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Unidade didática de andebol (Núcleo de Estágio 2001/2002) com introdução, nota metodológica, objetivos gerais e comportamentais, conteúdos técnicos e táticos, sequência para 7.º e 11.º anos, estratégias de ensino, recursos materiais e critérios de avaliação.

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Escola Secundária de Alfredo dos Reis Silveira 
 
 
 
 
 
UUNNIIDDAADDEE DDIIDDÁÁCCTTIICCAA DDEE 
AANNDDEEBBOOLL 
 
 
 
NNÚÚCCLLEEOO DDEE EESSTTÁÁGGIIOO 22000011//22000022 
 
CCRRIISSTTÓÓVVÃÃOO SSIILLVVAA 
RRUUII VVIIEEIIRRAA 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 1 
ÍNDICE 
 
ÍNDICE ....................................................................................................................... 1 
INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 2 
NOTA METODOLÓGICA ........................................................................................... 3 
DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS .................................................................................. 4 
Objectivos Gerais: ................................................................................................... 4 
Objectivos Comportamentais Terminais: ................................................................. 4 
ESTRATÉGIAS GERAIS DE ENSINO ....................................................................... 8 
Estratégias Gerais da Unidade Didáctica ................................................................ 8 
SEQUÊNCIA E ESPECIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS ............................................ 9 
Caracterização do jogo............................................................................................ 9 
Sequência dos conteúdos ..................................................................................... 14 
Para o 7º Ano ........................................................................................................ 16 
Para o 11º.............................................................................................................. 17 
Conteúdos técnicos ............................................................................................... 18 
Conteúdos tácticos ................................................................................................ 30 
RECURSOS MATERIAIS......................................................................................... 35 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM ..................................... 36 
Avaliação Inicial..................................................................................................... 36 
Avaliação Sumativa ............................................................................................... 36 
Avaliação Formativa .............................................................................................. 36 
BIBLIOGRAFIA......................................................................................................... 37 
DOCUMENTAÇÃO CONSULTADA ......................................................................... 38 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 2 
INTRODUÇÃO 
 
 
O Andebol surge nos Programas de Educação Física como uma Actividade Física 
Desportiva, inserida nos Jogos Desportivos Colectivos. 
 
Desta forma, a modalidade potencia o espírito desportivo e favorece as tarefas 
colectivas, que levam à união e coesão do grupo, bem como ao desenvolvimento do 
espírito de grupo, da cooperação e do respeito pelas regras. 
 
Sob esta perspectiva, a modalidade encontra-se dotada de um rico conjunto de 
estimulações perceptivo-cinéticas, específicas do contexto Cooperação/Oposição, 
que assume grande importância para a formação plena do educando. 
 
Assim, esta é uma modalidade que engloba e desenvolve, alguns skills básicos 
fundamentais, como o "agarrar", o "saltar", o "correr", etc., que desde cedo, devem 
ser alvo da atenção do professor de Educação Física, até porque, o aluno ao 
dominar os conteúdos técnico-tácticos, poderá posteriormente, fazer o transfer para 
outras modalidades, sendo muito importante que os alunos percepcionem as 
diferenças e as semelhanças entre as várias modalidades. 
 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 3 
NOTA METODOLÓGICA 
 
(Vide Unidade Didáctica de Basquetebol) 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 4 
DEFINIÇÃO DE OBJECTIVOS 
 
Objectivos Gerais: 
 
(Vide Unidade Didáctica de Basquetebol) 
 
Objectivos Comportamentais Terminais: 
 
Domínio Psicomotor 
 
NÍVEL TÉCNICO 
7° ANO 
O aluno executa, tanto numa situação de jogo, como numa situação de exercício 
critério, cumprindo os respectivos critérios de êxito, o (a): 
 passe de ombro; 
 passe picado; 
 recepção; 
 drible de progressão; 
 remate em apoio; 
 remate em suspensão ou salto; 
 posição (atitude) base defensiva; 
 drible com mudança de direcção; 
 encadeamentos (passe, recepção, drible, remate ); 
 fintas para desenquadrar o adversário directo; 
 atitude base ofensiva; 
Objectivos de extensão para o 7° ano 
 
 remate na passada; 
 
 
11º ANO 
 
O aluno executa, tanto numa situação de jogo, como numa situação de exercício 
critério, cumprindo os respectivos critérios de êxito, o (a): 
 passe de ombro; 
 passe picado; 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 5 
 recepção; 
 drible de progressão; 
 remate em apoio; 
 remate em suspensão; 
 remate na passada; 
 posição base defensiva; 
 deslocamentos defensivos; 
 drible com mudança de direcção; 
 encadeamentos (passe, recepção, drible, remate); 
 fintas para desenquadrar o adversário directo; 
 drible com uma e outra mão; 
 atitude base ofensiva; 
 desarme; 
 intercepção. 
 
