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PA I S A GI SMO Alunas: Camila Gabriela Karine Mariana Yasmin Pontos nodais: São pontos estratégicos na cidade, onde o observador pode entrar, e que são importantes focos para onde se vai e de onde se vem. Ponto nodal 1: Esquina onde se encontra atualmente a loja Espaço Nobre; tem um pequeno calçadão, onde há sempre grande fluxo de pessoas devido à forte atividade comercial. Ponto nodal 2: Lugares onde há o encontro do sistema de transporte, nós em potencial, são pontos nodais, por isso definimos o Terminal Central como um ponto nodal. Ponto nodal 3: A Praça Nereu ramos é um ponto nodal bem marcante de Joinville, no Centro, e é um local por onde diariamente passam muitas pessoas que vão de um lado para o outro da praça seguindo seu trajeto de trabalho na maioria das vezes. Ponto nodal 4: O Mercado Municipal serve como ponto nodal tanto para carro como para pessoas. Para carros pode-se seguir para o Boa Vista, ir para direção Sul, voltar ao Centro, ou seguir direção Norte. E para as pessoas, por ser um local comercial onde acaba criando concentração de pessoas, e se torna referência. Limites: Os limites são elementos lineares que representam fronteiras entre duas fases, quebras de continuidade lineares. São exemplos de limites: praias, margens de rios, lagos, cortes de ferrovias, espaços em construção, muros e paredes. Parecem mais fortes os limites que não só predominam visualmente, mas têm uma forma contínua e não podem ser atravessados, porém muitos limites são uma costura, muito mais que barreiras que isolam, muitas vezes as próprias vias podem constituir um limite. 1: Rio Cachoeira— Um rio que passa por dentro de vários bairros. Sua barreira mais forte fica no Bairro central, entre as duas vias AV. José Vieira e Av. Hermann August Lepper. 2: Batalhão— Criasse uma barreira onde permanece por três vias. Com partes onde se encontra muros altos, aonde deixa bem claro que não se pode ultrapassar. 3: Morro do Boa Vista— Um Limite bem evidente, onde conseguimos identificar ele vendo do mapa de Joinville (uma grande macha verde, rodeado de edificações). 4: Rua Max Colin— Uma via de mão rápida formando uma barreira para os pedestres que querem atravessar. 1) Terminal Central Marcos: É visto como um elemento de Referencia. 2) Deville Pode ser visto de vários ângulos, se sobressai na paisagem. 3) Catedral Marco não é somente um objeto de grandes dimensões, pode ser uma maçaneta de porta, ou até a cúpula de uma catedral. 4) Rua das Palmeiras Está inserida em meio a uma rua cheia de comércios chamando muita atenção de quem passa por ali. 5) Milium A fachada um marco viável (projeção sobre uma fachada contínua) 6) Biblioteca Pública Característica essencial de um marco viável é a singularidade, contraste com seu contexto ou plano de fundo. 7) Shopping Mueller Uma projeção sobre uma fachada continua se tratando de sua fachada principal. Vias: Caracterizadas como canais de circulação, se locomovendo de modo habitual, ocasional e potencial. Pode ser ruas, alamedas, linhas de trânsito, canais, ferrovias. É destacada por muitos como o elemento mais marcante da cidade. Sendo assim, foram identificadas 9 vias importantes no bairro centro. 1. Max Colin— Via que faz limite do bairro Centro com o bairro América. Via arterial, conecta 3 bairros, e é de fluxo intenso de veículos. 2. Blumenau — Via de limite, intenso fluxo de veículos, predominantemente comercial e faz importantes ligações entre o centro e o restante da cidade. 3. Princesa Izabel — Não é muito diferente das outras vias vizinhas em termos de circulação de pessoas e presença de comércio e serviço. Importante rua de ligação para os veículos. 4. XV de Novembro — Uma das vias mais antigas, se encontra ainda alguns exemplos da arquitetura da época da fundação; hoje via de comércio popular, uma das que melhor representa o centro de Joinville. 5. 9 de Março — No coração do centro, liga o bairro Atiradores/América ao centro. Conhecida por ser uma rua importante de serviços e comércio, e por ter o Terminal do Centro, caracterizada pela presença da arquitetura da época da fundação. 6. João Colin/ JK — Trecho mais importante da cidade, faz ligações entre bairros; intenso fluxo de veículos e de pessoas. No trecho da João Colin, o mais estreito (em relação a JK), ficam edificações (boa parte tombadas), famosa via onde “tudo acontece”. Já a JK, via muito mais ampla, mas também tem forte fluxo de pessoas. O encontro dessas duas ruas formou um dos cruzamentos mais importantes e com maior circulação de pessoas. 7. do Príncipe — Via de intenso comércio popular, uma das mais antigas, estreita; andar nela nos dá o ar de “cidade pequena” e ao mesmo tempo bastante movimentada pelo comércio. Possui uma importante praça: Nereu Ramos, que além de ser palco de apresentações, possuem mesas de xadrez. 8. Visconde de Taunay — Via gastronômica, mais estreita em relação às vias vizinhas, com calçada mais ampla; concentração de restaurantes e bares, identidade de uma via boêmia. 9. das Palmeiras — Trecho pequeno, porém repleta de carga histórica, possui as palmeiras como símbolo, que formam um corredor até o Museu Nacional de Imigração e Colonização. Bairro: É no centro que se concentra o maior número de comércios de ruas, escolas, universidades, shopping e o principal terminal da cidade. Suas ruas são pouco conservadas e não tem suporte para o grande número de usuários que passam por ali. Apresenta falta de continuidade entre malhas cicloviárias, e presença de outros meios seguros e de qualidade. As vias vizinhas que ligam com ela sofrem alto fluxo de veículos. As pessoas se sentem confortáveis, no sentido de se localizar, e reconhecer onde estão, conseguindo, a partir daí, ir para onde querem ir. Marcos: