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Farmacotécnica – pesquisa bibliográfica MEDICAMENTOS TERMOLÁBEIS Aluno: Thúlio César de Santana Gomes Vitória de Santo Antão – 2019.2 SUBSTÂNCIAS TERMOLÁBEIS O controle de qualidade garante a eficiência terapêutica e segurança do produto. No meio industrial, a presença do farmacêutico garante que a matéria-prima que chega ao centro de produção atenda diversos fatores, estes, essenciais para sua confecção e posteriormente, eficácia. Entre os fatores estudados da matéria-prima até o produto na sua forma farmacêutica, é relevante destacar a margem de temperatura em que este medicamento precisa estar acondicionado. O termo termolábeis, refere-se a substâncias que são sensíveis a temperatura, ou seja, precisam está mantidas dentro de uma faixa, que é determinada pelo estudo da propriedade físico-química da substância. No ramo farmacêutico, geralmente, a MP(matéria-prima) e/ou medicamentos são mantidos entre 4°C e 8°C. Se a temperatura ideal não for mantida para a substância, quando o produto chegar ao paciente, poderá apresentar um efeito terapêutico abaixo do esperado, não apresentar nenhum efeito terapêutico ou mesmo causar uma intoxicação. As substâncias termolábeis normalmente, são proteínas e essas proteínas quando expostas a temperaturas indesejáveis, elas mudam sua conformação tridimensional e passam a exercer outras funções, portanto, para manter o controle de qualidade, principalmente no transporte do produto, é necessário um grande esquema, envolvendo caminhões com refrigeradores altamente eficientes, higienizados, sem nenhum poro que possa permitir a incidência de luz solar, roedores, insetos, etc. Como exemplo de alguns medicamentos termolábeis: insulinas, xalacon solução oftálmica, foraseq, arulatan solução oftálmica, miacalcic spray nasal, entre outros. Ao chegar nas farmácias, o estabelecimento precisa dispor refrigeradores, inspecionados pela vigilância sanitária. Assim, garantindo um melhor acomodamento da substância, para que chegue ao paciente com a eficiência terapêutica. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA CARDOSO, GABRIELE; MILÃO, DENISE. Logística farmacêutica e o transporte de medicamentos termolábeis, 2013. Disponível em: <revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/graduacao/article/view/23952/14359>. Acesso em: 23 ago. 2019, 10:01:12. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Boas Práticas para Estocagem de Medicamentos, 1990. Disponível em: <bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd05_05.pdf >. Acesso em: 23 ago. 2019, 09:15:45.