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LUDICIDADE 
Uma ferramenta facilitadora para aprendizagem 
 
 
Caroline Daniel de Araujo 
Marilene Souza Alves Alexandre 
Professor Orientador: Ana Jandira Nascimento Gonçalves 
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI 
Licenciatura em Pedagogia (PED1557) – Trabalho de Graduação 
30/10/2019 
 
 
RESUMO 
 
Esse trabalho de graduação baseia-se em despertar o interesse sobre a ludicidade no 
desenvolvimento cognitivo e social infantil no campo educacional. Tem como objetivo a reflexão 
do lúdico como metodologia de ensino através de brinquedos, jogos e brincadeiras, que 
promove na criança o desenvolvimento em todos os aspectos. E por intermédio dos estágios I, II 
e II, de acordo com a análise efetuada no C.M.E.I. Maria Lopes da Silva-Dona Pequena e 
Escola Municipal Etelvina de Souza Pereira, através de pesquisas, observações, entrevistas e 
informações coletadas, foram possíveis ressaltar a importância do papel da escola, equipe 
gestora, professores, pais, alunos e toda a comunidade escolar para o desenvolvimento integral 
da criança, para assim se conhecer e refletir os efeitos das ações pedagógicas e as 
contribuições das atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem. Consequentemente 
a ludicidade é um método em que se aprende de maneira natural e significativa, podendo 
afirmar que brincando se aprende, pois as atividades lúdicas vivenciadas na infância 
influenciam diretamente o nosso caráter, personalidade, socialização e as escolhas que fizemos 
e faremos ao longo de nossa vida. 
 
Palavras-chave: Ludicidade; Aprendizagem; Educação. 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Partindo da área de concentração Metodologia de Ensino escolheu-se o tema Ludicidade, 
onde oportuniza o aprofundamento teórico acerca do assunto. O estudo realizado tem por objetivo 
aumentar a prática de atividades lúdicas em sala de aula, estimular através de jogos recreativos a 
curiosidade da criança para que ela aprenda brincando, desenvolver atividades interativas (músicas, 
dança de roda, entre outros) que desenvolvam a afetividade e a socialização. Além de realizar 
atividades individuais com a finalidade de desenvolver a concentração e a imaginação da criança, 
companheirismo e união entre elas, promovendo através de brincadeiras momentos de lazer e assim 
melhorar o relacionamento entre educador e educando. 
2 
 
Tem-se como intuito, promover uma reflexão crítica sobre o saber e o fazer do professor, 
conceituar as diferentes áreas do conhecimento e suas concepções didáticas, estabelecendo uma 
relação entre a reflexão e a prática do processo do trabalho docente. 
 
Diante da realidade escolar como síntese das relações econômicas, sociais, culturais e 
políticas escolheu-se o tema Ludicidade, por ser uma forma simples e natural de comunicação, pois 
através de brincadeiras, jogos e brinquedos é possível desenvolver o lado cognitivo, motor, 
emocional e social nas crianças. Além do mais, se pode afirmar que brincando se aprende e que a 
metodologia abordada foi qualitativa, por apresentar nesse trabalho entrevistas, observações, coletas 
de informações que contribuíram para as regências, entre outros. 
 
Na primeira parte do trabalho, discutiu-se o conceito de ludicidade, onde foi dialogado 
sobre as intenções das atividades lúdicas, cabendo à escola e ao professor inserir brincadeiras no 
cotidiano escolar e preparar aulas dinâmicas, que além de divertir ajudam a superar as dificuldades 
de aprendizagem, sendo que essas ações devem contribuir para o desenvolvimento da criança e que 
é preciso de conhecimento e o preparo pedagógico. 
 
A seguir, relatou-se como a ludicidade deve ocorrer na etapa da Educação Básica e a 
importância da mesma ser desenvolvida desde a Educação Infantil, visto que o lúdico propicia as 
crianças uma série de desenvolvimentos favoráveis que vai desencadeando seu aprendizado, ajuda a 
vivenciar fatos e favorecer aspectos cognitivos. Com a Ludicidade, a criança também pode 
expressar seus sentimentos, dúvidas e alegrias, descobrir as regras do jogo, as emoções, 
sentimentos, novos conhecimentos e viver melhor socialmente, proporcionando as crianças novos 
conhecimentos, habilidades, pensamento e entendimento lógico, sendo recurso útil para uma 
aprendizagem diferenciada e significativa. 
 
