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M I S S Õ E S M U N D I A I S 2 0 1 6
www.jami.com.br | jami@jami.com.br | facebook.com/jami. juntademissoes
2
 
INFORMATIVO DA JUNTA ADMINISTRATIVA DE MISSÕES - JAMI
Presidente da CBN Pr. Edmilson Vila Nova Presidente da JAMI Pr. Jesus Aparecido dos Santos Silva Secretário Executivo da JAMI Pr. Ronald S. Carval-
ho Redação e Revisão Miss. Cecília Carvalho | Pr. Ronald S. Carvalho Designer Bruno Vasconcelos Imagens JAMI | sxc.hu | pexels.com | visualhunt.com 
| pixabay.com Redação R. Alecrim, 12 - B. Jaqueline, CEP 31.748-445 - Belo Horizonte/MG Telefone (31) 3454-6106 Fax (31) 3454-6908
E-mail jami@jami.com.br Site www.jami.com.br | Artigos Publicados reprodução permitida, citando a fonte.
PRESIDENTE
Cláudio Ely Dietrich Espíndola
 (12) 3916-3600 / 99718-3600 
 claudioely@uol.com.br 
1º VICE-PRESIDENTE
Nereu Walter Gomes
 nereuwalter@yahoo.com.br
 (73) 3925-0788 / 99929-1702
2º VICE-PRESIDENTE
Pr. Robson Alves dos Santos
 (27) 996251113
 prrobson_cbn@hotmail.com
1º SECRETÁRIO
Paulo Marcos Alves de Moura
 (31) 3457-0753 / 98804-8364
 prspauloegiselle@oi.com.br
2º SECRETÁRIA
Miss. Solange Vieira de Moura Araújo
 (31) 3101-3900 / 97926-0607
 solangemaraujo@gmail.com
SECRETÁRIO EXECUTIVO
Pr. Ronald Silva Carvalho
 (31) 3454-6106 / 99970-3107
 pr.carvalho56@gmail.com
CONSELHO FISCAL DA JAMI
Pr. Loren Reno Xavier
Pr. Elton do Espírio Santo
Pr. Felício Magalhães
DIRETORIA DA JAMI
P A R A O B I Ê N I O 2 0 1 4 • 2 0 1 6 ÍNDICE
04
06
09
13
18
20
30
Palavra do Secretário Executivo
Campanha de Missões Mundiais 2016
Como mobilizar a igreja local em Missões
Seja nosso parceiro
Planos e Metas 2016 - 2017
Cartas Missionárias
Endereço dos Missionários
Com o tema “Envia-me para Abençoar as 
Nações”, o Informativo JAMI 2015 teve 
grande alcance e repercusão.
EDIÇÃO ANTERIOR
A JAMI é a agência missionária transcultural 
da Convenção Batista Nacional. Sua finalidade 
é facilitar e apoiar as igrejas batistas nacionais 
no cumprimento da missão.
Para alcançar seus objetivos, a JAMI desenvol-
verá as seguintes estratégias:
- Assessorar a igreja no envio de missionários 
ao campo;
- Administrar e coordenar projetos missioná-
rios transculturais;
- Oferecer cursos de treinamento missionário: 
especialização em missiologia e formação mis-
sionária;
- Desenvolver projetos de plantação de igrejas;
- Desenvolver projetos sociais: educação, saú-
de e desenvolvimento comunitário;
- Trabalhar com a tradução da Bíblia e produ-
ção de material de educação bi-lingue;
Seja nosso Parceiro na missão de Deus no 
mundo.
QUEM É A
JAMI? Indo até aos confins da terra, pregando o evangelho de Cristo.
Lema
Conscientizar, promover, apoiar e coordenar a visão 
missionária transcultural das igrejas batistas nacio-
nais: recrutando, treinando, orientando e enviando 
missionários para fazer discípulos de Jesus.
Missão
Ser uma agência missionária parceira da igreja no 
cumprimento da missão transcultural.
Visão
Glorificar o nome do Deus Eterno e fazer discípulos 
entre os povos que ainda não conhecem Jesus.
Propósito
3
4
É Tempo de Missões no Poder 
do Espírito: A Campanha de Missões Mundiais 
dos Batistas Nacionais vem desafiá-lo a realizar mis-
sões firmado num dos pilares da nossa fé... “ o poder 
do Espírito Santo.” O Espírito Santo enche o crente 
com sua virtude para que viva testemunhando da fé 
salvadora.
“Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito 
Santo e sereis minhas testemunhas...” Poder para 
ser... poder para servir... poder para anunciar as virtu-
des Daquele que nos chamou...poder para ultrapassar 
as fronteiras geográficas, sociais, culturais, religiosas 
e espirituais e anunciar aos que vivem distantes de 
Deus que Ele é amor, liberta, perdoa e salva.
Cada Batista Nacional deve ser um missionário em 
ação: orando, indo, apoiando e ofertando. É tarefa 
da igreja a pregação da Palavra no poder do Espírito 
para a salvação e discipulado de pessoas de todas as 
nações da terra.
Conclamamos sua igreja, pastor, a ser nossa par-
ceira em missões. Mobilize suas ovelhas para se 
envolverem nesta campanha como intercessores e 
ofertantes para a obra missionária. Com sua parceria 
podemos chegar mais longe e fazer mais na obra do 
Senhor.
É tempo de missões no poder do Espírito! Vamos 
juntos aos campos do Senhor para a grande colheita.
Em Cristo Jesus,
Pr. Ronald S Carvalho
Secretário Executivo
DESafio
CAMPANHA DE MISSÕES MUNDIAIS 2016
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasi-
va de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder.” I Coríntios 2.4
Pr. Ronald e família
• •
Rua Alecrim, nº 12 - bairro Jaqueline
: 31.748-445 | Belo Horizonte/CEP MG
Ligue-nos no:
(31) 3454•6106
Acesse nosso site e envie-nos seu e-mail:
www.jami.com.br • jami@jami.com.br
Curta-nos:
/jami.juntademissoes•
5
6
 Diz o profeta Zacarias 4.6b “...Não por força 
nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor 
dos Exércitos”. A tarefa maior da evangelização dos 
povos, não pode ser feita na força do homem, mas, 
o homem santo revestido do poder do Espírito San-
to. Este, fará o que diz o Senhor Jesus em Mateus 
28.19,20 “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as 
nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do 
Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coi-
sas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco 
todos os dias até à consumação do século”.
 Somos encorajados pelo Senhor em João 
4.35 a erguer os nossos olhos e ver os campos que 
estão brancos para a ceifa. Vemos os povos desilu-
didos consigo mesmos, frustrados em suas próprias 
ambições, correndo atrás daquilo que não satisfaz. A 
resposta para as demandas de nossa geração está no 
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso que-
rido Salvador que veio buscar e salvar o que se havia 
perdido.
 Fazer discípulos e ensiná-los na única verda-
de, Jesus, é a proclamação desafiante para este tem-
po. Tempo de incertezas e contradições várias, mas 
É TEMPO DE MISSÕES
No PoDER Do ESPÍRiTo
7
 No tempo crucial da saída do povo de Israel 
do Egito, diante do mar, Deus falou a Moisés, diga 
ao povo que marche! Marchemos no poder do Espíri-
to Santo para conquistar um novo território domina-
do pelas trevas e malignidade, o coração do homem 
perdido. Jesus quer, porque Ele se deu; e você, meu 
irmão?
Abraços!
Cláudio Ely Dietrich Espíndola
Presidente da Jami
de expectativas nobres por um tempo melhor e mais 
saudável. Onde a esperança se materializa no sobre-
natural de Deus e só Ele pode nos capacitar para esta 
tarefa magnânima e urgente. Urgente, por causa do 
amor do Pai que se apressa em derramar o Seu amor 
sobre a humanidade perdida. E o faz através da Sua 
amada igreja, que pelo seu sangue está viva e vive 
para glorifica-lo.
 Meus queridos irmãos e companheiros de 
jornada, quero pedir-lhes para juntos conclamarmos 
todo batista nacional a se envolver nesta campanha 
de missões no poder do Espírito Santo. No poder do 
Espírito Santo, vamos evangelizar com a nossa igreja 
local, ganhando almas para o Senhor Jesus. No poder 
do Espírito Santo, vamos orar e jejuar pela libertação 
de vidas presas nos vícios e na prostituição. No poder 
do Espírito Santo, vamos atender o clamor das na-
ções por libertação de toda tirania e escravidão. No 
poder do Espírito Santo, vamos liberar e preparar os 
vocacionados para missões cultural e transcultural. 
No poder do Espírito Santo, vamos orar e contribuir 
para que os vocacionados cheguem aos campos para 
aos quais o Senhor os chamou.
8
Para quem pensa que a tarefa de evangelização dos povos acabou, a notícia é que “os campos continuam 
brancos para a ceifa”. E agora, mais do que nunca, a urgência da pregação está ganhando cada vez mais força, 
por causa dos fenômenos provocados pelo aquecimento global, a onda de dispersão/refúgio dos povos. São 
milhares de vidas que já estão com os dias contados na terra. E a salvaçãodessa gente está em nossas mãos. 
Não temos o poder de “dar a vida”, nem livrar de catástrofes, nem de doenças incuráveis. Mas podemos 
apontar o caminho, o único caminho, que leva para uma vida fora de todas essas mazelas: Jesus Cristo. Isso 
podemos fazer. Isso você pode fazer. Isso é o melhor que se tem a fazer. E está ao seu alcance. Por isso se 
você encontrou uma razão que o motive a deixar tudo e partir para um desses lugares, os povos dessas terras 
encontram todas as razões para esperar você chegar.
angola – Treinadores de líderes, obreiros e educadores.
Guiné-Bissau – Educadores, profissionais da saúde
Moçambique – Professores na área teológica, discipuladores e pastoreio de pastores.
Bolívia – Plantadores de igrejas e professores na área teológica.
Paraguai – Pastor e treinador de líderes.
Peru – Pastor plantador de igreja e professor.
Timor Leste – Educador e pastor plantador de igreja.
Papua Nova Guiné – Pastor plantador de igreja e educadores.
Venha preparar-se no CETRAMI – Centro de Estudos Transcultural e Missiológico da JAMI. Contato: cetrami.
jami@gmail.com // www.jami.com.br
OBREIROS
PREcISam-SE dE
:
9
Elaboramos algumas intruções 
para facilitar a participação de 
cada igreja batista nacional, ao re-
dor do mundo, na implementação 
da visão missionária global. 
Desejamos que todas as igre-
jas batistas nacionais participem 
na missão de Deus para alcançar 
as pessoas de toda nação, cultura 
e língua com o Evangelho da graça 
de Deus.
Missões são a alma ou o cora-
ção da igreja que ama o Senhor e 
entende o seu chamado.
Propósito
O propósito da JAMI é cons-
cientizar e mobilizar a igreja atra-
vés de oração, discipulado, ofertas 
e educação missionária para glori-
ficar o Deus Eterno e fazer discípu-
los entre os povos da terra.
objetivos
1. oração - interceder/orar 
para que se levantem líderes, vo-
iG
RE
ja
 E
 M
iS
Sõ
ES
Como mobilizar a
igreja local em Missões
cacionados e igrejas para que por 
meio deles o Espírito Santo atraia 
muitas pessoas a Cristo.
2. Discipulado - envolver e 
motivar futuros líderes de missões, 
especialmente jovens e crianças, 
para fazer discípulos nas nações.
3. ofertas - encorajar a igreja 
para dedicar vidas, recursos finan-
ceiros e humanos para expandir o 
reino de Cristo entre as nações.
4. Educação - informar os 
crentes sobre as necessidades do 
mundo, capacitando-os para suprir 
essas necessidades em Cristo.
Como conscientizar a igreja 
local para a missão:
1. Ensinar sobre o propósito e 
os objetivos da igreja na missão 
de Deus no mundo. 
2. Desafiar cada membro a en-
volver-se efetivamente nas ações 
missionárias da igreja: evangeli-
zação, discipulado, fidelidade nos 
dízimos e ofertas missionárias, 
intercessão por missões, participa-
ção nas ações denominacionais. 
3. Criar o Conselho de Missões 
para coordenar o projeto missio-
nário da igreja.
4. Compartilhar com a igreja 
experiências missionárias, seja por 
meio de testemunhos de missio-
nários, filmes, vídeo, textos, entre-
vistas via skype com algum mis-
sionário.
5. Criar uma atmosfera missio-
nária no meio da congregação.
6. Ajudar as pessoas a saberem 
que a igreja tem uma responsabi-
lidade missionária global. Atos 1.8 
7. Incluir todas as faixas etárias 
da igreja. Envolver as crianças e os 
jovens em missões locais e mun-
diais. 
8. Usar toda oportunidade para 
educar a congregação sobre missões. 
9. Usar todos os meios possí-
veis, incluindo recursos audiovi-
suais, livros, mapas, powerpoint, 
vídeos, testemunhos de missioná-
rios, etc.
10. Dar uma ênfase missionária 
mensal como parte do culto de ado-
ração, nas classes da Escola Domi-
10
nical, nas células, nas redes etc.
Missões: Prioridade número 1 da Igreja - uma 
estratégia para realizar o mandato do Senhor. Ma-
teus 28.19-20
Conselho de Missões da igreja Local
O pastor e o Conselho de Missões trabalham como 
a equipe de estratégia missionária. 
O Conselho de Missões se reúne para planejar, 
compartilhar ideias e relatar o progresso missionário 
da igreja.
O Conselho é responsável para promover e realizar 
o propósito e os objetivos da igreja em missões: orar, 
discipular, ofertar, educar e enviar.
O Conselho de Missões deve começar pequeno. 
Outros membros podem ser adicionados à medida 
que a igreja e o trabalho missionário crescer.
“O Conselho é a extensão do ministério promo-
vendo a obra missionária em toda congregação.”
 
O Conselho deve colocar à disposição de cada de-
partamento, ministério ou rede da igreja, recursos 
missionários e encorajá-los a promover missões em 
cada faixa etária.
Os membros do Conselho de Missões podem ser 
designados para trabalharem com objetivos específi-
cos: oração, discipulado, ofertas e educação. Os mem-
bros do conselho também podem ser designados para 
outras ênfases missionárias.
Veja o Manual de Gestão Missionária da Igreja (JAMI-
CBN)
11
ofertas Missionárias - Dedi-
cando a nós mesmos e os nos-
sos recursos para expandir o 
reino de Deus.
Ofertas, especialmente sacrifi-
ciais, são necessárias para a mis-
são global da Igreja. Portanto, a 
JAMI recomenda o seguinte: 
• O dinheiro levantado para 
missões mundiais nunca deve ser 
usado para qualquer outro propó-
sito a não ser ao que ele foi de-
signado. 
É muito importante enviar ime-
diatamente as ofertas para a JAMI 
ou para as pessoas designadas.
a oferta para Missões Mun-
diais é vital para a missão global 
da obra missionária da CBN. A JA-
MI-CBN colabora e é a linha essen-
cial para a evangelização total da 
igreja ao redor do mundo. 
Com a JAMI, fazemos mais jun-
tos do que faríamos sozinhos. Esse 
é um compromisso de conexão. 
Cada igreja local deverá con-
iG
RE
ja
 E
 M
iS
Sõ
ES
Para onde vai sua
oferta missionária?
“Pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e até além 
do que podiam. Por iniciativa própria.” - 2 Coríntios 8:3, NVI
“Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou 
por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.” - 2 Coríntios 9:7, NVI
siderar a JAMI como parceira na 
missão de Deus no mundo. 
A oferta para Missões Mundiais 
é muito importante para a missão 
global. 
Benefíciários da oferta Mis-
sionária: 
Missionários:
-Complemento de salários, 
despesas de viagens, ajuda para 
educação, sustento de obreiros 
autóctones, cuidado pastoral etc.
Plantação de novas igrejas 
-Projetos missionários/desen-
volvimento comunitário nas áreas 
de educação, saúde e Seminários 
e treinamentos para formação de 
obreiros.
Cuidado Missionário - cuidado 
médico, necessidades pessoais 
dos missionários, ofertas espe-
ciais. 
Como Mobilizar a igreja 
para ofertar para missões
ofertas para Missões:
Objetivo: Dedicar a nós mes-
mos e os nossos recursos, para 
missões mundiais para expandir o 
reino de Cristo entre os povos.
 
Cada igreja local globalmen-
te entrega/envia, mensal ou anu-
almente, sua Oferta Missionária 
para a JAMI promover a evangeli-
zação nas nações onde os missio-
nários atuam.
Promova as ofertas missioná-
rias mensais.
Planeje um evento missionário 
da Promessa de Fé (Oferta Mis-
sionária de Fé). Veja no manual de 
Gestão Missionária a instrução.
Envie as ofertas missionárias 
mensalmente para a JAMI.
O que é Promessa de Fé? A igre-
ja local desafia as pessoas a faze-
rem compromissos por um ano de 
Promessa de Fé para missões. 
12
A Fé é essencial: a igreja motiva 
todos a buscarem de Deus direção 
sobre o valor que eles prometerão 
dar pela fé. 
O total comprometido é dado 
de acordo com a preferência do 
indivíduo e, de acordo com a provi-
dência de Deus. Pode ser entregue 
semanalmente, mensalmente ou 
como uma oferta única.
Diretrizes da oferta de Pro-
messa de fé:
O dinheiro de Promessa de Fé 
deve ser para missões, primeira-
mente dirigido à evangelização 
global.
A Promessa de Fé não é para 
substituir outras ofertas missioná-
rias. 
As pessoas que não fizeram 
compromissos de Promessa de Fé 
devem ter a oportunidade de par-
ticipar nessasofertas.
O dinheiro de Promessa de Fé 
também pode incluir quantias para 
Missionários 
A Promessa de Fé pode incluir 
dinheiro para gastos com Adoção 
de Missionários. 
A Promessa de Fé não inclui 
outros gastos da igreja, como o 
salário do pastor, gastos com ad-
ministração, construção de templo 
local, compra de sítio, etc 
A confiança das pessoas não 
pode ser quebrada. O dinheiro 
para missões é para missões.
Política da Promessa de fé:
O dinheiro da Promessa de Fé 
deve ser usado somente para em-
preendimentos missionários.
Todas as ofertas da Promessa 
de Fé devem ser contabilizadas 
pelo do tesoureiro local e destina-
das à JAMI e/ou ao sustento dos 
missionários adotados e/ou envia-
dos pela igreja.
13
14
oRação PoR MiSSõES
objetivo: Interceder por líde-
res, missionários, igrejas e evan-
gelização mundial para que o Es-
pírito Santo traga pessoas a Cristo. 
Apresente pedidos de oração regu-
lares para a igreja. Ef. 6.20
Algumas fontes: Manual de 
Gestão Missionária da Igreja (JA-
MI-CBN)
Envolva todos os grupos e pe-
quenos grupos da igreja em oração 
regular pela salvação das pessoas 
ao redor do mundo. Ore pelos mis-
sionários, famílias, projetos etc.
 
Enfatize oração com jejum. Je-
juar inclui abster-se de comida, 
tempo, lugares, coisas favoritas, 
redes e mídias sociais etc.
Missões: Prioridade Número 
Um - “A oração de um justo é 
poderosa e eficaz.”
A oração é essencial para o tra-
balho da evangelização global. A 
Grande Comissão pode ser realiza-
da quando o povo de Deus interce-
de e as igrejas tornam-se casas de 
oração para todas as nações. 
A oração gera mais trabalhado-
res para a seara. Mat. 9.36-38
A oração gera ousadia na pre-
gação e discipulado. I Cor. 4.3, Ef. 
6.18-20
A oração faz remove as barrei-
ras para o Evangelho. II Cor. 10.4
A oração provê as finanças para 
missões. II Cor. 8.3; II Cor. 9.7
Recomendações para imple-
mentar a oração e jejum por 
missões.
Ore diariamente como parte de 
sua vida devocional pessoal. 
Encoraje cada lar a se tornar 
uma casa de oração por todas as 
nações. 
Desafie todos os membros a 
orarem individualmente, em pe-
quenos grupos, e em momentos 
de culto pelas necessidades mis-
sionárias. 
Dê pedidos de oração e os car-
iG
RE
ja
 E
 M
iS
Sõ
ES
oração, jejum e Missões 
no Poder do Espírito
“A oração é essencial para o trabalho da evangelização global. A Grande Comissão 
pode ser realizada quando o povo de Deus intercede e as igrejas tornam-se casas 
de oração para todas as nações.”
tões de oração por missões para a 
congregação. 
Peça regularmente ao pastor 
para incluir as necessidades de 
oração por missões mundiais em 
todos os cultos.
oração e jejum
 Oração com jejum é uma dis-
ciplina espiritual bíblica. Veja Atos 
13:2 e Atos 14:32. 
 Encoraje os membros a ora-
rem em jejum, negando a si mes-
mos, com a direção do Espírito 
Santo. 
 Jejum pode incluir abster-se 
de comida em uma refeição ou por 
um período de tempo. Jejuar tam-
bém inclui abster-se de alimentos 
específicos, algumas preferências, 
coisas favoritas, lugares, etc. 
Jejum também motiva a ofertar. 
Veja no manual de Gestão Mis-
sionária como orar por missões e 
pelo missionário (JAMI-CBN)
 
Motivos Gerais de oração
oração pela igreja Perse-
guida - Oração por nossos irmãos 
15
e irmãs em Cristo que estão sofrendo pela causa de 
Cristo deve ser parte regular de nossa intercessão. 
Vários sites globais estão disponíveis que regis-
tram pedidos de oração pela igreja perseguida:
www.portasabertas.org.br
www.comibam.org
www.amtb.org.br 
janela 10/40 - Essa área do mundo é o norte 
da África, o Oriente Médio e o sul da Ásia. Muitos dos 
povos menos alcançados do mundo estão nessa área. 
Ore por essa parte do mundo regularmente e para 
que os batistas nacionais consigam alcançar esses 
povos com o Evangelho. 
Dia Mundial de oração da aliança Batista 
Mundial – www.bwanet.org
Dia Nacional de oração - Use esse dia como 
um tempo de foco para alcançar o perdido de nossa 
nação. - www.cbn.org.br.
Dia do oração pelos Missionários Batistas Na-
cionais – 2o. Domingo de Setembro. www.jami.com.br
 
Utilize os cartões de oração pelos missionários ba-
tistas nacionais – JAMI.
16
Estatísticas indicam que 50 por 
cento da população do mundo tem 
menos de 24 anos, e 30 por cento 
tem menos de 15 anos. Portan-
to, as próximas gerações incluem 
crianças, adolescentes e jovens 
que têm menos de 24 anos. De-
vemos envolver essa faixa etária 
com paixão para realizar o que 
Cristo mandou na Grande Comis-
são. Pesquise sobre o movimento 
4/14 - www.global414day.com
As próximas gerações podem se 
identificar com a palavra “paixão”. 
Mesmo com os muitos problemas 
que eles têm em suas próprias cul-
turas, eles têm a tendência de se 
comprometerem de verdade com 
tudo o que eles fazem. Portanto, a 
igreja e a JAMI-CBN têm que aju-
dar as próximas gerações a terem 
paixão por Deus e Sua missão.
 
 Esses passos são importantes 
para criar paixão nas próximas ge-
rações. Eles precisam de pessoas 
com quem eles possam contar e 
que demonstram interesse neles.
Tenha paixão - Eles querem 
que as pessoas sejam autênticas 
e reais. Líderes de missões preci-
sam ter paixão para ajudar outros 
a desenvolverem sua paixão por 
missões.
Seja uma comunidade - Eles 
querem pertencer a algo e sentir 
que são importantes na missão de 
Deus. Estar com outros cristãos 
ajuda a desenvolver um sentimen-
to de pertencimento.
Capacitando os Missionários de 
amanhã (Chamado Missionário)
A maioria dos missionários 
testemunham que a primeira vez 
que eles sentiram o chamado de 
Deus para o serviço missionário foi 
quando eram crianças ou jovens. 
Portanto, a igreja deve ajudar a 
cada criança e jovem que sente o 
chamado de Deus. Ele(a) precisa 
ser encorajado e mentoreado. Aqui 
iG
RE
ja
 E
 M
iS
Sõ
ES
Mobilizando a 
Nova Geração
na visão de Deus
Importante: Inclua as próximas gerações nos ministérios para a comunidade, evange-
lísticos e da igreja.
há algumas formas pelas quais 
isso pode ser feito:
Ajude-o a desenvolver um rela-
cionamento com Deus através de 
seu próprio estudo bíblico, oração 
e adoração.
Ajude-o a se envolver na vida 
da igreja. 
Ajude-o a aprender sobre a 
igreja global e as necessidades 
missionárias. 
Ajude-o a desenvolver seus 
dons e habilidades dadas por Deus. 
A JAMI recomenda que as igre-
jas locais/Pastores selecionem 
pessoas para mentorear as crian-
ças e jovens em seus chamados 
missionários.
Como trabalhar 
Grupos de gerações mais jo-
vens vão variar entre as igrejas 
locais. 
A JAMI recomenda que as igre-
jas selecionem pessoas que pos-
sam cuidar tanto das crianças 
quanto dos jovens. Esses líderes 
devem oferecer materiais apro-
priados e atividades para eles, in-
17
cluindo educação missionária.
Planeje reuniões missionárias 
ou atividades para as gerações 
mais jovens sempre que possível.
A JAMI recomenda que tais 
reuniões aconteçam uma vez por 
mês.
Selecione líderes missionários 
para as gerações mais jovens que 
tenham as seguintes qualificações:
Que amem as crianças e os jovens. 
Que tenham paixão por missões 
mundiais.
Que possam trabalhar em coo-
peração com o conselho de missões. 
Que possam ajudar com men-
toria e discipulado das gerações 
mais jovens.
Educação Missionária
1. Recursos apropriados para 
crianças e jovens são importantes 
para a educação missionária. Tais 
materiais os ajudarão a aprender 
sobre o mundo e as necessidades 
e oportunidades missionárias.
2. Considere essas ideias para 
promover conscientização global 
nas gerações mais jovens.
3. Planeje atividades missio-
nárias regulares para as gerações 
mais jovens. Use esse tempo para 
mostrar-lhes o que Deus está fa-
zendo globalmente.
4. Inclua as gerações mais jo-
vens nas reuniões quando mis-
sionários ou pregadores sobre 
missões falarem à congregação. 
Organize a possibilidade dessas 
pessoas se encontrarem com as 
crianças e os jovens em um mo-
mento separado.
5.Envolva as gerações mais jo-
vens em projetos missionários, ati-
vidades e viagens práticas. Peça ao 
pastor ou ao líder de jovens para 
ajudar a planejar esses eventos.
6. Inclua as próximas gerações 
nos ministérios para a comunida-
de, evangelísticos e eclesiásticos.
Discipulado
Objetivo: Envolver e mentorear 
futuros líderes missionários, es-
pecialmente os jovens e crianças, 
para fazerem discípulos de Cristo 
nas nações. 
Motive as crianças e jovens que 
sentem que Deus os tem chamado 
para o serviço missionário a cres-
cerem na fé e no preparo.
Planeje visitar um missionário.
Encoraje as crianças e jovens 
a ofertarem para missões, espe-
cialmente a Oferta para Missões 
Mundiais.
18
Lema: 
“ Indo ... até aos confins da terra pregando o evan-
gelho de Cristo.”
Visão da jaMi: 
Ser uma agência missionária parceira da igreja no 
cumprimento da missão transcultural.
