Prévia do material em texto
Esther Magdanelo ANESTÉSICOS PARENTERAIS Anestésicos injetáveis. 1- Dissociativos ou Derivados de Femiciclina A) Cetamina e Tiletamina 2- Anestésicos Gerais – Exclusivo IV A) Barbitúricos: Tiopental B) Não Barbitúricos: Propofol (alqui-fenóis) e Etomidado (imidazólico) 1- Dissociativos ou Derivados de Femiciclina Não necessariamente é IV e não é anestésico geral (geral: deprime tudo). Depressão de 2 áreas específicas, as demais áreas vão aumentar sua atividade. Corta a comunicação do tronco cerebral com o córtex, ou seja, a informação chega até o tronco, mas não chega mais ao córtex. Dissociativo córtex-medular. A vontade é cortical, sendo assim, não vai ter movimento (catalepsia). Analgesia somática, pele, osso e músculo, não atinge vísceras. Se tiver estímulo doloroso muito intenso, principalmente visceral, vai passar o estímulo e vai sentir dor, mas a volta não muda e não vai conseguir se mexer. Esperar animal mexer para reaplicar o anestésico, quer dizer que o animal sentiu muita dor neste tempo. Reflexos medulares e corticomedulares continuam. Animal pode piscar, pois é involuntário. O involuntário não está inibido. Aumenta atividade do córtex cerebral, para tentar reverter a dissociação. Estágios: Acontece os 3 estágios dependendo da dose. Fase A: Salivação, agitado, midríase. Dose baixa. Fase B: inconsciência e incoordenação, cai. Fase C: Rigidez muscular, amnésia, analgesia. É o esperado para a cirurgia. Usar relaxante muscular, obrigatoriamente (Benzodiazepínico + α2 agonista). Recuperação anestésica: Muito ruim, alteração comportamental, é barato. Idosos, filhotes, animais bravos e doses altas pioram o acordar do paciente. MPA serve para reverter esses efeitos colaterais: sedativo e relaxante muscular. Cavalos: bom para o cardíaco, seguro, mas para não acordar louco, seda novamente no pós-op. Dose alta e rápido, animal pode convulsionar e/ou acorda alucinado. Por isso é preferível fazer IM, absorvido pouco a pouco. Não gosta de usar, mas é barato. Dissociativo MPA Aumenta atividade cerebral (Excita) Tranquilização e sedação Rigidez muscular Relaxante muscular Analgesia somática (pele, músculo e osso) Analgésico visceral Simpatomimético Simpatolítico ou parassimpatomimético MPA: Anticolinérgico: não tira dor Tranquilizante: acepromazina. Benzodiazepínico: Diazepam, não é obrigatória. α2 Agonista: forte sedação. Relaxamento muscular e analgesia visceral – Ideal para reverter efeitos colaterais da cetamina: Xilazina. Só essa analgesia é discreta, usar opioide fraco se for injetável por conta da depressão respiratória. Se for para inalatório, pode usar opioide forte. Protocolo: Dissociativo (cetamina) + α2 Agonista (xilazina) + Opioide fraco (tramal, petidina) + Benzodiazepínico (diazepam), se for cavalo add EGG – Anestesia mais usada no Brasil, o mais BARATO, coloca tudo na mesma seringa. Se for para ser mais segura, pode trocar a xilazina por dexmedetomidina, mas fica mais caro. Cirurgias de pouca intensidade de dor. Melhor manter o animal mais para o simpático do que o parassimpático, sendo assim, abaixa a dose α2 Agonista, mas perde analgesia, opioide fraco, não segura dor intensa, mas não vai mexer. Esther Magdanelo Cetamina: O mais utilizado, 2 formulações: Cetamina racêmica: Barato, mistura de 2 isômeros. Cetamina S+: Mais cara, purificada, colocaram só o isômero bom, potente sedativo, analgesia e menor agitação na recuperação. Usado em cavalos com seguros belgas. Não é usado na rotina. Pode ser adm por qualquer via, IM (dói – começa agir de 2 a 5min), SC, IV (Ação em 30 a 90s), VO, nasal, retal. Metabolização: Hepática – Nunca usar em hepatopata. Neurotóxico (não dar em epilético nem qualquer alteração neurológica) e nefrotóxico. Produz muitos metabólitos ativos de norcetamina (incoordenação de cabeça). Produz muita depressão em fetos (Não usar em cesárea), diminui o reflexo de sucção. Se tiver inalatório, não usar cetamina, mas se não tiver, priorizar salvar a mãe. Gatos não metabolizam cetamina, eliminação renal. Não usar em doente renal. 