Na sequência, descreveram-se fatores que interferem nas práticas lúdicas e o papel do 
gestor neste processo, pois na perspectiva da ludicidade há relevância do papel do Gestor Escolar no 
planejamento pedagógico das atividades lúdicas. O gestor é considerado agente de transformação 
do meio escolar em que trabalha e deve disponibilizar para sua equipe bons materiais para pesquisa, 
fazer parceria com recursos humanos da comunidade, investir na formação continuada dos 
professores e demais funcionários da escola, para assim trabalhar de forma dinâmica o brincar no 
meio educacional. Portanto, essa participação do gestor ajuda os professores a se sentirem mais 
preparados para trabalhar com seus alunos, garantindo assim, o desenvolvimento em cada fase da 
criança. 
3 
Finalmente, serão apresentadas as considerações finais que descrevem todos os processos 
de descobertas e experiências vividas no desenvolver dos estágios supervisionados, que é essencial 
na formação acadêmica, construção não apenas profissional, mas também pessoal, uma vez que 
possibilita a reflexão da importância da Ludicidade como Metodologia de Ensino, utilizada como 
mediação para aquisição do conhecimento, em todos os aspectos do meio educacional. 
 
Esse trabalho traz ainda a lista de referências de vários autores usadas para sua elaboração, 
com título, edição, local, editora e data da publicação, pois esses elementos são essenciais e 
indispensáveis em qualquer trabalho, ao estabelecer convenções e apresentação de informações de 
documentos originais na forma exata, precisa e completa. 
 
2 LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
Na Educação Infantil, a brincadeira é um meio para a criança socializar e desenvolver-se 
como pessoa. De acordo com o RCNEI (BRASIL, 1998), a prática lúdica na educação infantil não 
deve ser considerada como um simples passa tempo; também não se restringe à mera diversão, pois 
é no brincar que a criança aprende e se desenvolve de maneira prazerosa. 
 
Na Educação Infantil por intermédio do brincar a criança se comunica, desenvolve-se e 
reproduz seu cotidiano. Mediante a brincadeira, ela aprende melhor e se socializa com facilidade, 
pois é brincando que as crianças constroem o mundo das ideias abstratas, vivenciam experiências 
que enriquecem o seu conhecimento real e povoam a sua imaginação com elementos da fantasia. 
 
“O lúdico influencia muito no desenvolvimento da criança. É através do lúdico que a criança 
aprende a agir, sua curiosidade é estimulada, adquire iniciativa e autoconfiança, proporciona o 
desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração”. (VYGOTSKY, 1988, p. 81). 
 
Conforme Brasil (2001, p. 22): “brincar é umas das atividades fundamentais para o 
desenvolvimento da identidade e da autonomia”. É brincando que a criança descobre coisas novas e 
conhece mais sobre si mesma e sobre o mundo ao seu redor. De acordo com Rau (2012), a 
ludicidade se define pelas ações do brincar que são organizadas em três eixos: o jogo, o brinquedo e 
a brincadeira. Ensinar por meio da ludicidade é reputar que a brincadeira faz parte da vida do ser 
humano e que, por isso, traz referências da própria vida do sujeito. 
4 
Por intermédio da brincadeira, as crianças desenvolvem habilidades como a atenção, a 
memória, a imaginação e a criatividade. O lúdico é extremamente importante para o 
desenvolvimento da criança. É por meio do lúdico que ela se prepara para a vida, adaptando-se ao 
mundo e aprendendo a disputar, trabalhar em grupo e relacionar-se com outras pessoas ao seu redor. 
Além de proporcionar prazer e diversão, o jogo, o brinquedo e a brincadeira podem retratar umdesafio e incitar o pensamento reflexivo da criança. 
 
Na prática lúdica, a criança explora o ambiente, experimenta-o concretamente, 
desencadeando o seu desenvolvimento intelectual, sócio afetivo e psicomotor. Brincar é uma práxis 
muito rica, pois desperta na criança a imaginação, a construção da linguagem, a compreensão de 
regras sociais e autoconhecimento, complementando o aprendizado e favorecendo o 
desenvolvimento emocional das crianças. 
 
De acordo com Luckesi (2007), a compreensão sobre as atividades lúdicas, especialmente 
sobre a sua constituição sócio histórico e sobre os seus papéis na vida humana, tem origem em 
diversas áreas do conhecimento. Assim, existe uma história do brinquedo, uma sociologia do 
brinquedo, um estudo folclórico do brinquedo, um estudo psicológico do brinquedo entre outros que 
são de grande relevância para compreender o papel e o uso das atividades lúdicas na vida humana. 
 
Conforme Luckesi (2007, p.20): “uma educação lúdica tem na sua base uma compreensão 
de que o ser humano é um ser em movimento permanentemente construtivo de si mesmo”. 
Pensando no ser humano dessa maneira temos um ser em mudança, que possui o potencial sobre si, 
e não como um ser impotente a ser construído pela escola e a quem será ditado o que fazer e como 
fazer. 
 