Objectivos de extensão para o 11° ano 
 
 passe de pulso; 
 remate em queda; 
 remate com abertura de ângulo; 
 de anca; 
 remate em basculação. 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 6 
NÍVEL TÉCNICO-TÁCTICO 
7° ANO 
 
1. O aluno, em situações de ataque: 
a) é capaz de se desmarcar oferecendo linhas de passe; 
b) tem a capacidade de optar por executar um passe para outro 
colega que está numa posição mais ofensiva, ou dribla em direcção 
à baliza adversária, se a situação o permitir; 
c) quando tem condições favoráveis, remata à baliza; 
 
2. O aluno, em situação de perda da posse de bola (defesa): 
a) assume imediatamente uma atitude defensiva, utilizando a defesa 
individual, marcando o adversário directo; 
b) procura dificultar os passes, dribles e remates do adversário, 
colocando-se entre a bola e a baliza; 
c) se está a marcar um adversário sem bola, procura dificultar que 
este receba passes, acompanhando a sua movimentação; 
 
3. O aluno, como Guarda-Redes, enquadra-se com a bola sem perder a 
noção da sua posição relativa em relação à baliza (noção de ângulo 
aberto e fechado ). 
 
11° ANO 
 
1. O aluno, em situações de ataque: 
a) é capaz de se desmarcar, oferecendo linhas de passe, utilizando 
quando necessário fintas e mudanças de direcção, garantindo deste 
modo um papel correcto e equilibrado no espaço de jogo; 
b) tem também a capacidade de optar por executar um passe para outro 
colega que está numa posição mais ofensiva, ou dribla em direcção à 
baliza, se a situação o permitir; 
c) quando tem condições favoráveis, remata à baliza, após receber a 
bola, utilizando quando necessário fintas ou mudanças de direcção; 
 
2. O aluno em situação de perda da posse da bola (defesa): 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 7 
a) assume imediatamente uma atitude defensiva, utilizando a defesa 
individual, marcando o seu adversário directo ou no caso de defesa 
zona a sua posição; 
b) procura dificultar os passes, dribles e remates do adversário, 
colocando-se entre a bola e a baliza (começa a ganhar a noção do 
ângulo da bola, formado entre o adversário com a bola e a baliza); 
 
3. O aluno como Guarda-Redes, enquadra-se com a bola sem perder a noção 
da sua posição relativa em relação à baliza (noção de ângulo aberto e 
fechado), e assim que recupera a bola inicia o contra-ataque. 
 
DomínioCognitivo 
 
O aluno quando solicitado por escrito ou oralmente, sabe explicar o objectivo do jogo 
e as respectivas regras respeitantes a: 
a) área de jogo; 
b) a equipa e a sua constituição (n.º de jogadores e funções); 
c) duração do jogo; 
d) marcação de pontos; 
e) tipos de passe, de deslocamentos e de dribles; 
f) contacto físico; 
g) violações da área da baliza; 
h) reposição da bola em jogo. 
 
O aluno é capaz de identificar as principais componentes críticas da atitude básica 
defensiva e ofensiva, dos deslocamentos, do passe, da recepção, do drible, e 
remate. 
 
Domínio Sócio-Afectivo 
 
(Vide Unidade Didáctica de Basquetebol) 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 8 
ESTRATÉGIAS GERAIS DE ENSINO 
(Vide Unidade Didáctica de Basquetebol) 
 
Estratégias Gerais da Unidade Didáctica 
 
As Estratégias gerais que apresentamos para esta Unidade Didáctica, são as 
seguintes: 
 
 Utilizar o aquecimento para desenvolver o manejo de bola; 
 Utilizar o Andebol de 5 para introduzir as situações de jogo; 
 Relembrar no início de cada aula, a regra das bolas a bater no chão; 
 
 
 
 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 9 
SEQUÊNCIA E ESPECIFICAÇÃO DOS CONTEÚDOS 
Caracterização do jogo 
 
O Andebol é um Jogo Desportivo Colectivo, no qual cada equipa tem 7 jogadores 
em campo (1 guarda-redes e 6 jogadores de campo), mais 5 suplentes (1 guarda-
redes e 4 jogadores de campo). 
 
