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CURSO DE PEDAGOGIA 
PROJETOS E PRÁTICAS DE AÇÃO PEDAGÓGICA 
 
 
SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL 
POSTAGEM 2: ATIVIDADE 2 
PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA 
 
 
O USO DE INDICADORES DE QUALIDADE NA 
GESTÃO E SUPERVISÃO DA APRENDIZAGEM 
 
 
 
Aluno: Édy Carlos Monteiro RA: xxxxxxx 
 
 
 
POLO 
Colégio Objetivo Aquarius 
São José dos Campos 
2019 
2 
 
 
ÍNDICE 
 
1. TEMA: O USO DE INDICADORES DE QUALIDADE NA 
GESTÃO E SUPERVISÃO DA APRENDIZAGEM 3 
 
2. SITUAÇÃO-PROBLEMA 3 
 
3. JUSTIFICATIVA E EMBASAMENTO TEÓRICO 4 
 
4. PÚBLICO-ALVO 7 
 
5. OBJETIVOS 7 
 5.1 OBJETIVO GERAL 7 
 5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 8 
 
6. PERCURSO METODOLÓGICO 8 
 
7. RECURSOS 9 
 
8. CRONOGRAMA 10 
 
9. PRODUTO FINAL E RESULTADOS 10 
 
10. AVALIAÇÃO 14 
 
11. REFERÊNCIAS 15 
3 
 
 
1. TEMA: O USO DE INDICADORES DE QUALIDADE NA GESTÃO E 
SUPERVISÃO DA APRENDIZAGEM 
 O uso de indicadores de qualidade na gestão e supervisão da aprendizagem 
significativa na escola pode revelar elementos importantes da realidade escolar em 
diferentes dimensões: projeto pedagógico, recursos físicos e pedagógicos, comunidade 
escolar, gestão, política para a melhoria de resultados, descentralização – autonomia, 
informação detalhada, acesso ao conhecimento das melhores práticas, prestação de 
contas, entre outras (Lück, 2009). 
A variação dos indicadores nos possibilita constatar mudanças, que permitiriam a 
garantia de padrão de qualidade (Ação Educativa, Unicef, Pnud, INEP, SEB (MEC), 
2007). 
Nesse projeto, pretendemos criar indicadores que apresentam a qualidade do 
Ensino Fundamental I na escola em relação a importantes elementos de sua realidade. 
 
2. SITUAÇÃO-PROBLEMA 
É muito comum ouvir que o ensino público no Brasil é de má qualidade e 
avaliações como a Prova Brasil (INEP, 2019) constatam isso. Mas o que é um ensino de 
qualidade? Será que uma escola considerada de qualidade no início do século passado 
ainda hoje seria vista assim? Será que uma escola boa para a população que vive no 
interior da floresta amazônica também é boa para quem mora numa grande cidade? 
Fica claro que a qualidade na educação é um conceito relativo e temos que 
entender que a escola, como uma organização social, é o lugar em que se concretiza o 
objetivo do sistema escolar, ou seja, o atendimento dos alunos nas relações de ensino e 
aprendizagem, em que deve ser vista como espaço de interação entre sujeitos que ensinam 
e sujeitos que aprendem, isto é, espaço no qual sujeitos estabelecem relações com o saber. 
(Mendes, 2013). 
Segundo a LDBEN - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 
9.394, de 20 de dezembro de 1996), o seu Art. 3º - IX afirma que o ensino será ministrado 
com base na garantia de padrão de qualidade e também no Art. 74º é assegurado que a 
União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, estabelecerá 
padrão mínimo de oportunidades educacionais para o ensino fundamental, baseado no 
4 
 