[...] a criança desenvolve-se num meio distante do lúdico [...] onde o que é mais importante 
é estudar, aprender, adquirir conhecimentos, desenvolver habilidades, estimular as 
inteligências, visando aos objetivos alheios aos seus interesses. A brincadeira não é um 
mero passatempo, ela ajuda no desenvolvimento das crianças, promovendo processos de 
socialização e descoberta de mundo. (MALUF, 2003, p. 32). 
 
As atividades lúdicas não desenvolvem apenas o intelecto da criança, mas também atuam 
como instrumento para conhecer o mundo, os objetos e para entender o comportamento humano, os 
papéis que desempenham, como se relacionam e os hábitos culturais. 
 
A ludicidade na educação possibilita situações de aprendizagem que contribuem para o 
desenvolvimento integral da criança, mas deve haver uma dosagem entre a utilização do 
lúdico instrumental, isto é, a brincadeira com a finalidade de atingir objetivos escolares, e 
também a forma de brincar espontaneamente, envolvendo o prazer e o entretenimento,neste 
último, o lúdico essencial. (MARIA et al, 2009, p. 08). 
 
5 
No mundo lúdico a criança passa a criar uma situação imaginária, como forma de satisfazer 
seus desejos não concretos. Ela brinca por sentir-se necessária em agir com relação ao mundo dos 
adultos e não apenas ao universo dos brinquedos que ela tem acesso. Toda situação imaginária é 
quase que irracional, e não requer regras de comportamento sobre aquilo que está sendo 
representado. 
 
Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da 
autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo poder se comunicar por meio de gestos, 
sons e mais tarde, representar determinado papel na brincadeira, faz com que ela 
desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras, as crianças podem desenvolver algumas 
capacidades importantes, tais como a atenção, a interação, a memória, a imaginação. 
Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação, da 
utilização e da experimentação de regras e papéis sociais. (LOPES, 2006, p.110) 
 
Os brinquedos auxiliam as crianças a crescerem de modo saudável, seja física, social, 
emocional ou intelectualmente. Segundo Aranha (1996), a atividade lúdica privilegia o significado 
funcional do jogo e do brinquedo para o desenvolvimento sensório motor e inventa métodos para 
aperfeiçoar as habilidades. Materiais destinados a despertar a representação da forma, da cor, do 
movimento e da matéria, percebe-se que a brincadeira é a melhor maneira de se comunicar, um 
meio para perguntar e explicar, um instrumento que a criança tem para se relacionar com outras 
crianças. 
 
O movimento, para a criança pequena, significa muito mais que mexer partes do corpo ou 
deslocar-se no espaço. A criança se expressa e se comunica através de seus gestos e 
mímicas, e interage utilizando fortemente o apoio de seu corpo. Quanto menor a criança, 
mas ela precisa de adultos que interpretem o significado de seus movimentos e expressões, 
auxiliando-a na satisfação de suas necessidades. À medida que a criança cresce, a aquisição 
de novas habilidades possibilita que ela atue de maneira mais independente, ganhando 
maior autonomia em relação aos adultos. (BRASIL, 1998, p.18, vol. 03). 
 
A ludicidade é um método que tem valor educacional ínsito e além desse valor, tem sido 
utilizada como recurso pedagógico. Senso assim, diversos são os motivos que levam os professores 
a utilizarem as atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem. De acordo com Oliveira a 
ludicidade demonstra: 
 
[...] um recurso metodológico capaz de propiciar uma aprendizagem espontânea e natural. 
Estimula à crítica, a criatividade, a sociabilização. Sendo, portanto reconhecido como uma 
das atividades mais significativas – senão a mais significativa – pelo seu conteúdo 
pedagógico social. (OLIVEIRA, 1985, p. 74). 
6 
Desta maneira é brincando que as crianças aprendem muito sobre o mundo que as cerca e 
elas têm a oportunidade de procurar a melhor maneira de se integrar a esse mundo que visualizam 
ao nascer. A partir das práticas lúdicas que a criança renuncia o seu mundo de necessidades e 
constrangimentos, e se desenvolve, criando e adaptando uma nova realidade a sua personalidade. 
 
A ludicidade é uma necessidade do ser humano em qualquer idade e não pode ser vista 
apenas como diversão. O desenvolvimento do aspecto lúdico facilita a aprendizagem, o 
desenvolvimento pessoal, social e cultural, colabora para uma boa saúde mental, prepara 
para um estado interior fértil, facilita os processos de socialização, comunicação, expressão 
e construção do conhecimento. (SANTOS, 2007, p.12) 
 
Entretanto, Duprat (2014), apreende que a ludicidade no contexto escolar é muito mais do 
que um procedimento de ensino, é uma oportunidade de oferecer ao aluno a descoberta e a 
construção livre de seu caráter e de um olhar crítico com o meio em que vive, formando, assim, sua 
personalidade. 
 
