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Resumo Embriologia Respiratório – Cavidades Corporais
N o início da quarta semana de desenvolvimento, o celoma intraembrionário aparece como uma cavidade em forma de ferradura (Fig. 8-1A). A flexura da cavidade na extremidade cranial do embrião representa a futura cavidade pericárdica e seus membros (extensões laterais) indicam as futuras cavidades pleurais e peritoneais.
O celoma intraembrionário torna-se a cavidade do corpo embrionário, que é dividido em três cavidades bem definidas durante a quarta semana:
• Uma cavidade pericárdica.
• Dois canais pericardioperitoneais.
• Uma cavidade peritoneal.
Essas cavidades possuem uma parede parietal, revestida por mesotélio (futura camada parietal do peritônio), que é derivado do mesoderma somático e uma parede visceral, também coberta por mesotélio (futura camada visceral do peritôneo), que é derivado do mesoderma esplâncnico.
Mesentérios
Um mesentério é uma camada dupla de peritônio, que começa como uma extensão do peritônio visceral que reveste um órgão. As artérias que irrigam o intestino primitivo – tronco arterial celíaco (intestino anterior), a artéria mesentérica superior (intestino médio) e a artéria mesentérica inferior (intestino posterior) – passam entre as camadas do mesentério dorsal.
Membranas Pleuropericárdicas
À medida que as pregas pleuropericárdicas aumentam, elas formam divisórias que separam a cavidade pericárdica das cavidades pleurais. Essas partições – as membranas pleuropericárdicas – contêm as veias cardinais comuns, que drenam o sistema venoso no seio venoso do coração.
-dividindo o mesênquima em:
• Uma camada externa que se torna a parede torácica.
• Uma camada interna que se torna o pericárdio fibroso, a camada externa do saco pericárdico que envolve o coração.
Membranas Pleuroperitoneais
Conforme as pregas pleuroperitoneais aumentam, elas projetam-se nos canais pericardioperitoneais. Gradualmente, as pregas tornam-se membranosas, formando as membranas pleuroperitoneais. As membranas pleuroperitoneais são produzidas quando os pulmões em desenvolvimento e as cavidades pleurais se expandem e invadem a parede do corpo.
Desenvolvimento do diafragma
O diafragma é uma partição musculotendinosa em forma de cúpula que separa as cavidades torácica e abdominal. É uma estrutura composta que se desenvolve a partir de quatro componentes embrionários.
• Septo transverso.
• Membranas pleuroperitoneais.
• Mesentério dorsal do esôfago.
• Crescimento muscular a partir das paredes laterais do corpo.
Vários genes candidatos, no braço longo do cromossomo 15 (15q), desempenham um papel crítico no desenvolvimento do diafragma.
Septo Transverso
O septo, que é composto de tecido mesodérmico, forma o tendão
central do diafragma. Após a cabeça dobrar ventralmente durante a quarta semana, o septo forma uma espessa partição de tecido conjuntivo incompleto entre as cavidades abdominal e do pericárdio. O septo não separa completamente a cavidades torácica e abdominal.
Crescimento Muscular das Paredes Laterais do Corpo
Ao longo da 9ª à 12ª semana, os pulmões e as cavidades pleurais aumentam, alojando-se nas paredes laterais do corpo. Durante esse processo, o tecido da parede do corpo é dividido em duas camadas:
• Uma camada externa que se torna parte da parede abdominal definitiva.
• Uma camada interna que contribui para as partes periféricas do diafragma, externas às partes derivadas das membranas pleuroperitoneais.
D e f e i t o p o s t e r o l a t e r a l do d i a f r a g ma
Esse defeito está associado com a hérnia diafragmática congênita (HDC), que leva a herniação do conteúdo abdominal para a cavidade torácica.
E ve n t r a ç ã o d o d i a f r a g ma
Na eventração do diafragma, uma condição rara, metade do diafragma apresenta musculatura defeituosa e forma balões para dentro da cavidade torácica como uma camada aponeurótica (membranosa), formando uma bolsa diafragmática.
G a s t r o s q u i s e e h é r n i a e p i g á s t r i c a c o n g ê n i t a
A gastrosquise é uma fissura congênita na parede abdominal anterior que ocorre em cerca de 1 a cada 3.000 neonatos.

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