Missão da jaMi:
 Conscientizar, promover, apoiar e coordenar a vi-
são missionária transcultural das igrejas batistas na-
cionais: recrutando, treinando, orientando e enviando 
missionários para fazer discípulos de Jesus entre as 
nações.
Propósito: 
Glorificar o nome do Deus Eterno e fazer discípulos 
entre povos que ainda não conhecem a Jesus..
objetivo deste Plano: 
Desafiar e estimular o envolvimento de igrejas, 
pastores e irmãos no compromisso em missões trans-
culturais por meio da JAMI através de: oração, envio 
de missionários para o campo e base, participação 
nos projetos e investimento financeiro.
i – aLVoS:
1. Priorizar ações missionárias nos campos onde a JAMI já atua, cujo foco seja a conquista de vidas para 
Cristo e fazer discípulos das nações conforme o evangelho;
2. Fortalecer a imagem da CBN, associada à eficiência, transparência e abrangência, prestando às igrejas 
assessoria e serviços missionários;
3. Intensificar o treinamento de missionários brasileiros e autóctones para melhor desempenho e eficiência 
no ministério da evangelização;
4. Mobilizar rede de intercessores pró-missões;
5. Buscar a prática de novos paradigmas de envio de missionários: missão de curto prazo, profissionais, 
imigrantes etc;
6. Primar pela excelência no treinamento de novos obreiros para os campos do Senhor - enfatizando matu-
PLaNOS E mETaS 
2016 - 2017
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ridade cristã, profundidade bíblio-missiológica, compromisso e eficácia no cumprimento da missão - deve ser 
feito com amor e responsabilidade; 
7. Apoiar, treinar e estimular as igrejas e pastores a uma prática missionária global (Atos 1.8) – “o campo 
é o mundo”– deve feito com amor e esforço.
8. Oferecer às CBEs e Igrejas o Curso Gestão Missionária( 12 horas aula)
9. Visitar tantas igrejas e pastores quanto possível;
10. Cooperar com a construção de templos em: Angola, Guiné Bissau, Moçambique, Bolívia, Peru, Paraguai 
e outros;
11. Continuar apoiando projetos tradução da Bíblia;
12. Continuar o programa de plantação de igrejas culturais e multiculturais;
13. Continuar o programa de formação teológica de vocacionados nos campos missionários, por meio dos 
Centros Batistas de Teologia e Missões – CBTM.
14. Estabelecer novas parcerias para envio de missionários e ações estratégicas.
ii - METaS:
1. Publicar o livro da história missionária da JAMI – 2a edição atualizada.
2. Publicar e distribuir livros de cunho missiológico.
3. Publicar a Revista Minha Missão – Campanha de Missões Mundiais
4. Publicar Revista de Estudos Missionários pela LERBAN.
5. Promover a campanha - Missões Mundiais – Setembro 2016 e 2017 – oferecendo às igrejas o kit pro-
mocional: cartaz, prospectos e Revista da Campanha.
6. Realizar 04 Consultas de Missão;
7. Realizar 06 treinamentos – Gestão Missionária.
8. Realizar o treinamento transcultural de vocacionados ao campo missionário – Especialização em Missio-
logia no CETRAMI;
9. Enviar 20 novos missionários transculturais;
10. Capacitar em Teologia e Missões 30 novos jovens obreiros para a igrejas local no CETRAMI;
11. Mobilizar 60 novas igrejas parceiras apoiando projetos e adotando missionários;
12. Iniciar o Curso de Mestrado em Missiologia ( foco em antropologia intercultural e teologia bíblica ). 
Cooperação: não estamos sozinhos, não devemos e nem podemos fazer a obra do Senhor sozinhos. Nin-
guém edifica uma obra sozinho.
Missão é a expansão do propósito redentor de Deus a toda a humanidade e cada batista nacional tem sua 
parte nesta missão.
Fonte:
-Manual de Gestão Missionária JAMI CBN;
-Planejamento Estratégico da JAMI CBN;
20
É tempo de missões no poder 
do Espírito! E não foi assim desde 
o inicio? Sem dúvida! Jesus dei-
xou claro a seus discípulos que a 
tarefa confiada a eles era dema-
siadamente grande e impossível 
de ser realizada pela força e sa-
bedoria humana, por isso antecipa 
advertindo-os da necessidade de 
“ficarem em Jesusalém até se-
rem revestidos do poder “. Então 
em Atos 2, quando se cumpriu o 
derramamento do Espírito santo 
, foi notório o impacto causado 
nas pessoas de muitas nações ali 
presentes , pois ouviram homens 
simples e iletrados trazendo uma 
mensagem de grande relevância 
para cada ouvinte,porque “ eles 
ouviram das grandezas de Deus “ 
na sua própria língua.
Foi o início de um movimento 
sem precedentes , começando em 
Jerusalém , tendo como marco o 
recebimento do poder do Espírito 
Santo para testemunhar. Com a 
conversão de Paulo , impulsiona-
do pelo mesmo Poder , a mensa-
gem salvadora chegou aos lugares 
mais remotos de então apesar de 
tantas provações e intempéries.
Assim no poder do mesmo Es-
pírito a mensagem atravessou os 
mares , quebrou barreiras cultu-
rais e chegou a nós . No mover do 
Espírito , a igreja no Brasil cres-
ceu , a ponto de sermos chamados 
“Celeiro de Missões “. Grande parte 
dos homens usados por Deus que 
nos deixou este legado já não se 
encontram mais entre nós. Em 
nossas mãos está a responsabili-
dade de levar a cabo tão excelente 
obra, a exemplo deles, na depen-
dência total do Espírito.
Hoje, temos uma JAMI , fruto 
do penoso trabalho de muitos, que 
se dispuseram, no mover do Espíri-
to, dedicar suas vidas, recursos fi-
nanceiros e oração para que este 
projeto se tornasse uma realidade. 
Nos tempos modernos muitas 
são as ferramentas e estratégias 
disponíveis para facilitar o tra-
balho missionário. E tudo isto, se 
usado sem discernimento, certa-
mente, torna-se em armadilhas, 
pois nenhuma estratégia ou fer-
ramenta humana substitui o “po-
der do Espírito” quando se trata de 
fazer Missões. Por outro lado, há 
várias ameaças tentando neutra-
lizar o nosso ardor missionário: a 
crise financeira, o perigo dos ata-
ques terroristas, etc . Na verda-
de são os mesmos problemas 
enfrentados por aqueles que nos 
antecederam, porém, agora, numa 
roupagem nova. E como eles ven-
ceram? No poder do Espírito Santo. 
É tempo de missões no
poder do Espírito
Por: Herbert e Desiré | herbertdesireenata@gmail.com
Como venceremos? Sim, no poder 
do Espírito!
Vem à nossa memória, aque-
le dia 28 de fevereiro de 2000, 
no aeroporto, já no portão de 
embarque, o Pr Ronald , vendo o 
temor estampado em nossos ros-
tos, abraçou-nos e disse: “Vão, o 
Senhor é com vocês e os guiará 
lá no campo“. E assim realmente 
tem sido . No decorrer destes anos 
, aqui em Guiné-Bissau, temos ple-
na consciência de que tudo que 
frutificou e permaneceu não tem 
mérito humano, mas tudo é fru-
to da graça e do poder do Espí-
rito que habita em nós. Movidos 
pelo poder do Espírito nós viemos; 
outros, pelo mesmo poder, oram 
por nós e outros, sustentam-nos 
financeiramente. Porque, à seme-
lhança daqueles do princípio, so-
mos também “homens simples e 
iletrados falando das grandezas 
de Deus em terras guineenses. A 
Ele, Deus Eterno, toda glória!
21
Rompendo as barreiras pela Fé ( Mateus 21.21)
“Então Jesus disse: -Eu afirmo a vocês que isto é 
verdade: se tiveres fé e não duvidarem, vocês pode-
rão fazer a mesma coisa que fiz com a figueira. E não 
somente isso, mas vocês poderão dizer a estemonte: 
levante-se e jogue-se no mar, e isso acontecerá. Se 
crerem, receberão tudo que pedirem em oração.”
É bem verdade que encontramos muitas barreiras 
no cumprimento da missão que Cristo nos chamou 
para fazer, como cooperadores da grande missão. Fa-
zemos a obra pela fé, e rompemos as barreiras com 
Jesus Cristo. O Senhor está abrindo as portas para a 
expansão do reino aqui nesta terra.
O projeto Angola Missão Integral é um projeto am-
plo, que visa alcançar vidas e despertá-las para um 
crescimento espiritual, moral e físico. Para isso esta-
mos trabalhando para o fortalecimento das Igrejas da 
CBN com escola teológica e treinamento de líderes.
Em Angola existem diversidades de línguas; a lín-
gua oficial do país é o português mais as línguas na-
cionais. O povo com o qual trabalhamos é falante do 
Lingala, Umbundo, Quimbundo e Ganguela, línguas 
maternas usadas entre si no dia-a-dia. Nem todos fa-
lam o português.
 As várias lutas internas que este povo vivenciou 
no passado deixaram marcas de dor, tristeza, sofri-
mento. A guerra trouxe muita destruição no país, e 
hoje muitos vivem na linha da pobreza. O país busca 
a recuperação com a construção de prédios, casas, 
abastecimento de água, energia, escola, etc. Hoje 
existe um valor considerável de homens e mulheres 
que não sabe ler ou escrever, por isso a necessidade 
de um trabalho de alfabetização. Estamos buscando 
alcançar estas pessoas através de um projeto social.
