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Sumário
Introdução..................................................................................................................................................3
Acessando os Serviços do SIREDA........................................................................................................4
2.1. Recebendo as extrações por parte dos corretores/despachantes.................................................4
2.2. Processando as extrações.............................................................................................................5
3. Parametrizando as informações da APÓLICE no WI-SIREDA...............................................................21
4. Operações com CONSIGNATÁRIO, e como parametrizá-las no SIREDA............................................28
5. Operações ESPECIAIS, e a sua devida forma de faturamento.............................................................34
5.1. REGIME DE ENTREPOSTO ADUANEIRO – Como funciona e sua forma de faturamento?.....34
5.2. REGIME DE ENTREPOSTO INDUSTRIAL – Como funciona e sua forma de faturamento?.....34
5.3. REGIME DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA – Como funciona e sua forma de faturamento?.........34
5.4. Como identificar tais OPERAÇÔES ESPECIAIS no WI-SIREDA?..............................................35
5.5. TABELA.: Tipos de DI X Forma de Faturamento?.......................................................................35
6. Extraindo o RELATÓRIO DE AVERBAÇÃO.............................................................................................39
7. INCOTERMs incompatíveis com as formas de faturamento do Seguro de IMPORTAÇÃO (CIP, CIF, DAT, DAP e DDP)...........................................................................................................................................39
7.1. CIF: Cost Insurance Freight (Custo Seguro Frete), até o porto de destino designado já em território nacional.............................................................................................................................................40
7.2. CIP: Carriage and Insurance paid to (Transporte e Seguro pago até…), até o local de destino designado já em território nacional..................................................................................................................40
7.3. DAT (Entrega no terminal, terminal designado no porto ou no local de destino).........................41
7.4. DAP (Entregue no local de destino, local designado)..................................................................42
7.5. DDP: Delivered Duty Paid (Entrega com direitos pagos, local de destino designado)................42
7.6. Parametrizando as INCOTERMS e verificando a forma de faturamento.....................................42
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1. Introdução
Atualmente, a Seguros SURA oferece como diferencial e solução tecnológica para as Apólices de Importação o sistema de averbação SIREDA, software desenvolvido pela empresa QUORUM.
O SIREDA trata-se de um Sistema de Recuperação de Dados, que, por sua vez, realiza a extração das Declarações de Importação (DI’s) que foram registradas no SISCOMEX.
Como os documentos são extraídos diretamente do sistema da Receita Federal, possibilita-se maior segurança no controle das DI’s que estão sendo averbadas, de forma que nenhum embarque deixe de ser comunicado à Cia. Seguradora. 
Além disso, para fins de faturamento, garante-se maior agilidade no processo – visto que através do próprio SIREDA as informações/valores de cada documento são extraídas automaticamente, e, na sequência, transmitidas para o sistema da SURA.
Este manual foi criado como guia de utilização das ferramentas do WI-SIREDA para fins de faturamento.
Leia este manual com atenção e mantenha-o sempre à mão. Se ainda assim, alguma dúvida permanecer, entre em contato diretamente com a QUORUM, através dos telefones (21) 2518-0235 / (21) 2518-0238 / (21) 2518-0240. 
Além disso, temos também o contato do Sr. Rodrigo Nunes – o comercial responsável pelo nosso atendimento junto à QUORUM, conforme segue:
	Rodrigo Nunes
rodrigo@qrc.com.br
11 95485-0055
Figura 1 – Tela Inicial SIREDA IMPORTAÇÃO
2. Acessando os Serviços do SIREDA
	
Passo um: Conectar-se ao Site do SIREDA-IMPORTAÇÃO através do endereço: http://rsasaosrvsrd001/cgi-bin/WISUR.dll/default
Passo dois: No menu lateral à esquerda do monitor, preencha com as suas credenciais de acesso e clique em “ok”.
Figura 2 - LOGIN
2.1. Recebendo as extrações por parte dos corretores/despachantes
	
É de responsabilidade do CORRETOR efetuar o controle das extrações referentes à sua grade de segurados, inclusive, efetuar a cobrança dos casos que o despachante ainda não nos encaminhou o arquivo. 
Lembrando que, diversas Cias. Seguradoras fazem uso do SIREDA como sistema de averbação para as Apólices de Importação, entretanto, a QUORUM gera uma versão exclusiva deste sistema para cada seguradora. Sendo assim, cada uma dessas versões distintas gera um arquivo de extração com extensão diferente, variando de acordo com o nome da SEGURADORA. Por exemplo:
	- Os arquivos pertencentes à SEGUROS SURA são criados com a extensão .SUR;
- Os arquivos pertencentes à seguradora TOKIO são criados com a extensão .TOK;
- Os arquivos pertencentes à seguradora CHUBB são criados com a extensão .CHU; e assim por diante.
Portanto, o módulo do SIREDA que temos instalado aqui na SURA para o processamento das extrações é o WISUR, logo, só conseguimos descompactar os arquivos que possuem extensão .SUR.
Existem ainda outras duas extensões que o nosso sistema é capaz de processar, são elas:
- Extensão .BAK: Geralmente, no momento em que o despachante efetua o procedimento de extração, automaticamente o próprio sistema nos encaminha o arquivo que foi gerado com extensão .SUR. Entretanto, pode acontecer de não recebermos tal e-mail automático, e, neste caso, o despachante terá que nos retransmitir uma cópia do arquivo que foi gerado.
Por padrão, todas as vezes que uma extração é feita, o sistema cria uma cópia do arquivo e salva dentro da pasta, localizada em:
Pasta MEU COMPUTADOR \\ Diretório C: \\ Pasta DISUR \\ Pasta PCK
Neste caso, a cópia da extração terá extensão .BAK, por tratar-se de um arquivo de BACKUP.
- Extensão .QRC: Determinados casos de instalação podem ser feitos diretamente pela QUORUM no despachante. Neste caso, as extrações que serão geradas terão extensão .QRC.
Atentar-se também para o método como o sistema nomeia os arquivos gerados. Assim, você saberá a data e o horário exato em que o arquivo em questão foi gerado. 
2.2. Processando as extrações
Passo um: Uma vez no módulo de processamento do SIREDA (WI-QUORUM), no menu “INTERFACE”, basta clicar em “RECEPÇÃO MANUAL”.
