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Universidade Federal do Triângulo Mineiro 
 
 
 
 
 
Bianca Manzan Reis 
 
 
 
 
 
Comparação entre a intervenção fisioterapêutica na clínica e um programa de exercícios 
domiciliares para pacientes após fratura distal de rádio 
 
 
 
 
 
 
Uberaba, Minas Gerais. 
2014 
 
Bianca Manzan Reis 
 
 
 
 
Comparação entre a intervenção fisioterapêutica na clínica e um programa de exercícios 
domiciliares para pacientes após fratura distal de rádio 
 
 
Projeto apresentado ao curso de graduação em 
Fisioterapia da Universidade Federal do 
Triângulo Mineiro como requisito para 
aprovação na disciplina de Trabalho de 
Conclusão de Curso I. Orientadora: Professora 
Doutora Luciane Fernanda Rodrigues 
Martinho Fernandes 
 
 
 
 
 
 
Uberaba, MG 
2014 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 3 
2 REFERENCIAL TEÓRICO ........................................................................................ 4 
3 METODOLOGIA ........................................................................................................ 7 
3.1 AVALIAÇÃO .............................................................................................................. 8 
3.1.1 Instrumentos de avaliação ............................................................................................ 8 
3.1.2 Intervenção fisioterapêutica e programa de exercícios domiciliares ......................... 10 
4 ANÁLISE ESTATÍSTICA ........................................................................................ 10 
5 RECURSOS FINANCEIROS ................................................................................... 10 
6 CRONOGRAMA ....................................................................................................... 11 
REFERÊNCIAS ....................................................................................................................... 12 
APÊNDICE 01: TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO ................... 16 
APÊNDICE 02: FICHA DE AVALIAÇÃO ............................................................................ 18 
APÊNDICE 03: PROTOCOLO DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS NA CLÍNICA 
PARA MEMBRO SUPERIOR APÓS FRATURA DISTAL DE RÁDIO .............................. 23 
APÊNDICE 04: PROTOCOLO DE EXERCÍCIOS DOMICILIARES PARA MEMBRO 
SUPERIOR APÓS FRATURA DISTAL DE RÁDIO ............................................................. 26 
ANEXO 01: Desabilities of Shoulder, Arm And Hand (DASH) .............................................. 38 
ANEXO 02: Patient Rated Wrist Evaluation (PRWE) ............................................................ 42 
ANEXO 03: World Health Organization Quality of Life – Bref (WHOQOL-bref). .............. 43 
3 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
As fraturas distais de rádio são de ocorrência muito comum e frequentemente são 
encaminhadas para tratamento fisioterapêutico. Na rotina da fisioterapia do ambulatório de 
mão e membro superior do Ambulatório Maria da Glória da Universidade Federal do 
Triângulo Mineiro tem-se observado que os pacientes com essa fratura apresentam amplitude 
incompleta para dedos, punho e antebraço, importante redução da força e incapacidade 
funcional para as atividades de vida diária e atividades laborais. Como rotina os pacientes são 
avaliados e orientados para a realização de exercícios domiciliares, porém ainda não há 
consenso na literatura se os exercícios domiciliares são eficazes. 
Acreditamos que os exercícios domiciliares são benéficos, mas para que isso aconteça 
eles devem ser bem orientados e é de grande importância o envolvimento direto do paciente 
no seu tratamento. Por outro lado a assistência direta do fisioterapeuta, com acompanhamento 
e tratamento fisioterapêutico direcionado para esse tipo de fratura, apresentará resultados 
satisfatórios, principalmente a curto prazo. Dessa forma a hipótese prevista para tal estudo é a 
de que o grupo submetido à intervenção com assistência do fisioterapeuta apresentará 
melhores resultados a curto prazo, em relação ao grupo do programa de exercícios 
domiciliares. 
O objetivo geral do presente estudo é comparar os resultados cinesiológico-funcionais 
dos pacientes submetidos ao tratamento fisioterapêutico realizado com assistência do 
fisioterapeuta e um programa de exercícios domiciliares em pacientes após tratamento 
cirúrgico ou conservador da fratura de rádio distal. Enquanto que os objetivos específicos são 
comparar os resultados de dor, amplitudes de movimento, força muscular e capacidade 
funcional nos dois grupos de intervenção (clínica ou domiciliar). 
O tema de escolha se justifica pelo fato de que pacientes com fratura de rádio distal, 
tratados cirurgicamente ou de forma conservadora necessitam de um amparo e tratamento 
adequado às consequências do processo cirúrgico ou da redução gessada. Estes podem 
desencadear quadros de dor, redução da amplitude de movimento, redução da força muscular, 
e diminuição nas habilidades funcionais, ou até mesmo complicações mais graves 
influenciando diretamente na sua qualidade de vida. Nos últimos anos os números de fraturas 
distal de rádio estão cada vez maiores em jovens ou idosos ativos em decorrência de traumas 
de alta energia (quedas de alturas, acidentes automobilísticos e atividades esportivas) 
4 
 
(LESETER, 2002). Dessa maneira é evidente que o paciente busque alternativas para o 
retorno às atividades diárias e profissionais. 
 
2 REFERENCIAL TEÓRICO 
 
As fraturas de rádio distal apresentam cerca de um sexto de todas as fraturas de membro 
superior (OLIVEIRA; BELANGERO; TELES, 2004) e são responsáveis por 74,5% das 
fraturas do antebraço. (ALFFRAM; BAUER, 1962). Dessa maneira várias formas de 
tratamentos vêm sendo criados para a fratura distal de rádio. A reabilitação das fraturas de 
rádio distal é indicada para prevenir complicações e deformidades acarretando em um 
processo mais eficiente à retomada das atividades funcionais (REIS et al ,1990). E são 
discutidas diferentes formas de tratamento fisioterapêutico com intervenção na clínica e 
também sobre programas de exercícios domiciliares (BARBOSA; TEIXEIRA-SALMELA; 
CRUZ, 2009), entretanto ainda não há consenso na literatura em relação aos benefícios dos 
exercícios domiciliares (OSKARSSON; HJALL; AASER, 1997). 
Essas fraturas eram consideradas mais frequentes em mulheres que com passar da idade 
apresentam, alterações hormonais, menor preparo neuromuscular e certo grau de osteoporose 
e geralmente ocorrem por trauma de baixa energia (ULSON, 2000). Entretanto, nos últimos 
anos essas fraturas são causadas por traumas de alta energia cinética como quedas de alturas, 
acidentes automobilísticos e atividades esportivas, levando a fraturas complexas e instáveis 
em indivíduos jovens ou idosos ativos. Geralmente a causa e o mecanismo se dá por queda 
sobre a mão com o punho estendido no momento do impacto (LESETER, 2002) 
Atualmente esse tipo de fratura é vista como complexa, e o prognóstico dependem do 
tipo de fratura e/ou do tratamento adotado. O método cirúrgico vem sendo cada vez mais 
indicado, na busca por melhores resultados clínicos e funcionais. Porém ainda há casos para o 
tratamento conservador clássico, principalmente nas fraturas sem desvio, podendo ser 
realizada também em fraturas com desvios (FERNANDEZ; PALMER, 1999), as 
imobilizações são realizadas com o objetivo de reduzir a fratura, dentre as imobilizações as 
mais comuns são: flexão e desvio ulnar, extensão do punho, imobilização com gesso 
axilopalmar ou antebraquiopalmar, com o antebraço pronadoou supinado. Diante de várias 
opções para realizar a redução, observa-se que os maus resultados estão diretamente 
5 
 
