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3Apostila Praticar a Arte - Volume 3

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A arte do trançado e da cestaria – Conceituação, apreciação cultural e experimentação prática. 1/1 
Você á reparou nos cestos usados para colocar frutas? Aqueles que 
ficam em cima de mesas e que também servem de decoração? Esses 
cestos são artesanais, são feitos de trançados. O trançado é uma 
técnica bem antiga, que foi praticada por quase todos os povos 
primitivos, e hoje permanece sendo realizada por artesãos. O trançado 
tradicional é feito com fibras vegetais, e é muito utilizado na produção 
de cestaria. Chamamos de cestaria a confecção de cestos, peneiras e 
outros utensílios confeccionados originalmente para guardar, 
conservar, transportar e preparar alimentos. 
Hoje, eles também são utilizados para outras finalidades e valorizados como objetos de decoração. Para a produção do trançado, são utilizadas 
fibras de diversos tipos de vegetais, que variam de região para região, de acordo com a matéria-prima disponível: cipós, bambus, vime, palhas 
de folha de palmeira, palhas de espiga de milho etc. As artes brasileiras do trançado e da cestaria possuem várias técnicas, que estão 
relacionadas à cultura, ao meio ambiente, á história e aos costumes de cada região. São técnicas herdadas dos europeus, dos africanso e, 
principalemnte, dos povos indígenas. 
Um bom exemplo é o da nação indígenas baniwa, com sua milenar tradição na 
arte do trançado e da cestaria de arumã. Os baniwas são formados por 22 grupos 
diferentes de povos indígenas, que viem na fronteira do Brasil com a Colômbia e 
da Venezuela, às margens do rio Içana, e em comunidades no alto Rio Negro. 
A população baniwa atual é de, aproximadamente, 
12 mil índios, dos quais cerca de 4 mil vivem no 
brasil, basicamente da agricultura e da pesca. 
Utilizando tiras na cr natural e tingidas de preto e 
vermelho em suas técnicas de trançado, os baniwas 
criaram vários padrões com motivos geométricos, 
cada um com um significado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Atualmente, a preocupação com o meio ambiente e com a 
reciclagem de grandes quantidades de resíduos faz com que 
artistas e artesãos das regiões urbanas usem sua criatividade 
para reutilizar resíduos e materiais que antes eram tratados 
apenas como lixo. Um exemplo disso é o jornal, que, no dia 
seguinte á sua publicação, já é considerado lixo, e, a partir da 
arte do trançado e da cestaria, trasnforma-se em objetos 
bonitos e decorativo, com inúmeras utilidades. 
A técnica consiste em trançar, utilizando tiras de folhas de jornal enroladas em tubos bem 
finos, no lugar das fibras vegetais, conforme exemplo a seguir: 
O resultado dessa técnica é surpreendente 
quando ela é feita com muito capricho e 
empenho. Vale a pena tentar. 
 
 
A arte do trançado e da cestaria – Conceituação, apreciação cultural e experimentação prática. 1/2 
Experimentação prática I: Agora é a sua vez de criar um trançado. Para isso, 
selecione três papéis de diferentes cores, recorte tirar de 1,0 cm de largura por 15 
cm de comprimento. Depois de tudo recortado, você irá intercalar uma tira com a 
outra. Para facilitar o seu trabalho, vá passando cola apenas num dos lados das tiras, 
assim elas ficarão fixar e você terá mais facilidade na hora de montar o seu trnaçado. 
Depois de pronto cole o seu trabalho no espaço reservado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática II: Neste exercício, você deverá 
fazer associações e ligar um item ao outro, de acordo com 
o que foi estudado. Tente memorizar. 
Experimentação prática III: Como 
você já viu, cada motivo geométrico 
usado na decoração dos urutus ou 
balaios dos baniwas possui um 
significado. É com a técnica do 
trançado que esses motivos 
geométricos – ou sílabas gráficas, 
como também são chamdos – são 
criados e se tornam mais interesantes 
com o uso das cores vermelha e preta. 
Agora é a sua vez de usar a imaginação 
e criar motivos geométricos nos 
balaios que se encontram logo abaixo. 
Seja bastante criativo e não se esqueça 
de usar também a cor vermelha. 
 
 
 
A criação do mundo – As diferentes expressões da arte na construção da cultura. 1/4 
O homem sempre procurou representar, por meio de imagens, 
o modo como ele via e o mundo, a realidade. O desenho, a 
escultura, a pintura, a música, o teatro, a literatura e a dança 
são formas de expressão que constituem a Arte e que estão 
integradas à cultura dos povos. Dentre vários pintores da 
humanidade, houce um que muito se destacou: Michelangelo 
Buonarroti, que nasceu em 6 de março de 1475, em Caprese, 
uma pequena cidade da Itália. Mas foi na cidade de Florença 
que ele viveu grande parte da sua vida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como grande parte dos pintores e escultores da época, 
Michelangelo começou a carreira artística sendo aprendiz de 
um grande mestre das artes. Seu mestre, que lhe ensinou as 
técnicas artísticas, foi Domenico Girlandaio. Após observar o 
talento do jovem aprendiz, Girlandaio encaminhou-o para a 
cidade de Florença, para aprender com Lorenzo de Médici. Na 
Escola de Lorenzo de Medici, Michelangelo permaneceu por 2 
anos (1490 a 1492). Em Florença, recebeu influências artísticas 
de vários pintores, escultores e intelectuais da época, já que a 
cidade era um grande centro de produção cultural 
 
 
 
O artista inspirou-se na Bíblia – Velho e Novo Testamentos – para pintar o teto da Capela Sistina, utilizando a técnica do 
afresco. A Capela Sistina localiza-se no Estado do Vaticano, em Roma. 
 
 
 
 
 
 
 
O afresco integra um conjunto de pinturas que 
compõem o teto da Capela Sistina, onde 
Michalengelo representou várias cenas bíblicas e 
figuras proféticas. Entre elas, "A Criação de 
Adão" é a mais icônica, recebendo a admiração 
de todos os visitantes. Considerada a sua obra 
prima, rendeu a Michelangelo um enorme 
prestígio, tornando-o um dos maiores artistas da 
História. 
 
 
Para criar a sensação de luz e sombra na pintura, basta reforçar a cor no 
ponto onde se quer sombra, deixando-o mais escuro. A cor é a mesma, 
apenas a tonalidade muda. Na pintura das mãos, Michelangelo foi 
reforçando a cor nos pontos onde desejava sombra e, com isso, criava 
volume. O próprio tema da pintura chama a atenção. O artista representa 
uma importante passagem do Livro do Gênesis: o momento em que Deus 
cria o primeiro homem, Adão. Trata-se de uma narrativa, Michelangelo conta 
uma história através da imagem, capturando o instante no qual a vida 
humana está prestes a começar. 
Michelengelo morreu aos 89 anos e é considerado, até os dias atuais, um dos 
artistas plásticos mais talentosos de todos os tempos. 
 
A criação do mundo – As diferentes expressões da arte na construção da cultura. 2/4 
 
 
Na escultura, Michelangelo também se sobressaiu, sendo essa a 
sua grande paixão. A Pieá (ou Piedade), obra que se encontra na 
Basílica de São Pedro, no Vaticano, é um de seus trabalhos mais 
reconhecidos e valorizados. Nessa obra, Michelangelo representa 
Jesus morto nos braços da Virgem Maria. Ao observarmos os 
detalhes e as formas em Pietá, como as vestes de Maria e o corpo 
de Jesus, percebemos quanto eles são ricos, marcantes e se 
aproximam da realidade. Michelangelo era extremamente 
perfeccionista. 
Como os outros artistas 
renascentistas, ele soube 
usar a técnica do claro-
escuro, ou de luz e 
sombra. Com essa 
técnica, é possível dar 
volume aos corpos, 
permitindo, assim, que a 
obra se aproxime mais da 
perfeição. 
 
 
 
 
 
 
Com 23 anos Michelangelo esculpe a Pietá, que se encontra na 
Basílica de São Pedro (Vaticano). É a instantânea do momento em 
que a Virgem Maria sustenta nos braços a seu filho morto, Jesus 
Cristo. O interessante nesta obra é que o artista consegue 
transmitir sentimentos universais que vão além dos episódios 
bíblicos.Esta escultura foi reconhecida como obra-prima desde o 
primeiro dia que foi exposta. Muita gente não acreditava que 
alguém jovem pudesse realizar um trabalho tão fino e delicado, 
com uma técnica tão aprimorada. Até queentra um peregrino na 
igreja e afirma que a escultura era de um artista lombardo, 
Christoforo Solari. Michelangelo irado, na mesma noite, esculpe na 
faixa da roupa da Virgem: “Michelangelo Buonarroti, Florentino, 
Fez isto”. O artista depois se arrependeu do seu gesto, e prometeu 
que nunca mais assinaria um trabalho com suas mãos. 
Experimentação prática: A Criação de Adão - Releitura 
 
 
Observe as duas imagens a seguir. A primeira é a pintura “A criação de Adão”, de Michelangelo, e a segunda imagem é 
uma releitura dessa obra, feita por Maurício de Sousa, intitulada A criação de Cebolinha”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observando detalhes da pintura: Olhando as mãos de Deus e de Adão, notamos que 
uma mesma cor aparece clara e, outras vezes, escura. Os lugares claros recebem luz e 
os escuros são regições de sombra. A cor é a mesma, mas a tonalidade muda. Para 
conseguir mudar o tom de uma cor, quer dizer, passar do claro para o escuro, basta 
trabalhar com o lápis sobre o papel suavemente e ir colocando, aos poucos, mais fora 
sobre o lápis. A luz e a sombra fazem com que um objeto crie volume, isto é, um 
simples círculo vira uma esfera, que pode virar uma maçã. 
 
A criação do mundo – As diferentes expressões da arte na construção da cultura. 3/4 
Experimentação prática: Diante das observações citadas, faça o que se pede: 8. Michelangelo usava a técnica de luz e sombra, em suas 
pinturas criando, assim, o volume dos corpos. A sombra pode 
ser criada de diversas formas, desde que ela respeite o lado 
por onde a luz chega. Veja as figuras: 
Seguindo os modelos apresentados, 
insira a sombra nas figuras abaixo. Para 
este exercício você poderá usar o seu 
próprio lápis de escrever. Use-o de 
forma leve para adquirir traços mais 
suaves e, na medida que desejar traços 
mais forte, vá pressionando-o. 
 
 
 
 
 
9. Com base nos estudos, complete o diagrama seguinte. 
a) Movimento em que os artistas, como 
Michelangelo, valorizavam o ser humano e a 
natureza. 
b) Nome da capela onde se encontra a obra “A 
criação de Adão”, de Michelangelo. 
c) Textos em que Michelangelo se baseou para 
representar a criação do homem. 
d) Um dos trabalhos mais valorizados e 
reconhecidos, em escultura, de 
Michelangelo. 
e) Michelangelo trabalhava como escultor, 
pintor, poeta e... 
f) Técnica usada por Michelangelo que é feita 
sobre uma base de gesso ou nata de cal 
ainda úmida. 
g) A técnica do claro-escuro, ou de luz e sombra, 
permite que se dê_________ aos corpos. 
 
1. As técnicas usadas nas duas pinturas são as mesmas? Registre suas observações. 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________ 
2. O que mais lhe chamou a atenção nas duas pinturas? Por quê? 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________ 
3. Maurício de Souza soube usar a técnica de luz e sombra da mesma forma que 
Michelangelo? Justifique sua resposta. 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________ 
 
4. Qual sensação que o quadro de Michelangelo lhe passa? E o de Maurício de Sousa? 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________ 
5. Escreva e comente o que você achou da releitura de Maurício de Sousa com seus 
colegas. 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________ 
6. Observando os quadros, você consegue perceber que foram pintados em épocas 
diferentes? Comente. 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________ 
7. Se você pudesse levar esses dois quadros para casa e pendurá-los nas paredes, em 
quais ambientes você os colocaria? Por que? 
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________ 
 
A criação do mundo – As diferentes expressões da arte na construção da cultura. 4/4 
10. Michelangelo usou fatos biblícos para representar a criação do homem, o que 
resultou em “A criação de Adão” – uma das mais belas obras do mundo artístico. 
Agora é a sua vez de representar a sua 
ideia. Como você acha que foi a criação do 
homem? 
Você poderá usar: 
 Recortes de jornais e revistas; 
 Grafite e lápis de cor. 
 Tinta goache e pincéis. 
Monte sua obra no seu caderno de arte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11. Agora, você terá a oportunidade 
de montar um modelo de homem e 
de mulher. Para isso, você 
pesquisará, em revistas ou jornais, 
partes do corpo (rosto, ombros, 
quadris, pernas, pés etc.) de 
homens e mulheres e, depois, vai 
juntá-las, colando-as em uma folha 
de papel. 
 
A espacialidade e a arte – Diferentes conceitos e experimentação prática. 1/2 
 
 
Em nosso dia a dia, reconhecemos e usamos espaços, mas responder a essa pergunta não é uma tarefa 
simples. A palavra “espaço” pode ter vários sentidos. Podemos entendê-la como um sinônimo de “lugar” 
ou com o significado de “distância entre dois seres”. Também podemos falar em espaço no sentido 
matemático, quando consideramos as três dimensôes que o constituem: altura, largura e profundidade. Na 
astronomia, espaço é a porção “vazia” do universo, onde existe apenas o vácuo. Existem ainda os espaços 
construídos pelo ser humano, como o arquitetônico, o político e o cultural. E, nos tempos atuais, devemos 
considerar também a ideia de espaço virtual. Na arte, a questão do espaço tem sido fonte de inspiração e 
estudo por muito tempo. 
 
 
Para entendermos o conceito deespaço na arte, o 
primeiro passo que devemos dar é entender as três 
dimensões. São elas que permitem analisar e medir o 
espaço. Pensando geometricamente: 
 
- A primeira dimensão é representada pela LINHA, 
que pode ser medida de acordo com seu 
COMPRIMENTO. 
- A segunda dimensão é a ALTURA. Juntando a altura 
e o comprimento, temos a superfície ou ÁREA. 
- A terceira dimensão é a PROFUNDIDADE. As três 
dimensões juntas definem o VOLUME da figura. 
 
Na arte, temos obras didimensionais (que ocupam 
apenas duas dimensões) e obras tridimensionais (que 
englobam uma terceira dimensão). Observe no 
desenho a seguir. Ela é bidimensional, mas também 
nos dá a ilusão de volume, como uma obra 
tridimensional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vejamos agora o ponto, que é o início de tudo, na definição do artista Wassily 
Kandinsky. Observe, na obra a seguir, como esse artista explorou as linhas e 
pontos. 
- Que tipos de linhas você consegue perceber na 
obra de Kandisnky? 
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
___________________________________________________ 
- Qual a sua opinião sobre a obra? 
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________ 
 
 
Há certos conceitos na 
Geometria que são 
chamados de primitivos. 
Isso significa que não 
podemos definí-los com 
precisão. Ponto, reta e 
plano fazem parte desses 
conceitos. Podemos 
imaginar tais conceitos 
como sendo lugares no 
espaço. 
 
A espacialidade e a arte – Diferentes conceitos e experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Em muitas obras, Kandinsky fazia relações entre a imagem, a música e a dança. Ele distribuía as linhas e os pontos no espaço da pintura, pensando no ritmo entre 
esses elementos. Como na pintura desse artista, faça no espaço abaixo uma composição com linhas e pontos de vários tipos. Se for possível, faça a atividade ouvindo uma música e procure 
seguir o ritmo dela. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A expressão da arte no dia-a-dia. A arte modificando o trabalho. 1/3 
A arte expressa ideias, sentimentos e pontos de vista. Por meio 
dela, é possível enxergar o mundo de uma maneira diferente. 
Vamos vaiconhecer alguns artistas que discutem questões que 
estão presentes no dia a dia, mostrando seus pontos de vista sobre 
o mundo do trabalho. O trabalho já foi tema de muitas obras de 
arte. Vamos estudar algumas dessas obras e refletir sobre o que 
elas podem representar. Você já parou para pensar sobre o que é 
o “trabalho”? Uma das possíveis definições é o ato de o ser 
humano transformar a natureza, por meio do raciocínio, da 
capacidade de pensar, planejar e executar uma obra. Nesse 
processo, ele transforma a natureza e a si mesmo. Por esse ponto 
de vista, o artista é visto como um trabalhador, cujo ofício 
compara-se ao de outros tantos trabalhadores. Partindo da ideia 
de que o trabalho transforma a natureza, é possível encontrar 
vários exemplos de trabalho realizados por artistas. Observe as 
imagens a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Esses são alguns dos exemplos da ação do ser 
humano alterando a natureza. Mas como o 
homem pode se transformar por meio do 
trabalho? 
 
 
 
 
 
O homem se transforma, pois passa a se relacionar com as coisas de forma 
diferente. Por exemplo, se você faz uma mesa a partir de uma tora de madeira 
para seu uso pessoal, você facilita sua vida, transformando-a. Senta de maneira 
confortável para almoçar ou jantar. Além disso, ao vê-la terminada você 
provavelmente ficaria satisfeito com sua produção. Para fazer a mesa, você 
precisou planejar e trabalhar por etapas: decidir o tamanho, separar as 
ferramentas necessárias para medir, cortar, lixar, pintar, entre outros passos. 
Ao realizar todo esse trabalho, você se modificou, pois descobriu como produzir 
a mesa, buscando uma forma mais prática para cortar a madeira, ou percebeu 
que pode pintá-la, e então passou a apreciar o resultado da mesa colorida. 
Quer ver outro exemplo de como o homem transforma a natureza e, com isso, 
acaba transformando a si próprio? Imagine que você vai plantar uma horta de 
verduras. Seria preciso conhecer a terra, adubá-la, pesquisar as regras para o 
plantio, quais sementes ou mudas deve usar, a quantidade ideal de água e de luz do 
sol para a planta vingar, o tempo de poda e como podar para a muda continuar viva 
e produtiva. Nesses dois exemplos (fazer a mesa de madeira e cultivar uma horta), 
você usou o trabalho para transformar a natureza e, ao mesmo tempo, seria 
transformado ao longo do processo. 
Com a arte acontece a mesma coisa. A arte também está ligada a essa ideia de 
trabalho, de transformar a natureza e a si próprio. Na Idade Média, por 
exemplo, os profissionais eram conhecidos como mestres de artes e ofícios. A 
arte e o artesanato eram atividades muito próximas, o que significava que um 
pintor, por exemplo, para realizar um quadro tinha de fazer as próprias tintas, 
montar a própria tela de pintura, fazer seus pincéis e todos os instrumentos 
necessários para o seu trabalho. Somente assim era possível produzir uma obra 
de arte. 
A arte e o artesanato foram se separando, e no século XIX essa distinção se consolidou. Nesse momento, se fortaleceu 
a ideia de arte como algo que nasce com o indivíduo, que seria fruto de uma genialidade. O problema é que isso, ainda 
hoje, se confunde muito com a ideia de que o artista, por ser um gênio criativo, não precisa trabalhar para viver. 
Existem o talento e a vocação artística, como em qualquer outra profissão. Mas existe também o trabalho dos artistas, 
que continuam pesquisando e estudando p ara se desenvolver e melhorar sua atuação. Apesar disso, o artista ainda é 
o profission al cujo ofício é pouco valorizado, e diversos artistas trabalham, muitas vezes, com pouco reconhecimento 
ou até mesmo sem pagame nto. Ainda assim, dedicam parte de sua vida e mesmo sua vida inteira ao trabalho com a 
arte. Por outro lado, há artistas devidamente reconhecidos e remunerados, que são valorizados. 
 