Figura 3 – RECEPÇÃO MANUAL
Passo dois: Na tela “RECEPÇÃO DE INTERFACE”, primeiro se faz necessário que o arquivo de extração enviado pelo despachante seja carregado no sistema da QUORUM. Para tanto, basta clicar em “PROCURAR...”, buscar e selecionar a extração desejada, e, por fim, clicar em “ENVIAR”.
Dica: Salve o arquivo PCK, colocando à frente os 6 últimos dígitos, correspondentes ao horário em que foi gerado, afim de facilitar a identificação da extração desejada.
Figura 4 – RECEPÇÃO MANUAL
Passo três: Neste momento, o sistema irá carregar a extração selecionada, identificando o nome do despachante. Para prosseguir, basta clicar em “PROCESSAR...” para que o WI-SUR descompacte o arquivo, e nos retorne com o relatório das DI’s constantes naquele pacote.
Figura 5 – RECEPÇÃO MANUAL
OBSERVAÇÃO¹: Durante o processamento do arquivo, o sistema nos mostra uma tela com os Logs de tal processo. 
Nesta tela, podemos identificar o nome do despachante ao qual pertence àquela extração, o nome do(s) importador(es), a quantidade de documentos que foram capturados,dentre outras informações.
Figura 6 – LOG DE PROCESSAMENTO
Figura 7 – LOG DE PROCESSAMENTO
Figura 8 – LOG DE PROCESSAMENTO
OBSERVAÇÃO²: Ao final de todo o Log acerca do processamento da extração, o sistema nos leva automaticamente para a tela PROCESSOS EM EXECUÇÃO. Nesta tela, temos um breve histórico das últimas tarefas que foram executadas através do WI-SIREDA.
Atentar-se, que, o sistema nos aponta inclusive o usuário responsável pela execução daquela determinada tarefa.
Figura 9 – Tela PROCESSOS EM EXECUÇÃO
Passo quatro: Para termos acesso à extração que acabou de ser processada, primeiro temos que clicar em “PROTOCOLOS RECEBIMENTO”, dentro do menu de “RELATÓRIOS”. Basta preencher o intervalo de datas, o qual você deseja consultar, que o sistema irá trazer todas as extrações que foram processadas no período solicitado. 
Figura 10 – Tela PROTOCOLO RECEBIMENTO
Passo cinco: Finalmente chegamos ao resultado de maior interesse por parte dos faturistas.
O Protocolo de Recebimento é o resultado da extração que o despachante deve efetuar mensalmente. 
Figura 11 – PROTOCOLO DE RECEBIMENTO
A seguir, vamos enumerar os diversos pontos que também devem ser analisados neste protocolo:
ESTABELECIMENTO / CNPJ: 
Logo no cabeçalho do protocolo, temos os dados do despachante responsável por aquela extração;
DATA/HORA GERAÇÃO:
Trata-se do dia e da hora que o despachante concluiu o processo de extração em seu computador, gerando por fim o arquivo PCK;
RECEPCIONADO POR:
Trata-se do funcionário da SURA que foi o responsável pela recepção e por ter processado o arquivo PCK, encaminhado pelo despachante;
DATA/HORA RECEPÇÃO:
Trata-se do dia e da hora que o funcionário da SURA deu sequência na recepção e processamento do arquivo PCK;
MOTIVO – RETIFICAÇÃO CARREGADA:
Por algum motivo, o despachante preencheu determinada informação erroneamente no momento do registro da DI no SISCOMEX, e o nosso sistema, no momento da extração, capturou tal documento conforme o que foi preenchido pelo despachante.
É possível que o despachante providencie a correção deste dado no sistema da Receita Federal, e, feito tal procedimento, o DISUR-DI identificará na próxima extração que for encaminhada que houve uma correção naquele documento enviado inicialmente – possivelmente já faturado;
MOTIVO – DECLARAÇÃO JÁ RECEBIDA:
Por algum motivo, as vezes porque foi feita uma reinstalação do sistema de extração, ou ainda porque foi solicitada uma extração retroativa para os técnicos da QUORUM, um determinado documento pode já ter sido recebido em extrações anteriores. Neste caso, o sistema reconhece a duplicidade do documento, e, no momento de exportarmos os embarques do SIREDA para o sistema da SURA, tal DI será automaticamente desconsiderada, visto que o sistema entende que ele já foi enviado anteriormente;
MOTIVO – ALTERAÇÃO SITUAÇÃO DESPACHO:
Quando ocorre uma alteração na FASE da DI (consultar item 9);
MOTIVO – DI CARREGADA:
Indica a recepção de uma nova DI, não extraída anteriormente;
FASE – REGISTRADA/DESEMBARAÇADA:
O DISUR-DI captura tanto os documentos que ainda estão em fase de REGISTRO, quanto aqueles que já foram devidamente DESEMBARAÇADOS. 
Enquanto a DI ainda está em fase de REGISTRO, é porque não há a apuração de todos os dados e valores necessários, neste momento, o despachante ainda pode realizar alterações no documento.
Já em fase de DESEMBARAÇO, teoricamente todas as informações e valores já foram devidamente apurados. É a versão final do documento. Nesta fase, é claro que a DI ainda pode conter algum erro de preenchimento, devendo o despachante providenciar a correção no SISCOMEX. Porém, a tendência de haver um erro é menor.
Por estes motivos, o nosso sistema só considera para fins de faturamento as DI’s que já foram devidamente DESEMBARAÇADAS. As DI’s em fase de REGISTRO não sobem para faturamento.
TOTAL:
Vem um breve resumo da extração em sua totalidade, relacionada a quantidade de DI’s extraídas: quantas estão em fase de REGISTRO, DESEMBARAÇO, ou quantas RETIFICAÇÕES há nesse pacote, entre outras informações gerais. 
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE! Antes de qualquer coisa, a primeira informação que deve ser analisada no Protocolo de Recebimento são os dados do IMPORTADOR, isto é, o nosso segurado!
É de extrema importância que o número da apólice do segurado esteja devidamente atualizado no WI-SIREDA, pois, é para este documento que as DI’s serão direcionadas no momento em que exportarmos tais embarques para o sistema da SURA.
OBS.: Caso a apólice esteja desatualizada, consulte o Tópico 03 do presente manual, com as instruções de como proceder com a atualização dos dados do importador.
Passo seis: Uma vez feita a conferência dos dados do importador - verificando que a apólice cadastrada encontra-se vigente, podemos dar sequência no processo de faturamento, exportando os embarques do segurado para o sistema da SURA. Para tanto, basta clicar na opção “FATURAR” no menu “INTERFACE”.