De acordo com Rau (2012), na perspectiva de Piaget sobre o lúdico, a criança brinca e 
descobre os objetos livremente e desde cedo as crianças lidam com aspectos de prazer. Com isso, a 
aprendizagem não é um peso, mas um recurso de satisfação e desenvolvimento. 
 
O lúdico como recurso pedagógico direcionado às áreas de desenvolvimento e 
aprendizagem pode ser muito significativo no sentido de encorajar as crianças a tomar 
consciência dos conhecimentos sociais que são desenvolvidos durante o jogo os quais 
podem ser usados para ajudá-las no desenvolvimento de compreensão positiva da sociedade 
e na aquisição de habilidades. (RAU, 2012, p.110). 
 
O emprego de atividades lúdicas como método pedagógico pode contribuir para a formação 
integral e total da criança. A ludicidade no contexto educacional é composta por atividades 
significativas que estão conforme as necessidades delas e de forma integrada, associando-se à sua 
realidade sociocultural no processo de construção e elaboração do conhecimento. 
 
FIGURA 1 - TRABALHANDO O PALADAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
FONTE: Arquivo pessoal da acadêmica 
 
3 O LÚDICO NOS ANOS INICIAIS 
 
O lúdico incide essencialmente em agradar a criança, evidenciando o verdadeiro, o visível, 
pegando, movendo, construindo e desfazendo. Ou seja, o intuito é o prazer que se desfruta no 
decorrer da brincadeira, com isso, permite-se um melhor desenvolvimento intelectual e propicia 
aprendizagem e o convívio entre os colegas. 
 
As atividades lúdicas podem colocar o aluno em diversas situações, onde ele pesquisa e 
experimenta, fazendo com ele conheça suas habilidades e limitações, que exercite odiálogo, liderança seja solicitada ao exercício de valores ético e muitos outros desafios que 
permitirão vivências capazes de construir conhecimentos e atitudes. (DOHME, 2003, p.13). 
 
 O lúdico em sala de aula desenvolve a curiosidade e que para isto ocorra, é necessário que o 
professor além de aguçar e entusiasmar, também deve acompanhar o desenvolvimento das 
atividades, pois trabalhar com o lúdico nos Anos Iniciais é muito importante e se aplicado à 
matemática pode contribuir para o aprendizado mais significativo. 
 
[...] a introdução de jogos nas aulas de matemática, é a possibilidade de diminuir bloqueios 
apresentados por muitos de nossos alunos que temem a matemática e sentem-se 
incapacitados para aprendê-la. Dentro da situação de jogo, onde é impossível uma atitude 
passiva, e a motivação é grande, notamos que, ao mesmo tempo em que esses alunos falam 
matemática, apresentam também um melhor desempenho e atitudes mais positivas frente a 
seus processos de aprendizagem. (BORIN, 1996, p.15). 
 
A prática educacional não deve limitar-se apenas em passar conteúdos, mas explorar e 
conhecer assuntos no qual preparara o aprendiz para o mercado de trabalho, deve existir nas aulas o 
incentivo e a busca de atividades que vai além da escola, ou seja, deve gerar conhecimento racional 
progressista, um conhecimento que extingue a memorização de fórmulas e cálculos predefinidos. 
Porém, a resistência a este novo modelo de educação ainda é um tabu a ser quebrado para que o 
novo sistema educacional funcione corretamente. A essa nova cultura da educação inclui-se a 
aplicação do lúdico para o desenvolvimento racional e interativo da criança com a disciplina. 
 
Borin (1996), ressalta que o jogo tem papel importante no desenvolvimento de habilidades 
de raciocínio como organização, atenção e concentração, necessárias para o aprendizado, em 
especial da Matemática, e também para a resolução de problemas em geral. O jogo favorece o 
desenvolvimento da linguagem, criatividade e raciocínio dedutivo. Além disso, as habilidades 
envolvidas na elaboração de uma estratégia para vencer o jogo, que exigem tentar, observar, 
8 
analisar, conjecturar e verificar, compõe o raciocínio lógico, importante para o ensino da 
Matemática. 
 
[...] a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança, sendo, 
por isso, indispensável á prática educativa. O jogo é, portanto, sob suas duas formas 
essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, uma assimilação do real á 
atividade própria, fornecendo a este seu alimento necessário e transformando o real em 
função das necessidades múltiplas do eu. (PIAGET, 1976, p. 37). 
 
