Godet positivo. PA 160x95 e Hemoglobina
glicada de 13%. Qual exame abaixo é o mais indicado para detecção precoce da patologia renal neste doente?
A Pesquisa de dismorfismo eritrocitário no exame de urina
B Albumina sérica
C Albumina urinária
D Creatinina sérica
E Ureia sérica
4000187763
Questão 24 Complicações crônicas Complicações agudas
Quais são as complicações agudas e crônicas do Diabetes Mellitus?
A Agudas: hipoglicemia, cetoacidose diabética, estado hiperosmolar hiperglicêmico. Crônicas: retinopatia diabética,
doença renal do diabetes, neuropatia diabética, pé diabético.
B Agudas: insuficiência renal aguda, estado hiperosmolar hiperglicêmico, IAM. Crônicas: catarata, doença renal
crônica, amputação, polineuropatia simétrica distal.
C Agudas: hiperglicemia, coagulopatias, acidose metabólica, dislipidemia. Crônicas: AVCI, IAM, neuropatia
autonômica, estado hiperosmolar hiperglicêmico.
D Agudas: hipoglicemia, acidose metabólica, insuficiência renal aguda. Crônicas: pé diabético, estado hiperosmolar
hiperglicêmico, neuropatia diabética, retinopatia diabética.
4000187414
Questão 25 Complicações macrovasculares
O Diabetes Mellitus (DM) apresenta risco:
A Reduzido para insuficiência cardíaca IC, juntamente com a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana e a
doença renal crônica (DR).
B Aumentado para insuficiência cardíaca IC, juntamente com a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana e
não para a doença renal crônica (DR).
C Aumentado para insuficiência cardíaca IC, juntamente com a hipertensão arterial, e não para a doença arterial
coronariana e a doença renal crônica (DR).
D Aumentado para insuficiência cardíaca IC, juntamente com a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana e a
doença renal crônica (DR).
4000187386
Questão 26 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado
Paciente de 76 anos é admitido em serviço de emergência com quadro de confusão mental, dispneia e rebaixamento do
nível de consciência. Fazia uso prévio também de metformina 850mg, uoxetina 20mg e enalapril 10mg a cada 12 horas. Ao
exame físico, apresentava-se sonolento, confuso, com 7 pontos na escala de coma de Glasgow. Sua frequência respiratória
era de 24ipm, sua frequência cardíaca de 110bpm, seu tempo de enchimento capilar estava de 5 segundos e sua pressão
arterial era de 84/54 mmHg. A Radiogra a de tórax do paciente con rma o diagnóstico de pneumonia. Após a estabilização
do quadro, o paciente recebe alta da UTI e seguirá tratamento em regime de enfermaria. Considerando que hemoglobina
glicada do paciente na admissão era de 7,4% e que tem mantido níveis de glicemia em torno de 190 mg/dl, qual seria o
manejo adequado para seu controle glicêmico?
A A metformina deve ser mantida durante a hospitalização e deve-se instituir um esquema com insulina regular
correcional, se glicemia capilar elevada.
B A metformina deve ser suspensa e deve-se instituir um esquema com insulina regular correcional, se glicemia
capilar elevada.
C A metformina deve ser mantida durante a hospitalização e o paciente deve receber insulinização com esquema
Basal-Bolus ou Basal-Plus.
D O paciente não necessita controle glicêmico durante a hospitalização, devendo ser iniciado apenas insulina caso
apresente glicemia capilar superior a 220 mg/Dl.
E A metformina deve ser suspensa e o paciente deve receber insulinização com esquema BasalBolus ou Basal-Plus.
4000186092
Questão 27 Metas de tratamento Metas terapêuticas Metas glicêmicas
Homem, 57 anos, encontra-se em avaliação ambulatorial para seguimento de diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica
e dislipidemia.Refere antecedentes de tabagismo, etilismo social e infarto do miocárdio com angioplastia primária de
descendente anterior há 1 ano. Nega sintomas atuais e refere que faz caminhadas diárias de 50 minutos. 
Visando minimizar o risco cardiovascular desse paciente, assinale a alternativa que compreende as metas de controle
glicêmico, lipídico e pressórico.
A HbA1c < 6,5%; LDL < 50 mg/dL; PA < 130 x 80 mmHg.
B HbA1c < 6,5%; LDL < 100 mg/dL; PA < 140 x 90 mmHg.
C HbA1c < 7,0%; LDL < 50 mg/dL; PA < 130 x 80 mmHg.
D HbA1c < 7,0%; LDL < 100 mg/dL; PA < 140 x 90 mmHg.
E HbA1c < 7,5%; LDL < 70 mg/dL; PA < 130 x 85 mmHg.
4000185444
Questão 28 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 2
Paciente de 65 anos, gênero feminino, diabética tipo 2 é admitida em unidade de emergência por IAM sem supra. Diante
dos altos níveis glicêmicos foi optado pela insulinização em bomba de infusão contínua (BIC). A paciente será encaminhada
à enfermaria da cardiologia com dieta oral para diabéticos. Recebeu 20 unidades de insulina infundidas nas últimas 6 horas
via BIC. Qual seria a prescrição adequada de insulinas NPH e Regular subcutâneas?
A Insulina NPH 8:8:8 e insulina Regular 8:8:8
B Insulina NPH 10:10:10 e insulina Regular 6:6:6
C Insulina NPH 12:12:12 e insulina Regular 12:12:12
D Insulina NPH 16:16:16 e insulina Regular 10:10:10
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Questão 29 O pé diabético Cirurgia
Homem, 65 anos, com diagnóstico de diabetes mellittus há 10 anos, procura serviço médico com história de surgimento de
lesão em face medial e dorso do pé direito há 10 dias, após caminhada com um sapato novo. Nega claudicação prévia. Ao
exame clínico, além da lesão da foto a seguir, apresenta pulsos poplíteo e tibiais presentes. 
Qual é a conduta? 
A Amputação transtibial primária.
B Arteriografia e revascularização. 
C Desbridamento e antibioticoterapia. 
D Aguardar delimitação da necrose.
4000184148
Questão 30 Paciente não crítico Tratamento Metas glicêmicas
Paciente feminina, 78 anos, obesa, está internada há mais de 30 dias quando deu entrada com quadro de insu ciência
respiratória aguda por COVID19. Atualmente, encontra-se internada na enfermaria, sem sedação ou analgesia, com quadro
neurológico comprometido desde que teve sua sedação interrompida. Abre os olhos espontaneamente, mas não mantém
contato visual. Resposta motora comprometida por tetraparesia. Está sob ventilação assistida com BIPAP, por
traqueostomia. Encontra-se estável hemodinamicamente, sem necessidade de drogas vasoativas. Sua dieta é enteral por
sonda nasoentérica. Seu controle glicêmico, nas últimas 24 horas, foi de 139-186- 153-171. A conduta mais indicada para essa
paciente é
A iniciar insulinoterapia em bomba de infusão contínua.
B manter o esquema de insulina regular conforme glicemia capilar.
C prescrever insulinas no esquema basal-bolus.
D prescrever insulina basal na dose de 16 UI, ao deitar.
4000183889
Questão 31 Rastreio da doença renal do diabetes Etiologia Diabetes mellitus DM
Nef ropatia diabética x Nef ropatia não diabética
Sobre a doença renal do diabetes (DRD) e seu tratamento, assinale a correta.
A A DRD é um processo multifatorial, que envolve associação entre lesão mecânica, disfunção celular e fibrose.
A albuminúria não se correlaciona com o risco cardiovascular, sendo unicamente um marcador fisiopatológico.
B O tratamento da DRD envolve redução de risco cardiovascular, controle da glicemia e da PA e bloqueio do
sistema renina angiotensina-aldosterona (SRAA) com o objetivo de reduzir a pressão intraglomerular.
C A metformina não pode ser usada se houver alteração de função renal em qualquer grau e os inibidores do SGLT-
2 restabelecem o feedback túbulo-glomerular com consequente redução da pressão intraglomerular.
D O mecanismo de ação das medicações que bloqueiam o SRAA está na vasodilatação da arteríola aferente e
vasoconstrição da arteríola eferente, culminando na redução da pressão intraglomerular.
4000182944
Questão 32 Avaliação do pé diabético
Homem, 52 anos de idade, diabético há 5 anos, em uso irregular de Metformina, vem à Unidade Básica de Saúde após
ferimento em pé direito há 7 dias, por uso de sandália de couro. Fez curativos, mas vem apresentando dor e vermelhidão
em torno do ferimento e na perna. Queixa-se de parestesias de MMII há 3 anos. Ao exame, paciente com IMC de 32, PA:
140x80mmhg. Afebril. Em MMII nota-se deformidade dos hálux bilateralmente, com calosidades em regiões plantares. Há
úlcera em bordo medial de pé direito, de 4cm; recoberta por crosta enegrecida, cuja expressão drena exsudato purulento.
Não há exposição tendínea nem óssea. Nota-se edema de perna direita até nível de panturrilha, com dor e calor local.
Pulsos pediosos e tibiais posteriores não palpáveis no pé direito.
De na o estágio de ulceração descrito, empregando a Classi cação de Texas, indicada pelo Ministério da Saúde para o
caso.
4000182465
Questão 33 Avaliação do pé diabético Polineuropatia Diabética
Homem, 52 anos de idade, diabético há 5 anos, em uso irregular de Metformina, vem à Unidade Básica de Saúde após
ferimento em pé direito há 7 dias, por uso de sandália de couro. Fez curativos, mas vem apresentando dor e vermelhidão
em torno do ferimento e na perna. Queixa-se de parestesias de MMII há 3 anos. Ao exame, paciente com IMC de 32, PA:
140x80mmhg. Afebril. Em MMII nota-se deformidade dos hálux bilateralmente, com calosidades em regiões plantares. Há
úlcera em bordo medial de pé direito, de 4cm; recoberta por crosta enegrecida, cuja expressão drena exsudato purulento.
Não há exposição tendínea nem óssea. Nota-se edema de perna direita até nível de panturrilha, com dor e calor local.
Pulsos pediosos e tibiais posteriores não palpáveis no pé direito.
Indique um dos três procedimentos padrão para o exame neurológico, especí co para o caso, e de fácil realização na
Unidade Básica de Saúde (UBS).
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Questão 34 Avaliação do pé diabético
Homem, 52 anos de idade, diabético há 5 anos, em uso irregular de Metformina, vem à Unidade Básica de Saúde após
ferimento em pé direito há 7 dias, por uso de sandália de couro. Fez curativos, mas vem apresentando dor e vermelhidão
em torno do ferimento e na perna. Queixa-se de parestesias de MMII há 3 anos. Ao exame, paciente com IMC de 32, PA:
140x80mmhg. Afebril. Em MMII nota-se deformidade dos hálux bilateralmente, com calosidades em regiões plantares. Há
úlcera em bordo medial de pé direito, de 4cm; recoberta por crosta enegrecida, cuja expressão drena exsudato purulento.
Não há exposição tendínea nem óssea. Nota-se edema de perna direita até nível de panturrilha, com dor e calor local.
Pulsos pediosos e tibiais posteriores não palpáveis no pé direito.
Determine os três fatores de risco presentes no caso que compõem a classi cação de risco, conforme o Manual do
Ministério da Saúde.
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Questão 35 Complicações crônicas Complicações agudas
Quais são as complicações agudas e crônicas do Diabetes Mellitus?
A Agudas: hipoglicemia, acidose metabólica, insuficiência renal aguda. Crônicas: pé diabético, estado hiperosmolar
hiperglicêmico, neuropatia diabética, retinopatia diabética.
B Agudas: insuficiência renal aguda, estado hiperosmolar hiperglicêmico, IAM. Crônicas: catarata, doença renal
crônica, amputação, polineuropatia simétrica distal.
C Agudas: hiperglicemia, coagulopatias, acidose metabólica, dislipidemia. Crônicas: AVCi, IAM, neuropatia
autonômica, estado hiperosmolar hiperglicêmico.
D Agudas: hipoglicemia, cetoacidose diabética, estado hiperosmolar hiperglicêmico. Crônicas: retinopatia diabética,
doença renal do diabetes, neuropatia diabética, pé diabético.
4000193242
Questão 36 Rastreio da doença renal do diabetes Manejo da Nef ropatia diabética
Paciente de 55 anos, sexo masculino, vem ao ambulatóriode medicina interna com queixa de edema de membros inferiores
mais proeminente há 5 meses. Refere que faz acompanhamento médico irregular. É diabético de longa data e já teve
seguimento regular "no passado" mas continuou apenas mantendo a receita médica nos últimos 8 anos. Refere também que
há 1 ano apresentou di culdade visual tendo necessidade de atendimento pelo oftalmologista e que acabou necessitando
realizar um procedimento que não sabe relatar. Atualmente refere apresentar di culdade visual e que a visão nunca
melhorara totalmente. Ao exame físico, você percebe paciente descorado e PA 150/90 mmHg em ambos membros
superiores. 
Em relação ao mais provável diagnóstico clínico do caso estamos diante de:
A Nefropatia hipertensiva.
B Nefropatia diabética.
C Amiloidose AL.
D Doença membranosa primária.
4000192146
Questão 37 Retinopatia Diabética Rastreio da retinopatia diabética
Paciente de 55 anos, sexo masculino, vem ao ambulatório de medicina interna com queixa de edema de membros inferiores
mais proeminente há 5 meses. Refere que faz acompanhamento médico irregular. É diabético de longa data e já teve
seguimento regular "no passado" mas continuou apenas mantendo a receita médica nos últimos 8 anos. Refere também que
há 1 ano apresentou di culdade visual tendo necessidade de atendimento pelo oftalmologista e que acabou necessitando
realizar um procedimento que não sabe relatar. Atualmente refere apresentar di culdade visual e que a visão nunca
melhorara totalmente. Ao exame físico, você percebe paciente descorado e PA 150/90 mmHg em ambos membros
superiores. 
Em relação a manifestação oftalmológica descrita a causa mais provável é:
A Retinopatia secundária a amiloidose.
B Retinopatia hipertensiva.
C Retinopatia diabética.
D Degeneração macular idiopática.
4000192144
Questão 38 Complicações macrovasculares Estratif icação do risco cardiovascular global e metas terapêuticas
Manif estações clínicas e doenças associadas
Dessa forma, os recursos mais e cientes e práticos até o momento para a determinação do risco Cardiovascular - CV em
diabéticos têm sido o controle isolado dos fatores de risco CV.
A O tratamento dos fatores de risco CV associados ao diabetes de forma agressiva é, de fato, a maneira mais
robustamente associada à redução de morbidade CV e mortalidade por Síndrome Coronariana Aguda em
diabéticos.
B O tratamento dos fatores de risco CV associados ao diabetes de forma agressiva é, de fato, a maneira menos
associada à redução de morbidade CV e mortalidade por Síndrome Coronariana Aguda em diabéticos.
C O tratamento dos fatores de risco CV associados ao diabetes de forma agressiva é, de fato, a maneira mais
robustamente associada ao aumento de morbidade CV e mortalidade por Síndrome Coronariana Aguda em
diabéticos.
D O tratamento dos fatores de risco CV associados ao diabetes de forma agressiva é, de fato, a maneira mais
robustamente associada à redução de morbidade CV e não mortalidade por Síndrome Coronariana Aguda em
diabéticos.
4000191986
Questão 39 Neuropatia diabética
Homem, 52 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 desde os 16 anos, apresentando dor crônica em queimação em
membros inferiores, que piora durante período noturno, classificada de intensidade 5/10. 
O tratamento deve ser inicialmente com
A dipirona.
B tramadol.
C morfina.
D metadona.
E duloxetina.
4000189986
Questão 40 Avaliação do pé diabético Def inição e epidemiologia
Rogério, 53 anos, tabagista 20 anos-maço, diabético tipo 2 há 6 anos. É atendido na UBS com queixa de dormência e
formigamento nas extremidades inferiores há cerca de 8 meses, sem perda da força. O exame físico revela sensação
diminuída ao toque leve, picada de agulha e sensação vibratória em ambos os pés, estendendo-se até 5 cm abaixo dos
joelhos, simetricamente. Percebe-se falta de pelos nas pernas no mesmo nível. Demais exames médicos e neurológico sem
alteração. Qual o diagnóstico mais provável e a correta avaliação dos pés?
A Síndrome paraneoplásica e o teste com monofilamento deve ser aplicado somente em pés com
úlceras, necrose, calos e cicatrizes. 
B Neuropatia periférica e o exame do pé deve ser realizado no mínimo uma vez ao ano.
C Síndrome da cauda equina e usualmente não se faz exame dos pés em UBS. Deve-se encaminhar
para especialista. 
D Mononeurite múltipla precoce e a ordem dos pontos testados deve ser contínua e somente no pé acometido. 
4000186277
Questão 41 Fisiopatogenia
A respeito da neuropatia diabética, assinale a afirmativa correta.
A Pode se apresentar como uma mononeurite múltipla, disautonomia e polineuropatia distal assimétrica.
B A disautonomia envolve taquicardia fixa, hipotensão postural, diarreia/constipação, incontinência fecal e
disfunção erétil.
C O rastreio deve ser iniciado logo que diagnosticado o diabetes mellitus do tipo 1 e pode ser postergado nos
casos de diabetes mellitus do tipo 2.
D Amitriptilina ou venlafaxina não devem ser utilizadas no tratamento da dor neuropática.
4000175325
Questão 42 Rastreio da doença renal do diabetes Manejo da Nef ropatia diabética
Paciente de 56 anos, com hipertensão arterial desde os 50 e obesidade (IMC de 31 kg/m²), foi diagnosticado com diabetes
melito tipo 2 há 1 ano. Vinha em uso de enalapril (20 mg, 2 vezes/dia), hidroclorotiazida (25 mg/dia), metformina
(2.000 mg/dia) e glimepirida (4 mg, 2 vezes/dia). Foi encaminhado ao nefrologista para avaliação da função renal. Exames
laboratoriais revelaram creatinina de 1,7 mg/dl (CKD-EPI de 46 ml/min), potássio de 4,9 mg/dl, HbA1c de 8,9%, albuminúria
em amostra de 256 mg/l e EQU sem achados patológicos. Visto que apresenta doença renal do diabetes, recebeu, para
esse diagnóstico, a prescrição de:
A redução de 50% na dose de metformina.
B inibidor do SGLT-2 (cotransportador sódio-glicose 2).
C análogo do GLP-1 (peptídio glucagon-like-1).
D espironolactona.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000168353
Questão 43 Avaliação inicial e monitorização
Paciente de 45 anos, com obesidade, foi hospitalizado por infecção por covid-19. Vinha recebendo, desde o dia da
internação, dexametasona (6 mg/dia) e oxigênio por cateter nasal (5 l/min). Apresentou glicemias capilares > 200 mg/dl
no s dois primeiros dias, tendo sido iniciada administração de insulina em esquema basal e em bolo. Desconhecia o
diagnóstico prévio de diabetes melito (DM). Assinale a assertiva correta sobre hiperglicemia.
A O diagnóstico de DM já está confirmado, pois o paciente apresenta duas glicemias capilares ao acaso > 200
mg/dl.
B Duas glicemias de jejum > 126 mg/dl durante a internação confirmam o diagnóstico de DM prévio à
hospitalização.
C Hemoglobina glicada (HbA1c) < 6,5% confirma o diagnóstico de hiperglicemia de estresse.
D Não é possível diferenciar DM prévio de hiperglicemia de estresse, tendo como base os resultados de glicemias
ou HbA1c obtidos durante a internação.
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Questão 44 Rastreio da doença renal do diabetes Complicações macrovasculares
Rastreio da retinopatia diabética
Um dos principais motivos de consultas de condições crônicas em APS diz respeito ao acompanhamento de pacientes
com Diabetes Mellitus, sendo necessário avaliação constante do risco cardiovascular, da adesão ao tratamento, das metas
glicêmicas e de lesões de órgãos-alvo. Sobre a sistematização desse seguimento podemos a rmar CORRETAMENTE que:
A O exame de microalbuminúria deve ser solicitado somente em diabéticos com Hipertensão Arterial Sistêmica
associada, uma vez que sua presença isoladamente não possui bom valor preditivo positivo para nefropatia
diabética.
B É necessário orientar sobre sinais de hipoglicemia, mais comuns em pacientes que usam metformina quando
comparados aos que utilizam insulina.
C O exame dos pés é essencial para avaliação do pé diabético e a presença de alterações articulares de qualquer
grau é indicação de encaminhamento à cirurgia vascular para amputação.
D A investigaçãode retinopatia diabética deve se iniciar no momento do diagnóstico em pacientes com DM2.
4000166536
Questão 45 Def inição e f isiopatogenia
A associação de neuropatia sensitiva com subluxações, fraturas e destruições ósseas no pé e tornozelo do paciente
diabético é conhecida como pé de
A Lisfranc.
B Charcot.
C Chopart.
D Wagner.
4000166342
Questão 46 Avaliação do pé diabético Osteomielite
Mulher de 62 anos, diabética, procura atendimento por dor em pé esquerdo há 2 semanas. Há cerca de um mês, teve
ferimento no mesmo pé com saída de secreção por alguns dias e cicatrização completa após. Ao exame, há edema e calor
na região do primeiro metatarso. Realizado Raio-X que se mostrou normal. Qual a melhor conduta?
A Alta com prescrição de cefalexina por 21 dias.
B Realização de ressonância magnética.
C Realização de cintilografia com gálio.
D Alta com prescrição de colchicina.
4000164487
Questão 47 Rastreio da retinopatia diabética
Mulher, 52 anos, com hipertensão e diabetes tipo 2 há 4 anos, relata que ultimamente vem urinando mais, com surgimento
de nictúria no último mês. Refere di culdade para aderir a dieta e exercício físico regularmente. Está em uso de losartana,
metformina e gliclazida. Exame físico sem alterações. Glicemia de jejum: 246 mg/dL, hemoglobina glicada: 8,9% (VR: 4,3-
6,1); funções hepática e renal normais.
Qual exame mais adequado para rastreio de complicação crônica do diabetes neste momento?
A Ultrassonografia de rins.
B Fundo de olho.
C Gasometria venosa.
D Lipidograma.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000164286
Questão 48 Radiculopatia ou polirradiculopatia
Homem, 30 anos, procurou pronto socorro com quadro de dormência em ponta de pés, com início há 14 dias. Referiu que
o quadro ascendeu até joelhos e mãos. Evoluiu com fraqueza em membros inferiores, com di culdade para deambular.
Negou alterações urinárias e fecais. Ao exame neurológico, apresentou-se com re exos osteotendíneos abolidos, em
associação com comprometimento de sensibilidade superficial e profunda. Qual o diagnóstico mais provável?
A Mielite transversa
B Polimiosite
C Polirradiculoneurite inflamatória aguda
D Esclerose lateral amiotrófica
E Miastenia gravis
4000173614
Questão 49 Complicações macrovasculares Complicações crônicas Epidemiologia e Fisiopatologia
A exposição crônica à hiperglicemia resultante do mau controle glicêmico, o tempo de diagnóstico do DM2 e o grau de
resistência à insulina decorrente da obesidade central estão diretamente associados com o item:
A O aumento de risco de alterações cognitivas e não de demência por todas as causas, tais como a Doença de
Alzheimer (DA) e demência vascular, em comparação a pessoas com tolerância à glicose normal, especialmente
na presença de sobrepeso e obesidade.
B O aumento de risco de alterações cognitivas e de demência por todas as causas, tais como a Doença de
Alzheimer (DA) e demência vascular, em comparação a pessoas com tolerância à glicose normal, exceto na
presença de sobrepeso e obesidade.
C Não altera risco de alterações cognitivas e de demência por todas as causas, tais como a Doença de Alzheimer
(DA) e demência vascular, em comparação a pessoas com tolerância à glicose normal, especialmente na
presença de sobrepeso e obesidade.
D O aumento de risco de alterações cognitivas e de demência por todas as causas, tais como a Doença de
Alzheimer (DA) e demência vascular, em comparação a pessoas com tolerância à glicose normal, especialmente
na presença de sobrepeso e obesidade.
4000173102
Questão 50 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado Paciente não crítico Tratamento
Considere o caso de um paciente de 65 anos, internado em Enfermaria devido a sintomas respiratórios por SARS-CoV-2,
sem antecedentes de diabetes, apresentando glicemias de jejum entre 160-180 e entre 200-350 nos demais horários. De
acordo com o último posicionamento o cial da Sociedade Brasileira de Diabetes sobre o Controle da Glicemia no Paciente
Hospitalizado não crítico, a conduta mais adequada é:
A Iniciar infusão contínua de insulina para manter glicemia entre 80 - 140 mg/dL.
B Iniciar insulina basal e insulina de ação rápida para manter glicemia entre 140 - 180 mg/dL.
C Iniciar hipoglicemiante oral para manter glicemia entre 140 - 180 mg/dL.
D Iniciar insulina regular sliding scale para manter glicemia entre 140 - 180 mg/dl.
E Iniciar insulina basal e insulina de ação rápida para manter glicemia entre 80 - 140 mg/dL
4000173038
Questão 51 Classif icação das úlceras Abordagem cirúrgica do pé diabético
P; 62 anos, diabético em uso de insulina, tabagista, passado de claudicação intermitente, vem à consulta por apresentar dor
associada à presença de úlcera no pé direito. Ao avaliar o paciente, quais fatores indicam a necessidade de tratamento
hospitalar?
A Febre, úlcera profunda com exsudato purulento.
B Úlcera superficial sem comprometimento articular.
C Excesso de queratina nas bordas da lesão, diminuição da sensibilidade vibratória em ambos membros inferiores.
D Parestesias no pé, pulsos pedioso e tibial posterior palpáveis.
