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Knuttgen e Kraemer, (1987) É a capacidade máxima que um músculo 
ou grupo muscular pode gerar a uma velocidade específica ou 
determinada. 
 
Bompa, (2002) A força máxima é a mais alta força que o sistema 
neuromuscular pode executar durante uma contração voluntária 
máxima e é demonstrada pela carga mais alta que o indivíduo pode 
levantar em uma tentativa. 
 
Bosco, (2007) A força máxima, por sua vez, deve ser entendida como 
uma forma de manifestação que influencia todos aos outros 
componentes de produção de força. 
• Decúbito ventral, com as mãos apoiadas no solo, com uma 
distância de 10 a 20 cm a partir da linha dos ombros, com os 
dedos voltados para frente. 
• O posicionamento das mãos sobre o solo não deve ser acima da 
linha dos ombros e, na posição inicial do movimento, o rosto 
deve permitir um alinhamento adequado entre o tronco e as 
pernas 
• Posição inicial os indivíduos posicionados em decúbito dorsal 
sobre um colchonete, com os pés fixos e posicionados sobre o 
solo, estando os calcanhares unidos e a uma distância de 30 a 
45 cm do quadril, com os dedos das mãos entrelaçados atrás da 
cabeça. 
• Os cotovelos deveriam tocar os 
 joelhos na flexão anterior da 
 coluna e cada repetição foi 
 contada no momento em que 
 o sujeito retornasse à posição 
 inicial. 
• Contabiliza-se o máximo de 
 repetições realizadas corretamente no tempo de 1 minuto. 
• Posição em decúbito dorsal sobre um colchonete, com flexão de 
joelhos e quadris, estando as pernas (gastrocnêmicos) apoiadas 
sobre um banco com altura de 46 cm e os braços cruzados à 
frente do corpo, tendo as mãos fixadas nos ombros do lado 
contrário. 
• O movimento de flexão anterior da coluna foi realizado até que os 
cotovelos encostassem a porção anterior da coxa (quadríceps), 
sendo que uma repetição foi contabilizada quando o sujeito 
retornasse à posição inicial. 
• Contabiliza-se o máximo de repetições possíveis no tempo de 2 
minutos 
 
• 1RM ou Ação Muscular Voluntária Máxima 
• Repetições Máximas (60 - 80% de 1RM) 
• Resistência de Força (6 e 20 Repetições) 
• Isométrico 
1. Aquecimento geral de 3-5 minutos de atividade leve envolvendo os 
músculos a serem testados. 
2. Série específica de aquecimento de 8 repetições a aproximadamente 50% 
da 1-RM estimada. 
3. Série de 3 repetições a 70% da 1-RM estimada. 
4. Os levantamentos subsequentes são repetições simples com cargas 
progressivamente mais pesadas até a fadiga 
5. O intervalo de descanso entre as séries deverá ser entre três e cinco 
minutos. 
6. O número ótimo de repetições únicas varia de três a cinco. 
Metodologia: 3 tentativas para levantar a maior carga possível para a ação 
excêntrica, com pausa de 3 minutos entre elas e aumentos sucessivos da 
carga. 
Metodologia: Determinar a carga de 1RMcon e calcular 60% desse valor. 
Após um suficiente período de recuperação (4 a 5 min), realizar o máximo de 
repetições possíveis com tal carga até a falência voluntária. 
Metodologia: Verificar a maior carga possível para realizar 6RM e 20RM. Os 
membros podem ser avaliados de forma unilateral. 
Metodologia: Realizar 3 ou 4 tentativas de contrações máximas, no ângulo 
articular escolhido. 
 
As contrações devem ter duração 
aproximada de 5 a 6 segundos 
 
A melhor das tentativas é 
considerada para análise 
 
Fornece a força isométrica 
do membro no ângulo escolhido 
1RM - iniciados - progressivo/regressivo 
• Peso corporal 
 
 Exercício / Sexo Masculino Feminino 
Impulso de pernas (Leg) 2x Peso Corporal 1 a 1/2 Peso Corporal 
Supino 1/2 Peso Corporal 1/3 Peso Corporal 
Rosca Braços 1/4 Peso Corporal 1/6 Peso Corporal 
Flexão/Extensão joelhos 1/2 Peso Corporal 1/4 Peso Corporal 
Puxadas 2/3 Peso Corporal 1/2 Peso Corporal 
Aquecimento de 5 a 10 repetições, peso leve (40% a 60% da 
estimativa de 1RM) 
1 minuto de intervalo. Leve alongamento. 
 
Aquecimento de 3 a 5 repetições, peso moderado (60% a 80% da 
estimativa de 1RM). 
2 minutos de intervalo. 
 
