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Controle ambiental da água Discentes: Franciely Caroline; Geovanna Emanuelly; João Paulo; Neisa Pimenta; Vanusa Camargo. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ALTA FLORESTA CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Controle ambiental da água Atualmente, a sociedade enfrenta diversos problemas relacionados à má utilização dos recursos naturais, a poluição de diversas fontes de onde os mesmos são extraídos, além do grande desperdício por parte de quem os obtêm. Por causa disso, desenvolveu-se a necessidade de estabelecer metas e objetivos para que se conseguisse reverter esses processos e situações favoráveis tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade. Fontes Hídricas https://www.colegioweb.com.br/hidrografia/recursos-hidricos.html Aquíferos https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/aquifero.htm https://www.iguiecologia.com/aquiferos-no-brasil/ Preservação dos recursos Hídricos http://adenilsongiovanini.com.br/blog/area-de-preservacao https://seducdigital.pa.gov.br/odas/tratamento-de-agua Aquíferos brasileiros e sua importância A água doce no mundo é distribuída de maneira desigual, enquanto algumas regiões sofrem com a escassez, outras a tem em abundância. No Brasil, se tem uma das maiores reservas hídricas do mundo. De acordo com dados da Agência Nacional de Águas, no Brasil ha mais de 20 aquíferos, o maior deles é o Aquífero Guarani, localizado em oito estados brasileiros (além de Uruguai, Paraguai e Argentina). De que forma um aquífero pode nos beneficiar? Reservatório Fontes de aguas de boa qualidade Inicio dos ciclos Desenvolvimento econômico e social Perigos Como todos os nossos recursos devemos ter cautela quando estivermos lidando com eles pois algumas atividades podem afetar diretamente os aquíferos sua qualidade ou ate sua destruição São recursos esgotáveis; Desabamentos; Interferências nos ciclos hidrográficos. Vantagens e desvantagens do controle ambiental da água Nossos recursos hídricos são limitados a partir dai surge uma necessidade de politicas de controle de gastos, tecnologias de reutilização para assim reduzir o máximo possível os gastos desnecessários; Mas como usamos nossa agua? Agricultura; Consumo humano, incluindo todas as atividades exercida pelo homem seja ela direta ou indireta; Setor industrial. Poluição na água E com isso quando as suas propriedades são alteradas, a água poluída traz prejuízos ao ambiente natural e ao homem. A poluição da água é resultado das alterações de sua qualidade e que a tornam imprópria para o consumo e prejudicial aos organismos vivos que nela habitam. Causas Atividades agrícolas Atividades industriais Contaminação por resíduos de cadáveres Atividades domésticas Atividades agrícolas A atividade agrícola é potencialmente poluidora porque o uso de pesticidas e fertilizantes químicos pode infiltrar no solo e atingir o lençol freático. As substâncias utilizadas na composição dos fertilizantes e pesticidas podem ser dissolvidas na chuva e gerar impactos ambientais significativos no ecossistema. Atividades industriais O derramamento de petróleo pode afetar espécies animais A atividade das indústrias gera diversos tipos de resíduos poluentes que podem ser lançados nos rios e no mar. A exploração petrolífera em águas subterrâneas , principalmente, pelo vazamento do petróleo no mar e geram desastres ecológicos. Porque além do vazamento na fase de exploração, a contaminação pode ocorrer no transporte ou pelo mau estado dos equipamentos de captação. Alcanivorax borkumensis: uma bactéria que se alimenta de hidrocarbonetos. Atividades domésticas Esgoto doméstico despejado em corpo d'água A atividade doméstica tem destaque pelo uso de detergentes, os quais potencializam o crescimento do fitoplâncton e algas que, quando morrem, esgotam a oferta de oxigênio. A contaminação da água também ocorre pelos resíduos de aterros sanitários mau instalados , lixões a céu aberto(pela infiltração do chorume no lençol freático), e lançamento de esgoto doméstico nas águas. A falta de saneamento básico é outro fator responsável pela poluição das águas. Contaminação por resíduos de cadáveres Assim como ocorre com os lixões, a contaminação da água por resíduos de cadáveres deve-se pela infiltração de substâncias no solo. Nos cemitérios, onde as medidas biológicas para isolamento dos corpos em decomposição não ocorrem, o solo