 
cálculo do custo mínimo por aluno, capaz de assegurar ensino de qualidade (LDBEN, 
1996). 
E na própria LDBEN de 1996 no seu Art. 9º - VI é afirmado que a União incumbir-
se-á de assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino 
fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando 
a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino. 
Numa pesquisa rápida na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a palavra 
“qualidade” aparece várias vezes em diferentes níveis da educação brasileira e, desta 
forma, os profissionais da educação precisam saber responder a seguinte pergunta: o que 
é um ensino de qualidade? 
Segundo o Michaelis (MICHAELIS, 2019), qualidade significa traço positivo 
inerente que faz alguém ou algo se sobressair em relação aos demais; excelência, talento, 
virtude. Sendo assim, a qualidade na educação poderia ser entendida como a escola que 
se sobressai em relação as demais, o que nos leva a uma segunda pergunta: quais são os 
indicadores de qualidade apropriados para assegurar uma educação de excelência? 
É com o intuito de responder a essa última pergunta que esse projeto de 
intervenção pedagógica pretende criar indicadores que apresentam a qualidade do Ensino 
Fundamental I de uma escola, em relação a importantes elementos de sua realidade. 
Indicadores são sinais que revelam aspectos de determinada realidade e que podem 
qualificar algo (Ação Educativa, Unicef, Pnud, INEP, SEB (MEC), 2007). 
A variação desses indicadores nos possibilita constatar mudanças que permitiriam 
a garantia do padrão de qualidade e, desta forma, identificar o que vai bem e o que vai 
mal na aprendizagem dos alunos na escola. De acordo com os resultados desses 
indicadores de qualidade, podemos definir as principais ações de gestão e supervisão para 
melhoria nos quesitos insatisfatórios. (LDBEN, 1996). 
 
3. JUSTIFICATIVA E EMBASAMENTO TEÓRICO 
 A Lei nº 9.394 (LDBEN, 1996), de 20 de dezembro de 1996, estabelece as 
diretrizes e bases da educação nacional, afirmando no seu Art. 32º, sobre o Ensino 
Fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, 
terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: 
5 
 
 
I. o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o 
pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; 
II. a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, 
das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; 
III. o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição 
de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; 
IV. o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e 
de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. 
 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018) define o conjunto orgânico e 
progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo 
das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo que a tenham assegurados seus 
direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com as metas do Plano 
Nacional de Educação (PNE, 2019) e com a LDBEN (1996). Para isso, se faz necessário 
a avaliação da qualidade de ensino, através de indicadores que possibilitem revelar 
elementos importantes da realidade escolar em diferentes dimensões, conforme ilustra a 
Figura 1. 
 As funções dos indicadores de qualidade são (Ação Educativa, Unicef, Pnud, 
INEP, SEB (MEC), 2007): 
 
 SELECIONAR: os indicadores permitem a escolha do melhor método a ser 
utilizado para a aprendizagem dos diferentes conteúdos ou tarefas requeridas para 
sua realização. 
 DIAGNOSTICAR: o diagnóstico permite julgar a causa provável (certa ou 
hipotética) de um problema de aprendizagem ocorrido e definir o melhor 
procedimento para a sua superação. 
 ANTECIPAR: fornecer parâmetros para a boa realização de algo que se deseja 
alcançar. 
 ORIENTAR: os indicadores possibilitam orientar para uma certa direção ou meta 
buscada, ajustar-se ou voltar-se para uma certa direção, conduzir. 
 
 
6 
 
 
FIGURA 1 – DIMENSÕES DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL 
 
(O autor, 2019) 
 
Para isso, podemos definir alguns indicadores de qualidade para o Ensino 
Fundamental I, que é o objetivo desse projeto de intervenção pedagógica, para avaliarem 
quatro etapas da educação básica: 
 
I) PROPOSTA PEDAGÓGICA E PLANO DE ENSINO 
II) ATIVIDADES PARA ATINGIR A APRENDIZAGEM DO ALUNO 
III) APLICAÇÕES DA APRENDIZAGEM 
IV) PROCESSO DE AVALIAÇÃO PARAA APRENDIZAGEM 
 
Os indicadores de qualidade serão criados de acordo com a Escala Likert (Vieira & 
Dalmoro, 2008), conforme ilustra a Figura 2, em que 1 equivale a totalmente 
insatisfatório, ou seja, que o trabalho não é feito; e 5 equivale a excelente, significando o 
trabalho é muito bem feito. Nessa escala, indicadores abaixo de 3 (satisfatório) 
representam resultados insatisfatórios e que devem ser melhorados. 
 
