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Lingua Brasileira de Sinais questionarios

Questionário sobre Língua Brasileira de Sinais (Libras) com questões de múltipla escolha e V/F. Aborda história (Congresso de Milão), datilologia, características linguísticas, legislação (Lei 10.436/2002, Decreto 5.626/2005), abordagens educacionais e intérprete.

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Lingua Brasileira de Sinais - Libras 
Questionario I 
Pergunta 1 
Observe a imagem a seguir e assinale a alternativa correta:
Correta a.
O gráfico representa a história dos surdos desde a Antiguidade até os tempos atuais, a seta pequena indica o Congresso de Milão que ocorreu no ano de 1880, com a proibição das línguas de sinais a nível mundial e, consequentemente, a desvalorização dos surdos na sociedade.
Pergunta 2
A soletração em Língua de Sinais (chamada de “datilologia”) serve para: 
I- Fazer referência a nomes próprios de pessoas ou lugares. 
II- Fazer referência a elementos que ainda não possuem um sinal. 
III- Fazer referência a elementos linguísticos que a Libras não compreende, como preposições, artigos etc. 
Assinale a alternativa correta:
Resposta Selecionada:	
Correta b. Apenas I está correta.
Pergunta 3
Correta	Analise as afirmativas abaixo e assinale a correta:
Resposta Selecionada:	
Correta d. As línguas de sinais podem expressar quaisquer conceitos, concretos ou abstratos, simples ou complexos.
Pergunta 4
Analise as afirmativas abaixo e assinale a incorreta:
Resposta Selecionada:	
Correta e. Segundo a Lei Federal 10436/2002, a Língua Brasileira de Sinais – Libras não poderá substituir a fala da Língua Portuguesa, que se torna obrigatória para os surdos.
Pergunta 5
Correta	Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F). 
I- O surdo tem uma identidade e uma cultura própria. 
II- Todos os surdos fazem leitura labial e utilizam a Língua de Sinais. 
III- O surdo precisa ser oralizado para se integrar na sociedade ouvinte. 
IV- O uso da Língua de Sinais atrapalha a aprendizagem da língua oral. 
Qual alternativa indica somente as frases corretas?
Resposta Selecionada:	
Correta c. Somente a I.
Pergunta 6
Com relação à Língua Brasileira de Sinais, assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F). 
I- É uma língua universal, usada por todas as pessoas surdas. 
II- Tem vários gestos iguais, que são utilizados dependendo do contexto. 
III- É uma forma reduzida da Língua Portuguesa. 
IV- A lei que a oficializou no Brasil foi a Lei nº 10.436/2002. 
Qual alternativa indica somente as frases corretas?
Resposta Selecionada:	
Correta d. Somente a IV.
Pergunta 7
Correta	Leia atentamente o fragmento a seguir: “Alunos surdos e ouvintes convivem no mesmo ambiente e a professora é responsável por instruí-los em Língua de Sinais e fala oral, as quais ocorrem concomitantemente. Com o auxílio de recursos imagéticos, fala oral, sinais, gestos, expressões artísticas, a professora ministra as aulas com a finalidade de que todos os alunos estejam incluídos e entendam os conteúdos através das línguas que está falando ao mesmo tempo, sinais e fala oral”. Que tipo de abordagem educacional o texto acima representa?
Resposta Selecionada:	
Correta a. Comunicação total.
Pergunta 8
Quem é o profissional que garante a acessibilidade comunicativa para os alunos surdos usuários de Língua de Sinais que estão incluídos no Ensino Regular?
Resposta Selecionada:	
Correta c. O tradutor e intérprete de Libras.
Pergunta 9
Correta	Sobre a história da educação dos surdos, a mudança de visão sobre a pessoa surda no decorrer dos anos alterou a forma de participação e inclusão escolar dos mesmos. Identifique a alternativa que contempla esses períodos históricos em ordem cronológica.
Correta a. Exclusão, oralismo, comunicação total e bilinguismo.
Pergunta 10
tokoe (1960) evidenciou que as línguas de sinais apresentavam os mesmos aspectos linguísticos das línguas orais. Observe os itens abaixo e assinale a alternativa que contempla as caraterísticas da Libras. 
Correta e. I, II e IV.
Atividade 1
Pergunta 1	
Faça a correlação correta de acordo com cada tipo de escola:
A. Ensino Infantil e Ensino Fundamental I, os alunos ouvintes e Surdos ficam em salas separadas, Surdos em salas bilíngues. Fundamental II e Ensino Médio os alunos ficam juntos novamente e para isso, os alunos Surdos contam com o apoio de intérpretes de Libras.
B. A escola trabalha Libras como L1 (língua prioritária) e o Português de forma escrita.
C. Alunos Surdos contam com o trabalho de intérpretes durante todas as aulas.
I. Escola Regular
II. Escola Polo
III. Escola Bilíngue
Correta b. AII, BIII, CI
Pergunta 2
I. Libras sempre foi ensinada com métodos orais para os Surdos. 
II. O Congresso de Milão de 1880 proibiu a língua de sinais pelo mundo. 
III. O Decreto nº 5.626 de 2005 afirma que todos os cursos de Licenciatura, Fonoaudiologia e Pedagogia devem oferecer a Libras como 
disciplina obrigatória. 
IV. A Lei nº 10.436 de 2002 afirma que os Surdos têm o direito a uma 
educação bilíngue. 
Assinale a alternativa que indica as frases que estão corretas:
Correta c. II e III
Pergunta 3
Correta	Leia atentamente o fragmento a seguir: “A Professora movimenta bem os lábios e pede aos alunos que a acompanhem. Leva imagens para ilustrar a aula, escreve na lousa e usa bastante cores para facilitar a aprendizagem do aluno. Também utiliza a língua de sinais, porém, sempre acompanhada da fala oral.” 
Que tipo de abordagem educacional o texto acima representa?
Resposta Selecionada:	
Correta d. Comunicação Total
Pergunta 4
Resposta Selecionada:	
Correta d. Cada país possui uma língua de sinais própria.
	