é penetrado pelo chamado necrochorume e pode atingir os lençóis freáticos. Consequências O lançamento de substâncias físicas e químicas na água é potencialmente prejudicial para a vida aquática de animais e plantas. Outra consequência é que o excesso de matéria orgânica proveniente dos esgotos ocasiona o processo de eutrofização. As principais doenças associadas ao consumo de água contaminada são as infecções gastrointestinais, disenteria, leptospirose, cólera e hepatite. Quando as condições químicas da água são alteradas ela não é adequada para o consumo e pode resultar em doenças para as pessoas. A água potável é adequada para o consumo pois não contém microrganismos nocivos, não é prejudicial à saúde e exibe três características básicas: incolor, insípida e inodora. Situação dos rios do planeta Rios de desleixo Muito lento para corrigir seus erros e aprimorar sua infraestrutura, o Brasil ainda não consegue seguir os exemplos da França, da Inglaterra e da Coreia do Sul. Importância dos rios ao redor do mundo 1. Rio Sena, Paris (França) 2. Rio Tâmisa, Londres (Reino Unido) 3. Rio Tejo, Lisboa (Portugal) 4. Rio Cheonggyecheon, Seul (Coreia do Sul) 5. Rio Han, Seul (Coreia do Sul) 6. Rio Reno, várias cidades da Europa 7. Canais de Copenhagen (Dinamarca) Enquanto isso, em São Paulo... O Rio Tietê nasce na Serra do Mar e percorre mais de um km até o rio Paraná. Foi em 1930 que suas terras começaram a ser poluídas, quando ele assumiu a função de vazão para os esgotos da cidade Hoje, é considerado morto biologicamente, sendo casa apenas para fungos e bactérias. A meta é despoluir o Rio Tietê até 2025 onde a primeira etapa teve investimento de R$ 2,16 bilhões; a segunda, de R$ R$ 982 milhões. Gestão de recursos hídricos Um conjunto de ações para regular e controlar o uso e proteger esses recursos vitais. Pela lei, não existem águas particulares ou privadas com domínio ligado à propriedade da terra. E também não existem recursos hídricos de domínio dos municípios. Todas as águas pertencem à União e aos estados. ISO 14001 Código de Águas Promulgado em 10 de julho de 1934 na forma do Decreto nº 10.643; Ele está estruturado em três livros: Águas em Geral e sua Propriedade; Aproveitamento das Águas; Forças Hidráulicas e Regulamentação da Indústria Hidroelétrica. Prevê a cobrança do uso dos recursos hídricos públicos e enuncia o princípio poluidor-pagador. Lei das Águas A Lei nº 9.433 de 08 de janeiro de 1997. Ela institui a Política Nacional dos Recursos Hídricos; Define infrações e penalidades Cria o Singerh – Sistema Nacional dos Recursos Hídricos. Prevê a integração da gestão com os setores usuários e os planejamentos regionais, estaduais e nacionais. Essa legislação determina também que a gestão dos recursos hídricos deve ser baseada em usos múltiplos e descentralizada. Lei nº 9.984 Lei nº 9.984, de 17 de Julho de 2000; Essa lei cria e regulamenta a Agência Nacional das Águas (ANA); A ANA é a entidade responsável pela implementação da Política Nacional dos Recursos Hídricos e pelo gerenciamento do Singerh. ANA Compete atuar na elaboração e implementação de planos de recursos hídricos em bacias hidrográficas de domínio federal; Atualmente, existem oito planos de bacias elaborados: Margem Direita do Amazonas, Tocantins-Araguaia, São Francisco, Paranaíba, Verde Grande,Doce, PCJ e Paraíba do Sul. Essas bacias correspondem a 51% do território nacional. A criação de novo projetos de fiscalização é fundamental para combater a degradação do meio ambiente, pois através deles poderemos evitar muito a poluição do mesmo; Conscientização da população; CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental); Cobranças da execução das leis. ISO 24516 Ela proporciona às empresas um ferramental para manter os recursos válidos no longo prazo, reduzindo o desperdício e alocando melhor a utilização da água. As séries da norma ISO 24516 vão tratar especificamente de: sistemas de distribuição e gestão de água potável; instalações de água potável, incluindo bombeamento, tratamento e armazenamento; tratamento efluentes. https://www.consultoriaiso.org/iso-24516 Referencias bibliográficas REVISTA Superinteressante. A água invisível que “comemos” todo dia sem saber (e seus problemas). Março de 2018. Disponível em: https://exame.abril.com.br/economia/a-agua- invisivel-que-comemos-todo-dia-sem-saber-e-seus-problemas/ ANA, Agencia Nacional das Aguas. Disponível em: http://www3.ana.gov.br/