A participação do professor é importante, pois ele vai criar o espaço para as atividades, 
oferecendo os materiais adequados e intervindo como mediador. O jogo pode servir como estratégia 
metodológica, já que se usado habitualmente ajuda a desenvolver atitudes e hábitos baseados na 
solidariedade, na tolerância, no respeito e da aceitação das normas de convivência social. Brincar 
também é importante já que estimula a autoestima do professor, que como papel de mediador 
precisa ter um olhar mais atento, fundamental para garantir o enriquecimento e funcionamento das 
brincadeiras. 
 
A prática dos jogos educacionais nos Anos Iniciais pode estimular a curiosidade dos alunos 
para saber a origem dos assuntos que estudam, gerando oportunidades de entrar em contato com 
ideias de outros colegas e de propor um conflito cognitivo que os façam evoluir em suas hipóteses 
de aprendizagem. 
 
O professor deve optar por incentivar o seu aluno a raciocinar livremente em todas as 
circunstâncias. O professor deve ir de encontro de maneiras diversificadas para o ensino, onde estas 
incentivem o modo de reflexão dos alunos. As crianças estimularão seus próprios pensamentos e 
não ficará restrito a um mesmo critério, o educador deve proporcionar atividades diversificadas para 
instigar a mente do seu aluno, o qual está em desenvolvimento total, onde o aluno desenvolva 
também desejo de pensar naturalmente. 
 
O professor deve estar em constante atualização no seu modo de ensinar para que os alunos 
não fiquem entediados e caia no ensino tradicional. O aluno fica motivado com novidades e 
consequentemente, esse interesse o leva a aprender e estudar mais, mesmo que não perceba. 
 
O professor precisa conhecer a bagagem de conhecimento prévio que cada criança traz 
consigo, e agir no sentido de ampliar suas noções matemáticas, ou seja, é necessário 
respeitar a criança na sua inteligência, no seu aprendizado construído, para que a 
aprendizagem seja significativa e prazerosa. (BATISTA, 2012, p.23). 
 
9 
As atividades com o lúdico na matemática em sala de aula proporcionam muitas vantagens, 
pois, a concorrência quando sadia assegura ação e mudança, fazendo com que se descubram no 
aluno suas reais dificuldades e dúvidas, onde estes podem revelar seu desejo de vencer e para que 
isso ocorra, estão se aprimorando inclusive superando seus limites, sendo que neste contexto os 
alunos ficam fascinados com o ambiente diferente, aprendendo sem ao menos perceber. 
 
Tanto o ensino como o aprendizado da matemática deve ocorrer naturalmente sem pressão, 
onde o aluno possa participar, se animar e também produzir. Como já foi relatado, o estudo da 
matemática não deve ser restrito, como também não deve ser paralisado e muito menos com hora 
marcada. Se tal ensinamento vir de modo para engrandecer, fazendo com que o aluno se entusiasme 
e utilize sua astúcia para ser capaz de estabelecer raciocínio lógico entre outros benefícios. 
 
As noções matemáticas devem ser formadas pelos alunos de encontro com as experiências já 
vivenciadas e trocadas com os colegas no meio em que vive. São inúmeras as circunstâncias que 
exigem do aluno tais noções e com o tempo eles se aperfeiçoam cada vez mais. 
 
FIGURA 2- TRABALHANDO OS NÚMEROS DE FORMA CRESCENTE COM A DANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Arquivo Pessoal 
 
 
 
 
FONTE: Arquivo pessoal da acadêmica 
 
4 GESTÃO EDUCACIONAL E A LUDICIDADE 
 
Pode-se afirmar que o lúdico é qualquer atividade que executamos e que pode dar prazer, 
que tenhamos espontaneidade em executá-la. Brincar desperta sensações de bem-estar, liberta das 
aflições, anseios, conhece sentimentos bons e ruins, como o medo e a insegurança. O brincar auxilia 
10 
a criança a entender estes sentimentos que estão no cotidiano escolar. Brincando a criança aprende a 
lidar com o mundo, desenvolvendo sua identidade pessoal e autonomia, nos aspectos físicos, 
emocionais e sociais. “O brincar proporciona a aquisição de novos conhecimentos, desenvolve 
habilidade de forma natural e agradável. Ele é uma das necessidades básicas da criança, é essencial 
para um bom desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo”. (MALUF, 2003, p. 9). 
 
Criança que brinca, aprende mais, e o professor que se propõe a aproveitar essa ferramenta 
de aprendizagem também aprende e estará de forma diferenciada ensinando. É brincando que a 
criança atribui valor ao seu mundo, então ela deverá ter seu tempo de brincar na escola ou fora dela, 
como ressalta Piaget (1998, p. 62), “o brinquedo não pode ser visto apenas como divertimento ou 
brincadeira para desgastar energia, pois ele favorece o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e 
moral”. 
 
