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RESUMO CAPÍTULO 2 PINDYCK 
A análise da oferta e demanda de produtos é muito útil para prever possíveis variações no mercado (de preços, quantidade...) 
Excluindo-se do cálculo as interferências diretas do governo, essas variações dependem também de fatores macroeconômicos, como a inflação, ou micro, como o custo da mão-de-obra.
A curva exponencial da oferta relaciona o valor de cada unidade de um bem e a sua quantidade disponível, desconsiderando quaisquer outros fatores.
Essa curva é uma ascendente (sobe), pois, quanto maiores os PREÇOS, MAIS AS EMPRESAS PRODUZEM e quando os preços reduzem as empresas ou produzem mais com aquele custo inicial ou produzem em volume menor (cortando custos da mesma forma)
Quando o custo de produção CAI, o gráfico translada-se para a DIREITA, pois as empresas produzem mais ou aceitam receber menos.
Quando o PREÇO SOBE, as empresas produzem MAIS, seja dando hora extra ou contratando novos funcionários e esse cenário também fomenta a entrada de novas companhias.
A curva exponencial da demanda relaciona a quantidade que os consumidores comprariam conforme o preço varia.
Tal gráfico é descendente, pois, conforme OS PREÇOS BAIXAM, MAIS AS PESSOAS COMPRAM.
Para a maioria dos produtos, quanto MAIOR A RENDA, mais cresce a demanda (excluindo-se os outros fatores), pois as pessoas ou compram mais ou estão dispostas a pagar um maior valor pelo bem. 
Bens substitutos são aqueles em que o aumento no preço de um faz a demanda do outro crescer, pois esse substitui aquele (a carne bovina e a de frango, por exemplo)
Bens complementares são aqueles em que o aumento no preço de um faz a demanda do outro baixar (carros e gasolina)
O mercado tende a ir para o equilíbrio (ponto em que a oferta disponível e a demanda requerida são iguais, não havendo excesso de mercadoria)
A noção de equilíbrio acaba se tornando um ciclo vicioso pois se o preço sobe, a quantidade de mercadorias em excesso aumenta (as pessoas compram menos) e tal quadro faz o preço cair, aumentando o consumo.
Caso os preços estejam MAIORES do que os consumidores estão dispostos a pagar, haverá mais bens (pois o custo de produção será menor) e um excesso de oferta.
Os produtores então baixariam os preços para frear o crescimento do excedente. Assim, o mercado voltaria ao equilíbrio, já que a demanda aumentaria.
Quando existe uma produção abaixo da demanda (escassez de oferta), OS PREÇOS AUMENTAM; OS PRODUTORES PRODUZEM MAIS e o mercado volta ao equilíbrio.
Para medir-se o quanto a mudança do preço afetará a demanda, podemos usar a seguinte equação:
Essa relação é mais fácil de ser vista numa curva de demanda linear, onde a variável é o preço do bem.
Demanda infinitamente elástica: Acima de um certo valor, a demanda cai a zero
Demanda completamente inelástica: Consumidores comprarão uma certa quantidade, independente do preço cobrado.
A demanda varia à longo prazo (as pessoas demoram a mudar os hábitos de consumo)
O consumo de bens duráveis é influenciado por fatores macroeconômicos, como o PNB.
A oferta pode aumentar no curto prazo, se houver uma variação brusca no preço (Trabalhando mais horas), mas será mais visível no longo prazo, com expansões.
Intervenção governamental pode gerar excesso de demanda (preço baixo)

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