4000172338
Questão 52 Tratamento
Mulher de 62 anos foi levada ao Pronto-Socorro pelos familiares após apresentar queda da própria altura e parar de falar há
cerca de 45 minutos. É portadora de diabetes mellitus tipo II e arterial sistêmica. Teve um acidente vascular cerebral
isquêmico frontoparietal direito há 5 semanas e cou com paresia do membro superior esquerdo. Faz uso domiciliar de
enalapril 20mg de 12/12h, anlodipino 10 mg uma vez ao dia, metformina e gliclazida. Ao exame físico, PA: 170X102mmHg,
FC: 80bpm. Estava alerta, mantinha a abertura ocular, porém não respondia aos comandos e apenas balbuciava palavras
desconexas. Os exames respiratório e cardiovascular não apresentaram anormalidades. Apresentava hemiparesia direita,
com aumento do tônus muscular, hiper-re exia e desvio da rima labial para a esquerda. O eletrocardiograma realizado à
admissão não apresentou anormalidades. Tomografia do crânio evidenciou área de encefalomalácia frontal direita. 
Após 72h da admissão, a paciente encontra-se na unidade de internação, está se alimentando pela via oral, com uma dieta
pastosa. Apresentou os seguintes valores de glicemia capilar: 6h: 198mg/dL; 11h: 265mg/dL; 17h: 301mg/dL; 23h: 238mg/dL.
Recebeu doses de insulina regular para correção. Assinale a alternativa que apresenta a estratégia MAIS ADEQUADA para o
controle glicêmico intra hospitalar nessa paciente.
A Insulina basal e bolus prandial.
B Insulina de ação rápida na bomba de infusão contínua. 
C Insulina de ação rápida para correção das glicemias.
D Reintrodução dos hipoglicemiantes orais de uso prévio.
4000171817
Questão 53 Rastreio da retinopatia diabética
Sobre o rastreamento da retinopatia diabética são feitas as seguintes afirmativas: 
I. No diabetes tipo 1, o rastreamento deve iniciar após a puberdade, ou após cinco anos de diagnóstico de diabetes se este
começou após a puberdade. 
II. No diabetes tipo 2, o rastreamento deve iniciar no diagnóstico. 
III. Mulheres com diabetes gestacional não precisam ser rastreadas. 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
A I, apenas.
B II e III, apenas.
C I e II, apenas.
D I, II e III.
4000171624
Questão 54 Avaliação do pé diabético
O Pé Diabético é uma complicação do diabetes responsável por 40 a 70% das amputações não traumáticas de membros
inferiores. Marque a alternativa correta.
A Na presença de úlcera em dedos com infecção associada o paciente deve ser encaminhado para realização de
amputação.
B A avaliação dos pés deve ser iniciada 5 anos após o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2.
C Na presença de úlcera não infectada deve ser evitado curativos oclusivos, sendo recomendado deixar a úlcera
exposta para acelerar o processo de cicatrização.
D Para avaliar a sensibilidade periférica devem ser usados estesiômetro e diapasão.
4000171522
Questão 55 Complicações macrovasculares Hipoglicemia
O objetivo no indivíduo idosodiabético deve ser definido entre duas opções, adequadamente posicionadas no item:
A Controle glicêmico rigoroso e menor progressão das complicações crônicas; ou controle glicêmico não
rigoroso, apenas evitar sintomas de hiperglicemia e complicações agudas.
B Controle glicêmico rigoroso e maior progressão das complicações crônicas; ou controle glicêmico não rigoroso,
apenas evitar sintomas de hiperglicemia e complicações agudas.
C Controle glicêmico rigoroso e menor progressão das complicações agudas; ou controle glicêmico não rigoroso,
apenas evitar sintomas de hiperglicemia e complicações agudas.
D Controle glicêmico rigoroso e menor progressão das complicações crônicas; ou controle glicêmico rigoroso,
apenas evitar sintomas de hiperglicemia e complicações agudas.
4000170943
Questão 56 Saúde do Idoso geriatria Complicações microvasculares Complicações macrovasculares
É fundamental, além do rastreamento para complicações, uma avaliação multidimensional do indivíduo idoso diabético.
Sendo correto o item:
A Pelo benefício do diagnóstico e do tratamento precoce na prevenção de complicações.
B Pelo benefício do diagnóstico e do tratamento tardio na prevenção de complicações.
C Pelo benefício do diagnóstico e não do tratamento precoce na prevenção de complicações.
D Pelo benefício do diagnóstico e do tratamento precoce na manutenção de complicações.
4000170940
Questão 57 Complicações crônicas
Inúmeras evidências têm demonstrado que o bom controle glicêmico, geralmente, apresenta como correta a alternativa.
A Não previne o surgimento das complicações crônicas, que constituem as principais causas de mortalidade,
morbidade e piora da qualidade de vida do paciente com diabetes.
B Previne o surgimento das complicações crônicas, que não constituem as principais causas de mortalidade,
morbidade e piora da qualidade de vida do paciente com diabetes.
C Previne o surgimento das complicações crônicas, que constituem as principais causas de mortalidade, morbidade
e não da piora da qualidade de vida do paciente com diabetes.
D Previne o surgimento das complicações crônicas, que constituem as principais causas de mortalidade, morbidade
e piora da qualidade de vida do paciente com diabetes.
4000170733
Questão 58 Abordagem cirúrgica do pé diabético
Mulher, 68 anos de idade, com diabetes mellitus tipo
II. há 18 anos, no pronto atendimento para avaliação de ferida no pé esquerdo. Refere que há 30 dias, após picada de inseto,
evoluiu com intenso prurido local, escari cando com as unhas e formação de ferida, que logo se infectou. Chegou a realizar
tratamento com antibiótico oral, sem sucesso. Atualmente apresenta úlcera extensa, com exsudato purulento em grande
quantidade, de odor fétido, com bordas maceradas e áreas necróticas, além de egmão ascendente associado. A conduta
para o caso é:
A Iniciar antibioticoterapia endovenosa, câmara hiperbárica e cuidados locais com papaína 10%.
B Iniciar antibioticoterapia oral e tópica, seguida de amputação do pé esquerdo.
C Iniciar antibioticoterapia endovenosa e heparinização sistêmica para evitar trombose venosa secundária.
D Iniciar antibioticoterapia endovenosa, seguida de desbridamento cirúrgico.
4000145976
Questão 59 Complicações microvasculares Complicações macrovasculares
Não o está claro o quanto as complicações crônicas do diabetes são resultantes da própria hiperglicemia ou de condições
associadas, sendo correto o item:
A Como deficiência de insulina, falta de glucagon, mudanças da osmolaridade, glicação de proteínas e alterações
lipídicas ou da pressão arterial.
B Como deficiência de insulina, excesso de glucagon, mudanças da osmolaridade, desglicação de proteínas e
alterações lipídicas ou da pressão arterial.
C Como deficiência de insulina, excesso de glucagon, mudanças da osmolaridade, glicação de proteínas e
alterações lipídicas ou da pressão arterial.
D Como deficiência de insulina, excesso de glucagon, mudanças da osmolaridade, glicação de proteínas e
alterações lipídicas, mas não pressão arterial.
4000145677
Questão 60 Complicações crônicas Complicações agudas
Existem evidências de que indivíduos com diabetes mal controlado ou não tratado desenvolvem mais complicações do que
aqueles com o diabetes bem controlado. Sendo adequado que:
A Apesar disso, em algumas circunstâncias, as complicações do diabetes são encontradas mesmo antes da
hiperglicemia, evidenciando pequena heterogeneidade desse distúrbio metabólico.
B Apesar disso, em algumas circunstâncias, as complicações do diabetes são encontradas mesmo antes da
hiperglicemia, evidenciando a grande heterogeneidade desse distúrbio metabólico.
C Apesar disso, em algumas circunstâncias, as complicações do diabetes são encontradas mesmo antes da
hiperglicemia, evidenciando a grande heterogeneidade desse distúrbio não metabólico.
D Nunca as complicações do diabetes são encontradas mesmo antes da hiperglicemia, evidenciando a grande
heterogeneidade desse distúrbio metabólico.
4000145676
Questão 61 Complicações microvasculares Rastreio da doença renal do diabetes Neuropatia diabética
São todas consequências crônicas da diabetes mellitus não controlada, exceto:
A Cetoacidose diabética
B Perda permanente da visão
C Insuficiência renal
D Pé diabético
4000144886
Questão 62 Rastreio da retinopatia diabética
Adolescente, 12 anos de idade, com história de perda de peso, poliúria e polidipsia há um mês, é trazido ao PS por dor
abdominal difusa e vômitos há dois dias. Exame físico: regular estado geral, taquicárdico e taquipnéico, ausculta pulmonar e
cardíaca sem alterações, abdome ácido, doloroso à palpação difusamente, com descompressão brusca negativa.
Glicemia capilar: 426 mg/dL. Considerando o diagnóstico do paciente, a avaliação oftalmológica deve ser realizada:
A imediatamente, pois é essencial para conduta.
B anualmente, a partir do diagnóstico.
C anualmente, a partir de cinco anos do diagnóstico.
D a cada seis meses, a partir do diagnóstico.
4000144758
Questão 63 Rastreio da retinopatia diabética
Homem, 54 anos de idade, IMC = 31 kg/m², assintomático, foi diagnosticado recentemente com diabetes mellitus em
exame de rotina, con rmado em nova dosagem de glicemia. Em relação ao rastreamento da retinopatia diabética com
exame de fundo de olho neste caso, qual é a alternativa correta?
A Deve ser realizado após 5 anos de evolução.
B Deve ser realizado se for identificada proteinúria persistente.
C Deve ser realizado desde o início do acompanhamento.
D Deve ser realizado se o nível de hemoglobina glicada for maior que 7%.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000144708
Questão 64 Cirurgia Abordagem cirúrgica do pé diabético
Estando de plantão na UPA, você atende um paciente portador de diabetes devido a uma lesão no pé esquerdo, com mais
de 1 mês de evolução, piora referida há 4 dias e nota ferida na região plantar e drenagem de secreção purulenta além de
halo de eritema com mais de 3 cm. Paciente nega dor. Exames laboratoriais informam glicemia de 456 mg/dl, creatinina 1,9
mg/dl e leucometria 13.000 cel/mm3. Qual das afirmações abaixo informa a melhor alternativa na condução do caso?
A Tratamento ambulatorial, com antibioticoterapia de largo espectro, ajuste dos hipoglicemiantes orais e curativos
em serviço especializado.
B Iniciar antibióticos orais e encaminhar ao serviço de cirurgia vascular de referência.
C Suporte clínico com internação hospitalar, antibioticoterapia parenteral e avaliação da nefrologia.
D Internação hospitalar, antibioticoterapia parental e avaliação cirúrgica.
4000144380
Questão 65 Paciente não crítico Metas glicêmicas Avaliação inicial e monitorização
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 45 anos, internado na enfermaria de clínica médica com quadro de pneumonia bacteriana
multilobar, bilateral. Na história clínica, negava ser diabético, apesar de não fazer nenhum exame laboratorial há mais de dois
anos. Avô paterno com diabetes mellitus tipo 2. Glicemiacolhida na admissão, sem jejum, de 142 mg/dL. Função renal
normal. HbA1C: 6,1%.
Segundo o guideline da Endocrine Society, qual a melhor conduta para esse paciente durante o período de internação?
A Monitorar glicemia nos períodos antes das refeições e antes de dormir. Iniciar terapia com insulina,
preferencialmente esquema basal + bolos, se glicemias capilares ficarem acima de 180 mg/dL, persistentemente.
B Monitorar glicemia nos períodos após refeições e antes de dormir. Iniciar terapia com insulina, preferencialmente
esquema basal + bolus, se glicemias capilares forem, persistentemente, acima de 200 mg/dL.
C Iniciar terapia com insulina, preferencialmente com uso de escala de insulina de ação rápida de acordo com valor
de glicemia pré-prandial e antes de dormir. Reservar uso de insulina basal apenas para pacientes com diagnóstico
conhecido de diabetes mellitus ou glicemias capilares com valores acima de 240 mg/dL.
D Esse paciente não tem indicação de monitorização da glicemia capilar nem de insulinoterapia durante o período
de internação, por apresentar valor de HbA1C fora da faixa diagnóstica de diabetes mellitus.
4000142573
Questão 66 Rastreio da retinopatia diabética
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a hiperglicemia é o terceiro fator mais importante de mortalidade
precoce no mundo. Conforme as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes de 2019 e 2020, julgue o item.
A avaliação oftalmológica está indicada cinco anos após o diagnóstico do diabetes mellitus do tipo 2.
A Certo.
B Errado.
4000142380
Questão 67 Abordagem cirúrgica do pé diabético
Homem de 60 anos apresenta necrose indolor do hálux esquerdo após usar calçado apertado. AP: DM. Exame físico:
necrose bem delimitada com área exsudativa puntiforme na face plantar da base do hálux, pele xerótica, com redução de
sensibilidade tátil, pulsos femorais e poplíteos presentes e fortes, pulsos distais ausentes bilateralmente. Índice Tornozelo-
Braquial à esquerda: 1,10 na artéria tibial anterior e 1,20 na artéria tibial posterior. Raio X do pé esquerdo: normal.
O tipo de acometimento do pé diabético e o adequado tratamento, além de antibioticoterapia e curativos, são
respectivamente:
A microvascular apenas; repouso.
B macrovascular apenas; amputação aberta do hálux.
C macro e microvascular; arteriografia, revascularização e amputação do hálux.
D macro e microvascular; arteriografia e amputação do hálux.
4000141680
Questão 68 Complicações microvasculares
Diabetes Mellitus é uma doença bastante prevalente no mundo podendo levar a complicações macrovasculares e
microvasculares.
Sobre a doença renal do diabetes, assinale a alternativa correta:
A A fisiopatologia da doença renal do diabetes baseia-se em alterações hemodinâmicas glomerulares como
vasodilatação da arteríola aferente com vasoconstricção da arteríola eferente, causando uma hiperfiltração
glomerular.
B A retinopatia diabética não está associada a nefropatia diabética, sendo que esta última costuma aparecer anos
antes da retinopatia.
C Pacientes com diabetes de longa data e síndrome nefrótica devem ser sempre encaminhados para biópsia renal,
já que a nefropatia diabética não costuma cursar com síndrome nefrótica.
D A metformina, apesar de ser uma excelente opção para tratamento do diabetes, está contraindicada na doença
renal crônica a partir do estágio III B.
E Em pacientes com proteinúria maior que 3.5g é recomendado realizar o bloqueio duplo do sistema renina
angiotensina para controle de proteinúria.
4000138246
Questão 69 Paciente não crítico
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente com DM2 e síndrome metabólica bem controlada foi infectado pelo SARS-COV-2, com RT-PCR positivo há
quatro dias. Está evoluindo com febre baixa, tosse, faringite e mal- estar geral. Medicações em uso: Metformina 2 g/d,
Gliclazida 30 mg/d, Dapaglifozina 10 mg, Sitagliptina 100 mg/d e Ator- vastatina 40 mg/d. Procura pronto-socorro para
avaliação: bom estado geral, saturação = 93%, glicemia capilar = 250 mg/dL, gasometria arterial com Sat02 = 92%, Ph =
7,2, HC0₃ =8. Após a análise do quadro clínico, foi indicada a internação hospitalar.
Nesse caso, qual a melhor conduta com relação aos antidiabéticos orais?
A Suspender todos antidiabéticos orais e iniciar insulinoterapia com esquema basal bolus 50%/50%.
B Suspender todos antidiabéticos orais e iniciar insulinoterapia com esquema escalonado de insulina regular de
acordo com glicemias.
C Manter Metformina e Gliclazida e iniciar insulinoterapia com esquema basal bolus 50%/50%.
D Manter Dapaglifozina e Gliclazida e iniciar insulinoterapia com esquema escalonado de insulina regular de acordo
com glicemias
4000131267
Questão 70 Rastreio da doença renal do diabetes Exames complementares Rastreio da retinopatia diabética
Homem de 57 anos realiza exame periódico de saúde com seu clínico. É portador de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)
há 22 anos e diabetes mellitus tipo 2 há 2 anos. Faz uso regular de anlodipino 10mg, 1 vez ao dia, e metformina 1000mg, 1 vez
ao dia. Não possui queixas ou outras comorbidades. O exame físico não apresenta anormalidades. Traz resultado de
pesquisa de sangue oculto nas fezes, que resultou positivo em 1 de 3 amostras.
Assinale a alternativa que apresenta o exame que NÃO está indicado para o rastreio das lesões de órgão-alvo da HAS
nesse paciente.
A Ecocardiograma.
B Eletrocardiograma.
C Exame do fundo de olho.
D Relação albumina-creatinina na amostra de urina.
4000129923
Questão 71 Fisiopatogenia Fatores precipitantes Tratamento
Identi que abaixo as a rmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e infecção por
COVID-19.
( ) Pacientes com DM2 são mais propensos a internações em unidades de terapia intensiva e a tempo mais prolongado de
internação em comparação com a população em geral.
( ) A infecção por COVID-19 parece precipitar manifestações graves de diabetes, incluindo cetoacidose diabética e
estado hiperglicêmico hiperosmolar.
( ) Protocolos de insulina subcutânea devem ser evitados para tratar a hiperglicemia intra- hospitalar durante a pandemia de
COVID-19 devido à necessidade de limitar a frequência de contato direto da equipe com os pacientes. 
( ) Dentre as alterações induzidas pela infecção por COVID-19 observam-se a resistência à insulina e o consequente pior
controle glicêmico.
( ) Os antidiabéticos orais devem ser descontinuados durante a internação hospitalar de pacientes com DM2 e infecção
por COVID-19 devido ao maior risco de efeitos adversos associados ao seu uso.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
A V • V • F • V • V
B V • V • F • F • V
C V • F • V • F • V
D F • V • F • V • F
E F • F • V • V • F
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Questão 72 Paciente não crítico
Paciente de 62 anos, com diabetes melito tipo 2 em uso de glibenclamida (20 mg/dia) e metformina (2 g/dia), vinha em
acompanhamento ambulatorial, sem complicações crônicas do diabetes (a hemoglobina glicada era de 7,2%). Foi internado
para tratamento de sepse urinária. Os resultados dos exames laboratoriais e das glicemias capilares das primeiras 24 horas
após a internação encontram-se nas tabelas abaixo.
Qual a conduta mais adequada para o tratamento da hiperglicemia intra-hospitalar?
A Manter a glibenclamida e a metformina e associar insulina regular 6 Ul antes das refeições se a glicemia for > 200
mg/dl. 
B Manter a metformina e associar insulina NPH 0,2 U/kg de peso às 22 horas.
C Suspender os anti-hiperglicemiantes orais e prescrever insulina regular 6 Ul antes das refeições se a glicemia for >
200 mg/dl.
D Suspender os anti-hiperglicemiantes orais e prescrever insulina 0,3-0,4 Ul/kg de peso distribuída em basal (NPH) e
prandial (regular) fixa antes das refeições.
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Questão 73 Úlcera diabética Neuropatia diabética Cirurgia
As úlceras neuropáticas dospés diabéticos localizam-se preferencialmente nas regiões plantares:
A das bases metatarsais, cabeça do quinto metatarsal e sesamoide medial.
B das cabeças metatarsais, do calcâneo e base do quinto metatarsal.
C das cabeças metatarsais, do calcâneo e sesamoide lateral.
D das cabeças metatarsais, sesamoide medial e base do quinto metatarsal.
E das bases metararsais, do calcâneo e sesamoide lateral.
4000124050
Questão 74 Rastreio da retinopatia diabética
Considere os pacientes I e II:
I. Homem que, ao completar 18 anos, deu entrada no pronto-socorro em primo descompensação diabética com quadro
típico de cetoacidose.
II. Homem de 40 anos, sem acompanhamento médico, que, no pré-operatório de cirurgia eletiva, descobre que sua
glicemia de jejum vale 220 mg/dL.
O primeiro fundo de olho deve ser feito nestes pacientes, quando tiverem, respectivamente, as seguintes idades (em anos): 
A 23 e 45.
B 18 e 40.
C 28 e 45.
D 23 e 40.
E 20 e 42.
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Questão 75 Úlcera diabética Debridamento Classif icação do risco de ulceração e seguimento
Mulher, 57 anos, hipertensa, diabética e portadora de varizes de membros inferiores. Notou surgimento de ferida em região
de tornozelo esquerdo há 9 meses. A ferida aumentou progressivamente de tamanho, com presença de tecido
desvitalizado no leito, muita exsudação e sem exposição óssea. Há 4 meses foi submetida a desbridamento e 3 ciclos de
terapia por pressão negativa até obtenção de tecido de granulação exuberante, seguida de cobertura cutânea com enxerto
de pele parcial. Houve integração adequada do enxerto e a ferida fechou por completo. Há 1 mês, paciente notou
surgimento de nova ferida na mesma localização, que aumentou de tamanho e com perda de todo enxerto de pele. Não
apresentava sinais de infecção local. Qual das causas melhor explica a recidiva da ferida?
A Localização da ferida no tornozelo.
B Cobertura cutânea da ferida inadequada para o local.
C Preparo inadequado do leito da ferida.
D Falta de controle das comorbidades causadoras da ferida.
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Questão 76 Rastreio da doença renal do diabetes Manejo da Nef ropatia diabética
Inibidores do sistema reninaangiotensinaaldosterona
Mulher, 62 anos, diabética desde os 55 anos, hipertensa desde 47 anos. Em uso de metformina e hidroclorotiazida desde os
referidos diagnósticos. No exame físico, apresentou-se normotensa. IMC: 32 Kg/m². Exames recentes - glicemia de jejum:
162 mg/dL; HbA1C: 7,6%; creatinina: 1,4 mg/dL (TFG CKD-EPI: 40 mL/min/1,73 m²). Em sua última consulta, foram
acrescentados glibenclamida 5 mg, 3x/dia e enalapril 10 mg, 2x/dia. Manteve-se a dose de hidroclorotiazida em 25
mg,1x/dia, e ajustou-se a dose de metformina para 850 mg, 2x/dia. Após 1 semana, retorna à ESF relatando náuseas
esporádicas e diarreia há 4 dias, associada a quadro de fraqueza e inapetência. Concomitantemente informa tosse noturna e
não produtiva com início há 2 dias. Porta exames solicitados na UPA no dia anterior: creatinina: 2,1 mg/dL (TFG CKD-EPI: 25
mL/min/1,73 m²). Considerando o quadro exposto, analise as assertivas a seguir: 
I - O quadro de diarreia pode ser atribuído ao uso de metformina devendo ser considerado no diagnóstico diferencial. 
II - A TFG em 25 mL/min/1,73 m² contraindica, no momento, o uso de metformina. 
III - O quadro de tosse pode ser efeito adverso atribuído ao uso do enalapril, devendo ser considerado no diagnóstico
diferencial. 
Quais estão corretas?
A Apenas I e II.
B Apenas I e III.
C Apenas II e III.
D I, II e III.
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Questão 77 Complicações macrovasculares Tratamento medicamentoso Biguanida metf ormina
Em relação ao paciente com diabetes tipo 2, é correto afirmar que:
A Aspirina é a droga de escolha na profilaxia primária de eventos cardiovasculares paratodos os pacientes desde o
diagnóstico de diabetes.
B A droga de escolha para o início do tratamento de hipertensão arterial nos pacientesdiabéticos é o bloqueador
do canal de cálcio.
C Estatinas devem ser utilizadas para manter o colesterol LDL abaixo de 100 mg/dL.
D O único efeito esperado da metformina é auxiliar no controle dos níveis glicêmicos.
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Questão 78 Paciente não crítico
Mulher de 61 anos com antecedente de diabetes foi internada no hospital para tratamento de doença pulmonar obstrutiva
crônica descompensada. Como prescrição de medicamentos foram incluídos piperacilina tazobactam 4,5 g 6/6h e
prednisona 60 mg pela manhã, além dos broncodilatadores. A paciente foi mantida em dieta oral para diabéticos. Nas
últimas 24h, os controles de glicemia capilar foram: 6h = 182; 12h = 211; 17h = 289; 22h = 257. 
A melhor alternativa terapêutica para controle da hiperglicemia dessa paciente é
A sitagliptina.
B insulina regular conforme glicemia capilar.
C metformina.
D insulina NPH aplicada pela manhã.
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Questão 79 Neuropatia diabética Polineuropatia Diabética
Em relação à neuropatia diabética, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir. 
( ) Afeta mais as fibras grossas dos nervos periféricos.
( ) Geralmente, produz sintomas sensitivos e motores, na sua apresentação clínica mais comum. 
( ) Pode afetar a marcha. 
( ) Há predomínio nos membros inferiores.
( ) Há perda precoce da propriocepcão na neuropatia diabética. 
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
A V, V, F, F, V.
B V, F, V, V, F.
C V, F, F, V, V.
D F, V, V, V, F.
E F, V, F, F, V.
4000061950
Questão 80 Classif icação do risco de ulceração e seguimento Cirurgia
São considerados fatores importantes para o desenvolvimento da ulceração no pé diabético, EXCETO:
A Aumento do suor local, promovendo a maceração da pele.
B Déficit imunológico dos pacientes diabéticos.
C Acometimento da microcirculação.
D Alteração da sensibilidade decorrente da neuropatia diabética.
4000028872
Questão 81 Complicações crônicas
Ainda existe uma lacuna entre a evidência clínica e a prática diária de tratamento intensivo do diabetes, visto que, na maioria
dos casos, a meta terapêutica é difícil de ser alcançada e mantida durante os anos de evolução da doença, pelas inúmeras
barreiras que o diabetes impõe. Somente podemos ACEITAR que:
A Os efeitos benéficos e protetores do tratamento intensivo não foram nítidos nos estudos, apesar do aumento dos
valores de HbA1c ao longo dos anos de seguimento.