A expressão da arte no dia-a-dia. A arte modificando o trabalho. 2/3 
O filme Tempos modernos, produzido por Charles Chaplin em 1936, é um exemplo de como 
o tema trabalho pode ser desenvolvido por meio da arte. O personagem principal é um 
operário que trabalha em uma grande fábrica. Ele tem como tarefa apertar parafusos de 
peças em uma esteira rolante, mas não consegue acompanhar a velocidade da esteira, 
repleta de peças, e, para recuperar o trabalho perdido na esteira que passou, ele começa a 
“atropelar” os colegas que trabalham ao lado dele. Veja imagens desse trecho do filme. O 
filme mostra, de modo divertido, mas também crítico, como todos trabalhavam de forma 
mecânica e em ritmo acelerado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aqui no Brasil, o trabalho nas fábricas também despertou o interesse de artistas. No começo 
do século XX, em São Paulo, um grupo de artistas tentou produzir uma arte “mais 
brasileira”, após conhecer e transformar o que estava sendo feito por artistas europeus, 
como os expressionistas, os cubistas etc. Desse modo, houve uma renovação e uma 
redefinição da linguagem artística, que foram a base para o chamado movimento 
modernista. Alguns dos artistas que participaram do movimento foram os escritores M ario 
de Andrade e Oswald de Andrade, e as pintoras Tarsila do Amaral e Anita Malfatti, além dos 
pintores Emiliano Di Cavalcanti e Candido Portinari. Nessa época, Tarsila do Amaral 
produziu algumas obras que retrataram a industrialização no Brasil. Sua preocupação era 
mostrar que, com esse processo, os lavradores começaram a se mudar do campo para as 
cidades, onde as fábricas contratavam muitos trabalhadores e exigiam deles muitas ho ras 
de trabalho. Assim, esse trabalhose intensificou, de forma que os trabal hadores e sua força 
de trabalho eram altamente explorados. 
 
 
 
 
 
 
Veja a obra “Segunda classe”, de Tarsila do Amaral, que retrata essa população que saiu do 
campo, rumo à cidade, a fim de conseguir emprego nas fábricas. Note como a artista retrata 
essa “segunda classe”. Os corpos, os rostos, as cores apagadas, os pés descalços, foram 
escolhas que a artista fez para mostrar a vida sofrida dessa população, que foi altamente 
explorada nas fábricas das cidades que estavam se industrializando no início do século XX. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observe a seguir uma foto de trabalhadoras de uma fábrica de sapatos, em São Paulo, no 
início da industrialização no Brasil, nos anos 1930. 
 
 
 
A expressão da arte no dia-a-dia. A arte modificando o trabalho. 3/3 
Experimentação prática: Observe a obra Operários, de Tarsila do 
Amaral. Preste atenção nas cores usadas pela artista, nos detalhes do 
traço, na expressão do rosto e no colorido dos personagens (no 
primeiro plano), na dureza cinza das chaminés e das linhas retas dos 
prédios (no segundo plano) e em outros elementos que você 
considerar interessantes. 
b) Quem são os personagens retratados no quadro? Como a legenda ajuda a responder a esta pergunta? 
__________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________ 
 
c) Comente sobre a variedade dos rostos. Qual seria a intenção da artista ao pintar tantos rostos e de pessoas tão 
diferentes umas das outras? 
__________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________ 
 
d) Como você faz a leitura do agrupamento de pessoas no primeiro plano, com relação ao segundo plano do 
quadro? 
__________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________ 
 
e) Quais sentimentos e pensamentos esse quadro provoca em você? 
__________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________ 
 
f) Pelas expressões dos rostos, como você lê o sentimento dos operários? 
__________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________ 
g) Faça um desenho, relendo a obra. Você irá inserir rostos de trabalhadores de diferentes profissões: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Agora responda às questões propostas. 
 
a) Em que lugar a cena do quadro poderia se passar? 
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________ 
 
 
Análise de imagem – Leitura e interpretação – Trocando emoções e informações. 
Experimentação prática: Observando a imagem e lendo um pouco sobre o artista, responda o que se pede. 
Lasar Segall (Vilnius, Lituânia, 18891 - São Paulo, São Paulo, 1957). 
Pintor, gravador, escultor, desenhista. De origem judaica, inicia 
estudos de arte, em 1905, na Academia de Desenho do mestre 
Antokolski, em Vilna, na Lituânia. Muda-se para a Alemanha em 
1906 e estuda na Escola de Artes Aplicadas e na Academia Imperial 
de Belas Artes, em Berlim. Viaja para a cidade de Dresden, onde 
frequenta a Academia de Belas Artes. 
Lasar Segall é destaque no cenário da arte 
moderna, considerado um representante das 
vanguardas europeias. É um dos fundadores 
da Sociedade Pró-Arte Moderna (Spam), em 
1932, da qual se torna diretor até 1935. Dez 
anos após sua morte, em 1967, a casa onde 
morava, na Vila Mariana, em São Paulo, é 
transformada no Museu Lasar Segall. 
 
 
1. Que palavras vêm ao seu pensamento, observando a obra de arte? 
____________________________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________________________ 
2. Quais as sensações que você tem ao observar a tela? 
____________________________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________________________ 
3. Você gostaria de ter um quadro desses na parede de sua casa? Por quê? 
____________________________________________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________________________ 
4. O que você vê? 
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5. Quais as características físicas das personagens? 
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6. A tela transmite uma sensação de movimento ou de imobilidade? Por quê? 
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7. Que cores estão presentes na tela? Elas são claras ou escuras? Que sensações elas transmitem? 
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8. Imagine que as personagens estejam conversando. O que você acha que elas estariam dizendo uma para a outra? Reproduza, por 
escrito, esse diálogo, empregando a pontuação adequada. 
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9. Inspirado pela obra, faca um desenho em seu caderno de arte com o seguinte tema “Amigos brincando na praia”. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor – Conceituação e experimentação prática sobre monocromia e policromia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Escolha entre a monocromia ou policromia e aplique o conceito na imagem abaixo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor – Produção artística com experimentação de cor e tonalidades. 
Como bem sabemos, as cores estão baseadas em cores puras. Para cada cor existem no entanto, versões 
claras e escuras. Estas versões das cores puras são denominadas tonalidades da cor. 
Estas tonalidades podem ser reconhecidas em termos artísticos como sombras. Sombras, para nos referirmos as cores escuras ou 
profundas. Qualquer termo é válido e simboliza basicamente que são cores pouco iluminadas que são obtidas por adição da cor preta 
a cor pura. De igual forma existe a versão mais clara da cor, conhecidas como cores pastel, cores pálidas, tons claros ou tintes 
Experimentação prática: Aplique cor no desenho abaixo acrescentando a cor preta em algumas áreas para criar sombras e volume. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor – Produção artística sobre tonalidades e criação de áreas claras e escuras. 
Experimentação prática: Aplique cor ao desenho usando as variadas tonalidades de uma mesma cor para criar volume. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor – Uso do lápis de cor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor – Uso do lápis de cor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Arte Linear – Apreciação de obra e o modo de fazer – Experimentação prática. 
A arte linear é uma técnica em que são 
utilizados pequenos pregos ou 
tachinhas como pontos de apoio para 
fios, que desempenham o papel de 
linhas na composição. Os fios são 
esticados sobre a base com prego 
formando desenhos que podem ser 
figurativos ou abstratos. 
O artista Alex Joseph, nascido na cidade de Natal-RN, já 
produizu várias obras de arte linear. Observe algumas delas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desde os primórdios do tempo, o homem vem descobrindo diversas formas de se expressar e deixar para a posterioridade 
trabalhos feitos a mão, neste quesito engloba as pinturas rupestres, a primeira expressão de arte registrada por nossos 
ancestrais a milhões de anos atrás, contudo, a necessidade de expressão não limitou-se neste período e foi evoluindo 
conforme a raça humana. Prova disso são os diversos períodos vividos pela arte, onde cada um possuía uma determinada 
característica que possibilita aos historiadores datarem as obras, ou seja, é facilmente, mediante a um estudo profundo, 
inserir determinada obra de arte observando suas particularidades, podendo ser: cubista, iluminista, renascentista e etc. 
Entretanto, esse amadurecimento e crescimento da expressão artística não é exclusividade dos grandes pintores e artistas 
de nosso tempo, pelo contrário, qualquer pessoa pode criar uma nova vertente, um novo caminho em meio de tantos outros 
já vistos e contemplados pela arte. Como por exemplo, essa forma de arte que iremos falar logo abaixo. A arte linear não 
deixa de ser uma expressão artística, no entanto, ela consiste no entrelaçamento de linhas coloridas que acabam criando 
determinado efeito ou forma. Tudo depende da criatividade do artista por traz dos entrelaçamentos. Hoje em dia, devido a 
facilidade de informação é possível encontrar moldes desse tipo de arte e dicas na internet. 
 
As diferentes linguagens artísticas – Conceituação, observação e experimentação prática. 
Você já teve algum contato com as linguagens 
da arte: teatro, música, artes visuais ou dança? 
Desenhou, pintou, cantou, dançou ou encenou? Conheceu 
quadros de pintores, cantores e compositores, atores de peças 
teatrais e dançarinos? As diferentes linguagens das artes podem 
ser expressas de formas que vão muito além das palavras. 
Observe quantas informações estão representadas nas imagens a 
seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ao observar essas imagens, você percebe que está rodeado por 
todo o tipo de informação sonora e visual? De que maneira você 
pode “ler” essas informações? O que comunica cada uma delas? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando se fala em linguagem, na maioria das vezes, logo vêm à mente a fala e a escrita. No entanto, a comunicação não 
acontece apenas pela expressão verbal oral e escrita. Diferentes linguagens são utilizadas em todas as atividades 
cotidianas. Para perceber isso, basta observar seu dia-a-dia: em uma conversa com amigos, familiares e professores, por 
exemplo, você usa palavras acompanhadas de gestos, expressões faciais e entonações vocais para comunicar-se. É 
possível transmitir ideias e pensamentos também com linguagens não verbais. Na arte, esse tipo de linguagem é 
utilizado em desenhos, pinturas, esculturas, música, dança, teatro, cinema, fotografia, entre outras expressões 
artísticas. 
A composição de elementos expressivos de cada uma dessas linguagens como cores, linhas, formas, luzes, sombras, 
movimentos, gestos, sons e silêncios resulta em produções não verbais. Existem outras maneiras de expressão que não 
necessitam da palavra falada ou escrita. Por exemplo, você já deve ter “lido” a tristeza no olhar de alguém e o desânimo 
em um gesto, preocupou-se com o som de ambulância, detectou o recebimento de uma mensagem no celular e 
despertou com um som conhecido. Isso comprova que a comunicação ocorre de diversas maneiras. As linguagens 
artísticas possibilitam representar determinada ideia ou sentimento sem escrever. 
 Para pensar e construir: Você não precisa, 
necessariamente, escrever um texto para 
dizer o que sente e pensa. Já parou para 
refletir que pode colocar sua dor, seu 
amor em um música? Seu grito, sua paixão 
ou sua imaginação em uma tela ou 
escultura? A saudade em uma foto, a 
tristeza no cinema, a amizade no teatro? O 
que você quiser: ideias e sentimentos, 
todos cabem em uma obra de arte. 
Diante disso, traga a próxima aula alguma 
linguagem de arte (foto, letra de uma 
música, desenho, um filme etc.) que 
expresse algum sentimento seu por algo 
que você viveu ou vive. Compartilhe com 
a turma. 
 
As formas geométricas e a arte – Experimentação prática pela obra de Wassily Kandinsky. 
As formas geométricas sempre foram usadas em obras de arte. É comum 
pintores utilizarem a geometria como meio auxiliar para construções, 
composições e encaixes nas obras de arte. Muitos pintores se utilizam da 
geometria para esboçar suas obras de arte, mas depois apagam as linhas 
geométricas, deixando ressaltar apenas o desenho desejado. Outros fazem 
prevalecer em suas obras as formas geométricas, como é o caso dos pintores 
cubistas, futuristas, surrealistas e da optical-art. 
Veja a obra de Wassily 
Kandinsky (1866-1944), pintor 
russo de ascendência asiática, 
que, saturado das artes 
orientais e do misticismo 
eslavo, resolveu partir para a 
descoberta de leis matemáticas 
e geométricasenvolvidas com o 
emprego e significado das 
cores. Quanto mais rigorosa se 
tornava sua técnica, mais 
liberava sua imaginação. 
Observe os elementos 
geométricos dos quadros de 
Kandinsky Triângulos em arco e 
No quadro preto, onde se 
ordenam traçados circulares, 
triangulares, retangulares, 
pontos e feixes de linhas. 
 
Pioneiro do Movimento 
Abstracionista, Wassily 
Kandinsky foi um pintor 
russo que apesar da 
formação no curso de 
Direito pela 
Universidade de 
Moscou, demostrou 
grande interesse e 
inclinação para Artes 
Visuais após conferir 
uma exposição de 
pintores impressionistas 
e ficar deslumbrado por 
aquelas pinturas. 
Experimentação prática I: Faça a reprodução de uma das obras de Kandinsky, dentro de cada uma das 
figuras geométricas (hexágono e elipse). A seguir, pinte-as. 
 
Experimentação prática II: Crie você mesmo sua obra artística com formas geométricas. Use sua 
criatividade para compor uma obra baseada em formas geométricas. 
 
 
A técnica do desenho – Teoria e experimentação prática. Desenho cego. 
M.C. Escher nasceu na Holanda em 1898 e dedicou a sua vida à gravura. Em 
suas obras, a fantasia e o impossível notar o domínio que o artista tinha em 
desenhar composições cheias de surpresas visuais. Em seus trabalhos percebe-
se a perfeição dos traços e a repetição de figuras geométricas. O mais 
interessante nas suas obras é que elas aprecem naturais à primeira vista, mas 
uma observação mais atenta nos mostra que são situações impossíveis. 
 
 
 
Mais do que representar objetos e ideias por 
meio de linhas, desenhar é imaginar um 
mundo todo nosso e ao mesmo tempo fazer 
com que outras pessoas participem dele. 
Dessa maneira nunca estaremos sós. Esse 
impulso tão natural vem de muito longe, da 
época em que os homens habitavam cavernas. 
Hoje a criança parece repetir no ritual dos 
rabiscos, das formas e das silhuetas todo o 
caminho da humanidade até aqui. 
 
O artista suíço Paul Klee (1879-1940) buscava, 
por meio de traços aparentemente simples em 
suas obras, que às vezes lembram desenhos de 
crianças, “tornar visível” a proximidade do 
homem com a origem das coisas, Klee, que 
adorava desenhar, criou uma linguagem 
própria, influenciada pelo estudo dos 
desenhos e da escrita de antigas civilizações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para realização dessa técnica, 
coloque um papel sobre a carteira. 
Observe um objeto com atenção. 
Perceba suas formas e 
características. Agora, com o 
movimento da sua mão, vá 
desenhando o que vê sem olhar o 
para o papel. Veja o resultado. É 
uma forma interessante e diferentes 
de representar o objeto. Agora pinte 
o desenho. Atenção, concentração e 
percepção são muitos importantes 
para um bom resultado. Nas obras a 
seguir podemos imaginar uma 
leitura de desenho cego. 
 
Experimentação prática: Partindo de um objeto escolhido, faça aqui o seu desenho cego: 
 
 
Como distinguir uma obra de arte – Características e estilo – Manet, Monet, Renoir e Degas – Experimentação prática. 1/2 
Nada ajuda o fato de os 
nomes de Manet e Monet 
serem quase idênticos e de 
que todo o grupo muitas 
vezes pintava as mesmas 
cenas em telas praticamente 
indistintas. As primeiras 
impressões, porém, podem 
enganar. As diferenças 
básicas são quase tão 
marcantes quanto às 
semelhanças. 
 
 
 
 
 
 
 
Principais características de cada pintor 
ARTISTA MANET MONET RENOIR DEGAS 
 
TEMAS 
 
 
Atualizou temas dos antigos 
mestres, pintou cenas 
contemporâneas com visão 
crítica. 
Paisagens marinhas, séries sobre campos de 
papoulas, rochedos, montes de feno, a 
Catedral de Rouen; fase final da obra: 
nenúfares aquáticos quase abstratos. 
Nus femininos voluptuosos, com 
pele de pêssego, o café-society, 
crianças, flores. 
Retratos em pastel de figuras humanas em 
pausa após a ação; bailarinas, corridas de 
cavalo, café-society, lavadeiras, circo; fase 
final da obra: nus no banho. 
CORES 
Manchas escuras contra a luz, 
usava o preto como acento; 
inicial: escuro; final: colorido. 
Tons solares, cores primárias puras em 
pinceladas uma ao lado da outra (as sombras 
eram cores complementares em pinceladas 
uma ao lado da outra). 
Vermelhos ricos, cores primárias, 
detestava o preto – usava o azul em 
seu lugar. 
Tons vistosos lado a lado para obter 
vibração; inicial: pastel suave; final: vastas 
lambuzadas de pastéis em cores ácidas. 
ESTILO 
Formas simplificadas com um 
mínimo de modelo, manchas de 
cor chapada com contorno em 
preto. 
Dissolvia a forma em luz e clima, contornos 
suaves, ar impressionista clássico. 
Inicial: pinceladas rápidas, figuras 
manchadas misturadas ao fundo 
nublado; final: estilo mais clássico, 
nus solidamente formados. 
Ângulos não convencionais com as figuras 
amontoadas na beira da tela, composição 
assimétrica com vazio no centro. 
RECOMENDAÇÕES 
Não era um grande teórico, mas 
disse: o artista “procura 
simplesmente ser ele mesmo e 
mais ninguém”. 
“Tente esquecer que objetos têm à sua frente, 
árvore, casa, campo ou o que for. Pense 
apenas: “Aqui está um quadradinho azul, aqui 
uma forma oblonga cor de rosa, aqui uma 
faixa amarela e pinte-a exatamente como você 
a vê.” 
“Pinte com alegria, com a mesma 
alegria, pinte com amor”. 
“Mesmo quando trabalha a partir da 
natureza, a pessoa tem que compor”. 
“Bar em Folies-Bergère”, Manet, 1882, 
Courtauld Intitute, Londres. 
“Le Moulin de la Galette”, Renoir, 1876, Musée 
d´Orsay, Paris. 
“Catedral de Rouen”, 
Monet, 1892-94, 
Museu de Belas Artes, 
Boston. 
“Prima Ballerina”, 
Degas, c. 1876, 
Musée d´Orsay, Paris. 
 
Como distinguir uma obra de arte – Características e estilo – Manet, Monet, Renoir e Degas – Experimentação prática. 2/2 
Pintores como Monet têm luz e movimento: 
Tente descrever o quadro abaixo, um dos clássicos 
de Monet. "Impressão: o Nascer do Sol", de 
Monet (1874). Note que não é possível ver os 
detalhes das pessoas, dos barcos nem da 
paisagem que são retratados, embora tais 
elementos possam ser identificados, e seja 
possível perceber o efeito de luz e sombra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A combinação de cores e pinceladas nesse quadro 
de Monet dão apenas uma "impressão" dessa 
paisagem, daí o nome do quadro. Ao olhar uma 
obra impressionista de perto, vêem-se apenas 
pinceladas separadas que parecem manchas sem 
contorno Vistas de longe, as pinceladas 
organizam-se para os nossos olhos criando formas 
e luminosidade. Foi essa tela de Monet que 
inspirou o crítico de arte Louis Leroy para 
denominar o movimento artístico: impressionismo 
Era uma forma de menosprezar esse tipo de 
pintura que não seguia os padrões estabelecidos 
pela academia e sua pintura realista. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Observe um objeto próximo à janela, no quintal, no 
jardim e desenhe-o em diferentes horários, notando a 
diferença de intensidade da luz. Você também pode fazer 
essa experiência fotografando. Para ter uma obra no 
estilo impressionista, você deve fazer o desenho sem 
linhas de contorno. Varie também nas cores. 
 
