ROTEIRO III - Pedidos, litisconsórcio, inicial e Os
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ROTEIRO III - Pedidos, litisconsórcio, inicial e Os


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PROCESSO CIVIL I Profª FATIMA MARIA 
 
 Lei 9.610/98, Art. 46: Não constitui ofensa aos direitos autorais: (...) 
III- a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer 
obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o 
nome do autor e a origem da obra. 1 
 
A LEITURA DA DOUTRINA É INDISPENSÁVEL. O roteiro não é apostila, apenas apresenta a sequência expositiva 
da disciplina em aula, e que lhe servirá de norteador para estudos futuros. 
Fontes: BUENO, Cassio Scarpinella. Manual de Direito Processual Civil, vol. único, 2ª Ed, SP : Saraiva, 2016. 
CÂMARA, Alexandre Freitas. Lições de Direito Processual Civil. RJ : .Lúmen júris Editora, 16ª ed., 2007. 
GRINOVER, Ada Pelegrini e Os. Teoria geral do processo, 24ª edição, SP - Malheiros, 02-2010. 
 MARINONI, Luiz Guilherme e Os. Curso de processo civil, Vol.2, SP : RT, 2015. 
 NEVES, Daniel Amorim Assumpção. Código de processo civil comentado, 3ª ed, BA : Ed. JusPodivm, 2018. 
Lei 9.610/98, Art. 46: Não constitui ofensa aos direitos autorais: (...) 
 III- a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, 
crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor e a origem da obra. 
 
ROTEIRO III - Espécies de pedidos, litisconsórcio, inicial e outros. 
 
ESPÉCIES DE PEDIDOS 
PEDIDO 
 
Forma de pedir (solicitar, interceder, requerer), em sentido amplo quer exprimir toda pretensão ou 
requerimento que uma pessoa faz a outrem. 
 
 No sentido jurídico: é todo requerimento formulado ao juiz, em que se pede o que se tem direito, ou se 
indica o que é necessário para restabelecimento da relação jurídica, que está em demanda. 
 
PEDIDO INICIAL 
 
Quando o pedido encerra a pretensão do autor manifestada na petição em que ajuizou uma questão; 
porque tantos outros pedidos podem ser formulados no curso do processo. Assim, o pedido do autor é o 
próprio motivo da ação ou a razão jurídica que o traz a juízo. 
 
O pedido deve ser certo e positivo, porque na positividade está a natureza da obrigação a ser cumprida 
pelo réu, se condenado. Também, pela certeza, se verifica a relação jurídica que deve ser restabelecida, 
determinada e identificada dentro da própria realidade jurídica, que se deseja legalmente amparar. 
 
 A condição de positivo, vista no pedido, mostra sua procedência e congruência, a de certo, sem dúvida, 
mostra que é exato e dentro do justo, para que se exclua a ideia de excessivo e da improcedente. 
 
 
CERTEZA E DETERMINAÇÃO DO PEDIDO \u2013 arts.: 324, §2º, e 330, §1º, CPC 
 
CPC, art. 324. O pedido deve ser determinado. 
§1º. É lícito, porém, formular pedido genérico: 
I \u2013 nas ações universais, se o autor não puder individuar os bens demandados; 
II- quando não for possível determinar, desde logo, as consequências do ato ou do fato; 
III- quando a determinação do objeto ou do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo réu. 
§2º. O disposto neste artigo aplica-se à reconvenção. 
 