Figura 11 – GERAÇÃO DE ARQUIVO IT
Passo sete: A seguir, devemos clicar na opção “Listar TODOS os registros”. Então, basta selecionarmos a opção “AVERBAR DECLARAÇÃO COMPLETA POR SEGURADO”, e, por fim, informarmos qual a DATA do MOVIMENTO e a DATA de FATURAMENTO que estamos emitindo. 
Lembrando que, geralmente no mês atual estamos faturando a movimentação do mês anterior, portanto, em DATA MOVIMENTO, devemos preencher tal campo com o primeiro dia do mês anterior. 
Já no campo DATA FATURAMENTO, devemos preenchê-lo com a data a qual desejamos que a fatura “rode” automaticamente em nosso sistema. O ideal é que seja informado o último dia do mês atual, para que tenhamos tempo hábil de alinhar as informações necessárias com o corretor. 
 
Figura 12 – GERAÇÃO DE ARQUIVO IT
Passo oito: Agora, basta selecionar os importadores cujos embarques desejamos transferir para o sistema da SURA. Teclando o comando CTRL + F, é possível buscar o importador pela RAZÃO SOCIAL ou pelo seu CNPJ. Uma vez selecionados todos os importadores que queira exportar, por fim, clique no botão “PROCESSAR”. 
Figura 13 – GERAÇÃO DE ARQUIVO IT
Passo nove: A partir deste momento, o sistema nos redireciona para a Tela “PROCESSOS EM EXECUÇÃO”. Será gerado o arquivo de envio SI (Submeter Interface), no qual são relacionadas as DI’s de todos os importadores selecionados anteriormente. 
ATENÇÃO! É muito importante que você anote o nome do arquivo que está sendo criado, pois, caso posteriormente seja preciso REPROCESSAR tais documentos no sistema da SURA, será necessário informar a qual Pacote de Envio aquela DI pertence.
Figura 14 – TELA PROCESSOS EM EXECUÇÃO (PROCESSAMENTO ARQUIVO SI)
OBSERVAÇÃO¹: É nesta etapa do processo que o sistema irá coletar as informações de cada uma das DI’s e associá-las com as condições da apólice do importador, previamente parametrizadas no SIREDA:
- Será analisada a data do embarque, a fim de verificar se o mesmo ocorreu dentro da vigência da apólice;
- Será analisada a INCOTERM sob a qual foi negociada aquela determinada DI, e a forma como o SIREDA foi parametrizado para faturar as incoterms que são incompatíveis com as coberturas da Apólice de Importação (CIP, CIF e DAT);
- Será analisado se aquele determinado documento faz parte de um processo de NACIONALIZAÇÃO, seja ele proveniente de ENTREPOSTO ADUANEIRO, ou ENTREPOSTO INDUSTRIAL e afins.
Ele nos retorna, portanto, com uma relação das DI’s que estão aptas, e as DI’s que não estão aptas para faturamento, justificando o porquê de tal documento não ser transferido para o sistema da SURA.
Figura 15 – TELA PROCESSOS EM EXECUÇÃO (PROCESSAMENTO ARQUIVO SI)
OBSERVAÇÃO²: O SIREDA salva automaticamente uma cópia deste Arquivo SI na nossa rede, na pasta localizada em:
T:\siredait\env
É de extrema importância que todos os faturistas tenham acesso a este arquivo,e façam uso dele durante o processo de emissão. É com base na SI que sabemos quais são as DI’s do Protocolo da Extração que foram ou não exportadas para o sistema da SURA.
Figura 16 – ARQUIVO SI
Passo dez: Uma vez gerado o arquivo SI, é chegado o momento de SUBMETER a INTERFACE. Para tanto, temos que retornar na opção “FATURAR”, localizada no menu “INTERFACE”. Feito isso, basta selecionar qualquer opção no quadro “SELECIONE AVERBAÇÃO” para que as opções fiquem disponíveis.
Figura 17 – SUBMETER INTERFACE
Passo onze: Assim que as informações carregarem, basta clicar na opção SUBMETER INTERFACE.
Figura 18 – SUBMETER INTERFACE
Passo doze: Na próxima tela, temos uma relação com todos os arquivos SI’s que foram gerados.
Note que, na coluna USUÁRIO, o sistema nos aponta a pessoa responsável pela geração de cada um dos arquivos.
Para submeter a interface e enviá-la para o sistema da SURA, basta clicar na opção ENVIAR – conforme segue.
Figura 19 – SUBMETER INTERFACE
Passo treze: A seguir, você deve informar o seu USUÁRIO e SENHA, o mesmo utilizado para acessar os sistemas da SURA (G1XXXX).
 
	Figura 20 – SUBMETER INTERFACE
Passo quatorze: Na tela seguinte, em primeiro lugar você deve copiar o caminho no qual o sistema salvou o arquivo SI. Depois, clique em PROCURAR, cole o caminho na janela que irá abrir, e, por fim, clique em ENVIAR.
Figura 21 – SUBMETER INTERFACE
O sistema irá exibir então uma mensagem, informando que “O ARQUIVO FOI ENVIADO COM SUCESSO”. Caso ele já tenha sido submetido anteriormente, o SIREDA também irá informar tal mensagem.
3. Parametrizando as informações da APÓLICE no WI-SIREDA
Antes de gerarmos o Arquivo SI, selecionando os importadores que desejamos encaminhar para faturamento, é de extrema importância que seja feito uma conferência no Cadastro do Importador, de forma que ele esteja corretamente parametrizado conforme as condições previstas em sua apólice.
Passo um: Para se ter acesso ao Cadastro do Importador, no menu CONSULTAS, basta clicar na opção CADASTRO IMPORTADOR.
Podemos pesquisá-lo de três formas diferentes, através do CNPJ do importador, do número da apólice, ou ainda, através da sua razão social. Lembrando que, ao inserir o número do CNPJ ou da Apólice do segurado, tais campos não devem conter caracteres especiais, apenas números.
Figura 22 – Tela Cadastro de IMPORTADORES
Passo dois: Após clicar em PESQUISAR, o sistema nos retorna com o Cadastro do Importador. Para acessá-lo, basta clicar em cima do número do CNPJ no campo CÓDIGO, e aguardar o sistema carregar.
Figura 23 – Tela Cadastro de IMPORTADORES
Passo três: A seguir, vamos analisar cada um dos seis GRUPOS DE INFORMAÇÃO presentes no Cadastro do Importador, e como devemos parametrizá-los da forma correta para fins de faturamento.