5% volta para ser metabolizado novamente. Mecanismo de ação: Dissociação córtico-medular. Inibem a recaptação (deixa funcionando) de serotonina (Feliz), dopamina (Coragem, adrenalina) e noradrenalina (Força muscular). Usado como droga. Inibem receptores NMDA (N-metil D-aspartato), inibem canais de Ca. Subdose de cetamina em pré-op, evita dor crônica, em amputação pode impedir o membro fantasma. Algumas dores, só cetamina tira. Cetamina S+: 4x mais analgésica, menos efeito colateral, recuperação anestésica melhor. O dia que ficar mais barato, só vai usar ela. Efeitos sistêmicos: Simpático no cardíaco: Taquicardia, aumenta PA e DC. Deprime pouco a respiração e pode causar inspiração apnéustico, 1 min (não é preocupante em doses anestésicas). Preserva os reflexos, analgesia somática (pele, osso e músculo), salivação, rigidez muscular, excitação na recuperação, reduz limiar convulsivo (Não em neuropatas), aumenta pressão intracraniana (aumenta lesão cerebral) e intraocular (não em cirurgia oftálmica), atravessa a barreira hematoencefálica e placentária (Não usar em cesárea). USOS: Contenção química de animais muito bravos, que não consegue pegar veia, fazer IM. Para examinar o animal, coletar sangue, fazer com que fique parado, dar cetamina e diazepam/midazolam (Leve). Não está preocupado com analgesia. Contenção química pesada: cetamina + Xilazina +diazepam/midazolam. Selvagens. Quando tiver estímulo doloroso: fazer opioide. IV é melhor que IM, mas as vezes pode deprimir a respiração e ter que entubar. Anestésico geral acorda melhor que IM. Cetamina pode ser usado com indução de inalatória, neste caso não precisa de xilazina, pois pode usar opioide forte. Nunca usar cetamina pura, deixa gato muito louco. Associações anestésicas: Indução: Contenção química: Cetamina + Diazepam Cetamina + diazepam Cetamina + Midazolam Cetamina + xilazina Tiletamina: Muito parecido com cetamina. Tiletamina pura, não pode, MATA. Exclusivamente associado com zolazepam, já vem junto (segura a convulsão e rigidez muscular da Tiletamina) – Zoletil ou Telazol. Bom para contenção química, protocolo mais prático. Catalepsia muito forte, não mexe de jeito nenhum. Alguns veterinários usam só está medicação para operar, sente tudo. Demora para causar efeito (12min) quando comparado com a cetamina, mas o volume é bem menor. Metabolização: Tiletamina em gatos dura menos que zolazepam, acorda calmo. Zolazepam em cães dura menos que Tiletamina, acorda muito agitado. Associar xilazina ou acepram. Excreção: Renal, bem tóxico. Esther Magdanelo Tiletamina é mais forte, mais analgésico, demora mais para agir e em cães faz acordar agitado quando comparado com a cetamina. Animal fica mais parado. Quem não pode cetamina, não pode Tiletamina. Não pode em hepatopata, cesárea, nefropata, neuropata. Monitoração dissociativa: Globo ocular: nistagmo, lacrimejamento (ativação do simpático, não é dor), não pode perder o reflexo palpebral. Se perder, animal está morrendo, deprimindo todo. Frequência e amplitude respiratória: mucosas. Frequência e ritmo cardíaco: TPC. Pressão arterial. Só primata chora, além do humano. Nenhum outro animal chora. Injetável não é mais barato que inalatória, o que deixa mais barato é não precisar de outro profissional. Parâmetros: Globo ocular: Não muda de posição, sempre centralizado. Reflexo palpebrais: sempre presente. Se perder, quer dizer que está muito profundo. Tônus de mandíbula: Se estiver muito relaxada, está quasemorrendo. O animal precisa ter resistência a abertura, deve conseguir manter a boca fechada. Movimentos: Pode ter por uso de cetamina, não necessariamente é dor, espásticos. Não pode fazer movimento sincronizado ou longo, ex pedalando. Córnea: Olho precisa estar úmido. FC e FR: taquicárdico ou taquipneico, ou valores normais. 5 sinais de muito anestésico: Perder o reflexo palpebral, perder tônus de mandíbula, ressecamento de córnea, bradicardia e bradipneico. 5 sinais que está acordado: Antes de começar a anestesia, tirar a FC e FR inicial, se durante a cirurgia aumentar mais de 20%, quer dizer que o animal está sofrendo, sentindo dor. 2- Anestésicos Gerais – Exclusivo IV Depressão generalizada do SNC, capaz de produzir hipnose e relaxamento muscular. Não provocam analgesia, sendo necessário ter analgésico como MPA. Obrigatoriamente IV, permite distribuição rápida. Ajuste dose dependente, vai aplicando lento e vê a resposta do animal, não necessariamente vai aplicar a dose calculada. Faz-se lento, pois não tem antagonista, o efeito não pode ser revertido rapidamente. Vantagens: Praticidade da aplicação (IV), preço razoável, não é caro, não precisa de aparelhagem específica. Usos: Pré-anestésico inalatório ou procedimentos rápidos, feridas. A) Barbitúricos: Tiopental Grupo grande, mas muitas medicações deixaram de ser usadas, por conta da longa duração, sobrando apenas o tiopental. EX: Gardenal, pentobarbital. Tiopental: Indução muito rápida 10 a 20s, duração muito curta, 10 a 15 min de efeito, não é analgésico. Só não sai do mercado por ser o anticonvulsivante mais potente que existe (diazepam > Propofol > tiopental) – Em pequenos. 2% dos animais não respondem ao Propofol. Neuroproteção: Induzir coma em pacientes para proteger o cérebro, em traumas cranioencefálicos, mas hoje já sabemos que o Propofol é melhor opção. Só usa em animais alérgicos ao Propofol. Hipnótico ou anestésico geral. Depressão do SNC, interfere na passagem da informação para o córtex cerebral. Estimula o GABA, efeito gabamimético, sedativo, hipnótico. Potencializa qualquer analgésico, opioide. Metabolização: Exclusivamente hepática, muito lenta (5%/h, ou seja, 20h para metabolizar). Paciente acorda por redistribuição – efeito de 10 a 15min. Esther Magdanelo Ação: Tiopental gosta de gordura. Se está em jejum, não para no abdômen e vai tudo para o cérebro que é bem gorduroso, faz o animal dormir. Depois o sangue vai distribuindo de forma homogênea para a gordura do corpo, assim fica menos anestésico no cérebro e faz o animal acordar. Se não tiver em jejum, vai para a gordura abdominal e vai precisar de mais anestésico para fazer o animal dormir. Em obesos, acorda mais rápido, mais gordura abdominal, necessário mais anestésico. Se precisar reaplicar, já vai ter anestésico na gordura, sendo assim, o animal vai demorar mais para acordar. Vai provocando o efeito acumulativo na gordura, conforme for metabolizando, vai liberando aos poucos na circulação e vai ficar sonolento o dia todo. Não pode fazer infusão contínua, pois cada vez que aplica, dura mais tempo. Reduz ou não altera a pressão intracraniana. Reduz atividade cerebral. Primeiro excitatório