Terreno de jogo: 
 
 
O jogo é dirigido por dois árbitros a quem compete: 
 dar início e fim ao jogo; 
 assinalar as infracções e os golos; 
 interromper, através do apito, sempre que julgarem necessário; 
 vigiar a conduta dos jogadores, podendo adverti-los, excluí-los, desqualificá-
los ou expulsá-los, consoante a menor ou maior gravidade da atitude 
antidesportiva dos jogadores. 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 10
INÍCIO DO JOGO: 
 
A bola é atribuída a uma das equipas, encontrando-se cada uma delas num meio-
campo designado por sorteio. 
 
A equipa possuidora da bola, faz o lançamento de saída através de um jogador 
colocado no centro da linha de meio-campo. O mesmo se faz na reposição da bola 
em jogo após a marcação de um golo, pertencendo aquela à equipa que o sofreu. 
No momento do passe, todos os jogadores têm de se encontrar dentro do seu meio-
campo e os adversários terão de estar colocados pelo menos a três metros da linha 
central. 
 
RECOMEÇO DO JOGO: 
 
Depois do intervalo, as equipas trocam de lado, e o passe de saída pertence à 
equipa contrária à que iniciou o jogo. 
 
NO MANEJO DA BOLA, É PERMITIDO: 
 
a) Lançar, bater, empurrar, parar e apanhar a bola de qualquer maneira, com 
o auxílio das mãos, dos braços, da cabeça, do tronco, das ancas e dos joelhos. 
b) Ter na sua posse a bola por um período máximo de 3", mesmo que ela se 
encontre no solo. 
c) Dar três passos no máximo, com a bola na mão. 
d) Tanto parada como em corrida: 
d.1) Lançar uma vez a bola ao solo e agarrá-la com uma ou as duas 
mãos; 
d.2) Fazer ressaltar a bola no chão várias vezes seguidas, com a mão 
ou rodá-la no solo com uma mão de forma continuada e voltar a agarrá-la 
com uma ou duas mãos. 
e) Passar a bola com uma mão para a outra. 
f) Continuar a jogar a bola na posição de joelhos, sentado ou deitado: 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 11
VIOLAÇÃO DA ÁREA DE BALIZA 
 
(Só o Guarda-Redes pode encontrar-se dentro da área de baliza) 
 
a) A violação da área de baliza é penalizada com: 
 Livre de 9 metros (se um jogador de campo aí entrar com a bola na mão ou 
sem bola mas tirando vantagem do sucedido); 
 Livre de 7 metros (se um jogador defensor entrar na área de baliza e, desta 
forma, o jogador atacante, que está na posse de bola, ficar em 
desvantagem). 
 
GUARDA-REDES: 
 
a) Pode, dentro da sua área de baliza e com intenção de defesa, deter a bola 
com qualquer parte do corpo; 
b) Pode sair da sua área de baliza, desde que não se encontre na posse de 
bola, e comportar-se como um jogador de campo. Para reentrar na sua área, terá de 
o fazer sem estar de posse de bola. 
 
CONDUTA PARA COM O ADVERSÁRIO: 
 
É PROÍBIDO: 
a) Arrancar a bola do adversário, com uma ou duas mãos, ou tentar tirá-Ia 
com o punho fechado; 
b) Empurrar, rasteirar, agarrar ou lançar intencionalmente a bola contra o 
adversário. 
 
É PERMITIDO: 
a) Utilizar os braços e as mãos para se apoderar da bola; 
b) Tirar a bola ao adversário, com a mão aberta, não importa de que lado; 
c) Barrar o caminho ao adversário com o corpo, mesmo que não esteja de 
posse da bola. 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 12
LIVRES 
 
O livre pode ser ocasionado pelas seguintes faltas: 
 Efectuar mais de três apoios com a bola nas mãos; 
 Fazer ressaltar a bola no chão (drible), agarrá-la e voltar a driblar; 
 Driblar com as duas mãos simultaneamente; 
 Manter a bola na mão, sem driblar, mais de 3"; 
 Tocar intencionalmente a bola abaixo dos joelhos; 
 Tirar a bola ao adversário, tocando-lhe nas mãos; 
 Empurrar, rasteirar ou agarrar o adversário; 
 Entrar na área da baliza; 
 Retirar a bola de dentro da área de baliza, estando aquela em contacto com 
o solo. 
 
