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UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIAS - ACET CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA CAIO JÚLIO MATTIOLLO TALINI FERNANDO SOUZA JULIO CESAR FIORIN MARIA EDUARDA MENEGHINI VANESSA APARECIDA SANTOS POKAYOKE APLICADO EM UM PROCESSO DE CALDEIRARIA EM UMA INDÚSTRIA METALMECANICA JOAÇABA 2019 CAIO JÚLIO MATTIOLLO TALINI FERNANDO SOUZA JULIO CESAR FIORIM MARIA EDUARDA MENEGHINI VANESSA APARECIDA SANTOS POKAYOKE APLICADO EM UM PROCESSO DE CALDEIRARIA EM UMA INDÚSTRIA METALMECANICA Trabalho apresentado como parte das exigências da disciplina de Gestão da Produção, pela Universidade do Oeste de Santa Catarina. Orientador: Prof. Júlio Cesar Ribeiro Lyra JOAÇABA 2019 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 3- vista frontal da ligação ........................................................................ 12 Figura 4- vista superior da ligação ..................................................................... 12 Figura 5- vista isométrica da ligação .................................................................. 13 Figura 6- Ajuste da cantoneira. .......................................................................... 15 Figura 7- Ajuste da altura da viga em relação à cantoneira ............................... 15 Figura 8- Verificação da distância entre centros dos furos. ................................ 16 Figura 9- Montagem e aferição da segunda peça. ............................................. 16 Figura 10- Efetuar a montagem paralela entre as cantoneiras. ......................... 17 Figura 11- Imagem 3D do gabarito á esquerda, e á direita encaixado na viga. . 18 SUMÁRIO INTRUDUÇÃO ................................................................................................... 6 2 JUSTIFICATIVA .............................................................................................. 7 3 OBJETIVO GERAL ......................................................................................... 7 3.1 Objetivos específicos ................................................................................ 7 4 REFERENCIAL TEORICO .............................................................................. 8 4.1 Poka Yoke ................................................................................................ 8 5 RESULTADOS .............................................................................................. 12 5.1 Problemática do Poka-Yoke ................................................................... 12 5.2 Situação Atual ......................................................................................... 15 5.3 Situação Proposta .................................................................................. 17 BIBLIOGRAFIA ................................................................................................ 19 RESUMO O objetivo deste trabalho é realizar uma análise sobre métodos, técnicas e diretrizes para projeto, operação e manutenção de um sistema poka-yoke. Também pretende-se contribuir com a apresentação do conceito de poka-yoke e quais suas classificações. A aplicação de dispositivos para prevenir erros tem crescido significativamente nas empresas, com programas específicos de melhoria na segurança de processos, visando melhoria da qualidade, na segurança do trabalho e garantir a realização de atividades com redução de erros humanos. Este trabalho caracteriza-se como uma pesquisa aplicada a um problema encontrado, que utiliza como procedimentos técnicos a pesquisa bibliográfica. O estudo se dá na aplicação do poka-yoke em uma empresa do ramo metalomecânico da região do meio oeste de Santa Catarina, basicamente no setor de caldeiraria, onde a partir da simples ideia de se utilizar gabaritos para efetuar a união por solda entre duas peças pode eliminar totalmente os erros humanos que são constantes neste setor. Palavras chave: Poka-Yoke, Qualidade, Erros humanos. INTRUDUÇÃO Atualmente, no processo de fabricação de muitas empresas, principalmente as do setor metal-mecânico, o que mais onera tempo e mão de obra são os processos de