A Associação Portas Abertas foi criada para aten-
der as necessidades do povo. A APA tem como objeti-
vo atender as quatro igrejas e uma missão da CBN e a 
população em geral. Já existe o local onde serão reali-
zados os trabalhos sociais como: ambulatório médico, 
laboratório de análises clínicas, salas de aula e outro.
A APA já tem autonomia para atuar legalmente re-
gistrada no Ministério da Justiça, apenas aguardando 
o certificado. Temos pela frente uma grande luta, que 
venceremos, para o término desta obra na força do 
Senhor. Deixamos em aberto o convite para os pro-
fissionais que queiram se voluntariar a curto prazo 
e abençoar vidas no exercício da missão em Angola. 
A segunda etapa do Projeto Missão Integral já está 
em curso (plantação de Igrejas). Fomos contemplados 
pela poderosa mão do Senhor que atendeu as nossas 
orações e nos concedeu um terreno no Bairro de Pan-
guila. O local é desafiador, não tem água, energia, e as 
línguas faladas são o lingala, umbundo, e português.
 Assim vamos avançando na missão, rompendo as 
barreiras e confiantes na obra que o Senhor nos con-
fiou. Pela fé!
É tempo de missões no
poder do Espírito
Rompendo as barreiras
pela Fé
Por: Salvador Adão e Juliana Flávia | salvadoradao@hotmail.com
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Compartilhar sobre meu cha-
mado sempre será um assunto 
que me emociona... 
Eu trabalhava no departamen-
to infantil da igreja de que sou 
membro e em poucos dias iam 
inaugurar um curso com a dura-
ção de 1 ano, o qual iria abranger 
várias áreas ministeriais e uma 
delas era missões. Fiquei empol-
gada, pois, já gostava de missões, 
amava quando havia culto sobre o 
tema e sempre auxiliava na prepa-
ração, além de participar do teatro, 
da ornamentação e outros para a 
realização daquele culto especial.
Comecei a fazer o curso e, 
no primeiro dia de aula, o pastor 
Wagner Bretas disse que a JAMI 
estava com um projeto chamado 
CONQUISTA que teria início no mês 
de julho e tinha como público alvo 
pessoas que tinham o desejo e o 
chamado de se preparar para a 
vida missionária.
Alguns dias depois o pastor dis-
se que uma pessoa do curso seria 
escolhida para estudar no CETRA-
MI, que ele estaria observando 
todos e entre os meses de abril e 
maio iria falar quem seria a pes-
soa escolhida. Ele pediu que todos 
orassem por este motivo. Havia 
30 alunos na sala, pensei comigo 
mesma e falei com uma amiga: - 
Jamais vamos ser escolhidas den-
tre tantas pessoas!
Cheguei a casa e disse a Deus 
em oração que meu coração quei-
mava e ardia por missões e pedi 
que me desse a oportunidade de 
me preparar melhor se fosse da 
vontade Dele, mas, no fundo do 
meu coração, eu tinha dúvida e di-
zia que não seria escolhida. 
Certo dia meu telefone toca e 
era a secretária da igreja falan-
do que o pastor queria conversar 
comigo e, para minha surpresa, 
quando cheguei lá recebi a pro-
posta para ir para o CONQUISTA 
com tudo pago pela igreja. Chorei 
de emoção!! Deus age nas simples 
coisas.
Estudei no CETRAMI durante 1 
ano e foi um tempo de aprendiza-
do, conhecimento e dependência 
total de Deus. Tive muitas difi-
culdades, mas venci porque Deus 
estava comigo e me deixei ser 
tratada e moldada por Ele. Após 
terminar o Formação Missioná-
ria ganhei mais um presente do 
Senhor. Pude também fazer tam-
bém o curso de Aperfeiçoamento 
em Missão Transcultural. Deus me 
abençoou de tal maneira que sou 
grata por todos os detalhes!
Aconteceu tudo muito rápido. 
Terminei o curso e logo vim para o 
campo missionário onde ainda es-
tou, na cidade de Luque, Paraguai.
Caí de paraquedas neste país, 
tive muitas dificuldades no início, 
não sabia a língua, a cultura é 
completamente diferente da nos-
Conquista Missões
sa... Quem diz que é perto e que é 
tudo igual, está enganado!
Quis ir embora logo no início, 
pois, me sentia um peixe fora 
d’água. Entretanto, comecei fazer 
faculdade de Enfermagem o que 
me ajudou muito a aprender a lín-
gua e me adaptar ao país. Foi um 
desafio enorme para mim, mas 
venci e agora amo este lugar, amo 
as pessoas daqui e me identifico 
muito com elas.
Há três anos tenho trabalhado 
no Centro Cristiano Tupa Renda, 
um igreja fruto do trabalho mis-
sionário da JAMI que tem dado no-
vos frutos nesta terra. Assim como 
fazia em minha igreja no Brasil, 
aqui trabalho com crianças no Clu-
be Oansa (espécie de creche) que 
atende cerca de 60 crianças ca-
rentes da região, além do trabalho 
com adolescentes, célula e todas 
as demais coisas que me são pro-
postas, e que acrescentam vidas 
no Reino de Deus.
Deus faz coisas que não pode-
mos imaginar. Às vezes pensamos 
que não temos saída e que esta-
mos sós, mas Ele vem com seu 
refrigério e paz e nos abençoa, 
nos tornamos vitoriosos por meio 
Dele. Ele é conhecedor de todas as 
coisas e tem o controle de tudo, 
não devemos temer.
Toda honra e glória a Jesus! 
Não há coisa melhor do que fa-
zer a vontade de Deus! Amo fazer 
o que faço. Missões está no meu 
sangue, na minha mente e em 
todo o meu ser!
Por: Rosilaine Freitas | rosilaine102@hotmail.com
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Você alguma vez já encontrou um povo que ama 
a sua língua e a sua cultura? Um povo que não gosta 
de se misturar com outros, casa-se entre eles mes-
mos (muitas vezes entre primos e, às vezes, até entre 
meio irmãos) para conservar a cultura da qual eles 
se orgulham? Um povo que se acha mais inteligentes, 
que os seus vizinhos e mais fiéis a Deus do que qual-
quer outro povo? E a religião, que é o Islã, que está 
fundida com a cultura, é assunto sério para homens, 
mulheres e crianças? Este é o povo Fulani (também 
chamados Fulbe, Fula, Peulh).
Estamos no Senegal, mas o povo com o qual tra-
balhamos vive em vários países da África Ocidental e 
da África Central e tem uma língua em comum: Pulaar.
Nossa história com a JAMI e o com o povo Fu-
lani começou em 2007 quando visitamos o Senegal 
e fizemos os primeiros contatos com o povo e, en-
tão, inscrevemo-nos para o treinamento do CETRAMI 
em 2008. Lá na rua Alecrim aprendemos muito so-
bre como trabalhar em outros mundos que, às vezes, 
pensamos que o nosso mundo está de cabeça para 
baixo. Chegando aqui em 2009 voltamos a ser crian-
ças tendo que aprender dois novos idiomas (Francês 
e Pulaar). Hoje completamos 7 anos nesse país e se-
guimos firmes e confiantes. Cremos que o tempo dos 
Fulani chegou porque o Espírito Santo está nos guian-
do no testemunho a cada dia.
Nossa família desenvolve projetos e amizades em 
15 aldeias e mais 2 aldeias mais longe. Falando a lín-
gua do povo, comendo com eles, dormindo na casa 
deles e recebendo-osem nossa casa. A relação é res-
peitosa e, às vezes, pacífica; às vezes, um pouco tensa. 
Nós trabalhamos integrados em uma equipe da 
IMB (International Mission Board) da Convenção Ba-
tista do Sul. Como equipe o trabalho já tem mais de 
15 anos e tem levado alguns Fulani a conhecer e a 
seguir a Jesus Cristo. Nosso desafio hoje tem sido 
ajudar um pequeno grupo de crentes em Jesus, es-
palhados pelo centro e norte do país, a crescer no Se-
nhor e se reunir, levantando líderes.
O trabalho consiste também na evangelização do 
maior número de pessoas possível. Inclusive há mis-
sionários que trabalham com os Fulani que emigra-
ram para a França e EUA.
Em duas dessas aldeias, fomos bem recepcio-
nados no princípio. Depois que ficou claro para eles 
que nós temos uma mensagem de transformação. 
A aldeia, que pertence a uma casta superior, fechou 
as portas para nós, enquanto a outra, que é de uma 
casta inferior e de gente mais pobre, continua aber-
ta. A cada atuação nossa, há muito murmúrio para 
que não nos ouçam. Mas muitos estão ouvindo. Nessa 
segunda aldeia há um homem chamado Mohamed. 
Nós perguntamos a Mohamed: “o que você pensa de 
Jesus agora?” Ele disse: “Jesus é o Filho de Deus, por-
que Deus sempre o ouve.” Mas Mohamed está cons-
tantemente ouvindo alertas e exortações para que 
tome cuidado com esses tubabs (termo usado para o 
estrangeiro ocidental) que vão te desviar da “nossa” 
religião. Mas ele sempre responde que nós não somos 
tubabs e somos como eles, falando a língua, respei-
tando a cultura e amando as pessoas.