Composição orgânica - Conceituação e experimentação prática. 
Nas Artes visuais, em particular Pintura, Design Gráfico, Fotografia e Escultura -- composição é o posicionamento do arranjo de elementos visuais ou ingredientes em um trabalho de arte, o 
que difere do tema do trabalho. Pode também ser pensada como a organização dos elementos de arte de acordo com os princípios de arte. Composição significa "juntar", pode ser aplicado 
a qualquer obra de arte, de música a escrita ou a fotografia. É uma organização consciente. Nas Artes Visuais, o termo composição é muitas vezes chamado de Design, Forma, Ordenação 
visual ou Estrutura Formal, dependendo do contexto. Em Design Gráfico manual ou digital para impressão, composição é referida comumente como layout de página. 
 
Princípios da organização: O artista 
determina qual será o centro de 
interesse da obra de arte e compõe 
os elementos de acordo. O olhar do 
espectador iráentão tender a 
demorar mais tempo sobre esses 
pontos de interesse. Os elementos 
são arranjados considerando-se 
vários fatores em um todo 
harmonioso os quais trabalham 
juntos para produzirem o resultado 
desejado. 
 
Alguns princípios de organização 
que afetam a composição são: 
 
- Forma e proporção. 
- 
Posicionamento/Orientação/Equilíb
rio/Harmonia. 
- Espaço negativo 
- Cor 
- Contraste: o valor, ou grau de claro 
e escuro usado na imagem 
- Geometria: por exemplo, o uso de 
Secção Áurea 
- Linhas 
- Ritmo- 
- Iluminação ou Luminância 
- Repetição (Algumas vezes a 
construção de um padrão; ritmo) 
- Perspectiva 
- Quebrar as regras pode criar 
tensão ou desconforto. 
Experimentação prática: Observando os modelos de composição com as folhas secas, crie uma composição com colagem utilizando os mesmos 
materiais. Você pode escolher folhas, galhos, flores secas e sementes. 
 
 
Conceituação e experimentação prática sobre Arte Contemporânea. 
A arte contemporânea é construída não mais necessariamente com o novo é o original, 
como ocorria no Modernismo e nos movimentos de vanguardas. Ela se caracteriza 
principalmente pela liberdade de atuação do artista, que não tem mais compromissos 
institucionais que o limitem, portanto pode exerce seu trabalho sem se preocupar em 
imprimir nas suas obras um determinado cunho religioso ou político. 
 
Esta era da história da arte nasceu em meados no século XX e se estende até a atualidade, 
insinuando-se logo depois da Segunda Guerra Mundial. Este período traz consigo novos 
hábitos, diferentes concepções, a industrialização em massa, que imediatamente exerce 
profunda influência na pintura, nos movimentos literários, no universo “fashion”, na 
esfera cinematográfica e nas demais vertentes artísticas. Essa tendência cultural com 
certeza emerge das vertiginosas transformações sociais ocorridas neste momento. 
 
 
Os artistas passam a questionar a própria linguagem artística, a imagem em si, a qual 
subitamente dominou o dia-a-dia do mundo contemporâneo. Em uma atitude subjetiva, o 
criador se volta para a crítica de sua mesma obra e do material de que se vale para 
concebê-la, o arsenal de imagens ao seu alcance. 
 
O artista contemporâneo realiza um mix de vários estilos, diversas escolas e técnicas. Não 
há uma mera contraposição entre a arte figurativa e abstrata, pois dentro de cada uma 
destas categorias há inúmeras variantes. Enquanto alguns quadros se revelam 
rigidamente figurativos, outros a muito custo expressam as características do corpo 
humano e suas possíveis interpretações. 
 
Os artistas nunca tiveram tanta liberdade criadora, tão variados recursos materiais em 
suas mãos. As possibilidades e os caminhos são múltiplos, as inquietações mais profundas, 
o que permite à Arte Contemporânea, ampliar sua atuação, pois ela não trabalha apenas 
com objetos concretos, mas principalmente com conceitos e atitudes. Refletir sobre a arte 
é muito mais importante que a própria arte em si, que agora já não é o objetivo final, mas 
sim um instrumento para que se possa meditar sobre os novos conteúdos impressos no 
cotidiano pelas velozes transformações vivenciadas no mundo atual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Para entendermos melhor, responda: 
1. Escolha umas das imagens expostas em sala de aula, são elas alguns exemplos de arte 
contemporânea, descreva o que você vê. 
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______________________________________________________________________________________________ 
2. Nessa mesma imagem, o que você mudaria? Por quê? 
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3. Represente em um desenho simples a frase: “O Brasil ainda é um país que pode dar certo!”. 
 
 
 
Conceituação sobre a Arte e suas reflexões – Análise de conteúdo e experimentação prática. 1/2 
Os objetos artísticos são resultantes de uma elaboração e 
reflexão do artista a partir do seu contato primário com a 
realidade; portanto carregam significados. Através de sua obra, 
ele acrescenta conhecimentos ao universo cultural do seu 
tempo, atribuindo-lhe novos significados. 
 
Isso é arte? Por quê? Afinal, o que é 
arte? 
Podemos afirmar com certeza que a 
Cabeça de Touro é uma obra de 
gênio, é arte. Picasso, ao criá-la, fez 
uma associação única: usou um selim 
e um guiador de uma bicicleta velha, 
sugerindo uma cabeça de touro. O 
que parecia não ter qualquer 
relação, a imaginação e a criatividade 
do artista relacionam, dando à obra 
nova forma. Trata-se de um exemplo 
típico de como a criatividade dá 
forma material a uma ideia. 
Esse pseudônimo também é uma alusão ao nome da empresa onde comprou o mictório, a “Mott Works”. Ele troca o “o” 
pelo “u” (Mott - Mutt). Quanto ao título A Fonte, o que se deduz é que tenha associado a ideia da função da peça de 
porcelana com as fontes de jardins, onde o chafariz é um cupido ou querubim. A ideia de tirar um objeto comum de seu 
cenário habitual e colocá-lo num contexto novo e incomum desperta um novo olhar sobre ele e cria um novo conceito, 
transformando-o numa obra de arte. De acordo com Marcel Duchamp, a concepção da obra de arte é mais importante 
que o produto acabado. Seus trabalhos revolucionaram a arte convencional e influenciaram vários artistas e movimentos, 
como o Dadaísmo e o Surrealismo. 
Definindo arte: Diríamos que arte é um objeto estético 
(uma criação humana) feito para ser visto e apreciado 
pelo seu valor intrínseco. A necessidade de fazer arte é 
exclusivamente humana. Só o homem é capaz de usar a 
imaginação para contar histórias, pintar, esculpir, etc. As 
artes e as ciências são aspectos do desenvolvimento da 
mente humana no concreto. A arte forma a realidade 
usando a matéria de acordo com uma concepção 
estética. Transmite nossa percepção através de 
símbolos, que nos permite apresentar, de um modo 
novo, pensamentos complexos e compreender melhor o 
real, analisando, estabelecendo relações e estimulando 
reflexões, através do objeto artístico. 
Um quadro sugere muito mais do que diz, transmitindo novos e múltiplos significados e estados de espírito. A arte está 
sujeita ao gosto e aos conceitos da sociedade que a cerca. É a nossa cultura que condiciona o nosso gosto e as nossas 
opções. Se quisermos compreender uma obra de arte, é necessário que conheçamos o estilo e as concepções de um país, 
de um período, para assim entender a linguagem do artista, ou melhor, do autor da obra. Assim, a arte, como atividade 
inserida em um contexto histórico e social, e a vivência cotidiana do artista têm uma importante relação com o seu 
trabalho. 
A sensibilidade humana na forma de perceber, apreender e 
construir o real é a relação do artista com o seu mundo. 
Poderíamos dizer que as obras de arte são arranjos formais, 
exprimindo atitudes emocionais. Para produzirmos arte, são 
necessárias determinadas capacidades, tais como: 
coordenação, inteligência, personalidade, imaginação, 
criatividade e sentimento estético. Suas características 
especiais fazem da obra de arte um objeto à parte, longe da 
vida cotidiana, em museus, igrejas, galerias, etc. 
As expressões e manifestações do ser humano em relação à vida, ao universo, às suas próprias emoções e experiências é 
o que muitos chamam de arte. Seja ela pintura, desenho, escultura, poesia, dança etc. Embora o conceito seja difuso e 
possa ser diferente conforme a cultura e a vivência de um povo, a arte está presente em todoo mundo e tem grande 
influência na vida cotidiana. A arte na sociedade pode revelar muito sobre o momento presente, sobre o próprio artista e 
sua relação com o mundo ao seu redor bem como sobre as pessoas que entram em contato com a obra. 
Marcel Duchamp, artista francês, figura das mais influentes da 
arte moderna, radicaliza a noção do que é arte, ou melhor, do 
que é constituída a arte. Cria os famosos objetos chamados 
ready-made, ou “arte pronta”. Para Duchamp não importava a 
criação, o ato de fazer, mas sim a ideia, a escolha do objeto. Seu 
ready-made mais famoso e polêmico foi um mictório de 
porcelana, comprado por ele numa firma de materiais de 
encanamento. 
Esse objeto foi assinado por ele 
com o pseudônimo de R. Mutt e 
intitulado “A Fonte”, 
participando da exposição dos 
Independentes, em Nova York 
em 1916. Essa assinatura, R. 
Mutt, foi inspirada em Mutt e 
Jeff, personagens de histórias 
em quadrinhos da época. O R. 
significa “Richard”, em francês, 
pessoa rica. 
 
 
Conceituação sobre a Arte e suas reflexões – Análise de conteúdo e experimentação prática. 2/2 
O tema, o belo: A beleza de uma obra de arte, seja um quadro ou uma escultura, não reside realmente na beleza do seu tema, e 
sim na maneira como foi concebida. Nossa tendência natural é gostar daquilo que entendemos com facilidade, daquilo que nos é 
óbvio. O problema é que gostos e padrões de beleza variam muitíssimo entre países, povos e pessoas. Nesses casos, vamos 
analisar a expressão, que é o que nos leva a gostar de uma obra ou detestá-la. Quando um artista desenha ou pinta alguma coisa 
a sua maneira, fica sujeito a críticas das mais variadas. Se foge da realidade tal como a vemos, não quer dizer que não tenha 
conhecimentos para desenhar corretamente. 
Na obra que retrata a galinha com pintinhos, ninguém encontrará defeitos. A composição, a movimentação, as imagens 
representam a realidade com expressividade e perfeição. O objetivo do artista era ilustrar um livro de “História Natural” e, para 
isso, tinha que representar a realidade tal como a vemos. Ao desenhar o galo, entretanto, seu objetivo era outro: mostrar sua 
agressividade, sua insolência. Sendo assim, não se contentou em fazer uma mera reprodução física da ave, recorrendo à 
caricatura. 
As obras de arte expressam um pensamento, uma visão do mundo e provocam uma forma de inquietação no observador, uma 
sensação especial, uma vontade de contemplar, uma admiração emocionada ou uma comunicação com a sensibilidade do artista. 
A esse conjunto de sensações chamamos de experiência estética. 
Se quisermos realmente sentir uma obra, vivermos uma autêntica experiência estética, além de conhecer o estilo e o período em que o artista produziu essa obra, é necessário que 
eduquemos nosso olhar. Olhar e ver – olhar o mundo como se o víssemos pela primeira vez, olhar com os olhos de estrangeiro numa viagem de descoberta. Ver que o céu apresenta muitas 
outras cores além do azul e que a grama nem sempre é verde. Tentar interpretar o olhar do artista, que sempre vê o mundo como uma novidade, numa viagem de descobertas, sem ideias 
preconcebidas. 
Experimentação prática: De posse do que lemos e observamos faça o que se pede. a) Qual o título e o autor da obra escolhida? 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
b) Escreva suas impressões sobre a obra. 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
c) Escreva os elementos que aparecem na obra. 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
d) Escreva um parágrafo sobre o autor da obra. 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
e) Pesquise mais informações sobre a obra escolhida. 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
f) Faça um desenho inspirado na obra. 
 
 
1. Observe as imagens apresentadas. Escolha uma delas para responder o questionário 
interpretativo no seu caderno de arte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Grande Jatte é uma ilha que se encontra no meio do rio Sena. 
A atração que Seurat sentia pelo local se devia, primeiramente, 
a sua localização privilegiada, que permitia visualizar de vários 
ângulos alguns bairros da cidade de Paris. Era também ponto de 
encontro de toda sociedade parisiense - marinheiros, babás e 
soldados, juntamente com a a burguesia - que aproveitavam o 
local em suas horas de diversão e folga. 
 
 
O Moulin de la Galette era um antigo moinho de vento situado 
no topo da colina de Montmartre, construído em 1622, e 
conhecido como Blute-fin. Ao longo do tempo, o edifício passou 
por uma série de usos: café a céu aberto, salão de música e 
estúdio de televisão até, em 1939, ser classificado como 
monumento histórico. Atualmente, ao lado do moinho 
econstruído, ha um restaurante chamado “Le Moulin de la 
Galette”. 
 
 
Conhecendo o artista e sua obra: Gontran Guanaes Netto – Leitura e interpretação de obra de arte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experiementação prática: Observe atentamente a pintura e a identificação da obra para responder o que se pede: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Os retirantes”, de Gontran Guanaes Netto, 1982. Técnica Mista. Conseil Général du Val-de-Marne, França. 
a) Qual o nome do artista que produziu a obra e quando ela foi feita? 
________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________ 
b) O que está retratado nessa pintura? 
________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________ 
c) Que grupo essas pessoas podem representar? 
________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________________________ 
d) Leia o significado da palavra “retirante”: Aqulee que sai de um lugar mais pobre em direção a outro lugar que 
ofereça melhores condições de vida. O que nessa pintura demosntra que essas pessoas são retirantes? 
________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 
e) Quais serão as melhores condições de vida que as pessoas esperam encontrar em outro lugar? 
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________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________________________________________ 
 
Conhecendo o artista: Henri Matisse – Apreciação e produção artística. 
Matisse foi um destacado pintor, escultor e artista gráfico francês. Formou-se em Direito, em 1887, mas não exerceu a função pois achava as leis um assunto 
um tanto entediante. Aos 22 anos, mudou-se para Paris para estudar arte e matriculou-se na Academie Julian, onde foi aluno de William-Adolphe Bouguereau 
e, depois no ateiliê do pintor Gustave Moreau. A partir de 1906 até 1912 empreende diversas viagens. Da Argélia volta influenciado pelo uso decorativo da 
arte islâmica e introduz o decorativismo na sua pintura. Viaja também para o Marrocos. Nessa época, as pinturas se destacam pelo uso de cores fortes, 
movimento e linhas, além de florais decorativos. A partir daí passa a ser um artista bastante divulgado e considerado e a influenciar a arte de seu tempo, com 
um estilo que se caracterizava pelo uso de cores em tonalidades fortes, mas ao mesmo tempo, combatida por uma parcela da burguesia francesa apreciadora 
de arte, que a consideravam como uma diluição da arte. Matisse cria um estilo simplificado em que o uso da cor cahapada, sem nuances, é limitada pelo traço 
e desaparecem os volumes. Para Matisse, o desenho, a cor e a composição eram uma síntese e nenhum dos três elementos se destacariam, mas formavam 
um todo. 
Experimentação prática: Escolha uma das obras do artista para você produzir uma releitura, ou até mesmo pratica seu desenho. Aplique as cores que desejar! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conhecendo o artista: Henri Matisse - Leitura do mundo pelas artes – Apreciação estética e experimentação prática. 
Nesta atividade, você vai conhecer o pintor francês Henri Matisse. Também verá o 
jeito especial como ele usava as cores em seus quadros. Observe duas obras do 
artista francês Henri Matisse. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agora reflita sobre esta frase escrita pelo próprio artista: 
 
 
 
Depois de observar as obras e refletir sobre a frase de Matisse, responda às questões a seguir. 
 
1. Como Matisse combina as cores em suas obras? Ele pintou os objetos com suas cores usuais, ou 
mudou as cores dos objetos? 
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________ 
2. Quando você pensa na cor vermelha, quais sentimentos ela desperta em você ou de quais 
objetos você se recorda? Pense em uma emoção ou uma palavra que tenha relação com essa cor. 
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________ 
 
A linha do tempo é um recurso que ajuda a resumir os principais 
acontecimentos de algum período. 
Com isso, você poderá entender melhor como os fatos que estudou vão se encaixando ao longo do 
tempo, e na história. Quando você estudou as pinturas rupestres, por exemplo, viu na linha do tempo 
os principais acontecimentos, em ordem cronológica, ou seja, na sequência em que os 
acontecimentos ocorreram. Isso também se dá quando você constrói uma linha do tempo para um 
personagem. Que tal construir uma linha do tempo com uma pequena biografia de Henri Matisse? 
Mas antes, leia novamente o texto sobre a vida dele e anote as partes principais. Depois, use essas 
informações para peencher a linha do tempo a seguir, na qual alguns anos já aparecem indicados. 
 
 
Agora faça sua própria linha do tempo. Primeiro, escreva no caderno os principais acontecimentos de 
sua vida e anote o ano de cada um. Depois, coloque tudo em ordem cronológica, ou seja, na 
sequência do mais antigo para o mais atual. Por último, registre na linha do tempo a seguir. Se quiser, 
produza a linha do tempo em seu caderno ou em uma folha avulsa, colando algumas fotos que 
mostrem os diferentes períodos citados. 
 
Cor, emoção e sensação – cores primárias. Experiementação prática pela obra de Ademir Martins. 
A cor é parte integrante da luz, não é uma propriedade dos corpos. É, portanto, a impressão que a luz reflete nos corpos diante dos nossos olhos. Quando não há luz, não distinguimos as 
cores. Para a reprodução das cores usam-se pigmentos naturais ou químicos. Através dos tempos, o homem sempre foi atraído pelas cores e sentiu necessidade de expressar-se por meio 
delas. Pintou nas rochas, nos seus utensílios, nas casas, nos templos, nos túmulos. É também por meio da cor e da pintura que o homem consegue expressar sua tristeza, sua alegria, seus 
dramas e sua religiosidade. 
A palavra cor vem do latim 
colore. É uma percepção 
sensorial registrada pelos 
nossos olhos. As cores 
primárias são: vermelho 
magenta, azul e amarelo. 
Essas cores são 
consideradas puras, ou seja, 
não podem ser obtidas 
através de nenhuma mistura 
de cores. 
 
 
 
Saiba que: 
• O vermelho representa o fogo e 
o sangue, transmite dinamismo e 
sensações de violência e paixão. 
Quando as pessoas usam muito a cor 
vermelha, isso significa que elas têm 
formas de agir. 
• O azul representa o céu, a 
imensidão, a calma, a tranquilidade. É 
uma das cores mais escolhidas 
universalmente. Geralmente, revela 
sensibilidade e introversão. 
• O amarelo representa o ouro, cor 
vitalizante; simboliza também a 
inteligência, o poder, a riqueza e age 
contra a tristeza. As pessoas que 
gostam do amarelo geralmente 
dependem muito da opinião dos 
outros e se decepcionam com bastante 
facilidade. 
 
 
 
Muitos artistas plásticos usavam e usam as cores primárias com predominância em suas obras de arte. Por serem cores vivas e 
criarem efeitos harmoniosos os trabalhos ficam alegres e vibrantes. 
 