“Através do brincar a criança prepara-se para aprender”. (MALUF, 2003, p.21). É um 
estímulo, brincando a criança está aprendendo de forma automática e espontânea. O professor 
deverá aproveitar toda a riqueza que o lúdico oferece, pois “o brincar sempre foi e sempre será uma 
atividade espontânea e muito prazerosa, acessível a todo ser humano, de qualquer faixa etária, 
classe social ou condição econômica”. (MALUF, 2003, p.17). 
 
“É difícil alguém dizer que criança não precisa brincar, porém são raros os adultos que dão a 
seriedadeque esse momento precisa. Vale à pena lembrar que a oportunidade de brincar livremente 
por si só já traz efeitos positivos para o desenvolvimento das crianças”. (MALUF, 2003, p. 13). 
Portanto, mostra-se a importância do lúdico na fase de aprendizagem dos alunos, é claro que todo 
esse processo deve ser feito de forma que o aluno aprenda aquele determinado assunto, a inclusão 
da brincadeira serve para facilitar a assimilação das informações. 
 
Campos (2011), revela que o jogo, nas suas diversas formas, ajuda no processo ensino-
aprendizagem. O brinquedo é um dos elementos mais importantes da atividade na infância, toda 
criança precisa brincar, jogar, criar, e inventar para manter seu equilíbrio com o mundo, por isso a 
inclusão e utilização dos brinquedos na prática pedagógica é uma realidade imposta ao educador. 
 
Desta forma, depois de perpassar pela importância da ludicidade, devemos fazer uma 
ligação entre professores e equipe gestora, ambos devem estar aliados para que todos os aspectos 
ligados ao aprendizado estejam aferidos e alicerçados, neste caso, com a ferramenta ludicidade. 
 
11 
É importante criar uma parceria entre escola, família e criança, a fim de mostrar os 
benefícios do ato de brincar nas diversas fases da educação, além de deixar as crianças mais alegres, 
desenvolve habilidades físicas, motoras, cognitivas entre outras. Acontece que quando as crianças 
têm esse estímulo na escola e na estrutura familiar, os benefícios são visíveis. 
 
Carneiro e Dodge, afirmam que: 
 
Ao estimular as crianças durante a brincadeira, os pais tornam-se mediadores do processo 
de construção do conhecimento. Também, ao brincar com os pais, as crianças podem se 
beneficiar de uma sensação de maior segurança e liberdade para exploração, além de se 
sentirem mais próximas e mais bem compreendidas, o que pode contribuir para o melhor 
desenvolvimento de sua autoestima e independência. (CARNEIRO; DODGE, 2007, p. 
201). 
 
Além de proporcionar o laço afetivo entre os familiares, as brincadeiras contribuem e 
fortalece a autoestima. 
 
O lúdico é um instrumento que permite a inserção da criança na cultura, por meio do qual 
podem permear suas vivências internas com a realidade externa. É um facilitador para a 
interação com o meio, embora seja muito pouco explorado. O brincar é uma atividade 
culturalmente definida e representa uma necessidade para o desenvolvimento infantil. 
Historicamente, o homem sempre brincou, por meio dos diversos povos e culturas e no 
decorrer da história, mas ao longo do tempo, as formas de brincar, os espaços e os tempos 
de brincar, os objetos foram se transformando. As brincadeiras na rua, em casa e na escola, 
e as festas, são parte profundamente significativa para a inserção no universo social. Com o 
brincar, se faz o processo de humanização ética da criança, por isso, deve ser utilizado para 
o desenvolvimento das crianças, tanto em casa, como na escola, principalmente por isso 
deve haver parceria entre pais e escola. (DIAS, 2013, p. 06). 
 
Conforme destaca em seu blog, a especialista em educação Heloísa Lück (2018), a gestão 
escolar relaciona-se a uma atuação que foca em promover a organização, mobilização e articulação 
das condições essenciais para garantir o avanço do processo sócio educacional das instituições de 
ensino e possibilitar que elas promovam o aprendizado dos estudantes de forma efetiva. 
 
Quando o gestor procura observar as necessidades e particularidades como um todo no 
âmbito educacional em que está inserido, ele consegue uma administração com êxito no 
desenvolvimento escolar e dessa forma torna-se mais viável soluções práticas para as ações e metas 
que tem em vista, sempre com foco no bom andamento do meio escolar e suas atribuições. 
 