Fulani, povo amado por Deus
Por: Celso e Andréia | fonseca111@gmail.com
CoNExão iGREja & aLDEia
Você gosta de desafios? Você quer participar do movi-
mento de Deus na propagação do Evangelho?
Nossa equipe tem um programa para introduzir sua igre-
ja para trabalhar diretamente com uma dessas aldeias. 
Uma ou um grupo de igrejas locais do Brasil podem ado-
tar uma aldeia aqui na África e enviar periodicamente 
uma equipe para desenvolver um relacionamento de 
amizade, testemunhando assim do amor de Deus. Para 
saber mais entre em contato conosco.
Você sabe que estamos escrevendo a continuação do 
livro de Atos do Apóstolos. Até aos confins da Terra e 
até Ele venha. Comprometer-se com a obra missionária 
transcultural é ter o privilégio de obedecer ao manda-
mento do Senhor Jesus Cristo de fazer discípulos de to-
das as nações.
Entre em contato: fonseca111@gmail.com
24
Cristo morreu pelos nossos (meus) pecados, “Se 
Jesus Cristo é Deus e morreu por mim, então nenhum 
sacrifício pode ser grande demais para eu faça por 
Ele” Carlos T. Studd.
Quando entregamos nossas vidas a Deus para 
servi-LO em tempo integral no campo missionário, re-
conhecendo que esta é a vontade dEle, abrimos mão 
de nossa vida no sentido de viver com a familia pro-
genitora ou, pelo menos, perto, em alguns casos; abri-
mos mão da vida de relacionamento mais íntimo com 
nossos amigos que tínhamos antes e com isso senti-
mos que os relacionamentos por causa da distância 
se esfriam um pouco; abrimos mão de nossa terra 
natal e de tantas outras coisas...mas, como disse Stud 
“não é um sacrifício grande demais” quando entende-
mos que estamos a serviço do Rei dos reis e Senhor 
dos senhores. E há também uma ordenança bíblica: 
“Servi ao SENHOR com alegria” Sl 100:2a. Deus não 
se agrada se o servirmos com coração amarrado, de 
cara feia, reclamando e tristes. A alegria caracteriza o 
prazer, e servir ao Senhor é prazer do servo de Deus, 
do missionário. Se a nossa alegria não está em servir 
ao Senhor, precisamos reavaliar nossa fé, nossas con-
vicções, nosso chamado. Alegria e o prazer têm sido a 
nossa propulsão para servirmos a Deus em Moçambi-
que. A alegria do Senhor é a nossa força.
Quando servimos a Deus com inteireza de cora-
ção, Ele nos honra e nos presenteia com magníficas 
bênçãos. E isto nos empurra mais prá frente. Mas se 
servirmos a Deus em partes, fazermos o que é reto, 
mas sem inteireza de coração, não seremos verda-
deiros servos de Deus. A Bíblia diz que o rei Amazias 
servia a Deus, fazia o que era reto, mas não com in-
teireza de coração e isto fez com que a ira de Deus se 
acendesse contra ele.
O nosso prazer precisa ser em servir a Deus com 
inteireza de coração e, como o rei Davi, rogar a Deus 
pedindo-lhe que sonde nosso coração. Sl 139.23. Que 
Deus veja se há em nós uma não inteireza de coração 
e guie-nos para que sejamos totalmente entregues 
a Ele e ao seu serviço, com toda a nossa alma, com 
todo o nosso ser e com todo nosso entendimento.
A seara ainda é muito grande e precisa de ceifei-
ros que se coloque diante de Deus, missionários que 
possam abrir mão de algumas coisas, que entenda 
que não é um sacrifício grande demais e como Isaías 
possa dizer: “Eis-me aqui. Envia-me a mim”. Mas isso 
de todo o coração. VENHA!
Miss Maria Pires da Costa Canhozo, membro da II 
Igreja Batista Nacional de Ipatinga – MG, missionária 
em Moçambique desde 1996, pela JAMI CBN. Casada 
com o Pr Simonal Carlos Canhozo.
Viver na fé do Filho de Deus
Por: Maria Pires da Costa | mariapirescosta@yahoo.com.br
“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e 
a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se 
entregou a si mesmo por mim.” Gl 2.20
25
Nesses últimos anos, testemunhamos a maior cri-
se migratória desde a segunda guerra mundial. Mui-
tos de nós assistimos pela TV, as cenas de corpos de 
pequenas crianças em contraste com as praias das 
belas ilhas gregas. O mundo parou por alguns segun-
dos para perguntar o que estava acontecendo.
Por que os refugiados estão fugindo da Síria? A 
resposta é uma só: eles estão fugindo de uma guerra 
sangrenta que já matou mais de 200 mil pessoas e 
deslocou 11 milhões. A população Síria de 20 milhões 
de pessoas encontra-se espalhada entre o Líbano (1.3 
milhões), Turquia (mais de 1 milhão) e Jordânia (700 
mil). Sete milhões de sírios são refugiados dentro de 
seu próprio país. Além de enfrentarem a crueldade 
praticada pelo Estado Islâmico e as milícias, estes so-
breviventes precisam enfrentar a fome e as doenças. 
Muitas das suas cidades viraram grandes ruínas sem 
nenhuma estrutura básica.
Os que enfrentam o deserto e o mar e chegam ao 
continente são recebidos com preconceito devido às 
constantes ameaças do terrorismo. A maioria deles, 
no entanto, quer apenas trabalho e uma condição de 
vida melhor.
É certo que depois dos refugiados, a Europa nunca 
mais será a mesma. A influência desse novo fluxo será 
experimentada por gerações vindouras. E o pior desta 
história toda é que esta “crise” não parece ter fim, 
pois, ela é apenas o sintoma de uma doença que en-
quanto não for curada, continuará afetando o mundo 
e toda a nossa história.
Desde 2012 comecei um trabalho de atendimen-
to aos refugiados na cidade de Mafraq, fronteira da 
Jordânia com a Síria. Através do Projeto Mubarak, 
mais de 200 famílias foram atendidas com cestas 
básicas, remédios, brinquedos, ajuda financeira para 
aluguel, tratamento médico e dentário e o mais im-
portante de tudo, o amor de Jesus. Todos que foram 
acompanhadas pelo Projeto ouviram do Evangelho. 
Algumas foram mais rápidas para perceber que Issa 
(Jesus) se importava com eles de tal forma que lhes 
mandou mensageiros do outro lado do mundo para 
abraçá-los, curá-los, e ajudá-los. Algumas tomaram 
o primeiro passo junto ao discipulado e nunca mais 
serão as mesmas.
Neste ano retorno ao Oriente com o desafio de 
ajudar alguns dos 50 mil refugiados alojados na fa-
vela de uma grande cidade turca. Ali a necessidade é 
maior, pois, não há obreiros que falem a língua deles. 
Por isso, minha ida será tão importante. Esta é a mes-
ma cidade de onde milhares chegam e partem todos 
os dias nos botes lotados. Para muitos destes, o mar 
é seu destino final.
De uma forma muito infeliz, a catástrofe torna-se 
oportunidade para nós, pois hoje o grupo muçulma-
no mais receptivo ao Evangelho são os refugiados da 
guerra. A dor,o desespero e a desilusão têm aberto 
a mente e o coração de muitos para entenderem o 
amor do Senhor. Sonhos e revelações são ainda cons-
tantes, mas o que tem feito a diferença é o testemu-
nho de Jesus revelado nas ações do dia a dia e nos 
relacionamentos construídos com eles.
É verdade que a cada dia torna-se mais perigoso o 
trabalho nas fronteiras da guerra e nos territórios em 
conflito. Notícias de obreiros mortos, seqüestrados ou 
expatriados são muito comuns. Mas enquanto houver 
a oportunidade e enquanto o Senhor estiver me cha-
mando, o trabalho continuará. Venha comigo através 
da intercessão e do apoio financeiro. Foi previsto que 
este ano seria um ano complicado para a economia 
brasileira, mas o mundo também sofre os efeitos da 
crise mundial. Se está difícil para nós, imagine para 
estes que não têm voz, perderam tudo o que tinham 
e que não são bem-vindos em quase todo o mundo?
Refugiados Sírios: Vítimas, Terroristas ou 
Oportunistas?
Por: Raquel Elana
Ore por salvação entre os refugiados e pelo Projeto 
Mubarak, para que nunca falte a provisão e para que 
o Senhor me guarde em cada passo desta jornada. Para 
acompanhar diariamente as notícias deste trabalho, cur-
ta a página do Projeto Mubarak no facebook: 
facebook.com/projetomubarak
26
E dizia: O Reino de Deus é as-
sim como se um homem lançasse 
semente à terra, e dormisse, e se 
levantasse de noite ou de dia, e a 
semente brotasse e crescesse, não 
sabendo ele como. Mc 4:26-27
Guiné Bissau... uma terra de 
grandes contrastes e desafios, rica 
em sua cultura, língua, costumes 
e diversidades! Nesse contexto 
temos trabalhado desde junho de 
2013, cumprindo o chamado do 
Senhor, que a cada dia nos moti-
va a caminhar na obediência e no 
serviço, sendo instrumentos para 
aquilo que Deus tem para essa 
terra. Em junho de 2014, assumi-
mos o trabalho na Aldeia de Macó, 
povo da etnia Pepeu, que vive de 
maneira precária, simples e da 
pesca, ”quando o mar está pra 
peixe”. Ali temos a Igreja Batista 
Renovada de Macó que até aquele 
momento estava sem um trabalho 
efetivo e que precisava ser revita-
lizada. Começamos os cultos aos 
domingos com as crianças, estas 
sempre presentes! E, aos poucos, 
os adultos foram se achegando; no 
início, por curiosidade (o que es-
sas “brancas” estão fazendo aqui? 
