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1
Prótese Parcial 
removível
sela
Prótese Parcial 
removível
sela
Prof. Alessandro F. Arroyo CordovaProf. Alessandro F. Arroyo Cordova
“ É o elemento encarregado de preencher os
espaços desdentados, fixar os dentes artificiais
e efetuar a transferência das forças oclusais às
estruturas bucais de suporte, além de 
restabelecer a estética, fonética e função, 
remodelando os tecidos gengivais ausentes.”
“ É o elemento encarregado de preencher os
espaços desdentados, fixar os dentes artificiais
e efetuar a transferência das forças oclusais às
estruturas bucais de suporte, além de 
restabelecer a estética, fonética e função, 
remodelando os tecidos gengivais ausentes.”
Sela e Base AcrílicaSela e Base Acrílica
McCracken, 1960
Fiori & Laurenção, 1989
Conector maiorConector maior
ApoioApoio
Grampo de 
retenção
Grampo de 
retenção
Sela
Conector menorConector menor
Grampo de 
oposição
Grampo de 
oposição
Sela
Classificação das SelasClassificação das Selas
Metaloplástica Metálica
2
• A resina é fixada por meio de grade;
• A resina entra em contato com a mucosa;
• Apresenta técnica de simples confecção;
• Auxilia no restabelecimento de estruturas perdidas ou
reabsorvidas;
• Permite reembasamento.
Classificação das SelasClassificação das Selas
Metaloplástica: Sela + Base em Resina Acrílica
Classificação das SelasClassificação das Selas
Metaloplástica:
• Próteses dento-muco-suportadas;
• Rebordos alveolares irregulares, reabsorvidos;
• Quando for previsto um reajuste em curto prazo;
• Quando a estética é um fator importante;
• Nas próteses dento-suportadas, com amplo espaço desdentado.
Indicação das SelasIndicação das Selas
Metaloplástica:
Classificação das SelasClassificação das Selas
Metálica:
• O contato com os tecidos da área do rebordo desdentado é
exclusivamente metálico;
• A técnica de confecção laboratorial é complexa;
• Possui condutividade térmica;
• Não permite reembasamentos.
3
Classificação das SelasClassificação das Selas
Metálica:
• Prótese dento-suportadas;
• Rebordos alveolares não reabsorvidos com fibromucosa firme;
• Em espaços protéticos pequenos;
• Em espaços intermaxilares reduzidos.
Indicação das SelasIndicação das Selas
Metálica:
Mecanismos que proporcionam a fixação da resina 
acrílica à estrutura metálica
Sistema de RetençõesSistema de Retenções
• Grade e malha metálica
• Pequenos pinos com extremidade achatada
Retenção tipo grade
Retenção tipo malha
Sistema de RetençõesSistema de Retenções
4
Sistema de RetençõesSistema de Retenções
Retenção tipo pinos Sela em forma de grade / malhaSela em forma de grade / malha
Alívio= 1,0 a 1,5 mm entre a estrutura e o rebordoAlívio= 1,0 a 1,5 mm entre a estrutura e o rebordo
Embricamento
da resina acrílica 
Embricamento
da resina acrílica 
Alívio InternoAlívio Interno
Requisitos da 
Sela e Base 
Requisitos da 
Sela e Base 
 Precisão de adaptação aos tecidos com pequenas 
modificações de volume;
 Superfície não irritante, capaz de receber um bom 
acabamento;
 Condutibilidade térmica;
 Pequeno peso (leveza na boca);
Requisitos da 
Sela e Base 
Requisitos da 
Sela e Base 
 Dureza suficiente para não sofrer fratura ou distorção;
 Possibilidade de acabamento estético;
 Possibilidade de sofrer reembasamento futuro;
 Permissão de auto-limpeza ou facilidade de higienização;
 Custo inicial baixo.
5
FunçõesFunções
 Fixar os dentes artificiais;
 Evitar migrações dentárias horizontais (dentes vizinhos ao
espaço edentado) e verticais (dentes antagonistas);
 Impedir impacção alimentar;
 Estética.