B Os efeitos benéficos e protetores do tratamento intensivo foram nítidos nos estudos, apesar do aumento dos
valores de HbA1c ao longo dos dias de seguimento.
C Os efeitos benéficos e protetores do tratamento intensivo foram nítidos nos estudos, apesar do aumento dos
valores de HbA1c ao longo dos anos de seguimento.
D Os efeitos benéficos e protetores do tratamento intensivo foram inexistentes nos estudos, apesar do aumento
dos valores de HbA1c ao longo dos anos de seguimento.
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Questão 82 Avaliação do pé diabético Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 2
Um homem de 45 anos de idade procura a Unidade Básica de Saúde após recomendação do Agente Comunitário de
Saúde, devido à presença de lesão ulcerada no pé direito. Durante entrevista médica, o paciente queixa-se de
emagrecimento nos últimos meses, incapacidade d e realizar suas tarefas habituais devido a cansaço fácil, poliúria e
sensação de secura na boca. Além disso, o paciente relata turvação visual e disfunção erétil.
Ao exame físico apresenta IMC = 32 kg/m2, PA = 150 x 100 mmHg, FC = 100 bpm, desidratado +/4+, glicemia capilar =
320 mg/dl (2 horas pós-prandial). Ausculta cardíaca e pulmonar: sem alterações, abdome globoso, sem visceromegalia.
Genitália: sem alteração. Membros inferiores: presença de lesão ulcerada na face plantardo hálux direito de 2 cm, sem sinais
flogísticos, indolor, sem secreção. Pulsos palpáveis e insensibilidade ao monofilamento em 3 de 9 áreas testadas.
Considerando o quadro descrito, bem como o cuidado integral do paciente, assinale a opção correta, no que se refere às
condutas imediatas adequadas nesse caso.
A O médico inicia a insulinoterapia e, após a realização dos cuidados com a ferida pelo profissional de enfermagem,
encaminha o paciente para a nutricionista.
B O médico inicia a metformina e, depois da avaliação do risco cardiovascular pelo profissional de enfermagem,
encaminha o 
paciente para o angiologista para avaliação da ferida.
C O médico encaminha o paciente para a emergência, para tratamento da desidratação e do diabetes, e para
debridamento da úlcera pelo profissional da enfermagem hospitalar.
D O médico avalia a ferida e inicia a insulinoterapia e o agente comunitário de saúde elabora o plano de cuidado a
ser realizado em visitas domiciliares.
E O médico inicia a metformina e, depois que o profissional da enfermagem realiza o diagnósticoem relação à
ferida, encaminha o paciente para o urologista devido à disfunção erétil.
4000152940
Questão 83 Paciente não crítico
Homem de 48 anos de idade, com história de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos foi admitido na enfermaria com história de
febre e tosse produtiva há 3 dias. Foi feito o diagnóstico de pneumonia de lobo inferior direito pela radiogra a de tórax.
Vinha em uso de metformina 850 mg 2 vezes ao dia e sitagliptina 100 mg ao dia. Os exames solicitados na admissão
mostravam glicose 284 mg/dL, HbA1C 8,4%, creatina 1,2 mg/dL (CKD-EPI 71 mL/min/1.73 m2). O paciente será mantido
em dieta oral para diabéticos. 
O melhor esquema para manejo da hiperglicemia do paciente é usar:
A insulina regular conforme glicemia capilar.
B insulina no esquema basal-bolus.
C sitagliptina e insulina regular conforme glicemia caplar.
D metformina e insulina regular conforme glicemia capilar.
E manter medicação usual e usar insulina regular durante conforme a glicemia.
4000122845
Questão 84 Rastreio da doença renal do diabetes Complicações macrovasculares
Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 2
Homem de 62 anos, diabético e hipertenso há 15 anos, refere edema discreto de extremidades, vespertino, há 2 meses.
Medidas pressóricas domiciliares: PAS entre 130 – 160 mmHg e PAD entre 80 – 95 mmHg. Medicação: Enalapril 10
mg/noite, Anlodipina 5 mg de 12/12hs, Hidroclorotiazida 25 mg/dia, Insulina 26 UI/cedo e 12 UI/noite, Metformina 850 mg,
2 cps/ dia. Exame físico: PA 158/88 mmHg, edema 2+/4+ em MMII, bulhas rítmicas, murmúrio vesicular normodistribuído,
sem crepitações. Exames laboratoriais: Glicemia de jejum 187 mg/dL; Hemoglobina Glicada 9,2%; Creatinina 1,7 mg/dL
(TFGe-CKD-EPI 42 mL/min); Potássio 4,2 mEq/L; Ácido úrico 4,7 mg/dL; Urina 1: proteínas 3+, glicose 2+, sem hematúria
ou leucocitúria. Relação proteína/creatinina urinária de 3,2 mg/grama. O estágio da doença renal crônica por nefropatia
diabética e o melhor ajuste terapêutico são:
A IIIb A3; otimizar a dose de insulina, aumentar o enalapril para 20 mg, 12/12hs.
B IIIa A2; aumentar a metformina para 3 cps ao dia, otimizar a dose de insulina, trocar a hidroclorotiazida por
furosemida.
C IIIb A3; aumentar a metformina para 3 cps ao dia, trocar a hidroclorotiazida por furosemida, suspender o enalapril.
D IIIa A2; otimizar a dose de insulina, aumentar o enalapril para 20 mg, 12/12 hs.
4000120333
Questão 85 Complicações macrovasculares
No paciente diabético com risco para doença cardiovascular, há evidências que:
A O controle da hipertensão e o da glicemia não interferem decisivamente sobre o prognóstico. 
B As alterações do colesterol fazem parte da síndrome e não devem ser tratados.
C O tratamento da pressão arterial pouco modifica o prognóstico da função renal.
D É recomendado uso diário de AAS, em doses baixas, e de estatinas para controle dos lípides.
4000119056
Questão 86 Cirurgia Abordagem cirúrgica do pé diabético
Mulher, 66 anos, portadora de diabete melito há 12 anos, procura o hospital com quadro de úlcera plantar infectada de odor
fétido, flegmão ascendente e pulsos periféricos palpáveis. Inicia antibioticoterapia. Qual é a conduta complementar? 
A Enxerto femoropoplíteo
B Desbridamento. 
C Endarterectomia e curativos seriados. 
D Amputação primária. 
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Questão 87 Tratamento
A neuropatia diabética periférica pode variar de assintomática até sicamente incapacitante, sendo o tratamento, na maioria
das vezes, apenas sintomático. Considerando esse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. 
I. Casos que apresentam muita dor e que não respondem ao controle metabólico devem inicialmente ser manejados com
analgésicos não opioides e, na persistência dos sintomas, podem ser utilizados anticonvulsivantes como carbamazepina. 
PORQUE. 
II. Os antidepressivos tricíclicos são contraindicados em indivíduos com diabete melito e com presença de neuropatia
autonômica, apesar do seu efeito analgésico importante. 
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
A As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
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Questão 88 Complicações maternas Mal f ormações f etais Fatores precipitantes
Diabetes é a complicação médica mais comumente encontrada na gestação, o que torna fundamental o conhecimento
adequado do seu manejo e das suas complicações. Sobre esse tema, é correto afirmar que:
A entre as complicações encontradas nas pacientes com diabetes gestacional, observa- se maior risco de
macrossomia, morte súbita fetal, hipoglicemia neonatal e malformações fetais
B contraceptivos orais combinados devem ser evitados em pacientes com diabetes gestacional em função do
aumento de risco de desenvolver o diabetes tipo II nas pacientes usuárias da medicação
C a cetoacidose diabética é mais frequente em mulheres com diabetes tipo I, embora possa ocorrer em gestantes
com diabetes gestacional, estando entre possíveis fatores desencadeantes, o uso de β-miméticos para tocólise
e infecções
D as pacientes com diabetes prévio à gestação apresentam como complicação materna maior risco de progressão
da nefropatia e retinopatia diabéticas, além de atraso na maturação pulmonar fetal, levando a maior risco de
desenvolver síndrome de membrana hialina no RN
4000079811
Questão 89 Paciente não crítico
Homem de 48 anos de idade, com história de diabetes mellitus tipo 2 há 5 anos foi admitido na enfermaria com história de
febre e tosse produtiva há 3 dias. Foi feito o diagnóstico de pneumonia de lobo inferior direito pela radiogra a de tórax.
Vinha em uso de metformina 850 mg 2 vezes ao dia e sitagliptina 100 mg ao dia. Os exames solicitados na admissão
mostravam glicose 224 mg/dL, HbA1C 8,4%, creatinina 1,2 mg/dL (CKD-EPI 71 mL/min/1.73 m2). O paciente será mantido
em dieta oral para diabéticos. 
O melhor esquema para manejo da hiperglicemia do paciente é usar
A insulina regular conforme glicemia capilar.
B insulina no esquema basal-bolus.
C sitagliptina e insulina regular conforme glicemia capilar.
D metformina e insulina regular conforme glicemia capilar.
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Questão 90 Rastreio da doença renal do diabetes
Para o rastreamento de doença renal diabética em todos os pacientes com diabetes mellitus (DM) tipo 2 e para pacientes
com DM tipo 1 com 5 ou mais anos de duração, a periodicidade da solicitação de albuminúria e medida de creatinina urinária
é:
A anual
B a cada dois anos
C a cada três anos
D a cada cinco anos4000078045
Questão 91 Complicações macrovasculares
Qual a principal causa de mortalidade em adultos com diabetes mellitus tipo 2?
A Infecção
B Neuropatia
C Doença arterial coronariana 
D Insuficiência renal
E Doença vascular periférica
4000072316
Questão 92 Classif icação Def inição e epidemiologia
Uma senhora de 60 anos procura atendimento devido à diplopia. Ela refere tabagismo de 2 maços de cigarro por dia e bebe
cerca de 1800ml de cerveja por semana. Não realiza atividade física alguma. Possui história familiar de acidente vascular
encefálico (mãe) e infarto do miocárdio (irmão). A paciente refere hipertensão arterial e Diabete Melito há 10 anos, em uso
atual de Ramipril 5mg/dia, alogliptina 25mg/dia, metformina de ação prolongada 2g/dia e insulina degludeca 30 UI/dia. Ao
exame físico: peso = 100 kg, altura = 1,65m, PA = 160 x 94mmHg, FC = 102 BPM. Rítmo cardíaco regular em três tempos
(B4). Ausculta pulmonar limpa. Abdômen sem alterações. Pulso pedioso esquerdo reduzido de amplitude. Há desvio do olho
esquerdo para baixo e para fora, com isocoria fotorreativa. Exames laboratoriais de rotina: glicemia de jejum=160 mg/dl,
HbA1c = 7,5% (normal 4 a 6,2%), creatinina = 1,2 mg/dl, colesterol total = 280mg/dl, triglicerídeos = 450mg/dl, C-HDL =
30mg/dl. Assinale a alternativa que contém o diagnóstico mais provável.
A Aneurisma de artéria comunicante anterior.
B Aneurisma da artéria comunicante posterior.
C Mononeuropatia diabética do III par craniano.
D Mononeuropatia diabética do VI par craniano. 
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Questão 93 Rastreio da doença renal do diabetes Rastreio Rastreio da retinopatia diabética
Aposentada de 71 anos, negra, natural de Recife e mãe de três lhos, faz salgadinhos para vender com o objetivo de
aumentar a renda da família. É a segunda de uma prole de seis lhos. Seu pai e mãe já faleceram, ele de acidente vascular
cerebral e ela em decorrência do diabetes. Seu marido, de 68 anos, é lho único do terceiro casamento de seu pai. Há seis
anos, a paciente procura uma unidade básica de saúde (UBS) com frequência, apresentando, múltiplas queixas. Nos dois
últimos anos, ela tem apresentado glicemia elevada (de 100 a 114mg/dL) além de ter hipertensão arterial, estar obesa (IMC =
34 kg/m²) e ser sedentária. Nega colesterol alto e tabagismo, faz uso irregular das medicações prescritas para a
hipertensão. Há um ano, foi solicitado um TOTG que mostrou: glicemia de jejum (Gj) = 118mg/dL e pós-sobrecarga =
205mg/dL. Foi orientada a fazer uma alimentação saudável e atividades físicas regularmente para não ter complicações
futuras. No princípio, o medo fez a paciente seguir as orientações recebidas, pois sua mãe cou cega em decorrência do
diabetes. Mas, como não sentia nada e teve a necessidade de realizar um trabalho extra para suprir as despesas da casa,
primeiro abandonou a atividade física e, depois, relaxou com a alimentação. Na última consulta, relatou perda de peso (5kg),
nictúria (acordava para urinar duas a três vezes) e estava com a pressão arterial elevada (150 x 90mmHg). Seus exames
mostraram uma Gj = 235mg/dL, colesterol = 198mg/dL, HDL = 28mg/dL e triglicerídeo = 930mg/dL. Baseando-se no caso
apresentado: Cite um exame diagnóstico que deve ser realizado no rastreamento das complicações crônicas do diabetes,
com indicação de realização e quando deve ser realizado, incluindo sua periodicidade.
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Questão 94 O pé diabético Cirurgia
Antes de iniciar o tratamento do pé diabético deve-se classi car a lesão; usando a Classi cação de Szilagyi podemos
afirmar que:
A classe I- claudicação intermitente progressiva e incapacitante
B Classe II- Lesão pré necrótica ou necrose isquêmica
C Classe III- dor em repouso
D Classe IV- gangrena extensa acometendo todo o pé
4000049388
Questão 95 Tratamento Avaliação inicial e monitorização
“A prevalência de DM em internados varia de 15% a 35% e aumenta com a idade, a gravidade e a presença de
comorbidades. O DM afeta 25% dos internados por cardiopatias, 30% dos portadores de infecção e até 50% dos idosos
com demência e em nutrição enteral. O número de internações de diabéticos cresceu de 60% a 140% nos últimos dez anos
em diversos países, inclusive no Brasil.” Posicionamento O cial da Sociedade Brasileira de Diabetes sobre o Controle da
Glicemia no Paciente Hospitalizado – 2015. 
Considerando esse cenário, ao admitir na Unidade de Internamento de Clínica Médica um paciente com diabetes e com
pneumonia da comunidade em uso domiciliar de Metformina e Glimepirida, com bom controle prévio, você deveria:
A manter as medicações orais de uso domiciliar, uma vez que o paciente possuía bom controle prévio.
B iniciar insulina regular correcional, conforme glicemia capilar, como opção única, visto paciente hospitalizado.
C iniciar insulina basal e correcional, podendo manter a Biguanida de uso domiciliar (Metformina).
D solicitar glicemia capilar pré-prandial e hemoglobina glicosilada, que serão utilizadas para guiar a terapêutica.
E iniciar insulina correcional, dando preferência à NPH ou a Glargina, nesse caso.
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Questão 96 Tratamento Metas glicêmicas Avaliação inicial e monitorização
Em relação ao controle da hiperglicemia no ambiente hospitalar, é CORRETO afirmar:
A O esquema de administração de insulina regular conforme a glicemia capilar é o mais recomendado.
B Deve-se solicitar a hemoglobina glicada no momento da admissão para avaliação do controle prévio.
C Em nenhuma circunstância é recomendada a continuidade dos agentes antidiabéticos orais.
D O uso de análogos de insulina se mostrou, nos estudos, muito superior às insulinas tradicionais.
E A meta glicêmica ideal são glicemias abaixo de 100 mg/dl em jejum e abaixo de 140 mg/dl pós-prandiais.
4000047826
Questão 97 Tratamento
A hiperglicemia em pacientes internados com diabetes é muito comum. A hiperglicemia no diabetes está associada a
aumento do tempo de internação, complicações hospitalares, utilização de recursos e mortalidade. Podemos assim aceitar
que:
A Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação
curta e longa) é uma opção razoável para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados e
não críticos. O uso de insulina escalonada (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é
desencorajado. 
B Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação
curta e longa) é uma opção ruim para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados e não
críticos. O uso de insulina escalonada (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é
desencorajado. 
C Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação
curta e longa) é uma opção razoável para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados
críticos. O uso de insulina escaladona (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é
desencorajado. 
D Um regime de insulina basal, mais correção em bólus (uma estratégia usando doses múltiplas de insulinas de ação
curta e longa) é uma opção razoável para corrigir a hiperglicemia em pacientes com diabetes hospitalizados
críticos. O uso de insulina escaladona (slidingscale), de acordo com a glicemia no ambiente hospitalar, é
encorajado. 
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Questão 98 Estratégias de Controle Glicêmico Tratamento
Em relação à hiperglicemia em pacientes cirúrgicos internados, mostrou que a hiperglicemia no diabetes está associada a
aumento do tempo de internação, complicações hospitalares, utilização de recursos e mortalidade com diabetes, sendo
isso muito comum. Sobre isso, assinale a alternativa INCORRETA:
A O tratamento com bólusbasal (glargina e glulisina) melhorou o controle glicêmico em comparação com a insulina
ultrarrápida (glulisina) escalonada de acordo com a glicemia em pacientes pós-cirurgia geral, portadores de
diabetes tipo 2.
B O tratamento com bólus basal (glargina e glulisina) reduziu complicações hospitalares como a infecção de feridas
e bacteremia em comparação com a insulina ultrarrápida (glulisina) escalonada de acordo com a glicemia em
pacientes pós-cirurgia geral, portadores de diabetes tipo 2.
C Pacientes com diabetes tipo 2 hospitalizados por condições não cirúrgicas. Nesta população, o tratamento bólus
basal (glargina e glulisina, ou NPH e regular) também melhorou o controle glicêmico em comparação com a
insulina escalonada de acordo com a glicemia.
D O tratamento com bólus basal (glargina e glulisina) não melhorou o controle glicêmico em comparação com a
insulina ultrarrápida (glulisina) escalonada de acordo com a glicemia em pacientes pós-cirurgia geral, portadores
de diabetes tipo 2.
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Questão 99 Fisiopatogenia Epidemiologia
Aproximadamente 36% dos indivíduos hospitalizados apresentam hiperglicemia e, dois terços deles são diabéticos, sendo
que a hiperglicemia agrava o prognóstico. De pacientes com e sem DM, a hiperglicemia que ocorre em pacientes sem
diagnóstico prévio de DM é denominada de hiperglicemia por estresse. Sendo INCORRETO que:
A A hiperglicemia por estresse, principal diagnóstico diferencial do DM entre internados, é caracterizada pela
elevação transitória e irreversível da glicemia em situações agudas, como doenças graves, cirurgia, trauma,
choque, e pelo uso de medicamentos e de nutrição enteral ou parenteral.
B Essa condição afeta cerca de 10% dos internados e está associada a prognóstico mais grave, com mortalidade
de 16%, em comparação a 3% entre os diabéticos e a 1,7% entre os não diabéticos.
C A hiperglicemia decorre da resposta hormonal (epinefrina, glucagon, GH e cortisol) e inflamatória (TNF e
interleucinas) ao estresse, o que eleva a produção hepática de glicose e a resistência à insulina e piora a função
da célula beta.
D A administração de corticoides, catecolaminas e glicose agrava esse estado.
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Questão 100 Neuropatia diabética Polineuropatia Diabética
Conforme progridem, as Neuropatias diabéticas – NDs tornam-se fatores de risco para manifestações clínicas relacionadas
com distúrbios cardiovasculares, sendo CORRETO que:
A Assim, podem afetar a qualidade de vida pelas dores neuropáticas frequentemente associadas, mas são
incapazes de provocar morte súbita por arritmias cardíacas.
B Assim, podem afetar a qualidade de vida pelas dores neuropáticas frequentemente associadas, além da
possibilidade de morte súbita por arritmias cardíacas.
C Assim, não podem afetar a qualidade de vida pelas dores neuropáticas frequentemente associadas, e sim causar
morte súbita por arritmias cardíacas.
D Assim, podem afetar a qualidade de vida pelas dores neuropáticas frequentemente associadas, mas sem
possibilidade de morte súbita por arritmias cardíacas.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000036093
Questão 101 Neuropatia diabética Polineuropatia Diabética
As neuropatias diabéticas (NDs) são complicações crônicas em indivíduos com diabetes mellitus (DM), são consideradas
presentes corretamente de acordo com o item:
A As NDs são consideradas presentes somente após a exclusão de outras causas, tais como as polineuropatias
(PNPs) resultantes de doenças metabólicas, sistêmicas, infecciosas, inflamatórias e nutricionais, a intoxicação por
agentes industriais, drogas e metais, além das neuropatias hereditárias.
B As NDs são consideradas presentes mesmo após a exclusão de outras causas, tais como as polineuropatias
(PNPs) resultantes de doenças metabólicas, sistêmicas, infecciosas, inflamatórias e nutricionais, a intoxicação por
agentes industriais, drogas e metais, além das neuropatias hereditárias. 
C As NDs são consideradas presentes somente após a exclusão de outras causas, tais como as polineuropatias
(PNPs) resultantes de doenças metabólicas, sistêmicas, infecciosas, inflamatórias e nutricionais, a intoxicação por
agentes industriais, drogas e metais, mas não das neuropatias hereditárias. 
D As NDs não são consideradas presentes somente após a exclusão de outras causas, tais como as polineuropatias
(PNPs) resultantes de doenças metabólicas, sistêmicas, infecciosas, inflamatórias e nutricionais, a intoxicação por
agentes industriais, drogas e metais, além das neuropatias hereditárias. 
Essa questão possui comentário do professor no site 4000035832
Questão 102 Cataratas em Doenças Sistêmicas Rastreio da doença renal do diabetes Biguanida metf ormina
Uma senhora de 63 anos, portadora de obesidade e diabetes melito há 25 anos, comparece a consulta com os seguintes
exames: hemoglobina glixada 10,3%, creatina 2,6mg/dL (clearence de creatinina CKD-EPI 18,9ml/mim/1.73m²), albumina
sérica 2,9g/dL, exame de urina 8 hemácias, proteínas 3+, relação albumina/creatinina na amostra isolada de urina 2.556mg/g
creatinina. Trouxe relatório da avaliação oftalmológica anual a rmando não haver nenhuma anormalidade no exame
fundoscópico, mas tão somente catarata. Faz uso de insulina NPH 18Ul pela manhã. 
Sobre esse caso, assinale a alternativa CORRETA.
A A hematúria não ocorre na nefropatia diabética e indica outra causa de glomerulopatia.
B O controle glicêmico deve ser otimizado por meio da prescrição da metformina.
C O diagnóstico de nefropatia diabética pode ser excluído uma vez que não há evidência de lesão microvascular ao
exame fundoscópico.
D Os pacientes portadores de diabetes melito apresentam maior incidência de catarata.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000032915
Questão 103 Rastreio da retinopatia diabética
Uma mulher de 30 anos, com diabetes mellitus tipo 1 e hipertensão arterial, engravidou recentemente. Refere ter retinopatia
estável, HbA1c = 6,6% e PA = 125x85 mmHg. O que você faria, com relação à retinopatia?
A informaria que a retinopatia pode se agravar durante a gravidez e que deverá fazer controles frequentes com
oftalmologista durante o período gestacional
B recomendaria que ela retornasse ao oftalmologista logo após o parto, pois nesse período a probabilidade de
agravo da retinopatia é maior
C informaria que a sua retinopatia está estável e que não haverá risco de piora durante a gravidez
D informaria sobre os grandes riscos sobre a visão durante a gravidez e recomendaria que ela pensasse em
interrompê-lo
Essa questão possui comentário do professor no site 4000025281
Questão 104 Rastreio da doença renal do diabetes Complicações crônicas Complicações agudas
João, 48 anos, vai à consulta, levando exames laboratoriais (glicemia de jejum 150 mg/dl) realizados, porque "sua mãe tem
diabetes". Nega comorbidades, é sedentário, nega tabagismo, tem alimentação rica em carboidratos de alto índice
glicêmico, diz não gostar muito de frutas e verduras. Ao exame, IMC de 27, circunferência abdominal 93 cm. João retorna à
consulta na Unidade de Saúde da Família para acompanhamento do seu tratamento para diabetes. Hoje, com 52 anos, está
em uso de 14 unidades de insulina NPH à noite, além de metformina 3 vezes ao dia. Algumas das complicações às quais este
paciente com diabetes pode desenvolver estão descritas nas alternativas abaixo, assinale a CORRETA.
A O rastreamento da retinopatia e microalbuminúria devem ser realizados após 10 anos de diagnóstico de DM.
B A avaliação da sensibilidade tátil dos pés é realizada com monofilamento de 50 g em um ponto de cada pé.
C As complicações agudas, que podem ocorrer com João, são: hipoglicemia, cetoacidose e retinopatia.
D Uma orientação aconselhada na consulta com João deve ser o reconhecimento dos sintomas de hipoglicemia.
E Caso João chegasse à unidade com tontura, sudorese e tremor, dever-se-ia suspeitar de hiperglicemia.Essa questão possui comentário do professor no site 4000012642
Questão 105 Epidemiologia
O DM agrava a evolução das doenças coexistentes que causam internação e aumenta o risco de morte. sendo que entre
os diabéticos, deve-se identi car o tipo, o tratamento, o nível de controle e a frequência da hipoglicemia. Os diabéticos
devem passar por avaliação contínua do risco de queda e da ocorrência de úlceras. Dentre as opções a seguir, marque a
INCORRETA.
A De 15% a 35% dos internados têm DM.
B 50% dos diabéticos desconhece o diagnóstico.
C 40% dos não diabéticos apresentam hiperglicemia. 
D O DM e a hiperglicemia influenciam o prognóstico. 
