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Lingua Brasileira de Sinais - Libras Questionario I Pergunta 1 Observe a imagem a seguir e assinale a alternativa correta: Correta a. O gráfico representa a história dos surdos desde a Antiguidade até os tempos atuais, a seta pequena indica o Congresso de Milão que ocorreu no ano de 1880, com a proibição das línguas de sinais a nível mundial e, consequentemente, a desvalorização dos surdos na sociedade. Pergunta 2 A soletração em Língua de Sinais (chamada de “datilologia”) serve para: I- Fazer referência a nomes próprios de pessoas ou lugares. II- Fazer referência a elementos que ainda não possuem um sinal. III- Fazer referência a elementos linguísticos que a Libras não compreende, como preposições, artigos etc. Assinale a alternativa correta: Resposta Selecionada: Correta b. Apenas I está correta. Pergunta 3 Correta Analise as afirmativas abaixo e assinale a correta: Resposta Selecionada: Correta d. As línguas de sinais podem expressar quaisquer conceitos, concretos ou abstratos, simples ou complexos. Pergunta 4 Analise as afirmativas abaixo e assinale a incorreta: Resposta Selecionada: Correta e. Segundo a Lei Federal 10436/2002, a Língua Brasileira de Sinais – Libras não poderá substituir a fala da Língua Portuguesa, que se torna obrigatória para os surdos. Pergunta 5 Correta Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F). I- O surdo tem uma identidade e uma cultura própria. II- Todos os surdos fazem leitura labial e utilizam a Língua de Sinais. III- O surdo precisa ser oralizado para se integrar na sociedade ouvinte. IV- O uso da Língua de Sinais atrapalha a aprendizagem da língua oral. Qual alternativa indica somente as frases corretas? Resposta Selecionada: Correta c. Somente a I. Pergunta 6 Com relação à Língua Brasileira de Sinais, assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F). I- É uma língua universal, usada por todas as pessoas surdas. II- Tem vários gestos iguais, que são utilizados dependendo do contexto. III- É uma forma reduzida da Língua Portuguesa. IV- A lei que a oficializou no Brasil foi a Lei nº 10.436/2002. Qual alternativa indica somente as frases corretas? Resposta Selecionada: Correta d. Somente a IV. Pergunta 7 Correta Leia atentamente o fragmento a seguir: “Alunos surdos e ouvintes convivem no mesmo ambiente e a professora é responsável por instruí-los em Língua de Sinais e fala oral, as quais ocorrem concomitantemente. Com o auxílio de recursos imagéticos, fala oral, sinais, gestos, expressões artísticas, a professora ministra as aulas com a finalidade de que todos os alunos estejam incluídos e entendam os conteúdos através das línguas que está falando ao mesmo tempo, sinais e fala oral”. Que tipo de abordagem educacional o texto acima representa? Resposta Selecionada: Correta a. Comunicação total. Pergunta 8 Quem é o profissional que garante a acessibilidade comunicativa para os alunos surdos usuários de Língua de Sinais que estão incluídos no Ensino Regular? Resposta Selecionada: Correta c. O tradutor e intérprete de Libras. Pergunta 9 Correta Sobre a história da educação dos surdos, a mudança de visão sobre a pessoa surda no decorrer dos anos alterou a forma de participação e inclusão escolar dos mesmos. Identifique a alternativa que contempla esses períodos históricos em ordem cronológica. Correta a. Exclusão, oralismo, comunicação total e bilinguismo. Pergunta 10 tokoe (1960) evidenciou que as línguas de sinais apresentavam os mesmos aspectos linguísticos das línguas orais. Observe os itens abaixo e assinale a alternativa que contempla as caraterísticas da Libras. Correta e. I, II e IV. Atividade 1 Pergunta 1 Faça a correlação correta de acordo com cada tipo de escola: A. Ensino Infantil e Ensino Fundamental I, os alunos ouvintes e Surdos ficam em salas separadas, Surdos em salas bilíngues. Fundamental II e Ensino Médio os alunos ficam juntos novamente e para isso, os alunos Surdos contam com o apoio de intérpretes de Libras. B. A escola trabalha Libras como L1 (língua prioritária) e o Português de forma escrita. C. Alunos Surdos contam com o trabalho de intérpretes durante todas as aulas. I. Escola Regular II. Escola Polo III. Escola Bilíngue Correta b. AII, BIII, CI Pergunta 2 I. Libras sempre foi ensinada com métodos orais para os Surdos. II. O Congresso de Milão de 1880 proibiu a língua de sinais pelo mundo. III. O Decreto nº 5.626 de 2005 afirma que todos os cursos de Licenciatura, Fonoaudiologia e Pedagogia devem oferecer a Libras como disciplina obrigatória. IV. A Lei nº 10.436 de 2002 afirma que os Surdos têm o direito a uma educação bilíngue. Assinale a alternativa que indica as frases que estão corretas: Correta c. II e III Pergunta 3 Correta Leia atentamente o fragmento a seguir: “A Professora movimenta bem os lábios e pede aos alunos que a acompanhem. Leva imagens para ilustrar a aula, escreve na lousa e usa bastante cores para facilitar a aprendizagem do aluno. Também utiliza a língua de sinais, porém, sempre acompanhada da fala oral.” Que tipo de abordagem educacional o texto acima representa? Resposta Selecionada: Correta d. Comunicação Total Pergunta 4 Resposta Selecionada: Correta d. Cada país possui uma língua de sinais própria. Questionario II Pergunta 1 Relacione as palavras soletradas com o sinal correspondente em Libras. Correta c. MÊS. Pergunta 2 Qual número de telefone é o correto? Correta e. 98164-7250. Pergunta 4 As letras P, K e H se diferenciam por qual parâmetro? Correta e. Orientação da palma da mão e movimento. Pergunta 5 Assinale a alternativa correta que completa as lacunas da frase a seguir. Os ____________________ são um conjunto de regras da Libras, dentre eles podemos citar: ____________________ que se refere se a palma da mão está voltada para cima, baixo, lateral, fora ou dentro com o corpo como referência; ________________ que indica onde o sinal encosta no corpo e _______________ que se refere ao que faz parte do sinal e não é executado com as mãos. Resposta Selecionada: Correta e. 5 parâmetros / orientação da palma da mão/ ponto de articulação/ expressões não manuais. Pergunta 6 Assinale a alternativa que indica a data correta: Correta d. 7/junho/2015. Pergunta 7 Das letras a seguir, quais possuem a mesma configuração das mãos? Correta d. G e Q. Pergunta 8 O número 3 e a letra W se diferenciam por qual parâmetro? Correta a. Orientação da palma da mão. Pergunta 9 Observe os sinais e assinale a alternativa que contempla o parâmetro que os diferem. Correta b. Ponto de articulação. Pergunta 10 Quais palavras se referem às soletrações a seguir? Correta c. Tarde; mês; feliz. Atividade 2 Pergunta 1 Observe atentamente os nomes a seguir e assinale a alternativa correta; Correta e. Valentina e Teodoro. Pergunta 2 Assinale a alternativa correta que completa as lacunas da frase a seguir. A língua brasileira de sinais é uma língua ___, articulada através das ___ e do(as) ___. Correta c. Visual espacial / mãos / expressões não manuais. Pergunta 3 Correta Dos meses a seguir, assinale a resposta cujo sinal é executado com a letra correspondente à palavra no português. Correta c. Outubro. Pergunta 4 Observe o sinal a seguir retirado do dicionário Capovilla (2017) e assinale a alternativa correta: Correta d. Seu nome. o a outro sinal. ( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se o si nal se rá bem el aborado. 