“Branco” é como eles chamam os 
estrangeiros), e depois, à medida 
que íamos ganhando a confiança e 
amizade deles. Já temos uma sala 
de discipulado, com vários jovens 
e adultos, que estão se preparan-
do para o batismo muito em bre-
ve. No culto temos a participação 
desses novos convertidos que já 
nos ajudam no culto e no trabalho 
com as crianças. É muito lindo ver 
o envolvimento deles! Louvamos a 
Deus que tem nos abençoado com 
o obreiro nativo Felipe, que está 
sempre ao nosso lado como tam-
bém os novos convertidos Carlito e 
Dimis que, à medida que crescem 
na fé, têm entendido o Reino de 
Deus e o Seu serviço.
Desde a primeira vez que es-
tivemos em Macó, o Senhor colo-
cou amor em nossos corações por 
esse povo. Desejamos ser bênção 
para ele e, em oração, pedimos ao 
Senhor uma estratégia para re-
fletir o amor Dele naquele lugar. 
Conscientes da realidade deles, 
percebemos a importância da Mis-
são Integral para atingi-los com o 
evangelho de Cristo. Em outubro de 
2014 começamos a Escola Cristã 
VIDA, uma sala de pré-escola com 
26 alunos. Um grande desafio! Mas 
totalmente recompensador poder 
vê-los lendo, escrevendo e fazen-
do contas no fim do ano letivo 
(2014/2015). E é também motiva-
dor, o que nos faz prosseguir mes-
mo em meio às lutas e desafios, 
asseguradas na Palavra do Senhor 
que nos mandou lançar as semen-
tes. Hoje temos duas classes (Pré 
e 1º ano) com 40 alunos que são 
ensinadas na Palavra, recebem 
uma refeição diária, têm assistên-
cia nutricional, acesso a material 
didático e cristão adequado para 
a formação do seu caráter. Nosso 
desafio é a Construção da Esco-
la Cristã VIDA, pois, ela funciona 
dentro do templo da Igreja e já em 
2016 não temos espaço suficien-
te. Precisamos iniciar a construção 
de 3 salas de aula e uma secre-
taria. Já ganhamos o terreno da 
comunidade, agora falta começar 
a construir! Algo que nos marcou 
profundamente foi quando a lide-
rança da aldeia se reuniu para nos 
prestar uma homenagem e nos 
presentear com panos de Pincha 
em agradecimento e honra. “Yara 
e Ana Paula, a presença de vocês 
aqui mudou nossa vida, nossa al-
deia. Hoje somos mais unidos, te-
mos esperança, vimos que alguém 
se preocupa com a gente.” (Carlito, 
representando a aldeia de Macó). 
Muitas lágrimas de alegria rola-
ram naquele momento, pois tive-
mos e temos a certeza de que a 
graça maravilhosa de Cristo e o 
seu poder que têm alcançado esse 
povo e o levado ao conhecimento 
do nosso Deus.
Quando o mar está pra peixe
Por: Ana Paula da Hora e Yara Cristina Arantes
 apcdahora@gmail.com e yaraarantes2012@gmail.com
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Meu encontro com Deus foi ao onze anos de idade. 
Sempre fui bem envolvida com os trabalhos na igreja 
e com a experiência que o Senhor nos concedeu sem-
pre que tinha oportunidade falava do grande Amor de 
Deus para com o homem e poder de transformação 
daqueles que O aceitam.
Senti o desejo de um preparo para a obra do Se-
nhor e então iniciei o curso de bacharel em teologia 
no STEV (Seminário Teológico do Vale) e ao concluir 
pensei que o Senhor teria um ministério local para 
mim, continuei com as minhas funções na igreja.
Porém o Senhor testificou ao meu coração que o 
meu chamado não era só para a igreja local e, sim, 
para o campo seguindo o IDE de Jesus, por meio de 
um hino da cantora Lauriete que diz assim:
Preciso ir
É tão grande o amor que invade meu ser
Preciso ir
Fui escolhida por Deus para a missão cumprir
E é por isso que eu vou
Em o nome do Senhor
Ele prometeu que comigo estaria
Seja para onde for
Eu irei sem temor 
Em nome do Senhor. 
Este hino falou poderosamente ao meu coração e 
um ardor muito forte foi gerado pelos povos não al-
cançados, e assim o Senhor foi, dia a dia, testificando 
em minha vida, através de sonhos, pela Palavra, por 
homens e mulheres de Deus que foram usados para 
falar deste chamado.
Algo importante que marcou minha vida foi uma 
visão que o Senhor me deu quando eu estava mi-
nistrando na igreja. Vi um casulo e uma mensagem 
em grego. Estava muito escuro. A única palavra que 
deu para definir foi a palavra “Deus”. E em seguida 
o Senhor num desdobramento da visão me mostrou 
trabalhando com o povo africano.
Em 2005 o Senhor me permitiu ir para o CETRAMI 
(Junta Administrativa de Missões) fazer o curso de 
Especialização em Missiologia. Após o curso estive no 
Paraguai para um estágio de dois meses onde tive 
minha primeira e grande experiência em outra cul-
tura.
Só tenho que agradecer a Deus por ter me esco-
lhido para esta grande obra . É um privilégio fazer 
parte da Grande Comissão anunciando o evangelho 
de Cristo em terras moçambicanas.
Meu Encontro com Deus 
e a Missão
Por: Marilza Inocêncio | marilzagv@hotmail.com
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A obra missionária começa com o Deus trino se 
movendo em direção ao ser humano com a intenção 
de, como um pai, estabelecer uma relação entre cria-
tura e criador revelando-se de uma forma sobrenatu-
ral e compreensível à sua criatura. Ao se mover, Deus 
estava se revelando para o homem, demostrando Sua 
graça, amor e grande poder. Fica evidente ainda, no 
primeiro livro da Bíblia, que Deus é Quem cria, julga, 
age, escolhe e quem se revela. Sendo Ele único e ver-
dadeiro deseja que sua glória seja conhecida nos céus 
e na terra. 
a igreja, como aquela que serve a Cristo, o 
Santo enviado para expiação dos nossos peca-
dos, único que nasceu, morreu e ressuscitou dos 
mortos e nos deu uma ordem de evangelização, 
precisa ver o mundo na ótica de Deus. Mas o que 
seria ver o mundo na ótica de Deus? Não é nada mais, 
nada menos do que olhar e ver com os olhos de Jesus. 
...Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas por-
que estavam aflitas e exaustas como ovelhasque não 
têm pastor (Mt.9.36). Jesus viu uma multidão perdida, 
sem salvação, sem entendimento da salvação, como 
muitos do mundo atual. Diante do panorama mun-
dial vale lembrar que, na sua tarefa, a igreja precisa 
cumprir o que está escrito em Mateus 5.13-16, onde 
Jesus diz aos discípulos que eles seriam aqueles que 
deveriam brilhar a luz de Cristo ao mundo. Ele disse: 
Vós sois a luz do mundo. 
Desde que entrei de vez na obra Missionária trans-
cultural, sempre procurei levar Jesus ao que não O 
conhece; muitas vezes falando, muitas vezes ajudan-
do por meio das habilidades que Deus me deu e tem 
abençoado. Vendo como Deus abre portas, já passei 
aproximadamente oito anos servindo ao Senhor en-
tre povos não alcançados e de difícil acesso para pre-
gação do Evangelho.
Minha primeira experiência foi em Cabo Verde, 
um país aberto para o evangelho, localizado na África 
Ocidental e que, no entanto, não possui 5% de sua 
população servindo ao Senhor. Ali em um trabalho em 
equipe, plantamos igreja, batizamos e pelejamos du-
ramente para que Cristo fosse formado neles. 
Durante o tempo em Cabo Verde entendi que pre-
cisaria preparar-me melhor para entrar em países fe-
chados para o Evangelho. Por esta razão, depois do 
tempo em Cabo Verde, voltei ao Brasil onde fiquei 
por sete anos, período em que graduei-me em Bacha-
rel em Teologia, Bacharel em Enfermagem, e fiz uma 
Pós-graduação em Missiologia , e comecei meu pro-
cesso de estudo de outros idiomas (espanhol e inglês) 
para que pudesse servir melhor. 