relacionados com o grau de cominuição, desvios e grau de acometimento articular inicial 
(FRYKMAN, 1967; STEWART; INNES; BURKE, 1985; DE PALMA, 1952). As formas 
mais comuns para o tratamento cirúrgico são: uso de fio de Kirschner percutâneos intrafocais, 
extrafocais ou intramedulares, placas dorsais e volares, fixação externa e placas de bloqueio. 
(MCCALL et al, 2007). 
Algumas complicações podem decorrer da fratura de rádio distal incluindo distrofia 
simpático reflexa, tenossinovite de tendão extensor ou de tendão flexor, rigidez articular, 
perda na força de preensão, alterações neuro-motoras (acometimento nervo mediano) como a 
síndrome do túnel do carpo, deformidade residual da articulação do punho, instabilidade 
mediocarpal, perda da mobilidade e a fraqueza. ( ALBERTONI; FALOPPA; BELOTTI, 
2002; ARORA et al ,2007). 
Diante do comprometimento funcional decorrente dos traumas nos membros superiores, 
alguns questionários foram criados e são utilizados com a finalidade de avaliar a o grau de 
funcionalidade, dor e incapacidades. O Disability of the Arm, Shoulder and Hand (DASH) é 
um instrumento de avaliação que pode ser utilizado para qualquer doença de membros 
superiores doenças do ombro, do cotovelo, da mão e do punho, incluindo a fratura de rádio 
distal, e está disponível em diversos idiomas, podendo ser utilizado em diferentes culturas 
(ORFALE et al, 2005). Outro questionário presente na literatura é o Patient Rated Wrist 
Evaluation (PRWE) e é comumente utilizado para avaliação clínica após fraturas do rádio 
distal e outras lesões traumato-ortopédicas específicas do punho e da mão (CHANGULANI et 
al, 2008; RODRIGUES, 2014) e tem o objetivo de mensurar tanto a dor no punho quanto 
incapacidades no desempenho de diversas funções e tarefas em pacientes que sofreram 
fraturas do rádio distal (MACDERMID, 1996). 
A qualidade de vida dos pacientes com fratura distal de rádio se faz importante quando os 
mesmos não conseguem retornar às atividades laborais, repercutindo diretamente nos 
interesses sociais e econômicos (KRISCHAK et al, 2009). Um instrumento utilizado para 
avaliar a qualidade de vida é o World Health Organization Quality of Life – Bref 
(WHOQOL-bref) o questionário é utilizado como uma medida genérica multidimensional 
com o intuito de avaliar a qualidade de vida de pessoas com distúrbios psicológicos, físicos 
bem como pessoas saudáveis (FLECK, 2000). 
O tratamento fisioterapêutico apresenta diversas interfaces e recursos para auxiliar na 
recuperação da fratura distal de rádio. Diversos autores relatam que a realização da terapia 
6 
 
iniciada o mais precocemente possível é um dos principais pontos para evitar complicações 
posteriores (COLLINS, 1993; REIS, 1990; SLUTSKY, HERMAN, 2005). Sendo assim, as 
principais metas descritas para o tratamento fisioterapêutico são: priorizar a redução do edema 
(COLLINS, 1993; SLUTSKY, HERMAN, 2005; OGUT, AIDORG, KESKIN, 1994), 
restaurar as amplitudes de movimentos (ADM) da mão e punhos, e realizar a manutenção das 
amplitudes nas articulações adjacentes (COLLINS, 1993; REIS et al, 1990.). Segundo os 
autores REIS et al, (1990), OGUT; AIDORG; KESKIN, (1994), os procedimentos mais 
utilizados para a redução do edema são: elevação do membro associada com movimentação 
ativa principalmente das articulações dos dedos e do punho, além de compressão mecânica 
com faixa compressiva (por exemplo Coban®), luvas compressivas digitais, massagem 
retrógrada e crioterapia (COLLINS, 1993; SLUTSKY; HERMAN, 2005). Para a restauração 
no ganho da ADM do punho e dedos, sugere-se começar com movimentos ativos, 
progredindo para passivos e mobilização articular (COLLINS, 1993), as duas ultimas se faz 
necessário quando a primeira não conseguir restaurar completamente a limitação. Além do 
ganho da ADM, por meio de mobilizações ativas e passivas, outros autores sugerem 
movimentos de prono-supinação do antebraço, flexo-extensão, desvios radial e ulnar do 
punho, flexão e extensão do cotovelo, flexão e extensão dos dedos, e movimentação do ombro 
em todos os planos sagitais (COLLINS, 1993; REIS et al, 1990 ). COLLINS (1993); OGUT, 
AIDORG, KESKIN (1994), destacam que a técnica de fricção transversa profunda e 
deslizamento diferencial de tendões são procedimentos recomendados tanto nas fraturas com 
redução aberta quanto nas fechadas. 
O tratamento envolvendo programa de exercícios domiciliares está sendo adotado por 
diversos autores nos últimos anos (KRISCHAK et al, 2009; CHUNG; KOTSIS; KIM, 2007). 
Entretanto, apresentam algumas limitações práticas, dentre elas, adesão e/ou obediência a este 
tipo de tratamento por parte do paciente e a variação do nível sócio cultural dos pacientes 
(CHUNG; KOTSIS; KIM, 2007). 
O estudo de Krischak et al (2009) demonstrou que o tratamento de programa domiciliar 
mostrou–se melhores do que o tratamento fisioterapêutico na clínica. Apesar de o estudo 
indicar que foi realizado tratamento fisioterapêutico, o protocolo de tratamento não foi 
descrito, sendo assim cada paciente pode procurar atendimento nas clínicas de interesse e com 
isso, não houve controle no tratamento fisioterapêutico, enquanto que para o tratamento 
domiciliar todo o protocolo e a prescrição dos exercícios estavam bem detalhados, com 
imagens dos exercícios e todos os exercícios foram orientados pelo mesmo fisioterapeuta. 
7 
 