Os Livres serão marcados no local onde as faltas foram cometidas, com duas 
excepções: 
 O Livre de 9 metros (faltas cometidas entre a linha dos 6 metros e a linha de 
9 metros) é sempre marcado sobre a linha de 9 metros; 
 O Livre de 7 metros, é um lançamento directo à baliza e verifica-se quando: 
 Um jogador de campo entra intencionalmente na área de baliza para 
defender; 
 Um jogador de campo passa a bola ao seu guarda-redes, encontrando-
se este dentro da sua área de baliza; 
 Um jogador empurra, agarra ou rasteira um atacante que se encontra 
isolado ou em boa posição para obter golo; 
 O guarda-tedes passa da área de campo para a área de baliza com a 
bola nas mãos. 
Na execução de um livre de 7 metros, nenhum jogador, a não ser o marcador, se 
pode encontrar entre a linha de 6 metros e linha de 9 metros. 
 
GOLO: 
 
É considerado golo sempre que a bola transpuser completamente a linha de baliza 
para o interior desta, desde que nenhuma falta tenha sido cometida. 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 13
Para a aplicação das regras nesta U.D. devem considerar-se os seguintes aspectos: 
1. Algumas das regras poderão ser adaptadas em função do nível dos alunos, 
ou seja: 
 Podem não ser aplicadas; ou 
 gradua-se as exigências. 
 
 2. Apenas abordar algumas regras, se o nível de jogo o permitir. 
 
NOTA: Esta introdução de regras deverá estar relacionada com dois aspectos: 
 
Relação regras/conteúdos: 
 Maior ênfase a uma regra, numa altura em que for trabalhado um conteúdo 
que lhe seja referente ( exp.: regras de passos, quando abordados os 
conteúdos sobre os apoios). 
 
Relação regras/nível de aprendizagem: 
 As regras deverão ser introduzidas em função do nível da turma. 
 
 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 14
Sequência dos conteúdos 
 
A sequência dos conteúdos que adoptamos, é apenas uma de entre muitas outras, 
mas que na nossa opinião é a que apresenta uma lógica mais adequada tendo em 
conta as limitações espácio-temporais com que nos deparamos. 
 
Segundo Bárcenas, D.;Román, J. (1991), a ordem pela qual os conteúdos devem 
ser abordados, é a seguinte: 
 
 Postura, adaptação e manejo de bola; 
 Deslocamentos; 
 Recepção; 
 Passe; 
 Drible; 
 Remate; 
 Fintas; 
 Técnica Defensiva; 
 Técnica de Guarda-Redes. 
 
Desta forma, procederemos à sequencialização dos conteúdos, tendo por base esta 
acima referida. 
 
Para o 7º ano: 
 Atitude base fundamental atacante e manejo de bola; 
 Passe de ombro e recepção; 
 Passe picado; 
 Drible de progressão; 
 Drible com mudanças de direcção;Remate: - em apoio e em suspensão ou salto; 
 Fintas; 
 Atitude base fundamental defensiva; 
 Técnica de Guarda-Redes 
 
CONTEÚDOS TÉCNICOS DE EXTENSÃO DO 7° ANO 
 Passe de pulso; 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 15
 Remate: 
- Na passada; 
 
CONTEÚDOS TÉCNICOS DO 11° ANO 
 Atitude base fundamental atacante e manejo de bola; 
 Passe de ombro e recepção; 
 Passe picado; 
 Drible; 
 Remate: 
- em apoio 
- na passada 
- suspensão 
 Fintas; 
 Atitude base fundamental defensiva; 
 Deslocamentos defensivos; 
 Desarme; 
 Intercepção; 
 Técnica de Guarda-Redes. 
 
CONTEÚDOS TÉCNICOS DE EXTENSÃO DO 11° ANO 
Outros passes: 
- passe de pulso 
Outros remates: 
- em queda 
- em basculação 
- com abertura de ângulo 
- de anca. 
 
