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PROCESSAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS 
Prof. Verônica Soares de Paula Morais 
 
Ana Teresa Silva Martins,10180001380. 
Isadora de Souza Coldibeli, 10180001465. 
Jéssica Mota de Paula, 10180001467. 
Lara Aires de Souza, 10180001351. 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA 
 
 
 
 
Inconfidentes 
2019 
SUMÁRIO 
1.INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 3 
2.OBJETIVO ......................................................................................................................... 3 
3.MATERIAIS E MÉTODOS ................................................................................................ 4 
4.CONCLUSÃO .................................................................................................................... 5 
5.IMAGENS .......................................................................................................................... 5 
6.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................................. 6 
 
 
 
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1.INTRODUÇÃO 
O tomate (Lycopersicon esculentum Mill.) é uma das principais hortaliças produzidas 
no Brasil. O tomateiro tem sua origem nas regiões andinas do Peru, Bolívia e Equador e seu 
fruto era chamado pelos indígenas mexicanos de tomati ou jitomate. Quando os espanhóis 
chegaram à América, o tomate já era utilizado no México e em diversos outros locais da 
América Central e do Sul. Foi levado para cultivo na Europa no Século XVI mas seu consumo 
difundiu-se e ampliou-se somente no Século XIX (DUSI et al., 2019). 
O pimentão (Capsicum annuum L.) é uma hortaliça de frutos, pertencente à família 
Solanaceae, bastante apreciada no mundo inteiro. No Brasil, a produção anual é de 13 mil 
hectares, com produção próxima a 290 mil toneladas de frutos (MAROUELLI; SILVA, 2012). 
O alho-poró (Allium ampeloprasum var. porrum) é um vegetal cultivado em todo o 
mundo, embora sua importância seja mais marcante na zona temperada da Europa (DE 
CLERCQ et al., 2003). Plantas do gênero Allium têm sido reconhecidas como fontes ricas de 
metabólitos secundários. Eles contêm altas concentrações de sulfato orgânico composto, que é 
responsável pela promoção da saúde e pelos efeitos biológicos relacionados dos alliums, mas 
também por seu aroma e sabor característicos e picantes (LANZOTTI, 2006). 
O molho de tomate foi criado pelo chef da corte espanhola Antonio Latine, que utilizou 
o fruto misturando tomates, cebolas e óleo de oliva. Na Itália, Antonio Latine escreveu, entre 
1692 e 1694, o livro de culinária napolitana “Lo Scalco Alla Moderna”, em que uma das suas 
receitas recomendava levar ao fogo pedaços de tomate, sem pele ou sementes, temperando com 
salsinha, cebola e alhos picados, salpicados com sal e pimenta, acrescidos de azeite e vinagre, 
para obter um molho de tomate “de estilo espanhol”. O molho de tomate é, tradicionalmente, 
elaborado extraindo-se a polpa dos tomates muito maduros. Entretanto, atualmente, as 
indústrias utilizam tomates verdes para a elaboração de molhos e, por esta razão, adicionam 
açúcar com a intenção de eliminar o sabor ácido (MOLHOS..., 2016) 
2.OBJETIVO 
 O objetivo da aula prática foi preparar o molho de tomate, juntamente com os 
condimentos até atingir o ponto certo. 
 
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3.MATERIAIS E MÉTODOS 
• Açúcar; 
• Água; 
• Alho poró; 
• Faca; 
• Óleo desidratado; 
• Pimenta; 
• Pimentão vermelho; 
• Sal; 
• Tábua de corte; 
• Tacho elétrico; 
• Tomate; 
• Vinagre. 
Em primeiro momento foi-se higienizado o tacho e todos os ingredientes necessários. 
Feita a lavagem, colocou-se o tomate em água quente e depois em água fria para facilitar o 
processo de remoção da casca do fruto. E logo depois da remoção da casca, o tomate foi picado 
e triturado o máximo possível para ser colocado no tacho. Colocado no tacho, foi-se adicionado 
todos os condimentos já picados e medidos, aguardando até que atingisse o ponto de molho de 
tomate. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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4.CONCLUSÃO 
 Conclui-se que apesar do volume de água no produto final, foi possível extrair todo 
conhecimento necessário. 
5.IMAGENS 
 
 
 
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6.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
DUSI, André Nepomuceno et al. A cultura do lornaleiro (para mesa): Tomale -Cultivo. I.. 
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Brasília-DF, ano 1993, v. 1, p. 0-92, 1993. 
Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/23406/1/00013220.pdf. 
Acesso em: 9 out. 2019. 
 
MAROUELLI, W. A.; SILVA, W. L. C. Irrigação na cultura do pimentão. Brasília: 
EMBRAPA Hortaliças, 2012. Disponível em: 
<http://www.cnph.embrapa.br/paginas/serie_documentos/publicacoes2012/ct_101.pdf>. 
Acesso em: 14 fev. 2014 
 
DE CLERCQ H., PEUSENS D., ROLDAN-RUIZ I. & VAN BOCKSTAELE E. (2003). 
Causal relation- ships between inbreeding, seed characteristics and plant performance in 
leek (Allium porrum L.). Euphytica, 134, 103–115. 
 
LANZOTTI, V. (2006). The analysis of onion and garlic. Journal of Chromatography A, 1112: 
3–22. PRIOR R., HOANG H, GU L., WU X., BACCHIOCCA M., HOWARD L., HAMPSCH-
WOODILL M., HUANG D., OU B. & JACOB R. (2003). Assays for hydrophilic and 
lipophilic antioxidant capacity (oxygen radical absorbance capacity (ORAC(FL)) of 
plasma and other biological and food samples. J. Agric. Food Chem., 51: 3273-3279. 
 
MOLHOS DE TOMATE. PIZZAS&MASSAS, [s. l.], n. 23°, p. 61-65, 2016. Disponível em: 
insumos.com.br/pizzas_e_massas/materias/453.pdf. Acesso em: 10 out. 2019.

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