4000011975
Questão 106 Epidemiologia
A presença de hipoglicemia aumenta a morbimortalidade em diabéticos e não diabéticos, afetando também hospitalizados.
NÃO é adequado que
A a hipoglicemia afeta de 5% a 20% dos pacientes hospitalizados, principalmente os tratados com antidiabéticos ou
insulina, mas também, pode ocorrer entre os não diabéticos com antecedente de cirurgia digestiva, câncer ou
patologias graves.
B a presença de hipoglicemia não aumenta a morbimortalidade em diabéticos e não diabéticos independentemente
do nível de gravidade.
C além da influência no prognóstico, a hipoglicemia causa ansiedade e estresse entre os pacientes e seus familiares,
bem como na equipe assistencial; em consequência, pode retardar o início do tratamento da hiperglicemia.
D na maioria dos casos, a hipoglicemia é causada pelos desajustes entre as doses de insulina e a quantidade de
carboidrato oferecida aos pacientes, constituindo uma das complicações iatrogênicas mais frequentes no
hospital.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000011887
Questão 107 Complicações macrovasculares
Diabetes mellitus (DM) é um importante e crescente problema de saúde para todos os países, independentemente do seu
grau de desenvolvimento. Qual a principal causa de óbito nos indivíduos com diabetes tipo 2?
A Infecção.
B Cetoacidose.
C Hipoglicemia.
D Nefropatia diabética.
E Doença cardiovascular.
4000010081
Questão 108 Avaliação do pé diabético Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora
Paciente, sexo feminino, 60 anos de idade, diabética há 15 anos e hipertensa, apresenta-se em tratamento na UBS devido a
ferimento em região de primeiro metarso direito há 10 meses. Não se recorda como se iniciou a ferida pois não sentiu nada.
Vem realizando curativos diários utilizando papaína 6% durante visita domiciliar. Apresenta, ao exame físico, lesão de 2 cm
de diâmetro com base rósea, sem sinais ogístico ou exposição de ossos ou outras estruturas profundas. Teste com
estesiômetro de 10 g negativo em hálux, primeiro, terceiro e quinto metatarsos bilateralmente. De acordo com esse quadro
clínico, indique o diagnóstico mais provável da paciente.
4000008602
Questão 109 Avaliação do pé diabético O pé diabético Cirurgia
Assinale a alternativa correta com relação à lesão apresentada.
A Deve-se solicitar glicemia para esclarecer o diagnóstico.
B A lesão é causada por insuficiência venosa.
C A lesão é causada por uma insuficiência arterial.
D A lesão é causada pela diminuição de mobilidade do paciente.
E Deve-se solicitar biopsia para esclarecer o diagnóstico.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000004638
Questão 110 Abordagem cirúrgica do pé diabético
Homem, diabético tipo 2, refere lesão na planta do pé direito há 4 dias. Apresenta-se prostrado, com frequência cardíaca
110 bpm e temperatura 39°C. À palpação observa-se crepitação, edema e hiperemia até o terço inferior da perna direita e
ausência de pulsos distais em ambos os membros inferiores. Qual a conduta imediata?
A Drenagem de planos profundos e debridamento dos tecidos desvitalizados.
B Arteriografia e revascularização endovascular.
C Arteriografia e debridamento dos tecidos desvitalizados.
D Ultrassom Doppler e debridamento dos tecidos desvitalizados.
E Drenagem de planos profundos e revascularização aberta.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000004378
Questão 111 Metas de controle glicêmico Complicações crônicas
O controle rigoroso da glicemia no diabetes diminui o risco de quais complicações, EXCETO: 
A Nefropatia. 
B Retinopatia
C Doença coronariana.
D Neuropatia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000119960
Questão 112 Complicações macrovasculares
A presença de diabetes melito eleva o risco de injúria renal após intervenção coronária percutânea - ICP, sendo que sua
presença eleva em 2-4 vezes o risco de doença cardiovascular e piora o prognóstico dos indivíduos tratados,
independentemente da modalidade de revascularização coronária (cirurgia vs. ICP) instituída. Estando de acordo que:
A O diabetes melito tende a acelerar o processo aterosclerótico e a aterotrombose, e as terapêuticas instituídas
para controle da doença e dos fatores de risco associados não parecem reduzir, de forma efetiva, os riscos de
óbito e eventos adversos.
B O diabetes melito tende atrasar o processo aterosclerótico e a aterotrombose, e as terapêuticas instituídas para
controle da doença e dos fatores de risco associados não parecem reduzir, de forma efetiva, os riscos de óbito
e eventos adversos.
C O diabetes melito tende a acelerar o processo aterosclerótico e a aterotrombose, e as terapêuticas instituídas
para controle da doença e dos fatores de risco associados parecem reduzir, de forma efetiva, os riscos de óbito
e eventos adversos.
D O diabetes melito tende a acelerar o processo aterosclerótico e a aterotrombose, e as terapêuticas instituídas
para controle da doença e dos fatores de risco associados não parecem reduzir, de forma efetiva somente os
riscos de óbito e sim apenas eventos adversos.
4000095665
Questão 113 Def inição e f isiopatogenia
O pé diabético é conceituado como “infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos moles associadas a alterações
neurológicas e vários graus de doença arterial periférica (DAP) nos membros inferiores. Estando em desacordo com sua
gênese o item:
A Clinicamente, observam-se as deformidades não neuropáticas: dedos em garra ou em martelo, proeminências de
metatarsos e acentuação do arco.
B Embora os dados variem nas diferentes regiões do mundo, as vias para a ulceração são semelhantes.
C A insensibilidade resulta do agravo às fibras nervosas finas (tipos C e delta) pela exposição prolongada à
hiperglicemia associada a fatores cardiovasculares. 
D A frequência e gravidade também deve-se a diferenças socioeconômicas, tipo de calçados usados e cuidados.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000095540
Questão 114 Fisiopatogenia
O acúmulo de Advanced Glycation and Productos (AGE) na matriz extracelular, causando cruzamentos anormais e
diminuição na elasticidade dos vasos; se relaciona com o seguinte:
A O significado fisiopatológico dos produtos finais de glicação avançada, Advanced Glycation and Productos
(AGE) emergiu em decorrência das complicações crônicas do DM e evidências acumulam-se sobre a sua função
quanto a inflamação, aterosclerose e distúrbios neurais degenerativos, com vários mecanismos propostos.
B O significado fisiopatológico dos produtos finais de glicação avançada, Advanced Glycation and Productos
(AGE) emergiu em decorrência das complicações agudas do DM e evidências acumulam-se sobre a sua função
quanto à inflamação, aterosclerose e distúrbios neurais degenerativos, com vários mecanismos propostos.
C O significado fisiopatológico dos produtos finais de glicação avançada, Advanced Glycation and Productos
(AGE) emergiu em decorrência das complicações crônicas do DM e evidências acumulam-se sobre a sua função
quanto a inflamação, aterosclerose, mas não degenerativos, com vários mecanismos propostos.
D O significado fisiopatológico dos produtos iniciais de glicação avançada, Advanced Glycation and Productos
(AGE) emergiu em decorrência das complicações crônicas do DM e evidências acumulam-se sobre a sua função
quanto a inflamação,aterosclerose e distúrbios neurais degenerativos, com vários mecanismos propostos.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000095503
Questão 115 O pé diabético Artropatia de Charcot
O que torna os pacientes diabéticos mais suscetíveis a lesão tecidual, infecção, inclusive desenvolvimento de
neurosteoartropatia de Charcot, seria uma resposta da denervação com implicação no controle neurovascular, resultando
em alteração do fluxo capilar, oxigenação, filtração de fluidos e resposta inflamatória. Sendo CORRETO se considerar que:
A Essa cadeia de resposta denota a ação da polineuropatia diabética (PND) em microvasos com liberação de
neuropeptídios vasoconstrictores (substância P, calcitonin gene-related peptide – CGRP, peptídeo relacionado
com o gene da calcitonina e fator de necrose tumoral alfa TNF-a.
B Essa cadeia de resposta não denota a ação da polineuropatia diabética (PND) em microvasos com liberação de
neuropeptídios vasodilatadores (substância P, calcitonin gene-related peptide – CGRP, peptídeo relacionado
com o gene da calcitonina e fator de necrose tumoral alfa TNF-a.
C Essa cadeia de resposta denota a ação da polineuropatia diabética (PND) em macrovasos com liberação de
neuropeptídios vasodilatadores (substância P, calcitonin gene-related peptide – CGRP, peptídeo relacionado
com o gene da calcitonina e fator de necrose tumoral alfa TNF-a.
D Essa cadeia de resposta denota a ação da polineuropatia diabética (PND) em microvasos com liberação de
neuropeptídios vasodilatadores (substância P, calcitonin gene-related peptide – CGRP, peptídeo relacionado
com o gene da calcitonina e fator de necrose tumoral alfa TNF-a.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000095487
Questão 116 Avaliação do pé diabético Classif icação do risco de ulceração e seguimento
O caderno do SUS número 36 de 2013, dispõe sobre estratégias no cuidado da pessoa com Diabetes Mellitus. Durante a
consulta médica e/ou de enfermagem, alguns aspectos da história são essenciais para a identi cação das pessoas de maior
risco para ulceração dos pés. Várias condições contribuem para a ulceração nos pés da pessoa com DM. Abaixo estão
listados vários fatores de risco para o aparecimento de úlceras nos pés de pessoas portadores de Diabetes Mellitus.
Marque a alternativa, que contenha um fator que não é considerado de risco para o desenvolvimento de úlceras nos pés.
A Tabagismo e alcoolismo.
B Nefropatia diabética e amputação prévia.
C Deformidade nos pés e neuropatia periférica.
D Mau controle glicêmico e úlcera nos pés no passado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000071829
Questão 117 Classif icação
A neuropatia mais comumente encontrada no diabete é:
A Radiculopatia.
B Polineuropatia assimétrica.
C Neuropatia reflexa.
D Mononeuropatia. 
E Neuropatia autonômica.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000068770
Questão 118 Diabetes Mellitus tipo 2 DM 2
O Diabetes mellitus vem apresentando uma importância crescente em Saúde Pública. Sobre ele é correto afirmar que:
A A história prévia do diabetes gestacional impõe o rastreamento periódico para a doença por ser uma condição
de risco importante;
B O risco cardiovascular está aumentado mas não é dependente do controle glicêmico e sim de fatores genéticos;
C A dieta deve ser orientada logo após o diagnóstico e deve abolir açúcares, doces, frutas e massas; 
D O tratamento medicamentoso é a principal intervenção terapêutica e deve sempre ser iniciado logo após o
diagnóstico;
E A incidência tem diminuido graças às educativas, caso contrário da obesidade que tem aumentado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000068753
Questão 119 Rastreio da doença renal do diabetes Nef rologia Nef ropatia diabética x Nef ropatia não diabética
Qual estudo é mais sensível para detectar nefropatia diabética?
A Nível de creatinina no soro;
B Clearance de creatinina;
C Albumina na urina;
D Teste de tolerância à glicose;
E Ultrassonografia;
Essa questão possui comentário do professor no site 4000056664
Questão 120 Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora Neuropatia autonômica
Neuropatia autonômica cardiovascular
A neuropatia diabética, uma das principais complicações que aparece com o tempo de evolução do diabetes mellitus é
caracterizada pela degeneração progressiva dos axônios das bras nervosas. Engloba um grupo heterogêneo de
manifestações clínicas, podendo ser focal ou difusa. De acordo com a Linha Guia de Diabetes mellitus, não está
caracterizada adequadamente a afirmativa:
A A Polineuropatia sensitiva simétrica distal é a forma mais comum de neuropatia diabética. Quando presentes, os
sintomas mais comuns são dor em queimação, parestesias e hiperestesia.
B A forma mais importante, do ponto de vista clínico, é a neuropatia autonômica cardiovascular que se relaciona à
morte súbita e à isquemia miocárdica silenciosa.
C Outras neuropatias autonômicas (respiratória, digestiva e genitourinária) podem manifestar-se por constipação
intestinal, gastroparesia, intolerância ao exercício e disfunção erétil.
D O controle rigoroso da glicemia não se mostrou eficaz para prevenir a Polineuropatia sensitiva simétrica distal ou
a neuropatia autonômica, que surgem invariavelmente decorridos 5 ou mais anos após o diagnóstico do diabetes.
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Questão 121 Rastreio da retinopatia diabética
A retinopatia diabética é uma das complicações do Diabetes Mellitus. Em pacientes portadores de Diabetes Mellitus tipo 2,
seu rastreamento deve ser feito:
A 5 anos após o diagnóstico
B 1 ano após o diagnóstico
C No momento do diagnóstico
D 7 anos após o diagnóstico
E 10 anos após o diagnóstico
4000047178
Questão 122 Neuropatia diabética Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora
Uma senhora que regularmente procura seu acompanhamento para seguimento do diabetes, se queixou de dores alternadas
em membros, sendo assim, na última consulta seu neto a acompanhou, pois estava muito preocupado com o diagnóstico
das formas mais frequentes de neuropatia diabética. Como ele era colega de outra especialidade, necessitou de alguma
orientação para ajudar nos cuidados com sua avó. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA:
A O diagnóstico da neuropatia diabética baseia-se na caracterização do quadro clínico com os sintomas e sinais
clínicos mais típicos, sem utilizar testes neurológicos.
B As principais manifestações clínicas de comprometimento somático são de dormência ou queimação em
membros inferiores, formigamento, pontadas, choques, agulhadas em pernas e pés, desconforto ou dor ao toque
de lençóis e cobertores e queixas de diminuição ou perda de sensibilidade tátil, térmica ou dolorosa.
C Ocorre que a predominância de sintomas e sinais se localize nos membros inferiores, os membros superiores não
são afetados.
D É importante destacar que a ausência de sintomas e sinais de Parestesia, anteriormente mencionada, exclui a
neuropatia, pois alguns pacientes evoluem direto para a perda total de sensibilidade.
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Questão 123 O pé diabético
A infecção, ulceração e destruição de tecidos moles associadas a alterações neurológicas e vários graus de Doença
Arterial Periférica (DAP) nos membros inferiores, chamado de pé diabético apresenta dados epidemiológicos que são
variados e denotam a diversidade regional dos desfechos dessa complicação, sendo que apenas podemos, corretamente,
afirmar que:
A Traumas (Ex.: calcados inapropriados, caminhar descalço, objetos dentro dos sapatos) precipitam as Úlceras dos
Pés em Pacientes Diabéticos UPD e a insensibilidade associada à Limitação de Mobilidade Articular (LMA)
resultam em alterações biomecânicas com redução da pressão em áreas plantares (metatarsos) e dorsais
(dedos). A Pressão Plantar (PP) anormal é um fator importante para ulceração somente se houver insensibilidade.
B Traumas (Ex.: calcados inapropriados, caminhardescalço, objetos dentro dos sapatos) precipitam as Úlceras dos
Pés em Pacientes Diabéticos UPD e a sensibilidade aumentada associada à Limitação de Mobilidade Articular
(LMA) resultam em alterações biomecânicas com aumento da pressão em áreas plantares (metatarsos) e dorsais
(dedos). A Pressão Plantar (PP) anormal é um fator importante para ulceração somente se houver insensibilidade.
C Traumas (Ex.: calcados inapropriados, caminhar descalço, objetos dentro dos sapatos) não precipitam as Úlceras
dos Pés em Pacientes Diabéticos UPD, mesmo que a insensibilidade associada à Limitação de Mobilidade
Articular (LMA) resultam em alterações biomecânicas com aumento da pressão em áreas plantares (metatarsos)
e dorsais (dedos). A Pressão Plantar (PP) normal é um fator importante para ulceração somente se houver
insensibilidade.
D Traumas (Ex.: calcados inapropriados, caminhar descalço, objetos dentro dos sapatos) precipitam as Úlceras dos
Pés em Pacientes Diabéticos UPD e a insensibilidade associada à Limitação de Mobilidade Articular (LMA)
resultam em alterações biomecânicas com aumento da pressão em áreas plantares (metatarsos) e dorsais
(dedos). A Pressão Plantar (PP) anormal é um fator importante para ulceração somente se houver insensibilidade.
4000025906
Questão 124 Complicações microvasculares Complicações macrovasculares Complicações crônicas
Quanto à prevenção secundária do Diabetes tipo 2, há comprovações de que o controle metabólico estrito tem função
importante no combate ao surgimento ou à progressão de suas complicações crônicas, conforme elucidaram diversos
estudos. Diversas medidas importantes na prevenção secundária são tidas como adequadas:
A Tratamento da hipertensão arterial e dislipidemia, não reduz substancialmente o risco de complicações do DM 2.
B Prevenção de ulcerações nos pés e de amputações de membros inferiores por meio de cuidados específicos
que podem reduzir tanto a frequência e a duração de hospitalizações, quanto a incidência de amputações em
50%.
C Rastreamento para diagnóstico e tratamento tardio da retinopatia, que apresenta grande vantagem do ponto de
vista de custo-efetividade, dada a importante repercussão nos custos diretos, indiretos e intangíveis da cegueira.
D Rastreamento para microalbuminúria é um procedimento recomendável para curar a insuficiência renal, que
possibilita intervir mais precocemente no curso natural da doença renal.
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Questão 125 Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora Def inição e epidemiologia
Pacientes portadores de Diabetes Mellitus (DM) podem desenvolver diferentes formas de neuropatias. Dentre as
apresentadas abaixo assinale a mais comumente observada nos pacientes com DM.
A Neuropatia autonômica.
B Polineuropatia simétrica distal.
C Neuropatias diabéticas focais.
D Neuropatia motora proximal.
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Questão 126 Complicações macrovasculares
Outros fatores que contribuem para o aumento da prevalência da IC entre os indivíduos com DM são maior frequência de
hipertensão arterial, hiperlipidemia e hipertro a cardíaca, que estão presentes em pacientes com DM e que são fatores
predisponentes para o desenvolvimento da IC. Sendo assim, assinale o item INCORRETO:
A O DM pode afetar a estrutura cardíaca e as funções sistólica e diastólica de maneira independente dos fatores de
risco.
B A hiperglicemia pode levar a piora da função diastólica, principalmente quando associada ao aumento de
triglicérides sérico. 
C A lesão de pequenos vasos é um fator que não interfere no dano miocárdico. 
D A doença de pequenos vasos foi evidente em 72% dos pacientes normotensos com DM, enquanto entre
pessoas sem DM foi de somente 12%.
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Questão 127 Rastreio da doença renal do diabetes
Estratif icação do risco cardiovascular global e metas terapêuticas Endocrinologia
Para a estrati cação de risco cardiovascular em um paciente com diabetes mellitus tipo 2, o exame de microalbuminúria
deve ser realizado com que periodicidade?
A mensalmente
B trimestralmente 
C semestralmente 
D anualmente
E bianualmente
4000022409
Questão 128 Complicações macrovasculares
O DM e a IC, ao lado dos fatores de risco comuns, possuem processos siopatológicos semelhantes, como a ativação do
sistema neuro-hormonal, a disfunção endotelial e o aumento do estresse oxidativo. Em relação a isso, assinale a alternativa
INCORRETA:
A Estudos experimentais e clínicos sugerem a existência da cardiomiopatia diabética relacionada com
microangiopatia, fatores metabólicos e fibrose miocárdica, que contribuem para o aumento da incidência e da
gravidade da IC entre os pacientes com DM.
B Adicionalmente, a hiperglicemia pode aumentar os efeitos vasodilatadores das medicações utilizadas para o
tratamento da IC.
C O DM, principalmente nos estágios mais avançados, pode causar uma neuropatia autonômica cardiovascular.
D A hiperglicemia está diretamente ligada à progressão do dano cardíaco, quer por acentuar os fatores de risco
cardiovascular, quer por aumentar o depósito de colágeno intersticial, resultando em disfunção diastólica e
sistólica. 
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Questão 129 Complicações microvasculares Acompanhamento ambulatorial
Analisando os Marcadores de Controle Glicêmico, somente não podemos concordar com o seguinte item:
A Níveis elevados de glicemia promovem o desenvolvimento de lesões orgânicas extensas e irreversíveis, afetando
a retina, os rins, os nervos e os vasos sanguíneos grandes e pequenos.
B O monitoramento glicêmico visando à prevenção de complicações agudas e crônicas não é fundamental no
manejo do diabetes.
C A hiperglicemia continuada é tóxica para o organismo por três mecanismos distintos: promoção da glicação de
proteínas, hiperosmoralidade e aumento dos níveis de sorbitol intracelular.
D A glicose é a fonte primária de energia e, para alguns tecidos em especial, a única fonte de energia (p. ex., para o
sistema nervoso e retina). Uma concentração constante de glicose deve estar disponível para ser utilizada,
mantendo a homeostase.
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Questão 130 Complicações crônicas Demência Vascular
Trabalhos apontam para a possibilidade de que a prevenção e o tratamento precoce do diabetes sejam capazes de diminuir
a incidência de distúrbios cognitivos e sua evolução a quadros demenciais. Em estudos diabéticos bem controlados
exibiram estabilidade cognitiva ao longo do tempo, à semelhança de grupos não diabéticos. Sendo, entretanto inadequada a
seguinte informação:
A A insulina não penetra no cérebro, no qual encontra receptores (inclusive nos hipocampos e córtex entorrinal) e
enzimas de degradação (insulin-degrading enzyme ou IDE) altamente preservadas filogeneticamente. 
B Mecanismos complexos envolvendo proteínas como a hemoglobina glicada e outros produtos de glicosilação
avançada podem levar a distúrbios da eliminação de amiloide na periferia (não no cérebro), e também ajudam a
explicar a influência da hiperinsulinemia e hiperglicemia para o desenvolvimento de disfunção/lesão da barreira
hematencefálica e aumento de carga amilóide do cérebro.
C O uso de estatinas não pareceu reduzir o risco de demência em estudos longitudinais. 
D A função do metabolismo lipídico, especialmente colesterol (o cérebro é o órgão mais rico em colesterol, com
25% de todo o estoque no organismo), no cérebro com diabetes/resistência insulínica ainda permanece pouco
caracterizada.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000019118
Questão 131 Neuropatia autonômica cardiovascular
R.L.P. é um senhor de 65 anos de idade, com diabetes mellitus (DM) há mais de 20 anos, controlada parcialmente com o
uso de medicações orais. Houve indicação de início de insulinoterapia há cerca de 3 anos, mas o paciente tem di culdade
de aderir aessa medida em razão de sua baixa acuidade visual, que lhe impede de marcar corretamente a quantidade de
unidades prescrita na seringa. 
Acerca do caso clínico apresentado e considerando o diabete mellitus e suas complicações, julgue o item a seguir. 
No caso da disautonomia cardiovascular, o uso de mineralocorticoides pode ser vantajoso.
A Certo.
B Errado.
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Questão 132 Neuropatia diabética Neuropatia autonômica
R.L.P. é um senhor de 65 anos de idade, com diabetes mellitus (DM) há mais de 20 anos, controlada parcialmente com o
uso de medicações orais. Houve indicação de início de insulinoterapia há cerca de 3 anos, mas o paciente tem di culdade
de aderir a essa medida em razão de sua baixa acuidade visual, que lhe impede de marcar corretamente a quantidade de
unidades prescrita na seringa. 
Acerca do caso clínico apresentado e considerando o diabetes mellitus e suas complicações, julgue o item a seguir. 
O rastreamento da neuropatia autonômica envolve a aferição da frequência cardíaca de repouso, assim como da pressão
arterial (em decúbito e ortostase).
A Certo.
B Errado.
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Questão 133 Rastreio da doença renal do diabetes Nef ropatia diabética x Nef ropatia não diabética
R.L.P. é um senhor de 65 anos de idade, com diabetes mellitus (DM) há mais de 20 anos, controlada parcialmente com o
uso de medicações orais. Houve indicação de início de insulinoterapia há cerca de 3 anos, mas o paciente tem di culdade
de aderir a essa medida em razão de sua baixa acuidade visual, que lhe impede de marcar corretamente a quantidade de
unidades prescrita na seringa. 
Acerca do caso clínico apresentado e considerando o diabetes mellitus e suas complicações, julgue o item a seguir. 
O rastreamento da nefropatia diabética deve ser realizado anualmente, por meio das dosagens séricas da ureia e da
creatinina.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000017510
Questão 134 Complicações crônicas
R.L.P. é um senhor de 65 anos de idade, com diabetes mellitus (DM) há mais de 20 anos, controlada parcialmente com o
uso de medicações orais. Houve indicação de início de insulinoterapia há cerca de 3 anos, mas o paciente tem di culdade
de aderir a essa medida em razão de sua baixa acuidade visual, que lhe impede de marcar corretamente a quantidade de
unidades prescrita na seringa. Acerca do caso clínico apresentado e considerando o diabetes mellitus e suas complicações,
julgue o item a seguir. 
A realização de índice tornozelo-braço é indicada para esse paciente.
A Certo.
B Errado.
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Questão 135 Retinopatia Diabética Rastreio da retinopatia diabética
R.L.P. é um senhor de 65 anos de idade, com diabetes mellitus (DM) há mais de 20 anos, controlada parcialmente com o
uso de medicações orais. Houve indicação de início de insulinoterapia há cerca de 3 anos, mas o paciente tem di culdade
de aderir a essa medida em razão de sua baixa acuidade visual, que lhe impede de marcar corretamente a quantidade de
unidades prescrita na seringa. Acerca do caso clínico apresentado e considerando o diabetes mellitus e suas complicações,
julgue o item a seguir. 
A baixa acuidade visual do paciente pode ter origem na retinopatia diabética, complicação que deve ter seu rastreamento
iniciado um ano após o diagnóstico da DM2.
A Certo.
B Errado.