Os quadros seguintes, apresentam a sequência de conteúdos, por sessão, para 
cada ano lectivo. 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 16
Para o 7º Ano 
Aulas 
 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 
Atitude 
básica 
atacante 
 
 
Atitude 
básica 
defensiva 
 
 
Recepção 
Passe de 
ombro 
 
 
Passe 
picado 
 
 
Passe de 
pulso 
 
 
Remate em 
apoio 
 
 
Remate em 
suspensão 
 
 
Remate na 
passada 
 
 
Manejo de 
bola 
 
 
Drible 
Deslocame
ntos 
defensivos 
 
 
Guarda 
redes 
 
 
Ataque 
Defesa 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 17
Para o 11º 
Aulas 
 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 
Atitude 
básica 
atacante 
 
 
 
Atitude 
básica 
defensiva 
 
 
 
Recepção 
Passe de 
ombro 
 
 
 
Passe 
picado 
 
 
 
Passe de 
pulso 
 
 
 
Remate em 
apoio 
 
 
 
Remate em 
suspensão 
 
 
 
Remate na 
passada 
 
 
 
Remate em 
basculação 
 
 
 
Remate em 
abertura de 
angulo 
 
 
 
Remate em 
queda 
 
 
 
Remate de 
anca 
 
 
 
Manejo de 
bola 
 
 
 
Drible 
Desloc. 
defensivos 
 
 
 
Guarda 
redes 
 
 
 
Ataque 
Defesa 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 18
Conteúdos técnicos 
 
 
Atitude Base Fundamental do Atacante 
Componentes Críticas 
 Visão global do campo; 
 Braços semi-flectidos, 
afastados do corpo em 
espera; 
 Antebraços em posição 
vertical, com o tronco 
ligeiramente inclinado à 
frente; 
 Pernas afastadas à largura 
dos ombros e semi-flectidas; 
 Apoios no solo, com o peso 
sobre o terço anterior; 
 Mãos predispostas para 
receber a bola, tendo os 
dedos bem afastados, devem 
estar à frente do tronco. 
 
Atitude Base Fundamental do Defesa 
Componentes Críticas 
 Olhar dirigido para o 
adversário, abrangendo 
simultaneamente o 
desenvolvimento do jogo à sua 
volta – visão periférica; 
 Braços semi-flectidos, 
afastados do corpo em 
espera; 
 Antebraços em posição 
vertical, com o tronco 
ligeiramente inclinado à 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 19
frente; 
 Pernas afastadas à largura 
dos ombros e semi-flectidas 
e o centro de gravidade 
baixo; 
 Os apoios estão em posição 
natural, um ligeiramente 
adiantado em relação ao outro 
(o do lado do braço hábil do 
atacante), com o peso sobre o 
terço anterior; 
 As mãos mais ou menos à 
altura do peito, abertas 
descontraídamente, de modo 
a que os dedos apontem 
obliquamente para dentro e 
para a frente. 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 20
 
Passe de ombro 
Componentes Críticas 
 Colocação da bola ao nível 
da cabeça; 
 Pé homolateral deve estar 
recuado; 
 Executar uma ligeira torção 
do tronco para o lado do 
braço hábil; 
 A mão deve segurar bem a 
bola, com os dedos afastados 
e envolvendo-a o mais 
possível; 
 Enviar a bola tensa para o 
peito do colega; 
 No final do movimento, 
realizar uma extensão do 
braço e flexão do pulso (para 
dar direcção à bola); 
 Assegurar a continuidade do 
movimento. 
 
Passe Picado 
Componentes Críticas 
 O mesmo descrito no passe de 
ombro, mas direccionado para 
o solo(cerca de 2/3 da 
distância que o separa do 
receptor). 
 
Passe de Pulso ou Pronação 
Componentes Críticas 
 Não há armação do braço; 
 Extensão do braço; 
 Movimento de pronação do 
pulso; 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 21
pulso; 
 Trajectória tensa e rectilínea. 
Pega da bola 
Componentes Críticas 
 As mãos formam uma ampla 
superfície côncava; 
 Dedos afastados e ligeiramente 
flectidos; 
 Polegares e os indicadores 
formam um W; 
 Bola repousa junto ao peito, a fim 
de facilitar a sua protecção e 
permitir o seu rápido manejo. 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 22
 
Recepção 
Componentes Críticas 
 As mãos bem abertas, em 
extensão e com ligeira 
rotação interna; 
 Os dedos flectidos, 
formando uma concha, 
direccionados para a frente, 
exceptuando os polegares 
que estão direccionados um 
para o outro, formando com 
os indicadores um W; 
 Os braços estão em semi-
flexão, até ao contacto com a 
bola, realizando nessa altura 
uma flexão total, recolhendo-
a; 
 Olhar dirigido para a 
trajectória da bola; 
 Ir ao encontro da bola; 
 Acção amortecedora do 
antebraço. 
 