Ao final destes sete anos tive o privilégio de ir 
para Marrocos, um país extremamente amado por 
mim e que é um dos fechados para o Evangelho e 
onde é proibido pregar outra religião que não seja o 
Islã. Ser cristão e assumir-se cristão representa o 
risco iminente de prisão, deportação, podendo chegar 
até mesmo ao martírio. Minha entrada ali só foi pos-
sível por duas razões: a primeira, Deus foi Quem me 
chamou e capacitou para estar ali e a segunda, por-
que durante estes sete anos, preparei- me profissio-
A Missão de Deus entre as 
Nações
Por: Denilson Louzada | desnilsonshallom25@hotmail.com
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mata rápido e que precisa de uma resposta imediata 
para evitar a morte destas pessoas. Trabalhar em 
contexto de extrema pobreza e miséria, precárias 
condições e necessidades desesperadoras não é nada 
fácil. Mas é nesse contexto que podemos levar o so-
corro e a misericórdia para que os que sofrem pos-
sam experimentar a bondade e amor de Deus.
Durante estes oito anos de vida transcultural, em 
diferentes lugares, vejo o quanto Deus tem sido bom 
e gracioso. Apesar dos riscos das guerras e das epide-
mias, existe a certeza de que o cuidado de Deus está 
sempre presente onde quer que estejamos.
Todas as minhas idas e vindas foram marcadas 
e dirigidas por Deus que sempre guarda nossa en-
trada e nossa saída. Sou tão feliz e realizado nesta 
caminhada, que me alegro grandemente por ver o 
quanto Deus tem caprichado e me levado para onde 
realmente precisa, fazendo algo que realmente é re-
levante e exaltando quem realmente merece honra e 
glória. 
Quero desafiá-lo, leitor, a consagrar sua vida intei-
ramente a Deus, a dedicar o que você tem (ou pensa 
ter porque tudo pertence a Ele) e a investir seu tem-
po e talentos em algo que produz frutos para a vida 
eterna. Que o texto de João 15.15-16 “Não fostes vós 
que escolhestes a Mim, mas Eu vos escolhi a vós e 
vos nomeei para que vades e deis frutos e vosso fruto 
permaneça” possa desafiá-lo a viver como um esco-
lhido e comissionado por Deus nessa terra.
nalmente e assim pude ter um contrato de trabalho 
voluntário e servir ao Senhor entre os muçulmanos 
deste país. Também ali estudei árabe para alcançar o 
povo e fiz mais uma Pós-graduação em Saúde Mental 
para servir melhor. Ao final de três anos saí de Marro-
cos e fui em seguida para o Sudão do Sul.
No Sudão do Sul, trabalhei por quase um ano 
servindo em um campo de refugiados onde seria im-
possível entrar ou permanecer se não fosse o fato de 
Deus ter aberto portas e usado as habilidades que 
me Ele deu e que são, na verdade, Dele e para Ele. Ali 
vivi muitos desafios, riscos ocasionados pela guerra, 
pelas epidemias presentes e pelos animais silvestres 
como serpentes e outros. A cena diária não era fácil, 
mas Deus estava ali capacitando - me para conviver 
com aquelas pessoas vítimas de guerra, epidemias 
e fome , ajudando-me a refletir o amor dEle através 
da minha vida e serviço. Após terminar meu tempo no 
Sudão do Sul, foi a vez da Índia.
Nunca planejei trabalhar na Índia, mas Deus es-
colheu-me para passar nove meses no segundo país 
mais populoso do mundo que em sua grande maioria 
de 82% segue o hinduísmo, mas que precisa de sal-
vação como qualquer outro país. Ali servi ao Senhor 
acessando, por meio de uma clínica de saúde móvel, 
povos no interior da floresta de uma área controlada 
por grupos contrários ao governo e que, portanto, não 
possuem acesso a cuidados de saúde. Tive também 
a oportunidade de conhecer uma Igreja Indígena lo-
cal e um orfanato cuidado e mantido por um Pastor 
nacional. Depois da Índia foi a vez da Ucrânia e Mo-
çambique.
 Na Ucrânia trabalhei também em clínica móvel, 
acessando os vitimados pela guerra com a Rússia e 
um grupo rebelde. Trabalho tão desafiador quanto 
nos países já mencionados e que, pela graça de Deus, 
consegui realizar a revelando o amor e cuidado de 
Deus para os ucranianos.
 Em Moçambique trabalhei em um projeto para 
tratamento de vítimas de cólera, uma doença que 
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ÁfRiCa
ANGOLA
Salvador Adão e Juliana Ferreira
salvadoradao@hotmail.com
GUINÉ - BISSAU
Ana Paula Carvalho da Hora 
apcdahora@gmail.com
Yara Cristina Arantes
yaraarantes2012@gmail.com
Herbert e Desiré Lucas 
herbertdesireenata@gmail.com
MOÇAMBIQUE
Lízias Cabral e Alessandra
liziasfilho@hotmail.com
Maria do Carmo Cruz 
missionariacarminha@hotmail.com
Marilza Inocêncio
marilzagv@hotmail.com
Simonal e Maria Pires da Costa 
mariapirescosta@yahoo.com.br
SENEGAL
Celso e Andréia Fonseca
fonseca111@gmail.com
Henrique e Rose Adas 
hadas.senegal@gmail.com
Moisés Suriba e Márcia 
msuriba@hotmail.com
aMÉRiCa
BRASIL
Antonio Coelho e Lidinólia
arganazi@gmail.com
Denilson Louzada
denilsonshallom25@hotmail.com
Diuvan Zimoski e Camila Costa
yumebr@gmail.com
Dr. João Marcos de Sousa
jcardososousa@gmail.com
Evane Lima
evanesoares@gmail.com
Miss. Cecília Carvalho
ceciliacncarvalho@gmail.com
Pr. Ronald Carvalho
pr.carvalho56@gmail.com
Amazônia
Apalaí
Josinete Barbosa 
josioliveiraap@gmail.com
Parakanã
Gino e Tate Silva 
ginotate@hotmail.com
Tukano 
Edmilson e Avaneide Sampaio
ESTADOS UNIDOS
Aurélio e Helena Corrêa
avicorrea@hotmail.com
Simonal e Marta Lima
simonallima@hotmail.com
BOLÍVIA
Johny Amorim
johnyamorim@yahoo.com.br
PARAGUAI
Rosilaine Farias
rosytafreitas1992@gmail.com
PERU
João Paulo Amorim e Mayanna
paulinhoamorim6@yahoo.com.br
José Fernando Barbosa e Milagros
prfernandobarbosa@hotmail.com
Joselito Santos e Zoila Rios
prjoselito@yahoo.com.br
Obed e Thatiane Moreno
oscarmikegolf@hotmail.com
Vanessa Nunes
nessanunes16@hotmail.com
VENEZUELA
José Cláudio e Marlene
ferreira.joseclaudio@gmail.com
CONTATO DOS NOSSOS
MiSSioNÁRioS
MiSSioNÁRioS aUTÓCToNES
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ALBÂNIA
Edmond Paluca
ANGOLA
Domingos Manuel 
domingosmanuel.manuel@yahoo.com
Faustino Rubens
José Pedro Simão Sebastião 
przezinhoejoana@yahoo.com.br
BOLÍVIA
Luís Mendonza Farell
lucho_398@hotmail.com
Ronald Vaca Galicia 
ronaldycarmen@hotmail.com
Ramiro Garcia / Raul Casa Nova
ÍNDIA
Michael Hycine Fernades 
mikerxt@redffimail.com
Steven Dora
stevendora@rediffimail.com
MOÇAMBIQUE
Cândido Paunde Tundumula 
pr.paunde@yahoo.com
PARAGUAI
Rumildo B. Arrua e Rosalina
rumildoyrosalina@hotmail.com
PERU
Juan Lúcio Limaylla Collazos 
jlcollazos@hotmail.com
Roberto Carlos da Silva
robertodasilva65@hotmail.com
TIMOR LESTE
Rui Moreira e Olandina
rui_efrata@yahoo.com.au
Tobias dos Santos
toby_santos@hotmail.com
PORTUGAL
Luis Alexandre e LidianeBranco
alexbranco@gmail.com
Paulo e Claudia Mussi
paulomussi@hotmail.com
PROCESSO DE ENVIO
Erbson Esequiel e Ana Lúcia - Bolívia
ea.proposito@gmail.com
Lícia Santana - Moçambique
licia.rosalee@gmail.com
Lívia Costa - India
liviamissoes@hotmail.com
Mayara Araújo - Bolívia
maya.js@hotmail.com
Mavyane Santiago - China
mavyane-barach@hotmail.com
Monica Costa - Moçambique
monica_miss@hotmail.com
Francisca Patrícia Silva - Peru
fpatricia1090@hotamil.com
ESPANHA
Pr. Denílson Nery e Fernanda 
nerysouza.denilson@gmail.com
Luiz Nunes e Luciana Izabel 
lubevic@gmail.com
Marcilene Ferreira
marcilene2001@hotmail.com
Maria Mainecul
maryma86@hotmail.com
Rafael e Luanda Soares
rafasono2014@gmail.com
luandavs@hotmail.com
INGLATERRA
Jorge Luis e Hermelinda Damasceno
damasceno91@gmail.com
Gustavo e Marcela Gubiani
gustavogubiani@gmail.com
ÁSia
Ásia Central
C. B.
R.E.
TIMOR LESTE
Isabel Ferreira 
belnacfoz@yahoo.com.br
José Guerreiro e Sandra
joseguerreiro1973@gmail.com
JAPÃO
Humberto e Josilene Kudo
hmkudo@hotmail.com
EURoPa
ALBÂNIA
Glauco e Polyana Negrão
glauco.polyana@gmail.com

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