	
Questionario II
Pergunta 1
Relacione as palavras soletradas com o sinal correspondente em Libras.
Correta c. MÊS.
Pergunta 2
Qual número de telefone é o correto? 
Correta e. 98164-7250.
Pergunta 4
As letras P, K e H se diferenciam por qual parâmetro?
Correta e. Orientação da palma da mão e movimento.
Pergunta 5
Assinale a alternativa correta que completa as lacunas da frase a seguir. 
Os ____________________ são um conjunto de regras da Libras, dentre eles podemos citar: ____________________ que se refere se a palma da mão está voltada para cima, baixo, lateral, fora ou dentro com o corpo como referência; ________________ que indica onde o sinal encosta no corpo e _______________ que se refere ao que faz parte do sinal e não é executado com as mãos.
Resposta Selecionada:	
Correta e. 5 parâmetros / orientação da palma da mão/ ponto de articulação/ expressões não manuais.
Pergunta 6
Assinale a alternativa que indica a data correta: 
Correta d. 7/junho/2015.
Pergunta 7
Das letras a seguir, quais possuem a mesma configuração das mãos?
Correta d. G e Q.
Pergunta 8
O número 3 e a letra W se diferenciam por qual parâmetro?
Correta a. Orientação da palma da mão.
Pergunta 9
Observe os sinais e assinale a alternativa que contempla o parâmetro que os diferem. 
Correta b. Ponto de articulação.
Pergunta 10
Quais palavras se referem às soletrações a seguir? 
Correta c. Tarde; mês; feliz.
Atividade 2
Pergunta 1 
Observe atentamente os nomes a seguir e assinale a alternativa correta; 
Correta e. Valentina e Teodoro.
Pergunta 2
Assinale a alternativa correta que completa as lacunas da frase a seguir. 
A língua brasileira de sinais é uma língua ___, articulada através das ___ e do(as) ___.
 Correta c. Visual espacial / mãos / expressões não manuais.
Pergunta 3
Correta	Dos meses a seguir, assinale a resposta cujo sinal é executado com a letra correspondente à palavra no português.
Correta c. Outubro.
Pergunta 4
Observe o sinal a seguir retirado do dicionário Capovilla (2017) e assinale a alternativa correta: 
Correta d. Seu nome.
o a outro sinal. 
( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se 
o si nal se rá bem el aborado. 
 
