PROVA DISCURSIVA DA ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING E COMPOSTO DE MERCADOLÓGICA
5 pág.

PROVA DISCURSIVA DA ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING E COMPOSTO DE MERCADOLÓGICA


DisciplinaAdministração de Marketing e Composto Mercadologico206 materiais456 seguidores
Pré-visualização5 páginas
PROVA DISCURSIVA DA ADMINISTRAÇÃO DE MARKETIN G E COMPOS TO DE MERCADOLÓGI CA
N ota: 90
Di s ci pli na(s ):
Ad minis tração de Marke t ing
Compos to Mer cado ló gico
Data de ic io :
23/04/2019 17 :29
Prazo ximo e nt re ga :
23/04/2019 18 :29
Data de e ntre ga :
23/04/2019 18 :18
Ate nção. Est e gabar ito é pa ra uso e xc lus ivo do a luno e não de ve ser p ub licado o u
co mpart ilhado e m red es soc ia is o u gr upo de me nsa ge ns.
O seu co mp art ilha me nto infr inge as po t ica s do Centro U nive rs itár io UN INT ER e
poderá imp lic ar sa nçõe s d isc ip linare s, co m pos s ib ilid ade de des liga me nto do q uad ro de
a lunos do C e ntro U nive rs itár io, be m co mo re spo nderõe s j ud ic ia is no â mb ito c íve l e
cr imin a l.
Q uestão 1 /4 - Ad minis tração d e Marke t ing
Em p le no séc ulo X XI é impe n ve l q ue a ind a e xista m or ga nizõe s a lhe ia s ao pode r do
market ing, e os va lio sos res ultados q ue es ta ma gnífica fer ra me nta ge re nc ia l pode t ra zer.
U ma or ga nização, q ue q ue ira pe rpet ua r- se no merc ado e m q ue a t ua, a lé m de te r toda
ate nção para o marke t ing, co nq uista ndo re s ult ados qua litativos (sa t is fação de se us
c lie ntes) e co nseq ue nt e me nte fina nce iros, não pode se dar ao luxo de me nospre zar o q ue
o mark et ing pode gera r de va lo r para e la. O me rcado bras ile iro ve m se tor na ndo cada
ve z ma is co mpe t it ivo, d ia nte de inúme ros e mpree nd ime ntos nac io na is o u inte r nac io na is,
extre ma me nte preparados par a seus propós itos. D ia nte da at ua l co nj unt ura, é neces r io
ente nder co mo pa rt ic ipar de ste ce nár io d e hiperco mpetit ividade e des tacar- se fr e nte aos
de ma is.
CRU Z, P. T. O poder e a impo rtâ nc ia do Marke t ing nas O rga nizõe s. Li nk e di n Puls e ,
2015. D ispo níve l e m: < ht tps :// ww w. linked in. co m/p ulse /o - poder- e-
impor t%C 3% A2 nc ia- do- ma rket ing- nas- or ga niza%C 3% A7%C3% B5es- t ho m%C3%A9-
da- cruz>.
O Market ing ve m ga nha ndo, cada ve z ma is, dest aq ue de ntro das or ga nizações, nesse
sent ido, c ite e descre va os t rês ve is de at ividades de marke t ing q ue as e mp resas
prat ic a m.
N ota : 20.0
N a prát ica e nco ntra m- se o r ga nizações es tr ut uradas e m t s níve is de a t ividades de
market ing:
Ope racio nal : re lat ivo a ações ope rac io na is do marke t ing, no r ma lme nte co nst ituído por
um d epart a me nto q ue e xec ut a atividades re fe re nte s à prod ução de mate r ia is de ve nda s,
pro moções, e c a mpa nhas p ub lic itá r ia s. N ão e labora e st udos o u p la nos de mercado
apena s e xec uta. Tát ico: e nvo lve- se co m os ne góc ios da e mpre sa, co m a s dec isões
co merc ia is, co m as po lít icas d e ve nda e pós - ve nda e co m o e stabe lec ime nto de preços,
cana is de d ist r ib uição e parce r ia s. Está e f et iva me nte ligado às ve nda s, e mbor a seja ma is
do que ve nda. Es t raté gico: es t uda o me rcado e propõ e as linhas de aç ão q ue pode m
gar a nt ir a co nt inuidad e do ne góc io. Isso se rea liza por me io da d e finição de tát icas, da
operac io na lizaç ão das propos tas e p rocesso s, do mo nitora me nto d a e vo lução do
mercado e da e labora ção de p la no s ma is a mp los q ue e nvo lve m a o r ga niza ção co mo um
todo. É a ge stão de marke t ing (Cap ít ulo 01, 31 - 32).
R es pos ta: O peracio na l: re la t ivo a s ações ope rac io na is do market ing nor ma lme nte
cons t it uindo por um depar ta me nto q ue e xec uta a t ividades re fere nte à prod ução d e
mater ia is de ve ndas, p ro moções e ca mpa nha s p ub lic itár ias .N ão e labor a estudo s o u
pla nos de ma rcados ape nas e xec utados. Tát ico : e nvo lver- se co m ne góc ios da e mpre sa,
co m as dec isões co merc ia is, co m as po lit ica s de ve ndas e pó s- ve ndas e co m
estabe lec ime ntos de p reços, ca na is de d ist r ib uição e par cer ias. Esta e fet iva me nte ligado
ás ve nd as, e mbo ra se ja ma is do q ue ve nde r. Estra gico : Es t uda o me rcado e propoe a s
linhas de a ção q ue pode m ga ra nt ir a co nt inuidade do ne góc io. Isso se rea liza po r me io
da de finição de tá t ica s, da operac io na lização da s propós tas e pro cessos, do
mo nito ra me nto da e vo lução do me rcado e da e laboração de p la nos ma is a mp los q ue
envo lve m a o r ga niz ão co mo um todo. É a ges tão de ma rket ing.