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Questão 136 Classif icação das úlceras
Paciente masculino de 59 anos, com diagnóstico de diabetes há 10 anos, comparece a UBS para consulta de rotina,
apresentando úlcera super cial em pododáctilo, com eritema e celulite ao redor (atingindo 1,0 cm da sua borda). Estado
geral bom, afebril, normotenso, orientado e comunicativo, com frequência cardíaca de 72 bpm. Negava internações
anteriores para tratamento de infecções ou feridas no corpo ou uso recente de glicocorticoide ou antibióticos. Qual deve
ser a terapêutica medicamentosa de primeira escolha?
A Amoxicilina-Clavulanato por 7 dias.
B Penicilina benzatina em dose única.
C Ciprofloxacino por 21 dias.
D Cefalexina por 15 dias.
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Questão 137 Complicações crônicas
Algumas pesquisas demonstram índices aumentados de cáries em diabéticos, entretanto outras encontraram incidências
similares ou até menores nesses pacientes quando comparados a controles não diabéticos. 
Determine qual conceito se mostra inadequado:
A Em indivíduos com níveis de glicose sanguínea mal controlados, tanto a saliva como o fluido gengival não
apresentam alterações das quantidades de açúcares.
B Em indivíduos com níveis de glicose sanguínea mal controlados ou não controlados, pode ocorrer alteração da
microbiota do biofilme dental, influenciando o desenvolvimento de cáries.
C Em indivíduos com níveis de glicose sanguínea mal controlados ou não controlados, é possível que as doenças
periodontais fossem influenciadas.
D Por outro lado, a ingestão limitada de carboidratos, comum nesse grupo de pacientes, proporciona uma dieta
menos cariogênica, o que diminuiria o risco de surgimento dessas lesões.
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Questão 138 Complicações crônicas
A hiperglicemia prolongada promove o desenvolvimento de lesões orgânicas extensas e graves, sendo que os níveis de
glicose sanguínea persistentemente elevados são tóxicos ao organismo por meio de mecanismos diferentes:
A Promoção da glicação de proteínas.
B Aumento dos níveis de sorbitol fora da célula.
C Hiperosmolaridade.
D Aumento dos níveis de sorbitol dentro da célula.
4000010861
Questão 139 Neuropatia autonômica Neuropatia autonômica cardiovascular
A Neuropatia Autonômica Diabética (NAD) é uma complicação pouco reconhecida, apesar da sua grande importância
clínica e do impacto negativo na morbimortalidade de pacientes com DM. Quando detectada NAD sintomática, estima-se
mortalidade cardiovascular de 50% em cinco anos. Estando equivocada, somente, a seguinte alternativa: 
A O Sistema Nervoso Autônomo (SNA) é acometido de forma ampla, no setor simpático. 
B A doença pode ser assintomática, diagnosticada apenas em exames complementares. A manifestação clínica é
resultante da disfunção de um ou mais órgãos (cardiovascular, gastrointestinal, genitourinário, sudomotor e
ocular).
C Os sinais e sintomas clássicos da disautonomia cardiovascular são: taquicardia em repouso, hipotensão
ortostática, pré-síncope, síncope, labilidade hemodinâmica durante cirurgias, isquemia miocárdica silenciosa e
baixa tolerância ao exercício físico.
D Outros sintomas correlatos são resultantes da gastroparesia, da hipomotilidade dos cólons.
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Questão 140 Neuropatia autonômica
A Neuropatia Autonômica Diabética (NAD) é uma complicação de grande importância clínica e do impacto negativo na
morbimortalidade de pacientes com DM. NÃO podemos apenas concordar que:
A Os fatores de risco para NAD são tempo de doença e controle glicêmico. 
B A neuropatia mais comumente relacionada com a NAD é a polineuropatia periférica (PNP) clássica (simétrica,
distal e com predomínio sensitivo).
C É recomendado investigação da NAD em todos os pacientes com diagnóstico na DM2 e após dez anos no
DM1.
D No seguimento, os exames devem ser feitos anualmente. 
Essa questão possui comentário do professor no site 4000008956
Questão 141 Neuropatia diabética Neuropatia autonômica
A Neuropatia Autonômica Diabética (NAD) é uma complicação clínica de impacto negativo na morbimortalidade de
pacientes com DM. Sendo ADEQUADO o seguinte conceito:
A Trata-se de uma polineuropatia de fibras grossas, cujo mecanismo é multifatorial – estresse oxidativo, disfunção
de microcirculação por perda de óxido nítrico e lesão da célula de Schwann por acúmulo de radicais livres.B Trata-se de uma polineuropatia de fibras finas, cujo mecanismo é multifatorial – estresse replicativo, disfunção de
microcirculação por perda de óxido nítrico e lesão da célula de Schwann por acúmulo de radicais livres.
C Trata-se de uma polineuropatia de fibras finas, cujo mecanismo é multifatorial – estresse oxidativo, disfunção de
microcirculação por perda de óxido nítrico e lesão da célula de Schwann por acúmulo de radicais livres.
D Trata-se de uma polineuropatia de fibras finas, cujo mecanismo é multifatorial – estresse oxidativo, disfunção de
microcirculação por perda de óxido nitroso e lesão da célula de Schwann por acúmulo de radicais livres.
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Questão 142 O pé diabético Classif icação das úlceras
Sra. Maria, 74 anos, diabética e hipertensa, paciente de retorno, chega à consulta de atendimento programado sem queixas.
Durante a avaliação, HGT: 453 mg/dL, PA: 130x80 mmHg, em uso de insulina NPH e metformina, duas vezes ao dia,
losartana 50 mg/dia e HCTZ 25 mg/dia. Relata uso correto das medicações e dieta adequada. Ao exame físico: bom
estado geral, ACV e AR, sem achados signi cativos, e EXT: pulsos normais, temperatura e coloração normais, presença de
ferida ulcerosa super cial com necrose úmida e esfacelo de, aproximadamente, 2 cm, com sinais de infecção leve, limitada
à pele, com exsudato seropurulento de moderada quantidade, odor fétido e tecido de granulação. Relata que a ferida
apareceu há dois meses após a última consulta programada. 
Sobre a conduta correta nesse caso, é correto afirmar que é
A encaminhar ao serviço de urgência.
B manter a medicação e prescrever antibioticoterapia sistêmica.
C aumentar a dose de anti-hipertensivos e insulina e prescrever antibioticoterapia sistêmica.
D manter medicação e realizar curativo com soro fisiológico e A GE (ácidos graxos essenciais), apenas.
E ajustar a dose de insulina apenas e realizar curativo da ferida com uso de soro fisiológico e antibiótico tópico
(sulfadiazina de prata). Solicitar retorno para avaliação.
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Questão 143 Neuropatia diabética
Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes
diabéticos. A presença de neuropatia autonômica está associada a aumento signi cativo de mortalidade na população
diabética acometida. Podemos, apenas, indicar como um conceito INADEQUADO o item:
A Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em
pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
B O acometimento patológico na neuropatia diabética geralmente é amplo no organismo, apresentando-se de duas
formas principais: polineuropatia sensorimotora simétrica e neuropatia autonômica (cardiovascular, respiratória,
digestiva e geniturinária).
C O bom controle metabólico do diabetes reduz apenas intensidade da lesão neurológica. 
D Os testes neurológicos básicos envolvem a avaliação de sensibilidade, pesquisa de reflexos tendinosos e
medidas de pressão arterial (deitado e em pé) e frequência cardíaca.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000000285
Questão 144 Fisiopatogenia Neuropatia diabética
Alguns estudos também sugerem que o bom controle metabólico pode melhorar a neuropatia já estabelecida, além disso,
têm sido indicadas outras medidas terapêuticas. Sendo que o bom controle metabólico do diabetes é o principal fator
preventivo da neuropatia. Podemos, apenas, aceitar que
A Uma vez que a base patológica geral das alterações no metabolismo, causadas pela hipoglicemia, é a produção
de superóxidos pela cadeia de transporte mitocondrial de elétrons, que podem ser revertidos pela ativação da
transcetolase, uma enzima dependente dos níveis de tiamina, a benfotiamina pode representar uma opção de
terapêutica. 
B Uma vez que a base patológica geral das alterações no metabolismo, causadas pela hiperglicemia, é a produção
de superóxidos pela cadeia de transporte mitocondrial de elétrons, que podem ser revertidos pela ativação da
transcetolase, uma enzima dependente dos níveis de tiamina, a benfotiamina pode representar uma opção de
terapêutica. 
C Uma vez que a base patológica geral das alterações no metabolismo, causadas pela hiperglicemia, não é a
produção de superóxidos pela cadeia de transporte mitocondrial de elétrons. Esses podem ser revertidos pela
ativação da transcetolase, uma enzima dependente dos níveis de tiamina, a benfotiamina pode representar uma
opção de terapêutica. 
D Uma vez que a base patológica geral das alterações no metabolismo, causadas pela hiperglicemia, é a produção
de superóxidos pela cadeia de transporte mitocondrial de proteínas, que podem ser revertidos pela ativação da
transcetolase, uma enzima dependente dos níveis de tiamina, a benfotiamina pode representar uma opção de
terapêutica. 
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Questão 145 Neuropatia diabética
Os testes neurológicos básicos para diagnóstico das formas mais frequentes de neuropatia diabética envolvem a avaliação
de sensibilidade, pesquisa de re exos tendinosos e medidas de pressão arterial (deitado e em pé) e de frequência cardíaca.
Podemos, apenas, aceitar o seguinte:
A Medida de pressão arterial sistêmica em posição deitada, apenas. Frequência cardíaca de repouso: sugestiva de
disautonomia cardiovascular quando o valor estiver acima de 100 bpm.
B Medida de pressão arterial sistêmica em posições deitada e ortostática (hipotensão postural: queda da pressão
arterial sistólica > 20 mmHg 1 min após assumir posição ortostática) Frequência cardíaca de repouso: sugestiva de
disautonomia cardiovascular quando o valor estiver acima de 60 bpm.
C Medida de pressão arterial sistêmica em posições deitada e ortostática (hipotensão postural: queda da pressão
arterial sistólica > 30 mmHg ao assumir posição ortostática) Frequência cardíaca de repouso: sugestiva de
disautonomia cardiovascular quando o valor estiver acima de 100 bpm.
D Medida de pressão arterial sistêmica em posições deitada e ortostática (hipotensão postural: queda da pressão
arterial sistólica > 20 mmHg 1 min após assumir posição ortostática) Frequência cardíaca de repouso: sugestiva de
disautonomia cardiovascular quando o valor estiver acima de 100 bpm.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000000209
Questão 146 Neuropatia diabética
Em geral, o acometimento patológico do sistema nervoso é muito amplo e, inúmeras vezes, bastante grave no diabetes
mellitus (DM). Mostra-se INADEQUADO o conceito de que
A As principais manifestações clínicas de comprometimento somático são de dormência ou queimação em
membros inferiores, formigamento, pontadas, choques, agulhadas em pernas e pés, desconforto ou dor ao toque
de lençóis e cobertores e queixas de diminuição ou perda de sensibilidade tátil ou dolorosa, apenas.
B O diagnóstico das formas mais frequentes de neuropatia diabética baseia-se na caracterização do quadro clínico
com os sintomas e sinais clínicos mais típicos e na realização de testes neurológicos. 
C Os testes neurológicos básicos envolvem a avaliação de sensibilidade, pesquisa de reflexos tendinosos e
medidas de pressão arterial (deitado e em pé) e de frequência cardíaca.
D É importante destacar que a ausência de sintomas e sinais de parestesia anteriormente mencionada, não exclui a
neuropatia, pois alguns pacientes evoluem direto para a perda total de sensibilidade. 
Essa questão possui comentário do professor no site 4000000194
Questão 147 Neuropatia diabética
Com relação ao exame físico na neuropatia diabética, assinale a opção CORRETA: 
A O paciente sem queixa de dor ou parestesias nos MMII não possui polineuropatia diabética.
B O controle glicêmico, isoladamente, previne a neuropatia diabética de forma mais importante nos pacientes com
DM1 do que nos pacientes com DM2.
C O teste do monofilamento eoutro teste de sensibilidade (térmica, dolorosa ou vibratória) podem ser realizados
apenas em um dos pés, tendo em vista que a neuropatia costuma ter distribuição simétrica.
D A presença de hipotensão postural é sinônimo de neuropatia autonômica.
E A neuropatia diabética sensitivo-motora é a forma menos frequente de neuropatia diabética. 
Essa questão possui comentário do professor no site 4000127726
Questão 148 Complicações crônicas
Considerando que o autocuidado é a prática principal de controle do diabetes mellitus tipo 2 e que muitas situações ou
comorbidades podem representar um obstáculo à sua realização, é correto afirmar que
A a prevalência de depressão é menor entre portadores de diabetes mellitus do que na população em geral. 
B o estresse só é um obstáculo ao autocuidado quando leva o paciente a um descontrole na dieta. 
C a ausência de sintomas pode limitar o autocuidado mesmo quando o paciente toma a medicação corretamente. 
D o apoio familiar não é relevante se considerarmos que a prática do autocuidado é atividade do próprio paciente. 
4000120047
Questão 149 Rastreio da doença renal do diabetes Rastreio Rastreio da retinopatia diabética
Após o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2, devemos iniciar o rastreamento de complicações da doença:
A Após 3 meses.
B Após 6 meses.
C Após 12 meses.
D Após a 2ª complicação. 
E Imediatamente.
4000116421
Questão 150 Complicações macrovasculares Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 2
Homem de 65 anos de idade com diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica há 10 anos e diabetes mellitus há 8 anos,
em uso de atenolol, enalapril, gliclazida e metformina em doses máximas e insulina NPH 10 UI à noite, retorna para consulta
no ambulatório sem novas queixas. Refere uso regular de medicação. O exame clínico está normal. Trouxe exames
solicitados na última consulta, há dois meses: glicemia de jejum = 98 mg/dl; Hb glicosilada = 7,5%; ureia = 40 mg/dl;
creatinina = 1,1 mg/dl; Na+ = 136 mEq/L; K+ = 3,9 mEq/L; colesterol total = 252 mg/dl; LDL = 146 mg/dl; HDL = 23 mg/dl;
triglicérides = 240 mg/dl; urina tipo 1 = proteína +/4+; microalbuminúria: positiva; peptídeo C: normal. Média dos controles de
glicemia capilar: 
Deve ser acrescentado ao tratamento:
A Atorvastatina e insulina NPH no almoço. 
B Sinvastatina e insulina regular no almoço.
C Ciprofibrato, losartana e insulina NPH no almoço. 
D Ezetimibe, valsartana e insulina regular no almoço
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Questão 151 Avaliação do pé diabético Def inição e f isiopatogenia O pé diabético
Paciente do sexo feminino, 60 anos de idade, hipertensa, diabética, com quadro de vitiligo, procurou o médico da clínica de
saúde da família com queixa de parestesias em ambos os membros inferiores há cerca de 18 meses. Faz uso regular de
metformina, losartana e alfametildopa. Ao exame físico: hipoestesia em diversos pontos avaliados pelo teste de Semmens-
Weinstein = 5.07 em ambos os pés. O médico solicitou exames laboratoriais — hemograma: hemoglobina = 14 mg/dl;
hematócrito = 42%; VCM = 90 ; leucograma: 8.000 leucócitos/mm³, com contagem diferencial normal; glicose = 140
mg/dl; HbA1c = 8,0%; ureia = 30 mg/dl; creatinina = 0,8 mg/dl. Sobre o caso acima, marque a opção CORRETA:
A É provável que as lesões previamente diagnosticadas, como vitiligo, sejam compatíveis com hanseníase, e o
médico deverá encaminhar a paciente para avaliação em ambulatório especializado de hanseníase.
B Trata-se de caso de neuropatia diabética e a paciente poderá ser tratada com amitriptilina.
C Trata-se de caso de neuropatia diabética. O dano neural nestes casos é irreversível e a única terapia indicada é
controle glicêmico restrito, evitando progressão da neuropatia. 
D Trata-se de caso de deficiência de vitamina B12, cuja causa deverá ser investigada com exames complementares
que incluem endoscopia digestiva alta, e cujo tratamento indicado é vitamina B12 por via parenteral.
E Os dados apresentados são insuficientes para a condução do caso. Exames complementares como ressonância
nuclear magnética e eletroneuromiografia são obrigatórios para melhor definição do caso. 
4000077973
Questão 152 Rastreio da doença renal do diabetes Rastreio Rastreio da retinopatia diabética
As complicações do diabetes devem ser monitoradas com o objetivo de diminuir a morbidade e a mortalidade. Quais
exames descritos abaixo devem ser realizados para monitorar anualmente essas complicações?
A PA e creatinina.
B Creatinina e perfil lipídico. 
C PA e perfil Lipídico. 
D Hemoglobima glicada e creatinina.
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Questão 153 Complicações crônicas Manif estações e características clínicas Patogênese e evolução da doença
Sobre o acometimento de idosos pelo diabete melito tipo II, assinale a alternativa INCORRETA:
A Os sintomas surgem de modo insidioso.
B Dieta e exercícios permitem o controle da doença em considerável número de pacientes.
C A presença de complicações vasculares é incomum por ocasião do diagnóstico da doença. 
D A cetose, bem como as grandes flutuações de glicemia são incomuns.
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Questão 154 Diabetes
Segundo a Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 2015-2016 é correto afirmar que:
A A incidência de diabete melito (DM) tipo 1 está diminuindo, particularmente na população menor de 5 anos.
B O controle glicêmico recomendado pela SBD é a glicemia pré prandial < 110 mg dl e a glicemia pós prandial < 200
mg dl.
C O nível de hemoglobina glicada se correlaciona diretamente com a incidência de complicações crônicas do DM.
D Não é fator de risco para DM gestacional a história de DM em primeiro grau.
E MODY-acrônimo de Maturity-onset diabtetes of the Young- caracteriza se por herança autossômica recessiva,
idade precoce de aparecimento ( até 25 ano s) e por defeitos genéticos na insulina endógena.
4000064732
Questão 155 Polineuropatias Neuropatia diabética Polineuropatia Diabética
Sobre a polineuropatia diabética sensitivo-motora é INCORRETO afirmar que:
A É a forma mais comum de neuropatia diabética e deve ser considerada como diagnóstico de exclusão.
B Em geral, apresenta uma evolução no sentido distal-proximal ("bota e luva").
C O diagnóstico é feito através da eletroneuromiografia.
D Existe um predomínio do componente sensitivo e o envolvimento motor costuma ocorrer nos estágios mais
avançados da doença.
E Sua fisiopatogênese está associada ao estresse oxidativo desencadeado pelo ambiente de hiperglicemia crônica
e formação de produtos avançados da glicação.
4000061349
Questão 156 Neuropatia autonômica
São sintomas de neuropatia autonômica relacionados ao diabetes:
A disfunção erétil, gastroparesia e hipotensão.
B diarreia, hipertensão e sudorese
C bradicardia e disfunção erétil.
D bradicardia e disfunção erétil.
E obstipação intestinal e hipertensão com taquicardia.
4000060258
Questão 157 Coreia de Sydenham Coreia
A coreia pode ser de nida como um movimento involuntário, irregular, sem nalidade, não rítmico, abrupto, rápido, não
constante, caracterizada por um uxo de movimentos de uma parte do corpo para a outra, que ocorre de forma randômica.
Qual distúrbio sistêmico abaixo é o mais comumente implicado como causa de coreia?
A Endocardite bacteriana. 
B Lúpus eritematoso sistêmico.
C Síndrome paraneoplásica.
D Hiperglicemia não cetótica.
E Policitemia rubra vera.
4000053026
Questão 158 Rastreio da doença renal do diabetes Rastreio da retinopatia diabética
A realização de rastreamento de complicações microvasculares (retinopatia e nefropatia) nos portadores de diabetes
melito tipo 2 devem ser realizados:
A Somente após cinco anos do diagnóstico de diabetes.
B O rastreamento de tais complicações não é necessário.
C Somente após dez anos do diagnóstico, uma vez que são complicações raras e tardias.
D Para os pacientes que apresentarem sintomas sugestivosde tais complicações.
E No momento do diagnóstico de diabetes.
4000043921
Questão 159 Rastreio da doença renal do diabetes Complicações macrovasculares Retinopatia Diabética
Em relação às complicações crônicas do diabetes, é CORRETO afirmar que:
A A Eletroneuromiografia (ENMG) é indispensável para o diagnóstico de neuropatia periférica do diabetes.
B Caracterizada pela presença de microaneurismas, a retinopatia proliferativa pode reverter por meio do tratamento
com fotocoagulação. 
C A presença de proteinúria marca o primeiro estágio da nefropatia diabética. 
D A retinopatia diabética tem como principais fatores de risco a duração do diabetes e o controle glicêmico. 
E Na avaliação do risco cardiovascular, o paciente diabético com bom controle glicêmico apresenta risco igual ao
indivíduo não diabético.
4000043870
Questão 160 Complicações microvasculares Diabetes Complicações crônicas
Na abordagem dos pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM 2), um dos objetivos mais importantes é prevenir o
aparecimento e a progressão das complicações. Em relação às complicações crônicas do DM 2, é CORRETO afirmar que:
A Uma investigação da nefropatia se inicia com o exame simples de urina (EAS) e de creatinina sérica. Em pacientes
com taxa de filtração glomerular estimada > 90ml/min/1,73m2 e EAS sem qualquer anormalidade, testes
adicionais para detecção de nefropatia não são necessários
B Uma vez confirmada a albuminúria e após exclusão de outras causas, Inibidor da Enzima Conversora da
Angiotensina (iECA) e restrição proteica na dieta devem ser iniciados mesmo em pacientes normotensos e com
função renal preservada
C Uma das manifestações do acometimento renal pelo DM é a acidose tubular renal tipo IV. Essa condição está
associada à aldosterona baixa e à renina baixa
D Um exame padrão de fundo de olho, que pode ser realizado pelo não especialista, é suficiente para o
rastreamento da retinopatia, desde que o diagnóstico de DM 2 seja recente
4000040506
Questão 161 Critérios diagnósticos Complicações crônicas
Em relação ao diabetes melito do tipo 2, é CORRETO afirmar que:
A É definido quando a glicemia de jejum se encontra entre 100 e 125 mg/dl.
B É definido quando a glicemia de jejum está abaixo de 100 mg/dl, mas se eleva acima de 140 mg/dl após 2 horas
de sobrecarga de glicose, porém sem ultrapassar 200 mg/dl.
C A microangiopatia se manifesta como doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral e arteriopatia
periférica.
D O diagnóstico é estabelecido com glicemia de jejum acima de 126 mg/dl ou glicemia ao acaso maior que 200
mg/dl.
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Questão 162 Avaliação inicial e monitorização
Acerca das boas normas, considerações e práticas para o diagnóstico do DM e da hiperglicemia em pacientes
hospitalizados, aponte a opção que é considerada INADEQUADA:
A O diagnóstico de DM deve ser investigado somente nas admissões que ocorrerem suspeita clínica.
B Entre os diabéticos, deve-se identificar o tipo, o tratamento, o nível de controle e a frequência da hipoglicemia.
C A glicemia deve ser dosada em todos os pacientes hospitalizados, com ou sem DM, no momento da admissão e
durante a ocorrência dos fatores de risco descritos.
D Perdas e transfusões sanguíneas, hemoglobinopatias, insuficiência renal e uso prolongado de corticoides reduzem
a sensibilidade da A1C.
4000033283
Questão 163 Avaliação inicial e monitorização
Para a interpretação dos diagnósticos de diabetes e outras situações clínicas associadas ao aumento da glicose, é
importante o conhecimento de situações que causam viés dos métodos utilizados para quanti car a glicose, sendo os
listados abaixo, com EXCEÇÃO de um deles. Assinale-o.
A A glicemia capilar à beira do leito é um método fácil e rápido, mas se deve utilizar um aparelho calibrado e
validado, com acurácia em diferentes amostras, condições de hematócrito, saturação de oxigênio ou de
medicamentos.
B A glicemia capilar pode até mesmo ser utilizada se houver edema, hipoperfusão periférica ou choque.
C O uso de resíduos de material em seringas e cateteres, prática comum, aumenta o risco de ocorrência de erros.
D Os glicômetros com glicose desidrogenase (GDH-PQQ) devem ser evitados no caso de pacientes em diálise
peritoneal pelo risco de superestimação da glicemia.
4000033272
Questão 164 Fisiopatogenia Epidemiologia
A hiperglicemia por estresse, importante diagnóstico diferencial do DM entre pacientes internados, é caracterizada pela
elevação transitória e reversível da glicemia em situações agudas, como doenças graves, cirurgia, trauma, choque, e pelo
uso de medicamentos e de nutrição enteral ou parenteral. Apresentando diversos fatores de risco listados a seguir, com
EXCEÇÃO de:
A Idade superior a 30 anos.
B Antecedente familiar de DM.
C Obesidade centrípeta.
D Síndrome de ovários policísticos.
4000033254
Questão 165 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado Hipoglicemia
Para o entendimento do descontrole da glicemia do paciente internado, é necessário dar a adequada importância à
hipoglicemia. Sobre a hipoglicemia, assinale a alternativa INCORRETA:
A A hipoglicemia afeta de 5 a 20% dos pacientes hospitalizados, principalmente os tratados com antidiabéticos ou
insulina.
B A hipoglicemia também pode ocorrer entre os não diabéticos com antecedente de cirurgia digestiva, câncer ou
patologias graves.
C A presença de hipoglicemia aumenta a morbimortalidade em diabéticos, isso já não ocorre em pacientes não
diabéticos. Independentemente do nível de gravidade.
D Na maioria dos casos, a hipoglicemia é causada pelos desajustes entre as doses de insulina e a quantidade de
carboidrato oferecida aos pacientes, constituindo uma das complicações iatrogênicas frequentes.