 
 
 
 
 
 
O artista plástico Aldemir Martins nasceu em Ingazeiras, no Ceará, em 8 de novembro de 1922. Seus 
trabalhos valorizam o Brasil, que é tema de muitas de suas obras. Desde criança Aldemir Martins já 
mostrava seu talento para a arte. Em 1945, mudou-se para o Rio de Janeiro e, em 1946, para São Paulo. 
Nos anos de 1960 e 1961, Aldemir Martins morou em Roma, na Itália. Os trabalhos de Aldemir são 
inconfundíveis por seus traços fortes e cores vibrantes. É um artista que retrata o Brasil, sua natureza e seu 
povo. Aldemir trabalhou por toda sua vida, sendo conhecido mundialmente e levando a arte brasileira a 
outros países. Faleceu na cidade de São Paulo em 5 de fevereiro de 2006, aos 83 anos. 
 
Experimentação prática: Observe algumas obras do artista Ademir Martins que tem como motivo “Pássaros”. Faça o desenho 
de um pássaro e use para colorir apenas as cores primárias. 
 
Desenhando para criar arte – Conceituação sobre escoboços – Experimentação prática. 1/2 
Muitos artistas realizam vários desenhos antes de pintar um quadro. Esses desenhos preparatórios servem para estudar todas as possibilidades de uma composição. A artista brasileira 
Tarsila do Amaral produziu muito desses desenhos, que hoje são guardados com bastante cuidadospelos museus e também são considerados uma obra de arte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Olhe atentamente as obras apresentadas (“A Negra” e “Antropofagia”) e 
responda às seguintes perguntas: 
a) O que está sendo representado? 
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
b) Que tipos de cor a artista usou? 
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________ 
c) Quais são as semelhanças entre as imagens? 
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
d) Como são as formas utilizadas? 
_______________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________ 
e) O que você percebe de semelhança e de diferença entre essas pinturas e os 
desenhos preparatórios? 
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
 
Qual é a real diferença entre desenho e esboço? 
Para responder a esse enigma, vamos primeiro estabelecer que desenhar é uma forma de arte e 
esboço é o método que produz marcas em um papel ou outra superfície. Desenho pode ser 
simplesmente definido como fazer marcas na superfície. As duas descrições são freqüentemente 
usados como sinônimos. A maioria das pessoas consideram que o esboço é uma forma de desenho 
mais solta e menos refinada. Esboços normalmente são criados como desenhos preliminares, como 
uma preparação para um trabalho mais acabados. O esboço é geralmente feito de forma rápida e na 
maioria das vezes é deixado muitos detalhes de lado. A composição, o equilíbrio entre os valores e a 
proporção podem ser tratados em um esboço rápido, em vez de só pensar nisso na fase de 
acabamento, para não arriscar errar. Outra consideração sobre o assunto, é o material empregado. 
Grafite, carvão, tinta ou outro meio podem ser utilizados para criar um esboço. Enquanto pastéis e 
lápis de cor podem ser utilizados para um desenho acabado. Esboços geralmente são feitos em 
tamanhos pequenos, embora existam muitos desenhos acabados que também são pequenos. O tipo 
de superfície também pode ser usada para diferenciar desenho de esboço. Normalmente os esboços 
são feitos em papéis de qualidade inferior, como papel jornal, enquanto os desenhos acabados são 
criados em superfícies de alta qualidade, como papel Bristol, Canson ou outro papel de desenhos. 
 
 
 
Desenhando para criar arte – Conceituação sobre escoboços – Experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Vamos fazer desenhos preparatórios, assim como os artistas os fazem para produzir suas obras de arte. Siga os passos a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desenho baseado em figuras geométricas – Conceituação e experimentação prática. 
A figura geométrica é um elemento muito utilizado por vários artistas. Esses artistas podem começar o seu trabalho a partir de uma figura geométrica ou ainda acrescentá-la à sua criação, 
enriquecendo o resultado final. Observe alguns exemplos de desenhos realizados a partir de figuras geométricas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Observe as pinturas abaixo. Que figuras geométricas você consegue visualizar? Escreva suas 
descobertas no espaço abaixo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
_________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________ 
- Crie uma composição figurativa ou abstrata com desenhos feitos a partir de figuras geométricas: 
 
 
 
 
 
O Desenho Geométrico consiste de um conjunto de processos para a construção 
de formas geométricas e resolução de problemas com a utilização da régua sem 
graduação e do compasso. Modernamente tais estudos podem ser feitos com o 
auxílio de softwares, que simulam os traçados executados por esses instrumentos. 
As formas geométricas aparecem com frequencia nas obras humanas, 
independente da cultura ou da crença de cada povo. Para os matemáticos da 
antiguidade, a geometria não poderia prescindir dos métodos de construções 
geométricas, necessários ao entendimento, enriquecimento teórico e à solução de 
problemas. 
A exatidão e a precisão exigidas ao desenho geométrico torna-o 
aliado importante na aplicação de conceitos da geometria em 
áreas significativas do conhecimento humano, como a arquitetura, 
a engenharia, o desenho industrial, entre outros. O processo do 
desenho geométrico tem como base as construções com régua e 
compasso, que, por sua vez, baseiam-se nos três primeiros 
postulados dos Elementos de Euclides. 
 
 
Desenho dirigido – Desenvolvendo o olhar e praticando os traços do desenho. 
Experimentação prática: Observe a imagem apresentada e pratique suas habilidades em desenho. Observe as formas, as linhas, a posição de cada objeto. Comece a desenhar os 
elementos por ordem de posição (os que estão atrás você desenha primeiro). Faça linhas leves e soltas e vá aprimorando-as conforme o desenho for avançando. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desenho dirigido e aplicação de cor – Exercício prático de desenho e conceituação de simetria. 
SIMETRIA: Quando algo pode ser dividido em duas partes exatamente iguais ele é simétrico; quando um objeto é girado em torno de um de seus eixos imaginários sem que sua “forma” se 
altere, esse objeto é simétrico em relação a este eixo/movimento; quando um objeto é deslocado de um ponto a outro sem que se altere, ele é simétrico em relação àquele deslocamento. 
Experimentação prática: Observe o passo a passo do modelo abaixo. Pratique suas habilidades em desenho e cor seguindo cada orientação e construindo uma figura simétrica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo de posições do corpo humano e o movimento em obras de arte. 1/2 
Para desenhar a figura humana, não basta saber suas proporções. É preciso prestar atenção às suas inúmeras possibilidades de posicionamento: a cada posição que o corpo assume, o 
desenho muda de forma. Observe nos detalhes ampliados da obra “Partida da Monção”, como o pintor Almeida Júnior retratou pessoas em diferentes situações e poses: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Agora, identifique a qual dessas imagens corresponde cada um dos homens-palitos 
abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Outro aspecto que deve ser considerado na confecção de um desenho é o movimento do 
corpo. Para tal, o estudo das articulações é de grande valia. A articulação é a junção entre 
duas partes do corpo ou entre dois ou mais ossos acompanhados da massa muscular. Para 
desenhar uma figura em movimento, procure observar-se no espelho e ver seus próprios 
movimentos (caminhando, pegando um objeto, escrevendo, jogando bola etc). 
 
-Observe como estes dois artistas retrataram a dança na pintura, mas de formas diferentes. 
Agora desenhe no espaço as estruturas-palitos dos dançarinos representados, pensando 
nas articulações e nasposições das partes do corpo de cada um. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo de posições do corpo humano e o movimento em obras de arte. 2/2 
Experimentação prática: Faça agora um estudo com os bonecos-palitos. Siga as orientações: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo do corpo humano e suas proporções – Conceituação e experimentação prática. 1/3 
O estudo das proporções feito por Leonardo da Vinci é muito importante para a representação do corpo 
humano: ele estabelece relações entre as medidas de cada uma de suas partes. Seguindo suas orientações, é 
possível desenhar uma pessoa sem deixá-la com braços muito compridos, com pernas muito curtas ou com a 
cabeça muito grande. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mas é preciso considerar que, em sua teoria, Da Vinci adotou uma figura idealizada de “homem”. Na realidade, as medidas não são tão 
rígidas. Elas dependem não só da idade e do sexo, ms também da etnia e das características familiares da pessoa. Além disso, há 
variações individuais dentro de um mesmo grupo, porque cada ser humano é único. As regras de proporção só devem ser usadas, 
portanto, como referência inicial. 
O desenho da figura humana sempre foi motivo de grande fascínio. No entanto, quando somos colocados diante do 
desafio de desenhar uma pessoa, em geral nos recusamos a enfrentá-lo por que julgamos a tarefa muito difícil. Apesar de 
não ser uma das tarefas mais simples, não é tão incacessível assim, pois todos nós podemos desenhar uma figura humana. 
Vamos exercitar o desenho do corpo conforme as orientações que seguirão. Comece com os conhecidos homens-palitos. 
Eles podem ser entendidos como “esqueletos” da figura humana. E lembre-se de que a linha é o elemento básico para o 
desenho. 
O corpo humano é uma figura tão ímpar que apenas a indicação de seu contorno já possibilita sua identificação. Contorno é a linha que mostra 
os limites do corpo; pode ser chamado também de silhueta. O volume e o espaço pelo corpo correspondem à massa muscular. Na pintura, o 
volume é produzido pela sombra e pela luz; na escultura, por altura, profundidade e largura ao esculpir em relevos; já na música, o volume está 
representado pela qualidade e intensidade do som. Muitos artistas usam tanto o contorno e a silhueta quanto o volume do corpo humano para 
criar obras inusitadas. É o caso do artista italiano Maurizio Savini, que usa goma de mascar para criar esculturas que retratam o corpo humano. 
Uma das maneiras de estudar o corpo 
humano para produzir desenhos são os 
exercícios com modelo-vivo, em que 
uma pessoa coloca-se em um local 
visível pelo artista para ser desenhada. 
Antigamente, quando alguém queria um 
retrato, deveria posar como modelo 
para um artista. 
 
 
 
 
Estudo do corpo humano e suas proporções – Conceituação e experimentação prática. 2/3 
Experimentação prática: Siga as orientações para você fazer um desenho com modelo vivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo do corpo humano e suas proporções – Conceituação e experimentação prática. 3/3 
Experimentação prática: Faça um desenho de um corpo humano visto de frente e outro de lado (perfil) seguindo as orientações dadas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estudo sobre a perspectiva com um ponto de fuga. 
Noções básicas de perspectiva. Uma técnica de desenho que 
permite representar em duas dimensões os objetos 
tridimensionais: A perspectiva é um sistema matemático que 
permite criar a ilusão de espaço e distancia numa superfície plana. 
Neste pequeno gráfico que segue, podemos ver o funcionamento 
de uma projecção que resulta numa perspectiva e nela se mostram 
os elementos que a definem. (Plano de quadro, Linha do Horizonte, 
Ponto de Fuga, Observador). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Numa perspectiva simples ou com um ponto de fuga, todas as 
linhas de um objeto ou do desenho apontam a um ponto colocado 
na linha do horizonte. Neste caso o observador esta situado por 
cima da linha do horizonte. Na Figura 2, a linha do horizonte esta a 
altura do olho do observador. Na Figura 3, o observador esta 
situado abaixo da linha do horizonte. Quando alteramos a altura da 
linha do horizonte, o ponto de observação e o ângulo de 
observação, obtemos efeitos interessantes nos desenhos. 
 
 
 
 
 
 
 
Se nunca tinha reparado, a perspectiva 
simples como explicamos, esta a nossa 
frente quase em todos os momento. 
Um exemplo disso é a fotografia que 
se mostra a seguir. Uma simples 
estrada em linha recta onde se reflecte 
claramente a perspectiva com um 
ponto de fuga. 
Experimentação prática: Marque nas imagens abaixo diferentes pontos de fugas (PF) e trace linhas com a régua para 
difinir as linhas do horizonte (LH). 
 
 
Exercício de desenho e percepeção espacial – Construção de padrões. 
Experimentação prática: Observe os padrões em cada quadrante. Desenhe os padrões seguindo os respectivos quadrantes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício de desenho sobre os conceitos de 1º e 2º Planos na composição. 
Experimentação prática: Observe o passo a passo para você entender e praticar o posicionamento dos elementos na composição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício de leitura de imagem – Interpretação e criação de conceito – Conceito de poética da obra de arte. 
Você já parou para analisar uma obra de arte? Quando vai a um museu e vê um quadro, sabe como interpretá-lo? Pois saiba que esse é um grande 
exercício não só para quem trabalha na área, mas para todo mundo. 
Um grande número de pessoas tem acesso hoje a pinturas de grandes artistas e a oportunidade de estudá-las. Ver não envolve muito esforço, mas olhar uma obra de arte significa abrir a 
mente e ver mesmo uma obra de arte. Olhar uma pintura é como fazer uma viagem com muitas possibilidades, incluindo a emoção de partilhar as ideias de outra época. 
 
 Evite ler a etiqueta em uma obra de arte quando você a vê pela primeira vez. Tente entendê-la antes de deixar que algo 
influencie sua opinião. 
 Obtenha uma primeira impressão avaliando se a obra de arte desperta algumas emoções, como tristeza, felicidade, medo 
ou confusão (isso é normal). 
 Observe as linhas. Avalie se são suaves e leves como as pinturas de Renoir, ou escuras e fortes. Olhe como o artista as 
usou. 
 Observe as cores e os tons, e como criam o temperamento da obra de arte. 
 Procure símbolos possíveis e tente compreender seus mais variados significados.Observe a luz e a sombra. Muitas vezes, 
os artistas usam a luz para dar um efeito dramático. A luz pode dizer também a hora do dia na pintura e se vêm de fonte 
natural (como um relâmpago) ou artificial (lanterna). 
 Use todas as informações que você recolheu até agora para compreender o tema, que é a mensagem da pintura. 
 Agora olhe a etiqueta. Ela deve informar pelo menos o nome da obra de arte, o artista e a data. 
Experimentação prática: Diantes das imagens de diferentes obras de arte expostas em sala de aula, escolha apenas uma delas para responder o questionário interpretativo: 
1. Faça a identificação da obra conforme apresentada na etiqueta: 
a) Título da obra:________________________________________________________ 
b) Nome do autor:______________________________________________________ 
 
2. Observando todos os detalhes como personagens, cores e ambientes, descreva abaixo 
tudo o que você vê na imagem escolhida: 
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________ 
 
3. Em sua opinião, o que você acha que o artista quis expressar produzindo essa obra de 
arte? O que você viu nela que te fez pensar assim? 
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________ 
 
4. O que você mais gostou na obra de arte e por que? E o que menos gostou? Existe algo 
que você gostaria que fosse feito de outra forma? Explique. 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________ 
 
5. Observe a obra que você escolheu com atenção e faça um esboço rápido da obra no 
espaço abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício de leitura e apreciação de imagem – Elaboração de dados – Ficha interpretativa. 
Experimentação prática: Observe a imagem da obra “O Atelier do artista”, do artista Gustave Coubert. Preencha os dados da ficha conforme as suas observações. 
Trata-se de uma das obras mais conhecidas de Coubert, que foi exposta em conjunto com outras, da sua autoria, num 
pavilhão perto da exposição internacional, por se opor aos pressupostos oficiais da arte. Nela vemos o artista pintando 
uma paisagem sob o olhar atento de uma jovem seminua e de um menino acompanhado de um cão branco adormecido 
no chão. O pintor é o eixo que separa ambos os lados do quadro, onde se desenvolve a cena enquadrada num fundo. À 
esquerda da composição, mostram-se os dois lados da sociedade, ilustrada através de personagens como o caçador 
com o cão, representante da classe burguesa, ou a mulher de cócoras, que simbolizaria a classe mais desfavorecida. 
Estão também membros das classes religiosas, representados pelas figuras de um homem judeu e de um sacerdote 
cristão. 
 
 
Ficha técnica da obra: Quantidade de personagem: Objetos: Principal ação: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Homens: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mulheres: 
 
Crianças: 
 
Animais: 
Diferentes ações: Período do dia e ambiente: Nome do autor: Opinião sobre a obra: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de construção de áreas claras e escuras – Luz e sombra – Uso do grafite para criar volumes. 
Luz e Sombra: Elementos básicos de 
tridimensionalidade: LUZ E SOMBRA, são os 
elementos básicos para produzir o efeito de 
Volume nos objetos, são a base da 
tridimensionalidade no desenho e na pintura. 
Num desenho realizado em duas dimensões 
(no papel), a luz e a sombra são os elementos 
que definem e caracterizam o volume de dito 
objeto. Em outras palavras, são os elementos 
que transformam as linhas expressadas em 
duas dimensões num desenho com efeito 
tridimensional. O volume é em conjunto com a 
forma outro dos aspectos que diferenciam os 
objetos que nos rodeiam. A definição correcta 
do volume de um objeto se consegue através 
da valorização exata das intensidades das suas 
sombras. O efeito de volume que percebemos 
depende da incidência da luz. Sem luz, não é 
possível perceber o volume nem de um 
objeto, porém a sua forma. O objetivo do 
desenho realista (baseado no claro-escuro) é 
mostrar os tons da luz, sombras e da 
superfície, criando uma ilusão tridimensional. 
Os contornos num desenho apenas definem 
bordas visíveis e não nos dizem nada sobre luz 
e escuridão. O desenho linear e o desenho de 
claro-escuro (conhecido também por desenho 
tonal) são dois sistemas diferentes de 
representação. Misturar os dois tipos de 
desenho pode ser confuso, mas necessário se 
o objetivo for realizar desenho realista. 
 
 
 
 
Experimentação prática: Observe as áreas de luz e sombra do objeto apresentado. Com o lápis grafite ou o lápis de cor construa as áreas 
claras e escuras do objeto, criando volume e tridimensionalidade. 
 
 
Exercício prático de criação de desenho com modelos de linhas. 
Experimentação prática: A partir da sua observação, crie diferentes desenhos em cada linha proposta. Você também pode aplicar as cores que desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício sobre simetria – Experimentação prática em desenho e aplicação de cor. 
Experimentação prática: Com o auxílio da régua, você desenhará a outra metade do desenho para construir uma imagem simétrica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A simetria é definida como tudo aquilo que pode ser dividido em partes, 
sendo que ambas as partes devem coincidir perfeitamente quando 
sobrepostas. 
A simetria está presente em toda a parte, seja na natureza, nas artes ou na matemática. A 
simetria matemática, por exemplo, consiste na regra da disposição de duas figuras idênticas que 
se correspondam ponto a ponto. Neste contexto, o objeto se move, mas as distâncias, ângulos, 
tamanhos e formas são preservados por simetrias. Existem quatro tipos de simetrias em um 
plano: rotação, translação, reflexão e reflexão com deslizamento. No campo estético, a simetria é 
a responsável por proporcionar harmonia a uma imagem, e consequentemente, a sua beleza. 
Quanto mais simétrico for um objeto ou figura, mais belo tende a ser considerado. 
 