e depois depressivo, todos depressores do SNC. Para não excitar, aplicar 1/3 ou metade da dose rápida e o resto faz lento até chegar na profundidade que quer. Cruza rapidamente a barreira placentária e hematoencefálica – Mata todos os filhotes – Proibido em cesárea, seu uso é antiético caso saiba da gestação. Altamente lipossolúveis, absorção máxima em 30s, monitoração nesses primeiros segundos. Efeitos adversos: Depressão respiratória e cardiovascular, induz grande hipotermia, migração de hemácias para o baço, piora motilidade intestinal (pode ficar sem defecar por até 5 dias), piora fluxo renal e filtração glomerular. Ou seja, só usa em último caso, tem muito efeito adverso, só em animais convulsionando. Protocolos: Sem MPA: só tiopental, evitar sempre, nunca usar. 25mg/kg Com MPA: Acepromazina + petidina + tiopental 12,5mg/kg. USOS: 1- Quando induzir coma e é alérgico ao Propofol 2- Convulsão sem melhora com diazepam ou Propofol 3- Eutanásia: deprime muito rápido (10s) e relaxa a musculatura. Propofol pode tremer. *KCL na eutanásia: aplicar quando não tiver mais os reflexos palpebrais, não necessário ficar em apneia, mas é melhor. Se aplicado fora da veia, NECROSA. Se por descuido for fora da veia, fazer 20ml de soro no mesmo local, vai inflamar, mas não vai necrosar. B) Não Barbitúricos: Propofol (Alqui-fenóis) e Etomidado (Imidazólico) Propofol: Anestésico geral mais utilizado. Formulação com fosfolipídeo de ovo purificado, fácil de ter contaminação, deixar na geladeira. Frascos: Com borracha ou ampola de vidro: 1 ampola por cachorro, não tem garantia contra contaminação se usar em mais de um animal. Não colocar esparadrapo, NUNCA, meio contaminado (vigilância fecha o estabelecimento se ver ampola aberta em geladeira, ou na seringa, não escrever eutanásia). Aumenta a chance de contaminação pós-cirúrgica por conta de usar Propofol contaminado, principalmente em cirurgia ortopédica (pino, placa). Consumo de Propofol: Metade do peso do animal. Aplicação: IV não dói, se doer quer dizer que está fora da veia. Não provoca consequências. Não se sabe exatamente o quanto usar, aplicar lento e analisar, pode reaplicar. Distribuição rápida na aplicação, vai para o cérebro e depois redistribui, mas não vai para a gordura, vai para o músculo – Muito vascularizado. Metabolização: Rápido e constante em 5 lugares diferentes: fígado, rim, pulmão, intestino e proteína plasmática. Possibilidade de usar por tempo prolongado, inclusive em infusão contínua por dias. Ótimo para hepatopata. Esther Magdanelo Excreção: Renal e biliar. O que solta pela bile, reabsorve no intestino e acaba passando pelo rim. Na prática: apenas renal. Felinos: Tempo máximo de aplicação de 4h. Pode demorar muito para acordar ou causar lesão de hemácias. Aplicar até 3x. Não dói, geralmente reclama por estar frio, se doer é vasculite. Mecanismo de ação: Atua no GABA, sem importância. Não usar em cardiopata ou paciente hemodinamicamente instável (PA, arritmia cardíaca). Cardio: Deprime o miocárdio, mínima alteração FC, hipotensão arterial. Se é saudável, a queda da pressão é insignificante, mas quando o animal já cardiopata, ele pode morrer, cai demais a pressão. Respiratório: Depressão dose dependente, SEMPRE FAZER LENTO, mais importante velocidade que quantidade. Se fizer rápido: apneia, lento também pode, mas as chances são menores = entubar. *Sempre que for aplicar, estar com ambu e sonda traqueal. Seguro para hepatopata e nefropata. Para gato, é ruim reaplicar em hepatopata. Indução anestésica mais utilizada. Anestesia de curta