Funções da Sela e Base de 
uma PPR Dentossuportada
FunçõesFunções
Funções da Sela e Base de 
uma PPR Classe IV
 Estética e Fonética; Fixar os dentes artificiais;
 Restaurar a conformação dos tecidos ausentes (suporte
dos lábios);
 Transmitir as cargas mastigatórias ao rebordo desdentado;
 Auxiliar no suporte da PPR;
FunçõesFunções
Funções da Sela e Base de 
uma PPR de Extremidade Livre
 Estética e Fonética; Fixar os dentes artificiais;
 Transmitir as cargas mastigatórias ao rebordo
desdentado;
 Auxiliar no suporte da PPR;
 Restaurar a conformação dos tecidos ausentes.
PPR INTERCALADA
Distribuição de forçasDistribuição de forças
 PPR dentossuportada: passivo
 A sela (base) não exerce
qualquer compressão sobre a
fibromucosa.
Obs:
- curto espaço protético;
- condição periodontal dos
dentes suportes.
6
PPR INTERCALADA (de acordo com o espaço protético) 
Distribuição de forçasDistribuição de forças
• Transmitir forças apenas aos dentes
pilares, com ou sem a participação do
rebordo;
• Fixar os dentes artificiais;
PPR INTERCALADA (espaço protético mais amplo)
Distribuição de forçasDistribuição de forças
• Preencher os espaços protéticos
correspondentes aos dentes e rebordo
residual;
• Proporcionar suporte aos tecidos
musculares paraprotéticos adjacentes;
Distribuição de forçasDistribuição de forças
PPR de EXTREMIDADE LIVRE
 PPR dentomucossuportada: ativo
 As forças mastigatórias são
transmitidas ao tecido ósseo pelos
dentes suportes e também pela sela e
base acrílica.
 A base (acrílico) exerce compressão
sobre a fibromucosa.
Distribuição de forçasDistribuição de forças
PPR de EXTREMIDADE LIVRE
• Transmissão adequada da força
mastigatória aos dentes pilares e
rebordo residual;
• Preservar a saúde do periodonto de
sustentação dos dentes pilares;
7
Distribuição de forçasDistribuição de forças
PPR de EXTREMIDADE LIVRE
• Preencher os espaços protéticos
correspondentes aos dentes e rebordo
residual;
• Proporcionar suporte aos tecidos
musculares paraprotéticos adjacentes;
Extensão mandibular da estrutura metálicaExtensão mandibular da estrutura metálica
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
• Limite posterior: região equivalente ao primeiro molar (extremidade
livre) ou 3,0 mm da proximal do dente pilar posterior.
• Limite anterior: situa-se a 3,0 mm da proximal do dente pilar.
Extensão mandibular da estrutura metálicaExtensão mandibular da estrutura metálica
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
• Limite vestibular: situa-se a 1,5 mm por vestibular da linha da crista
do rebordo.
• Limite lingual: situa-se a 3,5 mm por lingual da linha da crista do
rebordo.
• Limite posterior: cobrir a papila retromolar (extremidade livre) ou até 
a linha de acabamento da estrutura metálica (pilar posterior);
• Limite anterior: deve estender-se até a linha de acabamento da 
estrutura metálica;
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Extensão mandibular da base de acrílicoExtensão mandibular da base de acrílico
8
• Limite vestibular: 2 mm de espessura e sem exercer pressão
sobre as inserções musculares;
• Limite lingual: sua extensão dependerá da anatomia do músculo
milo-hioideo.
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Extensão mandibular da base de acrílicoExtensão mandibular da base de acrílico • Limite posterior: cobrir parte da tuberosidade (extremidade livre) ou
a 3,0 mm da proximal do dente pilar posterior;
• Limite anterior: situa-se a 3,0 mm da proximal do dente pilar;
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Extensão maxilar da estrutura metálicaExtensão maxilar da estrutura metálica
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Extensão maxilar da estrutura metálicaExtensão maxilar da estrutura metálica
• Limite vestibular: não deve ultrapassar a linha imaginária que passa
pelas faces vestibulares dos dentes pilares;
• Limite palatino: aproximadamente 3 mm da crista do rebordo em
direção ao palato.
Considerações LaboratoriaisConsideraçõesLaboratoriais
Extensão maxilar da base de acrílicoExtensão maxilar da base de acrílico
• Limite posterior: se estende por toda a tuberosidade (extremidade
livre) ou até a linha de acabamento da estrutura metálica;
• Limite anterior: deve se estender até a linha de acabamento da
estrutura metálica;
9
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Extensão maxilar da base de acrílicoExtensão maxilar da base de acrílico
• Limite vestibular: dependerá da quantidade de reabsorção óssea
e de mucosa nessa região, sem que ocorra passagem de ar ou
acúmulo de alimento.