 
Drible de Progressão 
Componentes Críticas 
 Empurra a bola para a frente 
em direcção oblíqua; 
 A bola não deve subir mais 
do que a altura da cintura; 
 O tempo de contacto com a 
bola deve ser o menor 
possível; 
 Mão aberta com os dedos 
afastados; 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 23
 Flexão e extensão do braço e 
do pulso. 
Drible de Protecção 
Componentes Críticas 
 Drible baixo; 
 A bola é empurrada para 
baixo; 
 Interpõe-se entre a bola e o 
adversário. 
 
Remate em Apoio 
Componentes Críticas 
 Armar o braço hábil, 
colocando a bola ao nível da 
cabeça; 
 Pé contralateral deve estar 
avançado; 
 Executar uma ligeira torção 
do tronco para o lado do 
braço hábil; 
 A mão deve segurar a bola 
com os dedos bem afastados, 
envolvendo-a o maios possível; 
 Rotação do tronco; 
 Rematar com a extensão 
total do braço e flexão do 
pulso; 
 Enviar a bola com força para a 
baliza, fora do alcance do 
guarda-redes; 
 Assegurar a continuidade do 
movimento. 
 
UNIDADE DIDÁCTICA DE ANDEBOL 
Núcleo de Estágio 2001/2002 24
 
Remate na Passada 
Componentes Críticas 
 Apoios correctos, passada 
larga; 
 Bola segura pela mão que 
vai executar o remate, à 
altura da cabeça; 
 Rematar com a extensão 
total do braço e flexão do 
pulso; 
 Continuidade do movimento. 
 
Remate em Suspensão 
Componentes Críticas 
 Armar o braço hábil, 
colocando a bola ao nível da 
cabeça; 
 Executar uma ligeira torção 
do tronco para o lado da mão 
hábil; 
 A mão segura a bola, com os 
dedos bem afastados, 
envolvendo-a o mais possível; 
 Dar 3 apoios, no último 
impulsionar com a perna 
contralateral e dar balanço 
com a homolateral; 
 A recepção ao solo é feita com 
o pé contralateral, seguido do 
pé homolateral, um pouco mais 
à frente para equilibrar; 
 Saltar para dentro da área de 
baliza e executar o remate na 
fase aérea. 
 
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Remate em queda 
Componentes Críticas 
 Armar o braço hábil, 
colocandoa bola ao nível da 
cabeça; 
 Executar uma ligeira torção 
do tronco para o lado da mão 
hábil; 
 A mão segura a bola, com os 
dedos bem afastados, 
envolvendo-a o mais possível; 
 No final do movimento, 
realizar um extensão do 
braço e flexão do pulso; 
 Assegurar a continuidade do 
movimento; 
 Recepção do corpo ao solo. 
 
Remate com abertura de Ângulo 
Componentes Críticas 
 Braço de remate estendido 
para aumentar o ângulo de 
remate; 
 
Remate em Basculação 
Componentes Críticas 
 Passo de afundo para o lado 
contrário ao do braço hábil; 
 Grande torção do corpo para 
o lado contrário ao do braço 
hábil; 
 Bola segura acima da 
 
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cabeça, para ganhar maior 
ângulo. 
 
Remate de Anca 
Componentes Críticas 
 O rematador deve procurar 
abrir o lado do seu braço de 
remate; 
 A bola passa junto à anca; 
 Tronco flecte para o lado do 
braço que remata; 
 Estende-se o braço 
rematador de tal modo para 
baixo, que a bola deixa a 
mão à altura do joelho ou 
ainda inferior; 
 A trajectória do remate é 
determinado principalmente 
pelo movimento do pulso. 
 
 
Deslocamentos Defensivos 
Componentes Críticas 
 Pés afastados à largura dos 
ombros; 
 Centro de gravidade baixo, 
através da semi-flexão das 
pernas; 
 Braços flectidos e as mãos 
mais ou menos à altura do 
peito, abertas 
descontraidamente, os 
dedos apontam 
obliquamente para dentro e 
para a frente; 
 
 
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 Predisposição para a 
movimento; 
 Desloca-se sem cruzar os 
apoios; 
 Posição base de defesa, para 
criar equilíbrio. 
Fintas sem bola 
Componentes Críticas 
 Colocação de um apoio de 
um lado do defesa, após o 
qual deve existir uma 
mudança de ritmo e rápido 
transporte do corpo para o 
lado oposto. 
 
Fintas com bola 
Componentes Críticas 
 Travagem brusca com o terço 
anterior do apoio; 
 O apoio que executa a 
travagem do movimento está 
avançado e em flexão; 
 Transposição do peso para o 
apoio avançado; 
 Aceleração brusca após a 
travagem, seguida de 
mudança de direcção. 
 