 
Figura 24 – Tela IMPORTADORES
CADASTRO IMPORTADOR:
Logo de início, temos os principais dados do IMPORTADOR. Além da Razão Social e do CNPJ do nosso segurado, também é informada a data da primeira extração que foi realizada, e a data da última extração que recebemos.
No campo CNPJ PAI, indicamos em qual CNPJ é que os embarques averbados deverão ser faturados.
Imagine que uma determinada apólice possui diversos segurados ligados, entretanto, todos os embarques deverão ser faturados no CNPJ principal da apólice. É neste campo que devemos incluir tal informação.
Figura 25 – Campo CADASTRO IMPORTADOR
ESTABELECIMENTOS VINCULADOS:
Tratam-se dos dados do estabelecimento responsável por realizar as extrações em favor deste importador. Aqui, o SIREDA também nos informa qual foi a data da última extração que recebemos e já foi devidamente processada.
Figura 26 – Campo ESTABELECIMENTOS VINCULADOS
OPERAÇÃO FUNDAP – CONSIGNATÁRIOS ASSOCIADOS:
Serão listadas neste campo a relação de empresas consignatárias que estão vinculadas ao cadastro deste importador.
Dissertaremos mais acerca da Operação com Empresas Consignatárias no tópico 04 do presente manual.
Figura 27 – Campo OPERAÇÃO FUNDAP
LISTA DE APÓLICES:
É neste campo que devemos cadastrar o número da apólice do nosso segurado. Abaixo do campo INCLUIR, temos um histórico das apólices que foram cadastradas previamente. 
ATENÇÃO¹! É de extrema importância que as apólices estejam devidamente atualizadas antes de gerarmos o Arquivo SI, pois, é com base nesta informação que o SIREDA irá direcionar os documentos recebidos na última extração para a apólice correta no sistema da SURA. Caso contrário, as DI’s irão se “perder” no momento em que exportarmos o arquivo SI, ou poderão ser direcionadas para uma apólice errada, havendo a necessidade de reprocessar os documentos posteriormente.
Figura 28 – Campo LISTA DE APÓLICES
ATENÇÃO²! Atentar-se para o método como o sistema enumera as apólices no SIREDA:
0 1 5 2 2 0 2 2 0 0 0 4 2 9 8 7
OBS.: Com relação aos dígitos referentes à OP, sempre deverão conter três dígitos. No caso de SÃO PAULO (OP-2) ou PORTO ALEGRE (OP-9), devemos acrescentar dois zeros na frente de cada, ficando 002 e 009 respectivamente.
ATENÇÃO³! Ao cadastrar as datas de início e fim de vigência da apólice em exercício, especificamente no campo DATA FIM DA VIGÊNCIA, devemos cadastrar três meses adicionais com relação ao contratado.
Isto ocorre, pois, geralmente o despachante está fazendo o desembaraço dos embarques que ocorreram no mês anterior. Na possibilidade de que o processo de importação acabe se estendendo um pouco mais, por padrão, cadastramos três meses adicionais ao contratado, prevendo que possam ser extraídas DI’s que ainda estejam dentro do prazo de vigência da apólice.
Portanto, mesmo determinada apólice tendo sido cancelada, ou ainda não tendo sido renovada, devemos continuar monitorando as extrações daquele segurado por mais três meses após o seu término, e faturando eventuais embarques que tenham ocorrido dentro da vigência da apólice.
Figura 29 – Campos DATA INÍCIO e FIM DA VIGÊNCIA
FORMA FATURAMENTO: Temos aqui um dos principais GRUPOS de INFORMAÇÃO, o qual permite uma série de configurações para fins de faturamento.
Figura 30 – Campos FORMA FATURAMENTO
DECLARAÇÃO: Define quais são os tipos de DI que o sistema irá considerar para fins de faturamento. Neste caso, sempre manter a opção FATURAR DEFAULT.
Dissertaremos mais acerca da diferença de cobrança entre uma DI (Declaração de Importação) e uma DA (Declaração de Admissão) no tópico 05 do presente manual;
MERCADORIA: Opção inválida para edição, portanto, DESCONSIDERAR;
IMPOSTO: Neste campo, deverão estar parametrizadas as informações conforme as coberturas previstas em apólice. 
c.1) Se a apólice do segurado dá cobertura somente para o CUSTO DA MERCADORIA + VALOR DO FRETE, neste caso, deverá ser selecionada a opção “FATURAR SEM IMPOSTO”;
c.2) Agora, se a apólice do segurado dá cobertura para o CUSTO DA MERCADORIA + VALOR DO FRETE + VALOR DOS IMPOSTOS, neste caso, deverá ser selecionada a opção “FATURAR DEFAULT”;
OBS.: O sistema ainda faz uma diferenciação entre IMPOSTO PAGO e IMPOSTO SUSPENSO. Tal parâmetro nos ajuda a configurar a forma como desejamos que o SIREDA fature as DA’s (Declarações de Admissão), pois nesta etapa do processo de importação, o segurado está isento de pagar determinados impostos. 
Entretanto, o despachante já possui uma previsão do valor que o segurado irá pagar quando e se necessário. Denomina-se tal previsão de IMPOSTOS SUSPENSOS, e o ideal é que o nosso sistema também os considere para fins de faturamento, de forma que seja garantida todas as coberturas securitárias na eventual ocorrência de um sinistro. 
Portanto, é altamente recomendável que neste campo esteja sempre marcada a opção FATURAR DEFAULT, a não ser que o segurado realmente não tenha cobertura para os impostos na apólice.
ATENÇÃO! Lembrando que, em IMPORTAÇÃO, temosa cobrança de cinco impostos, são eles:
I.I. – Imposto de Importação
I.P.I. – Imposto sobre Produtos Industrializados
I.C.M.S. - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços
P.I.S. - Programa de Integração Social
C.O.F.I.N.S. - Contribuição para Financiamento da Seguridade Social
Dissertaremos mais acerca da abrangência securitária de cada INCOTERM no tópico 05 do presente manual.
INCOTERMS VENDA: As INCOTERMS CIP, CIF e DAT, definem que é de responsabilidade do vendedor o pagamento dos custos referente ao seguro da mercadoria. Por este motivo, desconsideramos tais incoterms para fins de faturamento.