Estimar um peso próximo do máximo, com o qual o praticante possa 
completar de 2 a 3 repetições, 
 
Adicionar para membros superiores de 4kg a 9kg ou 5% a 10%. 
Adicionar para membros inferiores de 14kg a 18kg ou 10% a 20%. 
Protocolo para determinação de 1RM 
Força Relativa 
 
Idade = 22 anos 
Peso do indivíduo – 85kg 
Supino 1 RM = 100kg 
Força Relativa = 100/85 = 1,18 
 
 
• Supino 
• Rosca Direta 
• Puxada Frente 
• Leg Press 
• Extensão de Joelhos 
• Flexão de Joelhos 
Classificação Excelente 
(Uchida et. all. 2005) 
(U
c
h
id
a
 e
t.
 a
ll.
 2
0
0
5
) 
 Protocolo repetições máximas de 1RM 
Adaptado de Baechle & Earle (2000). 
%1 RM Número de 
repetições 
 
 100 1 
 95 2 
 93 3 
 90 4 
 87 5 
 85 6 
 83 7 
 80 8 
 77 9 
 75 10 
 70 11 
 67 12 
 65 15 
Por onde começar uma avaliação? 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=ponto+de+interroga%C3%A7%C3%A3o&source=images&cd=&cad=rja&docid=XJGgyxbsRWmu3M&tbnid=Qe3o38dYlGL7CM:&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fmauricioromao.blog.br%2Fprevaleceu-a-logica-e-agora%2Fponto-de-interrogacao-23%2F&ei=xEPhUaLuDuzj4AOH94DgBg&bvm=bv.48705608,d.dmg&psig=AFQjCNHaboj4CEqH--CSaMfPjNXaxMPvsA&ust=1373803754349679
CONSUMO DE 
OXIGÊNIO 
DURANTE 
ATIVIDADE 
MUSCULAR. 
AJUSTES VENTILATÓRIOS DURANTE O 
EXERCÍCIO 
PA: Sistólica e Diastólica = normal 120/80mmHg 
FC: repouso e durante exercício = normal 50 a 80 bpm 
Sistólica 
(mm Hg) 
Diastólica 
(mm Hg) 
Categoria Acompanhamento 
< 120 < 80 Ótima ----- 
< 130 < 85 Normal Voltar a checar em 2 anos. 
130-139 80-89 Alta-Normal Voltar a checar em 1 ano. 
140-159 90-99 Hipertensão no (estágio 1) Confirmar dentro de 2 meses. 
160-179 100-109 
Hipertensão moderada 
(estágio 2) 
Iniciar tratamento em no 
máximo 1 mês. 
180-209 110-119 Hipertensão grave (estágio 3) 
Iniciar tratamento em no 
máximo 1 semana. 
> 210 120 
Hipertensão muito grave 
(estágio 4) 
Tratar imediatamente. 
não avaliar 
1 - Definição. 
 
2 - A escolha do teste ergométrico: 
 - objetivos 
 - população 
 - equipamentos 
 O Ergômetro (características e especificidade) 
 
Cicloergômetro (frenagem mecânica/eletromagnética) 
Esteira rolante (velocidade e inclinação) 
Remoergômetro 
Manalar 
Ergômetro para natação (natação atada) 
Outros ergômetros 
Tipos de cargas impostas em um teste. 
 
 - Contínua: 
 
 
 Crescente 
Crescente sem interrupção 
Crescente com interrupção 
Crescente tipo rampa 
TESTES DE POTÊNCIA 
AERÓBIA 
 
LIMIAR 1 OU LIMIAR VENTILATÓRIO: 
Momento onde existe um aumento não linear do lactado e CO2. 
 
LIMIAR 2 OU PONTO DE COMPENSAÇÃO RESPIRATÓRIA : 
Momento onde existe um aumento abrupto da ventilação pulmonar, a partir 
deste ponto a execução do exercício torna-se mais difícil a continuidade do 
exercício. 
 
VO2 MÁXIMO: 
É o ponto onde o consumo de oxigênio alcança um platô e não mostra 
qualquer aumento adicional (ou aumenta apenas ligeiramente) com uma 
carga de trabalho adicional. É conhecido também como potência aeróbia 
máxima. (Mc Ardle, 1991) 
TESTES EROGOESPIROMETRICOS 
Carga crescente 
variável 
Carga crescente 
Carga rampa 
Carga máxima 
Carga crescente 
VO2 
 VO2 máx. 
 VO2 pico 
Carga crescente 
VO2 
• VO2 = DC x (Dif a-vO2) 
 
 É a capacidade máxima que um indivíduo apresenta de 
captar, transportar e metabolizar o oxigênio para a biossíntese 
oxidativa de ATP. 
 
Expresso em: 
 
a) Valor Absoluto: l/min. 
b) ValorRelativo ao peso corporal: ml.(kg.min)-¹ 
 
 
VO2MÁX. E EQUIVALENTE METABÓLICO DA TAREFA 
(MET) 
 
 VO2 repouso: 3,5 ml/Kg.min 
 
 
 
 1 equivalente metabólico da tarefa ou 
 
 
 
 1 MET 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Trazer, caso possua, um ECG em repouso, recente; 
• Estabelecer um intervalo mínimo de 2 horas entre a última refeição e a 
realização do teste; 
• Evitar abusos e excessos na noite anterior 
• Ter uma noite repousante entre 6 e 8 horas de sono; 
• Evitar o uso de sedativos; 
• Evitar fumar com pelo menos 4 horas de antecedência da realização do 
teste; 
• Evitar qualquer tipo de atividade física no dia do teste; 
• Providenciar vestimenta adequada para realização do teste (bermuda e 
tênis); 
• Comunicar qualquer tipo de alteração no estado de saúde ocorrida nas 24 
horas que antecederam à realização do teste. 
 