Experimentação prática – Interveção na imagem e produção artística. 
A arte é uma forma de expressão, que acompanha as transformações do mundo, com isso surgem novas maneiras 
de se fazer e criar uma obra de arte. 
A Intervenção é uma delas. A noção de intervenção é empregada, no campo das artes, com múltiplos sentidos, não havendo uma 
única definição para o termo. Intervenção neste sentido , é o acréscimo de elementos em uma obra de arte; ou também usado para 
qualificar o procedimento de promover interferências em imagens, fotografias, objetos ou obras de arte preexistentes. Intervenção, 
nesse caso, possui um sentido semelhante à apropriação, contribuição, manipulação, interferência. Colagens, assemblages, 
montagens, fotografias e desenhos são trabalhos que frequentemente se valem desse tipo de procedimento. 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Faça intervenções na imagem abaixo, você pode seguir os modelos ou criar algo novo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática – Observando o mundo e as pessoas que fazem parte dele. 
Em cada retrato realizado estão presentes a vontade de retratar e 
de ser retratado, de ver e de ser visto. Você ja percebeu que 
também podemos conhecer como é um personagem pela forms 
que é retratado numa canção? A maneira como flaamos ou 
cantamos algo expessa significados. Luis tatit, autor da canção 
“Rodopio” escreveu: 
 
 Leia a letra da canção com seus colegas. Experimentem variar 
o modo de falar e cantar, por exemplo: como seria se quem 
deu o rodopio falasse bravo quando o outro nao viu? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A palavra escrita é um elemento importante na pintura do artista paulistano Roberto Aguilar. Observe a imagem: 
Responda: 
Quem são os personagens retratados?___________________________________________________________________________
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__________________________________________________________________________ 
 O que serã que estão conversando? 
 ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
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Experimentação prática: No espaço abaixo, experimente desenhar o retrato de uma pessoa conhecida de um jeito 
que ela não é, fazendo algo que ela nunca faz. Escreva um pouco sobre essa pessoa. 
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Experimentação prática: Aplicação de cor – Gustav Klimt - Retrato de Adele Bloch Bauer. 
Gustav Klimt (1862-1918) foi um pintor e desenhista austríaco simbolista e um dos grandes nomes da art 
nouveau. Foi precursor do movimento vienense moderno, denominado “Movimento da Secessão de 
Viena”. Nele, diversos artistas se reuniram em oposição ao classicismo e ao academicismo e se aliaram ao 
movimento simbolista nas artes. A obra de Klimt é dividida em duas grandes fases: a Fase Histórico-Realista 
e a Fase Dourada. A primeira, como o próprio nome indica, inclui obras de caráter mais histórico. Já a 
segunda fase, reúne obras de cunho mais decorativo, com a produção de retratos e o uso excessivo da cor 
dourada. 
Nesse segundo momento, a qual ele teve maior destaque, suas obras estiveram carregadas de 
sensualismo e erotismo, onde a figura feminina foi a mais explorada. Por esse motivo, foi muitas 
vezes criticado pelos setores mais tradicionais da sociedade da época. Com forte estilo 
decorativo e uso de formas geométricas, ele produziu retratos de mulheres seminuas e 
paisagens, repleto de detalhes, como flores e adornos. Além disso, uma característica marcante 
de suas obras foi o uso do dourado e do prateado, o qual se aproximou da arte bizantina. 
Experimentação prática: Aplique diferentes cores nos espaços para completar a obra do artista. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática com variações da linha: direção, intensidade, calibre e cor. 1/2 
A linha, assim como o ponto, é elemento essencial na composição visual. A linha está presente em nossa vida e em todas as coisas que estão ao nosso redor, especialmente na natureza. 
Observe a folha de uma árvore! Quantas linhas não possui? Inúmeras não é mesmo? Os nossos cabelos também são exemplos de linhas: se são lisos são linhas retas, se são crespos, 
encaracolados ou cacheados são linhas curvas, onduladas ou espiraladas. A linha é obtida através de infinitos pontos. Também é obtida através do “rastro” de um ponto. Quando se coloca 
um ponto em movimento, ele forma uma linha. A linha é o elemento básico de todo grafismo e um dos mais usados. Representa a forma de expressão mais simples e pura, porém também 
a mais dinâmica e variada. As principais propriedade das linhas são: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quanto a forma a linha pode ser: Quanto à posição a linha pode ser: 
 
 
 
 
Quanto ao traçado a linha pode ser: 
 
Quanto à direção as linhas podem ser: 
 
Contém grande 
expressividade gráfica e 
muita energia. 
Quase sempre expressa 
dinamismo, movimento 
e direção. 
Cria tensão no espaço gráfico 
em que se encontra. 
Cria separação de espaços no grafismo. A repetição de linhas 
próximas gera planos 
e texturas. 
 
Experimentação prática com variações da linha: direção, intensidade, calibre e cor. 2/2 
GRAFISMO: Grafismo é a arte em que são mais relevantes as formas, 
as cores e detalhes do que a figura ou representação. Pode ser 
também uma forma mais sucinta de representar um objeto ou 
composição de objetos, contanto que os impactos de cor e forma 
façam sentido com a proposta do artista. A arte do grafismo é 
simples e exuberante das cores, criando conceitos como a repetição, 
ritmo, equilíbrio e escala. O grafismo pode mostrar uma ideia 
estática ou com a sensação de movimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: A partir das linhas sugeridas nos quadros abaixo crie desenhos. Solte a imaginação e 
capriche pintando os desenhos e também o fundo da imagem. 
 
 
Experimentação prática sobre a Arte Contemporânea – Conceituação e produção artística. 
A arte contemporânea valoriza mais o conceito, a atitude e a ideia da 
obra do que necessariamente o objeto final. A intenção é refletir de 
modo subjetivo sobre a peça artística, não apenas contempla-la pela sua 
natureza estética. A arte contemporânea se destaca por sua liberdade de 
criação, nas mais diversas linguagens. Essas manifestações são pautadas 
pela experimentação, pela efervescência cultural e pelo uso constante 
de novas técnicas. Também existe um certo questionamento por trás da 
arte contemporânea, como uma espécie de olhar crítico para a 
sociedade. Atualmente, a arte contemporânea propõe novas expressões 
artísticas e fortes posicionamentos a respeito da sociedade, da política, 
da realidade mundial, dos tabus, entre muitos outros temas. 
É uma arte livre, sem amarras e que expressa pontos de vistas sobre diversos assuntos relevantes. A arte contemporânea nasceu para 
discutir e apresentar ideias, conceitos e atitudes. Esse movimento pressupõe a criação da arte e a reflexão sobre a arte criada. 
Experimentação prática: Diante de tantas propostas e da subjetividade que é a Arte Contemporânea, desenhe no espaço 
abaixo a atual situação da sua vida pessoal. Pense no momentos vividos ou algo de importante que está para acontecer, 
nas emoções vividas e nas pequenas experiências que formam a sua personalidade. Não se esqueça de criar um título 
para a sua obra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Frotagem – Texturas e cores na arte – Conceituação e experimentação prática. 
Uma maneira possível de observar o que está 
ao seu redor é usando as mãos, tocando os 
objetos para perceber suas texturas. 
Nas artes visuais, um modo de pesquisar e trabalhar com texturas 
é a frotagem. Para fazer a frotagem, esfrega-se um lápis, giz de 
cera, grafite, carvão ou outro material em uma folha de papel, que 
é colocada sobre uma superfície de textura diferente, como uma 
parede áspera, madeira, lixa ou moeda. Feito isso, você vai 
observar que a textura da superfície é “transferida” para o papel. 
Os resultados podem ser 
surpreendentes. Essa técnica foi usada 
pelo artista alemão Max Ernst em uma 
obra intitulada “A floresta petrificada”, 
de 1929, e em muitas outras pinturas. 
Veja o resultado: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Você tambémpode experimentar frotar as mais diferentes texturas, como árvores, calçadas, 
muros, objetos. 
Com folhas de papel sulfite e gizes de cera, explore as texturas das mais diversas superfícies ao seu redor. Depois, crie 
uma paisagem, recolhendo as texturas frotadas que você considerou mais interessantes. Você pode dar um efeito 
especial para a sua composição, passando tinta aquarela bem aguada por cima de tudo. Dê um título para sua 
produção. Por que você escolheu esse título? 
 
 
Imagens sonoras – conceituação e leitura de imagens sonoras. 
Descrever um som é bem difícil. Podemos demonstrá-lo em um instrumento, mas falar sobre ele é estranho, 
pois as palavras não são suficientes para descrever sua intenção. Uma melodia no agudo, por exemplo, pode 
ser uma trilha infantil ou uma trilha de terror – vai depender da construção harmônica e rítmica que a 
acompanha. E embora seja muito fácil demonstrar as variações tocando, é praticamente impossível fazê-lo 
falando. Temos internamente algumas associações já estabelecidas entre sonoridade e imagem: quando 
ouvimos música orquestrada, ela nos parece mais romântica; se for um solo isolado de violino numa 
cadência lenta, pode parecer mais melancólico; se o som vem de um grupo de instrumentos de sopro, 
lembra algo mais festivo, como banda de rua; e assim vai. 
Esse repertório de associações será sempre 
muito útil, mas raramente sabemos como 
utilizar propriamente essa capacidade. Então 
como, e com qual finalidade devemos aplicar a 
habilidade de “linkar” as sensações sonoras com 
as imagens? Utilizar essa ferramenta a nosso 
favor não é só reconhecer características 
externas, clássicas e coerentes de denominar 
um som como infantil ou trilha de casamento, 
ou desfile de modas, ou tema de circo. O maior 
aproveitamento ocorre quando, durante uma 
cena que estamos presenciando e vivendo, 
conseguimos elaborar internamente uma trilha 
que se contrapõe ou adere à realidade de 
acordo com nossa intenção. Se o externo está 
confuso e desagradável, comece a imaginar um 
som que traga tranqüilidade. Cantarole em 
silêncio uma melodia que seja bonita, 
exatamente como você faz quando está feliz. Ao 
reproduzir essa melodia, seu cérebro irá 
acreditar no seu estado de felicidade. Use a 
imaginação para praticar esse exercício em 
outras situações, e seja bem-vindo ao mundo 
das imagens sonoras! 
Experimentação prática: Observe as imagens abaixo. Identifique os sons que essa imagem transmite e classifique-os. Você pode usar as 
informações disponíveis no banco de ideias. 
 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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Banco de ideias – Classificação dos sons Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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 Sons que a imagem mostra: 
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Classificação dos sons: 
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Pertubador – calmante – agitado – 
amedontrador – estridente – relaxante – 
confuso – poluido – natural – sonolento – 
aterrorizante – sombrio – incomôdo – 
angustiante – barulhento – festivo – 
ensudercedor. 
 
 
Leitura de imagens e construção de sentido – Experimentação prática e desenvolvimento perceptivo de formas. 
Para qualquer atividade artística é muito importante a observação. Quando 
se olha uma imagem, deve-se observar alguns detalhes como: tamanho, 
forma, cor, posição, material do qual é feita e a relação entre a imagem e o 
fundo. Quando aprendemos a observar uma imagem, ela fica gravada na 
nossa mente e fica mais fácil de desenhá-la, por isso, gaste sempre algum 
tempo observando, você vai começar a viver uma experiência maravilhosa! 
Existem basicamente dois tipos de observações de imagens: a analítica e a 
sintética. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nas imagens notamos, facilmente, o aspecto exterior de cada uma das casas. 
Na foto da esquerda, temos a impressão de que a casa está construída num 
lugar onde o clima é quente, pois há janelas e sacadas. Ela é assobradada, 
tem plantas ao seu redor e é branca. Já na outra imagem, da direita, vemos 
uma casa de campo, típica do Sul do nosso país. Seu telhado foi feito 
pensando na neve que poderá cair e ao seu redor vemos pinheiros, 
montanhas ao fundo e muita grama. A construção é diferentee nos remete a 
outro tipo de olhar e análise. 
 
 
Leitura e interpretação da obra: “Retirantes”, de Cândido Portinari – Experimentação prática. 1/2 
“Retirantes” é um quadro de Cândido Portinari, pintado em 1944 em Petrópolis, no Rio de Janeiro. O painel é um óleo sobre tela e tem 
190 X 180 cm. Faz parte do acervo do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e retrata uma família de retirantes, pessoas que se retiram de 
uma região à outra em busca de condições melhores de vida. O quadro é composto por tons terrosos e de cinza. A família de retirantes 
ao centro toma quase a totalidade da tela. O contorno escuro dos personagens dá um tom pesado à obra. Ao fundo se vê a paisagem do 
sertão. O quadro é um retrato da miséria de uma família de retirantes entre tantas outras. Fogem da seca e da fome do Nordeste em 
busca de uma vida melhor mais ao Sul. O quadro faz parte de uma série composta por mais duas obras: Criança morta e Enterro na Rede. 
Todas as obras são compostas pelo mesmo tema e com as mesmas tonalidades, dando uma unidade para o conjunto. O tema é a seca, 
que provocou muitas mortes e uma migração em massa. As convicções políticas e a consciência social do pintor são essenciais na 
composição dessa obra. Retratar a miséria, de uma forma tão crua, é um modo de se posicionar contra ela. Ao mesmo tempo em que as 
cidades brasileiras se desenvolviam, o campo era o palco da fome. 
 
 
 
O quadro é composto por tons terrosos e de cinza. A família de 
retirantes ao centro toma quase a totalidade da tela. O contorno 
escuro dos personagens dá um tom pesado à obra. Ao fundo se 
vê a paisagem do sertão. 
 
URUBUS 
O chão é duro, com pedras e ossos espalhados,e a única coisa no 
horizonte é o contorno quase indistinto de uma montanha. O 
horizonte é claro, mas o céu é escuro e cheio de aves negras que 
rodeiam a família como se estivessem esperando pela morte 
deles. Ainda se vê um pequeno grupo de aves que desce ao solo, 
todas muito próximas, como urubus atacando uma carniça. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CRIANÇAS 
Há cinco crianças na pintura. Duas estão ao colo e as outras três 
estão em pé. Uma das crianças no colo é grande, porém 
raquítica. As pinceladas escuras ao longo da figura dão a 
impressão de que ela é feita apenas de ossos. No primeiro plano 
vemos uma criança em pé, com a barriga saliente e o pescoço 
muito fino. O tamanho da barriga, desproporcional ao resto do 
corpo, indica que a criança tem barriga d'água. Essa doença é 
muito comum nos lugares com seca extrema, aonde a única 
fonte de água vem de açudes e não é tratada. A presença dessa 
criança nos traz a imagem de uma extrema pobreza que 
também convive com a sede. 
ADULTOS 
Enquanto os olhares das crianças são distantes e 
desolados, os adultos apresentam expressões mais 
fortes, que beiram o desespero. O homem que 
carrega uma trouxa nas costas e conduz uma 
criança pelas mãos parece estar olhando fixamente 
para o pintor, o que dá para a pintura um caráter de 
retrato. Seu olhar também parece um apelo, um 
pedido de ajuda. 
 
Leitura e interpretação da obra: “Retirantes”, de Cândido Portinari – Experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Depois de analisarmos a obra do artista vamos fazer o que se pede nos exercícios abaixo: 
Portinari foi um dos artistas plásticos brasileiros de maior 
repercussão mundial, consagrado com diversos prêmios; sua 
obra é contemporânea ao modernismo de segunda fase e 
apresenta como fio condutor a temática social. O quadro, os 
Retirantes, lançado em 1944, retrata a retirada de uma família 
do sertão nordestino que foge da seca em busca de melhores 
condições de vida. 
 
A partir da imagem, levante hipóteses e reflita sobre a cena 
retratada na obra: 
 
1. Descrevam os elementos naturais do cenário: 
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2. Recuperem as cores predominantes e associe-as à temática 
da seca: 
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3. Identifique características físicas e traços das fisionomias das 
personagens em destaque nas cenas, correlacionando-as com 
as consequências da seca: 
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4. O que transmitem as expressões das pessoas retratadas no 
quadro? 
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5. Por que o título da obra é “Os retirantes”? E de onde eles 
estão fugindo? 
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6. A tela retrata quais problemas sociais? 
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7. Vocês acham que estas pessoas são ricas ou pobres? Por 
quê? 
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8. Quantas pessoas podem ser observadas na imagem e como 
podemos descrevê-las? 
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9. Os pássaros pretos no céu representam o quê? 
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10. Escreva um texto sobre o tema abordado na obra e faça um 
desenho para ilustrar? 
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Leitura e interpretação de imagens – Construção de sentido e compreensão de mundo. 
A arte engajada é aquela em que o artista usa seu 
conhecimento e talento, a partir de diferentes 
linguagens, para transmitir sua forma de pensar, 
sua atitude paraprotestar contra algo que 
considera inapropriado, ou então como forma de 
denúncia. Ela é imediata, circunstancial e gerada 
pela condição social que o artista vive em termos 
de participação. 
 
O engajamento dele na sua forma de produzir 
depende de sua visão política e de sua visão 
social, de sua origem intelectual e de suas 
perspectivas projetadas na arte, mas que visam o 
mundo, uma sociedade reagente aos fatores que 
a prejudicam, portanto a melhoria do meio social 
em si. 
 
A arte engajada é o reflexo da reação aos 
problemas sociais inerentes a cada tipo de 
sociedade principalmente das menos evoluídas e 
atualizadas dentro do processo de igualdade que 
pareça ideal ao artista para o equilíbrio das classes 
sociais. 
 
 
 
 
As leituras de imagens fazem parte de nossas 
vidas. Quando olhamos um quadro tentamos 
imaginar o que o pintor retratou ali, nos 
reportamos à época do mesmo, avaliamos suas 
características gerais e individuais, sejam elas de 
objetos, paisagens, pessoas, animais, alimentos, 
etc. 
 
Dessa forma, identificamos os elementos ali 
presentes, se estão vivos ou mortos, se estão 
estáticos ou se movem e conseguimos até mesmo 
imaginar o que as pessoas conversavam. 
 