duração, ambulatorial e infusão contínua de Propofol (TIVA), não é prático e é caro, 6 anestésicos em infusão contínua – seguro para o paciente e médicos. Retorno mais tranquilo, qualidade do sono, mais confortável. *Quando faz Propofol, não precisa do benzodiazepínico: Propofol seda bem, ótimo convulsivante, ótimo relaxante muscular. Não precisa, mas não é errado. *Pode misturar Propofol com cetamina, pois não vai ter depressão do miocárdio, deixa a PA melhor. Mas só aplicar em animais que podem receber cetamina. Dá apneia em quase100% dos casos, necessário entubar. Não fazer Propofol puro e direto sem MPA, deprime demais o animal. Etomidato: Adm. via IV, dor na aplicação, queima bastante. 75% de ligação a proteína, variação de dose é menor, geralmente aplica o que foi calculado. Metabolização: hepática e bem pouco extra-hepático. Ruim para hepatopata. Excreção renal e pouco biliar, baixa lesão renal, menor até que o Propofol. Ótimo para nefropata.Bom para cardiopata e nefropata. Não possui efeito acumulativo. Mecanismo de ação: Ativa o GABA. Efeitos desejáveis: Cardio: Não altera FC, PA, resistência vascular periférica (vasodilatação e vasoconstrição), DC, nem força de contração. Ou seja, estabilidade vascular. Não aumenta chance de arritmias. Respiratório: Não deprime, aumenta um pouco a frequência. Se fizer a mais, pode deprimir pouco, no máximo 10 minutos. Efeitos indesejáveis: ruim SNC: Diminui metabolismo, reduzindo fluxo sanguíneo, não protege o cérebro. Endócrino: Provoca hipoadrenocorticismo no paciente, diminui a concentração de cortisol no sangue por 6h. Se fizer infusão contínua, diminui a síntese também, os animais começam passar muito mal. Inflamam até perder a função (5 sinais da inflamação), pois o cortisol é nosso AI natural. Não fazer infusão contínua. USOS: 1- Indução em cardiopata ou hemodinamicamente instáveis. 2- Vai levar o animal para a inalatória 3- Para procedimentos ambulatoriais em cardiopatas, muito rápido. Ex: tirar ponto de olho É um pobre miorrelaxante, animal treme muito, parece que está convulsionando, fica difícil de entubar. Usar midazolam, ajuda tirar o reflexo laringotraqueal e como é relaxante muscular, o animal treme menos. Embora não possua efeito acumulativo, não é empregado em infusão contínua prolongada, pois antes do hipoadrenocorticismo, o animal vai ter mioclonia e vômito. Se tiver estes sintomas, aplicar corticoide. Esther Magdanelo Despertar não é confortável, se sente mal, indução ruim. Alguns pacientes vomitam. Se o animal tem um coração bom, pode usar outras medicações melhores. Destinado aos cardiopatas. Protocolo: Tramadol ou morfina ou metadona (Qualquer opioide, depende da dor) + Etomidato e midazolam. Se a FC estiver muito baixa, usar atropina. Exercício: montar protoloco: 1- Paciente com hemorragia grave no baço, hipotenso e necessário fazer esplenectomia. 8 anos. Não usa anticolinérgico, não tem bradiarritmia. Não usa tranquilizante, pois o animal já está hipotenso. Usa benzodiazepínico, porque vai induzir com Etomidato. Midazolam. Não usa alpha2agonista, pois só se usa em pacientes saudáveis ou com dor crônica. Opide usa tramal ou petidina, esplenectomia dói pouco. Indução: Etomidato. 2- Castração eletiva de cadela saudável, 2 anos. Não usa anticolinérgico, pois o animal está saudável. Tranquilizante, poderia usar o acepram para efeito tranquilizante. Benzodiazepínico não será usado, por conta dá indução conter o Propofol, não precisa. Alpha 2 não será usado, pois será inalatória. Opioide, usaria morfina ou metadona (melhor). Indução: Propofol.