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Provas de Sociologia e Educação - UNIP

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Provas de
sociologia e educação
Pedagogia
UNIP
PROVA DE 2019
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Resposta da questão 1
O sujeito pós‑moderno se caracteriza como não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente, pois as transformações sociais são muito rápidas. As formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos rodeiam mudam e se reorganizam ininterruptamente, fazendo com que dentro de nós convivam identidades contraditórias se empurrando em diferentes direções, de tal modo que nossas identificações estejam sendo continuamente deslocadas.
O fenômeno do sujeito pós‑moderno gera uma política de “pluralização” de identidades, fazendo com que as pessoas não identifiquem mais seus interesses sociais exclusivamente em termos de classe, mas a movimentos sociais: o feminismo, as lutas pela valorização das mais diversas minorias étnicas, sexuais, de estilos de vida alternativos, como os ecologistas, os vegetarianos, os antibelicistas e pacifistas, os movimentos de libertação nacional etc. 
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https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/riesup/article/download/8650584/16797/
Texto para Responder a questão 2
Uma visão muito prestigiada na segunda metade do século XX foi a chamada interpretação reprodutivista da escola, criada pelos pensadores franceses Bourdieu e Passeron (que se declaram marxistas) no livro A reprodução, que destaca a violência simbólica na transmissão do saber nas escolas.
Para Pierre Bourdieu, a escola exerce o papel de legitimar um capital simbólico institucionalizado e demonstra em suas relações que as questões de classe não se restringem à posição ocupada pelo indivíduo no processo produtivo, mas a relações ligadas ao prestígio, à reputação, à fama e ao estilo de vida. Para ele, o campo social é um espaço multidimensional que se dá nas relações e nas composições, segundo o peso relativo das diferentes espécies no conjunto das posses dos indivíduos. 
A essa visão se juntam outros teóricos, como Louis Althusser, que na obra Ideologia e aparelhos ideológicos do Estado defende que as escolas nas sociedades capitalistas têm por função ministrar a submissão à ideologia dominante ou o domínio de sua prática. Elas se inserem no processo de reprodução ideológica e representam a forma na qual a ideologia da classe dominante deve necessariamente se realizar, atuando por ritos, palavras, atos ou quaisquer outros meios, fazendo com que os indivíduos sejam levados à sujeição e à submissão à ordem vigente, reproduzindo‑a constantemente.
Em A escola capitalista na França, Baudelot e Establet utilizaram o instrumental teórico de Althusser a fim de analisar o sistema escolar francês e concluíram que a escola é o principal lugar da reprodução ideológica, desempenhando um importante papel na reprodução das condições materiais de vida. Para eles, os demais aparatos ideológicos exercem sua função somente sobre a base da inculcação primária realizada pelo aparato escolar. 
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O conceito da metáfora de Bauman – a modernidade líquida – cria uma correspondência também com os impasses ambientais que vivemos na contemporaneidade. Uma das consequências mais perigosas do efeito estufa é o degelo das camadas polares, que já apresenta resultados catastróficos e que podem ainda ser agravados se o atual modelo de desenvolvimento não for redimensionado.Inundações, tsunamis, mudanças climáticas drásticas, secas irreversíveis em vastas regiões, enfim, a fonte da vida em nosso planeta pode ser destruída se não estiver em equilíbrio. 
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Comte evidenciou que “o social” deveria ser mental e teoricamente separado como objeto de estudo, o que significou muito na evolução do pensamento sociológico e influenciou fortemente o pensamento de Durkheim. 
Definir os fatos sociais como “coisas”, por mais polêmico que pareça, corresponde a uma necessidade metodológica de prover a Sociologia de conceitos e, ao mesmo tempo, de tornar o seu estudo objetivo. 
Durkheim notou que temos uma ideia vaga e confusa dos fatos sociais em nossa vida cotidiana justamente porque, sendo realidades vividas, construímos a ilusão de conhecê‑los. A tarefa do sociólogo seria a de olhar para além dessas ilusões e compreender os fatos sociais de modo objetivo e científico.
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Os Três Tipos de Dominação segundo Max Weber
Racional-Legal: origina-se de regras, estatutos e leis sancionadas pela Sociedade ou Organização. 
Tradicional: tem como base de legitimação, e de escolha de quem a exercerá, as tradições e costumes de uma dada sociedade, personificando as instituições enraizadas no seio desta sociedade na figura do líder. 
Carismática: etimologicamente, é aquela apoiada na devoção a um senhor e a seus dotes sobrenaturais (carisma).
https://administradores.com.br/artigos/max-weber-e-os-tres-tipos-puros-de-dominacao-legitima
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Segundo Pedro Demo (2004), ciberespaço ou espaço cibernético é o universo virtual dos computadores que está entrando de modo definitivo na vida de todos, sobretudo crianças e adolescentes (nossos alunos). Estes demonstram um especial fascínio pelo mundo eletrônico, muitas vezes chegando ao uso preocupante, pois entre os jovens é comum ouvir: “Viciei em tal jogo, site da internet ou programa de computador”, assim como são constantes os relatos de que só conseguem se comunicar com as pessoas virtualmente. Há também muitos casos de bullying eletrônico ou cibernético, outra manifestação perigosa que tem preocupado pais e educadores. 
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Para a Sociologia, especialmente para um de seus grandes mentores, o francês Émile Durkheim (1858‑1917), há na sociedade modos de pensar, agir e sentir que são exteriores ao indivíduo e que exercem sobre ele um poder coercitivo. Durkheim chama‑os de “fatos sociais”, e para ele o estudo da Sociologia seria justamente o estudo desses fatos. 
Falar em estudar Sociologia e Educação significa assumir que vamos tentar adentrar no mundo da Educação buscando compreendê‑lo sob a ótica da Sociologia. 
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Durkheim acreditava que a sociedade seria mais beneficiada pelo processo educativo. Para ele, "a educação é uma socialização da jovem geração pela geração adulta". E quanto mais eficiente for o processo, melhor será o desenvolvimento da comunidade em que a escola esteja inserida.
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Em 1970, em parceria com Jean‑Claude Passeron, Bourdieu lançou o livro A reprodução. O título da obra mostra que a análise sociológica iniciada por eles também partia da ideia central de reprodução, mas se afastavam das análises marxistas (como a de Althusser) em diversos aspectos. Bourdieu e Passeron se utilizaram de metáforas econômicas, mas não entendiam o funcionamento da escola e das instituições culturais deduzido da economia, como nas análises marxistas, pois para eles a cultura não dependeria da economia, ela própria funcionaria como uma economia. Desenvolveram então o conceito de capital cultural, defendendo que a reprodução social que havia não era de base econômica propriamente dita, mas estaria calcada na reprodução cultural, uma vez que a própria cultura funcionaria como uma economia à parte. 
A respeito do capital cultural, Passeron e Bourdieu diziam que a reprodução da cultura dominante, por meio da escola e dos demais espaços de sua difusão, garantiria a reprodução contínua da sociedade (com todas as suas “injustiças” ou divisões). O capital cultural se explicaria, portanto, pelo fato de que a cultura dominante ser a que tem valor; garantir vantagens materiais e simbólicas a quem a tem. 
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