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N O SS O S IT E: w w w .p or ta lim pa ct o. co m .b r KL 070510 PROT: 3738 GRAVITAÇÃO UNIVERSAL – 2 PROF:. EQUIPE FÍSICA CO NT EÚ DO - 20 11 09 1 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO IMPACTO: A Certeza de Vencer!!! 1– LEI DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL. Analisando as leis de Kepler, Newton notou que as velocidades dos planetas variavam ao longo da órbita em módulo e direção. Como a variação de velocidade é devido forças, Newton concluiu que os planetas e o Sol interagem a distância, com forças chamadas de gravitacionais. LEI DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL. Matéria atrai matéria na razão direta do produto das massas e inversa do quadrado da distância. Matematicamente teremos: G = 6,67. 10-11 N.m2/kg2 (constante de gravitação universal). O FENÔMENO DAS MARES. MARÉS MAIS ALTAS (LUAS CHEIA E NOVA) A força exercida pela Lua e pelo Sol atrai a água dos oceanos (e também dos continentes!) provocando o fenômeno das marés. Mas, apesar da imensa massa do Sol, 27 milhões de vezes maior que a da Lua, o fato desta se encontrar mais próxima da Terra faz com que a influência da Lua seja mais de o dobro da do Sol. São as variações das posições do Sol e da Lua que comandam o ciclo das marés. MARES MAIS BAIXAS (QUARTO CRESCENTE E MINGUANTE) O oceano responde simultaneamente a inércia a força gravitacional tanto da lua como do sol. Se a Terra, lua e sol estão alinhados (como mostrado na figura 1, as marés lunares e solares serão somadas, resultando na maior maré alta e na menor maré baixa. Mas se a lua, a Terra e o sol formarem um angulo reto (como mostrado na figura 2, a maré solar tenderá a diminuir a maré lunar. Em função da contribuição da lua ser mais do que duas vezes a do sol, a maré solar não cancelará completamente a maré lunar. As grandes marés causadas pelo alinhamento do sol, Terra e lua são chamadas de marés de sizígia (spring tides). 2 – ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE A FORÇA DE ATRAÇÃO GRAVITACIONAL da Terra sobre um corpo é o próprio PESO do corpo, então: OBSERVAÇÃO: A ACELERAÇÃO DA GRAVIDADE É VARIÁVEL NO GLOBO. 1 – ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL Adotando-se o nível zero (referencial no infinito), demonstra-se que a energia potencial gravitacional de um corpo, a uma distância d da Terra em relação ao centro de gravitacional da Terra, é: O sinal negativo indica que, em todos os pontos do campo da gravidade, a energia potencial gravitacional é menor que no infinito. 2 – VELOCIDADE DE ESCAPE. È a menor velocidade com que se deve lançar um corpo da superfície terrestre para que este se livre da atração da Terra, isto é, chegue ao infinito com velocidade nula. R: RAIO DA TERRA M: MASSA DA TERRA. Na Terra a velocidade de escape é 11,23 Km/s 3 – CORPOS EM ÓRBITA. Num corpo (satélite) em órbita circular de raio r, em torno de um planeta, a força gravitacional sobre ele é a resultante centrípeta. Fcp = FG OBSERVAÇÕES: • Podemos observar que a velocidade de um corpo em órbita na Terra independe de sua massa, e que corpos a mesma altura possuem mesma velocidade. • Corpos em altitudes maiores possuem velocidades menores, ou seja, quanto mais distante estiver um corpo em relação a Terra mais lento será seu movimento. 2 .. d mMGF d mMGE . R GMv 2 r GMv N O SS O S IT E: w w w .p or ta lim pa ct o. co m .b r CO NT EÚ DO - 20 10 REVISÃO IMPACTO - A CERTEZA DE VENCER!!! • Satélites geo estacionários são aqueles que ficam sempre acima de um mesmo ponto da superfície terrestre (estacionários em relação à Terra), portanto possuem o mesmo período da Terra (24h) e a mesma velocidade angular. • Satélites geoestacionários são utilizados em telecomunicacão. 