 
• Isento de qualquer doença infecciosa em evolução; 
• Livre, pelo menos três meses, de miocardites, infarto do miocárdio e 
crise de angina pectoris; 
• Isento de alterações eletrocardiografias atípicas; 
• Com temperatura oral menor que 37,5°C; 
• Complemente refeito do Stress de um exercício intenso previamente 
realizado; 
• Com noite anterior bem dormida; 
• Com intervalo de duas semanas sem utilização de medicamentos que 
interfiram na FC; 
• Com a P.A. Max inferior a 190mm/Hg e a mínima a 120 mm/Hg; 
 
 
 
 
• O avaliado pede para interromper o teste; 
• Limitações físicas (exaustão); 
• FC Máxima preconizada atingida; 
• Náusea e vômito; 
• Claudicação induzida pelo exercício; 
• Tonteira; 
• Palidez intensa; 
• Cianose; 
• PA sistólica > 250 mmHg; 
• PA diastólica > 120 mmHg nos indivíduos normotensos; 
• PA diastólica > 140mmHg nos hipertensos; 
• Dispneia severa desproporcional à intensidade do esforço; 
• Desconforto musculoesquelético intenso; 
• Redução da FC e PA apesar do aumento de carga; 
• Dor Precordial crescente e intensa. 
 
 
 
 
• Frequência Cardíaca (FC) 
• FUNCIONA 
????????????????????????????????????????? 
 
FCmáx = 220 – idade 
 
FCmáx = 205 – (0,42 x idade) 
 
 
 
 
 
 
Testes Indiretos: 
• Teste de corrida de 12 minutos (Cooper) 
• Teste de Balke (Cicloergômetro) 
• Teste Máximo de Astrand 
• Teste de Balke (Esteira) 
• Teste de Bruce (Esteira) 
• Teste do Banco 
• Teste de 1600m (Pista) 
• Teste de Yo-yo 
 
 
Metodologia: correr a maior distância possível (d) no tempo de 
12 minutos. 
 
Cálculo: VO2 máx = d - 504 
 45 
Exemplo: 3.000 m = 55,7 ml . (kg . min)-1 . 
Metodologia: crescimento de 25 em 25 watts a cada dois minutos, até a 
exaustão (W). 
Cálculo: VO2 máx = 200 + 12 . W 
Exemplo: 300 w = 3800 ml/min 
/1000 = (= 3,8 l/min). 
 
Metodologia: O tempo entre os estágios tem uma duração de 3 minutos; 
A aplicação de carga no primeiro estágio deverá ser de 10, 25 e 50 Watts, 
para cardiopatias mulheres e homens respectivamente, onde o mesmo é 
levando até a fadiga. 
 
Cálculo: VO2 máx = (12 x cargas CM) + (Peso x 3,5) 
 
 
Onde: 
CM = carga máxima obtida em Watts no último estágio 
P = peso corporal do avaliado. 
Metodologia: O teste é realizado em um banco de 40,6 cm de altura, onde 
o testado deve durante 3 minutos subir e descer uma frequência de 
passadas ao ritmo de 24 e 22 passadas/min. Aconselha-se o uso de um 
metrônomo para marcar 96 e 88 bpm/min. Ao final do terceiro minuto do 
teste, o avaliado permanecerá em pé e será medida sua frequência 
cardíaca do 5 ao 20 segundo. 
 
HOMENS = VO2 máx em ml (kg.min)¹ = 111,33 – (042 x FC). 
MULHERES = VO2 máx em ml (kg.min)¹ = 65,81 – (0,1847 x FC). 
 
Metodologia: velocidade constante (5,4 km/h), acréscimo de 1% na 
inclinação a cada minuto, até a exaustão (t = tempo máximo do teste) 
 
Cálculo: VO2 máx = 11,826 + 1,62 . (t - 1) 
 
Exemplo: 21 min. = 45,0 ml (kg . min)-1 . 
Metodologia: aumento da velocidade e inclinação a cada estágio de 3 
minutos 
Estágio Veloc 
(km/h) 
Incl. 
(%) 
Tempo 
(min) 
VO2 máx 
(H) 
VO2 máx 
(M) 
1 2.74 10 1 7.2 4.4 
 2 10.6 7.8 
 3 14.0 11.1 
2 4.02 12 4 17.3 14.5 
 5 20.7 17.9 
 6 24.0 21.2 
3 5.47 14 7 27.4 24.6 
 8 30.8 29.9 
 9 34.1 31.3 
4 6.76 16 10 37.5 34.7 
 11 40.8 38.0 
 12 44.2 41.4 
5 8.05 18 13 47.6 44.7 
 14 50.9 48.1 
 15 54.2 51.4 
6 8.85 20 16 57.6 54.8 
 17 61.0 58.2 
 18 64.4 61.5 
 
 
Metodologia: Correr a distância de 1600 metros no menor tempo 
possível em pista de atletismo (400m) para cálculo da velocidade média 
(1600Vm). 
 
 
VO2max (mL.kg-¹.min-¹) = [0,177 * 1600Vm(m.min-¹)] + 8,101. 
 
 
Metodologia: O indivíduo, ao sinal sonoro de um áudio metrônomo (CD), 
inicia uma corrida de 20 metros, com velocidade ajustada e controlada 
para alcançar a marca dos 20 metros exatamente no tempo do próximo 
sinal. 
 O retorno é então realizado para a marca inicial, que deve ser 
atingida também no tempo exato do próximo sinal. Existe um tempo de 5 
segundos de recuperações e entre um estagio e outro. O tempo 
Permitido para realizar o percurso (2 x 20m.; ”ida volta”= 40 metros) é 
progressivamente diminuído, ou seja, a velocidade é incrementada. 
 