• Limite palatino: deve ter uma espessura de 2mm.
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Relação da base acrilica com a musculatura adjacente
 Alívio nas regiões de freios e bridas;
 Contorno da superfície lingual das selas: conforto para o
paciente e estabilidade para a PPR.
Considerações LaboratoriaisConsiderações Laboratoriais
Reembasamento
 Próteses de extremidade livre;
 Necessário para que a perda de suporte posterior não
cause ausência de contato oclusal;
 Diminui a rotação da sela em torno da linha de fulcro.
Dentes ArtificiaisDentes Artificiais
 São os elementos protéticos que
substituem os dentes naturais em
anatomia, estética e função (como
mastigação e fonética).
 São os elementos protéticos que
substituem os dentes naturais em
anatomia, estética e função (como
mastigação e fonética).
Rebóssio, 1963Rebóssio, 1963
10
Dentes ArtificiaisDentes Artificiais
 Podem ser compostos por:
 Resina acrílica;
 Porcelana;
 Metal;
 Resina + metal.
 Podem ser compostos por:
 Resina acrílica;
 Porcelana;
 Metal;
 Resina + metal.
Dentes Artificiais de Resina
VANTAGENS DESVANTAGENS
 Retenção química com a base da 
prótese
 Facilidade de montagem dos 
dentes, independente do caso
 Praticamente não produz ruídos 
durante o contato oclusal
 Não desgasta o dente 
antagonista
 Instabilidade de forma e 
cor
 Desgaste maior dos dentes 
da prótese ( DVO e da 
eficiência mastigatória)
 Maior retenção de placa
Dentes Artificiais de Porcelana
VANTAGENS DESVANTAGENS
Desgaste clinicamente 
insignificante
 Resistência à abrasão 
(mantém a DVO)
Estabilidade de cor
Facilidade de limpeza da 
prótese
Ruído durante o contato oclusal
Dificuldade no ajuste oclusal
Desgaste nos dentes antagonistas 
(dentes em resina)
Dificuldade na adesão com a base 
de resina acrílica da prótese 
(retenção mecânica)
Pode fraturar durante a 
demuflagem (friável)
Custo maior
Dentes ArtificiaisDentes Artificiais
Seleção:
 Tamanho, forma e cor dos naturais, da
maneira mais aproximada possível;
 A cor deverá ser selecionada na boca do
paciente;
 A forma e tamanho no modelo de trabalho;
 Nacionais e importados.
Seleção:
 Tamanho, forma e cor dos naturais, da
maneira mais aproximada possível;
 A cor deverá ser selecionada na boca do
paciente;
 A forma e tamanho no modelo de trabalho;
 Nacionais e importados.
11
Seleção de dentes anteriores:
 Tamanho e forma
Seleção de dentes anteriores:
 Tamanho e forma
Linha alta do sorrisoLinha alta do sorrisoLinha medianaLinha mediana
12
Seleção de dentes anteriores:
 Tamanho e forma
Seleção de dentes anteriores:
 Tamanho e forma
Linha dos caninosLinha dos caninos
Relaciona o modelo do dente com a altura do 
incisivo central superior e a largura dos seis 
dentes anteriores superiores.
Relaciona o modelo do dente com a altura do 
incisivo central superior e a largura dos seis 
dentes anteriores superiores.
= Modelo dos 
dentes superiores
= Modelo dos 
dentes superiores
TABELA DE DENTES
Dentes ArtificiaisDentes Artificiais
 Montagem:
Maior habilidade do operador que nas PTs;
Presença de dentes remanescentes limitando os
espaços protéticos;
Presença de elementos retentores, grampos ou
encaixes;
Presença de malhas da sela ajudando na fixação;
Harmonização dos dentes artificiais com os seus
oponentes naturais.
 Montagem:
Maior habilidade do operador que nas PTs;
Presença de dentes remanescentes limitando os
espaços protéticos;
Presença de elementos retentores, grampos ou
encaixes;
Presença de malhas da sela ajudando na fixação;
Harmonização dos dentes artificiais com os seus
oponentes naturais.

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