7 
 
 
FIGURA 2 - ESCALA LIKERT PARA OS INDICADORES DE QUALIDADE 
 
(O autor, 2019) 
 
4.PÚBLICO-ALVO 
Este projeto é destinado aos gestores e supervisores escolares para utilizarem na 
avaliação educacional da aprendizagem dos alunos do Ensino Fundamental I de uma 
unidade escolar ou de uma rede de escolas. 
 
5. OBJETIVOS 
O objetivo principal desse projeto de intervenção pedagógica é o de criar 
indicadores que apresentam a qualidade do Ensino Fundamental I de uma escola, em 
relação a importantes elementos de sua realidade, fornecendo sinais claros que revelem 
os aspectos de sua realidade escolar em que podemos atuar para a melhoria na qualidade 
da aprendizagem significativa dos seus alunos (Ação Educativa, Unicef, Pnud, INEP, 
SEB (MEC), 2007). 
 
5.1 OBJETIVO GERAL 
O objetivo geral desse projeto é o de criar um conjunto de indicadores que 
possibilitem aos gestores e supervisores escolares identificarem a qualidade na 
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aprendizagem significativa dos alunos do Ensino Fundamental I de uma escola ou uma 
rede de escolas. 
 
5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Os objetivos específicos desse projeto de intervenção pedagógica são: 
 
 Criar um conjunto de indicadores que, de forma simples e acessível, possibilitem 
identificar o que vai bem e o que vai mal na aprendizagem dos alunos do Ensino 
Fundamental I de uma escola. 
 Aplicar os indicadores de qualidade, através de formulários específicos, podendo 
ser impressos ou não (formulários on-line), conforme a realidade da comunidade 
escolar. 
 De acordo com os resultados dos indicadores, definir as principais ações de gestão 
e supervisão para melhoria nos quesitos insatisfatórios. 
 
6. PERCURSO METODOLÓGICO 
Este projeto está dividido em quatro etapas: 
 
I) ESTUDO DOS OBJETIVOS DE CADA ETAPA DO ENSINO 
 Inicialmente, realizaremos um estudo da Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC, 2018), definindo o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens 
essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades 
da Educação Básica, especificamente do Ensino Fundamental I para esse projeto, de 
modo que os seus alunos tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e 
desenvolvimento, em conformidade com as metas do Plano Nacional de Educação 
(PNE, 2019) e com a LDBEN (1996). 
II) CRIAÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE 
De acordo as diretrizes estudadas no item anterior iremos criar indicadores de 
qualidade para avaliarem a aprendizagem dos alunos do Ensino Fundamental I numa 
determinada unidade escolar. 
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III) APLICAÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE. 
 Com o objetivo de aplicar os indicadores de qualidade criados por esse projeto, 
iremos elaborar formulários impressos ou on-line, conforme a realidade da 
comunidade escolar, para que todos os agentes dessa comunidade (professores, 
alunos, pais, funcionários, etc.) possam respondê-los. 
IV) DEFINIR AS PRINCIPAIS AÇÕES DE GESTÃO E SUPERVISÃO 
 Para a melhoria da qualidade de ensino nos quesitos insatisfatórios obtidos no 
item anterior, vamos definir as principais ações de gestão e supervisão escolar que 
podem ser tomadas para que a qualidade do ensino atinja os objetivos pré-
estabelecidos anteriormente. 
 
7. RECURSOS 
Os recursos materiais e tecnológicos para o desenvolvimento deste projeto são 
descritos a seguir. 
 
 RECURSOS MATERIAIS 
 De acordo com a realidade da comunidade escolar que não dispuser de 
dispositivos eletrônicos com acesso à internet (computadores, tablets ou celulares), 
será necessário a impressão de formulários para serem aplicados com todos os seus 
agentes (professores, alunos, funcionários, pais, etc.). 
 
