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2000 perguntas radiologia

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EXTERNO
(E) CONDUTO AUDITIVO INTERNO
194- A DIREÇÃO DO ROCHEDO É UM EIXO OBLÍQUO INCLINADO PARA:
(A) DENTRO E PARA FRENTE 
(B) DENTRO E PARA TRÁS 
(C) O LADO
(D) BAIXO
(E) CIMA
GABARITO:
192 – D 
193 – B
194 - A
195- O EIXO DO ROCHEDO FORMA, COM O EIXO SAGITAL MÉDIO, UM ÂNGULO DE:
(A) 25º
(B) 30º
(C) 45º
(D) 55º
(E) 90º
196- NA RADIOGRAFIA ESPECIAL DO CRÂNIO (INCIDÊNCIA DE STENVERS), O RAIO CENTRAL FORMA 
COM O PLANO ORBITOMEATAL UM ÂNGULO DE:
(A) 90º
(B) 45º
(C) 17º
(D) 15º
(E) 12º
197- A ROTINA MÍNIMA DE PESQUISA DE IDADE ÓSSEA DEVE SER FEITA EM:
(A) TÓRAX, INCLUINDO ANDAR SUPERIOR DO ABDÔMEN 
(B) ABDÔMEN, INCLUINDO BASE DE TÓRAX
(C) OMBRO, INCLUINDO HEMITÓRAX
(D) CRÂNIO, INCLUINDO PESCOÇO
(E) PUNHO, INCLUINDO MÃO
GABARITO:
195 – C 
196 – E
197 - E
198- A INCIDÊNCIA DE RÃ É USADA PARA O ESTUDO DE SEGUINTE ARTICULAÇÃO:
(A) COXOFEMURAL
(B) SACROLOMBAR
(C) SACROILÍACA
(D) ESCAPULO -UMERAL
(E) ACROMIOCLAVICULAR
199- NA PROJEÇÃO SEMI-AXIAL DO CRÂNIO (WORMS-BRETTON), O RAIO CENTRAL FORMA UM 
ÂNGULO DE 35º COM O SEGUINTE PLANO:
(A) VERTICAL 
(B) ORBITOMEATAL
(C) SAGITAL MÉDIO
(D) HORIZONTAL ALEMÃO
(E) FRONTOBIAURICULAR
200- A TÉCNICA CORRETA DA RADIOGRAFIA DE TÓRAX DE CRIANÇA DEVE SER REALIZADA COM:
(A) MAIOR KV E MAIOR mAs
(B) MAIOR MILIAMPERAGEM E MENOR QUILOVOLTAGEM
(C) MENOR TEMPO DE EXPOSIÇÃO E MENOR MILIAMPERAGEM
(D) MAIOR DISTÂNCIA FOCO-FILME E MENOR QUILOVOLTAGEM
(E) MAIOR DISTÂNCIA FOCO-FILME E MENOR QUILOVOLTAGEM
GABARITO:
198 – A 
199 – D
200 - C
201- A INCIDÊNCIA DE FERGUSSON É USADA PARA O EXAME DE:
(A) OUVIDO
(B) CRÂNIO
(C) TÚNEL DO CARPO
(D) ÁPICE PULMONAR
(E) CHARNEIRA LOMBO SACRA
202- NOS CASOS DE OBSTRUÇÃO BRÔNQUICA, A RADIOGRAFIA DE TÓRAX É EFETUADA EM:
(A) PA E PERFIL
(B) PA E DECÚBITO LATERAL
(C) AP E DECÚBITO DORSAL
(D) PA COM INSPIRAÇÃO E EXPIRAÇÃO MÁXIMAS
(E) PA E DECÚBITO LATERAL COM RAIO HORIZONTAL
203- O ARTIFÍCIO A SER USADO NO EXAME DE UM PACIENTE PARA PESQUISA DE PNEUMOTÓRAX 
EM INSPIRAÇÃO COM ASPECTO NORMAL É:
(A) PA EM EXPIRAÇÃO
(B) PERFIL PENETRADO
(C) INCIDÊNCIA DE LAURELL
(D) PA E PERFIL EM DECÚBITO
(E) PA E PERFIL EM ESÔFAGO CONTRASTADO
GABARITO:
201 – E 
202 – D
203 - A
204- A INCIDÊNCIA DOS SEIOS DA FACE PARA PESQUISA DE NÍVEL LÍQUIDO É:
(A) HIRTZ
(B) WATERS
(C) MENTO-NASO EM ORTOSTÁTICA 
(D) LAURELL
(E) CHAMBERLAIN-TOWNE
205- NA INCIDÊNCIA DE VON ROSEN PARA PESQUISA DE LUXAÇÃO CONGÊNITA DO QUADRIL A 