As perguntas mais importantes que devemos nos 
fazer pra ler uma imagem são: O que podemos 
ver? É sobre o quê? O que ela diz para cada um de 
vocês? Qual é a relação da obra com o mundo? 
Toda imagem tem em si suas próprias qualidades. 
Estas nos darão informações quando estivermos 
as lendo. 
Falsa felicidade: a sensação do momento: Você acompanha aquela celebridade do 
momento e ela parece tão feliz todo tempo. São fotos de viagens, beijos apaixonados, 
casa com decoração perfeita, maquiagem intacta e os melhores produtos de beleza 
chegando pelos correios. Ela parece tão alegre sempre! Então, você olha para sua vida e 
percebe: o que estou fazendo de errado para não sentir toda essa satisfação? Acredite: o 
erro não está em você, mas, sim, na falsa felicidade que nós estamos recebendo 
diariamente pelas mídias – principalmente pelas redes sociais. A falsa felicidade é aquela 
ideia de que nós precisamos ser e parecer felizes todo o tempo. É como se estivéssemos 
à procura dessa sensação 24 horas por dia, quando na verdade não é bem assim. É tão 
visível essa falsa alegria que até pessoas comuns, como nós, que nem famosas somos, 
também se preocupam em mostrar apenas momentos felizes na internet. Isso dá uma 
falsa impressão que a vida daquele usuário é sempre completa, perfeita. A real felicidade 
está em momentos, sensações e sentimentos. Essa falsa que nós sentimos é passageira e 
só existe quando temos alguma coisa, quando podemos comprar algo novo ou quando 
podemos exibi-lo por aí. A novidade disso tudo passa um dia. A felicidade está em coisas 
tão simples que nem precisamos comprar: um abraço de amigo, um sorriso do seu filho, 
um “eu te amo” antes de dormir ou até mesmo uma casa confortável, que você se sente 
bem de verdade, mesmo ela sendo pequena e sutil. Mas estamos tão preocupados em 
alimentar a falsa alegria que não percebemos esses momentos simples, que nos fazem 
sorrir sem gastar um centavo. Essa alegria não é passageira: você pode sentí-la todos os 
dias. 
Experimentação prática: Depois de observar a imagem e ler o texto, vamos criar um texto expressando sua opinião sobre o assunto. 
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Movimentos artísticos da arte – Conceituação, leitura de obra de arte e experimentação prática. 1/3 
Quando um grupo de artistas tem um objetivo ou uma filosofia em comum, 
produzindo obras que seguem um estilo ou uma tendência semelhante durante certo 
período de tempo, dizemos que existe um movimento artístico. Os movimentos 
artísticos podem durar meses, anos ou até décadas. Não são restritos ao mundo das 
artes plásticas, podendo englobar a dança, a música, a arquitetura, a literatura etc. E 
também fazer uma ponte com outras áreas do conhecimento humano, como a 
medicina e a física. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Os movimentos artísticos têm estreita relação com a época e a cultura de cada país. 
Eles podem ser reflexos do que está acontecendo na sociedade ou até indicar novos 
caminhos para o pensamento humano. Alguns desses movimentos rompem barreiras 
territoriais e influenciam a arte de outros povos. Outros só tem sentido em seu 
contexto social. Alguns movimentos nascem como crítica à produção artística habitual, 
outros resgatam ensinamentos de antigos movimentos. Muitos movimentos foram 
denominados por artistas que defendiam ideias comuns, seguiam tendências e estilos 
próprios, escreviam manifestos e reuniam-se para discutir sua arte. Outros foram 
nomeados por críticos e historiadores, com o intuito de identificar obras com 
características similares e de melhor estudá-las. O nome de um movimento também 
pode surgir de outra maneira. O termoImpressionismo, por exemplo, originou-se de 
críticas irônicas e pejortivas dos representantes da academia, que alegavam que as 
obras pareciam inacabada, contudo, os participantes do grupo adotaram essa 
expressão cientes da revolução que estavam causando. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Movimentos artísticos da arte – Conceituação, leitura de obra de arte e experimentação prática. 2/3 
Em geral, podemos pensar nos movimentos artísticos da cultura ocidental dividindo-os em 
dois grandes grupos: 
 
 
- Observe as obras a seguir e responda: 
 
 
 
 
 
 
 
a) Qual delas pode ser considerada acadêmica? Por que? 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
b) Qual delas pode ser considerada de vanguarda? Por que? 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
c) De qual você mais gosta? Justifique a sua resposta. 
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________________ 
 
 
 
 
Movimentos artísticos da arte – Conceituação, leitura de obra de arte e experimentação prática. 3/3 
Experimentação prática: Faça no primeiro quadro, um desenho seguindo as regras do academicismo, use o conceito do figurativismo. Depois, faça outro desenho, no segundo quadro, 
propondo ideias para uma possível vanguarda artística, use o conceito do abstracionismo. Analise de qual resultado você mais gostou. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Museus – Origem, apreciação e contato com a arte. 1/2 
Desde a antiguidade, o homem tem como costume colecionar objetos que possuem valores afetivos, culturais ou materiais. São esses 
valores que justificam a necessidade de preservação de tais objetos ao longo do tempo. A palavra museu – mouseion – teve sua origem 
na Grécia Antiga e signfica templo das musas, divindades consideradas pela mitologia grega como “filhas da memória”. Essas divindades 
presidiam diferentes ramos das artes e das ciências, entre elas a Música, a Dança, a Oratória, a Poesia, a História e a Astronomia. Os 
templos das musas recebiam como foerendas objetos preciosos, que podiam ser exibidos ao público, mediante o pagamento de um 
pequeno tributo. 
 
 
A palavra “museu”, muitas vezes, é asociada a 
acervos de objetos antigos. Mas, na verdade, 
são centros que reúnem objetos do 
patrimônio social e cultural e possibilitam 
àqueles que os visitam o conhecimento da 
diversidade cultural da humanidade. Por meio 
dos museus, acontecem a descoberta de 
novos saberes, a reflexão sobre eles e a 
propagação do conhecimento. E, ainda, o 
fortalecimento da cidadania e do respeito à 
diversidade cultural. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os museus estão espalhados pelo mundo e, 
por meio deles, pode-se apreciar várias 
culturas e histórias. Existem diversos tipos de 
museus, sendo que cada um possui papel 
importante na interpretação da cultura, assim 
como na educação de quem o visita. Entre os 
principais museus do mundo, podem ser 
citados: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Museus – Origem, apreciação e contato com a arte. 2/2 
Experimentação prática I: Nessa atividade você pode estudar e conhecer um pouco mais sobre os museus, sua história e importância. Apendeu que a preservação de objetos, ao longo dos 
anos, justifica-se, muitas vezes, pelo valor que eles possuem. Agoram chegou sua vez de escolher os objetos que você guardaria pelo resto da vida. Não se esqeuca de que tais objetos 
deverão ter valor especial para voc~e. Escreva o nome de cada um nos quadros abaixo e justifique o porquê de sua escolha 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática II: Para toda mostra realizada por um 
museu, é feito um cartaz de publicidade. Ele é desenvolvido de 
acordo com o tema da mostra e, por isso, tem de ser muito 
criativo e atraente, além de conter todas informações necessáras 
para o público, como, por exemplo, o nome da exposição, o local, 
os dias em que ocorrerá etc. Como você criaria um cartaz para 
uma exposição? Use a criatividade para criá-lo no espaço abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática III: Chegou a 
hora de falar a seus colegas quais foram 
os objetos escolhidos or você no 
exercício I. Vamos apresentá-los à turma 
e faça um diálogo em que cada um 
deverá apresentar os seus objetos e 
justificar a escolha deles. 
 
 
 
 
 
 
Traga para sala de aula os objetos 
desse !seu acervo” e prepare uma 
exposição, para que todos possam 
conhecer um pouco mais sobre você. 
Experimentação prática IV: Complete os espaços das frases abaixo, usando 
as palavras que estão disponíveis: 
 
 
 
a) A Palavra museu – mouseion – teve origem na ____________ 
Antiga e significa__________________________. 
b) Esses templos das musas, recebiam como _______________ 
objetos preciosos, que podiam ser exibidos ao público, mediante o 
__________________ de um pequeno tributo. 
c) Por meio dos _______________, acontecem a descoberta de 
novos saberes, a reflexão sobre eles e a propagação do 
conhecimento. 
d) Existem diversos tipos de museus, sendo que cada um possui papel 
importante na interpretação da ______________, assim como na 
________________ de quem o visita. 
e) Prepara uma mostra não é algo fácil, pois seu principal 
_____________ é trazer ao público conhecimentos que o eduquem 
e o façam refletir. 
 
O Desenho – Conceitos e tipologia – Exercício prático de desenho e compreensão do tema. 1/2 
A origem: Arte Rupestre são os desenhos e as 
pinturas feitos nas paredes das rochas por 
indivíduos pré-históricos. O Parque Nacional da 
Serra da Capivara, no Piauí, reúne a maior coleção 
de desenhor rupestres do mundo, com cerca de 30 
mil pinturas catalogadas. As pesquisas realizadas no 
parque provocaram um arevisão da história do ser 
humano no contimente americano. Seguindo a 
tendência mundial, os vistiantes já podem participar 
de escavações guiadas, ajudando a desvendar os 
mistérios desse mundo perdido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para desenhar, basta ter uma ideia e procurar um jeito de torná-la visível. É possível 
desenhar com vários tipos de materiais: desde lápis grafite, caneta hidrográfica e 
giz de cera até com o nosso próprio dedo sobre a areia da praia ou do parque, ou 
mesmo sobre a poeira do carro. Ao desenhar, podemos explorar diversos temas e 
modalidades. Um desenho pode ter inúmeros elementos: pontos, linhas, traços, 
cores, sombras, grafismo s e muito mais. 
 
 
Existem várias modalidadesde desenho, por exemplo: 
 DESENHO LIVRE: Apresenta o tema e os recursos escolhidos por quem faz o 
desenho. 
 DESENHO DIRIGIDO: Existe uma proposta sugerida por alguém. 
 DESENHO ILUSTRATIVO: Ajuda a compreensão de um texto. 
 DESENHO FIGURATIVO: Representa algum objeto, ser ou coisa. 
 DESENHO ABSTRATO: Não visa a representar nada conhecido. 
 DESENHO TÉCNICO: Traz orientações para a construção de algo. 
 DESENHO GEOMÉTRICO: É feito com formas geométricas. 
 DESENHO PROJETIVO: Representa uma figura em três dimensões (Altura, largura e profundidade). 
Conheceremos agora algumas propostas para exercitar o desenho: 
Desenho é uma forma de 
representar ideias, sensações, 
seres e objetos, em papel ou 
outra superfície – isto é, num espaço bidimensional -
, utilizando linhas, pontos e diversos tipos de figura. 
Desenhar é um impulso tão natural nas pessoas 
que as acompanha há muito tempo: desde a época 
da Pré-história. Assim, há pessoas que desenham 
por simples prazer, outras para expressar suas ideias 
e há aquelas que desenham para fazer uma 
denúncia social. 
Existem desenhos científicos, utilizados para 
ilustrar as descobertas e pesquisas da ciência. Os 
desenhos técnicos são utilizados na indústria, na 
arquitetura e na engenharia. Por sua vez, os 
desenhos feitos por artistas são chamados de 
desenhos artísticos. 
 
 
O Desenho – Conceitos e tipologia – Exercício prático de desenho e compreensão do tema. 2/2 
Experimentação prática: Todas as pessoas são capazes de desenhar, mas é preciso treinar. Quanto mais desenhos você fizer, melhor 
vai desenhar. Além de desenhar livremente, você pode seguir alguns exercícios orientados. Use os espaços abaixo para realizar as 
propostas de desenho (Desenho cego, desenho de memória e desenho de observação). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Impressionismo – Conceituação e experimentação prática. 1/2 
O pontilhismo surgiu em 1884, dentro de um movimento artístico que revolucionou 
profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX: O 
Impressionismo. 
Tudo começou com um grupo de jovens pintores que rompeu com as regras da pintura vigentes até então. Eles 
sairam de seus ateliês e começaram a pintar ao ar livre, retratando os efeitos da luz solar na natureza e mostrando a 
vida cotidiana. E eles faziam tudo isso com pequenas pinceladas rápidas e suaves, sem se importar com os contornos 
das figuras. No mês de abril de 1874, em Paris (França) , esse grupo organizou uma exposição coletiva, isto é, que 
reunia vários artistas. O público e a crítica reagiram muito mal à exposição, pois estavam bastante acostumados aos 
rígidos princípios acadêmicos da pintura da época. Durante a exposição, um crítico, ao ver a obra “Impressão: sol 
nascente”, de Monet, ironizou o evento, apelidando-o em tom sarcático de “Exposição dos Impressionistas. De forma 
surpreendente, porém, o nome, com o passar do tempo, perdeu a conotação depreciativa. O movimento passou, 
então, a ser chamado de Impressionismo. 
Quando o Impressionismo surgiu na Europa, aqui no Brasil predominava a 
pintura acadêmica, com padrões bem rígidos de desenho, cor e tema. No 
início do século XX, porém, artistas brasileiros que tinham estudado na 
Europa acabaram trazendo as influências do movimento impressionista a 
nosso país. Entre esses artistas podem ser citados Eliseu Visconti, Belmiro de 
Almeida e Rodolfo Chambelland. Atualmente, o artista Washington Maguetas 
utiliza as técnicas do Impressionismo para retratar paisagens brasileiras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Washington Maguetas é um artista que desde cedo desempenhou papel definido no ofício das Belas Artes, tendo seu trabalho baseado no 
aprendizado pela observação e prática. São mais de 50 anos de vivência artística, que lhe conferem a condição de Mestre. Nascido em 
05/julho/1942, em Taquaritinga (SP), Maguetas tornou-se professor de desenho e pintura desde 1960. Sua principal atividade sempre foi a 
pintura, também tendo criado músicas (letras e melodias), esculturas e poesias. A arte de Maguetas é intimamente ligada à história do 
impressionismo no Brasil e no mundo. Passou uma grande parte de sua vida na busca árdua da cor, da harmonia, da sombra e da forma perfeita. 
O impressionismo surgiu espontaneamente, porque veio da necessidade de reproduzir os momentos rapidamente, conservando a luz natural em 
cada cena. As cores, tons e luzes são brasileiras, assim como a maior parte das paisagens, classificando seu trabalho como um "Impressionismo 
Tropical". 
 
O Impressionismo – Conceituação e experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Vamos praticar com as técnicas adotadas pelos artistas impressionistas. Siga as orientações para você desenvolver a atividade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Após registrar suas “impressões”, responda: As imagens obtidas são iguais ou diferentes? 
Por que você acha que isso aocntece? 
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Observação de obra de arte e leitura de imagem – Experimentação prática com uso de linhas. 
Observe nas obras abaixo como as diferentes linhas foram 
usadas pelos artistas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Escolha uma das duas obras apresentadas e tente desenh-ala aqui usando apenas linhas: 
 
 
Observação e leitura descritiva de imagem – Construção de sentido e interpretação. 
Experimentação prática: Observe a imagem da obra do artista Tec, argentino residente em São Paulo, e responda o que se pede: 
TEC Fase, o artista argentino que colore as ruas de 
diversas cidades com seus impressionantes grafites e 
presenteou a região central de São Paulo com um 
mural gigante, chegou na Galeria do Rock 
carregando sua bike dobrável, o argentino que ama 
São Paulo e a escolheu para constituir sua família, 
começou sua história artística em Sampa com a 
Galeria do Rock. 
O grafite em Buenos Aires vem principalmente da classe média, é construtivo, 
tem muito estêncil sobre política, mas pouca pichação. A pichação em São Paulo 
está muito presente, é inigualável com qualquer outro lugar do mundo. É 
possível compreender a cidade por meio da pichação, ela é um grito, uma voz 
que não pode ser calada ou colocada embaixo do tapete. O grafite tem uma 
intenção artística, mas é completamente influenciado pelos códigos da pichação. 
O Brasil é um país maravilhoso, mas injusto. A rua fala, o picho é um simbolismo 
dessa questão é um sintoma. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Quantas pessoas há nessa imagem? O que estão fazendo? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________ 
2. Que lugar é esse? Você reconhece algum objeto? Qual? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________ 
3. Quais são as palavras escritas na imagem? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________4. Quais são as cores predominantes? 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________ 
5. Você acha que o pintor, fez esse trabalho observnado, imaginando ou se lembrando da cena? Justifique sua 
resposta. 
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________________________________________ 
6. Escute a música “Não deixe o samba morrer”, interpretada pela cantora Alcione. Preste atenção na letra. Faça 
um desenho, assim como o artista Tec para homenagear esse ritmo tradicional brasileiro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os azuleijos de Portugal – Herança cultural e apreciação de obra de arte. 1/3 
As igrejas e os palácios portugueses, entre os séculos XVI e XVII, possuíam revestimentos cerâmicos 
monumentais. O azuleijo, nesta época, era usado como material decorativo. As gravuras de 
ornamentos europeus e os tecidos estampados vindos da ìndia eram usados como temas pelos 
pintores de azuleijo. E, assim, foram criados os revestimentos cerâmicos que seriam usados em 
grandes superfícies, como o Palácio dos Marqueses. 
As cores azul e branca, utilizadas nas pinturas dos azuleijos, resultaram da influência das porcelanas 
chinesas que usavam tais cores em suas gravuras. O azuleijo historiado, representando cenários, 
também foi muito usado nesta época. Depois de 1640, quando Portugal retomou sua auntonomia 
após 60 anos de domínio espanhol, as paredes dos palácios passaram a ser revestidas com painéis de 
azulejos que tinham como tema cenas da vida cotidiana, batalhas ou caçadas. Essas pintuiras eram 
cópias de gravuras vindas da França, país que ditava a moda na época. 
As igrejas e os conventos portugueses também 
recebiam revestimentos em azulejos. Suas gravuras 
tinham como tema cenas do Velho e do Novo 
Testamento. A partir do século XIX, os azuleijos 
passaram a ser usados como revestimentos externos 
das fachadas de casas e prédios residenciais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
As cores azul e branca, usadas nas pinturas dos azuleijos, foram, aos poucos, dando lugar aos coloridos e compondo fachadas residenciais diferenciadas e originais. A existência do Museu 
Nacional do Azulejo mostra o quanto essa arte é essencial para a cultura portuguesa. Ele é considerado um dos mais importantes museus de cerâmica do mundo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os azuleijos de Portugal – Herança cultural e apreciação de obra de arte. 2/3 
Experimentação prática: 
1. O espaço abaixo está reservado para você montar o quebra-cabeça de azulejos portugueses. Você deverá pintá-lo com as cores 
tradicionais da azulejaria portuguesa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os azuleijos de Portugal – Herança cultural e apreciação de obra de arte. 3/3 
1. Como você viu, os azulejos, a 
partir do século XIX, passaram a 
ser usados como revestimentos 
de fachadas de casas e prédios 
residenciais. As cores branca e 
azul deram lugar aos azulejos 
coloriso, possibilitando , assim, 
um trabalho original e atraente. 
Nesta atividade, você criará o seu 
azulejo e, logo em seguida, irá 
reproduzi-lo num painel. Seguem 
alguns modelos de azulejos 
portugueses para você se inspirar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Selecione uma imagem de revistas ou jornais, escolha as que mais lhe 
agradar. Em seguida, recorte-a em quadrado pequenos (2cm x 2cm). 
Utilize a régua para riscar as imagem e depois recortá-la. Depois, é só 
ir remontando a imagem. Deixe um pequeno espaço entre um 
quadrado e outro, como se fosse um painel de azulejos. Use a moldura 
abaixo para construir seu painel de azulejo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Padrões e coordenação motora – Prática de desenho e estudo da linha. 
Experimentação prática: Observando os diferentes tipos de linhas, vamos criar um desenho a partir dos elementos apresentados. 
Você pode reuní-los em uma só composição (abstrata ou figurativa). Varie também na espessura das linhas e aplique a cor que 
desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pinturas que foram marcos na história da arte – Apreciação estética, leitura de imagem e experimentação prática. 1/2 
Certas pinturas alteraram o curso da arte ocidental, assinalando uma profunda mudança de um estilo ao seguinte. Essas obras maravilhosas não só deslancharam uma revolução na forma 
como os pintores viam a arte, como também mudaram o modo de as pessoas pensarem o mundo. Cada uma dessas pinturas de ruptura ´pareceu radical em sua época. A maior parte delas 
provocou desagrados e fúria dos conservadores. Agora, porém, tornaram-se parte da tradição de ontem, que os novos artistas desafiam, com gestos de independência ainda mais 
polêmicos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Noli me tangere”, Giotto, 1305-6. Arena Chapel, Pádua. Giotto 
fundou a tradição ocidental na pintura quando rompeu com as 
figuras estilizadas bizantinas e passou a um estilo mais tridimensional 
e a um sentido mais convincente de espaço. O estilo natural de 
Giotto, junto com a maestria da Renascença em anatomia e 
perspectiva, foi a pedra angular da arte ocidental até o século XX. 
“Conversão de São Paulo”, 
Caravaggio, c. 1601. Santa Maria del 
Popolo, Roma. Em suas figuras 
fortemente iluminadas, pintadas de 
maneira realista. Caravaggio rejeitou 
a beleza idealizada da Renascença e a 
artificialidade maneirista. Ele 
introduziu a realidade do dia-a-dia na 
arte, engajando as emoções do 
espectador através de composições 
vigorosas e sombras dramáticas. 
 