Q uestão 2 /4 - Ad minis tração d e Marke t ing
Q ua ndo se t rata d e mar ca, não pode mo s esq uece r da s ua id e nt id ade e s ua ima ge m
pera nte o mercado, p r inc ipa lme nte no mercado co ns umidor. Ass is, Cardoso e Ser ra lvo
(2012, p. 182), a fir ma m q ue e nte nde - se q ue o proces so de co ns tr ução de uma ma rca
fa z part e de uma e stra té gia de ma rket ing de lo ngo pr a zo q ue acar reta rá à or ga nização
ser dete ntora de uma ma rca só lida, va lios a e de s uces so .
AS SIS, Eva nge E lia s; CA R DO SO , O nés imo O live ira; S ERRA LVO, Fra nc isco A nto nio.
O processo de co nst r ução de uma ma rca for te q ue se pop ular izo u: o c aso Co ns ul.
O rga nizações e m co nte xto, São Ber nardo do Ca mpo, v. 8, n. 15, ja n. /jun 2012..
D es cre va a dife re nça e nt re ide nt i da de e image m da ma rca.
N ota : 20.0
De modo ge ra l, esp era- se q ue o a luno co ns iga ter o co nhec ime nto e a co mpree ns ão e
ana lise cr it ica d a d ife re nça e ntre a ide nt idade e a ima ge m da ma rca. D esta for ma,
espera- se q ue os ite ns aba ixo, co ns te m na respos ta.
A ide nt idade de marca o r igina- se na e mpr esa, o u se ja, é co mo a e mpr esa vê a s i me s ma,
sendo respo n ve l por c r ia r a d ifere nc iação de prod utos e se r viço s por me io de aspe ctos
únicos q ue co m e a o fer ta da e mpresa. Po r o utro lado, a ima ge m de ma rca é a
percepção q ue o co ns umido r te m da ma rca, se ndo o r es ultado das inte rações e ntre a
marca e s e u p úb lico.
R es pos ta: A ide nt idade de marca or igina - se na e mpres a, o u seja , é co mo a e mpre sa vê a
s i mes ma, se ndo respo n ve l por c ita r a d ifere nc iação de prod uto e se r viço s por me io de
aspectos únicos q ue co mpõe a o fe rta da e mpre sa. Por o ut ro lado, a ima ge m de marca é a
percepção q ue o co ns umido r tê m da ma rca se ndo r es ultado das inter ações e ntre marcas
e seu p úb lico.
Q uestão 3 /4 - C ompo sto Me rcado ló gico
O s preços são fa tor prepo nd era nt e para a dec isão de co ns umo, re ve la pesq uisa nac io na l
da Federação do C o mérc io do Estado do R io de Ja ne iro (Fe co mérc io - RJ ), e m parce r ia
co m o I ns t it uto Ipsos. D ivulgada ho je (26 ), a pesq uisa mos tra q ue o s preço s influe nc ia m
a dec i o de co mpra de 82,2 % dos bras ile iros e o fa tor q ua lidad e, de 77,1 %. A marca
(17,9%) e o co nfo rto (12,1%) aparec e m e m terce iro e q uarto luga res, respec t iva me nte.
O le va nta me nto fo i fe ito e ntre os d ias 16 e 31 de ja ne iro, co m mi l co ns umido res, e m 70
munic íp ios.
GAND RA, A. Preços deter mina m dec isão de co mpra dos co ns umidore s, ind ica
pesquisa. EB C A nc ia Bras i l, 2015. D ispo níve l e m:
<ht tp ://a ge nc iabr as il.ebc.co m.b r/eco no mia / not ic ia/2015 - 03/preco s- deter mina m-
dec isoes- de- co mpra- dos- cons umidor es- bras ile iros- ind ica>.
A part ir da impo rtâ nc ia do preço fre nte à to mada de dec isão dos co ns umidores,
confo r me aprese ntado na pe sq uisa, apres e nte os q uatro passos a se re m s e guidos p ara a
prec ificação de um prod uto o u ser viço.
N ota : 25.0
1. Re lac io nar todas as s uas ca racte r ís t ica s, is to é, co nhece r as ca racte r ís t ica s
téc nica s, s ua func io na lidade, q ua l a necess idade q ue o p rod uto irá at e nder, q ua l
b lico a lvo, q ua l a s e gme ntação, d urab il idade, te mpo de gar a nt ia, e ntr e o utro s.
2. C onhecer a s var ve is q ue imp acta m na for mação do p reço.
3. A na lisar a s var iá ve is q ue impa cta m, de ma ne ira d ire ta e ind ire ta na de finição
dos preços (e co nô micas, a ná lise de c ustos, var iá ve is tr ib utár ias e le ga is);
4. De finir o p reço co m ba se na es tra gia da o r ga niza ção ( A ula 03, p. 08 - 09).