 O objetivo do teste é realizar o maior numero de vezes o 
percurso (2x20m).O teste era finalizado quando o atleta não conseguia 
manter a velocidade indicada. 
 
Níveis do teste 
 
 O teste possui dois níveis: diferentes velocidades. 
 
Nível 1 - Velocidade de inicio é de 10 Km/h que corresponde a 
14,5 segundos para 2x20m. 
 
Nível 2 - Velocidade de inicio é de 13 Km/h que é equivalente a 
11 segundos para 2 x 20m. 
 
Dados fornecidos pelo Teste. 
 
• Tempo total do teste 
 
• Distância total percorrida 
 
• Frequência cardíaca a cada estagio 
 
• VO2 máximo 
Nível 1: 
VO²máx (ml/min/Kg)= distância (m) x 0.0084 + 36.4 
 
Nível 2: 
VO²máx (ml/min/Kg)= distância (m) x 0.0136 + 45.3 
 
 
Distância= distância total do teste. 
 
Teste Direto: 
 
- Teste Ergoespirométrico 
 
Wang et al 1992 
Outros 
Hidrogênio 
Carbono 
Oxigênio 
Outros 
Proteínas 
Lipídios 
Água 
Sólidos 
Extracelulares 
Fluidos 
Extracelulares 
Massa 
Celular 
Outros 
Osso 
Tecido 
Adiposo 
Músculo 
Esquelético 
Sangue 
Nível 1 
(Atômico) 
Nível 2 
(Molecular) 
Nível 3 
(Celular) 
Nível 4 
(Sistema 
Tecidular) 
Nível 5 
(Corpo 
Inteiro) 
Modelo de Análise da Composição Corporal 
Fracionamento do Peso Corporal 
Abordagem Bi-Compartimental 
Peso 
Corporal 
Componente 
de Gordura 
Componente Não- 
Gorduroso = + 
Gordura Essencial 
Gordura Não-Essencial 
Massa Isenta de Gordura 
Massa Magra 
Massa 
Isenta de 
Gordura 
Fat-Free 
Mass 
Massa 
Magra 
Lean Body 
Mass 
Gordura Gordura 
Essencial 
Não -Essencial 
Água 
Proteína 
Resíduo Wang et alii, 1992 
Compartimento Molecular da Composição Corporal 
Anthropo = humano 
Metron = medida 
 
 Ramo da Ciências Biológicas direcionado para o estudo dos 
caracteres mensuráveis da morfologia humana. 
 
 Utilização de técnicas padronizadas para quantificar o 
tamanho, a proporção e o formato do corpo humano. 
 
 
Antropometria 
1- Balanças - Peso Corporal Total (Analógicas ou Digitais) 
2- Estadiômetro - Estatura 
3- Paquímetro - Diâmetros Ósseos 
Instrumentos de Medidas 
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.compresaude.com.br/loja/imagensdb/0.54561500%25201153744551_estadiometro_stand_.jpg&imgrefurl=http://www.compresaude.com.br/loja/detalhes.php%3FpCod_produto%3D813&h=200&w=200&sz=14&hl=pt-BR&start=3&um=1&tbnid=sYHRj7ePGgjMiM:&tbnh=104&tbnw=104&prev=
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.compresaude.com.br/loja/imagensdb/0.66261100%25201085077311_paquimetro%2520sanny.jpg&imgrefurl=http://www.compresaude.com.br/loja/detalhes.php%3FpCod_produto%3D658&h=138&w=303&sz=20&hl=pt-BR&start=1&um=1&tbnid=o9DStu9bHeiC1M:&tbnh=53&tbnw=116&prev=4- Compasso de Dobras Cutâneas - Dobras Cutâneas 
5- Fita Métrica - Circunferências e Perímetros 
Instrumentos de Medidas 
Técnicas de Medida da Composição Corporal 
Procedimentos Diretos 
Procedimentos Indiretos 
Procedimentos Duplamente Indiretos 
Informações “in vitro”, mediante dissecação 
macroscópica ou extração lipídica 
Informações de domínio físico e químico, 
com base em pressupostos biológicos 
Informações com base em modelos de regressão, 
a fim de predizer variáveis associadas aos 
procedimentos indiretos 
DISSECAÇÃO DE CADÁVERES 
É a única metodologia considerada direta. Neste método ocorre a 
separação dos diversos componentes estruturais do corpo humano, 
a fim de verificar sua massa corporal total. 
Procedimento Direto 
Procedimentos Indiretos 
• Hidrometria 
• Espectrometria de 
 Raios Gama 
• Espectrofotometria 
• Ativação de 
 Nêutrons 
 
• Radiologia Convencional 
• Ultra-sonografia 
• Tomografia Axial 
 Computadorizada 
• Ressonância Nuclear 
 Magnética 
• Absortometria Radiológica 
 de Dupla Energia (DEXA) 
 
• Pesagem Hidrostática 
• Pletismografia 
Bioquímicos Imagens Densitométricos 
São aqueles em que não há a manipulação dos componentes 
separadamente, mas a partir de princípios químicos e físicos que visam 
à extrapolação das quantidades de gordura. 
 