 RECURSOS TECNOLÓGICOS 
Para o estudo e pesquisa dos indicadores de qualidade na aprendizagem, será 
necessário o uso de computador com acesso à internet. Para aplicação de formulários 
on-line, é necessário que os agentes da comunidade escolar disponham de 
computador, celular ou tablet com acesso à internet para acessarem e responderem 
esses formulários. 
 
 
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8. CRONOGRAMA 
Esse projeto será desenvolvido em 4 etapas, separadas por bimestres, conforme 
descrição abaixo. 
 
 1º bimestre 
Estudo e pesquisa. 
 
 2º bimestre 
Criação dos indicadores de qualidade. 
 
 3º bimestre 
Aplicação dos indicadores de qualidade. 
 
 4º bimestre 
Definição das ações de gestão e supervisão que serão tomadas. 
 
 
9. PRODUTO FINAL E RESULTADOS 
O produto final desse projeto de intervenção pedagógica está apresentado a seguir 
na forma de indicadores de qualidade, usando a escala Likert. Para cada pergunta, estamos 
simulando uma resposta de uma escola fictícia para posterior avaliação. 
 
I) PROPOSTA PEDAGÓGICA E PLANO DE ENSINO 
 A escola possui uma proposta pedagógica adequada ao Art. 32º da 
LDBEN que descreve as aprendizagens esperadas para cada série do 
ensino médio, os tipos de atividades a serem realizadas durante as aulas e 
as estratégias de avaliação? 
 
 
 
1 2 3 4 5 
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 Todos os professores do Ensino Fundamental I elaboram e realizam seus 
planos de ensino considerando as orientações da proposta pedagógica? 
 
 
 
 Professores e demais profissionais responsáveis pela aprendizagem têm 
oportunidade de discutir o trabalho que estão realizando e atualizar seus 
conhecimentos sobre cada área de atuação de acordo com a proposta 
pedagógica? 
 
 
 
A média desses indicadores sobre a proposta pedagógica é igual a 3,7 que, 
conforme a escala Likert, corresponde a uma avaliação entre satisfatório e bom, não 
apresentando nenhum indicador insatisfatório. 
 
II) ATIVIDADES PARA ATINGIR A APRENDIZAGEM DO ALUNO 
 As aulas são preparadas para serem ministradas com diferentes métodos 
de ensino e aprendizagem? 
 
 
 
 Os professores passam tarefas diárias sobre os conteúdos abordados em 
sala de aula? 
 
 
 
 
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1 2 3 4 5 
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 Os alunos realizam diariamente as tarefas sobre os conteúdos abordados 
em sala de aula? 
 
 
 
 A escola oferece ambientes de aprendizagem diversificados em todas as 
áreas do conhecimento? 
 
 
 
 Os professores e os demais profissionais responsáveis pela aprendizagem 
acompanham os estudos dos alunos durante todo o processo? 
 
 
 
Nesse quesito de indicadores sobre as atividades para os alunos atingirem a 
aprendizagem significativa, um indicador se apresentou insatisfatório, ou seja, nota 
2. 
 
III) APLICAÇÕES DA APRENDIZAGEM 
 Os conteúdos abordados em sala de aula estão dentro do contexto da 
realidade do aluno? 
 
 
 
 Os planos de ensino são preparados para que a maioria das aulas sejam 
interdisciplinares e contextualizadas? 
 
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1 2 3 4 5 
1 2 3 4 5 
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 Os planos de ensino das diferentes áreas do conhecimento são preparados 
para que sejam utilizados recursos pedagógicos adequados? 
 
 
 
 Os planos de aula são atualizados periodicamente? 
 
 
 
Novamente, apesar da média dos indicadores sobre as aplicações da aprendizagem 
ficar satisfatória, umdos indicadores resultou insatisfatório. 
 
IV) PROCESSO DE AVALIAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM 
 Os alunos são avaliados de forma diversificada? 
 
 
 
 As avaliações são contínuas durante o processo de aprendizagem? 
 