Para tanto, ele necessita ter habilidade de gerenciamento desde o plano pedagógico às 
questões financeiras, só assim ele consegue desenvolver bem sua função, mantendo uma boa 
relação com os segmentos que compõe uma gestão escolar. A fim de integrar os setores para o 
desempenho comum, ele deve motivar as equipes na busca de seus objetivos, orientando o próximo 
12 
passo para o desenvolvimento e fortalecimento da participação dos pais no processo ensino 
aprendizagem com eficácia. 
 
Tendo isso em vista, cada instituição de ensino deve planejar e executar sua proposta 
pedagógica, administrar os recursos materiais da instituição, zelar pelo ensino-aprendizagem, neste 
contexto buscando o lúdico e promover a integração entre a instituição e a comunidade. 
 
5 MATERIAL E MÉTODOS 
 
Para alcançar os objetivos propostos nesse trabalho, optou-se primeiramente por uma 
pesquisa bibliográfica, tendo como material consultado: livros, artigos, sites da internet, entre outras 
fontes, sendo utilizado o conhecimento disponível de teorias publicadas em livros ou obras 
congêneres. Além disso, foi levantado o conhecimento disponível na área, identificando as teorias 
produzidas, analisando-as e avaliando sua contribuição para melhor compreender ou explicar o 
problema, objetivo de investigação. 
 
A classificação dessa pesquisa, quanto à abordagem, determina que é do tipo qualitativa. Os 
estudos que aplicam uma pesquisa qualitativa podem demonstrar o quão complexo é um 
determinado problema, além de analisar as variáveis e detalhar os processos dinâmicos por grupos 
sociais específicos. Segundo Bicudo (2004 apud LEONEL; MOTTA 2007, p. 106), “a abordagem 
qualitativa está mais preocupada com a generalização, relacionada com o aspecto da objetividade 
passível de ser mensurável, permitindo uma ideia de racionalidade, como sinônimo de 
quantificação”. 
 
E segundo D’Ambrosio (2004 apud LEONEL; MOTTA 2007, p. 108): 
 
A pesquisa qualitativa requer do pesquisador uma atenção muito maior às pessoas e às suas 
ideias, procurando fazer sentido de discursos e narrativas que estariam silenciosas, tendo 
como foco entender e interpretar dados e discursos, mesmo quando envolve grupos de 
participantes e ficando claro que ela (a pesquisa qualitativa) depende da relação entre o 
observador e o observado. 
 
No Estágio I trabalhamos com projeto de intervenção abordando o tema Cinco Sentido 
sutilizando a história João e o Pé de Feijão. O tema Cinco Sentidos busca propor discussão entre as 
crianças conhecendo-os através de experimentos, vivências. Visto que com esse pressuposto a 
serem estudados, as crianças passam a conhecer as suas próprias limitações, as diversidades desses 
13 
sentidos e suas contribuições para seu conhecimento, favorecendo a construção da identidade 
pessoal e construindo uma perceptiva de projeto devida. 
 
Já a realização do Estágio II, aplicamos o plano de aula nas disciplinas: Língua Portuguesa, 
Matemática e Ciências, trabalhando de maneira interdisciplinar, privilegiando a Alfabetização. 
 
O Estágio III foi realizado na gestão escolar onde se cumpriu um cronograma de 
observações que possibilitou coletar informações referentes à Gestão Educacional. Teve como 
objetivo conhecer e saber como funciona uma direção, abordando assuntos como rotina, problemas 
e soluções, analisando a importância que a gestão atribui à ludicidade. 
 
6 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
O estágio é um dos momentos importantes para a formação profissional do acadêmico, e é 
nesse exato momento que o futuro profissional tem a oportunidade de vivenciar na prática a 
realidade profissional em que será inserido, aplicando as teorias adquiridas no tempo em que esteve 
na universidade, estabelecendo assim, um paralelo entre teoria e prática. 
 
O Estágio Obrigatório do Curso de Licenciatura em Pedagogia é um componente curricular 
que coloca o acadêmico em contato direto com a realidade educacional. Assim sendo, todo o 
estágio teve uma carga horária obrigatória de 300 horas. 
 
A realização do estágio I em Docência na Educação Infantil foi vivenciada na C.M.E.I. 
Maria Lopes da Silva (D. Pequena),situada na Rua Pedro Manoel Soares, s/n município de 
Imbituba, Estado de Santa Catarina. A realização deste ocorreu na Turma do Infantil 02, composta 
por vinte e quatro alunos, que tem como professora regente, Guiomar Tavares de Carvalho. 
 
As regências ocorreram da melhor maneira possível, foi bem aceita pelas crianças e pela 
professora. Teve plena participação das crianças que se mostraram atentas nas aulas realizadas, 
desenvolveram as atividades sem muita dificuldade, demonstrando interesse. 
 