caldeiraria, que exigem a terceirização de serviços, envolvem a conformação mecânica de corte, dobra e soldagem de chapas. E também é o setor da fábrica que mais se tem desperdícios e erros humanos. Se existe uma grande dificuldade para atingir qualidade e boa estabilidade dimensional nesse tipo de manufatura, o que requer melhorias no processo, que possibilitem a eliminação de inspeções e diminuição dos retrabalhos através da garantia da qualidade, que estão diretamente ligadas aos erros dimensionais nos processos. Um dos principais problemas em se adquirir estabilidade dimensional nas peças caldeiradas está no processo de conformação e soldagem, pois nele ocorre uma grande variação térmica, que pode levar à instabilidade dimensional da peça, e se o processo for bastante manual também pode prover de erros humanos, acarretando assim perdas ou retrabalhos. Caso o custo deste retrabalho seja repassado ao cliente de forma negativa, a empresa poderá perder a confiança do cliente e isso consequentemente prejudicará seus lucros. Diante disso, surgiu a oportunidade de aplicar o sistema Poka-Yoke em uma empresa Metalmecanica da região, onde em um processo específico da caldeiraria se perdia não somente tempo, mas principalmente erros no processo de união de chapas metálicas por soldagem ponteada, gerando bastante desperdício e retrabalhos. Nesse contexto, no decorrer deste trabalho serão apresentados os métodos utilizados para obtenção dos dados e informações in loco, e também a apresentação da melhoria proposta para reduzir os erros á zero. 2 JUSTIFICATIVA A redução de erros e desperdícios são os princípios básicos da aplicação do Poka-Yoke em indústrias no geral. Como já mencionado, o confronto com esses problemas em um setor de caldeiraria na união de vigas por soldagem de uma empresa do ramo, fez com que surgisse a ideia de problematizar através de um breve estudo, a causa desses erros e a frequência que eles ocorrem, para posteriormente propor uma possível solução tomando como base os princípios do método Poka-Yoke. 3 OBJETIVO GERAL Propor soluções para redução dos erros de processo encontrados na confecção da união de duas vigas por soldagem, utilizadas em obras de estruturas metálicas projetadas e executadas por uma empresa do ramo. 3.1 Objetivos específicos Acompanhar o processo de preparação e execução da união das peças; Coletar informações e fotos dos processos; Identificar os problemas existentes no processo; Propor possíveis ideias e soluções para sanar os problemas; Estimar a porcentagem de erros que pode ser reduzido com a implantação da proposta de melhoria; 4 REFERENCIAL TEORICO 4.1 Poka Yoke Para operacionalizar o Controle de Qualidade Zero Defeitos (CQZD), foram criados na Toyota Motor Company, em 1961, os dispositivos de detecção de anormalidade denominados Poka Yoke. O objetivo dos Poka Yokesé viabilizar a inspeção 100% na fonte, com feedback rápido e, consequentemente, eliminar a perda decorrente da fabricação de produtos defeituosos. Tais dispositivos são particularmente importantes quando o objetivo é o controle de qualidade com zero defeito. Eles são, em sua maioria, utilizados para garantir um processamento livre de falhas, mas podem também ser aplicados às operações de transporte, inspeção e estocagem (Ghinato, 1996). Os dispositivos Poka Yoke também estão presentes na automação. A ideia da utilização de dispositivos Poka Yoke surgiu a partir da invenção do tear auto ativado, por Sakichi Toyoda. O tear era uma máquina que, através de um dispositivo Poka Yoke, parava quando alguma anormalidade acontecia. Isso possibilitava a um único operário cuidar de várias máquinas ao mesmo tempo. A detecção de anormalidades no processo, a interrupção desse processo e a correção da anormalidade dependem, em grande parte, da utilização desses dispositivos (Ghinato, 1996). No Japão, do início do século XX, Sakichi Toyoda inventou o que pode ser considerado o primeiro dispositivo Poka Yoke: um mecanismo que, acoplado a peças, era capaz de identificar defeitos, o que identificaria a necessidade de paralisação da operação de forma imediata. Esse simples mecanismo possibilitou que tal processo