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Técnicas Psicológicas para treinar seu Neo Córtex

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Técnicas Psicológicas para treinar seu Neo 
Córtex! 
A Inteligência Multifocal é uma ciência pragmática e nos propõe técnicas psicológicas para sermos líderes de nós 
mesmos, objetivando reeditar as memórias negativas e produzir janelas paralelas da memória. 
Estas técnicas são principalmente duas: 
1. DCD (duvidar, criticar, determinar) 
2. Mesa redonda do “eu” 
O D.C.D. – (Duvidar, Criticar, Determinar) – Traz a Arte de Duvidar que é a pérola da Filosofia, a Arte da Crítica que é a 
pérola da Psicologia e a Arte da Determinação que é a pérola da área de Recursos Humanos. 
A Mesa-redonda do “eu” é uma prática de autoquestionamento e reflexão, para isso: reserve 15 minutos por dia para 
reflexão e faça críticas, debates e questionamentos sobre o que lhe parecer negativo e doentio. 
Lembre-se: a renovação, a determinação e a persistência nos oferecem a força necessária para transformarmos nossa 
vida e a maneira como nos colocamos nela, em um espiral ascendente de melhoria contínua e crescimento baseados 
em nossos princípios e valores. 
Quem busca desenvolver sua inteligência, uma maior qualidade de vida, o autoconhecimento, a auto liderança e 
conquistar melhor saúde emocional e intelectual deve conhecer e lançar mão destas técnicas que são de simples 
aplicação e trazem um resultado positivo que farão muita diferença em sua vida. 
Segundo a teoria da Inteligência Multifocal, não podemos apagar nossa memória, mas podemos reeditá-la, reescrevê-
la ou ressignificá-la. 
Isso quer dizer que nossas memórias passadas sejam elas boas ou ruins, uma vez registradas em nosso cérebro se 
tornam perenes. 
O que acontece é que são perenes mas não são imutáveis, assim, podemos fazer uma reedição, darmos um novo 
significado às experiências vividas e/ou presenciadas que foram registradas em nossa memória. 
Isso pode ser feito através da imaginação criativa e do auto diálogo, se questionando, onde criamos um novo 
significado. 
É como se colocássemos belas flores em um solo antes árido. 
Assim, criamos jardins onde só havia infertilidade, segurança onde havia insegurança, compreensão onde havia 
conflito, paz onde havia perturbação, coragem onde havia medo, auto liderança onde havia impulsividade. 
Aí você pode se perguntar que importância tem isso. 
Sua inteligência também é formada pelas suas experiências de memória, seu comportamento e sentimentos também 
o são; então imagine que diferença há na inteligência, nos comportamentos e nos sentimentos formados com 
memórias de traumas de guerra, por exemplo, e outra formada pela paz, mansidão e felicidade. 
Há uma grande diferença, não? 
Agora, por que criar janelas paralelas de memória? 
Quando você está vivendo uma experiência, sua mente busca registros de memória para interpretar e representar 
essa experiência. 
Por exemplo, quando você vai viajar de avião, sua mente busca referências para interpretar esta situação, se encontrar 
favelas de memória, onde as referências são desastres aéreos, por exemplo, isso poderá te causar medo e 
insegurança. 
Agora, se você começar a “mesclar” dúvidas e experiências positivas sobre estas memórias, pensamentos, medos e 
inseguranças, quando estas janelas de memória limitantes forem abertas, abrirão também janelas reconfortantes, 
agradáveis e muitas vezes cheias de recursos. 
Isso faz com que uma experiência antes desagradável ganhe um novo significado e permita com que você entre em 
um estado de recursos para vivê-la. 
Assim, segue uma sugestão de Roteiro para uso das TÉCNICAS PSICOLÓGICAS: 
Estas são técnicas que alicerçam nossa capacidade de gerenciar os pensamentos e emoções para sermos líderes de 
nós mesmos no palco da nossa mente. 
1 - D.C.D. (Duvidar, Criticar, Determinar) 
Dentro e fora do foco de tensão 
Meta: Reeditar a memória através de um dos processos de transformação da 
personalidade pela teoria da Inteligência Multifocal. 
Não podemos deletar a memória, só reeditá-la ou reescrevê-la. 
Reeditar ou reescrever a memória não é apagar os arquivos doentes, mas inserir 
novas experiências nas janelas da memória. É entrar no palco da mente e construir 
segurança onde existe o medo, lucidez onde existe estupidez, tranquilidade onde 
existe ansiedade. 
Primeiramente, pergunte-se, o que te incomoda, pode ser: sentimento, emoção, trauma, conflito interno, angústia, 
stresse, lembrança, ideias dramáticas, ideia tola, humor triste, conflito social, medo, pânico, ideias negativas, 
ansiedade, depressão, fadiga, dor, insegurança, choro, decepção, perda, raiva, nojo, vergonha, mágoa, rejeição, crise, 
teimosia, outros. 
Para reforçar este estado de recursos, pare e pense: recorde ou crie uma experiência que te traz os sentimentos que 
você deseja. 
Reserve alguns minutos para isso, sinta o que você sente, veja o que você vê e ouça o que você ouve. 
Repense a situação ou experiência que te incomoda e use a técnica do DCD (duvidar, criticar, determinar). 
Veja o exemplo, com uma ideia que insiste em te incomodar, afirme: 
Essa ideia não tem fundamento! (Dúvida) 
Deixarei de ser algemado por ela! (Crítica) 
Determino ser livre e reconstruir minha história! (Determinação) 
2-MESA REDONDA DO EU... (Fora do foco de tensão) 
Criar janelas paralelas de memória é criar janelas saudáveis que tem 
interconexão com as janelas doentias do inconsciente. 
As janelas saudáveis se abrem imediatamente quando as janelas doentias 
são abertas, fortalecendo a liderança do “eu”. 
Isolar-se por 15 minutos, fazer debates, questionamentos e críticas diárias 
de suas características doentias. 
Isso é plantar um jardim em sua memória. 
Deixar de ser vítima e se tornar autor da própria história. 
Esta técnica pode ser realizada três vezes por semana em qualquer lugar, podendo ser no chuveiro ou antes de dormir. 
A escolha é sua. Use as técnicas e sentirá a diferença.

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