Entretanto, determinadas apólices possuem uma cláusula diferenciada concedendo cobertura securitária para tais documentos – conforme segue abaixo. Portanto, é de extrema importância que seja feita uma conferência da apólice antes de qualquer parametrização que seja feita no SIREDA. 
Dissertaremos mais acerca da abrangência securitária de cada INCOTERM no tópico 07 do presente manual.
Figura 31 – Cópia CLÁUSULA ESPECÍFICA APÓLICE
 FRETE: Neste campo, temos as opções de FRETE PREPAID (PAGO) e COLLECT (A PAGAR), que fazem menção à forma como desejamos que o sistema considere o valor do frete para fins de faturamento. De qualquer forma, devemos sempre manter selecionada a opção FATURAR DEFAULT.
MEIO TRANSPORTE: Neste campo, também devemos sempre manter selecionada a opção FATURAR DEFAULT. O sistema irá considerar para faturamento tanto os transportes rodando por meios normais, quanto os rodando por meios próprios.
4. Operações com CONSIGNATÁRIO, e como parametrizá-las no SIREDA.
Em determinadas operações de importação, o nosso segurado pode exercer o papel de uma EMPRESA CONSIGNATÁRIA/ADQUIRENTE DA MERCADORIA. 
Isto acontece porque o embarcador/nosso segurado, por motivos diversos, opta por focar na atividade principal do seu negócio. Como ele não possui o conhecimento necessário acerca dos trâmites de importação, ele opta então por contratar um prestador de serviços para realizar tal atividade-meio em seu favor, abrangendo desde a simples execução do despacho de importação até a intermediação da negociação no exterior (contratação do transporte, seguro, entre outros).
Uma das formas de terceirização reconhecida legalmente e devidamente regulamentada pela Receita Federal do Brasil (RFB) é a IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM.
Na IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM temos, portanto:
IMPORTADOR PRINCIPAL – Empresa responsável por todo o processo de importação, age como mero mandatário do adquirente;
CONSIGNATÁRIO/ADQUIRENTE DA MERCADORIA – É o real dono da mercadoria, quem solicita efetivamente o transporte da mercadoria do país de origem para o Brasil, em razão de compra internacional.
É importante analisarmos a forma como tais documentos são recepcionados pelo SIREDA. Utilizaremos como exemplo a extração da QUIMETAL, conforme segue abaixo:
Se clicarmos no número de qualquer um dos documentos relacionados na extração da QUIMETAL, o sistema nos abre uma cópia da DI para análise. Veja no print abaixo como podemos identificar a relação entre IMPORTADOR PRINCIPAL X EMPRESA CONSIGNATÁRIA/ADQUIRENTE, na DI em si.
Figura 32 e 33 – Relação IMPORTADOR PRINCIPAL X CONSIGNATÁRIO
Uma vez verificada as informações acima, temos que partir para uma análise da apólice do segurado, verificando se a EMPRESA CONSIGNATÁRIA está devidamente relacionada como SEGURADO LIGADO na apólice, e mais, verificando qual a data de vigência que tal importador foi incluso na apólice (Está relacionado desde o início de vigência da apólice? Foi incluso através de endosso? Se sim, a partir de qual data?).
Figura 34 – Tela CÓPIA DA APÓLICE
Neste momento, temos todas as informações necessárias para prosseguirmos com a parametrização da EMPRESA CONSIGNATÁRIA ou ADQUIRINTE DA MERCADORIA no WI-QUORUM.
Passo um: No menu de CONSULTAS, clique na opção CADASTRO FUNDAP.
Figura 35 – Tela Consultas CADASTRO FUNDAP
Passo dois: Como estamos discutindo acerca da relação IMPORTADOR PRINCIPAL X EMPRESA CONSIGNATÁRIA, a seguir, o sistema pede justamente que sejam informados os números dos CNPJs de tais sujeitos (sem pontos, barra, traço ou espaços – apenas números).
Figura 36 – Tela IMPORTADORES FENDAPE
Passo três: Por fim, é nesta etapa do processo que vamos efetivamente vincular o número da apólice do nosso segurado, de forma que o sistema passe a reconhecer e a direcionar para esta apólice todos os documentos (DI’s) que possuam o vínculo de um IMPORTADOR PRINCIPAL e uma EMPRESA CONSIGNATÁRIA.
1 – No campo APÓLICE CONSIGNATÁRIO entre com o número da apólice do segurado, seguindo o modelo previamente informado no item 3 do presente manual;
2 – Nos campos DATA INÍCIO e DATA FIM preencha tais informações conforme a vigência da apólice. Lembre-se de considerar os três meses adicionais após o término efetivo do contrato - seguindo as instruções presentes no item 3 do presente manual;
3 – Você deve marcar a opção FATURAR PELO CONSIGNATÁRIO apenas se tiver sido instruído desta forma previamente pelo corretor, considerando que neste caso será emitida uma fatura para cada CNPJ dos CONSIGNATÁRIOS relacionados na apólice. Caso contrário, deixando tal opção desmarcada, será emitida uma única fatura - no CNPJ principal da apólice;
4 – Clique em EXCLUIR para desvincular de forma definitiva aquele CONSIGNATÁRIO de seu IMPORTADOR PRINCIPAL. Lembre-se de levar em consideração os três meses adicionais, mesmo tendo sido emitido um endosso de cancelamento para àquele determinado consignatário, ou a apólice tenha sido cancelada, ou ainda não-renovada;
5 – Clique em GRAVAR para salvar as alterações que foram feitas. 
Figura 37 – Tela IMPORTADORES FENDAPE -> CADASTRO DE APÓLICE
OBSERVAÇÃO¹: É possível consultarmos a relação de todos os CONSIGNATÁRIOS que foram ASSOCIADOS ao cadastro de um determinado IMPORTADOR PRINCIPAL. Para tanto, basta retornarmos na tela CADASTRO IMPORTADOR, dentro do menu CONSULTAS.
Figura 38 – Tela CADASTRO IMPORTADOR -> Relação de CONSIGNATÁRIOS ASSOCIADOS
5. Operações ESPECIAIS, e a sua devida forma de faturamento.
REGIME DE ENTREPOSTO ADUANEIRO – Como funciona e sua forma de faturamento?