fosse operado por um único trabalhador, o que evidenciou uma grande vantagem competitiva naquela época. O conceito do método eficiente e capaz de detectar uma anormalidade no processamento foi posteriormente difundido na Toyota Motor Company por Taiichi Ohno. Shigeo Shingo, consultor da Toyota durante anos, encarregou-se de aprimorar esse conceito e levá-lo para várias indústrias. Conforme Ghinato (1996), o Poka Yoke é mais do que apenas um mecanismo de detecção de erros ou defeitos, é um recurso utilizado com o principal objetivo de apontar ao operador (ou à máquina) a maneira mais adequada de realizar tal operação. É, em resumo, uma forma de bloquear as principais interferências (normalmente erros humanos) na execução da operação. Esses dispositivos são em sua grande maioria, utilizados para garantir um processamento livre de falhas, mas podem também ser aplicados com muito sucesso acoplados às operações de transporte, inspeção e até estocagem. Dessa forma o Sistema Poka Yoke abrange fundamentos, conceitos e metodologia de aplicação nos mais diversos sistemas e processos da empresa. O dispositivo Poka Yoke é um componente fundamental das práticas de controle da qualidade na Toyota: o Controle da Qualidade Zero Defeitos (CQZD). O CQZD visa à eliminação total dos defeitos a partir da identificação e bloqueio de sua causa, os erros. O CQZD pode ser definido como a aplicação de dispositivos Poka Yoke em regime de inspeção 100%, na fonte dos defeitos, gerando feedback e ação corretiva imediatos (Ghinato, 1996). O Sistema Poka Yoke, em função de suas características, pode ser classificado de diversas maneiras. Shingo o classifica de acordo com o propósito e técnicas utilizadas. Monden (1984) adota uma classificação similar a essa, porém ele não considera a distinção que Shingo faz entre propósitos e técnicas. Apresenta os métodos de contato, conjuntos e etapas como classes de dispositivos utilizados nos sistemas a prova de erro. A função de regulagem define o método a ser utilizado em função do objetivo pretendido. Ou seja, depois de detectada uma anormalidade, o Sistema Poka Yoke pode bloquear o processamento ou apenas avisar a ocorrência da anormalidade, dependendo da gravidade, frequência e/ou consequência do problema. a) Método do Controle: Após detectar uma anormalidade, o sistema para a linha ou a máquina de forma que a ação corretiva seja imediatamente implementada evitando-se a geração de defeitos em série. O CQZD depende da ampla utilização desse método. b) Método da Advertência: O sistema detecta a anormalidade, mas ao invés de parar o processamento, apenas sinaliza a ocorrência do desvio através de sinais sonoros ou sinais luminosos, de forma que a atenção dos responsáveis seja atraída e as ações corretivas possam ser implementadas a tempo. Como existe a possibilidade de o sinal ser negligenciando e o processo continuar produzindo sob condições precárias, esse método deve ser utilizado somente em situações em que o impacto das anormalidades seja comprovadamente reduzido ou quando a implantação de controle for técnica ou economicamente inviável. c) Método do Contato: Esse método detecta a anormalidade na forma de dimensão e presença de tipos específicos de defeitos através de dispositivos que se mantêm em contato com o produto na ocasião da inspeção. d) Método do Conjunto: Esse método é utilizado em operações numa sequência de movimentos ou passos pré-estabelecidos, garantindo que nenhum desses passos seja negligenciado. Normalmente, o método baseia-se na contagem automática e controle do número de movimentos realizados ou na detecção da execução de cada um dos passos isoladamente. e) Método das Etapas: Esse método, em que a operação é executada através de movimentos sincronizados, evita que o operador realize por engano uma etapa que não faz parte da operação. Seguindo o mesmo autor, além do importante papel na prática do CQZD, o dispositivo Poka Yoke é um elemento essencial na autonomação (jidoka): um dos dois pilares do Sistema Toyota de Produção, que consiste em facultar ao operador ou à máquina a autonomia de parar o processamento sempre que for detectada qualquer