 
3 METODOLOGIA 
 
O presente projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal 
do Triângulo Mineiro em 19.07.2007, apresentando o protocolo nº 969. Para a realização 
deste projeto, foi necessário incluir alguns instrumentos de avaliação, sendo novamente 
encaminhado ao CEP, para nova avaliação frente à comissão integrante. As inclusões dos 
instrumentos foram aprovados em 13.06.2014 e seguirá as diretrizes da Resolução 196/96 do 
CNS sobre pesquisa envolvendo seres humanos. 
O presente estudo é caracterizado como um ensaio clínico randomizado, com 
mascaramento simples e será desenvolvido no Ambulatório Maria da Glória do Hospital de 
Clínicas e no Laboratório de Biomecânica e Controle Motor da Universidade Federal do 
Triângulo Mineiro, durante o ano de 2014 e 2015. 
A amostra será composta por no mínimo 08 pacientes com diagnóstico de fratura de rádio 
distal, tratados cirurgicamente de agosto à novembro de 2014. Para o cálculo amostral foi 
considerado os valores médios e os desvios padrões da variável força de preensão palmar de 
um estudo piloto prévio. Para esse cálculo foi utilizado o teste T pareado, com poder de 80% e 
alfa menor que 0,05. Para a randomização será utilizada uma função do Excell que fornece 
números aleatórios e a partir destes os pacientes serão alocados em um dos dois grupos: 
Grupo intervenção fisioterapêutica (GI) e Grupo orientações domiciliares (GO). O grupo de 
orientações domiciliares receberá uma cartilha com ilustrações e informações de como 
realizar cada exercício e a cada retorno no ambulatório e essas orientações serão reforçadas. 
Ambos os grupos serão acompanhados por uma acadêmica do curso de fisioterapia da 
Universidade Federal do Triângulo Mineiro, após treinamento das ferramentas de avaliação e 
técnicas de intervenção. Os critérios de inclusão serão: jovens e adultos entre 18 e 59 anos, 
ativos, tratados cirurgicamente ou conservadoramente e alfabetizados. Os critérios de não 
inclusão serão: pacientes que já realizaram algum tipo de tratamento fisioterapêutico prévio, 
evoluir com alguma complicação como (STC, DSR, Infecção, etc) não assinarem o Termo de 
consentimento livre esclarecido e faltar às reavaliações.8 
 
3.1 AVALIAÇÃO 
 
Inicialmente será dado ao voluntário o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido 
(APÊNDICE 01) e assim que o voluntário aceitar e assinar o termo será realizado uma 
avaliação fisioterapêutica, contendo os dados pessoais, história clínica, antecedentes pessoais 
e familiares, exame físico completo (APÊNDICE 02) e os questionários de avaliação 
funcional: DASH (ANEXO 01) , PRWE (ANEXO 02) e WHOQOL (ANEXO 03). 
 
3.1.1 Instrumentos de avaliação 
 
No exame físico a amplitude de movimento será realizada com goniômetros de 
membros e dedos Serão mensurados os ângulos de flexão e extensão do cotovelo; pronação e 
supinação do antebraço (MARQUES, 2003); flexão, extensão, desvio radial e desvio ulnar do 
punho (SKIRVEN; OSTERMAN, 2010); flexão e extensão das articulações metacarpo 
falangeanas, inter-falangeana proximal (2º ao 4º dedo) e inter-falangeana distal (1º ao 5º dedo) 
dos dedos (SEFTCHICK et al, 2010). Todas bilateralmente. 
A mensuração da força de preensão palmar será realizada com o Dinamômetro 
hidráulico Jamar® em quilograma- força, ajustado na segunda posição para as mulheres e na 
terceira posição para os homens (FERNANDES, 2011). Para as mensurações os pacientes 
serão posicionados com o ombro em neutro braço aduzido paralelo ao tronco, cotovelo fletido 
a 90º e antebraço e punho em posição neutra (FESS, MORAN, 1981). Serão realizadas três 
mensurações com a força máxima sustentada, e ao final será feito o cálculo da média 
aritmética entre as forças (BLAIR; MCCORMICK; BEAR-LEHMAN, 1987). A mensuração 
será realizada em ambas as mãos, com intervalo de um minuto entre as medições a fim de se 
evitar estresses e desconfortos musculares (MOURA , 2008). 
As incapacidades físicas, sintomas, distúrbios ou alterações de membros superiores, 
podem ser avaliados através do questionário Disability of the Arm, Shoulder and Hand 
(DASH) (HUDAK et al. 1996). O Questionário DASH contém 30 questões destinadas a 
medir a função física e sintomas, incluindo dois itens relacionados à função física, seis itens 
relacionados aos sintomas, e três itens que avaliam funções sociais. Além disso, existem dois 
módulos de quatro itens opcionais: uma para atletas / músicos e outro para trabalhadores. A 
9 
 
pontuação do questionário é calculada através da aplicação de fórmulas estabelecidas, uma 
delas usada para analisar as primeiras 30 questões e a outra usada separadamente para os 
módulos opcionais. Neste estudo será utilizada a versão traduzida para a língua portuguesa 
por ORFALE et al, 2005. 
O questionário Patient Rated Wrist Evaluation (PRWE), tem como objetivo mensurar 
a dor no punho e incapacidade no desempenho de diversas funções em pacientes que sofreram 
fraturas do rádio distal. Ele permite que os pacientes avaliem os níveis de dor e disfunção em 
uma escala de zero a 10, em um total de 15 questões. O domínio referente à dor (PRWE-Dor) 
é composto por cinco questões, sendo quatro delas sobre a intensidade e uma sobre a 
frequência da dor. Já o domínio funcional (PRWE-Função) é composto por dez questões, 
sendo seis delas sobre atividades específicas e quatro sobre atividades básicas (autocuidado, 
atividades domésticas, laborais e lazer). O domínio de dor é pontuado pela soma dos itens que 
o compõem, enquanto para o domínio funcional é realizada a soma dos itens que 
subsequentemente são divididos por dois. A pontuação total varia entre zero e 100, sendo que 
cada domínio tem uma pontuação máxima de 50 pontos. Quanto maior a pontuação final, pior 
é o nível de disfunção e dor do paciente (MACDERMID, 1996; MACDERMID et al, 1998. 
Neste estudo será utilizada a versão traduzida para a língua portuguesa por RODRIGUES 
(2014). 
O questionário (WHOQOL-bref) é uma Avaliação de Qualidade de Vida da 
Organização Mundial da Saúde, versão abreviada que consta de 26 questões possuindo 2 
questões sobre qualidade de vida em geral e as demais 24 abordando quatro domínios: físicos, 
psicológicos, relações sociais e meio ambiente. O domínio físico possui questões abrange 
sobre dor, energia para realizar atividades do dia-a-dia, sono, capacidade de trabalho e 
tratamento médico para a vida diária. O psicológico é caracterizado por questionamentos 
sobre o sentido da vida, maneira de como o indivíduo aproveita a vida, aparência física, 
satisfação com a própria vida e sentimentos negativos. O domínio de relações sociais retrata 
relações pessoais com amigos, familiares e a vida sexual e o domínio meio ambiente, relata o 
ambiente que a pessoa vive a segurança, renda, lazer, condições de moradia meio de 
transporte e acesso aos serviços de saúde. As questões do WHOQOL-bref possuem quatro 
tipos de escalas de respostas: intensidade, capacidade, frequência e avaliação, todas graduadas 
em cinco níveis (1 a 5) (The Whoqol Group, 1995). Neste estudo será utilizada a versão 
traduzida para a língua portuguesa por (FLECK, 2000). 
10 
 