Já a realização do estágio II em Docência nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com 
carga horária obrigatória de 100 horas, foi vivenciada na Escola Municipal Etelvina de Sousa 
Pereira, situada na Rua Pedro Manoel Soares, s/n município de Imbituba, Estado de Santa Catarina. 
A realização deste ocorreu em uma turma do 1° ano do Ensino Fundamental, composta por 21 
14 
alunos que tem como professora regente Josiane Natalia Pacheco. 
 
Durante o período de regências, os alunos demonstraram uma boa receptividade e interação, 
que aumentou gradativamente, resultando em um relacionamento de parceria no final das 
atividades. Eles espontaneamente ou mesmo estimulados, aceitaram e participaram de todos os 
trabalhos e atividades pedagógicas como: dançar, jogar, identificar a letra, indo até o quadro, entre 
outros. Visto que o feedback dos alunos, foi a resposta de que a ludicidade, além de ser divertida, 
espontânea e natural, traz uma aprendizagem significativa de fato. 
 
A realização do Estágio III, sobre Gestão Educacional que foi vivenciada novamente na 
C.M.E.I. Maria Lopes da Silva (D. Pequena). Cumpriu-se um cronograma de observações que 
possibilitou coletar informações referentes à Ludicidade na visão da Gestão Educacional, com o 
objetivo de elaborar um roteiro de entrevista. No entanto as observações e as entrevistas ocorreram 
diretamente com a Gestora Escolar Josimary N. Gonçalves e com a Coordenadora Pedagógica 
Adriana Fornasa. 
 
Foi possível constatar que a gestão do C.M.E.I. Maria Lopes da Silva é uma Gestão 
Democrática, por sua interação com a comunidade escolar ao observar que, Direção e a 
Coordenação Pedagógica fazem um trabalho conjunto, conseguindo resultado positivo a todos que 
fazem parte do quadro da instituição, bem como aos pais dos alunos. 
 
Quando foram questionadas sobre o lúdico na educação infantil, obtivemos como resposta, 
que o lúdico é a base da prática pedagógica, e a instituição visa em trabalhá-lo através de projetos 
focados nas vivências dos alunos, desenvolvendo assim os aspectos cognitivos, físicos, 
psicológicos, motores e sociais. 
 
Durante a infância, o lúdico atua como um papel fundamental na formação e no 
desenvolvimento da criança. Brincar é essencial para a criança, pois é assim que ela descobre o 
mundo e como as coisas funcionam em sua volta. 
 
7CONCLUSÃO 
 
Ao refletir sobre a importância da Ludicidade como Metodologia de Ensino no cotidiano das 
atividades escolares, foi possível compreender que a espontaneidade das brincadeiras é fundamental 
para que a criança compreenda conceitos importantes que servirão de base para a vida toda, e que 
15 
toda criança possui a necessidade de descobrir o mundo por meio de brinquedos, jogos e 
brincadeiras, proporcionando novos conhecimentos, habilidades, pensamento e entendimento 
lógico, sendo recursos úteis para uma aprendizagem diferenciada e significativa. 
 
O lúdico torna o ensino divertido, agradável, prazeroso e ao mesmo tempo rico em 
conhecimento e que auxilia no desenvolvimento integral da criança, uma vez que amplia o seu lado 
cognitivo, motor, emocional e social. 
 
Mas, para que a prática lúdica se torne realidade no contexto escolar de forma satisfatória, é 
imprescindível que os professores compreendam a importância da brincadeira e suas implicações 
para organizar o processo educativo de modo mais positivo e que possam inserir as brincadeiras em 
suas aulas, superando as dificuldades de aprendizagem, promovendo um ambiente propício para que 
a criança possa explorar e desenvolver características próprias da ludicidade. 
 
Uma educação de qualidade pode mudar uma nação. Ela é o principal ponto para atacar os 
problemas que ferem nossa sociedade, como saúde, segurança, pobreza e desigualdade. A educação 
como ferramenta para a construção de um mundo melhor, aliada à arte para uma verdadeira 
transformação social. O período escolar, ainda mais o ensino infantil, é uma das fases mais 
importantes na vida de uma pessoa, por isso, o papel do pedagogo é fundamental no andamento das 
atividades na educação infantil, pois ele é o mediador entre a criança e o conhecimento. 
 
Foram muitos desafios enfrentados, entretanto sabíamos que teríamos de mostrar a todos os 
caminhos a serem seguidos nessa nova dinâmica de aprendizagem. A pedagogia ofereceu a 
instrução necessária para que nos tornássemos pessoas capazes de ver, compreender e ensinar. 
Finalizamos essa trajetória com um desejo enorme de transformar a sociedade, porque o verdadeiro 
pedagogo acredita que a educação é a chave para promover as verdadeiras transformações sociais. 
 
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