 
 
 Os alunos são avaliados de forma individual e em grupo? 
 
 
 
 
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1 2 3 4 5 
1 2 3 4 5 
1 2 3 4 5 
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 Os alunos fazem recuperação dos conteúdos não aprendidos durante o todo 
o processo? 
 
 
 
 As avaliações são contextualizadas e servem para a verificação da 
aprendizagem do aluno? 
 
 
 
Aqui, sobre os indicadores no processo de avaliação para a aprendizagem, os 
resultados simulados obtiveram uma média satisfatória, não apresentando nenhum 
indicador insatisfatório. 
 
10. AVALIAÇÃO 
A criação dos indicadores para a aprendizagem dos alunos, que foram simulados 
para uma escola fictícia do Ensino Fundamental I, possibilitou-nos desvendar os pontos 
mais fortes e os mais fracos dessa escola. 
Baseados nesses resultados simulados para as respostas dos indicadores criados 
para a avaliação da aprendizagem, pudemos elaborar um plano de ação com o objetivo de 
melhorar a aprendizagem em dois indicadores com resultados insatisfatórios, conforme a 
Tabela 1. 
Durante os nossos estudos e a pesquisa realizada para a elaboração desse projeto 
de intervenção pedagógica, verificamos que podemos criar indicadores para as diferentes 
dimensões da escola, como, por exemplo, infraestrutura, atendimento, ambiente 
educativo, gestão, entre outras. 
Para o prosseguimento desse projeto, sugerimos que outros indicadores sejam 
criados para avaliar a qualidade em outras dimensões da escola, como por exemplo 
infraestrutura. Finalmente, o plano de ação para corrigir os possíveis indicadores 
1 2 3 4 5 
1 2 3 4 5 
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insatisfatórios deve ser elaborado pelo gestor escolar em parceria de toda a comunidade 
escolar, numa gestão participativa e democrática. 
 
TABELA 1 – PLANO DE AÇÃO 
Indicador Problema O que fazer? Responsáveis 
Os alunos realizam 
diariamente as tarefas 
sobre os conteúdos 
abordados em sala de 
aula? 
A maioria dos 
alunos do ensino 
médio só estuda na 
véspera de prova. 
Fazer as 
avaliações com 
mais frequência. 
Direção e 
coordenação 
pedagógica. 
Os planos de ensino das 
diferentes áreas do 
conhecimento são 
preparados para que sejam 
utilizados recursos 
pedagógicos adequados? 
Os professores 
necessitam de 
diferentes recursos 
pedagógicos. 
Aquisição de 
recursos 
pedagógicos de 
diferentes áreas. 
Direção e 
supervisão 
escolar. 
(O autor, 2019) 
 
11. REFERÊNCIAS 
Ação Educativa, Unicef, Pnud, INEP, SEB (MEC). (2007). Indicadores da Qualidade na 
Educação. São Paulo: Ação Educativa. 
BNCC. (2018). Base Nacional Comum Curricular . Brasília - DF: Ministério da Educação. 
INEP. (2019). INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. 
Fonte: MEC: http://portal.inep.gov.br/educacao-basica/saeb/sobre-a-anresc 
LDBEN. (20 de Dezembro de 1996). LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Fonte: 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Planalto: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm 
Lück, H. (2009). Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo. 
Mendes, E. C. (2013). Orientação em supervisão escolar e orientação educacional. São Paulo: 
UNIP. 
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MICHAELIS. (07 de 10 de 2019). Editora Melhoramentos. Fonte: Uol: 
http://michaelis.uol.com.br 
PNE. (14 de Outubro de 2019). Plano Nacional de Educação. Fonte: MEC: 
http://pne.mec.gov.br/18-planos-subnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-de-
educacao-lei-n-13-005-2014 
Vieira, K. M., & Dalmoro, M. (6 a 8 de Setembro de 2008). Dilemas na Construção de Escalas 
Tipo Likert: o Número de Itens e a Disposição. XXXII Encontro da ANPAD, pp. 1 - 16.

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