Método Indireto 
PESAGEM HIDROSTÁTICA 
 
A determinação do volume dá-se pela 
diferença entre o peso corporal do 
indivíduo fora e completamente 
submerso na água. 
Método Indireto 
Pesagem Hidrostática 
Vantagem: 
 
• Referência para validação de outras 
 técnicas 
 
Limitações: 
 
• Alto custo dos equipamentos 
• Tempo para realização das medidas 
• Adaptação ao meio aquático 
• Elevada cooperação do avaliado 
• Estimativas quanto aos volumes pulmonar 
 residual e dos gases gastrointestinais. 
Densidade da Massa Isenta de Gordura 
em Função da Idade e do Sexo 
1,05
1,06
1,07
1,08
1,09
1,10
0 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19
Idade (anos)
D
e
n
s
id
a
d
e
 (
g
/m
l)
Rapazes 
Moças 
Densidade Corporal: Massa no Ar / Perda de peso na água, ou seja: 
Pesagem Hidrostática: 
Principio de Arquimedes 
Exemplo: Pessoa de 50 Kg 
 
Na água 48 kg = Perda de Peso de 48 kg 
 
Densidade = 50.000g / 48.000g 
 
Densidade = 1,0417g/cm3 
Densidade = Massa / Volume 
Equação de Siri: 
%G = (495 / Densidade Corporal) - 450 
Exemplo: Pessoa de 50 Kg 
 
Na água 48 kg = Perda de Peso de 48 kg 
 
Densidade = 50.000g / 48.000g 
 
Densidade = 1,0417g/cm3 
%G = (495 / 1,0417) – 450 
 
 %G= 25,2% 
Pesagem Hidrostática 
 
Cálculo da Massa Gorda 
MG = massa corporal X (%Gor / 100) 
 
MG = 50 kg X 0,252 
 
MG= 12,5 kg 
 
Cálculo da Peso Corporal Isento de Gordura 
Massa Isenta de Gordura = peso Corporal – MG 
 
Massa Isenta de Gordura = 50 – 12,5 
 
Massa Isenta de Gordura = 37,5 kg 
BOD POD - Plestimografia, é uma técnica para medir a composição 
corporal, o princípio é a medida de volume de ar contido na cápsula 
vazia e a diferença com um indivíduo dentro, assim, esta diferença 
estima-se a composição corporal. 
Método Indireto 
Vantagens: 
 
• Elimina desconforto da submersão na 
água 
• Menor cooperação do avaliado 
Limitações: 
 
• Alto custo dos equipamentos 
• Tempo para realização das medidas 
• Estimativas quanto aos volumes 
pulmonar residual e dos gases 
gastrointestinais. 
Pletismografia 
Absormetria de Raios de Dupla Energia DEXA 
É considerada uma técnica avançada para medir a densidade do 
osso e avaliar a composição corporal. 
Método Indireto 
Absortometria Radiológica de Dupla Energia - DEXA 
Vantagens: 
 
•Análise da composição corporal 
 de todo o corpo e por segmentos 
•Distribuição anatômica dos 
 diferentes compartimentos 
•Elevada precisão de medida 
•Menor cooperação do avaliado 
Limitações: 
 
•Alto custo do equipamento 
•Tempo para rastreamento do corpo 
•Dimensões corporais do avaliado 
 (estatura, peso corporal e 
 espessura transversa do tronco) 
•Variações quanto à proporção de 
 água corporal 
Técnicas de Medida da Composição Corporal 
Procedimentos Duplamente Indiretos 
• Condutividade Elétrica Corporal Total 
 Total Body Electrical Conductivity – TOBEC 
 
• Interactância de Raios Infravermelho 
 Absorção de Radiação Infravermelha 
 
• Bioimpedância Elétrica 
 Condutibilidade Elétrica – Água Corporal 
 
• Antropometria 
 Medidas Externas de Dimensões Corporais 
Interactância Quase Infravermelha 
NIR = near infrared interactance (Futrex 5000) 
 princípio da absorção (gordura) e reflexão da luz 
 
 densidade óptica - sonda emite feixe de baixa energia de luz e mede 
o desvio no  do feixe refletido ao interagir com material orgânico 
 
 realizado no bíceps 
 
 vantagens: 
 rápido, baixo custo e fácil manuseio 
 
 desvantagens: 
 frágil nos extremos 
 requer validação, pouco precisa (4% de erro) 
Ultra Som 
 princípio: emissão de onda sonora de alta frequência (pulsátil) que 
são refletidas em eco pelo osso captado por sonda 
 tipo B – imagem bidirecional 
 
 avalia: crescimento e desenvolvimento de tecidos (feto), função 
estrutural do coração e órgãos. 
 
 auto custo 
Radiografia 
 mede espessura da camada de gordura e muscular (diferentes 
segmentos corporais) 
 