O Regime Alfandegário de ENTREPOSTO ADUANEIRO, nada mais é que um processo no qual permite-se o armazenamento da mercadoria, geralmente em Recintos Alfandegários de uso público, mais conhecidos como PORTO SECO ou EADI (Estação Aduaneira Interior), sendo que, nesta etapa do processo há a suspensão temporária do pagamento dos impostos federais, da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes no processo de importação, porém tratam-se de valores já previstos. Em outras palavras, as mercadorias ficam “em consignação”, na espera da NACIONALIZAÇÃO ou de outro DESTINO FINAL, processo que geralmente ocorre de forma fracional.
Portanto, nesta operação, incialmente é gerada uma DA do tipo 02 - ADMISSAO EM ENTREPOSTO ADUANEIRO para o transporte da mercadoria do seu país de origem até o armazém alfandegário aqui no Brasil. No momento em que a mercadoria chega, a DA já foi devidamente averbada e faturada. 
As mercadorias aguardam, então, a sua devida nacionalização - que é feita aos poucos. Cada vez que parte da mercadoria é nacionalizada e liberada para transporte até o seu destino final, são geradas novas DI’s do tipo 14 - NACIONALIZAÇÃO DE ENTREPOSTO ADUANEIRO.
Ou seja, não podemos cobrar em duplicidade o seguro da mercadoria. Sendo que, inicialmente, mesmo havendo temporariamente a suspensão do pagamento dos impostos na DA, o nosso sistema considera os IMPOSTOS SUSPENSOS para fins de faturamento.
No campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES presentes na DI é informada o número da DA a partir do qual o presente processo foi originado. 
REGIME DE ENTREPOSTO INDUSTRIAL – Como funciona e sua forma de faturamento?
O Regime AduaneiroEspecial de ENTREPOSTO INDUSTRIAL permite que o IMPORTADOR ou ADQUIRINTE DA MERCADORIA promova a compra/importação de mercadorias que serão submetidas a processos/operações de industrialização, gerando um novo produto que será destinado à exportação ou ao consumo no próprio mercado interno. Por este motivo, enquanto a mercadoria passa por este processo de industrialização, há a suspensão do pagamento dos tributos devidos. 
Portanto, nesta operação, incialmente é gerada uma DA do tipo 04 - ADMISSAO EM ENTREPOSTO INDUSTRIAL para o transporte da mercadoria do seu país de origem até a indústria em território nacional. No momento em que a mercadoria chega, a DA já foi devidamente averbada e faturada. 
Após o processo de industrialização, pode ser que a mercadoria seja despachada para consumo, seja exportada, reexportada ou até mesmo destruída. Nesta etapa do processo, é emitida uma nova DI do tipo 16 - SAÍDA DE ENTREPOSTO INDUSTRIAL.
Ou seja, neste caso, também não podemos cobrar o seguro da mercadoria em duplicidade. Sendo que, inicialmente, mesmo havendo temporariamente a suspensão do pagamento dos impostos na DA, o nosso sistema considera os IMPOSTOS SUSPENSOS para fins de faturamento.
No campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES presentes na DI também é informada o número da DA a partir do qual o presente processo foi originado. 
REGIME DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA – Como funciona e sua forma de faturamento?
O Regime Aduaneiro Especial de ADMISSÃO TEMPORÁRIA é o que permite a importação de bens que, incialmente, irão permanecer no País por prazo já previamente fixado, havendo, portanto, a suspensão total do pagamento de tributos incidentes na importação.
Nesta etapa do processo recepcionamos uma DA do tipo 05 - ADMISSAO TEMPORÁRIA, contemplando o transporte da mercadoria do seu país de origem até o Brasil. Aqui, a DA já foi devidamente averbada e faturada. 
Ao final do ciclo da ADMISSÃO TEMPORÁRIA, a mercadoria pode ser reexportada, entregue à Fazenda Nacional, destruída sob o Controle Aduaneiro, transferida para outro Regime Aduaneiro, ou despachada para consumo. Dependendo da sua destinação, pode ser emitida uma nova DI do tipo 13 - NACIONALIZAÇÃO DE ADMISSÃO TEMPORÁRIA.
Ou seja, neste caso, também não podemos cobrar o seguro da mercadoria em duplicidade. Sendo que, inicialmente, mesmo havendo temporariamente a suspensão do pagamento dos impostos na DA, o nosso sistema considera os IMPOSTOS SUSPENSOS para fins de faturamento.
No campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES presentes na DI também é informada o número da DA a partir do qual o presente processo foi originado. 
Como identificar tais OPERAÇÔES ESPECIAIS no WI-SIREDA?
Acima, dissertamos acerca dos três principais Regimes Aduaneiros Especiais, e também os mais recorrentes no dia-a-dia do faturista. É claro que existem outros tipos de operação, mas o processo de faturamento segue as mesmas instruções aqui apresentadas.
Primeiro, é preciso identificarmos a forma como recepcionamos tais documentos em nosso sistema. Após processarmos o pacote de extração, e acessá-lo através do menu RELATÓRIOS > PROTOCOLO RECEBIMENTO, veja como recebemos uma DI do tipo 14:
Figura 39 – PROTOCOLO DE RECEBIMENTO (DI’s do tipo 14 – NACIONALIZAÇÃO DE ENTREPOSTO ADUANEIRO)
Se clicarmos no número da DI, o sistema abre então uma cópia do documento para análise. Veja em qual campo podemos identificar o tipo da operação: 
Figura 40 – Cópia da DI (Identificando o tipo de Operação)
Por fim, se questionados pelo corretor, ou até mesmo pela subscrição, área comercial ou pelo setor de sinistros da SURA, a melhor forma de liquidarmos com todas as dúvidas acerca do porquê de não faturarmos as DI’s do tipo 13 ao 22, é evidenciarmos que se tratam de documentos oriundos de DA’s, provavelmente já previamente recebidas e faturadas (levando em consideração a vigência da apólice, e a data de ocorrência do embarque).
Para que tenhamos acesso à tal informação, basta acessar uma Cópia da DI, e buscar pelo campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES, lá estará especificado qual o número do processo, o número da DA a partir da qual se originou a presente NACIONALIZAÇÃO – conforme segue: 
Figura 41 – Cópia da DI (Campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES)
Lembrando que, apesar do importador inicialmente estar suspenso de pagar os impostos cabíveis, e, quando consultamos tais verbas na Cópia da DI vemos que estes campos estão zerados - para fins de faturamento, o nosso sistema considera os IMPOSTOS SUSPENSOS, com base na previsão feita pelo despachante.
