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AD2 – Geografia da População – 2º Semestre de 2018 1- R= A variação climática predominante ao longo de todo território chinês exerce grande influência na marca da desigual distribuição da população da China. Na porção centro-norte do território chinês a presença de população é muito limitada, pois esta caracteriza-se por seu clima semidesértico, com predomínio de campos, tendo a oeste o domínio das grandes cadeias de montanhas, principalmente a do Himalaia. Já na sua porção sul-sudeste, caracterizado por apresentar um clima subtropical dominante, no qual se destacam planícies fluviais, sendo as duas principais formadas pelos rios Huang Ho (rio Amarelo) e o rio Yangtsé Kiang (rio Azul), há a maior parte da concentração da população chinesa, o que de antemão justifica o porquê de o país possuir alta densidade demográfica, com cerca de 140 hab./km², e ao mesmo tempo uma desigual distribuição da população pelo território. 2- R= Entre os efeitos sentidos a questões relacionadas ao trabalho e a mobilidade populacional, são marcados pela correlação da trinca que perpassa o capitalismo, o neoliberalismo, a Revolução Técnico-Científica Informacional, como cara a Globalização. Nesse sentido, com os efeitos causados pelas políticas exarcebadas e centralizadas de industrialização, mecanização e modernização do regime capitalista houve uma disparidade econômica muito expressiva que ocasionou em um novo quadro social, com a redução de postos de trabalho, em consequência do desemprego estrutural, e portanto, a criação e inserção em massa de trabalhadores no setor terciário, tendo em vista a maior demanda, menor custo e a menor especialização. No que tange a questão da mobilidade populacional, é perceptível que os efeitos do capitalismo, sobretudo, no que diz respeito a globalização, e portanto, na concentração de renda, trabalho e melhores condições de vida em países considerados desenvolvidos, tenha potencializado o fenômeno da migração dos povos de seus países de origem. É fato, que em países considerados desenvolvidos, há melhores condições de trabalho, renda e educação. Por isso, se por um lado a globalização afasta as pessoas de suas origens, no caso dos residentes em países subdesenvolvidos, por outro contribui para a fixação de populações em seus países de origens, no caso dos países já considerados desenvolvidos. Entretanto, a internacionalização das empresas oriundas de países desenvolvidos que constroem unidades de produção em países subdesenvolvidos, onde os custos de mão de obra são menores e o desenvolvimento daí resultante, são apontadas como fator possível a redução das tendências migratórias. 3- R= O trabalho formal é toda forma de trabalho que possui os benefícios estabelecidos pelo governo, seja com a carteira de trabalho assinada pelo empregador de acordo com a legislação trabalhista vigente, seja através da estabilidade do emprego público. A contrário deste, o trabalho informal, caracteriza-se por ser todo e qualquer trabalho sem vínculos empregatícios ou benefícios sociais fornecidos por um empregador público ou privado. 4- R= Sim, movimento social de luta pela terra, também protagonizado pela Igreja Católica no município representado pelas freiras Katia Webster e Jane Dwyer, e pelo Padre Amaro Lopes que estão na linha de frente para defender os direitos dos mais pobres à terra. R= Atuando na linha de frente, mesmo tendo menos proteção do que deveriam, as missionárias oferecem assistência e acompanham os mais desamparados à polícia para apoiá-los em suas denúncias, reforçando o seu compromisso social e religioso para com os camponeses ameaçados. Sim, há vários adversários, no qual podemos classificar como adversários diretos e indiretos deste conflito. Como os grileiros, que invadem terras de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, assim como terras destinadas a projetos agrários e que se apropriam de terras públicas pela força da pistolagem, muitas vezes com o apoio da polícia (parte da polícia paraense) e de setores corrompidos do judiciário e dos cartórios. Podemos destacar também o agrobanditismo, que representa o processo de privatização criminosa da terra pública na base da pistolagem, e a bancada ruralista do congresso também se mostra aliada destes projetos predatórios. Desde que a bancada “ruralista” foi aumentando o poder de barganha no Congresso, a violência recrudesceu, acentuando-se no governo de Michel Temer, ou seja, se os grileiros são anistiados e o roubo de terras legalizado, como aconteceu no governo Temer, a interpretação imediata é que há licença para se apossar de terras públicas, desmatar a floresta e matar quem estiver no caminho. Todos essa problemática é reflexo de uma reforma agrária jamais realizada, e que com o passar dos anos só agrava os conflitos agrários locais.