 
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Guarda Redes 
 Remates da zona frontal 
Componentes Críticas 
 Pernas afastadas à largura 
dos ombros; 
 Pernas ligeiramente 
flectidas; 
 Peso do corpo distribuído 
igualmente pelos dois apoios; 
 O tronco ligeiramente inclinado 
à frente; 
 Olhar dirigido para a bola; 
 Braços levantados 
lateralmente, levemente 
flectidos pelo cotovelo; 
 Palmas da mão viradas para 
a frente. 
 
Remates de zonas laterais 
Componentes Críticas 
 Coloca-se junto ao poste; 
 Braço do lado do poste mais 
elevado, estando a mão 
acima da cabeça; 
 O outro braço está levantado 
lateralmente, ligeiramente 
flectido pelo cotovelo; 
 O peso do corpo está mais 
deslocado para o apoio junto 
ao poste. 
 
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Deslocamentos 
Componentes Críticas 
 Em contacto com o solo; 
 Equilíbrio e disposição para 
o movimento; 
 Tentar ver sempre a bola. 
 
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 Conteúdos tácticos 
 
Ataque Defesa 
 Jogador sem bola: 
- Desmarcação no sentido de 
tentar receber a bola. 
 Jogador com bola: 
- Em situação de remate, 
executa-o; 
- Em situação de passe, 
executa-o, desmarcando-se 
em seguida. 
 No momento em que perde a bola, 
imediatamente tomar atitude base 
defensiva no sentido de proteger a 
própria baliza, fechar as linhas de 
passe, paras o ataque e tentar 
recuperar a posse de bola. 
 
 
 ATAQUE: 
 
 Ataque à baliza; 
 Conservação da posse de bola e continuidade das acções ofensivas; 
 Progressão para a baliza adversária procurando atacar o espaço entre 
defesas e criar superioridade numérica; 
 Amplitude de ataque mantendo os postos específicos; 
 Ataque em profundidade. 
 
 
Métodos de jogo Ofensivo: 
 Contra ataque: 
É a passagem rápida de defesa para o ataque, que tem por objectivo chegar 
à zona de finalização em superioridade numérica o mais rapidamente possível 
e concretizar o remate antes que a defesa se organize. O contra-ataque deve 
preparar-se logo no processo defensivo através da procura constante da 
recuperação da posse de bola e ocupação das zonas mais favoráveis para o 
seu desencadeamento. Pode ser desenvolvido de duas formas: 
 Contra-ataque simples: 
Quando a situação de finalização surge após um ou dois passes; 
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 Contra-ataque apoiado: 
Quando ainda há desequilíbrio defensivo do adversário, ainda pode 
acontecer um contra-ataque através de uma transição rápida e mais 
estruturada. 
 
 Ataque Rápido: 
Assume características muito semelhantes ao contra-ataque, a diferença 
consiste na impossibilidade de beneficiar da situação de superioridade numérica 
e necessidade de preparar a finalização perante a defesa adversária que está em 
organização. 
 
 Ataque Posicional: 
Quando não há possibilidade de realizar nenhum dos anteriores, é realizada uma 
transição de uma forma mais calma. 
 
Meios tácticos de grupo: 
 
 Passe e vai/passe e entra 
É um meio táctico de grupo que consiste na desmarcação em profundidade e pelo 
lado contrário da bola após passe a um colega. 
 
 
 
 
 
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 Penetrações sucessivas: 
É um meio táctico de grupo que tem por objectivo criar superioridade numérica 
através de ataques sucessivos ao espaço da defesa, na direcção da baliza e com 
passe rápido ao colega do posto contíguo. 
 
 Cruzamento: 
Este meio táctico consiste no ataque ao espaço entre dois defesas na direcção do 
defesa impar cruzando a zona de actuação de parceiro e passando-lhe a bola após 
a intersecção das trajectórias. 
 
 
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 DEFESA: 
 
 Protecção da baliza; 
 Recuperação da bola; 
 Incomodar a progressão do adversário; 
 Equilíbrio entre largura e profundidade; 
 Interrupção das acções ofensivas do adversário. 
 