Acontece que, somente quando tiramos um RELATÓRIO DE AVERBAÇÃO é que conseguimos identificar os valores previstos de IMPOSTOS SUSPENSOS. Para tanto, segue no próximo tópico do presente manual, um breve guia de como extrair tal relatório do WI-SIREDA.
TABELA.: Tipos de DI X Forma de Faturamento
Abaixo, segue uma tabela relacionando os tipos de DI que são extraídas pelo SIREDA, bem como uma breve descrição acerca das Operações Especiais que recebemos, além da sua devida forma de faturamento.
Lembrando que, as DI’s do tipo 13 ao 22 não “sobem” para faturamento no sistema da SURA. Tratam-se de operações de NACIONALIZAÇÃO ou SAÍDA de algum REGIME ESPECIAL, ou seja, são documentos oriundos de uma DA (Declaração de ADMISSÃO) – que já foi faturada previamente.
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Extraindo o RELATÓRIO DE AVERBAÇÃO.
Por vezes, pode ser que o corretor, ou até mesmo a subscrição ou os comerciais da SURA, nos solicitem uma cópia do RELATÓRIO DE AVERBAÇÃO de determinado segurado. É através deste documento que temos acesso a todas as informações da DI. Abaixo, segue os principais campos relacionados no Relatório de Averbação:
	Número da Apólice;
CNPJ;
Razão Social;
Número da DI;
Tipo da Declaração (De acordo com a tabela do item 5.5.);
Data de Registro;
Data de Desembaraço;
Data de Embarque;
Origem;
Destino;
Mercadoria;
	Modal (Marítimo ou Aéreo);
INCOTERM;
VLME (Valor da Mercadoria no Local de Embarque) e Valor FOB;
II e II SUSPENSO
IPI e IPI SUSPENSO
ICMS 
PIS e PIS SUSPENSO
COFINS e COFINS SUSPENSO
Valor do seguro preenchido pelo despachante
Peso
Informações Complementares
Para tanto, é preciso saber como extrair tal documento do WI-SIREDA.
Passo um: No menu de RELATÓRIOS, clique na opção RELATÓRIOS DE AVERBAÇÃO.
Figura 42 – Tela RELATÓRIOS DE AVERBAÇÃO
Passo dois: Na tela SIMULA AVERBAÇÃO ELETRÔNICA, selecione a opção PESQUISAR POR SEGURADO E DATA DE REGISTRO.
Figura 42 – Tela SIMULA AVERBAÇÃO ELETRÔNICA
Observação: Filtramos o RELATÓRIO DE AVERBAÇÃO de acordo com a DATA de REGISTRO das DI’s, em razão das extrações serem ordenadas pela DATA DE REGISTRO de tais documentos quando consultamos o PROTOCOLO DE RECEBIMENTO.
Geralmente, o corretor irá nos solicitar um relatório de averbação tomando por base um determinado pacote de extração encaminhado pelo despachante. Logo, o Relatório de Averbação desejado deve conter as mesmas DI’s que foram capturadas naquela extração.
Entretanto, é preciso lembrar que, para fins de faturamento, consideramos a data de embarque para definir se aquele evento está dentro da vigência da apólice – ou não.
Passo três: Selecione o SEGURADO de acordo com o CNPJ PAI cadastrado para faturamento***, e informe o período desejado: 
***Isto quer dizer que, se uma determinada apólice possui diversos SEGURADOS LIGADOS, entretanto, no SIREDA está parametrizado que o faturamento deverá ser no CNPJ principal da apólice, logo, será necessário extrair apenas um Relatório de Averbação em favor do CNPJ PRINCIPAL da APÓLICE.
Agora, se cada SEGURADO LIGADO recebe a sua própria fatura, então, deverá ser extraído um Relatório de Averbação para cada CNPJ constante na apólice.
Figura 43 – Tela SIMULA AVERBAÇÃO ELETRÔNICA
Passo quatro: Após clicar em SUBMETER, osistema irá te redirecionar para a tela PROCESSOS EM EXECUÇÃO, na qual será evidenciada todo o LOG de GERAÇÃO do Relatório de Averbação que foi solicitado.
Figura 44 – Tela PROCESSOS EM EXECUÇÃO (LOG REL AVERBAÇÃO)
Passo cinco: Por fim, o sistema nos retorna com o nome do relatório de averbação que foi gerado. ATENÇÃO! Copie esse nome, para que você consiga puxá-lo no sistema a seguir.
Figura 45 – Tela PROCESSOS EM EXECUÇÃO (NOME REL AVERBAÇÃO)
Passo seis: Retorne ao menu RELATÓRIO DE AVERBAÇÃO, tecle CTRL + F, e pesquise pelo nome do relatório que foi gerado. Quando você clicar em cima do nome do relatório, o sistema irá abrir a opção para você salvá-lo em seu computador.
Figura 45 – Tela SIMULA AVERBAÇÃO ELETRÔNICA (Extraindo o REL AVERBAÇÃO)
INCOTERMs incompatíveis com as formas de faturamento do Seguro de IMPORTAÇÃO (CIP, CIF, DAT, DAP e DDP).
As INCOTERMs são um conjunto padrão e universal de regras que norteiam as práticas de uma transação de compra e venda de mercadorias entre dois sujeitos. Aqui são definidos os direitos e as obrigações da relação entre EXPORTADOR X IMPORTADOR, isto é, define-se o momento em que terminam as responsabilidades do vendedor, e se dá início à responsabilidade do comprador - nosso segurado.
 
Para fins de faturamento, o nosso sistema automaticamente desconsidera as DI’s cuja incoterm são: CIP, CIF e DAT, por compreender que tais documentos são incompatíveis com o processo de IMPORTAÇÃO e o que está definido na incoterm praticada. As incoterms DAP e DDP por enquanto sobem para faturamento.
De um modo geral, nestes casos, a contratação e o pagamento do seguro até o porto de destino é de responsabilidade do vendedor. Isto é, como o seguro é feito no país de origem pelo comprador, uma vez faturados novamente pelo seguro do importador, o valor do seguro estaria sendo cobrado em duplicidade. 
Entendemos que, como o seguro já é contratado pelo comprador no país de origem, até o porto de destino em nosso território nacional, o percurso complementar do porto/aeroporto até o destino final deveria ser averbado na apólice de Transporte Nacional do segurado, já que o trajeto a ser percorrido cujos riscos são de responsabilidade do importador se dão única e exclusivamente em território nacional.