 
 
 
 
Embora Caravaggio só tenha trabalhado 12 anos, 
revolucionou a pintura ocidental, retratando antigos 
temas de formas completamente novas e anunciando a 
teatral era barroca. 
“Juramento dos Horácios”, 
David, 1784, Louvre, Paris. A 
composição austera, correta, 
de David marcou o final da 
arte rococó cheia de plumas, 
frívola. Daí em diante, 
predominou a arte 
neoclássica, com seu 
renovado interesse na 
antiguidade e na moralidade 
e seu senso de ordem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“A Balsa da Medusa”, Géricault, 1818-19, 
Louvre, Paris. Géricault rejeitou a arte rígida, 
intelectualizada, em prol de tópicos 
apaixonados, subjetivos, e da técnica. Ao dar 
um acontecimento contemporâneo (um 
naufrágio) tratamento épico grandioso, 
introduziu um novo conceito do que constitui 
a arte. Em vez da pintura acadêmica da 
história, a arte romântica podia retratar 
preocupações emocionais individuais. 
“Almoço sobre a Relva”, Manet, 1863. Musée 
d´Orsay, Paris. Manet balançou a tradição pintando 
mulheres nuas como seres humanos 
contemporâneos, não deusas idealizadas, e 
abandonando o claro-escuro acadêmico em favor 
de contrastes evidentes. Ao repudiar o estilo 
alegórico do Salão, trouxe a pintura para o mundo 
moderno da vida real. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“As Senhoritas de Avignon”, Picasso, 1907. MoMa, NY. 
Nesta pintura de transição, às vésperas do Cubismo, 
Picasso explodiu as ideias tradicionais de beleza, 
perspectiva, anatomia e cor. Ele substituiu o estilo 
baseado na aparência, que havia reinado desse a 
Renascença por uma estrutura intelectual que só existia 
em sua mente a mais importante virada no 
desenvolvimento da arte contemporânea livre. 
 
 
 
 
 
 
 
“Número 1, 1950 (Névoa de Alfazema)”, Pollock, 1950. 
NG. Washington, DC. Em torno de 1947, Pollock 
abandonou pincéis e pintura de cavalete pondo a tela 
no chão e jogando tinta sobre ela, sem premeditação. 
Esse processo, que o subconsciente permite e que 
incorpora os efeitosdo acaso, criou um padrão de linhas 
e pingos por todo lado que eliminou ideias aceitas de 
composição tais como ponto local, fundo e primeiro 
plano. O rompimento de Pollock deu uma liberdade sem 
precedentes aos artistas e mudou a capital da 
vanguarda de Paris para Nova York. 
 
Pinturas que foram marcos na história da arte – Apreciação estética, leitura de imagem e experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Depois de conhecermos algumas das pinturas mais famosas e seus estilos na história da arte, vamos desenvolver nossa capacidade de interpretação. 
Somos capazes de interpretar tudo aquilo que observamos ao nosso redor. Todas as coisas 
podem ser analisadas segundo a nossa própria opinião. Diante das imagens apresentadas 
de diferentes obras de arte, escolha uma delas e responda o que se pede: 
 
1. Faça a identificação da ficha técnica da obra escolhida: 
a) Título da obra:________________________________________________________ 
b) Nome do autor:_______________________________________________________ 
c) Ano em que foi pintada:_________________________________________________ 
d) Técnica utilizada:______________________________________________________ 
e) Atual localização:______________________________________________________ 
 
2. Observando todos os detalhes, como personagens, cores, ambiente, período do dia, 
descreva abaixo o máximo de itens que você vê na obra escolhida: 
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_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
____________________________________________________________________ 
 
3. Em sua opinião, o que o artista quis expressar pintando esse quadro? O que você viu na 
obra de arte que te faz pensar assim? 
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_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
____________________________________________________________________ 
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4. O que você mais gostou na obra de arte escolhida? Por quê? 
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
____________________________________________________________________ 
 
5. Escolha algum elemento da pintura que você gostaria que fosse pintado de forma 
diferente. Justifique o motivo da sua escolha propondo alguma ideia para o artista. 
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________ 
 
6. Escolha algum de seus colegas de turma apresente a ele a sua obra de arte escolhida. 
Pergunte a ele o que mais gostou na obra que você escolheu. Identifique seu colega de 
classe e escreva a opinião dele. 
 
Nome do colega: ______________________________________________________ 
Opinião: 
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
___________________________________________________________________ 
 
7. Inspirado pelo tema da obra escolhida faça um desenho no espaço abaixo. Preencha a 
ficha técnica da sua produção artística. 
Ficha técnica: 
 
Título:________________
______________________ 
Autor:________________ 
Técnica: ______________ 
Ano: _________________ 
Local:_________________ 
 
 
Pontilhismo – Conceituação, leitura de imagem e experimentação prática. 
Observe com atenção a obra e responda: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a) Que lugar está retratado na obra? 
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
b) Que sensação a imagem lhe transmite? 
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
c) Você escolheria que música para essa cena? 
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
d) Qual figura parece mais à vontade? 
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
e) Para onde as pessoas estão olhando? 
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
f) Que técnica o artista usou para criar essa imagem? 
______________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________ 
 
 Vamos fazer um treino visual: Encontre e circule com o lápis esses cinco detalhes ampliados na 
imagem da obra “Banhistas em Asnières”, de Seurat. 
 
 
 
 
Experimentação prática: Vamos usar a técnica do pontilhismo. Para isso, siga as orientações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na obra vista anteriormente, foi utilizado o 
pontilhismo ou divisionismo. Nessa técnica, pequenas 
manchas ou pontos são colocados lado a lado, levando 
o observador a perceber novas cores e sombras. Nos 
lugares mais escuros e sombreados, os pontos são 
bem próximos. Ja no lugares mais claros, os pontos 
são menores e mais espaçados. 
 
 
Prática de desenho – Desenvolvimento do traço e aplicação de cor. 
Experimentação prática: Observe as imagens apresentadas. Vamos praticar o desenho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prática de desenho – Uso de diferentes linhas e conceitos de equilíbrio e desiquilíbrio da composição. 1/2 
Todos os elementos que formam uma composição, devem ser colocados de maneira que se relacionem entre eles, e dentro do conjunto 
criando ritmos, tensões e direções. Para obter o equilíbrio numa composição há vários atributos que devem ser conseguidos com sucesso. 
O ritmo, o peso, o contraste, o balanço, a unidade, a tensão, a direção, o tamanho e a Escala, o ponto de vista e a proporção. 
Harmonia pode ser consequência da correta aplicação de certos padrões que aplicados ao desenho de forma correta farão de uma pintura, 
uma obra de arte. 
Equilíbrio simétrico ou assimétrico, aplicação da regra dos terços, movimento sugerido, ênfase, unidade, repetição, escala e contraste. 
Em um desenho ou pintuira, cada personagem, objeto ou 
elementoocupa um espaço e tem, portanto, um peso 
dentro de uma composição. Estudar uma imagem e 
identificar esses pesos é um processo chamado 
popularmente de decupagem. O termo originado na 
indústria passou ao cinema e hoje é utilizado em muitas 
áreas, dentre elas o desenho e a ilustração. Observe a 
imagem abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na imagem, o ilustrador criou uma cena bastante harmoniosa, 
tanto no tema quanto na composição. Vamos ver como o 
conteúdo (tema) e a forma (composição) podem ser alinhados, 
construindo uma imagem que comunica sua mensagem com 
muito mais clareza para nós. Começamos identificando os 
elementos e seus respectivos pesos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
À esquerda, destacamos duas massas da composição para dar 
o exemplo. Uma mais pesada (em laranja) e outra mais leve 
(em azul). Na segunda imagem, à direita, observamos que 
todas as massas da composição estão destacadas em recortes 
escuros. Observamos também, que elas se distribuem lado a 
lado em relação a uma linha imaginária na composição, que 
chamamos de eixo de simetria. Este eixo serve para 
compararmos as duas metades de uma forma, figura, 
composição, rosto etc. Aqui o eixo destaca a quantidade de 
massas escuras (elementos) que temos na metade esquerda e 
na metade direita da composição. Notamos que nesse caso, o 
ilustrador criou uma composição equilibrada que favorece o 
tema harmonioso da ilustração. Formalmente as massas ou 
pesos se compensam em ambos os lados da cena, como 
mostram os próximos esquemas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Forma e fundo: A forma é o contorno de uma determinada 
figura ou objeto. O fundo é o espaço onde se colocam as 
figuras ou objetos. Do entendimento entre a diferença da 
forma e do fundo, nasce a compreensão da obra, se assim não 
fosse as imagens apareceriam confusas. 
Volume: O volume é o espaço contido dentro de uma forma 
tridimensional. É tridimensional porque a sua forma é definida 
pelo comprimento, largura e altura. 
Textura: A superfície de uma forma é caracterizada pela 
textura. Através da visão ou do tacto, percebemos se uma 
superfície é quente ou fria, áspera ou macia. Há texturas 
naturais e texturas criadas pelo homem. 
Contraste: Contraste é a oposição entre coisas ou pessoas, 
uma das quais faz sobressair a outra. O contraste entre claro e 
escuro numa composição, usa-se para se mostrar ou 
evidenciar uma determinada forma. 
 
Prática de desenho – Uso de diferentes linhas e conceitos de equilíbrio e desiquilíbrio da composição. 2/2 
Experimentação prática: Observando a imagem proposta, defina se é equilibrada ou desiquilibrada, analisando seus elementos e estudando suas características. Deixe suas considerações 
no espaço abaixo da imagem. Depois, ao lado, se inspire na obra e faça o desenho da imagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prática de desenho e aplicação de cor – Experimentação prática com uso das cores frias. 
Experimentação prática: Observe a imagem apresentada. Pratique suas habilidades em desenho e cor trabalhando com as cores frias. Você também pode transformar a paisagem 
utilizando as cores quentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prática de desenho em quadrantes – Experimentação prática em desenho e aplicação de cor. 
Experimentação prática: Observe o desenho no primeiro quadrante e pratique suas habilidades artísticas. Construa as linhas (contornos) do desenho tentando obedecer a posição exata 
em cada quadrante. Você pode aplicar a cor que desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Processos de criação – conceituação, análise de imagem e experimentação prática. 
A história da arte é cheia de invenções. Tudo o que hoje vemos e ouvimos em 
termos de arte foi um dia uma nova ideia. Sabemos que as novidades são 
construídas sem abandonar o conhecimento do que já foi realizado 
anteriormente. Cada artista está inserido em um momento histórico e vive um 
período particular da história, que influencia seu trabalho e sua produção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sobre as imagens: As imagens mostram produções de diferentes épocas e 
artistas: dos brasileiros, Tarsila do Amaral (1886-1973), pinutra figurativa e, 
Luiz Sacilotto (1924-2003), uma imagem abstrata que explora cores, linhas e 
formas, e do norte-americano Andy Warhol (1928-1987), imagem que 
representa uma lata de sopa que poderia estar na prateleira de qualquer 
supermercado. Todos os trabalhos forma realizados na linguagem da pintura, 
mas cada artista usou uma maneira particular de demonstrar sua concepção 
de arte. Estilos, temas, contextos e trabalhos diferentes compõem o 
patrimônio cultural da humanidade. 
 
b) Sobre as imagnes, marque a alternativa adequada: 
 
Todas são abstratas. 
Há uma abstrata e duas figurativas. 
Há duas abstratas e um afigurativa. 
c) Escreva o nome da imagem que representa 
um objeto do cotidiano: 
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________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________
________________________________________________ 
Experimentação prática: Você vai escolher um assunto de seu interesse, principalmente se estiver em voga. 
Faça um desenho expressando a sua opinião sobre este assunto. Não se esqueça de criar um título para a 
sua obra. 
 
a) Os artistas criam obras a partir de que vivem, sentem e percebem na 
relaçao com sua realidade e tempo histórico. Reveja as imagens acima 
e escreva o que você observa em cada uma delas: 
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Texturas – Apreciação e experimentação prática com a técnica da Frotagem. 
Em um tecido, a textura é a trama, isto é, o 
efeito do traçado dos fios. Observe abaixo as 
diferentes texturas que você pode encontrar nos 
tecidos e na natureza: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Experimente colocar sob esta folha diferentes tipos de tecido. Folhas secas, papelão, cascas de árvore e 
moedas. Passe giz de cera sobre o papel. Você perceberá a diversidade de texturas que existe ao seu redor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texturas e cores na linguagem visual – Conceituação e experimentação prática. 1/2 
Vamos aprofundar o olhar atentando para alguns elementos da linguagem visual. 
Observar as texturas e cores nas artes é compreender como os artistas elaboram 
novas formas de ver o mundo, usando as mais diversas ferramentas para se 
expressarem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 – Em sua opinião, as paisagens podem contar histórias de pessoas, de lugares e de temos? Por 
que? 
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________Observe as duas pinturas: 
 
 
2. Agora que você observou detalhadamente essas duas pinturas, responda: 
 
a) Qual lugar você acha que essas obras retratam? Em qual dos lugares 
retratados você moraria? Justifique sua resposta. 
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________ 
 
b) Quais sentimentos e pensamentos essas obras despertam em você? Por quê? 
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________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________ 
 
c) Quais semelhanças você identifica no uso da cor nas obras apresentadas? 
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________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________ 
 
d) Apesar de essas pinturas retratarem dois lugares diferentes, você saberia 
encontrar semelhanças entre elas? Tente descrever os elementos que 
compõem cada cena retratada. 
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________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________ 
 
Vamos conhecer um pouco dos artistas autores dessas obras: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. A partir da biografia dos dois 
pintores, você acha que eles 
frequentaram escolade arte para 
aprender a pintar ou desenhar? 
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Texturas e cores na linguagem visual – Conceituação e experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: No lugar em que você mora, há algum local para observar uma paisagem? Dependendo da localidade, pode ser até um ponto turístico da cidade. Descreva esse 
local e onde ele fica. Faça um desenho simples dessa paisagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho e transformação – Criação e leitura de imagens. Experimentação prática – Desenhar e pintar. 
O desenho é uma linguagem visual e serve como ferramenta de trabalho de quem constrói, de 
quem decora, de quem quer contar uma história, ilustradores, arquitetos, designers, artistas e 
outros profissionais que desenham. A pintura e o desenho continuam valiosos, mesmo em uma 
época em que a fotografia e o vídeo capturam imagens instantanemante. Podemos ter prazer 
em apreciar em uma tela ou papel as formas e como são trabalhadas as figuras. Esse prazer 
transmitido pela obra é chamado de prazer estético. O artista plástico, na execução de seu 
trabalho, busca sempre experimentar novas técnicas para concretizar suas ideias. Ao visitarmos 
o ateliê do artista, é provável que encontremos uma grande variedade de instrumentos e 
materiais que lhe permitem trabalhar, como pinceis, tintas e pigmentos, lápis e, por que não, 
um computador, como instrumento de trabalho. 
Vivemos rodeados de imagens impressas e eletrônicas: 
nos jornais, na TV,nas revistas, na internet, nas 
camisetas e nos telefones celulares, por exemlo. 
Imagnes que são produzidas em larga escala por meios 
eletrônicos ou mecânicos. Mas nem sempre foi assim. 
Até um determinado período histórico, as imagens, 
criadas a partir de desenho ou pintura, eram feitas 
artesanalmente, uma a uma. Desenhar é uma forma de 
se comunicar e expressar-se por imagem. O que 
diferencia o desenho da pintura é o material, os 
processos e os procedimentos cirativos. Podemos dizer 
que o desenho trabalha o gesto gráfico e a pintura, o 
gesto pictórico, que, em geral, tem m ais superfícies. Os 
materiais gráficos são, por exemplo, o lápis, a caneta, o 
carvão, e os da pintura são pincéis, rolos e todo tipo de 
tinta. Essas classificações são importantes para 
entendermos a arte tradicional. Elas vigoraram durante 
muitos séculos na história da arte, mas hoje é 
diferente. Na arte contemporânea, essas linguagens 
podem estar juntas em uma mesma arte. São 
processos mistos, nos quais os artistas experimentam 
vários materiais e técnicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Faça o que se pede. 
1. Podemos desenhar de muitas formas. Coloque um amúsica para 
ouvir. De olhos fechados, deixe o lápis correr sobre a folha de papel, 
acompanhando os sons e ritmos. Abra os olhos e procure descobrir 
formas, destaque as imagens descobertas usando cores e 
acrescente mais detalhes para compor uma ideia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Há várias situações de trabalho em que o desenho é fundamental. 
Como , por exemplo, no trabalho dos designers de objetos que, há 
todo tempo, criam novas coisas para o mercado. Tente fazer um 
rascunho de um novo objeto. Escolha dois objetos diferentes, sem 
relação entre eles, e faça a união dos dois, criando uma nova 
possibildiade e inventando um novo nome. 
 
 
Uso do goache – Produção de matizes e aplicação de cor – Experimentação prática. 
Experimentação prática: Vamos pintar o desenho abaixo utilizando a tinta goache. Você aplicará as cores desejar e construirá diferentes matizes. Para isso você misturará o branco e o 
preto nas cores puras. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática com cores frias e quentes. Aplicação de cor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prática de desenho e aplicação de cor. 
Experimentação prática: Observe a imagem apresentada. Pratique suas habilidades em desenho se inspirando na imagem. Aplique as cores que desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática de construção de ambiente e ponto de fuga. Exercício com o uso da régua. 
Experimentação prática: Observe o passo a passo para construir o ambiente com ponto de fuga. Use a régua para traçar as linhas retas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática com aplicação de hachuras em desenho. Preenchimento de espaço e criação de volumes. 
Experimentação prática: Utilizando os modelos e hachuras e observando as imagens apresentadas, preencha a paisagem com os diferentes tipos de gestos em linhas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quebra-cabeça: “Moça do brinco de pérola”, de Johannes Vermeer. 
Experimentação prática: Recorte e cole na ordem numérica as peças que compõem a obra de arte. Aplique a cor que desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POP ART – Experimentação prática. Decoração do All-Star. 
Pop Art é a abreviatura em inglês de Popular Art ("Arte Popular", em português), um movimento artístico que surgiu em meados dos anos 1950, com o objetivo de 
"abraçar" e desconstruir imagens pertencentes às culturas de massa, a chamada "cultura pop", feita para as grandes multidões. 
Inspirando-se em imagens e personalidadeda cultura de massas, os artistas da pop art buscam ironizar a vida cotidiana materialista e consumista das pessoas. Na obras artísticas da pop 
art, o uso de elementos criados a partir das novas tecnologias do século XX substituem os tradicionais pincéis, tintas e quadros. Isopor, poliéster, gomaespuma e acrílico foram muito 
usados pelos artistas plásticos deste movimento. 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Diante das idéias apresentadas e do conceito sobre POP ART, produza uma estampa para o seu All-Star. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A parede como suporte para arte – Conceituação e experimentação prática. 1/3 
Pense sobre os materiais e as ferramentas que são usados em algumas atividades profissionais. Por exemplo, um pedreiro, para 
construir uma casa, utiliza muitas ferramentas, como pá, esquadro, martelo, trena etc. E como material, há o cimento, a argamassa 
e a areia, entre outros. Para o trabalho artístico não é diferente, pois são utilizados, nas artes visuais, diferentes materiais, por 
exemplo, giz de cera, tintas, carvão etc., e também diferentes ferramentas, como pincéis e espátulas. Mas, além de materiais e 
ferramentas, o artista também faz uso do que se denomina suporte. O suporte na pintura, por exemplo, é a superfície sobre a qual 
se desenha ou se pinta; pode ser uma tela, papel, madeira, vidro, parede e até mesmo o próprio corpo. E para um escultor? Quais 
seriam as ferramentas, os materiais e o suporte? Pode-se citar como ferramentas, por exemplo, goivas e formão, mais usados para 
esculpir madeira; como material, a argila, a madeira e o gesso, entre outros. O suporte pode ser o chão, um pedestal, ou ainda um 
espaço público. Isso porque o suporte é o espaço que recebe a obra e ao mesmo tempo faz parte dela. 
A pintura de imagens em paredes se realizou em diversas épocas. Desde a Pré-história, 
com as pinturas e os desenhos rupestres, passando pela Idade Média e pela Renascença, 
até o muralismo moderno e os grafites atuais. 
O mural é a arte que fica registrada nas paredes. Pintar em paredes é uma prática que acompanha a 
humanidade. Produzir murais é uma maneira de deixar a arte registrada para que mais pessoas tenham 
contato com ela. O mural é considerado arte pública, pois é exposto em locais públicos. A arte pública 
contribui para a reflexão e para modificar ruas, bairros e cidades. 
 