 
3.1.2 Intervenção fisioterapêutica e programa de exercícios domiciliares 
Em um primeiro momento ambos os grupos serão avaliados pela fisioterapeuta, sendo 
que o procedimento completo constará de uma avaliação inicial geral e dos questionários 
DASH, PRWE e WHOQOL. Posteriormente cada grupo será direcionado ao tratamento 
proposto após a randomização feita no Excell. O grupo que receberá intervenção 
fisioterapêutica realizará 2 sessões por semana com duração de 50 minutos, durante 6 meses. 
O grupo que receberá o programa de exercícios domiciliares será orientado a realizar os 
exercícios 2 vezes ao dia, 6 vezes por semana, com duração de 30 minutos por um período de 
6 meses. Foram criados dois protocolos, um para o tratamento na clínica (APÊNDICE 03) e 
um para o programa de exercícios domiciliares (APÊNDICE 04). 
 
4 ANÁLISE ESTATÍSTICA 
As variáveis quantitativas desse estudo serão: idade, medidas de amplitude de 
movimento, medidas de força de preensão palmar, scores do DASH, PRWE e WHOQOL. As 
variáveis categóricas serão: sexo, dominância, lado da fratura, causa da fratura e profissão. Os 
valores das variáveis quantitativas serão submetidas a análise descritiva e inferencial com 
nível de significância de 5%. Na análise intra grupos serão considerados os valores das 
avaliações inicial e final e na análise inter grupos serão consideradas as diferenças entre as 
avaliações final e inicial e essa diferença será comparada entre os grupos intervenção (GI) e 
de orientação domiciliar (GO). Nessas analises se a distribuição for normal será utilizado o 
Test T de Student e se não apresentar distribuição normal será o Teste de Wilcoxon-Mann-
Whitney. Na análise das variáveis categóricas serão construídas tabelas de contingência e 
feito o teste do Qui-quadrado clássico. 
 
5 RECURSOS FINANCEIROS 
 
Todos os materiais e equipamentos necessários para a realização deste estudo estão 
disponíveis no Laboratório de Biomecânica e Controle Motor do Departamento de 
11 
 
Fisioterapia da UFTM e foram adquiridos com auxílios FUNEPU, PROEXT/MEC e 
FAPEMIG. 
Os materiais e equipamentos necessários para a realização do estudo, bem como seus 
valores estão apresentados abaixo. 
Número Equipamento/Material Valor 
1 Goniômetro de membros R$ 15,00 
2 Goniômetro de dedos R$ 10,00 
3 Dinamômetro de Preensão Jamar R$ 1990,00 
4 Mesa de exercícios R$ 400,00 
5 Halter (2 pares de 1,0Kg, 2 pares de 2Kg, 2 pares 
de 3 kg) 
R$ 150,00 
6 Faixas elásticas de diferentes resistências R$ 300,00 
7 Massinhas para exercícios resistidos de diferentes 
resistências 
R$ 500,00 
8 Folhas de papel A4 R$ 80,00 
9 Cartuchos de impressora R$ 200,00 
 
 
6 CRONOGRAMA 
 
 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 
Levantamentobibliográfico X X X X X X X X X X X 
Seleção de pacientes X X X X 
Intervenção (2x semana) X X X X X X X X 
Organização dos dados X X 
Análise dos dados X X 
Redação final X 
12 
 
REFERÊNCIAS 
 
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MOURA, PATRÍCIA MARTINS DE LIMA E SILVA. Estudo da força de Preensão 
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Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) Universidade de Brasília, Brasília, 2008 
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SEFTCHICK JL; DETULLIO LM; FEDORCZYK JM; AULICINO PL .Clinical 
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16 
 
APÊNDICE 01: TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO 
 
Título do Projeto: Comparação entre a intervenção fisioterapêutica na clínica e o programa de 
exercícios domiciliares nos pacientes com fraturas no punho 
 
TERMO DE ESCLARECIMENTO 
 
Você está sendo convidado (a) a participar do estudo Comparação entre a intervenção 
fisioterapêutica na clínica e o programa de exercícios domiciliares nos pacientes com 
fraturas no punho por ter tido uma fratura no punho. Os avanços na área das ocorrem através 
de estudos como este, por isso a sua participação é importante. O objetivo deste estudo é 
avaliar a sua recuperação em relação ao movimento, força e realização das atividades em 
casa e no trabalho e caso você participe, será necessário comparecer as sessões para avaliação 
e ou tratamento fisioterapêutico no ambulatório e se você for participar do grupo com 
exercícios domiciliares deverá realizar os exercícios orientados em casa. Não será feito 
nenhum procedimento que lhe traga qualquer desconforto ou risco à sua vida. 
 
Você poderá obter todas as informações que quiser e poderá não participar da pesquisa ou 
retirar seu consentimento a qualquer momento, sem prejuízo no seu atendimento. Pela sua 
participação no estudo, você não receberá qualquer valor em dinheiro,mas terá a garantia de 
que todas as despesas necessárias para a realização da pesquisa não serão de sua 
responsabilidade. Seu nome não aparecerá em qualquer momento do estudo, pois você será 
identificado com um número. 
17 
 
 
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE, APÓS ESCLARECIMENTO 
 
 
Título do Projeto: Comparação entre a intervenção fisioterapêutica na clínica e o programa de 
exercícios domiciliares nos pacientes com fraturas no punho 
 
Eu, ________________________________________________________________li e/ou 
ouvi o esclarecimento acima e compreendi para que serve o estudo e qual procedimento a que 
serei submetido. A explicação que recebi esclarece os riscos e benefícios do estudo. Eu 
entendi que sou livre para interromper minha participação a qualquer momento, sem justificar 
minha decisão e que isso não afetará meu tratamento. Sei que meu nome não será divulgado, 
que não terei despesas e não receberei dinheiro por participar do estudo. Eu concordo em 
participar do estudo. 
Uberaba, ............./ ................../................ 
 