 
10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de 
comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os 
que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que 
se caracte riza pelo uso concomitante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da 
comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou 
portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: 
I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m 
Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA 
II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas 
modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o 
surdo. ERRADA 
o a outro sinal. 
( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se 
o si nal se rá bem el aborado. 
 
 
10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de 
comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os 
que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que 
se caracte riza pelo uso concomi tante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da 
comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou 
portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: 
I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m 
Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA 
II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas 
modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o 
surdo. ERRADA 
o a outro sinal. 
( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se 
o si nal se rá bem el aborado. 
 
 
10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de 
comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os 
que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que 
se caracte riza pelo uso concomi tante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da 
comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou 
portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: 
I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m 
Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA 
II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas 
modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o 
surdo. ERRADA 
o a outro sinal. 
( F ) De ntro da gramática da Libras, durante a criação dos sinai s ou palavras, não importa se 
o si nal se rá bem el aborado. 
 
 
10- De nada adianta o aluno se r f l ue nte em Libras se o prof e ssor de sconhe ce e sta f orma de 
comunicação. Assi m, é e sse ncial que e sse e ducador se j a profi ci e nte na Libras ou use mei os 
que contribuam para o aprendizado do aluno. Na práti ca, e xiste um mé todo simultâne o que 
se caracte riza pelo uso concomi tante da f al a e sinalização na ordem si ntática da língua da 
comunidade ouvi nte . Ne sse processo, aconte ce o que chamamos de Bimodali smo ou 
portuguê s sinalizado. A partir destas informaçõe s, anali se as sente nças a segui r: 
I- Se o aluno surdo domin ar a Lí ngua de Sinais e se u proce sso de alf abe ti zação ocorre r e m 
Lí ngua Portuguesa, ele não te rá dificuldade s em rete r o conhe cime nto. ERRADA 
II- O bi modali smo re fere-se à e xposi ção ou ao uso de uma só língua, produzida e m duas 
modal i dades: oral e ge stual, mas não é conside rado o me l hor mé todo de ensi no para o 
surdo. ERRADA 
Av aliaç ão II - Ob jetiva 
LIBRAS 
P r ov a: 6175851 
 
 
1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. 
Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas 
de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se 
ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale 
a alternativa CORRETA: 
FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. 
Porto Ale gre: Artmed, 2004. 
( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios 
li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. 
( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios 
li nguísti cos de l í nguas orais. 
( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não 
atendi a aos crité rios linguísti cos. 
( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os 
crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 
 
 
2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo 
obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue 
aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso 
aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a 
outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para 
as fal sas: 
( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e 
inf ormal da Libras. 
( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, 
poli sse mi a e tautologia. 
( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou 
mais significados, de acordo com o contexto. 
( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e 
todos entende m os signifi cados dos sinai s. 
 
Av aliaç ão II - Ob jetiva 
LIBRAS 
P r ov a: 6175851 
 
 
1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. 
Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas 
de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se 
ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale 
a alternativa CORRETA: 
FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. 
Porto Ale gre: Artmed, 2004. 
( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios 
li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. 
( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios 
li nguísti cos de l í nguas orais. 
( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessidade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não 
atendi a aos crité rios linguísti cos. 
( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os 
crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 
 
 
2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo 
obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue 
aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso 
aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a 
outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para 
as fal sas: 
( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e 
inf ormal da Libras. 
( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, 
poli sse mi a e tautologia. 
( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou 
mais significados, de acordo com o contexto. 
( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e 
todos entende m os signifi cados dos sinai s. 
 
Av aliaç ão II - Ob jetiva 
LIBRAS 
P r ov a: 6175851 
 
 
1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. 
Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas 
de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se 
ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale 
a alternativa CORRETA: 
FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. 
Porto Ale gre: Artmed, 2004. 
( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios 
li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. 
( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios 
li nguísti cos de l í nguas orais. 
( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não 
atendi a aos crité rios linguísti cos. 
( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os 
crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 
 
 
2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo 
obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue 
aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso 
aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a 
outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para 
as fal sas: 
( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e 
inf ormal da Libras. 
( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, 
poli sse mi a e tautologia. 
( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou 
mais significados, de acordo com o contexto. 
( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e 
todos entende m os signifi cados dos sinai s. 
 