4000033236
Questão 166 Fisiopatogenia Epidemiologia
Dentre as causas de interferência metabólica que acarretam a hiperglicemia por estresse, apresentam grande importância as
interações tanto fisiológicas quanto farmacêuticas. A respeito disso, indique a opção CORRETA:
A A administração de corticoides, catecolaminas e glicose não agrava esse estado de maneira efetiva.
B A hiperglicemia causa distúrbios hidroeletrolíticos e disfunção dos neutrófilos sem maiores repercussões clínicas.
C Além de determinar o prognóstico da internação, a hiperglicemia por estresse indica predisposição ao DM.
D A hiperglicemia causa aumento do estresse oxidativo, mas não da inflamação sistêmica.
4000033223
Questão 167 Fisiopatogenia Epidemiologia
Com relação aos achados e conceitos de elevação da glicose em pacientes internados, não apenas por diabetes
descompensado, mas também por outras doenças sem nexo com o mesmo, podemos DESCONSIDERAR, em termos de
estatística, que a hiperglicemia:
A Não agrava o prognóstico de pacientes com e sem DM.
B Que ocorre em pacientes sem diagnóstico prévio de DM é denominada de hiperglicemia por estresse.
C Por estresse, principal diagnóstico diferencial do DM entre internados, é caracterizada pela elevação transitória e
reversível da glicemia em situações agudas, como doenças graves, cirurgia, trauma, choque, e pelo uso de
medicamentos e de nutrição enteral ou parenteral.
D Decorre da resposta hormonal (epinefrina, glucagon, GH e cortisol) e inflamatória (TNF e interleucinas) ao
estresse, o que eleva a produção hepática de glicose e a resistência à insulina e piora a função da célula beta.
4000033208
Questão 168 Fisiopatogenia Epidemiologia
Dentro dos conceitos atuais de descontrole metabólico relacionado a situações de internação hospitalar, a hiperglicemia
apresenta fundamental importância clínica e também epidemiológica. Acerca disso, marque a opção considerada
CORRETA:
A Essa condição afeta cerca de 60% dos internados e está associada a prognóstico mais grave.
B A hiperglicemia está associada a prognóstico mais grave, com mortalidade de 56%, em comparação a 9% entre
os diabéticos e a 17% entre os não diabéticos.
C O risco de desenvolver a doença nos três anos seguintesà internação é de 2,6% nos pacientes com glicemia
superior a 126 mg/dl e de 9,9% se a glicemia for superior a 200 mg/dl.
D A administração de corticoides, catecolaminas e glicose parece não agravar esse estado.
4000033191
Questão 169 Fisiopatogenia Epidemiologia
Assume grande importância o adequado conhecimento das alterações metabólicas relacionadas ao descontrole glicêmico
e ao diabetes. Segundo os conceitos atuais, assinale a alternativa CORRETA:
A Aproximadamente 36% dos indivíduos hospitalizados apresentam hiperglicemia, e dois terços deles são
diabéticos.
B A hiperglicemia que ocorre em pacientes com diagnóstico prévio de DM é denominada de hiperglicemia por
estresse.
C A hiperglicemia agrava o prognóstico de pacientes apenas, previamente, em caso com DM.
D A hiperglicemia decorre da resposta unicamente hormonal.
4000033174
Questão 170 Epidemiologia
O diabetes apresenta grande incidência de complicações, afora situações em que são meras comorbidades apresentadas
pelo paciente. Assim, podemos CONSIDERAR, em termos de epidemiologia, que:
A Menos da metade das internações de diabéticos são emergenciais.
B Cerca de um terço dos diabéticos permanece internado por mais de 14 dias e 15% deles por mais de 28 dias.
C O DM agrava a evolução das doenças coexistentes que causam internação, mas não aumenta o risco de morte.
D Mesmo em cirurgias eletivas, o DM aumenta em 20% o tempo de internação e a mortalidade, principalmente nas
cirurgias cardíacas e nos pacientes hiperglicêmicos.
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Questão 171 Epidemiologia
Infelizmente, ainda ocorre inadequada atenção ao cuidado do diabético internado, sendo frequentes também condutas que
não são completamente adequadas à situação metabólica do paciente. Sobre isso, indique a alternativa em que a a rmação
esteja INCORRETA:
A A importância do DM é frequentemente subestimada.O diagnóstico é omitido em até 40% dos prontuários, a
maioria dos diabéticos recebe insulina apenas para correção da hiperglicemia e até 60% deles apresentam
hiperglicemia persistente.
B O tempo médio de permanência no hospital aumenta uma semana nas internações eletivas e três dias nas
emergenciais em comparação aos não diabéticos.
C Os erros de medicação (omissão ou dose excessiva de insulina) afetam um terço dos pacientes e, não raro,
causam cetoacidose e hipoglicemia grave.
D Os pacientes com DM têm internações mais longas.
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Questão 172 Epidemiologia
Existe grande importância epidemiológica à ocorrência de internações relacionadas ao diabetes, principalmente no tocante
à criação de estratégias de prevenção primária e secundária de complicações. A respeito de internações hospitalares de
diabéticos, assinale a alternativa considerada INADEQUADA:
A A maioria dos diabéticos necessita de internação ao longo da vida.
B Diabetes é o principal fator de risco de doenças cardiovasculares, insuficiência renal e neuropatia, condições que
frequentemente requerem tratamento hospitalar.
C Apenas uma minoria em torno de 10% dos pacientes desconhecem o DM e recebem o diagnóstico no hospital.
D Dentre os diabéticos em seguimento ambulatorial, de 25% a 35% são internados a cada ano e 60% a cada
período de quatro anos.
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Questão 173 Avaliação do pé diabético Rastreio da doença renal do diabetes Rastreio
Determinado paciente de 55 anos de idade começou recentemente a consultar-se em uma clínica por insistência da
esposa. Ele está na terceira consulta, após repetir os exames laboratoriais e con rmar o diagnóstico DM2. O paciente é
assintomático e com sobrepeso, iniciou uma dieta adequada há pouco tempo e parou de fumar há cinco anos quando tinha
uma carga tabágica de 80 anos/maço. Também por insistência da esposa está tentando, embora com di culdade, realizar
caminhadas. Acerca do caso clínico apresentado, assinale a alternativa CORRETA.
A A fundoscopia deve ser realizada cinco anos após o diagnóstico do DM2 e, então, anualmente. 
B A pesquisa de albuminúria em amostra isolada de urina é dispensável, se a função renal estiver normal. 
C A realização do índice tornozelo-braço é indicada.
D A radiografia de tórax deve ser solicitada para rastreio da neoplasia de pulmão, em razão da carga tabágica.
E O teste do monofilamento nessa consulta, somente indicará sensibilidade protetora alterada quando duas ou mais
das áreas testadas estiverem insensíveis, quando utilizada a recomendação de Boulton et al. que inclui quatro
áreas de teste. 
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Questão 174 Epidemiologia Epidemiologia do diabetes mellitus tipo 2
Quando analisamos as características diferenciadas do diabetes na população jovem, estas apresentam diferenciais
relacionados às suas características, NÃO sendo correta uma das opções apresentadas a seguir. Indique-a.
A Uma das grandes preocupações do diagnóstico de DM2 no jovem é que algumas comorbidades, como a
neuropatia, apresentam-se tão comuns na criança quanto no adulto DM2.
B Há um risco de desenvolvimento da doença em irmãos, semelhante à encontrada na população geral.
C O desenvolvimento de complicações precoces terá implicações para o resto da vida, tanto para criança quanto
para orçamento da saúde pública.
D Um quarto das crianças obesas e 22% dos adolescentes obesos apresentam intolerância à glicose.
4000002160
Questão 175 Epidemiologia Epidemiologia do diabetes mellitus tipo 2
Dentro do estudo do impacto da cada vez maior incidência de diabéticos na população jovem, marque a opção
INCORRETA.
A O aumento na predominância da obesidade na adolescência registrado nos últimos anos explicaria, em grande
parte, o avanço do DM2 nas populações jovens.
B O aumento na predominância da obesidade na adolescência, registrado nos últimos anos, se relaciona com o
desenvolvimento da síndrome metabólica e de doenças cardiovasculares na maturidade.
C Em adolescentes com DM2, a avaliação do efeito do diabetes e da obesidade sobre complacência vascular
encontrou aumento da rigidez dos vasos.
D DM2 de início precoce pode ser menos agressivo do ponto de vista cardiovascular do que em adultos.
4000002144
Questão 176 Fisiopatogenia
Para entendermos a gênese dos achados clínicos decorrentes dos níveis, persistentemente elevados, de glicose sanguínea,
que por sua vez são tóxicos ao organismo, devemos considerar os diferentes mecanismos envolvidos, com EXCEÇÃO de
um. Assinale-o.
A Mediante a promoção da glicação de proteínas.
B Hiperosmolalidade.
C Com manutenção dos níveis de sorbitol fora da célula.
D Aumento dos níveis de sorbitol dentro da célula.
4000001955
Questão 177 Métodos laboratoriais
Quando lidamos com conhecimento das complicações referente ao diabetes em longo prazo, assume grande importância
o conhecimento dos conceitos referentes aos marcadores de hiperglicemia. Dentre esses conceitos, assinale o CORRETO.
A Genericamente, o termo hemoglobina glicada refere-se a um conjunto de substâncias formadas com base em
reações entre a hemoglobina A (HbA) e alguns açúcares.
B A HbA é a forma pouco importante e nativa da hemoglobina.
C No decorrer dos anos ou das décadas, a hiperglicemia prolongada promove o desenvolvimento de lesões
orgânicas extensas e reversíveis.
D Os níveis de glicose sanguínea, persistentemente elevados, são atóxicos ao organismo.
4000001937
Questão 178 Complicações macrovasculares
Embora as diretrizes nacionais considerem os portadores de Diabetes Mellitus (DM) na categoria de alto risco Doença
Cardiovascular (DCV), o risco de desfechos cardiovasculares de curto prazo nessa população é extremamente variável,
sendo um dos grandes desa os clínicos a correta identi cação de indivíduos assintomáticos, mas que apresentem risco
elevado de desfechos cardiovasculares. Podemos assim considerar ADEQUADO que:
A Os diabéticos tipo 1, com o passar dos anos, apresentammaior risco de complicações cardiovasculares,
principalmente após os 60 anos de idade.
B Contudo, esse intervalo pode variar independente do tempo de duração da doença.
C O risco cardiovascular se mostra independente do aparecimento de nefropatia, da hipertensão arterial e do
descontrole da glicemia.
D Mais recentemente, a obesidade e a SM associam-se a esse risco aumentado de Doença Cardiovascular.
4000001484
Questão 179 Complicações macrovasculares
Embora as diretrizes nacionais considerem os portadores de Diabetes Mellitus (DM) na categoria de alto risco para Doença
Cardiovascular (DCV), o risco de desfechos cardiovasculares de curto prazo nessa população é extremamente variável,
sendo um dos grandes desa os clínicos a correta identi cação de indivíduos assintomáticos, mas que apresentem risco
elevado de desfechos cardiovasculares. Assim, podemos considerar ADEQUADO que
A os Diabéticos tipo 1, com o passar dos anos, apresentam maior risco de complicações cardiovasculares,
principalmente após os 60 anos de idade.
B mais recentemente, a obesidade e a SM associam-se a esse risco aumentado de Doença Cardiovascular.
C contudo, esse intervalo pode variar independente do tempo de duração da doença.
D o risco cardiovascular se mostra independente do aparecimento de nefropatia, da hipertensão arterial e do
descontrole da glicemia.
4000001358
Questão 180 Retinopatia Diabética Rastreio da retinopatia diabética
Você estava de plantão em um grande hospital terciário, como clínico, e o residente médico da oftalmologia solicitou seu
parecer clínico para um paciente diabético que foi internando de urgência por grave complicação oftalmológica. Sendo a
retinopatia diabética (RD) umas das principais complicações relacionadas ao Diabetes mellitus (DM) e a principal causa de
cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos, para ajudar no controle do paciente, você CORRETAMENTE orientou
que:
A O tempo de duração do diabetes e o controle glicêmico não se relacionam com a gravidade da RD.
B É fundamental que seja feito o controle glicêmico adequado para a prevenção e diminuição das complicações
relacionadas à doença.
C Os pacientes submetidos ao controle intensivo não apresentaram redução no risco de desenvolvimento de
retinopatia.
D De maneira geral, a redução da hemoglobina glicada não leva a uma diminuição no risco de aparecimento da
retinopatia, somente de sua progressão.
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Questão 181 Avaliação do pé diabético Princípios da Medicina de Família e Comunidade
A política de saúde pautada na atenção básica de saúde e em médicos de família permite o diagnóstico precoce e o
acompanhamento dos pacientes portadores de diabetes melito, evitando complicações da doença.
Em relação ao pé-diabético, assinale a opção correta.
A O debridamento do pé diabético infectado deve ser feito após ultrassonografia doppler arterial.
B O pé diabético é decorrente de fluxo arterial diminuído e seu diagnóstico depende de exames de imagem.
C O debridamento de pés diabéticos com tecidos necróticos deve incluir tecido desvitalizados e vitalizados.
D O debridamento de pé diabético de pequeno porte pode ser feito em Unidade Básica de Saúde (UBS), sem
necessidade de sobrecarregar hospitais secundários.
E As Unidades Básicas de Saúde e os Programas de Saúde da Família devem encaminhar pacientes com pé
diabético aos hospitais secundários para a realização de curativo.
4000152896
Questão 182 Neuropatia diabética
A neuropatia periférica diabética se caracteriza por:
A Comprometimento motor e autônomo inicialmente, seguido do comprometimento sensitivo.
B Aparecimento agudo após uma descompensação hiperglicêmica.
C Aparecimento insidioso após episódios sucessivos de hipoglicemia.
D Perda progressiva da sensibilidade, de distribuição simétrica e acometimento de distal para proximal.
E Não ter caráter progressivo.
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Questão 183 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado Tratamento da Insuf iciência cardíaca Inibidores de DPP4
Paciente sexo feminino 78 anos idade, com história de diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemia, doença
arterial coronariana (com 2 episódios de angioplastia prévia), procura o ambulatório queixando-se de astenia e dispneia aos
pequenos esforços. Achados pertinentes ao exame físico são: Pressão Arterial 110x60mmHg, Pulso radial 120 bpm, veias
jugulares túrgidas, estertores crepitantes nas bases de ambos pulmões, hepatomegalia e edema membros inferiores
++/++++. Paciente fazendo uso de metformina 850 mg 3 vezes ao dia, gliclazida 60mg ao dia, vildagliptina 50mg ao dia e
insulina NPH 12 ui subcutânea ao deitar. A conduta mais apropriada para esta paciente seria:
A Internar paciente para insulinoterapia intensificada, suspender apenas metformina e iniciar tratamento da
insuficiência cardíaca.
B Intensificar insulinoterapia e solicitar consulta com cardiologista e nefrologista.
C Intensificar insulinoterapia, iniciar terapia com diurético de alça e suspender apenas gliclazida e aumentar dose de
vildagliptina para 50mg 2 vezes ao dia.
D Internar paciente para insulinoterapia intensificada, suspender todos agentes antidiabéticos orais, iniciar tratamento
da insuficiência cardíaca e solicitar exames para avaliação de função renal e hepática.
4000103996
Questão 184 Lesão do Nervo Oculomotor III NC Anisocoria Polineuropatia Diabética
Paralisia do Nervo Oculomotor III NC
Homem 36 anos, tabagista, diabético mal controlado, hipertenso, chega à emergência com cefaleia leve e diplopia. Exame
neurológico: nuca livre, ptose palpebral com oftalmoplegia à esquerda, isocoria, força preservada, facies de dor, orientado
no tempo e espaço. A hipótese diagnostica mais provável é:
A Aneurisma da artéria cerebral anterior esquerda.
B Neuropatia craniana do III nervo craniano esquerdo.
C Neuropatia craniana do VII nervo craniano esquerdo.
D Aneurisma da artéria cerebral média esquerda.
E Neuropatia craniana do V nervo craniano esquerdo.
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Questão 185 Paciente não crítico
Homem de 59 anos, com antecedentes de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), ex-tabagista (cerca de 60
anos/maço), hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2 há cerca de 4 anos, deu entrada há 02 dias no hospital com
DPOC, descompensado devido à infecção respiratória, sendo internado na enfermaria. Estava em uso domiciliar de
Metformina 1700 mg/dia, que foi suspensa na admissão, e Losartan 100 mg/dia, que foi mantido, e foram prescritos
Levo oxacino, Prednisolona IV 3 vezes ao dia, Budesonida e Formoterol inalatórios. Na admissão, exames revelavam:
glicemia de jejum = 168 mg/dl, hemoglobina glicada= 8,9 %, ureia = 51 mg/dl (VR 20-50), creatinina = 1,3 mg/dl (VR= 0,5-1,3)
Na+ = 142 (VR = 135-145), K += 4,9 (VR =3,5-5,0), TGO = 32 U/L (VR < 35), TGP = 35 U/L (VR <35), hermoglobina = 13,0
hematócrito = 38,5 %, leucócitos = 10600 (com neutro lia), plaquetas = 214,000. O paciente está vigil, alimentando- se por
via oral , com aceitação regular da comida. As glicemias capilares do dia anterior revelam os seguintes valores: às 6 h = 295;
às 11h = 342 e às 17h = 307. A conduta recomendada para esse caso é prescrever:
A Insulina NPH em doses divididas 3 vezes ao dia.
B Insulina Regular conforme os valores de glicemia capilar.
C Metformina em associação com Glibenclamida.
D Insulina NPH em bomba de infusão venosa contínua.
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Questão 186 Neuropatias somáticas Síndrome do Neurônio Motor Superior Polineuropatia Diabética
A Síndrome Piramidal ou Síndrome do 1° neurônio motor pode ocorrer como resultado de vários quadros. Assinale abaixo a
alternativa que inclui uma causa de Síndrome Piramidal.
A Esclerose Lateral Amiotrófica.
B Neuropatia Diabética.
C Síndrome de Guillain-Barré.
D Esclerose Múltipla.
4000070985
Questão 187 Neuropatiassomáticas Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora Classif icação
Homem, 54 anos, diabético, não aderente ao tratamento, relata há 2 meses diminuição de sensibilidade e de força,
inicialmente nos pés e agora também nas mãos. À noite, refere sensação de queimadura nos pés, perturbando o sono.
Exame neurológico mostra deficit bilateral de sensibilidade em luva e bota. Este paciente provavelmente apresenta:
A Mielopatia carencial.
B Mononeurite múltipla.
C Polimiosite.
D Polineurite.
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Questão 188 Rastreio da doença renal do diabetes
Mulher de 58 anos, diabética, obesa, em tratamento irregular com hipoglicemiante oral, apresenta hipertensão arterial de
difícil controle. Seus últimos exames mostraram glicemia de 165 mg/dl, ureia de 55 mg/dl e creatinina de 1,3 mg/dl. Como
seu médico poderá avaliar a presença de nefropatia ainda incipiente neste caso?
A Clearance da insulina e exame de urina (EAS).
B Tomografia renal com contraste e cetonúria.
C Relação creatinina/glicose no plasma e na urina.
D Microalbuminúria e taxa de filtração glomerular.
E Ultrassonografia renal e atividade plasmática da renina
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Questão 189 Neuropatia autonômica gastrointestinal Agonistas de receptor de GLP1
Um paciente diabético tipo 2, em uso de glimepirida e metformina, queixa-se de saciedade precoce, distensão epigástrica e
vômitos recorrentes. A endoscopia digestiva foi normal, e a HbA1c está em 9,2%. Estudo de esvaziamento gástrico por
cintilogra a mostrou retardo importante do esvaziamento para sólidos. Assinale a alternativa INCORRETA com relação a
esse caso.
A Esse paciente deve receber orientações dietéticas específicas, com refeições fracionadas e redução da ingesta
de gorduras e fibras insolúveis. 
B A correção dos níveis glicêmicos pode contribuir para o controle da gastroparesia.
C Ele se beneficiará do uso de pró-cinéticos, como metoclopramida e eritromicina, embora frenquentemente a
eficácia dessas drogas diminua com o uso prolongado. 
D Com o objetivo de melhorar o controle glicêmico sem os riscos de hipoglicemia inerentes ao tratamento com
insulina, o liraglutide seria uma boa opção para o caso. 
E O uso de metoclopramida além de 12 semanas deve ser evitado devido ao risco de desenvolvimento de
complicações extrapiramidais, como distonia e discinesia tardia.
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Questão 190 Complicações microvasculares Hemoglobina glicada HbA1c Manejo da Nef ropatia diabética
A incidência e a prevalência do diabetes mellitus têm aumentado mundialmente, primariamente devido ao aumento nos
casos de diabetes tipo 2. Esse aumento, por sua vez, tem tido um impacto signi cativo no desenvolvimento de Nefropatia
Diabética (ND). 
Leia com atenção as afirmativas a seguir em relação à ND e assinale a alternativa CORRETA:
A A ausência de retinopatia diabética em pacientes com albuminúria e taxa de filtração glomerular reduzida sugere
fortemente a presença de ND.
B O duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina por intermédio do uso de Inibidores da Enzima Conversora da
Angiotensina (IECA) e Bloqueadores do Receptor da Angiotensina II (BRA) deve ser empregado universalmente
como renoproteção na ND.
C A hemoglobina glicada (Hb1Ac) é menos precisa nos pacientes com doença renal crônica que na população
geral devido, entre outros fatores, à diminuição da sobrevida das hemácias com a perda da função renal.
D O risco de hipoglicemia não sofre influência da função renal, pois a maioria das drogas utilizadas no manuseio do
diabetes não tem metabolização ou excreção renal.
E De acordo com as recomendações mais recentes, os níveis de pressão arterial nos diabéticos deve ser mantido
abaixo de 150 x 90 mmHg.
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Questão 191 Tratamento Diagnóstico Rastreio
Paciente, 62 anos de idade, sexo feminino, portadora de diabetes mellitus há 18 anos, em uso de metformina e gliclazida.
Também é hipertensa, em uso de losartana. Nega queixas. Ao exame físico, apresenta perda de sensibilidade vibratória em
tornozelos e abolição dos reflexos aquileus. Sobre o quadro descrito, assinale a alternativa CORRETA:
A A ausência de parestesias ou de dor neuropática é suficiente para excluir o diagnóstico de neuropatia diabética.
B O diagnóstico de neuropatia diabética só pode ser confirmado com certeza com uma eletroneuromiografia.
C O diagnóstico mais provável é de mononeuropatia diabética focal acometendo nervos tibiais bilateralmente.
D O uso de anticonvulsivantes ou antidepressivos tricíclicos está indicado, pois se associa à recuperação da
sensibilidade. 
E Outras causas de perda de sensibilidade devem ser afastadas, pois a neuropatia diabética é um diagnóstico de
exclusão.
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Questão 192 Porf iria Intermitente Aguda Cirurgia
Paciente masculino jovem, pardo, de 22 anos, refere quadro de parestesias em mãos, com progressão para membros
inferiores, sendo referido pelos familiares alteração comportamental com labilidade emocional. Exame neurológico sem
alterações, sem comprometimento motor. Refere-se episódios prévios de dor abdominal intensa, sem outras patologias.
Qual sua suspeita clínica?
A Síndrome de Guillain - Barré
B Esclerose múltipla
C Esquistossomose medular
D Porfiria aguda intermitente
E Neuropatia diabética
4000046510
Questão 193 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado
Um paciente diabético de 59 anos é admitido com pneumonia bacteriana adquirida na comunidade. O diagnóstico foi
de nido por quadro clínico de febre, tosse com expectoração, leucocitose com desvio para a esquerda, nível sérico de
proteína C-reativa muito elevado e opacidade pulmonar na radiogra a de tórax. O controle prévio do diabetes era feito
com metformina e gliclazida. A dosagem de HbA1c, cinco dias antes do quadro agudo, foi de 9,8%. Em relação ao controle
glicêmico desse paciente durante a internação, assinale o plano de ação mais adequado a esta situação, dentre as opções
abaixo: 
A Usar insulina NPH pela manhã e insulina regular ajustada por dosagens da glicemia.
B Aplicar insulina regular para corrigir as glicemias acima de 140 mg/dl, mantendo os hipoglicemiantes orais nas
mesmas doses anteriores.
C Iniciar insulina regular para corrigir glicemias acima de 180 mg/dl, suspendendo os hipoglicemiantes orais.
D Substituir os hipoglicemiantes orais por um esquema basal-bolus de insulina com, pelo menos, duas doses de
insulina NPH e doses pré-prandiais de insulina regular ajustadas.
4000045937
Questão 194 Rastreio da retinopatia diabética
Sobre o rastreamento de complicações referentes aos Diabetes Mellitus. A retinopatia diabética em paciente portadores de
Diabetes Mellitus tipo 2 deve ser rastreada a partir da confirmação diagnóstica em:
A 05 anos após o diagnóstico
B 01 ano após o diagnóstico
C No momento do diagnóstico
D 10 anos após o diagnóstico
E 02 anos após o dianóstico
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Questão 195 Rastreio da retinopatia diabética
Com relação ao rastreamento da retinopatia diabética, são feitas as assertivas seguintes: 
I - No diabetes tipo 1, o rastreamento deve iniciar-se após a puberdade ou após 5 anos de diagnóstico de diabetes se este
começou após a puberdade; 
II - No diabetes tipo 2, o rastreamento deve ser iniciado 5 anos após o diagnóstico; 
III - Pacientes que planejam engravidar devem ser alertadas sobre os riscos de piora da retinopatia diabética, e mulheres
com diabetes que surgiram na gravidez (gestacional) não precisam ser rastreadas. 