 
Assinatura do voluntário ou seu 
responsável legal 
 
 
 Assinatura do pesquisador responsável 
Documento de Identidade 
 
 Documento de Identidade 
 
 Assinatura do orientador 
 
 
 Documento de Identidade 
 
 
Telefone de contato dos pesquisadores 
Luciane Fernanda Rodrigues Martinho 
Fernandes 
(34) 33185524 
Bianca Manzan Reis 
 
(34) 9665 - 2404 
 
18 
 
Em caso de dúvida em relação a esse documento, você pode entrar em contato com o Comitê 
Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, pelo telefone 3318-5854. 
APÊNDICE 02: FICHA DE AVALIAÇÃO 
1- Dados Pessoais: 
Data Avaliação: 
Nome: RG: 
Data Nascimento: Sexo: ( )♂ ( )♀ Dominância: 
Endereço: Nº: Bairro: 
Cidade: Telefone: ( ) Profissão: 
2- Anamnese: 
Diagnóstico: 
Data da lesão: / / Lado da Lesão: ( ) D ( ) E 
Tipo de tratamento: ( ) Cirúrgico – Data 1ª cirurgia: ___/___/_____ 
 Data 2ª cirurgia: ___/___/_____ 
 Outras: ___________________________________________________ 
Tipo de cirurgia______________________________________________________________________ 
 ( ) Conservador – Tipo: ( ) Gesso circular ( ) Tala gessada ( ) Confeiteiro 
 Data colocação: ___/___/_____ 
 Data retirada: ___/___/_____ 
História: 
 
19 
 
Antecedentes Pessoais: ( ) Tabaco – Maços por dia: 
 ( ) Bebida alcoólica : 
 ( ) HAS - ( ) Controlado ( ) Não controlado 
 ( ) Diabetes 
 ( ) Osteoporose 
 ( ) Outros: 
Antecedentes Familiares: 
 
 
Tratamento fisioterapêutico: ( ) não realizou ( ) CR ( ) Projeto LNP ( ) Estágio 
 ( ) Domiciliar 
 ( ) Outra Clínica 
 
3- Exame físico 
 Inspeção: 
 Data: Data: Data: 
 Local Local Local 
Edema 
Hiperemia 
Atrofia 
Hematoma 
Cicatriz 
Sutura 
Órtese 
Curativo 
Outras informações: 
 
20 
 
Palpação da cicatriz: ( ) Aderência – Grau: _____ ( ) Retração – Grau:_____ 
Perimetria: 
Lateralidade Direito Esquerdo 
 Proximal Médio Distal Proximal Médio Distal 
Polegar --- ---- 
2º dedo 
3º dedo 
4º dedo 
5º dedo 
Mão (em 8) 
 
Kapandji 
 
Teste de Força Muscular Manual 
Músculos Lado D Lado E 
Extensor ulnar do carpo 
Extensor radial longo do carpo 
Extensor radial curto do carpo 
Extensor próprio do indicador 
Extensor próprio do 5º dedo 
Extensor comum de dedos 
Tríceps braquial 
 
21 
 
Avaliação goniometria 
DIREITO ESQUERDO 
 COTOVELO E ANTEBRAÇO 
 Flexão-extensão 0-150 
 Supinação 0-80 
 Pronação 0-80 
 PUNHO 
 Flexão 0-80 
 Extensão 0-70 
 Desvio Ulnar 0-30 
 Desvio radial 0-20 
 POLEGAR 
 Flexão CM 0-15 
 Extensão CM 0-20 
 Flexão-Extensão MTC-F 0-50 
 Flexão-Extensão IF 0-80 
 DEDO INDICADOR 
 Flexão-Extensão MCF 0-90 
 Flexão-Extensão IFP 0-100 
 Flexão-Extensão IFD 0-90 
 DEDO MÉDIO 
 Flexão-Extensão MCF 0-90 
 Flexão-Extensão IFP 0-100 
 Flexão-Extensão IFD 0-90 
 DEDO ANULAR 
 Flexão-Extensão MCF 0-90 
22 
 
 Flexão-Extensão IFP 0-100 
 Flexão-Extensão IFD 0-90 
 DEDO MÍNINO 
 Flexão-Extensão MCF 0-90 
 Flexão-Extensão IFP 0-100 
 Flexão-Extensão IFD 0-90 
 
Teste De Força Muscular Instrumental/ Preensão Palmar- Posição __________ 
 Lado direito 
 
Lado esquerdo 
Data 1ª 2ª 3ª Média 1ª 2ª 3ª Média 
 
 
23 
 
 
 
APÊNDICE 03: PROTOCOLO DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS NA 
CLÍNICA PARA MEMBRO SUPERIOR APÓS FRATURA DISTAL DE RÁDIO 
 Objetivos Tratamento 
Fase Inicial Analgesia (se houver dor) 
Controle do edema (se 
houver) 
Utilização de recursos analgésicos 
(gelo, TENS, infra vermelho). 
Controle de edema dentre eles 
(Correntes, crioterapia, 
massoterapia e drenagem linfática 
manual). 
 Ganho e/ou manutenção das 
amplitudes de movimento 
(articulações adjacentes) 
Exercícios ativos de flexão, 
extensão, abdução, adução, rotação 
externa e interna de ombro, flexão e 
extensão de cotovelo, pronação e 
supinação de antebraço, flexão e 
extensão das interfalangeanas 
proximais e distais. 
 Ganho/ manutenção de 
amplitude de movimento das 
seguintes articulações (carpo, 
metacarpo falangeanas, 
interfalangeanas proximais e 
distais). 
Exercícios ativos e posteriormente 
passivos de flexão, extensão, desvio 
ulnar e desvio radial do punho com 
a tábua de exercícios para o punho 
e mão. 
 Sensibilização e/ou 
dessensibilização (se houver 
lesão de nervos periféricos). 
Técnicas de Sensibilização e/ou 
dessensibilização com diferentes 
texturas dependendo do quadro 
apresentado. 
Fase intermediária Analgesia (se houver dor) 
Controle do edema (se 
Utilização de recursos analgésicos e 
para controle de edema dentre eles 
(Correntes, crioterapia, 
24 
 
houver); massoterapia e drenagem linfática 
manual). 
 Sensibilização e/ou 
dessensibilização (se houver 
lesão de nervos periféricos) 
Técnicas de Sensibilização e/ou 
dessensibilização com diferentes 
texturas dependendo do quadro 
apresentado. 
 Fortalecimento dos flexores, 
extensores, abdutores e 
adutores dos dedos. 
Cinesioterapia para fortalecimentos 
de dedos (digiflex (Protocolo com 
carga descendente/ Oxford), mesa 
de exercícios e massinhas). 
 Exercícios isométricos dos 
músculos do punho com 
resistência manual e com 
elásticos na tábua de 
exercícios. 
Isometria dos músculos flexores e 
extensores do punho 
 Estimular o paciente a 
realizar pinça e preensão 
duranteas suas AVDs 
Exercícios ativos para realização de 
pinças e preensão, evoluindo para 
fortalecimento. 
 Início do fortalecimento e 
aumento gradual dos 
músculos do punho. 
** Fortalecimento das 
articulações adjacentes 
(ombro e cotovelo), se houver 
perda de força. 
Cinesioterapia resistida para início 
do fortalecimento dos músculos do 
punho com aumento gradual da 
resistência imposta. 
Fase final Alongamento os músculos 
dos membros superiores 
Cinesioterapia para realização de 
alongamentos dos músculos dos 
membros superiores bilateralmente 
(auto alongamento e alongamentos 
25 
 
na mesa de exercícios). 
 Fortalecimento dos músculos 
do punho com resistência 
mecânica 
Cinesioterapia resistida para 
fortalecimento dos músculos do 
punho com diversos recursos 
fisioterapêuticos (halteres, faixas 
elásticas). 
 **Fortalecimento global dos 
membros superiores (ombro e 
cotovelo se houver perda de 
força) 
Cinesioterapia para fortalecimento 
global dos músculos de membros 
superiores, bilaterais. 
 Ganho/ Manutenção da 
propriocepção 
 
Treino de propriocepção e descarga 
de peso sobre o lado acometido. 
 