Av aliaç ão II - Ob jetiva 
LIBRAS 
P r ov a: 6175851 
 
 
1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. 
Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas 
de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se 
ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale 
a alternativa CORRETA: 
FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. 
Porto Ale gre: Artmed, 2004. 
( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios 
li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. 
( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios 
li nguísti cos de l í nguas orais. 
( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não 
atendi a aos crité rios linguísti cos. 
( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os 
crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 
 
 
2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo 
obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue 
aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso 
aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a 
outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para 
as fal sas: 
( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e 
inf ormal da Libras. 
( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, 
poli sse mi a e tautologia. 
( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou 
mais significados, de acordo com o contexto. 
( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e 
todos entende m os signifi cados dos sinai s. 
 
Av aliaç ão II - Ob jetiva 
LIBRAS 
P r ov a: 6175851 
 
 
1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. 
Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas 
de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se 
ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale 
a alternativa CORRETA: 
FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. 
Porto Ale gre: Artmed, 2004. 
( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios 
li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. 
( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios 
li nguísti cos de l í nguas orais. 
( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não 
atendi a aos crité rios linguísti cos. 
( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os 
crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 
 
 
2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo 
obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue 
aprese ntam mais de um sentido/si gnifi cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso 
aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a 
outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para 
as fal sas: 
( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e 
inf ormal da Libras. 
( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, 
poli sse mi a e tautologia. 
( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou 
mais significados, de acordo com o contexto. 
( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e 
todos entende m os signifi cados dos sinai s. 
 
Av aliaç ão II - Ob jetiva 
LIBRAS 
P r ov a: 6175851 
 
 
1- No Brasil , e xistem vários trabal hos dedi cados ao estudo li nguístico na lí ngua de si nais. 
Alguns e studiosos, como Quadros e karnopp (2004) , nos reme tem ao e studioso e m lí nguas 
de si nai s, conside rado o pai da l inguí stica: Stokie, 1960. Se us estudos tornaram - se 
ref e rências para as l í nguas de si nais de todo o mundo. Com rel ação a e sse s e studos, assi nale 
a alternativa CORRETA: 
FONTE: QUADROS, R. M.; KARNOPP , L. B. Língua de sinai s brasi lei ra: e studos linguísticos. 
Porto Ale gre: Artmed, 2004. 
( ) Em 1960, Stokie comprovou que a lí ngua de si nai s não atendi a a todos os cri térios 
li nguísti cos de uma lí ngua ge nuína. 
( ) Em 1960, Stokie pe rce be u e comprovou qu e a lí ngua de sinais atendi a a todos os critérios 
li nguísti cos de l í nguas orais. 
( ) Em 1 960, Stokie compree nde u a ne cessi dade de ref ormular a l í ngua de si nai s, pois não 
atendi a aos crité rios linguísti cos. 
( X ) Em 19 60, Stokie pe rce be u e comprovou que a l í ngua de si nai s ate ndia a todos os 
crité rios l inguí sticos de uma l í ngua genuí na. 
 
 
2- Assim como na Língua Portugue sa temos palavras dife re ntes para nos refe rir ao mesmo 
obje to, chamadas de ambigui dade , que é a caracte rística das expressõe s l i nguísti cas q ue 
aprese ntam mais de um sentido/si gnif i cado para aque l a pal avra. Em ge ral, quando isso 
aconte ce, pre cisa-se de um contexto para transmitir a mensage m e se faze r ente nde r pe l a 
outra pe ssoa. Diante de sta afirmação, classifi que V para as se ntenças ve rdade ir as e F para 
as fal sas: 
( F ) Estamos diante de uma manife stação gramatical chamada de modalidade formal e 
inf ormal da Libras. 
( V ) Essa mani fe stação das lí nguas tanto orais como de sinais são chamados de homonímia, 
poli sse mi a e tautologia. 
( V ) Si nais poli ssê mi cos e stão rel acionados à ambi guidade se mântica, possue m doi s ou 
mais significados, de acordo com o contexto. 
( F ) A ambigui dade le xi cal não e xi ste nas lí nguas de sinais, pois ela é total me nte visual e 
todos entende m os signifi cados dos sinai

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