 
Objectivos: 
 
DEFESA INDIVIDUAL 
 
COMPONENTES CRITICAS 
 
 Responsabilização individual (cada defesa assume a marcação do seu 
adversário pessoal); 
 Procurar o enquadramento defensivo que possibilite o melhor 
acompanhamento das acções ofensivas dos atacantes, situando-se na 
posição base entre estes e a baliza, com as costas viradas para o centro 
da própria baliza; 
 Regular a distância de marcação do opositor directo conforme a posição 
própria no terreno e a posição da bola. Em situação de defesa contra o 
portador da bola o defensor pode recuar até à linha de lançamento livre, a 
partir desta linha o portador da bola deve estar marcado de perto. 
 
DEFESA ZONA 
 
Defesa zona 
Tem como base os princípios da acção colectiva. Todos os jogadores têm um 
espaço seu onde devem defender. A largura e a profundidade do sistema defensivo 
deve depender do plano táctico. 
 
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Considerações fundamentais: 
 Ser compacta. 
 Ter largura, de modo a impossibilitar o adversário de passar a bola. 
 Ter profundidade, de modo a obrigar o adversário a jogar longe da baliza, 
diminuindo as possibilidades de concretização. 
 Ser elástico, ou seja, mudar rapidamente de largura e profundidade. 
 
Os sistemas defensivos dividem-se conforme o números de linhas em que os 
jogadores estão colocados: 
 
1° sistema de defesa - 6:0 
2° sistema de defesa - 5: 1 
3° sistema de defesa - 4:2 
4° sistema de defesa - 3:2: 1 
5° sistema de defesa - 3:3 
 
O seguinte sistema é o único que será abordado nesta Unidade Didáctica, devido ao 
grau de dificuldade apresentado pelos restantes. 
 
1° Sistema defensivo 6:0 - É um sistema compacto, tem largura, mas é pouco 
profundo. 
Os jogadoresencontram-se todos na mesma linha, junto à linha dos 6 metros ( 1 a 
linha defensiva). Esta defesa é utilizada normalmente quando os adversários têm 
bons jogadores extremos e bons pivôs, e não têm bons rematadores de 9 metros. 
 
 
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RECURSOS MATERIAIS 
 
O material a utilizar nesta Unidade Didáctica será o seguinte: 
 
- do Espaço Exterior: 
 
 36 Bolas de borracha; 
 Coletes; 
 Sacos/rede de transporte; 
 Balizas; 
 Pinos. 
 
- do Pavilhão: 
 
 13 Bolas de Borracha; 
 8 Bolas de Couro; 
 Coletes; 
 Pinos; 
 Cordas de Saltar; 
 Balizas; 
 Saco de transporte de bolas. 
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AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM 
 
Avaliação Inicial 
(Vide Plano Geral de Avaliação, Projecto de Avaliação Inicial e Relatório de 
Avaliação Inicial) 
 
Avaliação Sumativa 
(Vide Plano Geral de Avaliação, Projecto de Avaliação Sumativa e Plano Anual de 
Turma.) 
 
Avaliação Formativa 
(Vide Plano Geral de Avaliação, Projecto de Avaliação Formativa e Plano Anual de 
Turma.) 
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BIBLIOGRAFIA 
 
 
Bárcenas, D.; Román, J.; - Balonmano: Técnica y metodologia. Gymnos Editorial, 
Madrid, 1991. 
 
Costa, M.; Costa, A.; - Manual de Educação Física 10º/11º/12º anos. Areal Editores, 
Porto, 1998. 
 
Fritz; Hattig, P.; - Colecção Cultura e Tempos Livres: Andebol. Editorial Presença, 
Lisboa, 1985. 
 
Garcia, J.; - Balonmano: Fundamentos y etapas de aprendizage. Gymnos Editorial, 
Madrid, 1990. 
 
Kosler, H.; - Hándbol: Del aprendizage a la competencia. Editorial Kapelusz, Buenos 
Aires, 1976. 
 
Pais, S.; Romão, P.; - Manual de Educação Física 7/8/9º anos. Porto Editora, Porto, 
Sem data. 
 
Ribeiro, M.; - O Ensino do Andebol na Escola. Câmara Municipal de Oeiras Divisão 
de Fomento de Desporto, Oeiras, 1998. 
 
Stein, H.; Federhoff, E.; - Handbol: Técnica/Táctica/Entrenamento. Editorial Stadium, 
Buenos Aires, 1975. 
 
 
 
 
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DOCUMENTAÇÃO CONSULTADA 
 
Cartaxo, António; - Documento de apoio: Bloco de Andebol. FMH, Cruz Quebrada, 
1997. 
 
Volossovitch, Anna; - Propedêutica das Actividades Desportivas: Andebol 
Documentação de apoio. FMH, Cruz Quebrada, Sem data.

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