 
26 
 
 
 
APÊNDICE 04: PROTOCOLO DE EXERCÍCIOS DOMICILIARES PARA MEMBRO 
SUPERIOR APÓS FRATURA DISTAL DE RÁDIO 
 
Fase Inicial 
Objetivos: 
-Alívio da dor (se houver dor) 
- Controle do inchaço (se houver); 
-Ganho e/ou manutenção das amplitudes de movimento (articulações adjacentes); 
-Ganho e/ou manutenção de amplitude de movimento das seguintes articulações (metacarpo 
falangeanas, Inter falangeanas proximais e distais); 
-Sensibilização e/ou dessensibilização (se houver lesão de nervos periféricos). 
1. Para alívio da dor e controle do inchaço, 
coloque gelo sobre o local onde houver dor e 
edema, associado a técnicas de elevação do 
membro acometido e massagem de retorno 
conforme orientação. 
 
Antes de colocar o gelo cobrir a pele com 
uma toalha e manter o gelo por 20 a 25 
minutos. No caso de desconforto retirar o 
gelo imediatamente. 
2. Com uso de um bastão (cabo de 
vassoura), segure-o com as duas mãos e 
eleve o ombro acima do nível da cabeça. 
Se não conseguir segurar o bastão pode 
elevar o membro com o auxílio da outra 
mão. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
3. Com uso de um bastão (cabo de vassoura), 
segure-o com as duas mãos na região 
posterior do corpo e eleve o ombro, ao 
máximo que conseguir sem compensar com o 
4.Com uso de um bastão (cabo de 
vassoura), segure-o com as duas mãos à 
frente do corpo e em seguida, eleve 
ambas as mãos para o lado direito e 
27 
 
tronco. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
depois para o lado esquerdo. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
5. Com o cotovelo apoiado ao tronco e 
dobrado a 90 graus leve o braço para fora o 
máximo que conseguir, mantendo o polegar 
para cima. 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
6. Com o cotovelo apoiado ao tronco, e 
dobrado a 90 graus, leve o braço para 
próximo do corpo o máximo que 
conseguir, mantendo o polegar para cima. 
Coloque o braço nas costas com a palma 
da mão voltada para trás. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
7. Com o uso de um bastão (cabo de 
vassoura), segure-o com ambas as mãos e 
com as palmas das mãos em posição para 
cima, eleve e abaixe o bastão movimentando 
apenas os cotovelos. 
 
8. Fique em pé, encoste a parte de fora no 
batente da porta, com o cotovelo dobrado 
a 90 graus e deixando o antebraço sem 
encostar. Faça movimentos de virar a 
palma da mão para cima e para baixo com 
ajuda da oura mão. 
28 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
9. Com a palma da mão voltada para cima, 
faça movimentos de abrir e fechar os dedos. 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
10. Com o punho apoiado em uma quina 
de mesa, e com a mão fechada, faça 
movimentos com o punho para cima e 
para baixo. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
11. Com o a mão aberta sobre uma mesa, 
faça movimentos levando- a para a direita e 
depois para a esquerda. 
 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
12. Selecione materiais com texturas 
diferentes (comece com texturas bem 
diferentes (uma áspera e outra bem 
macia) e passe suavemente no local onde 
há alteração de sensibilidade, mantendo 
os olhos fechados e tentando identificar as 
texturas diferentes. 
 
29 
 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
13. Selecione materiais com texturas 
diferentes (comece com texturas mais 
macias), e passe o material fazendo um 
pouco de pressão e vá aumentando a pressão 
aos poucos, no local onde há aumento de 
sensibilidade. A medida que a textura deixar 
de incomodar, troque por um material com 
textura mais áspera. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
 
Orientações 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
 
Fase Intermediária 
Objetivos: 
-Alívio da dor (se houver dor); 
-Controle do inchaço (se houver); 
-Estimular ou inibir a sensibilidade das mãos (se houver falta de sensibilidade nas mãos); 
-Fortalecimento dos dedos; 
30 
 
-Exercícios fortalecimento dos músculos do punho, com resistência manual e com elásticos; 
-Estimular o paciente a realizar pinça e preensão (movimentos para pegar objetos pequenos e 
grandes), durante as suas atividades de vida diárias; 
-Início do fortalecimento e aumento gradual dos músculos do punho; 
** Fortalecimento das articulações adjacentes (ombro e cotovelo), se houver perda de força; 
4. Com uso de uma massinha, coloque-a em 
uma mesa e faça movimentos para puxa-la 
apenas com as pontas dos dedos. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
5. Com uso de umabolinha fazendo 
movimento de apertar a bolinha (fechar a 
mão) com todos os dedos, distribuindo a 
força em todas as falanges (proximais, 
médias e distais). 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
6. Coloque a mão com a palma voltada para 
baixo e deixe os dedos dobrados (posição de 
tocar piano) e faça resistência com ajuda da 
outra mão para baixo. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
7. Com uso de uma bola pequena, 
estabilize-a com uma mão e com a outra 
faça movimentos dobrando todos os 
dedos forçando-os contra a bola. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
8. Com o cotovelo apoiado na mesa deixe a 
mão aberta e faça movimentos com os dedos 
9. Com uso de um elástico entrelace-o em 
dois dedos de cada vez, e em seguida faça 
31 
 
para trás. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
movimentos de abrir os dedos. 
 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
10. Com uso de uma massinha, coloque-a 
entre dois dedos de cada vez e faça 
movimentos fechar os dedos, empurrando-a 
até que os dedos se encontrem. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
11. Coloque a mão e o punho sobre a 
mesa, coloque a palma da mão para baixo, 
feche a mão, e com a ajuda da outra mão 
force-a para baixo enquanto que a mão 
fechada faça força para cima. Neste 
exercício não haverá movimentação da 
articulação. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
12. Com a mão e o punho sobre a mesa, 
coloque a palma da mão para cima, feche a 
mão, e com ajuda outra mão force-a para 
baixo enquanto que a mão fechada faça força 
para cima. Neste exercício não haverá 
13. Coloque vários objetos à sua frente 
(objetos pequenos, e grandes), os objetos 
pequenos pegue-os apenas com as pontas 
dos dedos, enquanto que os objetos 
grandes pegue com a mão toda fechando 
32 
 