 Desvantagem: 
• alto custo 
• exposição à radiação 
TC = Tomografia Computadorizada 
 emissão de raio X (radiação ionizante) através de tecidos de 
densidade diferentes 
 
 conversores análogo-digitais - imagens bidimensionais 
 
 desvantagens: 
 exposição à radiação 
 alto custo 
 técnicos especializados 
 muito utilizado para diagnóstico médico 
RM Ressonância Magnética 
 emissão de radiação eletromagnética que excita os núcleos do 
hidrogênio da água e dos lipídios 
 
 sinal detectável que é reorganizado em imagem 
 
 desvantagens: 
 alto custo 
 dificuldade técnica 
 utilizados em diagnóstico médico (hospitais) 
São aqueles validados a partir de um método indireto, mais comumente 
a densitometria. 
Método Duplamente Indireto 
BIOIMPEDÂNCIA - Este princípio é o da corrente elétrica gerando um 
campo magnético no corpo, onde através da quantidade de água 
corporal embasa a composição corporal. 
Método Duplamente Indireto 
Bioimpedância Elétrica 
Vantagens: 
 
• Menor cooperação do avaliado 
• Facilidade e rapidez de medida 
• Componente de água intra e 
 extracelulares 
Limitações: 
 
• Alto custo do equipamento 
• Nível de hidratação do avaliado 
• Estágio do ciclo menstrual 
• Temperatura cutânea 
• Uso de peças de metal 
• Constantes de regressão 
• Procedimentos prévios 
Método Duplamente Indireto 
 Equações para predição da gordura corporal, a partir da bioimpedância 
 
 
 Equação Erro Padrão 
 
Homens 
[0,485 (Altura 2 /resistência)] + [0,338 (peso em Kg)] + 5,32 2,9 
 
Mulheres 
[0,475 (Altura 2 /resistência)] + [0,295 (peso em Kg)] + 5,49 2,9 
Lohman, 1992. 
Procedimentos Prévios para Utilização da 
Técnica de Bioimpedância Elétrica 
• Não fazer uso de medicamentos diuréticos nos últimos 7 
dias 
• Manter-se em jejum por pelo menos 4 horas 
• Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas últimas 48 horas 
• Ter-se abstido da prática de atividades físicas intensas nas 
últimas 24 horas 
• Urinar pelo menos 30 minutos antes da medida 
 Manter-se pelo menos 5-10 minutos de repouso absoluto 
em posição decúbito dorsal antes de efetuar as medidas 
• Realizar as medidas na primeira hora pós-despertar 
Bioimpedância 
Equipamentos portáteis 
Antropometria 
Medidas externas das dimensões corporais 
 Peso Corporal 
 Estatura 
 Perímetros 
 Diâmetros Ósseos 
 Espessuras de Dobras Cutâneas 
Pode ser utilizado um estadiômetro demadeira, "antropômetro metálico de 
Martin" ou ainda uma fita métrica 
fixada à parede. Todos graduados em 
centímetros e décimo de centímetro. E 
um cursor ou esquadro antropométrico. 
Estatura 
 O avaliado deve estar em pé, de costas para a escala 
da balança, com afastamento lateral dos pés, 
estando a plataforma entre os mesmos. 
 Em seguida coloca-se sobre e no centro da plataforma, 
na posição anatômica com o peso do corpo 
igualmente distribuído entre ambos os pés, ereto e 
com olhar num ponto fixo à sua frente. 
 avaliado deve usar o mínimo de roupas possível e a 
medida é registrada com uma aproximação de 100 g. 
Peso 
 Índice de Massa Corporal 
 
FUNCIONA??????????????????????????? 
- kg/m2 - 
Peso Corporal (kg) 
IMC = 
Estatura (m2) 
Relação Cintura/Quadril 
Circunferência da Cintura (cm) 
 
Circunferência do Quadril (cm) 
RCQ = 
>1,03 0,99 a 1,03 0,91 a 0,98 <0,91 De 60 a 69 
>1,02 0,97 a 1,02 0,90 a 0,96 <0,90 De 50 a 59 
>1,00 0,96 a 1,00 0,88 a 0,95 <0,88 De 40 a 49 
>0,96 0,92 a 0,96 0,84 a 0,91 <0,84 De 30 a 39 
>0,94 0,89 a 0,94 0,83 a 0,88 <0,83 De 20 a 29 
Muito Alto Alto Moderado Baixo IDADE (anos) 
Feminino - Risco 
 
>0,90 0,84 a 0,90 0,76 a 0,83 <0,76 De 60 a 69 
>0,88 0,82 a 0,88 0,74 a 0,81 <0,74 De 50 a 59 
>0,87 0,80 a 0,87 0,73 a 0,79 <0,73 De 40 a 49 
>0,84 0,79 a 0,84 0,72 a 0,78 <0,72 De 30 a 39 
>0,82 0,78 a 0,82 0,71 a 0,77 <0,71 De 20 a 29 
Muito Alto Alto Moderado Baixo IDADE (anos) 
Fonte: Applied Body Composition Assessment, pg 82. ed. Human kinetics, 1996. (Bray & Bray, 1988b) 
Relação Cintura-Quadril 
Masculino - Risco 
 
DOBRAS CUTÂNEAS 
Anatomia das Dobras Cutâneas 
Espessura das Dobras Cutâneas 
Vantagens: 
 
• Baixo custo do equipamento 
• Menor cooperação do avaliado 
• Facilidade e rapidez de medida 
• Interpretação imediata das informações 
Limitações: 
 
• Comprometimento quanto à exatidão 
 das informações 
• Padronização das técnicas de medida 
• Baixa reprodutibilidade das medidas 
• Constante de regressão 
Tipos de Compassos. 
 Harpenden 
 Cescorf 
 Lange Sanny 
Dobras Cutâneas 
1- Lado Direito do Corpo 
 
