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Aula 4 Atelier de Artes Visuais: Escultura Prof. Fábio Lima Conversa Inicial O que é o tradicional na escultura? Principais rupturas na maneira de pensar a escultura a partir do Modernismo O Construtivismo e o Minimalismo Construtivismo Natureza artístico-política Apresentação formal de produtos industrializados Abstracionismo e geometria (…) (...) De um modo geral, podemos observar que a obra de arte abstrata geométrica, entre 1920 e 1940, pode ser considerada construtivista e que os artistas se esforçavam para produzir um tipo de arte completamente não figurativa Tatlin, V. Monumento à III Internacional. 1919. Fo n te : h tt p s: // en .w ik ip ed ia .o rg /w ik i/ V la d im ir _T at lin #/ m ed ia /F ile :T at lin % 27 s_ To w er _m ak et _1 91 9_ ye ar .j p g Arte concreta Rigor e pureza formal Objetividade das formas Inspiração na organização harmônica e matemática da natureza Escultura minimalista Relações espaciais Contraposição ao expressionismo abstrato Contexto de movimentos de contracultura (…) (…) Uso de formas simples, elementares, em geral, de corte geométrico, evitando formas e recursos ilusionistas e metafóricos como reação ao fenômeno emocional do expressionismo abstrato Judd, D. Sem título. 1980. Fo n te : h tt p :/ /w w w .t at e. o rg .u k/ ar t/ ar tw o rk s/ ju d d -u n ti tl ed -t 03 08 7 Módulos e Múltiplos Módulos Articulação das partes de um corpo tridimensional Unidade em consonância Partes de uma construção Proporções e seus planos Múltiplos Partes repetidas exatamente iguais, são chamadas de múltiplos Série de objetos de arte idênticos, confeccionados pelo artista ou realizados por processos industriais Weissmann, F. Torre. 1958. Fo n te : h tt p :/ /e nc ic lo p ed ia .i ta u cu lt u ra l. o rg .b r/ p es so a9 47 1/ fr an z- w ei ss m an n Castro, A. de. Sem título. 1985. Fo n te : h tt p :/ /e n ci cl o p ed ia .i ta u cu lt u ra l. o rg .b r/ p es so a9 47 1/ fr an z- w ei ss m an n Leirner, N. Que horas são Dona Cândida? 1965. Fo n te : h tt p :/ /e n ci cl o p ed ia .i ta u cu lt u ra l. o rg .b r/ p es so a9 42 9/ n el so n - le ir n er Construção e Apropriação de Objetos A construção de obras de arte, por meio da apropriação de objetos pelos artistas, teve início na primeira metade do século XX, ligada à pesquisa estética de vários movimentos de vanguarda, como cubismo, dadaísmo e surrealismo Duchamp, M. A fonte. 1917. Fo n te : h tt p s: // p t. w ik ip ed ia .o rg /w ik i/ R ea d y- m ad e# /m ed ia /F ile :D u ch am p _F o u n ta in e. jp g Podemos dizer que o objeto arte não tem limites. Tudo pode ser acumulado, agregado, somado, redimensionado, sobreposto, deslocado e ressignificado, (...) (...) por meio dos mais diferentes procedimentos: modular, construir, perfurar, reproduzir, recortar, costurar, colar, pregar, encaixar, montar, entre outros Espaço e Tempo: Esculturas em Movimento O tempo e a escultura Os escultores sempre desejaram captar o elemento tempo e trazê-lo para dentro da obra, (...) (...) em uma tentativa de a escultura expressar de forma mais próxima possível a realidade da vida Móbiles e outras obras cinéticas A forma que se desloca O espaço em que ela se move Boccioni, U. Formas únicas de continuidade no espaço. 1913. Fo n te : h tt p s: // p t. w ik ip ed ia .o rg /w ik i/ Fo rm as _Ú n ic as _d e_ C o n ti n u id ad e_ n o _E sp aç o #/ m ed ia /F ile :% 27 U n iq u e_ Fo rm s_ o f_ C on ti n u it y_ in _S p ac e% 27 ,_ 19 13 _b ro n ze _b y_ U m b er to _B o cc io n i. jp g Grupo Zero. Lichtraum (Homenagem a Fontana). 1964. Fo n te : h tt p :/ /w w w .4 32 1z er o .c o m /1 9- ze ro -l ic h tr au m .h tm l Arte cinética no Brasil A arte de Abraham Palatnik Palatnik, A. Aparelho cinecromático. 1951. Fo n te : h tt p :/ /w w w .m ac vi rt u al .u sp .b r/ m ac /t em p la te s /p ro je to s/ se cu lo xx /m o d u lo 3/ fr en te /p al at n ik /o b ra .h tm l Obras Interativas Instalação Performance Happening Meireles, C. Desvio para o vermelho. 1967. Fonte: http://www.inhotim.org.br/inhotim/arte-contemporanea/obras/ desvio-para-o-vermelho-i-impregnacao-ii-entorno-iii-desvio-2/ Clark, L. Série Bichos. 1969. Fo n te : h tt p :/ /w w w .l yg ia cl ar k. o rg .b r/ b io gr af ia P T. as p Na Prática Ruptura com a modelagem e o esculpido Crie uma composição tridimensional com base nas características do minimalismo: (...) (...) repetição de elementos (múltiplos), formas geométricas, materiais industrializados, composições simples, pouco uso de cor Síntese A participação efetiva do público, inserida no contexto artístico e somada aos procedimentos de construção, muito além das operações de esculpir e modelar, possibilitou a passagem do esculpido para a escultura-objeto e desta para a instalação