movimentação da articulação. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
todos os dedos e a mão. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
14. Com uso de um prendedor de roupas 
aperte-o com posições de pinça. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
15. Com uso de uma garrafa de água de 
300 ml encha-a com areia até a metade e 
quando a garrafa estiver leve encha-a por 
completo para realizar fortalecimento dos 
músculos do punho. Coloque a mão para 
fora da mesa e com a palma da mão para 
baixo, segurar a garrafa e realizar 
movimentos de levantar a mão sem tirar o 
antebraço da mesa. Com a palma da mão 
voltada para cima, segurar a garrafa e 
realizar movimentos de levantar a mão 
sem tirar o antebraço da mesa. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
16. Coloque o antebraço em uma mesa e faça 
movimento com a mão para a direita e para a 
esquerda, fazendo resistência com a outra 
17. Com uso de uma garrafa de água de 
300 ml encha-a com areia até a metade e 
quando a garrafa estiver leve encha-a por 
33 
 
mão. 
 
 
 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
completo para realizar fortalecimento de 
prono-supinação. Coloque o cotovelo 
junto ao tronco, faça movimento levando 
a palma da mão para cima e para baixo, 
(segurando o objeto para fortalecimento) 
sem desencostar o cotovelo do tronco. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
18. Com uso de um garrote, posicione ambos 
os cotovelos encostados no tronco e enquanto 
uma mão segura uma parte do garrote a outra 
mão puxa o garrote afastando o antebraço do 
tronco. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
19. Com uso de um garrote, amarre-o em 
um local seguro, e segure com a mão, 
puxando o garrote em direção ao outro 
membro. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
20. Com uso de um garrote, prenda-o nos 
pés, segure com a palma da mão voltada para 
cima e faça movimentos dobrando apenas o 
cotovelo, em seguida estenda devagar. 
21. Com o uso de um garrote preso nos 
pés, segure com a palma da mão voltada 
para baixo e com o cotovelo estendido 
eleve os braços ao máximo que conseguir 
(acima da altura da cabeça). 
34 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
22. Com o uso de um garrote, segure com a 
palma da mão voltada para baixo e com o 
cotovelo estendido eleve os braços na lateral 
do corpo ao máximo que conseguir (acima da 
altura da cabeça). 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
23. Com o uso de um garrote, segure com 
a palma da mão voltada para medialmente 
e com o cotovelo estendido leve os braços 
para trás máximo que conseguir. 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
 
 
35 
 
Orientações 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
 
Fase final 
Objetivos: 
-Alongamento os músculos dos membros superiores; 
-Fortalecimento dos músculos do punho com resistência mecânica; 
- Ganho/ Manutenção da propriocepção; 
**Fortalecimento global dos membros superiores (ombro e cotovelo se houver perda de 
força); 
1. .Eleve a cabeça para cima ao máximo que 
conseguir, em seguida, abaixe-a e se possível 
coloque o queixo no peito. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundosRepetir _____ vezes ao dia. 
2. Incline a cabeça, para a direita e em 
seguida para a esquerda (levar a orelha 
em direção ao ombro). 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
3. Entrelace os dedos e em seguida eleve os 
braços ao máximo que conseguir. 
4. Entrelace os dedos atrás do corpo e em 
seguida leve os braços para trás ao 
máximo que conseguir. 
36 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
5. Estenda o braço para frente com o 
cotovelo estendido e mão em direção ao 
chão, com a outra mão force a mão que está 
em direção ao chão para trás. 
 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
6. Estenda o braço para frente com o 
cotovelo estendido e a mão com os dedos 
para cima, com a outra mão force a mão 
que está com os dedos para cima, para 
trás. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
7. Coloque as duas mãos em contato uma 
com a outra, e em seguida force-a uma contra 
a outra forçando principalmente nos dedos. 
 
8. Com uso de um prendedor de roupas, 
aperte-o com posições de pinça, 
graduando a força com elásticos. 
 
37 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia 
9. Com o uso de uma bola pequena, coloque-
a na parede e force a palma da mão contra a 
bola em movimente-a em todas as direções. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
10. Com a palma da mão voltada para a 
mesa, force-a em direção a mesa 
primeiramente com as duas mãos e em 
seguida alternando ambas as mãos 
descarregando o peso sobre ela. 
 
Nº de séries: _________ 
Nº de repetições: ________ 
Manter por _________ segundos 
Repetir _____ vezes ao dia. 
Orientações 
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
38 
 
 
 
ANEXO 01: Desabilities of Shoulder, Arm And Hand (DASH) 
 
DASH 
(Disabilities of arm, shoulder and hand) 
 
INSTRUÇÕES: 
Esse questionário é sobre seus sintomas, assim como suas habilidades para fazer certas atividades. 
Por favor, responda a todas as questões baseando-se na sua condição na semana passada. 
Se você não teve a oportunidade de fazer uma das atividades na semana passada, por favor, tente 
estimar qual resposta seria a mais correta. 
Não importa qual mão ou braço você usa para fazer a atividade; por favor, responda baseando-se na 
sua habilidade independentemente da forma como você faz a tarefa. 
Nome: __________________________________________________________________________ 
Registro prontuário: _______________________________________________________________ 
Diagnóstico:______________________________________________________________________ 
__________________________________________________________________Lado D( ) E ( ) 
Data de nascimento: _______________________________________ Dominância: _____________ 
 
AVALIE A SUA HABILIDADE EM FAZER AS SEGUINTES ATIVIDADES NA SEMANA 
PASSADA CIRCULANDO A RESPOSTA APROPRIADA ABAIXO: 
 