Veja abaixo uma tabela relacionando as INCOTERMs com o sujeito responsável pela contratação do seguro de transporte:
	INCOTERM
	EXW
	FCA
	FAS
	FOB
	CFR
	CIF
	CPT
	CIP
	DAT
	DAP
	DDP
	Seguro transporte
	C
	C
	C
	C
	C
	V
	C
	V
	V*
	V*
	V
Legenda:
V: Custos a suportar pelo vendedor 
C: Custo a suportar pelo comprador
*: Não-obrigatório
A seguir, dissertaremos brevemente acerca das INCOTERMs que são incompatíveis com as formas de faturamento do SEGURO de IMPORTAÇÃO, e como está definida a responsabilidade da contratação do seguro entre o VENDEDOR e o COMPRADOR da mercadoria em tais casos.
7.1. CIF: Cost Insurance Freight (Custo Seguro Frete), até o porto de destino designado já em território nacional.
Praticado exclusivamente na modalidade MARÍTIMA, aqui, é de responsabilidade do vendedor arcar com os custos, seguro e frete do transporte da mercadoria até ao porto de destino localizado em território nacional, conforme o que foi previamente acordado com o importador e nosso segurado.
A responsabilidade de quem está comprando/importando a mercadoria do país estrangeiro, somente se inicia no momento em que ela foi entregue a bordo do navio no porto de destino, tendo que recepcioná-la, portanto, já no âmbito nacional.
Entende-se que, se cabível, da parte do nosso segurado, somente seria necessária a contratação de um seguro de TRANSPORTE NACIONAL, contemplando o trajeto do porto de destino até as suas dependências ou outro local já em território nacional.
Figura 42 – ILUSTRAÇÃO INCOTERM CIF
7.2. CIP: Carriage and Insurance paid to (Transporte e Seguro pago até…), até o local de destino designado já em território nacional.
Praticada em todos os modais de transporte, o vendedor escolhe a transportadora, paga o frete, e deve ainda contratar e arcar com os custos do seguro de transporte até ao local designado em território nacional. 
De acordo com o termo CIP, é de responsabilidade do vendedor a contratação de um seguro com coberturas mínimas. Se o importador e nosso segurado deseja estar mais protegido, considerando coberturas mais amplas, é necessário, nestas condições, um seguro suplementar que contenha uma cláusula específica para tais situações. 
Entretanto, de um modo geral, entende-se ser de responsabilidade do nosso segurado somente a contratação de um seguro de TRANSPORTE NACIONAL, do porto/aeroporto de destino onde a mercadoria foi entregue, até as suas dependências ou outro local em território nacional.
Figura 43 – ILUSTRAÇÃO INCOTERM CIP
7.3. DAT (Entrega no terminal, terminal designado no porto ou no local de destino).
Deve entregar as mercadorias, colocando-as à disposição do comprador - nosso segurado - no terminal de cargas do porto de destino já em território nacional. 
É de responsabilidade do vendedor providenciar, não somente o transporte das mercadorias até este terminal, mas também o descarregamento das mercadorias “ao lado” do navio. 
IMPORTANTE! Apesar de ser usual a contratação do seguro por parte do vendedor, visto que ele já foi o responsável por todos os custos referentes ao transporte da mercadoria, não trata-se de uma prática obrigatória.
Figura 44 – ILUSTRAÇÃO INCOTERM DAT
7.4. DAP (Entregue no local de destino, local designado).
O vendedor deve efetuar, a seu encargo, o transporte das mercadorias até ao local de destino designado em território nacional, sendo desnecessário que ele providencie o descarregamento do veículo transportador.
Aqui, o vendedor também não tem a obrigação de providenciar a contratação do seguro, apesar de esta ser uma prática usual.
Figura 45 – ILUSTRAÇÃO INCOTERM DAP
7.5. DDP: Delivered Duty Paid (Entrega com direitos pagos, local de destino designado).
É o INCOTERM que estabelece o maior grau de compromisso para o vendedor, na medida em que o mesmo assume todos os riscos e custos relativos ao transporte e entrega da mercadoria no local de destino designado, inclusive com relação à contratação e pagamento dos custos referente ao seguro de transportes.
Os bens são entregues pelo vendedor no local de destino designado em território nacional, desembaraçados para importação, com todos os direitos pagos, porém sem descarregá-los do veículo transportador. Esse local poderá ser diretamente nas dependências do comprador ou outro local designado.
Figura 46 – ILUSTRAÇÃO INCOTERM DDP
7.6. Parametrizando as INCOTERMS e verificando a forma de faturamento.
Conforme dito anteriormente, ao proceder com a inclusão de um novo IMPORTADOR no WI-SIREDA, por padrão, o sistema automaticamente é parametrizado para desconsiderar as INCOTERMs CIP, CIF e DAT no momento do faturamento em si – conforme segue abaixo.
Lembrando que, se selecionarmos a opção FATURAR DEFAULT no campo INCOTERMS VENDA do cadastro do importador, todas as INCOTERMs irão “subir” para faturamento, sem exceções. 
Figura 47 – Tela CADASTRO IMPORTADOR (INCOTERMs para FATURAMENTO)
Para que possamos selecionar a opção FATURAR DEFAULT, de forma que o sistema considere todas as incoterms para faturamento, é preciso verificarmos se na apólice do segurado há uma cláusula específica autorizando tal ação. Abaixo, reproduzimos uma cópia de tal cláusula para seu conhecimento.
Figura 48 – Cópia CLÁUSULA ESPECÍFICA APÓLICE
 
GUIA de UTILIZAÇÃO
Sistema WI-SUR da QUORUM para fins de faturamento 
(Solução para as Apólices de IMPORTAÇÃO)
SI stema de
 RE cuperação de
 DA dos
 -> Nome do despachante/estabelecimento
 -> Quantidade e Relação 
das DI’sextraídas
 -> Relação dos Importadores
 -> STATUS da extração
A primeira pergunta que o faturista deve fazer é:
a APÓLICE está VIGENTE?
3 dígitos
Fazendo menção à SUCURSAL/OP que atende àquela apólice
3 dígitos
Fazendo menção ao ramo da apólice
16 dígitos
Número efetivo da apólice
10 dígitos
IMPORTADOR PRINCIPAL
EMPRESA CONSIGNATÁRIA ou ADQUIRINTE da MERCADORIA
EMPRESA CONSIGNATÁRIA ou ADQUIRINTE da MERCADORIA
IMPORTADOR PRINCIPAL
�PAGE \* MERGEFORMAT�42�

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