Está (ão) CORRETA (S):
A Apenas I.
B Apenas II.
C I e III.
D II e III.
4000027772
Questão 196 Diabetes
Com relação ao diabetes mellitus é CORRETO afirmar que:
A Os valores de glicemia de jejum utilizados para diagnóstico e seguimento não se baseiam em sintomas, mas na
probabilidadede evolução para retinopatia ou nefropatia.
B Valores de glicemia de jejum acima de 126 mg/dl não apresentam boa correlação com os valores acima de 200
mg/dl, após 2 horas de teste de tolerância à glicose oral.
C A glicemia de jejum continua a ser um método eficaz por ter alta sensibilidade, apesar de pouco específica.
D O tipo 2 da diabetes mellitus pode, com o tempo, levar a destruição das células beta, devido ao surgimento de
anticorpos anti-ilhotas.
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Questão 197 Neuropatia diabética
A neuropatia diabética ocorre em cerca de 50% dos indivíduos com DM tipo 1 e tipo 2 de longa duração. Pode manifestar-
se como polineuropatia, mononeuropatia e/ou neuropatia autônoma. Acerca dessa condição, temos as seguintes
afirmações: 
I. São fatores de risco tabagismo e IMC (quanto maior for o IMC, maior será o risco de neuropatia).
II. O diagnóstico de neuropata diabética é de exclusão, logo só deve ser feito após terem sido excluídas outras etiologias
possíveis. 
III. As neuropatias autônomas que afetam o sistema cardiovascular induzem uma taquicardia em repouso e hipotensão
ortostática. 
IV. A gastroparesia e as anormalidades do esvaziamento vesical são causadas com frequência pela neuropatia autonômica
abservada no DM. 
V. O tratamento de neuropatia diabética é muito satisfatório. Com uma melhora signi cativa dos sintomas só com um bom
controle glicêmico sendo reservado o uso de neurolépticos e antidepressivos para os casos refratários com excelentes
resultados.
Estão corretas apenas:
A I, II, III, IV.
B I, II.
C III, IV.
D II, III, V.
E I, II, III, IV, V.
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Questão 198 Complicações crônicas
Uma das complicações microvasculares do diabetes melito é:
A neuropatia. 
B coronariopatia.
C doença arterial periférica.
D doença vascular cerebral.
E glaucoma.
4000115903
Questão 199 Complicações crônicas Acompanhamento ambulatorial
Sobre os exames a serem feitos na rotina complementar mínima na avaliação inicial e acompanhamento para a pessoa com
Diabetes Melito, considere os itens abaixo: 
I. Glicemia de jejum e HbA1C + Colesterol Total (CT), HDL e Triglicerídeos (TG) + Creatinina sérica + Exame de urina tipo 1
e, se necessário, microalbuminúria ou relação albumina/creatinina + Fundoscopia. 
II. Sugere-se que os exames de glicemia de jejum e HbA1C sejam realizados duas vezes ao ano, nas situações em que a
pessoa encontra-se dentro da meta glicêmica estabelecida e, a cada três meses, se acima da meta pactuada. Os demais
exames poderão ser solicitados uma vez ao ano, considerando sempre as necessidades da pessoa e os protocolos locais.
III. Também podem ser solicitados exames para avaliação cardiológica, conforme necessidade individual, como
Eletrocardiograma (ECG). Atualmente, não há benefícios do rastreamento adicional em pacientes assintomáticos com ECG
normal. 
Quais estão corretas?
A Apenas I.
B Apenas III.
C Apenas I e II.
D Apenas II e III.
E I, II e III.
4000100345
Questão 200 Tromboangiíte obliterante ou doença de Buerger Diagnóstico
Homem, 48 anos, tabagista e etilista há 25 anos, procura atendimento médico por lesão em hálux esquerdo e muita dor,
inclusive em repouso, há uma semana. Relata que há 5 anos vem sentindo dor na planta do pé ao caminhar rápido por
distâncias maiores do que 500 metros. Não faz acompanhamento médico. Exame físico: pulsos poplíteos presentes e
ausência de pulsos nos pés. Lesão na ponta do dedo, com aspecto de escara negra e seca, com a pele ao redor
avermelhada. 
O DIAGNÓSTICO É:
A Pé diabético.
B Neuropatia por etilismo.
C Poliarterite nodosa.
D Tromboangeíte obliterante.
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Questão 201 O pé diabético
Qual das afirmações abaixo, referentes ao cuidado com os pés, está correta?
A Os pés devem ser lavados diariamente e a pessoa deve secar bem entre os dedos. 
B Os cantos das unhas devem ser profundamente aparados.
C Bolsas de água quente devem ser aplicadas aos pés para aquecê-lo.
D Deve-se aplicar loções entre os dedos para hidratação.
4000095203
Questão 202 O pé diabético
Sobre as úlceras no pé diabético: 
A Quando uma úlcera em pé diabético cicatriza, o risco de reincidência é baixo.
B Culturas de rotina de feridas em pacientes diabéticos são sempre úteis. 
C A formação de calosidade na sola dos pés protege contra o desenvolvimento de úlceras.
D As feridas em cuja base o osso pode ser palpado apresentam grande risco de osteomielite. 
4000095200
Questão 203 Complicações macrovasculares
Dentre as alternativas abaixo, qual é a causa mais comum de morte nos portadores de diabete melito do tipo 2?
A Acidente vascular encefálico. 
B Infarto agudo do miocárdio. 
C Insuficiência renal.
D Infecções graves. 
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Questão 204 Rastreio da doença renal do diabetes
Para a estrati cação de risco cardiovascular em paciente com Diabetes Melitus Tipo II, o exame de microalbuminúria deve
ser realizado com qual periodicidade?
A Mensalmente
B Trimestralmente
C Semestralmente
D Anualmente
E Bianualmente
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Questão 205 Gastroparesia Neuropatia autonômica gastrointestinal
Paciente com diabetes mellitus tipo 2 há 20 anos em uso de insulina, com retinopatia diabética e microalbuminúria,
desenvolveu quadro de náuseas, saciedade precoce, distensão abdominal e hipoglicemias pós-prandiais tardias nas últimas
quatro semanas. O diagnóstico mais provável é:
A Insuficiência suprarrenal.
B Isquemia enteromesentérica.
C Gastroparesia diabética.
D Doença celíaca.
4000074541
Questão 206 Tratamento Metas glicêmicas Avaliação inicial e monitorização
Em relação ao controle da glicemia em pacientes hospitalizados, assinale a alternativa INCORRETA:
A A insulinização de paciente em estado crítico deve ser em esquema basal + bolus com insulinas NPH e regular,
respectivamente.
B Em paciente idoso ou com disfunção renal, a dose total diária de insulina por quilograma de peso deve ser menor
devido ao risco de hipoglicemia. 
C As metas glicêmicas devem ficar entre 140 a 180 mg/dl em paciente internados em UTI.
D Paciente diabético tipo 1 deve receber insulina basal mesmo que seja necessário jejum oral, devido ao risco de
descompensação cetótica. 
E Em pacientes com hiperglicemia diagnosticada durante a hospitalização, valores de hemoglobina glicada acima
de 6,5% sugerem a existência prévia de diabetes e necessidade de tratamento após a alta.
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Questão 207 Tratamento
Conforme a literatura atual sobre o cuidado seguro e adequado para um paciente diabético hospitalizado, com o uso prévio
de insulina no domicílio, é CORRETO afirmar que:
A A avaliação do controle glicêmico com uso de hemoglobina glicosada deve ser evitada.
B Para o controle dos episódios de hiperglicemia deve ser utilizada a glicemia capilar e a correção conforme
glicemia (sliding scale).
C Os anti-hiperglicemiantes orais devem ser mantidos durante o internamento, em especial a metformina, por
melhorar a mortalidade.
D A glicemia capilar deve ser utilizada como referencial para decisão sobre o uso de insulina basal correcional.
E A insulina de longa duração deve ser evitada, independente dos valores da glicemia, pois isso, habitualmente, para
hipoglicemia.
4000049372
Questão 208 Hemoglobina glicada HbA1c Complicações crônicas
A gura abaixo (de Stratton, I.M. et al, BMJ 321:405-412, 2000) mostra a relação entre a porcentagem de hemoglobina
glicada (hemoglobina A1c) e a incidência de complicações macrovasculares, microvasculares e catarata em indivíduos
portadores de diabetes tipo 2. (VER IMAGEM) Estes resultados mostram que:
A O melhor método para se fazer diagnóstico de diabetes mellitus é a curva glicêmica, com dosagem da glicemia
de jejum, 1 hora e 2 horas após a sobrecargacom 75 g de glicose. 
B Quanto maior o tempo de duração da doença, maior a incidência de complicações. 
C Existe uma relação direta entre a incidência de complicações e a glicemia média, representada pela porcentagem
de hemoglobina A1c.
D O método de escolha para o diagnóstico de diabetes mellitus é a dosagem de hemoglobina A1c, uma vez que é
um método barato e não sofre interferência de outros componentes. 
E Hemoglobina A1c é uma forma mutada de hemoglobina, que aparece em indivíduos diabéticos por período
superior a 10 anos. Quanto mais alto o nível de hemoglobina A1c, maior o número de mutações que aconteceram
no gene da hemoglobina.
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Questão 209 Rastreio da doença renal do diabetes
No curso de diabetes mellitus tipo I, a nefropatia incipiente pode ser diagnosticada na presença de:
A Proteinúria > 500 mg nas 24 horas. 
B Clearence de creatinina < 80 ml/min.
C Microalbuminúria.
D Hipertensão arterial. 
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Questão 210 Complicações microvasculares Neuropatia diabética Endocrinologia
Mulher de 60 anos de idade, diabética tipo 2 há 20 anos em uso de metformina 2000 mg e glibenclamida 20 mg/dia. Há 3
semanas passou a apresentar câimbras noturnas e dor em queimação nas pernas.
Qual é o diagnóstico mais provável?
Qual a sua primeira intervenção terapêutica?
4000002426
Questão 211 Neuropatia autonômica gastrointestinal
Mulher, 64 anos, refere Diabetes Mellitus tipo 2 há 14 anos, em uso de insulina NPH e Regular (esquema basal bolus),
Losartana, Sinvastatina e AAS. Vem à consulta queixando- se de sensação de plenitude gástrica há 6 meses, por vezes
acompanhada de vômitos pós-prandiais com restos alimentares. Observou também controle glicêmico errático neste
período. Neste caso, são bem indicadas as seguintes condutas, EXCETO:
A Cintilografia e radiografia com bário são exames que auxiliam no diagnóstico desta doença. 
B O uso de antidepressivos tricíclicos e anticolinérgicos (Butilbrometo de escopolamina) é considerado tratamento
de primeira linha.
C Fracionamento das refeições e dieta pobre em gordura são medidas de suporte, que auxiliam no controle dos
sintomas.
D O uso de pró-cinéticos (Domperidona ou Metoclopramida) alivia os sintomas e melhora a qualidade de vida da
paciente.
E Uso de marca-passo gástrico e abordagem cirúrgica restringem-se a casos refratários. 
4000001863
Questão 212 Complicações crônicas
Das complicações vasculares do diabetes mellitus, qual NÃO pode ser caracterizada como microangiopática?
A Coronariopatia.
B Retinopatia.
C Nefropatia.
D Neuropatia.
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Questão 213 Cirurgia Abordagem cirúrgica do pé diabético
A presença de calosidades plantares, pele seca e descamativa, dedos em "garra" ou em "martelo", mal perfurante plantar e
deformidades osteoarticulares caracteriza pé diabético:
A Infeccioso superficial.
B Isquêmico.
C Infeccioso profundo.
D Pé diabético neuropático.
4000107946
Questão 214 Tratamento
Homem, 65 anos, diabético sem controle adequado há 20 anos, refere formigamento e dores em ambos os pés com piora
à noite, não conseguindo nem cobrir os pés devido à dor resultante do contato com o lençol. Leia os medicamentos abaixo
que podem ser usados neste paciente:
I. Amitriptilina.
II. Duloxetina.
III. Gabapentina.
IV. Pregabalina.
Estão corretos os itens:
A I, II, III, e IV.
B l, lll e IV, apenas.
C III e IV, apenas.
D I, II e III, apenas.
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Questão 215 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado Tratamento Tratamento do hipotireoidismo clínico
Mulher de 54 anos de idade procura o atendimento médico com queixa de ganho de peso de 20 kg nos últimos 2 anos.
Tem pirose retroesternal com tosse seca ao se deitar nos últimos 2 meses. Nega tabagismo ou etilismo ou outras queixas.
Tem lombalgia por hérnia de disco e usa frequentemente nimesulida para a dor. Ao exame clínico: descorada 1+/4+, IMC =
34 kg/m², pressão arterial com manguito apropriado = 142 × 88 mmHg, frequência cardíaca = 60 bpm, circunferência
abdominal = 124 cm, edema simétrico de membros inferiores 1+/4+. O restante do exame clínico é normal. Trouxe exames
realizados há 2 semanas solicitados pelo ginecologista: TSH = 28 UI/ml, T4 livre: 0,1 UI/ml, glicemia de jejum: 210 mg/dl,
creatinina = 2,9 mg/dl, ureia = 80 mg/dl, Hb: 10 g/dl, Ht: 30%, VCM e HCM: normais, colesterol e frações: normais, K +: 5,0
mEq/L, eletrocardiograma com bradicardia sinusal. 
Qual deve ser a conduta terapêutica medicamentosa a ser adotada, além das orientações dietéticas?
A Insulinoterapia, levotiroxina, omeprazol, furosemida e trocar nimesulida por acetaminofen.
B Metformina, tapazol, sucralfate, hidroclorotiazida e trocar nimesulida por carisoprodol.
C Pioglitazona, levotiroxina, ranitidina, enalapril e trocar nimesulida por tramadol.
D Insulinoterapia, tapazol, pantoprazole, losartana e trocar nimesulida por dipirona.
E Metformina, levotiroxina, esomeprazole, diltiazem, e trocar nimesulida por codeína
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Questão 216 Classif icação do risco de ulceração e seguimento Classif icação das úlceras
Abordagem cirúrgica do pé diabético
O pé diabético se caracteriza por úlceras plantares de cicatrização lenta que resultam de um trauma aparentemente
insigni cante. Se não tratadas, podem causar complicações como: I. Celulite. II. Formação de abcessos. III. Osteomielite.
IV. Claudicação intermitente. Quais estão corretas? 
A Apenas I e II.
B Apenas II e III.
C Apenas III e IV.
D Apenas I, II e III.
E I, II, III e IV.
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Questão 217 Prevenção Def inição e epidemiologia
Está correto afirmar, quanto à neuropatia diabética, que:
A Seu screening deve ser realizado a partir de 5 anos pós-diagnóstico, nos indivíduos com diabetes tipo 2.
B Estudos eletroneurofisiológicos devem ser realizados como exames de primeira linha na sua avaliação.
C O controle glicêmico restrito não traz benefício para a prevenção da neuropatia diabética.
D Tabagismo e hipertensão são fatores de risco para a neuropatia diabética.
E A orientação para evitar o álcool e o fumo não faz parte do manejo da neuropatia diabética.
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Questão 218 Mononeuropatia
Paciente diabético de longa data apresenta paralisia súbita do terceiro par craniano, que se reverte após 3 semanas. Não
houve mais nenhum outro sintoma associado. O diagnóstico mais provável é:
A Mononeuropatia do terceiro par craniano.
B Ataque Isquêmico Transitório (AIT).
C AVC isquêmico.
D AVC hemorrágico, havendo reabsorção do sangramento após algumas semanas.
E AVC isquêmico com transformação hemorrágica.
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Questão 219 Complicações macrovasculares Aterosclerose e Doença Arterial Coronariana
Uma das complicações macrovasculares do diabetes melito é:
A a coronariopatia.
B a retinopatia.
C a nefropatia.
D a neuropatia.
E o edema macular.
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Questão 220 Meningoencef alite herpética
Paciente da área de saúde, 40 anos, é admitida no pronto-socorro, torporosa, com história de distúrbio do comportamento
há dois dias e perda súbita de consciência, apresenta liberação de esfíncter urinário e estado febril. Uma tomogra a cerebral
mostra imagem hipodensa na região medial do lobo temporal e basal do lobo frontal. A etiologia mais provável para o
quadro é:
A Processo expansivo.
B Arterite lúpica. 
C Doença vascular isquêmica.
D Encefalite causada por vírus.
E Hiperglicemia não cetótica.
4000058302
Questão 221 Rastreio da doença renal do diabetes Diuréticos tiazídicos
Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora
Em relação a Diabetes Melito e suas complicações, assinale a alternativaINCORRETA:
A Na Cetoacidose Diabética (CAD), o corpo cetônico beta-hidroxibutirato é sintetizado em um ritmo 3 vezes
maior que o acetoacetato.
B A acidose tubular renal tipo IV pode ocorrer no DM tipos 1 e 2 pacientes desenvolvem uma propensão para a
hipocalemia.
C A forma mais comum de neuropatia diabética é a polineuropatia simétrica distal.
D Os betabloqueadores e os diuréticos tiazídicos podem aumentar a resistência à insulina.
E São efeitos colaterais das tiazolidinedionas: Fraturas ósseas, ganho de peso, redução no hematócrito e edema
periférico.
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Questão 222 Tratamento medicamentoso das dislipidemias Neuropatia diabética Metas de tratamento
Paciente do sexo masculino, 58 anos de idade, com história de diabetes mellitus tipo 2 há 10 anos, inicialmente tratado com
glibenclamida e metformina, está, atualmente, em uso de metformina 1 700 mg/dia e insulina NPH 18 U antes do café e 10 U
antes de dormir. O paciente tem antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, em uso de hidroclorotiazida
25 mg/dia, nifedipino retard 40 mg/dia e sinvastatina 20 mg/dia, também há 10 anos. Foi submetido a angioplastia coronária
há 6 meses, em uso, desde então, de AAS 200 mg/dia. Há 4 meses, queixa-se de dor em queimação em membros
inferiores, principalmente à noite, que o obriga a levantar-se para massageá-los. Refere leve melhora dos sintomas ao
deambular. Ao exame físico revela: PA = 120 x 70 mmHg, IMC = 25,5 kg/m², referindo alteração da sensibilidade tátil e
vibratória em terço distal das pernas. Exame do monofilamento de 10 g alterado bilateralmente. Pulsos 
periféricos presentes e simétricos bilateralmente. O restante do exame físico apresenta-se normal. Exames laboratoriais:
glicemia de jejum = 118 mg/dL, HbA1c = 6,9%, creatinina = 1,1 mg/dL, K+ = 4,5 mEq/L, Colesterol = 127 mg/dL, HDL = 37
mg/dL, triglicérideos = 120 mg/dL, urina I (EQU/EAS) com traços de proteínas, relação microalbuminúria/creatinúria = 65
mg/g (repetida em 2 dias diferentes).
Com base no quadro clínico descrito, faça o que se pede nos itens a seguir.
a) Explique como está o paciente em relação às metas recomendadas para controle de pressão arterial, colesterol LDL
(que precisará ser calculado) e triglicerídeos. Existem evidências cientí cas para a modi cação do tratamento da
hipertensão arterial e da dislipidemia? 
b) Cite duas classes de medicamentos de primeira linha recomendados, com respectivos exemplos para o tratamento das
queixas álgicas do paciente. 
c) Enuncie três medidas não-farmacológicas apropriadas a esse paciente com o intuito de reduzir o risco de amputação de
membros inferiores.
4000152863
Questão 223 Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora
Homem, 55 anos, diabético, não aderente ao tratamento, relata há 2 meses diminuição de sensibilidade e de força,
inicialmente nos pés e agora também nas mãos. À noite, refere sensação de queimadura nos pés, perturbando o sono.
Exame neurológico mostra déficit bilateral de sensibilidade em luva e bota. Este paciente provavelmente apresenta:
A mielopatia carencial.
B mononeurite múltipla.
C polimiosite.
D polineurite.
E miosite.
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Questão 224 Hipoglicemia Neuropatia autonômica cardiovascular
Paciente do sexo masculino, 48 anos, com diabetes tipo 1, diagnosticado há 32 anos, utiliza esquema de insulina glargina 34
U ao deitar e insulina aspart 4 U antes do café, almoço, lanche e jantar. Já possui complicações crônicas associadas ao
diabetes, como: retinopatia diabética moderada com edema macular, neuropatia sensitiva em membros inferiores,
neuropatia autonômica cardiovascular, além de acidente vascular cerebral sem sequelas há 2 anos. Nesse momento, relata
que apresenta cerca de 5 episódios de hipoglicemia por semana, sempre sem sintomas neuroglicopênicos de alerta. Em
geral, requer auxílio de algum familiar para resolver a hipoglicemia, o que o preocupa. Assim, procura auxílio médico sobre
esta situação. Ao exame, PA = 128 x 84 mmHg, FC = 102 bpm em repouso. Traz Teste HbA1c = 7,6%. 
Sobre esse paciente: 
I. A ausência de sintomas durante a hipoglicemia é importante clinicamente e uma estratégia para tentarmos reverter essa
situação é “afrouxar” o controle glicêmico do paciente durante algum período (manter a glicemia em valores mais elevados).
II. Em longo prazo, devemos otimizar o esquema de insulinoterapia, visando a reduzir a HbA1c - 6,5% para reduzir o risco de
novas complicações crônicas e o agravamento das já existentes.
III. Devido à neuropatia autonômica cardiovascular, a frequência cardíaca em repouso deve ser manejada com
betabloqueador.
Marque a opção CORRETA.
A Apenas I está correta.
B Apenas II está correta.
C Apenas III está correta.
D I e III estão corretas.
E II e III estão corretas.
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Questão 225 Rastreio da doença renal do diabetes Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 1
Rastreio
Jovem de 20 anos é portador de diabete mellitus tipo 1 há mais de 5 anos, faz uso de insulina NHP na dose de 36 a 24
unidades diariamente, respectivamente de manhã e de noite. Procura seu atendimento ambulatorial com glicemia de jejum
de 96 mg/dl e hemoglobina glicosilada = 5,5%. Qual conduta NÃO precisa ser realizada para este paciente?
A Exame de fundo de olho
B Aumentar dose de insulina
C Teste de rastreamento para neuropatia periférica (teste do filamento)
D Pesquisar microalbuminuria
E Orientação para prevenção de pé diabético
4000085113
Questão 226 Rastreio da doença renal do diabetes Complicações macrovasculares Rastreio
Paciente de 46 anos, negra, procurou a Unidade Básica de Saúde por poliúria e polidipsia, quadro iniciado há 2 meses, com
medida de glicemia ao acaso de 250 mg/dl. Apresentava IMC de 32 kg/m² e pressão arterial de 130/78 mmHg. Sobre o
caso, assinale a assertiva correta.
A O rastreamento para retinopatia, nefropatia e neuropatia deve ter início 5 anos após o diagnóstico de diabetes
melito e ser realizado anualmente, visto que somente após esse período tais complicações iniciam seu
desenvolvimento.
B Deve-se realizar avaliação dos pés da paciente, com palpação de pulsos periféricos e verificação de
sensibilidade tátil com monofilamento de 10 g, tendo por objetivo a prevenção de ulcerações.
C Deve-se realizar teste de estresse cardíaco (ergometria, ecocardiografia ou cintilografia de esforço ou estresse
farmacológico) para identificação de isquemia silenciosa, visto que, devido à neuropatia autonômica
cardiovascular, pacientes com diabetes melito podem apresentar cardiopatia isquêmica sem sintomas. 
D A avaliação de nefropatia deve ser realizada com a medida de albuminúria em amostra de urina, não sendo
necessária, no estágio inicial da doença, a medida da creatinina para cálculo da taxa de filtração glomerular. 
E Para estabelecer-se o diagnóstico de nefropatia diabética, basta uma única medida de albuminúria acima do limite
da normalidade. 
4000084674
Questão 227 Outras neuropatias autonômicas Neuropatia autonômica
Neuropatia autônoma é mais comum em:
A diabetes mellitus
B uremia
C alcoolismo
D desnutrição
4000080750
Questão 228 Complicações macrovasculares Tratamento
Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 2
Sr. Carlos, 63 anos, tabagista, diabético há 10 anos, inicialmente tratado com glimepirida, atualmente em uso também de
metformina em dose máxima. Há 4 meses iniciou-se queimação em membros inferiores, principalmente à noite, que o
obriga a levantar-se para massageá-las, com pequena melhora do quadro. Ao exame: PA - 140 x 90 mmHg, IMC 25 kg/m²,
referindo alteração da sensibilidade em terço distal das pernas. Pulsos periféricos presentes e simétricos bilateralmente. No
mais, exame físico apresenta- se normal. Exames laboratoriais: glicemia de jejum - 220 mg/dl, creatinina 1,1 mg/dl, potássio
4,5 mEq/L, LDL colesterol188 mg/dl, triglicérides - 120 mg/dl, EAS - presença de proteína e glicosúria. A conduta
terapêutica é:
A Introduzir AAS, sinvastatina, diclofenaco de sódio e tramadol; suspender glimepirida e metformina e iniciar
esquema insulínico intensivo.
B Introduzir fibrato, carbamazepina e sulfentanil; manter dose de metformina e reforçar orientação dietética.
C Introduzir AAS, fibrato, captopril, codeína e carbamazepina e associar acarbose.
D Introduzir AAS, enalapril, sinvastatina, paracetamol, amitriptilina e associar insulina NHP antes do jantar.
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Questão 229 Complicações crônicas Ef eitos colaterais da terapia insulínica
Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 1
No Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1), todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
A A base do tratamento consiste em insulinoterapia, dieta, atividade física e monitorização.