anormalidade. Partindo desse princípio, segundo Shingo (1996), inspeção sucessiva, auto inspeção e inspeção da fonte podem ser todas alcançadas por meio do uso do dispositivo Poka Yoke. Esse método possibilita a inspeção 100% através de controle físico ou mecânico. Portanto, essa metodologia consiste em formas de garantir a não ocorrência de possíveis defeitos. Os dispositivos ou mecanismos Poka Yoke (na origem, em língua japonesa, yokeru: evitar; poka: erros negligentes), também definidos mecanismos de prevenção de erros, ou à prova de falhas, vêm sendo utilizados sistematicamente pela indústria japonesa. Esse conceito foi aperfeiçoado por Shigeo Shingo como um meio de se atingir o zero defeito e, consequentemente, extinguir as inspeções para o controle da qualidade (Shimbun, 1988). O Poka Yoke não é uma forma de inspeção mas um método com abrangência maior de detectar defeitos ou erros, que pode ser usado para alcançar uma determinada função de inspeção. A inspeção realizada é o objetivo a ser definido e o Poka Yoke é o método que define o controle, etapas ou frequência capaz de satisfazer a inspeção esperada (Shingo, 1996). Um importante método de reparos e de identificação de erros – assim Shingo (1996) o define. Tal processo identifica a causa dos erros que os trabalhadores produzem em peças com defeitos de fabricação e alerta a manutenção desses erros. Poka Yoke, portanto, é um dispositivo à prova de erros destinado a evitar a ocorrência de defeitos em processos de fabricação de produtos, desenvolvido a partir do princípio do custo zero, cuja função é controlar e alertar para a existência do erro, parando a produção para sua correção através dos métodos de sinalização de defeitos. Um dispositivo Poka Yoke na linha de produção tem como função a paralisação de todo um sistema (por exemplo: máquinas, equipamentos), sendo o controle do produto realizado a partir da sinalização imediata quando ocorre a detecção de algum defeito. Tal processo tem como objetivo a função de prevenir um problema, evitando a sua ocorrência ou detectando-o após o evento, sendo assim caracterizado como FunçãoReguladora ou Mecanismos de Detecção (Moura & Banzato, 1996). 5 RESULTADOS 5.1 Problemática do Poka-Yoke O sistema poka yoke selecionado deverá ser implantado em uma empresa da região atua no ramo metalmecânico, e fabrica estruturas metálicas. Dentro deste segmento de atividade há um grande volume de vigas, com ligações soldadas para serem fabricadas. As ligações são feitas por cantoneiras soldadas, conforme demonstrado nas figuras 1, 2 e 3. Figura 1- vista frontal da ligação Fonte: Os autores. Figura 2- vista superior da ligação Fonte: Os autores. Figura 3- vista isométrica da ligação Fonte: Os autores. Por haver um volume considerável de vigas desse modelo e com as dimensões apresentadas sugere-se o desenvolvimento de um sistema (gabarito), para a montagem destas peças. Pois isto facilitará a montagem e reduzirá o nível de erros que as montagens que estas ligações apresentam. Hoje o modelo de montagem é por meio de ferramentas não tão precisas, onde o montador utiliza basicamente trena, riscador e esquadro para marcação e aferição das dimensões de projeto, todavia, pelo volume apresentado é recorrente a falta de conferencia por parte dos montadores, uma vez que a maioria deles está preocupado com sua produção final e acabam esquecendo de conferir se a ligação está nas dimensões de acordo com o projeto. Dessa forma, surgem uma série de erros, que são um problema para o sistema produtivo da empresa. Os erros geralmente vêm do setor anterior que faz a preparação das cantoneiras furadas, que não possui uma produção tecnológica e agrega erros humanos em sua linha produtiva, onde as dimensões (em X ou em Y, saem erradas). Mas, também podem ser provenientes da própria montagem de caldeiraria das peças, onde podem ocorrer erros do tipo falta de paralelismo entre os furos dos dois lados da viga, erro de posicionamento de altura em relação a parte superior da viga ou ainda erro de dimensão entre a abertura da ligação em alguns milímetros, saindo da norma de aceitação e estas peças são reprovadas. Se as cantoneiras