ABERTURA DAS PERNAS EM RELAÇÃO AO PLANO MEDIANO SAGITAL TEM UM ÂNGULO DE:
(A) 90º
(B) 45º
(C) 30º
(D) 25º
(E) 15º
206- AO FAZER UMA RADIOGRAFIA DE TÓRAX EM UM RECÉM-NASCIDO CHORANDO, O TÉCNICO 
PROCURA REALIZAR A INCIDÊNCIA QUANDO A CRIANÇA:
(A) SE MOVE
(B) FICA QUIETA
(C) COMEÇA A CHORAR
(D) TEM A BOCA TAPADA
(E) SUSPENDE POR INSTANTES O CHORO
GABARITO:
204 – C 
205 – B
206 - E
207- NA RADIOGRAFIA DA FOSSA INTERCONDILIANA DO FÊMUR (VISTA DO TÚNEL), O PACIENTE É 
COLOCADO NA SEGUINTE POSIÇÃO:
(A) DE PERFIL
(B) ORTOSTÁTICA
(C) DEITADO COM A COXA FLETIDA 90º
(D) PÓSTERO-ANTERIOR COM RAIO VERTICAL
(E) PERNA PARALELA A MESA, COXA FAZENDO ÂNGULO DE 45º COM MESA E RAIO VERTICAL
208- AO FAZER A RADIOGRAFIA DO CANAL ÓPTICO, A SUA PROJEÇÃO EM RELAÇÃO À ÓRBITA 
DEVE SER NO QUADRANTE:
(A) CENTRAL
(B) INFERIOR-EXTERNO
(C) SUPERIOR-EXTERNO
(D) INFERIOR-INTERNO
(E) SUPERIOR-INTERNO
209- NA RADIOGRAFIA EM PERFIL DA SELA TÚRCICA, O RAIO CENTRAL DEVE INCIDIR:
(A) 2 cm PARA DIANTE E 2 cm ACIMA DO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO
(B) 10 cm ACIMA DO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO
(C) NO SENTIDO CAUDAL
(D) A 15º PODÁLICO
(E) A 45º CEFÁLICO
GABARITO:
207 – E 
208 – B
209 - A
210- A ESCANOMETRIA (JUAN FARILL) É UMA TÉCNICA UTILIZADA PARA O EXAME DE:
(A) COLUNA VERTEBRAL
(B) MEMBROS INFERIORES
(C) ARTICULAÇÃO SACRO - ILÍACA
(D) ARTICULAÇÃO COXOFEMORAL
(E) ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR
211- PARA DETERMINAR OS CORTES TOMOGRÁFICOS DA SELA TÚRCICA NO PLANO LATERAL, A 
REFERÊNCIA DEVE SER O SEGUINTE PLANO:
(A) TRANSVERSO
(B) BIAURICULAR
(C) ORBITOMEATAL
(D) SAGITAL MÉDIO
(E) HORIZONTAL ALEMÃO
212- NA RADIOGRAFIA AXIAL DO CRÂNIO (HIRTZ), O RAIO CENTRAL É PERPENDICULAR AO:
(A) CHASSI
(B) PLANO BIAURICULAR
(C) PLANO ORBITOMEATAL
(D) PLANO SAGITAL MÉDIO
(E) PLANO HORIZONTAL ALEMÃO
GABARITO:
210 – B 
211 – B
212 - E
213- OS CORTES TOMOGRÁFICOS DO LARINGE ( SEGUNDO L. F. BOISSON ) SÃO FEITOS EM 
FONAÇÃO DE:
(A) a a a
(B) e e e 
(C) i i i 
(D) o o o 
(E) u u u
214- PARA O ESTUDO DA DINÂMICA DA COLUNA CERVICAL, A ROTINA A SER SEGUIDA É:
(A) AP E P NORMAL, P EM EXTENSÃO E P EM FLEXÃO
(B) AP COM BOCA ABERTA E BOCA FECHADA E P
(C) AP E P EM ORTOSTÁTICA E EM DECÚBITO
(D) AP E OBLÍQUAS
(E) AP E P
215- NA DOCUMENTAÇÃO RADIOGRÁFICA DA ESCOLIOSE, A INCIDÊNCIA EM PERFIL DEVE SER 
FEITA:
(A) ENCOSTANDO O LADO CÔNCAVO NO CHASSI
(B) ENCOSTANDO QUALQUER LADO NO CHASSI
(C) ENCOSTANDO O LADO CONVEXO NO CHASSI
(D) EM DECÚBITO VENTRAL
(E) EM DECÚBITO DORSAL
GABARITO:
213 – C 
