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Enzimas ImobilizadasEnzimas Imobilizadas Uso de enzimas imobilizadas Vantagens Desvantagens Desenvolvimento de sistemas contínuos Custo adicional de suportes, reagentes e da operação de imobilização Maior establidade enzimática Perdas de atividade durante a imobilização Uso mais eficiente do catalisador através Possíveis exigências adicionais de de reutilizações g purificação do catalisador Flexibilidade no projeto de reatores Técnica pouco adequada a substratos insolúveis ou de alto peso molecular Efluentes livres de catalisadores Maiores riscos de contaminação na operação contínua dos reatores Maior versatilidade na etapa de separação Possibilidade de utilização das enzimas “in-natura” 1 Usos em escala industrialUsos em escala industrial 9Resolução de misturas racêmicas de aminoácidos: Tecnologia JaponesaTecnologia Japonesa Origem da enzima – microbiana (E. coli) Suporte usado – DEAE-Sephadex D,L – R – CH – COOH + H2O L – R – CH – COOH + R’ – COOH NH COR’ NHNH – COR NH2 + D – R – CH – COOH NH – COR’ 9Produção de xaropes de frutose a partir de glicose:ç p p g Enzima – glicose isomerase Origem da enzima – Streptomyces sp Arthrobacter sp 2 Origem da enzima Streptomyces sp., Arthrobacter sp. Suporte usado – proteína entrecruzada ou vidro poroso ativado Usos em escala industrialUsos em escala industrial 9Produção de ácido 6-amino-penicilâmico (6-APA): Enzima – penicilina amidase Origem da enzima – E.coli, Bacillus megateriumg g Suporte usado – bentonita entrecruzada Penicilina-G + H2O 6 APA + R – COOH2 9 Produção de leites e soros deslactosados: Origem da enzima Saccharomyces lactis Aspergillus nigerOrigem da enzima – Saccharomyces lactis, Aspergillus niger Suporte usado – fibras de acetato de celulose ou vidro poroso ativado 3 4 Efeitos de ImobilizaçãoEfeitos de Imobilização Retenção da atividade → algumas moléculas podem ser desnaturadas ou inativadas por reagentes ou produtos envolvidos na formação da matriz encapsulanteenvolvidos na formação da matriz encapsulante. Efeitos difusionais→ a difusão do substrato e produtos dos centros ativos para a solução (ou viceversa) ocorre através de mecanismos de difusão molecular e convectiva. Efeitos de microambiente → os efeitos eletrostáticos promovidos no valor KM e no pH ótimo são dependentes d f iô ida força iônica Efeitos esteroespecíficos→ resultado de impedimento p p estéreo, formado pelo suporte, ao acesso de moléculas grandes ao centro ativo da enzima. 5Efeitos na estabilidade → mudanças na estabilidade térmica Critérios para avaliação de umCritérios para avaliação de um i t ii t i ttsistema enzimasistema enzima--suportesuporte Estabilidade de fixação → as forças existentes no processo de fixação podem ser insuficientes, acarretando perdas. Estabilidade enzimática → a fragilização da enzima g deve ser evitada Resistência mecânica → resistir a várias condições ç desfavoráveis Capacidade de carga → número elevado de unidades p g enzimáticas por unidade de área 6 Catálise em Fase HeterogêneaCatálise em Fase Heterogênea Cinética Intrínseca Enzima Solúvel Efeitos conformacionais Impedimentos estéreos Cinética IntrínsecaCinética Intrínseca Enzima Imobilizada Efeitos de partição Cinética Inerente Restrições difusionais Cinética Inerente Enzima Imobilizada Restrições difusionais Cinética Efetiva Enzima Imobilizada 7 Enzima Imobilizada Efeitos de PartiçãoEfeitos de Partição S P Soo (a) S Po P S So P (b) Po S P Perfis de concentração de substrato (S) e produto (P) para enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais 8 para enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais com efeito de partição (a) e sem efeito de partição (b). Deslocamento do fil d H dperfil de pH de glucoamilase de Aspergillus niger imobilizada em DEAE-celulose (EI) com relação a ç enzima em solução (Esol). T'k'43.0pHpH o φε=− onde ε’ ≡ carga do elétron;φ ≡ potencial eletrostático do suporte; T temperatura absoluta; 9 T ≡ temperatura absoluta; k’ ≡ constante de Boltzman Restrições Restrições difusionaisdifusionais ttexternasexternas oS'V' ã i ti t t l d o o inh SK 'v += reação cineticamente controlada reação limitada por difusão 10 odif Sh'v = reação limitada por difusão Kh 'V ;KS ;KS oo =α=β=β Comportamento cinético de uma enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais externas, empregando o Kh 11 no de Damkoehler (α) como parâmetro )1(SK S'V oβ+β=+=η )1( SK S'V o o o β+β= + =η Fator de efetividade (η) versus no de Damkoehler (α), com concentração adimensional de substrato (βo) como parâmetro, para enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais externas 12 D t i ã i t l d â t i étiDeterminação experimental dos parâmetros cinéticos inerentes e número de Damkoehler para uma enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais externas mediante gráficos de inversos 13 mediante gráficos de inversos. Restrições Restrições difusionaisdifusionais i ti tinternasinternasModelo da Membrana Enzimática xA''vA'JA'J xxx Δ=− Δ+ ''v dx 'dJ =− x SD'J δ δ−= J’ ≡ fluxo de substrato v’’ ≡ velocidade máxima de reação por unidade de volume do suporte D coeficiente de difusão do substrato no interiorD ≡ coeficiente de difusão do substrato no interior do suporte 14Esquema da membrana com enzima imobilizada uniformemente distribuída em seu interior C di õ d tCondições de contorno: z = 0; β = βo z = 0.5; 0=βδz 0.5; 0 z =δ ( ) 21oo DK'V'L ;Lxz ;KS ;KS =Φ==β=β Perfil de concentração de substrato no interior de uma lâmina enzimática em função do módulo de Thiéle: ( ___ )solução numérica; (---) solução analítica para cinética de primeira ordem 15 ; ( ) ç p p Fator de efetividade médio integrado (η) versus módulo de Thiéle (Φ) com concentração adimensional de substrato (βo) como parâmetro para lâmina com enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais internas 16 Restrições Restrições difusionaisdifusionais i ti tinternasinternasModelo de Partícula Esférica Condições de contorno:Condições de contorno: ξ= 1; β = βo ξ = 0; 0=ξδ βδ ( ) 21oo DK''V3R ;Rr ;KS ;KS =Φ=ξ=β=β 17Perfil de concentração de substrato no interior de uma partícula enzimática esférica em função do módulo de Thiéle Fator de efetividade médio integrado (η) versus módulo de Thiéle (Φ) com concentração adimensional de substrato (β )Thiéle (Φ) com concentração adimensional de substrato (βo) como parâmetro para partícula esférica com enzima imobilizada sujeita a restrições difusionais internas 18 Enzima sujeita a restrições Enzima sujeita a restrições j çj ç difusionaisdifusionais externas e internasexternas e internas Nestas condições o número adimensional de Biot como: ' ' D LhBi = D onde D’ ≡ coeficiente de difusão de substrato na película estagnada; h‘ ≡ coeficiente de transferência de massacoe c e te de t a s e ê c a de assa Este número adimensional representa a magnitude relativa dasg restrições difusionais internas e externas: Um valor de Bi elevado implica que as restrições difusionais 19 externas são de pouca consideração em relação às internas.