passarem pela montagem os erros só poderão ser diagnosticados no setor de inspeção dimensional, quando estas são designadas a inspeção pelo setor de QUALIDADE da empresa, ou por meio da pré- montagem realizada após a montagem e antes da soldagem das peças, estes dois setores garantem que as ligações soldadas estarão corretas. Assim, surge outro problema, quando não ocorre pré-montagem (onde o critério é simplesmente montar), necessariamente as peças passam pela inspeção dimensional, onde as peças devem ser medidas em sua totalidade, onde todas as ligações também devem ser medidas, e o tempo para aferição dessas dimensões se torna grande e acaba, de certo modo engessando o processo produtivo da empresa em questão. Espera-se, que com a confecção deste dispositivo os erros na montagem caiam a zero, buscando filtrar 100% os erros da preparação das cantoneiras, e agilizar o processo de aferição de medidas por parte do setor de inspeção dimensional, que em vez de instrumentos de medição comuns (trena, paquímetro, etc.), utilizem o gabarito para que em um só “movimento” todas as medidas sejam aferidas, ganhando assim muito tempo, e não engessando o processo produtivo. 5.2 Situação Atual O montador caldeireiro recebe a viga e as cantoneiras de ligação preparadas e furadas e faz a montagem do conjunto, seguindo as seguintes etapas: 1. Ajustar cantoneira na medida correta com a trena deixando 10mm da face da viga (figura 6); Figura 4- Ajuste da cantoneira. Fonte: Os autores. 2. Ajustar a altura da face superior da viga em relação a furação existente na cantoneira, usando trena e esquadro; Figura 5- Ajuste da altura da viga em relação à cantoneira Fonte: Os autores 3. Virar as vigas e ver se o eixo de furação está compatível com o projeto; Figura 6- Verif icação da distância entre centros dos furos. Fonte: Os autores. 4. Proceder a montagem da segunda cantoneira observando o paralelismo entre os furos; Figura 7- Montagem e aferição da segunda peça. Fonte: Os autores. Cantoneira fixada nas medidas teoricamente corretas nos itens 1 e 2 NOTA: muitas vezes pensando em produtividade o montador acaba deixando os furos fora de paralelismo. NOTA: muitas vezes por descuido ou pressa acabam nem conferido se essa medida está correta, uma vez que também deve ser conferido as dimensões antes de ser iniciado a montagem 5. Fazer com que a face da segunda cantoneira fique paralela a face da cantoneira já fixada nas medidas conforme descrito no item 1 e 2; Figura 8- Efetuar a montagem paralela entre as cantoneiras. Fonte: Os autores. 5.3 Situação Proposta Após a implantação do sistema poka yoke a montagem deve seguir os seguintes passos: 1) Colocar o gabarito de altura na medida certa condizente com o projeto; 2) Colocar os furos das cantoneiras nos locais pré-definidos no gabarito; 3) Proceder a montagem; O gabarito de altura será móvel e fixado por parafusos e o local dos furos das cantoneiras será definido pelos pinos já no eixo correto. As cantoneiras que não satisfazerem este critério deveram ser descartadas pois o montador verá que não tem como montá-la; Haverá também um espaçador padrão para a medida frontal da cantoneira em relação a face da viga. Foi usado um programa de desenho em CAD para demonstrar o protótipo, como mostrado nas figuras a seguir. Figura 9- Imagem 3D do gabarito á esquerda, e á direita encaixado na viga. Fonte: Os autores. A partir da elaboração e aplicação desse projeto, é possível que se atinja um número de 100% de aproveitamento das peças, ou seja, 0% de falhas, desde que o operador receba as instruções adequadas para a nova função empenhada. O ideal seria futuramente realizar um novo estudo, dessa vez quantitativo, para realmente obter esses dados e confirmar a eficácia do projeto de implantação do Poka Yoke. BIBLIOGRAFIA CONSUL, Josiel Teixeira. Aplicação de Poka Yoke em processos de caldeiraria. Production, Porto Alegre, Rs, v. 25, n. 3, p.4-6, jul. 2015. GHINATO, P. Sistema Toyota de Produção: mais do que simplesmente Just-in-time. Caxias do Sul: EDUCS, 1996. SHINGO, Shigeo. O Sistema Toyota de Produção: do ponto de vista da engenharia de produção. Porto Alegre: Bookman, 1996.