214 – A
215 - C
216- PARA VISUALIZAÇÃO ADEQUADA DA ARTICULAÇÃO TIBIOTÁRSICA NA INCIDÊNCIA EM PERFIL 
EXTERNO, O PÉ DEVE FAZER ÂNGULO DE 90º COM A PERNA, COM RAIO CENTRAL 
PERPENDICULAR PENETRANDO:
(A) 2 cm ACIMA DO MALÉOLO TIBIAL
(B) 2 cm ABAIXO DO MALÉOLO TIBIAL
(C) 1 cm ABAIXO DO MALÉOLO TIBIAL
(D) 1 cm ACIMA DO MALÉOLO TIBIAL
(E) 2 cm ACIMA DO MALÉOLO FIBULAR
217- AO RADIOGRAFAR UMA FRATURA EXPOSTA DE PERNA, A INCIDÊNCIA EM PERFIL É FEITA:
(A) GIRANDO A PERNA
(B) GIRANDO O TRONCO E A PERNA
(C) GIRANDO O TRONCO DO PACIENTE
(D) OBLIQUANDO A PERNA E O CHASSI
(E) COLOCANDO A AMPOLA E O CHASSI PARALELOS AO MEMBRO
218- NA DOCUMENTAÇÃO DA ÁREA CARDÍACA, FAZ-SE A INCIDÊNCIA EM PA E NÃO EM AP. ESTE 
PROCEDIMENTO OCORRE PORQUE EM AP:
(A) REDUZ-SE A IMAGEM
(B) AMPLIA-SE A IMAGEM
(C) NÃO SE OBSERVA AUMENTO DE CAVIDADE
(D) O AUMENTO DE CAVIDADE É MASCARADO
(E) FICA DIFÍCIL A VISUALIZAÇÃO DA ÁREA CARDÍACA
GABARITO:
216 – D 
217 – E
218 - B
219- OS OSSOS DO CARPO SÃO:
(A) SEMILUNAR, ESCAFÓIDE, ULNA, ASTRÁGALO, TRAPÉZIO, TRAPEZÓIDE, PIRAMIDAL, PISIFORME
(B) SEMILUNAR, ESCAFÓIDE, ASTRÁGALO, UNCIFORME, PIRAMIDAL, PISIFORME, TRAPÉZIO, 
TRAPEZÓIDE
(C) SEMILUNAR, ESCAFÓIDE, TRAPÉZIO, TRAPEZÓIDE, GRANDE OSSO, UNCIFORME, PIRAMIDAL, 
PISIFORME
(D) SEMILUNAR, ESCAFÓIDE, ULNA, TRAPÉZIO, TRAPEZÓIDE, GRANDE OSSO, UNCIFORME, 
PIRAMIDAL, PISIFORME
(E) SEMILUNAR, ESCAFÓIDE, ULNA, ASTRÁGALO, GRANDE OSSO, UNCIFORME, PIRAMIDAL, 
PISIFORME, TRAPÉZIO, TRAPEZÓIDE
220- NA RADIOGRAFIA EVENTUAL DE CRÂNIO PARA PESQUISA DE NÍVEL LÍQUIDO NO SEIO 
ESFENOIDAL, EM CASO DE FRATURA DO ESFENÓIDE, O PROCEDIMENTO CORRETO É:
(A) SEMI-AXIAL E OBLÍQUAS
(B) AP, PERFIL COM RAIO VERTICAL E AXIAL
(C) AP, PERFIL COM RAIO VERTICAL E OBLÍQUAS
(D) AP, PERFIL COM RAIO VERTICAL E SEMI-AXIAL
(E) AP, PERFIL COM RAIO VERTICAL E PERFIL COM RAIO HORIZONTAL
GABARITO:
219 – C 
220 – E
221- A ROTINA MÍNIMA, TECNICAMENTE CORRETA, DA DOCUMENTAÇÃO DE FRATURA DOS OSSOS 
PRÓPRIOS DO NARIZ É:
(A) PERFIL DIREITO
(B) PERFIL ESQUERDO
(C) OBLÍQUA DIREITA
(D) OBLÍQUA ESQUERDA
(E) PERFIL DIREITO E ESQUERDO
222- NO PACIENTE COM ABDÔMEN AGUDO IMPOSSIBILITADO DE FAZER RADIOGRAFIA EM 
ORTOSTÁTICA OU EM DECÚBITO LATERAL COM RAIOS HORIZONTAIS, A POSIÇÃO INDICADA, 
EM VEZ DAS REFERIDAS, DEVE SER:
(A) PA
(B) OBLÍQUA ANTERIOR DIREITA
(C) OBLÍQUA ANTERIOR ESQUERDA
(D) OBLÍQUAS ANTERIORES "D" E "E"
(E) PERFIL EM DECÚBITO DORSAL COM RAIO HORIZONTAL
223- NA UROGRAFIA INTRAVENOSA (EXCRETORA), A POSIÇÃO QUE PODE

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