B A cetoacidose diabética é o quadro mais típico de descompensação do DM1.
C A insulinoterapia tem como objetivo mimetizar a secreção endógena pancreática.
D A hipoglicemia e as lipodistrofias são complicações que podem ocorrer com o uso da insulina exógena.
E Estudos não evidenciaram a diminuição das complicações crônicas próprias do Diabetes nos diferentes
esquemas de terapêutica com a insulina exógena (esquema intensivo x esquema convencional).
4000007292
Questão 230 Critérios diagnósticos Epidemiologia Metas glicêmicas
Sobre Diabetes Mellitus, assinale a opção CORRETA.
A A Glicemia de 234, isoladamente, já fecha o diagnóstico de diabetes.
B Teste oral de tolerância à glicose deve ser realizado sempre que a glicemia de jejum estiver acima de 90.
C Na presença de sintomas compatíveis, um nível de glicemia de jejum acima de 126 mg/dl já confirma o
diagnóstico de diabetes.
D Hiperglicemia em pacientes internados sem diagnóstico prévio de diabetes implica maior mortalidade que níveis
semelhantes de glicemia em pacientes sabidamente diabéticos. 
E O tratamento intensivo da glicemia, mantendo seus níveis entre 80 e 110 mg/dl, é fundamental como medida para
redução de mortalidade em pacientes de terapia intensiva.
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Questão 231 Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora
Paciente com DM tipo 2, queixando formigamento nas solas dos pés há 1 ano. Espera-se encontrar, no exame neurológico:
A Hipoestesia com nível sensitivo abaixo de L1 e reflexos aquileus exaltados.
B Hipoestesia em luva e bota, com reflexos aquileus exaltados.
C Hipoestesia com nível sensitivo em L1 e reflexos aquileus abolidos ou diminuídos.
D Hipoestesia em luva e bota, com reflexos aquileus abolidos ou diminuídos.
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Questão 232 Paralisia do Nervo Oculomotor III NC Classif icação Mononeuropatia
Homem, 36 anos, tabagista, diabético mal controlado, hipertenso, chega à Emergência com cefaleia leve e diplopia. Exame
neurológico: nuca livre, ptose palpebral com oftalmoplegia à esquerda, isocoria, força preservada, fácies de dor, orientado
no tempo e espaço. A hipótese diagnóstica mais provável é:
A Aneurisma da artéria cerebral anterior esquerda.
B Neuropatia craniana do III nervo craniano esquerdo.
C Neuropatia craniana do VII nervo craniano esquerdo.
D Aneurisma da artéria cerebral média esquerda.
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Questão 233 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado Tratamento
Insulinoterapia no tratamento do diabetes mellitus tipo 2
Analise as seguintes afirmativas sobre o uso de insulina em pacientes diabéticos: 
I. O uso de análogos da insulina (insulina glargina e lispro) reduz a incidência de eventos cardiovasculares em relação ao uso
da insulina humana (NPH e regular). 
II. Em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, nos quais há indicação de uso de insulina, a prescrição de metformina deve ser
mantida sempre que possível.
III. Em pacientes diabéticos internados, o uso de insulina de resgate (insulina rápida, conforme glicemia capilar) é a
alternativa de escolha para manter o controle glicêmico. 
Quais estão CORRETAS?
A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas II e III.
E I, II e III.
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Questão 234 Mononeuropatia
O par de nervo craniano mais acometido da mononeuropatia diabética é:
A III
B IV
C V
D VI
E VII
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Questão 235 Complicações microvasculares Fatores de risco Investigação diagnóstica admissional
Sobre Diabetes mellitus é INCORRETO afirmar que:
A a única miopatia notável dessa condição é o infarto isquêmico dos músculos da perna, que geralmente envolve
um dos músculos da coxa, mas às vezes afeta a perna distal.
B síndrome dos ovários policísticos, acantose nigricans, história de doença vascular e hipertensão arterial são
fatores de risco para diabetes mellitus tipo 2.
C a disfunção erétil cuja frequência aumenta com a idade do paciente e a duração do diabetes, pode ocorrer na
ausência de outros sinais da neuropatia autonômica diabética.
D quando disponível, a mensuração urinária de acetoacetato e acetona é preferível à de beta-hidroxibutirato no
sangue como indicador precoce de cetoacidose diabética.
E a retinopatia, a neuropatia sensorial, motora e autônoma são exemplos de complicações microvasculares do
Diabetes mellitus.
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Questão 236 Doença Celíaca Neuropatia autonômica gastrointestinal Diabetes Mellitus tipo 1 DM 1
Um paciente de 20 anos de idade, diabético desde os 10 anos, apresentou-se ao médico com queixas de diarreia há seis
meses. Sobre o caso, assinale a alternativa incorreta.
A Supercrescimento bacteriano é um mecanismo frequentemente envolvido na gênese da diarreia crônica em
diabéticos.
B A diarreia diabética tende a ser mais intensa durante a noite e a associar-se à incontinência fecal.
C Por ser uma manifestação de neuropatia autonômica, a diarreia diabética não tem correlação com os níveis
glicêmicos.
D Está indicada avaliação para doença celíaca, pois há uma maior prevalência desta condição em diabéticos tipo 1.
4000044642
Questão 237 O pé diabético Prevenção
Qual a principal medida preventiva contra o pé diabético? 
A Realização periódica de arteriografias digitais.
B Realizar exames clínicos sistemáticos dos pés e pernas.
C Utilização de sapatos especiais.
D Manter a Hb glicosilada menor que 10%.
E Realizar periodicamente ultrassonografias de fluxo dos membros inferiores
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Questão 238 Rastreio da doença renal do diabetes
A pesquisa de microalbuminúria para diagnóstico de nefropatia diabética deve ser realizada, EXCETO:
A Independente do controle glicêmico estar ou não adequado.
B Anualmente, a partir de cinco anos do diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.
C Em amostra de urina, normatizada pelo valor da creatinina urinária (albumina/creatinina).
D Anualmente, a partir de três anos do diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2.
4000079125
Questão 239 Complicações macrovasculares
As principais causas de morte nos diabéticos são:
A Choque séptico e convulsões.
B Insuficiência renal e coma hiperglicêmico.
C Infarto do miocárdio e acidente vascular encefálico.
D Cetoacidose e coma hiperosmolar.
E Coma hipoglicêmico e gangrena gasosa.
4000016562
Questão 240 Polineuropatia Diabética Neuropatia autonômica
São manifestações da neuropatia autonômica diabética, EXCETO:
A Diminuição da libido.
B Anidrose.
C Hipotensão ortostática.
D Bexigoma.
E Disfunção erétil.
4000007119
Questão 241 Diabetes
Assinale a alternativa correta com relação ao diabetes mellitus:
A O controle glicêmico crônico rígido diminu consideravelmente a incidência de microangiopatias, mas não diminui
a incidência de macroangiopatias como a doença arterial periférica.
B O controle da dislipidemia é essencial,tendo como objetivo do tratamento: LDL menor que 70 mg/dL,
triglicérides menor que 150 mg/dL e HDL maior que 50 mg/dL.
C A hipertensão arterial sistêmica está frequentemente associada e deve ser tratada agressivamente a partir de
níveis pressóricos maiores que 125 x 75 mmHg.
D A investigação de acometimento de órgãos-alvo deve ser iniciada 5 anos após o diagnóstico dos tipos 1 e 2.
E O uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina e/ou bloqueador do receptor da angiotensina II deve
ser instituído com objetivo de lentificar a progressão da nefropatia
Essa questão possui comentário do professor no site 4000121985
Questão 242 Critérios diagnósticos Complicações crônicas Patogênese e evolução da doença
Em relação ao diabetes melito tipo 2, é correto afirmar que:
A É definido quando a glicemia de jejum se encontra entre 100 e 125 mg/dL.
B É definido quando a glicemia de jejum está abaixo de 100 mg/dL, mas que se eleva acima de 140 mg/dL após 2
horas de sobrecarga de glicose, porém sem ultrapassar 200 mg/dL.
C A microangiopatia se manisfesta como doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral e arteriopatia
periférica.
D Na fase inicial, os níveis de insulina encontram-se reduzidos.
E O diagnóstico é estabelecido com glicemia ao acaso maior que 200 mg/dL
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Questão 243 Classif icação do risco de ulceração e seguimento Classif icação das úlceras
Abordagem cirúrgica do pé diabético
Paciente com história de diabete melito e vasculopatia periférica, apresenta lesão ulcerada na planta do pé. Frente à
suspeita de osteomielite, qual o exame de maior acurácia diagnóstica?
A Cintilografia óssea de 3 fases.
B Tomografia computadorizada. 
C Ressonância magnética.
D Ultrassonografia.
E Cintilografia com gálio.
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Questão 244 Cataratas em Doenças Sistêmicas Introdução ao Glaucoma Complicações crônicas
Em relação às complicações crônicas do diabetes melito (DM), é CORRETO afirmar:
A A retinopatia proliferativa é considerada uma complicação macrovascular.
B A maior tendência à doença cerebrovascular é considerada uma complicação microvascular. 
C Catarata e glaucoma são complicações oftalmológicas descritas no DM.
D A neuropatia do DM é de caráter sensorial isolado, não havendo relatos do comprometimento motor. 
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Questão 245 Neuropatia autonômica cardiovascular Complicações crônicas
Em relação à prevenção e o manejo das complicações crônicas do diabetes é correto afirmar que:
A Os adultos com diabetes apresentam a mesma da taxa anual de mortalidade se comparado com os demais
adultos, porém com expectativa de vida menor (cerca de 5 a 10 anos).
B A patogenia das complicações crônicas do diabetes não está totalmente esclarecida,mas o tempo de doença é
o principal determinante do seu curso clínico.
C O rastreamento da retinopatia diabética no portador de diabetes melito tipo 2 deve ser realizado após 5 anos do
diagnóstico.
D O método diagnóstico clínico frequentemente utilizado para a investigação laboratorial da nefropatia diabética é a
determinação da microalbuminúria de 24 horas, embora, atualmente também se sugira para rastreamento a
medida da proteína total em amostra isolada de urina.
E O infarto do miocárdio e a angina podem ocorrer de forma atípica no diabético,devido à neuropatia autonômica.
Contudo, a evolução pós-infarto é semelhante aos demais pacientes.
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Questão 246 Neuropatia diabética
Paciente de 63 anos, sexo feminino, em acompanhamento irregular por diabetes mellitus tipo 2, comparece ao ambulatório
de Clínica Médica com queixa de visão dupla e cefaleia iniciadas há alguns dias. Ao exame físico, o olho direito está normal,
mas o esquerdo apresenta perda de movimentos com desvio lateral e ptose palpebral; as pupilas estão simétricas e
fotorreagentes. Não há outras alterações no exame neurológico. Qual o diagnóstico mais provável para esta paciente?
A Neuropatia facial central
B Neuropatia facial periférica
C Neuropatia trigeminal
D Neuropatia oculomotora
E Neuropatia óptica
4000009707
Questão 247 Hiperglicemia no Paciente Hospitalizado
Em relação ao controle glicêmico intensivo em pacientes internados, é correto dizer que:
A em geral o uso de antidiabéticos orais pode e deve ser mantido durante o período de internação.
B a hipoglicemia associada ao tratamento intensivo não parece ser fator de risco independente para mortalidade.
C metas glicêmicas entre 140 e 180 mg/dl estão associadas a menor mortalidade e ocorrência de hipoglicemia.
D o uso de terapia intravenosa com insulina não está indicado em pacientes hemodinamicamente instáveis.
E o uso de insulina rápida subcutânea em doses fixas é superior e mais seguro que o esquema basal/bolus.
4000007589
Questão 248 Avaliação do pé diabético Endocrinologia
Paciente de 56 anos de idade, diabético há 12 anos, queixa-se de ferida no pé direito há 1 mês. Ao exame físico, há
formação de calosidade plantar ao nível da cabeça do 1º metatarsiano com orifício central por onde há saída de secreção
seropurulenta com odor fétido. À instrumentação da lesão com sonda metálica não há contato ósseo. Os pulsos arteriais
estão presentes em ambos os membros inferiores. O quadro é compatível com pé diabético do tipo:
A neuropático infeccioso.
B isquêmico infeccioso.
C neuropático não infeccioso.
D isquêmico e neuropático.
E simples não infeccioso.
4000007089
Questão 249 Avaliação do pé diabético Endocrinologia
Paciente com 34 anos de idade, diabético há 16 anos, tratado com hipoglicemiantes orais e que há três meses está
apresentando calosidade plantar no pé esquerdo. Há uma semana notou saída de secreção purulenta nesta região, com
odor fétido e sangramento esporádico. Ao exame físico observaram-se pulsos arteriais podálicos presentes e normais em
ambos os membros inferiores e mal perfurante plantar em região da articulação metatarso-falangiana do hálux esquerdo,
com saída de secreção purulenta. 
A provável etiologia desta lesão é:
A neuropatia periférica do diabetes com predominância sensitiva.
B vasculopatia do diabetes com predominância microangiopática.
C neuropatia periférica do diabetes com predominância autonômica.
D vasculopatia do diabetes com predominância macroangiopática.
E neuropatia periférica do diabetes com predominância motora.
4000119082
Questão 250 Complicações macrovasculares
Homem de 57 anos, hipertenso e diabético, vem para iniciar acompanhamento em nosso serviço. Há 2 anos apresentou
acidente isquêmico cerebral transitório. Exame físico: PA 160 x 100 mmHg, FC 78 bpm, índice de massa corporal (IMC) 35
kg/m², diminuição dos pulsos pediosos bilateralmente; sem outras alterações. Faz uso de nifedipina 40 mg/dia,
hidroclorotiazida 25 mg/dia e glibenclamida 10 mg/dia. Exames laboratoriais: HDL 20 mg/dl, LDL 160 mg/dl, triglicerídeos
(TG) 160 mg/dl, hemoglobina glicada (HbA1C) 9,1%, creatinina 1,2 mg/dl, potássio 4,0 mEq/l e proteinúria em urina de 24
horas de 1,0 g. Em relação ao tratamento, assinale a alternativa correta.
A Nifedipina deve ser suspensa; iniciar inibidores da enzima de conversão da angiotensina (iECA), ácido
acetilsalicílico (AAS) e metformina. Manter HbA1C 40 mg/dl, TG < 150 mg/dl, LDL < 70 mg/dl e PA < 125 x 75
mmHg
B Nifedipina e hidroclorotiazida devem ser suspensas; iniciar antagonistas do receptor AT-1 da angiotensina II (ARA-
2), AAS e inibidores da dipeptidil peptidases-IV. Manter HbA1C 50 mg/dl, TG < 150 mg/dl, LDL < 100 mg/dl e PA
< 125 x 75 mmHg.
C Hidroclorotiazida deve ser suspensa; iniciar ARA-2, AAS e tiazolidinedionas. Manter HbA1C 50 mg/dl, TG < 180
mg/dl, LDL < 100 mg/dl e PA < 125 x 75 mmHg.
D Hidroclorotiazida deve ser suspensa; iniciar iECA, insulina 0,5 UI/kg/dia e AAS. Devemos manter HbA1C 40
mg/dl, TG < 150 mg/dl, LDL < 100 mg/dl e PA < 130 x 80 mmHg.E Hidroclorotiazida deve ser suspensa; iniciar iECA, AAS e metformina. Devemos manter HbA1C 50 mg/dl, TG <
150 mg/dl, LDL < 70 mg/dl e PA < 125 x 75 mmHg.
4000117184
Questão 251 Polineuropatia dif usa distal sensitivomotora Prevenção
Considere as seguintes assertativas sobre neuropatia diabética. 
I. Os elementos principais no manejo da neuropatia diabética são: controle glicêmico, cuidados com os pés e tratamento da
dor. 
II. Controle glicêmico rigoroso é o principal fator para prevenção da neuropatia diabética 
III. Polineuropatia diabética dolorosa é uma condição em geral autolimitada. 
IV. Amitriptilina, capsaicina, gabapentina e inibidores da enzima conversora da angiotensina (EICA) têm se mostrado efetivos
para o tratamento da neuropatia diabética. 
Escolha a opção correta. 
A I, II e III estão corretas
B I, II e IV estão corretas
C I, III e IV estão corretas
D II, III, IV estão corretas
E Todas estão corretas
4000090522
Questão 252 Complicações macrovasculares
O uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina em paciente diabético não hipertenso, pode ser considerada uma
medida:
A inadequada, pois o paciente não é hipertenso.
B que não trará benefício, pois há doença instalada.
C de prevenção terciária para evitar eventos cardiovasculares.
D usada para potencializar o efeito do tratamento medicamentoso.
4000076378
Questão 253 Complicações macrovasculares Metas de controle
Na mulher não grávida com diabetes tipo II são objetivos terapêuticos desejados, EXCETO:
A HDL- colesterol entre 40 e 50 mg/dl (N. acima de 40mg/dl).
B Hemoglobina glicosilada <7% (N. < 6%).
C LDH - colesterol < 100 mg/dl (N.<130mg/dl).
D Pressão arterial < 130 x 85mmHg. 
E Glicose de jejum entre 80 e 120 mg/dl (N.<110mg/dl).
4000069486
Questão 254 Critérios diagnósticos
Paciente feminino, 68 anos, procurou o seu consultório para avaliação de rotina. Relata hipertensão arterial e encontra-se
em uso de losartan 50 mg ao dia. Nega outras doenças. Os exames iniciais revelaram glicemia em jejum de 132 mg/dl,
colesterol total de 238 mg/dl, HDL colesterol 42 mg/dl, triglicerídeos 155 mg/dl, função renal normal. Em exame
con rmatório, a paciente apresenta glicemia em jejum de 128 mg/dl. Em relação à conduta a ser tomada neste caso,
assinale a alternativa CORRETA.
A Deve-se iniciar a terapia com modificações de estilo de vida, utilizando a terapia farmacológica se não houver
resposta.
B O objetivo de controle pressórico é abaixo de 140/90 mmHg.
C Deve-se iniciar estatina, com objetivo de obter LDL colesterol abaixo de 130mg/dl.
D Neste caso, não está indicado o uso do ácido acetilsalicílico.
E Está indicado o rastreamento de nefropatia, através da albuminúria.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000052392
Questão 255 Diabetes Mellitus tipo 2 DM 2
No tratamento atual do DM2 as seguintes afirmações são verdadeiras com exceção de:
A O Diabetes Mellitus do Tipo 2 é uma doença homogênea e os pacientes apresentam uma grande semelhança em
relação aos graus de resistência a ação da insulina e de comprometimento da função da célula beta de modo que
o seu tratamento é o mesmo para maioria dos pacientes. 
B As drogas sensibilizadoras da ação da insulina podem ser as de primeira escolha, pois 90% dos DM 2 ao
diagnóstico são obesos e apresentam resistência a ação da insulina 
C Existe uma perda progressiva da função da célula beta pancreática e secretagogos de insulina devem ser
acrescentados ao tratamento durante a sua história natural quando frequentemente passam a necessitar de
insulina exógena
D A hipertensão arterial, a dislipidemia e as alterações na coagulabilidade sanguínea, quando presentes, devem ser
abordadas com o mesmo grau de importância que a hiperglicemia na doença macrovascular
E O controle da glicemia continua sendo o mais importante pois todas as complicações microvasculares
dependem da hiperglicemia crônica.
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Questão 256 Tratamento medicamentoso Tratamento Tratamento não medicamentoso
Um paciente de 49 anos de idade que relata poliúria, polidipsia e perda de peso inexplicável nos últimos meses, procura
avaliação médica para alívio dos sintomas. Na história clínica, refere ser lho de pais diabéticos e ter padrão alimentar
inadequado (horários irregulares e ingestão de alimentos hipercalóricos). Ao exame físico evidenciado: peso 128 Kg e altura
170 cm. Presença de acantose nigrans cervical. Circunferência abdominal 130 cm. PA: 140 x 100 mmHg. Exames
complementares: glicose plasmática de jejum 150 mg/dl e glicose plasmática pós-prandial (2h) 200 mg/dl. Com base nessa
situação hipotética, assinale a alternativa correta.
A O tratamento inicial deve constar de orientações para perda de peso e início de metformina.
B O tratamento da hiperglicemia pós-prandial, neste caso, não influencia na prevenção das complicações macro e
microvasculares do diabetes.
C A metformina pode gerar acidose lática e efeitos cardíacos adversos como aumento do risco de infarto do
miocárdio.
D Estudos mostram que a redução da pressão arterial nesses pacientes, não reduz as complicações
cardiovasculares.
E O objetivo primário para LDL-c nesse paciente deve ser < 130mg/dl, conforme as diretrizes da Sociedade
Brasileira de Diabetes.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000010486
Questão 257 Avaliação do pé diabético
Em relação ao cuidado com os pés do paciente diabético, está indicado:
A uso de compressas quentes regularmente.
B lavar os pés diariamente, de preferência com água quente.
C manter as unhas maiores que o limite dos pododáctilos.
D lubrificar a pele seca.
E não enxugar os pés.
4000009904
Questão 258 Complicações crônicas
Marque a alternativa INCORRETA com relação às complicações crônicas do Diabete Mellitus.
A A isquemia miocárdica silenciosa é mais comum em diabéticos do que na população geral.
B A sintomatologia da polineuropatia simétrica crônica distal é mais intensa à noite.
C A mononeuropatia mais frequente é a do terceiro par craniano.
D A Eritromicina mostra-se útil no tratamento da disfunção autonômica gastro-intestinal (gastroparesia
diabeticorum). 
E A retinopatia pode já estar presente na ocasião do diagnóstico de pacientes com DM 1.
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Questão 259 Rastreamento Fatores de risco Complicações crônicas
Com relação ao diagnóstico de diabetes mellitus, assinale a alternativa correta.
A Até 50% dos indivíduos com diabetes tipo 2 recém-diagnosticados podem ter uma ou mais complicações da
doença no momento do diagnóstico
B Hemoglobina glicosilada A1C é um bom teste de rastreamento para diagnóstico de diabetes tipo 2
C O rastreamento de diabetes tipo1 com marcadores imunológicos, em indivíduos de alto risco, é bastante útil para
definir metas que retardem o aparecimento da doença
D Diabetes gestacional é um problema restrito a gestação e não constitui fator de risco para o aparecimento de
diabetes tipo 2
E Embora o diabetes tipo 1 possa ocorrer em indivíduos com mais de 30 anos, o diabetes tipo 2 não ocorre em
indivíduos com menos de 20 anos
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Questão 260 Neuropatia diabética
Nos pacientes com neuropatia diabética, acompanhada de dor, está indicado o uso de: 
A tetraciclina e complexo B.
B opioides.
C inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina.
D amitriptilina e gabapentina.
E dexametasona creme no local.
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Questão 261 Classif icação do risco de ulceração e seguimento
São recomendações sobre cuidados com os pés de pacientes diabéticos com neuropatia sensitiva de membros inferiores:
A deixar as unhas maiores do que o habitual;
B nunca andar descalço;
C não usar palmilhas nos sapatos;
D lavar com água quente;
E é contra-indicado aplicar produtos para lubrificação da pele.
4000154024
Respostas:
1 D 2 E 3 A 4 D 5 D 6 E 7 B 8 C 9 C10 C 11 D
12 B 13 A 14 C 15 D 16 A 17 B 18 B 19 A 20 C 21 C 22 D
23 C 24 A 25 D 26 E 27 C 28 A 29 C 30 B 31 B 32 33 
34 35 D 36 B 37 C 38 A 39 E 40 B 41 B 42 B 43 C 44 D
45 B 46 B 47 B 48 C 49 D 50 B 51 A 52 A 53 D 54 D 55 A
56 A 57 D 58 D 59 C 60 B 61 A 62 C 63 C 64 D 65 A 66 B
67 C 68 A 69 A 70 A 71 A 72 D 73 D 74 D 75 D 76 D 77 C
78 D 79 E 80 A 81 C 82 A 83 B 84 A 85 D 86 B 87 C 88 C
89 B 90 A 91 C 92 C 93 94 A 95 D 96 B 97 A 98 D 99 A
100 B 101 A 102 D 103 A 104 D 105 C 106 B 107 E 108 109 A 110 A
111 C 112 A 113 A 114 A 115 D 116 A 117 E 118 A 119 C 120 D 121 C
122 B 123 D 124 B 125 B 126 C 127 D 128 B 129 B 130 A 131 A 132 A
133 B 134 A 135 B 136 D 137 A 138 B 139 A 140 C 141 C 142 E 143 C
144 B 145 D 146 A 147 D 148 C 149 E 150 B 151 B 152 B 153 C 154 C
155 C 156 A 157 B 158 E 159 D 160 C 161 D 162 A 163 B 164 A 165 C
166 C 167 A 168 C 169 A 170 B 171 B 172 C 173 C 174 B 175 D 176 C
177 A 178 D 179 B 180 B 181 D 182 D 183 D 184 B 185 A 186 D 187 D
188 D 189 D 190 C 191 E 192 D 193 D 194 C 195 C 196 A 197 A 198 A
199 E 200 D 201 A 202 D 203 B 204 D 205 C 206 A 207 D 208 C 209 C
210 211 B 212 A 213 D 214 A 215 A 216 D 217 D 218 A 219 A 220 D
221 B 222 223 D 224 A 225 B 226 B 227 A 228 D 229 E 230 D 231 D
232 B 233 B 234 A 235 D 236 C 237 B 238 D 239 C 240 A 241 E 242 E
243 C 244 C 245 E 246 D 247 C 248 A 249 E 250 A 251 E 252 C 253 A
254 E 255 A 256 A 257 D 258 E 259 A 260 D 261 B

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