2- Identificar e marcar o local 
 
3- Segurar firmemente a Dobra entre o polegar e o indicador 
 
4- Manter a dobra pressionada enquanto a medida é realizada 
 
5- Marcar a dobra dois segundos após a aplicação 
 
6- Fazer Duas ou Três mensurações e fazer uma média 
TR = é determinada paralelamente ao eixo longitudinal do braço, 
agora na face posterior, sendo seu ponto a distância média entre a 
borda supero-lateral do acrômio e o olécrano. 
Dobras Cutâneas (TRICIPITAL) 
SB = é obtida obliquamente ao eixo longitudinal seguindo a 
orientação dos arcos costais, sendo localizada a 2 cm abaixo do 
ângulo inferior da escápula. 
Dobras Cutâneas (SUBSCAPULAR) 
PT = é diferenciada entre os 
sexos, tomada na diagonal na 
metade da distância entre a linha 
axilar anterior e o mamilo 
(homens), e a 1/3 da distância da 
linha axilar anterior e a mama 
(mulheres). 
Dobras Cutâneas (PEITORAL) 
BI = é determinada no sentido do eixo longitudinal do braço, na sua 
face anterior, no ponto meso-umeral do bíceps. 
Dobras Cutâneas (BICIPITAL) 
AM = é medida obliquamente, acompanhando o sentido dos arcos 
intercostais. Sua localização é no ponto de intersecção da linha 
média com uma linha imaginária horizontal que passaria pelo 
apêndice xifôidde. O avaliado deverá deslocar o braço direito para 
trás, facilitando o manuseio do compasso. 
Dobras Cutâneas (AXILAR MÉDIA) 
SI = o avaliado afasta levemente o braço direito para trás procurando 
não influenciar o avaliador na obtenção da medida. Esta DC é 
individualizada também no sentido oblíquo a 2 cm acima da crista 
ilíaca ântero-superior na altura da linha axilar anterior. 
Dobras Cutâneas (SUPRA-ILÍACA) 
AB = é determinada paralelamente ao eixo longitudinal do corpo, 
aproximadamente a 2 cm à direita da borda lateral da cicatriz 
umbilical. 
Dobras Cutâneas (ABDOMINAL) 
CX = é determinada paralelamente ao eixo longitudinal da perna 
sobre o músculo reto femural a 1/3 da distância do ligamento 
inguinal e o bordo superior da patela. 
Dobras Cutâneas (COXA) 
PN = Com o avaliado sentado, joelho 
em 90º de flexão, tornozelo em 
posição anatômica e pé sem apoio, 
torna-se a DC no sentido paralelo ao 
eixo longitudinal do corpo, na altura 
da maior circunferência da perna, 
destacando-a com o polegar apoiado 
no bordo medial da tíbia. 
Dobras Cutâneas (PANTURRILHA) 
Pontos de DC: TR (tríceps) SB (subescapular) ∑ 2 = somatório das DC 
TR e SB 
 
Rapazes Brancos 
Nível de Maturação: 
Pré-púbere ∑ %G = 1.21 (∑ 2) - 0.008 (∑ 2)
2 - 1.7 
Púbere ∑ %G = 1.21 (∑ 2) - 0.008 (∑ 2)
2 - 3.4 
Pós-púbere ∑ %G = 1.21 (∑ 2) - 0.008 (∑ 2)
2 - 5.5 
GUEDES 
Crianças e Adolescentes (7-18 anos) 
Pontos de DC: TR (tríceps) SB (subescapular) ∑ 2 = somatório das DC 
TR e SB 
 
Rapazes Negros 
Nível de Maturação: 
Pré-púbere ∑ %G = 1.21 (∑ 2) - 0.008 (∑ 2)
2 - 3.5 
Púbere ∑ %G = 1.21 (∑ 2) - 0.008 (∑ 2)
2 - 5.2 
Pós-púbere ∑ %G = 1.21 (∑ 2) - 0.008 (∑ 2)
2 - 6.8 
 
Moças ∑ %G = 1.33 (∑ 2) - 0.013 (∑ 2)
2 - 6.8 
GUEDES 
Crianças e Adolescentes (7-18 anos) 
Mulheres Jovens (17-26 anos): % Gor = 0,55 Tr + 0,31 Se + 6,13 
Homens Jovens (17-26 anos): % Gor = 0,43 Tr + 0,58 Se + 1,47 
KATCH & McARDLE 
FAULKNER, 1968 
Pontos de DC: TR (tríceps), SB (subescapular), SI (supra-ilíaca) e AB 
(abdominal) 
 
%G = 5,783 + 0,153 x (TR + SB + SI + AB) 
 
PG = (PC x %G) / 100 
MM = PC - PG 
Pontos de DC: 
 
Homens: TR (tríceps), SI (supra-ilíaca) e AB (abdômen) 
Mulheres: SB (subescapular), SI (supra-ilíaca) e CX (coxa) 
 
Homens: DENS = 1.17136 - 0.06706 log (TR + SI + AB) 
Mulheres: DENS = 1.16650 - 0.07063 log (CX + SI + SB) 
 
%G = [(4. 95/DENS) - 4. 50] x 100 
PG = (PC x %G) / 100 
 
MM = PC - PG 
GUEDES, 1994 
POLLOCK e WILMORE, 1993 
Ponto de DC: 
Homens: PE (peitoral), AB (abdominal) e CX (coxa) 
Somatória das três DC: verificar tabela estimativa 
 