Estêncil: Uma das técnicas usadas por esses artistas é o estêncil. Nessa 
técnica, uma forma desenhada no papel cartão grosso ou no papelão é 
recortada, formando um molde (também chamado de máscara). Essa 
máscara é colocada em frente a um muro ou qualquer outra superfície, e 
nela aplica-se a tinta spray, que passa pela parte vazada, fixando-se nessa 
parede ou muro. Esse tipo de procedimento permite a reprodução de um 
mesmo desenho diversas vezes. 
 
 
 
 
Lambe-Lambe: Outra técnica usada é o lambe-lambe, um trabalho feito com 
cartazes. Depois de desenhar e pintar em folhas de papel, os artistas 
geralmente fazem muitas cópias desses cartazes e colam essas folhas nos 
muros e nos postes, com uma cola comercial ou caseira (feita com polvilho 
ou farinha de trigo), devido a seu custo reduzido. 
 
 
 
 
Grafite 3D: Já o grafite 3D pode ser feito com tinta ou giz, em paredes ou 
sobre a rua, no chão. A técnica, que trabalha com um jogo de luz e sombra, 
cria um efeito tridimensional, ou seja, usa a perspectiva para criar o efeito 
de profundidade da imagem, aproximando-se do real. 
O grafite pode ser entendido como uma manifestação artística que faz 
intervenções no espaço público. 
Pode estar, por exemplo, nas paredes, nos muros, em tampas de esgoto, no chão das ruas ou das calçadas. 
Esta prática se espalhou por grandes centros urbanos entre 1970 e 1980, como Nova Iorque, nos EUA, e São 
Paulo, no Brasil. Como as outras expressões artísticas, o grafite também é uma forma de expressão e 
intervenção do artista, que pode ser uma reflexão sobre algum assunto, umprotesto, uma declaração de 
amor ou um comentário sobre a paisagem urbana. Os artistas do grafite, chamados grafiteiros, usam diversos 
materiais e ferramentas, como tinta em spray (aerossol), tinta látex, brochas, rolos e pincéis, papel cartão ou 
papelão, além de diferentes técnicas na produção do grafite. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A parede como suporte para arte – Conceituação e experimentação prática. 2/3 
- Veja o esquema a seguir. Ele foi feito com base nos dois primeiros parágrafos do 
texto Grafite: a pintura mural nas cidades. Em primeiro lugar releia o texto, depois 
observe o esquema abaixo e preencha as lacunas com as informações contidas no 
texto. Lembre-se de retornar à leitura do texto quantas vezes forem necessárias para 
realizar o exercício. 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Brasil, representado em especial pela cidade de São Paulo, está entre os três principais centros 
de produção de grafite do mundo. Muitos grafiteiros brasileiros são reconhecidos e respeitados 
fora do País, entre eles OSGEMEOS (os irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo), Binho Ribeiro, Nina 
Pandolfo, Nunca, Tinho, Pato, Zezão e Flip. 
 
 
Alex Vallauri foi um dos precursores do 
grafite no Brasil, nos anos 1970. As 
imagens que o artista utilizou, em seus 
primeiros trabalhos, foram de elementos 
cotidianos, como uma bota e uma luva de 
mulher, um telefone e um cachorro. Ele 
não se valeu apenas das paredes e dos 
muros das cidades como suporte para sua 
arte, mas utilizou também papel, cartões, 
camisetas, bótons e adesivos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A parede como suporte para arte – Conceituação e experimentação prática. 3/3 
Experimentação prática: Nesta atividade você conhecerá o trabalho dos artistas Nina Pandolfo e Iskor, e como eles produzem seus grafites. 
1. Observe os grafites de Nina Pandolfo e Iskor. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A poesia concreta – A arte para ler e ver. Conceituação e experimentação prática. 
Muitos movimentos artísticos 
abraçaram diversas linguagens 
de arte, cada qual trazindo por 
meio de seus códigos os ideais 
do grupo. 
Um bom exemplo foi o Concretismo no Brasil, que se 
desenvolveu fortemente tanto na literatura quanto nas 
artes plásticas. A Exposição Nacional de Arte Concreta que 
foi realizada em São Paulo, no ano de 1956 e no Rio de 
Janeiro em 1957, colocou, lado a lado, obras visuais (como 
pinturas, esculturas e desenhos) e cartazes-poemas. O 
movimento concreto tinha como intenção desvincular a 
arte da necessidade de conotação simbólica. Dessa 
maneira, os elementos plásticos (como planos e cores) não 
precisavam representar nada relacionado à realidade. 
Estruturas matemáticas geométricas foram incorporadas à 
arte, possibilitando a autonomia desta com o mundo real. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Agora é a sua vez! Que tal criar um poema concreto? Siga as orientações: 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pintura Naïf – Conceituação e experimentação prática – Exercício interpretativo e leitura de obra de arte. 
A pintura naïf é produzida por artitas não eruditos, ou seja, sem formação culta no campo da arte. 
Muitos são considerados autoditadas, pois aprenderam sozinhos sua técnica e não seguem regras 
nem tendências artísticas. Naïf é uma palavra francesa que significa “natural”, “ingênuo” ou 
“primitivo”. O termo foi adotado na França, na década de 1880. O Brasil está entre os cinco países 
onde mais se encontra essa forma de expressão artística popular. Em geral, a pintura não é a única 
ocupação dos artistas naïfs. Muitos são sapateiros, carteiros, donas de casa, advogados, médicos, 
jornalistas, diplomatas etc. Os temas podem ser urbanos ou rurais e são retratados com muitos 
detalhes coloridos. 
Experimentação prática: Observe a obra do pintos naïf e responda: 
Ivonaldo Veloso de Melo é um pintor pernambucano nascido em Caruaru em 1943. Mudou-se com a família em 1962 para São 
Paulo, onde começou a pintar quatro anos mais tarde, como autodidata. Em 1968 fezsua primeira exposição, que seria seguida 
pela sua mudança para a Europa, onde permaneceria por cinco anos expondo em varias cidades européias, como Amsterdam, 
Paris, Colônia e Bruxelas; dentre as exposições mais importantes desta época se destacam a Trienal de Bratislava (1972), a Feira 
Internacional de Arte de Dusseldorf (1973) e o Salon International d'Art Contemporain de Paris (1973). Hoje Ivonaldo é 
considerado um dos mais importantes pintores da arte naif brasileira, com trabalhos em importantes museus e galerias 
espalhados pelo mundo. Antes de se tornar pintor, Ivonaldo trabalhou como vendedor ambulante, balconista e bancário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O uso do lápis de cor – Experimentação prática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Ponto – Conceituação e experimentação prática. 1/2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Ponto – Conceituação e experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Siga as orientações para você praticar a arte com a aplicação do ponto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático sobre a Linha. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de construção de volume (Claro e escuro). 
Experimentação prática: Observe a legenda presente no desenho da cabeça humana e preencha corretamente cada espaço 
usando o lápis grafite. Você também pode utilizar o lápis de cor na cor que desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A arte rompendo barreiras. Superação e habilidades especiais. 
Alguma vez você ja pensou que não era capaz de fazer algow quantas vezes você já disse: “Não vou conseguir. Não sei fazer isso”? Vamos conhecer algumas pessoas que superaram suas 
limitações e fizeram da arte uma forma de expressão forte e harmoniosa. São indivíduos que nasceram com deficiência ou que, após um acidente ou enfermidade, perderam partes do 
corpo ou elas deixaram de funcionar como antes. Em vez de se sentirem incapazes, essas pessoas desenvolveram outras habilidades, superando as dificuldades impostas pela vida. Um 
exemplo disso são pintores que usam os pés e a boca no lugar das mãos. Artistas como esses estão espalhados pelo mundo todo. Esses artistas além de fazerem cartões, calendários com 
pinturas muito bonitas, também dão palestras contando suas histórias e oficinas de pinturas ensinando a arte em escolas e empresas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Esta obra foi pintada pelo artista Stanislaw Kmiecik. É uma homenagem a todos os artistas do mundo que desafiam suas capacidades físicas e 
nunca desistem de fazer arte. Observe com atenção e responda o que se pede. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
a) Quantas pessoas ou partes do corpo de pessoas estão representadas na imagem? 
____________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________ 
b) O que representa essas pessoas em relação ao mundo todo? 
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________ 
c) Que países estão representados? 
____________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________ 
d) Que sensações essa obra lhe transmite? 
____________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________ 
 
e) Faça abaixo um desenho segurando o lápis com a boca: 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de criação de estampa. 
As estampas já foram objeto de descaso, tratadas como algo 
supérfluo, eram parte secundária a ser pensada no produto e 
que por muitas vezes eram usadas apenas para recuperar 
processos e cobrir defeitos. No decorrer da história a 
estamparia vem conquistando seu espaço e escancarando a 
sua importância não só no mundo da moda, mas nos mais 
diversos setores da sociedade. Embora a estamparia ainda 
seja usada com a finalidade de cobrir defeitos em um tecido, 
a sua relevância ultrapassa esses limites. As padronagens de 
estampas são indispensáveis quando o assunto é agregar 
valor aos produtos, isso porque envolve o design e a 
distinção, além de permitir personalizar um produto, ou 
serviço e ainda criar a identidade de uma marca. Pare para 
pensar, sempre tem uma marca que sobressaltará em sua 
mente quando você pensar em um determinado estilo de 
estamparia não é verdade. Isso porque é possível expressar a 
essência de uma marca, ou produto através da estampa e 
assim então transmitir uma mensagem. Isso sem falar da 
versatilidade que existe no universo da estamparia e das 
diversas possibilidades. Hoje além da moda, a indústria de 
eletrodomésticos, móveis, decoração, sapatos e acessórios 
tem investido intensamente no design de estamparia a fim de 
diferenciar seus produtos e conquistar o coração dos 
consumidores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Crie na camisa abaixo uma estampa personalizada que diga algo sobre você. Aplique as cores que 
desejar. 
 
 
Uso do goache. Aplicação de cor. Obra:"A Leiteira", de Johannes Vermeer. 
Experimentação prática: De posse dos devidos materiais (goache e pincéis), vamos pintar a obra de arte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor e criação de texturas, áreas de luz e sombra. Obra “Cortina, jarro e compoteira”, de Paul Cézanne. 
Experimentação prática: Observe com atenção a obra “Cortina, jarro e compoteira” do artista Paul Cézanne. Aplique as cores conforme a obra original. Use diferentes materiais (lápis de 
cor, canetinha, giz de cera) para criar diferentes texturas. Você pode usar o lápis grafite comum para criar as áreas de sombra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Releitura de obra através da geometrização. Observação de obra de arte e prática de desenho. 
Experimentação prática: Observe a obra de arte feita a partir da “Moça com brinco de pérola”, de Johannes Vermeer. Produza também uma releitura geométrica da obra de arte 
apresentada. Aplique as cores que desejar e faça contornos bem marcados com a cor preta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conhecendo o artista: Roberto Burle Marx – Apreciação de obra de arte e experimentação prática. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Roberto Burle Marx foi um artista plástico brasileiro, renomado 
internacionalmente ao exercer a profissão de arquiteto paisagista. 
Morou grande parte de sua vida no Rio de Janeiro, onde estão 
localizados seus principais trabalhos, embora sua obra possa ser 
encontrada ao redor de todo o mundo. Seu primeiro projeto de jardim 
público foi a Praça de Casa Forte, localizada no Recife, cidade natal de 
sua mãe. É uma das seis praças de autoria do paisagista na capital 
pernambucana que foram tombadas pelo Instituto do Patrimônio 
Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Burle Marx trabalhou com uma 
linguagem bastante orgânica, identificando-a com o abstracionismo, o 
concretismo, o construtivismo, entre outras. As plantas baixas de seus 
projetos lembram em muitas vezes telas abstratas, nas quais os espaços 
criados privilegiam a formação de recantose caminhos através dos 
elementos de vegetação nativa. 
 
Experimentação prática: Vamos desenvolver as técnicas do artista Burle Marx. Para isso, siga as instruções: 
 
 
Exercício prático de desenho com figuras geométricas. 1/2 
 
 
Grande parte dos objetos que nos cercam foram 
desenhados e projetados a partir de figuras 
geométricas. É por isso que a gente percebe essas 
formas na maioria dos objetos. Por exemplo, numa 
panela podemos enxergar um cilindro; em um 
prédico, um paralelepípedo. Num copo, um cilindro, 
em um prato, vemos um círculo. Partindo do princípio 
de que vemos figuras geométricas nas formas de 
diversos objetos, você pode construir desenhos 
iniciando sempre pelas figuras geométricaa básicas. 
Observe ao seu redor quantos objetos são formados 
por figuras geométricas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática I: Observe as etapas abaixo e veja como é fácil desenhar tendo por base figuras geométricas. Pinte a etapa final: 
 
 
Experimentação prática de desconstrução da imagem ao estilo cubista. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Cor – Conceituação, apreciação de obra de arte e experimentação prática. 1/2 
Observe a obra do artista Lula Cardoso Ayres: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1- A natureza é plena de cores: terra, mar, sol , 
árvores, flores, frutas, bichos, montanhas, 
gente.... 
2- Cor luz é a que pode ser vita através dos rais 
luminosos. São exemplos de cor luz as cores 
que se observam: no arco-íris, no prisma de 
cristal trasnparente, nos diamantes lapidados, 
nas superfícies de CD´s etc. 
 
 
 
 
 
Você ja deve ter visto um arco-íris no céu. É a luz do sol ao 
incidir nas gotículas de água da chuva que produz aquele 
bonito efeito. 
Esse fenômeno é a decomposição da luz branca (luz do sol) nas cores que 
compõem: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. O mesmo 
fenômeno se observa na figura acima, isto é, a decomposição da luz branca ao 
atravessar um prisma de cristal. 
3 – A cor pigmento é 
a percebida através 
de substâncias 
corantes na presença 
da luz. No escuro não 
conseguimos obervar 
essas cores. 
 
A Cor – Conceituação, apreciação de obra de arte e experimentação prática. 2/2 
Você também pode observar o contrário: ver como as sete 
cores do arco-íris se combinam para formar a cor branca. 
Para isso basta seguir as instruções a seguir e construir seu 
pião: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Friccione nos espaços abaixos folhas, flores, terra, cascas de frutas, temperos e o que mais você 
achar que pode produzir cor. Escreva nos espaços abaixo o nome do item para identificar cada um. Depois escreva um pouco 
sobre suas impressões para a experiência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de pintura assoprada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício com pintura com manchas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Abstracionismo Informal e Geométrico – Conceituação, apreciação de obra de arte e experimentação prática. 1/2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Abstracionismo Informal e Geométrico – Conceituação, apreciação de obra de arte e experimentação prática. 2/2 
Experimentação prática: Faça um desenho abstrato informal e outro desenho abstrato geométrico. Sigas as orientações para você produzir seus desenhos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A cor na pintura – Análise obras de arte, conceituação e experimentação prática. 1/2 
Observe a obra do artista Fernand Léger. Perceba a dinâmica, na 
força das cores, para representar o seu estilo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observe também o impacto visual das cores nas obras dos artistas 
brasileiros reproduzidas a seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
- Pinte com as cores pedidas e veja o resultado: 
- Pinte os espaços do desenho abaixo com cores primárias e secundárias. Intercale as cores para que não haja 
repetição nos espaços vizinhos: 
 
A cor na pintura – Análise obras de arte, conceituação e experimentação prática. 2/2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Simetria e assimetria em projetos artísticos – Conceituação e exercício prático. 1/2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Simetria e assimetria em projetos artísticos – Conceituação e exercício prático. 2/2 
Experimentação prática: Agora que você já sabe o que é simetria e assimetria, pesquise na natureza, em revistas e livros e desenhe ou cole imagens de: 
 
 
Aplicação de cor – Arte Africana – Decoração do turbante. 
O turbante é um símbolo cultural, que está na moda e esbanja estilo. O significado deste adorno tão 
especial para a cultura africana diz muito sobre o processo de formação da nossa própria cultura. 
Conhecer as origens culturais do turbante através do tempo e discutir a apropriação cultural deste 
elemento tão rico é também uma forma de reconhecer e valorizar a nossa identidade afro-brasileira. 
Em alta na moda atualmente, o turbante é visto pela maioria das pesssoas como um acessório estético 
que serve para adornar a cabeça e demonstrar charme, estilo e beleza. Ele é visto como algo que “está” 
na moda. E muita gente o usa somente por isso. Mas o turbante é um elemento cultural, que está 
associado principalmente às culturas asiática, africana e brasileira. 
Experimentação prática: Aplique as cores que desejar para decorar o turbante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aplicação de cor – Carpa. Uso do lápis de cor e produção artística. 
Experimentação prática: Aplique as cores que desejar na imagem apresentada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de monocromia: Farol em linhas – Uso do grafite. 
Experimentação prática: Prencha, alternadamente, as linhas que compõe a imagem a seguir, intercalando as cores branco e preto 
para construção da composição da monocromia. Você também pode utilizar outra cor de sua preferência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de preenchimento de desenho com linhas. 
Experimentação prática: Com o uso da régua ou à mão livre continue preenchendo os espaços do desenho com linhas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de preenchimento com linhas. Linhas curvas e gesto livre. 
Experimentação prática: Observe as imagens preenchidas com linhas curvas e gesto solto. Faça o mesmo no rospo apresentado. Você 
também pode variar no calibre das linhas, fazendo umas mais grossas e finas. Aplique as cores que desejar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prática de observação de imagem e desenho. Aplicação de cor e utilização de diferentes materiais artísticos. 
Experimentação prática: Observe a paisagem apresentada. Pratique suas habilidades em desenho e pintura. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exercício prático de desenho em fundo preto. Uso da tinta branca. 
Experimentação prática: Observe as paisagens apresentadas. Escolha uma delas e faça uma releitura da imagem usando apenas a tinta branca sobre o espaço preto.Exercício prático de intervenção artística urbana. Prática de desenho e produção artística. 
As intervenções são manifestações organizadas por grupos de artistas com o propósito de transmitir mensagens. Elas são um tipo de arte que tem o objetivo de questionar e transformar a 
vida cotidiana. A Intervenção Urbana é o termo utilizado para designar os movimentos artísticos relacionados às intervenções visuais realizadas em espaços públicos. No início, um 
movimento não reconhecido que foi ganhando forma com o decorrer dos tempos e se estruturando. Mais do que marcos espaciais, a intervenção urbana estabelece marcas, particulariza 
lugares, recria paisagens. existem intervenções urbanas de vários portes, indo desde pequenas inserções através de adesivos (stickers) até grandes instalações artísticas. A Intervenção 
lança no espaço público questões que provocam discussões em toda a população. De uma maneira ou de outra, ela faz com que as pessoas parem sua rotina por alguns minutos, seja para 
questionar, criticar ou simplesmente contemplar a arte. Sua finalidade é provocar o público para questões políticas, sociais, ideológicas e estéticas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Experimentação prática: Onservando as imagens apresentadas sobre intervenção artística urbana, produza desenhos criativos nos locais abaixo:

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