10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que se caracte riza pelo uso concomitante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o surdo. ERRADA o a outro sinal. ( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se o si nal se rá bem el aborado. 10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que se caracte riza pelo uso concomi tante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o surdo. ERRADA o a outro sinal. ( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se o si nal se rá bem el aborado. 10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que se caracte riza pelo uso concomi tante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o surdo. ERRADA o a outro sinal. ( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se o si nal se rá bem el aborado. 10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que se caracte riza pelo uso concomi tante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o surdo. ERRADA Av aliaç ão II - Ob jetiva LIBRAS P r ov a: 6175851 1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale a alternativa CORRETA: FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. Porto Ale gre: Artmed, 2004. ( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. ( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios li nguísti cos de l í nguas orais. ( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não atendi a aos crité rios linguísti cos. ( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para as fal sas: ( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e inf ormal da Libras. ( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, poli sse mi a e tautologia. ( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou mais significados, de acordo com o contexto. ( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e todos entende m os signifi cados dos sinai s. Av aliaç ão II - Ob jetiva LIBRAS P r ov a: 6175851 1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale a alternativa CORRETA: FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. Porto Ale gre: Artmed, 2004. ( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. ( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios li nguísti cos de l í nguas orais. ( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessidade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não atendi a aos crité rios linguísti cos. ( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para as fal sas: ( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e inf ormal da Libras. ( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, poli sse mi a e tautologia. ( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou mais significados, de acordo com o contexto. ( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e todos entende m os signifi cados dos sinai s. Av aliaç ão II - Ob jetiva LIBRAS P r ov a: 6175851 1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale a alternativa CORRETA: FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. Porto Ale gre: Artmed, 2004. ( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. ( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios li nguísti cos de l í nguas orais. ( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não atendi a aos crité rios linguísti cos. ( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para as fal sas: ( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e inf ormal da Libras. ( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, poli sse mi a e tautologia. ( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou mais significados, de acordo com o contexto. ( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e todos entende m os signifi cados dos sinai s. Av aliaç ão II - Ob jetiva LIBRAS P r ov a: 6175851 1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale a alternativa CORRETA: FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. Porto Ale gre: Artmed, 2004. ( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. ( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios li nguísti cos de l í nguas orais. ( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não atendi a aos crité rios linguísti cos. ( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para as fal sas: ( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e inf ormal da Libras. ( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, poli sse mi a e tautologia. ( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou mais significados, de acordo com o contexto. ( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e todos entende m os signifi cados dos sinai s. Av aliaç ão II - Ob jetiva LIBRAS P r ov a: 6175851 1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale a alternativa CORRETA: FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. Porto Ale gre: Artmed, 2004. ( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. ( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios li nguísti cos de l í nguas orais. ( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não atendi a aos crité rios linguísti cos. ( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue aprese ntam mais de um sentido/si gnifi cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para as fal sas: ( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e inf ormal da Libras. ( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, poli sse mi a e tautologia. ( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou mais significados, de acordo com o contexto. ( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e todos entende m os signifi cados dos sinai s. Av aliaç ão II - Ob jetiva LIBRAS P r ov a: 6175851 1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale a alternativa CORRETA: FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. Porto Ale gre: Artmed, 2004. ( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. ( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios li nguísti cos de l í nguas orais. ( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não atendi a aos crité rios linguísti cos. ( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para as fal sas: ( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e inf ormal da Libras. ( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, poli sse mi a e tautologia. ( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou mais significados, de acordo com o contexto. ( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e todos entende m os signifi cados dos sinai