 Não houve 
dificuldade 
Pouca 
dificuldade 
Média 
dificuldade 
Muita 
dificuldade 
Não 
consegui 
fazer 
1. Abrir um vidro novo ou com a 
tampa muito apertada 
1 2 3 4 5 
2. Escrever 1 2 3 4 5 
3. Virar uma chave 1 2 3 4 5 
4. Preparar uma refeição 1 2 3 4 5 
5. Abrir uma porta pesada 1 2 3 4 5 
6. Colocar algo em uma prateleira 
acima de sua cabeça 
1 2 3 4 5 
7. Fazer tarefas domésticas 
pesadas (por exemplo: lavar 
paredes, lavar o chão) 
1 2 3 4 5 
8. Fazer trabalho de jardinagem 1 2 3 4 5 
9. Arrumar a cama 1 2 3 4 5 
10. Carregar uma sacola ou uma 
maleta 
1 2 3 4 5 
11. Carregar um objeto pesado 
(mais de 5 kg) 
1 2 3 4 5 
12. Trocar uma lâmpada acima da 
cabeça 
1 2 3 4 5 
13. Lavar ou secar o cabelo 1 2 3 4 5 
14. Lavar suas costas 1 2 3 4 5 
15. Vestir uma blusa fechada 1 2 3 4 5 
16. Usar uma faca para cortar 
alimentos 
1 2 3 4 5 
17. Atividades recreativas que 1 2 3 4 5 
39 
 
exigem pouco esforço (por 
exemplo: jogar cartas, tricotar) 
18. Atividades recreativas que 
exigem força ou impacto nos 
braços, ombros ou mãos (por 
exemplo: jogar vôlei, martelar) 
1 2 3 4 5 
19. Atividades recreativas nas 
quais você move seu 
braçolivremente (como pescar, 
jogar peteca) 
1 2 3 4 5 
20. Transportar-se de um lugar a 
outro (ir de um lugar a outro) 1 
1 2 3 4 5 
21. Atividades sexuais 1 2 3 4 5 
 
 Nada Quase 
nada 
Um 
pouco 
Muito Extremamente 
22. Na semana passada, em que 
ponto o seu problema com braço, 
ombro ou mão afetou suas atividades 
normais com família, amigos, 
vizinhos ou colegas? 
1 2 3 4 5 
 
 
 Não 
limitou 
Limitou 
pouco 
Limitou 
mediana-
mente 
Limitou 
muito 
Não 
consegui 
fazer 
23. Durante a semana passada, o seu 
trabalho ou atividades diárias 
normais foram limitadas devido ao 
seu problema com braço, ombro ou 
mão? 
1 2 3 4 5 
 
 
POR FAVOR MARQUE UM NÚMERO QUE REPRESENTE A SEVERIDADE DOS 
SINTOMAS NA SEMANA PASSADA 
 
 
 Nenhuma Pouca Média Muita Extrema 
24. Você tem dor no braço, 
ombro ou mão 
1 2 3 4 5 
25. Você tem dor no braço, 
ombro ou mão quando 
realiza alguma atividade 
específica 
1 2 3 4 5 
26. Você sente 
formigamento (sensação de 
choque) no seu braço, 
ombro ou mão? 
1 2 3 4 5 
27. Você sente fraqueza no 
seu braço, ombro ou mão? 
1 2 3 4 5 
28. Você sente que o braço, 
ombro ou mão está rígido 
(duro, não mexe)? 
1 2 3 4 5 
 
40 
 
 
 Não houve 
dificuldade 
Pouca 
dificuldade 
Média 
dificuldade 
Muita 
dificuldade 
Tão difícil 
que você 
não 
conseguiu 
dormir 
29. Durante a semana 
passada, você teve 
dificuldade para dormir por 
causa da dor no seu braço, 
ombro ou mão? 
1 2 3 4 5 
 
 Não Um pouco Não sei Muito Totalmente 
30. Você se sente incapaz, 
menos confiante ou inútil 
por causa do seu braço, 
ombro ou mão? 
1 2 3 4 5 
 
 
 
 
 
MÓDULO DE ESPORTES/ARTES 
 
AS QUESTÕES QUE SEGUEM SÃO A RESPEITO DO IMPACTO CAUSADO NO BRAÇO, 
OMBRO OU MÃO QUANDO VOCÊ TOCA ALGUM INSTRUMENTO MUSICAL, PRATICA 
ESPORTE OU AMBOS 
 
Se você toca mais de um instrumento,pratica mais de um esporte ou ambos, por favor, responda com 
relação ao que é mais importante para você. 
 
Por favor, indique o esporte ou instrumento que é mais importante para você: 
__________________________________ 
 
( ) Eu não toco instrumentos ou pratico esportes (você pode pular essa parte) 
 
Por favor circule o número que melhor descreve sua habilidade física na semana passada. Você teve 
alguma dificuldade para: 
 
 
 Fácil Pouco difícil Dificuldade 
média 
Muito 
difícil 
Não 
consegui 
fazer 
1. Uso de sua técnica habitual 
para tocar instrumento ou 
praticar esporte? 
1 2 3 4 5 
2. Tocar o instrumento ou 
praticar o esporte por causa de 
dor no braço, ombro ou mão? 
1 2 3 4 5 
3. Tocar seu instrumento ou 
praticar o esporte tão bem 
quanto você gostaria? 
1 2 3 4 5 
4. Usar a mesma quantidade 
de tempo tocando seu 
1 2 3 4 5 
41 
 
instrumento ou praticando o 
esporte? 
 
 
AS QUESTÕES SEGUINTES SÃO SOBRE O IMPACTO DO SEU PROBLEMA NO BRAÇO, 
OMBRO OU MÃO EM SUA HABILIDADE EM TRABALHAR (INCLUINDO TAREFAS 
DOMÉSTICAS SE ESSE É O SEU PRINCIPAL TRABALHO). 
 
Por favor, indique qual é o seu trabalho: _________________________________ 
( ) Eu não trabalho (você pode pular essa parte) 
 
Por favor, circule o número que melhor descreve sua habilidade física na semana passada. Você teve 
alguma dificuldade para: 
 
 
 Fácil Pouco difícil Dificuldade 
média 
Muito 
difícil 
Não 
consegui 
fazer 
1. Uso de sua técnica habitual 
para seu trabalho? 
1 2 3 4 5 
2. Fazer seu trabalho usual por 
causa de dor em seu braço, 
ombro ou mão? 
1 2 3 4 5 
3. Fazer seu trabalho tão bem 
quanto você gostaria? 
1 2 3 4 5 
4. Usar a mesma quantidade de 
tempo fazendo seu trabalho? 
1 2 3 4 5 
 
 
 
CÁLCULO DO ESCORE DO DASH 
 
a) Para se calcular o escore das 30 primeiras questões, deverá ser utilizada a seguinte fórmula: 
(Soma dos valores das 30 primeiras questões - 30)/1,2 
 
b) Para o cálculo dos escores dos módulos opcionais, estes deverão ser calculados separadamente, 
utilizando a seguinte fórmula: (Soma dos valores - 4)/0,16 
 
 
 
 
 
 
 
 
42 
 
ANEXO 02: Patient Rated Wrist Evaluation (PRWE) 
 
 
43 
 
ANEXO 03: World Health Organization Quality of Life – Bref (WHOQOL-bref). 
 
 
WHOQOL - ABREVIADO 
 
Versão em Português 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROGRAMA DE SAÚDE MENTAL 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 
GENEBRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Coordenação do GRUPO WHOQOL no Brasil 
Dr. Marcelo Pio de Almeida Fleck 
Professor Adjunto 
Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal 
Universidade Federal do Rio Grande do Sul 
Porto Alegre – RS - Brasil 
 
44 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
45 
 
 
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