4 - LANÇAMENTO COM ENTRADA EM ÓRBITA. Suponha que um dado CORPO SEJA LANÇADO sucessivas vezes, horizontalmente, de um mesmo ponto muito próximo da superfície terrestre, com velocidade de intensidade cada vez maior. Despreze a influência do ar. Haverá de chegar uma situação em que o corpo não mais voltará a estabelecer contato com o solo. Ele entrará em órbita, permanecendo indefinidamente “a cair” sob a ação da gravidade. Este desenho, feito pelo próprio Newton, mostra como um corpo pode entrar em órbita ao ser lançado do alto de uma montanha com velocidade suficiente. Na situação mencionada anteriormente o peso faz o papel de resultante centrípeta. FC = P R vm 2. = m.g v = gR. 5 – ESTAÇÕES DO ANO. As estações são causadas pelo movimento da Terra ao redor do Sol e pelas mudanças decorrentes da inclinação do eixo da Terra (23,6º em relação à normal) durante sua órbita anual. Em qualquer época do ano, as condições que ocorrem no hemisfério sul, em termos de luz e temperatura, são opostas às que ocorrem no hemisfério norte. É fácil perceber pela figura que a inclinação do eixo da Terra faz com a iluminação dos pólos seja desigual Se o eixo da Terra estivesse dessa forma não existiriam as estações do ano, pois o Sol iluminaria os pólos de forma igual OBSERVAÇÃO: O raio da órbita depende de G, uma constante universal, de M, a massa da Terra, e de v, o módulo da velocidade linear orbital do objeto. O raio da órbita não depende da massa do objeto. Assim, por exemplo, um astronauta dentro de uma nave espacial e a própria nave, tendo ambos a mesma velocidade linear orbital, têm órbitas com o mesmo raio. Então, astronauta e nave ficam em repouso um em relação ao outro e o astronauta parece flutuar dentro da nave. Este fenômeno é o que se chama de imponderabilidade e não significa falta de gravidade ou falta de peso, já que são justamente os pesos dos objetos (astronauta e nave, neste caso) que fazem o papel de forças centrípetas para garantir que as respectivas órbitas sejam circulares. REVISÃO: 01. (Univali-SC) Os tripulantes da Estação Espacial Mir saem dela para fazerem reparos nos captadores solares de geração de energia elétrica e mantêm- se flutuando em órbita em torno da Terra devido: a) à atração gravitacional da Terra; b) aos equipamentos especiais de que dispõem; c) ao fato de suas massas serem nulas no espaço; d) ao fato de se encontrarem no vácuo; e) ao fato de estarem a grande altitude. 02. (Fuvest-SP) A Estação Espacial Internacional, que está sendo construída num esforço conjunto de diversos países, deverá orbitar a uma distância do centro da Terra igual a 1,05 do raio médio da Terra. A razão R = Fe/F, entre a força Fe com que a Terra atrai um corpo nessa Estação e a força F com que a Terra atrai o mesmo corpo na superfície da Terra, é aproximadamente de: a) 0,02 c) 0,10 b) 0,05 d) 0,50 e) 0,90 03. (UESC-BA) A distância média da Terra à Lua é cerca de 4.108 m, e o valor da força de interação gravitacional entre elas é F1. A distância média da Terra ao Sol é cerca de 1011m, e o valor da força de interação gravitacional entre eles é F2. Nessas condições, sea massa do Sol é 107 vezes maior que a da Lua, a razão; F1 F2 é igual a: a) 1600 c) 160 b) 1,6 d) 0,16 e) 16 04. (PUC-MG) A altura em relação à superfície da Terra, na qual a aceleração da gravidade é 1/9 (um nono) de seu valor na superfície, em função do raio da Terra(R) é: a) 2R c) R/9 b) 3R d) 9R e) 81R 05. (UFES) Suponha a Terra com a mesma massa porém com o dobro do raio. O nosso peso seria: a) A metade b) O dobro c) O mesmo d) O quádruplo e) Reduzido à quarta parte 06. (F.M..Itajuba-MG) Se um corpo fosse levado para a superfície de um astro de forma esférica cuja massa fosse 8 vezes maior que a da Terra, e cujo raio fosse 4 vezes maior que o raio terrestre, a força gravitacional desse astro sobre o corpo seria, em relação ao seu peso na Terra. a) 2 c) 32 b) 0,5 d) 4 e) 16 07. (Odonto - Diamantina) A velocidade orbital de um satélite que gira em torno da Terra depende, apenas, das seguintes grandezas: a) massas do satélite e da Terra; b) massa do satélite e raio da órbita; c) massa da Terra e raio da órbita; d) massa do Sol e raio da órbita; e) raio da órbita. 08. (Fuvest-SP) Considere um satélite artificial em órbita circular.. Duplicando a massa do satélite sem alterar o seu período de revolução, o raio da órbita será: a) duplicado. b) quadruplicado. c) reduzido à metade. d) reduzido à Quarta parte. e) o mesmo. TERRA ÓRBITA