CPC, art. 330. A petição inicial será indeferida quando: (...) 
§1º. Considera-se inepta a petição inicial quando: 
I- lhe faltar pedido ou causa de pedir; 
II- o pedido for indeterminado, ressalvadas as hipóteses legais em que se permite o pedido genérico; 
III- da narração dos fatos não decorrer logicamente a conclusão; 
IV- contiver pedidos incompatíveis entre si. 
NO DIA DA PROVA NÃO SERÁ PERMITIDO O USO DE MÍDIAS 
 PROCESSO CIVIL I Profª FATIMA MARIA 
 
 Lei 9.610/98, Art. 46: Não constitui ofensa aos direitos autorais: (...) 
III- a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer 
obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o 
nome do autor e a origem da obra. 2 
 
PEDIDO GENÉRICO (é exceção porque a regra é que o pedido deve ser certo e determinado) 
 
Câmara ensina: 
(...) Pedido genérico é o formulado sem a determinação do aspecto quantitativo do pedido. 
Não se admite qualquer indeterminação quanto ao aspecto qualitativo do mesmo. (...) nas 
\u201cações universais\u201d (...) em que se pleiteia a condenação do réu a entregar ao autor uma 
universalidade de bens, (...) numa demanda em que se pleiteie a condenação do réu a entregar ao 
autor uma biblioteca. 
(...) quando não for possível (...) determinar, de modo definitivo, as consequências do ilícito (...) 
exemplo (...) um acidente de trânsito em que a vítima ainda vem se submetendo a tratamento 
médico, sendo imprevisível o fim do mesmo, será possível a formulação de pedido genérico. 
(...) quando a determinação do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo 
réu (...) exemplo (...) \u201cação e prestação de contas\u201d. 
 
CPC, art. 324. O pedido deve ser determinado. 
§1º. É lícito, porém, formular pedido genérico: 
I \u2013 nas ações universais, se o autor não puder individuar os bens demandados; 
II- quando não for possível determinar, desde logo, as consequências do ato ou do fato; 
III- quando a determinação do objeto ou do valor da condenação depender de ato que deva ser praticado pelo réu. 
 
PEDIDO ALTERNATIVO- art. 325 CPC 
CPC, art. 325. O pedido será alternativo, quando, pela natureza da obrigação, o devedor puder cumprir a prestação de 
mais de um modo. 
§ único. Quando, pela lei ou pelo contrato, a escolha couber ao devedor, o juiz lhe assegurará o direito de cumprir a 
prestação de um ou de outro modo, ainda que o autor não tenha formulado pedido alternativo. 
 
 Alexandre Freitas Câmara preleciona: 
 
Neste não há cumulação de demandas. Formula-se pedido alternativo quando a relação de direito 
material deduzida no processo dá origem a uma obrigação alternativa (aquela que pode ser 
cumprida por mais de uma forma pelo devedor). (...) exemplo: se o devedor se comprometeu a 
entregar ao credor um boi ou um cavalo, e a obrigação não foi cumprida, será lícito ao credor 
propor ação pedindo a condenação do demandado a entregar uma coisa ou outra 
Admite-se, também, o pedido alternativo nas obrigações acompanhadas de prestação facultativa 
(...) aquela obrigação em que o devedor, desde o nascimento da relação obrigacional, se reserva o 
poder de liberar-se do vínculo entregando ao credor, em lugar da prestação devida, uma prestação 
diferente, desde logo determinada ou determinável. (...) na obrigação com prestação facultativa 
apenas a primeira prestação é devida (daí ser chamada \u201cprestação principal\u201d) admitindo-se, porém, 
que o devedor a substitua por outra já determinada previamente. Ex: B se compromete a entregar a 
H um automóvel, ficando acertado desde logo que poderá se liberar da obrigação entregando ao 
credor o seu valor em dinheiro. 
 
PEDIDO SUCESSIVO 
 
CPC, art. 323. Na ação que tiver por objeto cumprimento de obrigação em prestações sucessivas, essas serão 
consideradas incluídas no pedido, independentemente de declaração expressa do autor; e serão incluídas 
na condenação, enquanto durar a obrigação, se o devedor, no curso do processo, deixar de pagá-las ou 
de consigná-las. 
 
NO DIA DA PROVA NÃO SERÁ PERMITIDO O USO DE MÍDIAS 
 PROCESSO CIVIL I Profª FATIMA MARIA 
 
 Lei 9.610/98, Art. 46: Não constitui ofensa aos direitos autorais: (...) 
III- a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer 
obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o 
nome do autor e a origem da obra.