Mulheres: TR (tríceps), SI (supra-ilíaca) e CX (coxa) 
Somatória das três DC: verificar tabela estimativa 
IdadesSoma das
DC (mm) < 22 23 – 27 28 – 32 33 – 37 38 – 42 43 – 47 48 – 52 53 – 57 > 58
23 – 25 9,7 9,9 10,2 10,4 10,7 10,9 11,2 11,4 11,7
26 – 28 11,0 11,2 11,5 11,7 12,0 12,3 12,5 12,7 13,0
29 – 31 12,3 12,5 12,8 13,0 13,3 13,5 13,8 14,0 14,3
32 – 34 13,6 13,8 14,0 14,3 14,5 14,8 15,0 15,3 15,5
35 – 37 14,8 15,0 15,0 15,5 15,8 16,0 16,3 16,5 16,8
38 – 40 16,0 16,3 16,5 16,7 17,0 17,2 17,5 17,7 18,0
41 – 43 17,2 17,4 17,7 17,9 18,2 18,4 18,7 18,9 19,2
44 – 46 18,3 18,6 18,8 19,1 19,3 19,6 19,8 20,1 20,3
47 – 49 19,5 19,7 20,0 20,2 20,5 20,7 21,0 21,2 21,5
50 – 52 20,6 20,8 21,1 21,3 21,6 21,8 22,1 22,3 22,6
53 – 55 21,7 21,9 22,1 22,4 22,6 22,9 23,1 23,4 23,6
56 – 58 22,7 23,0 23,2 23,4 23,7 23,9 24,2 24,4 24,7
59 – 61 23,7 24,0 24,2 24,5 24,7 25,0 25,2 25,5 25,7
62 – 64 24,7 25,0 25,2 25,5 25,7 26,0 26,7 26,4 26,7
65 – 67 25,7 25,9 26,2 26,4 26,7 26,9 27,2 27,4 27,7
68 – 70 26,6 26,9 27,1 27,4 27,6 27,9 28,1 28,4 28,6
71 – 73 27,5 27,8 28,0 28,3 28,5 28,8 29,0 29,3 29,5
74 – 76 28,4 28,7 28,9 29,2 29,4 29,7 29,9 30,2 30,4
77 – 79 29,3 29,5 29,8 30,0 30,3 30,5 30,8 31,0 31,3
80 – 82 30,1 30,4 30,6 30,9 31,1 31,4 31,6 31,9 32,1
83 – 85 30,9 31,2 31,4 31,7 31,9 32,2 32,4 32,7 32,9
86 – 88 31,7 32,0 32,2 32,5 32,7 32,9 33,2 33,4 33,7
89 – 91 32,5 32,7 33,0 33,2 33,5 33,7 33,9 34,2 34,4
92 – 94 33,2 33,4 33,7 33,9 34,2 34,4 34,7 34,9 35,2
95 – 97 33,9 34,1 34,4 34,6 34,9 35,1 35,4 35,6 35,9
98 – 100 34,6 34,8 35,1 35,3 35,5 35,8 36,0 36,3 36,5
101 – 103 35,3 35,4 35,7 35,9 36,2 36,4 36,7 36,9 37,2
104 – 106 35,8 36,1 36,3 36,6 36,8 37,1 37,3 37,5 37,8
107 – 109 36,4 36,7 36,9 37,1 37,4 37,6 37,9 38,1 38,4
110 – 112 37,0 37,2 37,5 37,7 38,0 38,2 38,5 38,7 38,9
113 – 115 37,5 37,8 38,0 38,2 38,5 38,7 39,0 39,2 39,5
116 – 118 38,0 38,3 38,5 38,8 39,0 39,3 39,539,7 40,0
119 – 121 38,5 38,7 39,0 39,2 39,5 39,7 40,0 40,2 40,5
122 – 124 39,0 39,2 39,4 39,7 39,9 40,2 40,4 40,7 40,9
125 – 127 39,4 39,6 39,9 40,1 40,4 40,6 40,9 41,1 41,4
128 – 130 39,8 40,0 40,3 40,5 40,8 41,0 41,3 41,5 41,8
Estimativa do % de Gordura para Mulheres 
IdadesSoma das
DC (mm) < 22 23 – 27 28 – 32 33 – 37 38 – 42 43 – 47 48 – 52 53 – 57 > 58
8 – 10 1,3 1,8 2,3 2,9 3,4 3,9 4,5 5,0 5,5
11 – 13 2,2 2,8 3,3 3,9 4,4 4,9 5,5 6,0 6,5
14 – 16 3,2 3,8 4,3 4,8 5,4 5,9 6,4 7,0 7,5
17 – 19 4,2 4,7 5,3 5,8 6,3 6,9 7,4 8,0 8,5
20 – 22 5,1 5,7 6,2 6,8 7,3 7,9 8,4 8,9 9,5
23 – 25 6,1 6,6 7,2 7,7 8,3 8,8 9,4 9,9 10,5
26 – 28 7,0 7,6 8,1 8,7 9,2 9,8 10,3 10,9 11,4
29 – 31 8,0 8,5 9,1 9,6 10,2 10,7 11,3 11,8 12,4
32 – 34 8,9 9,4 10,0 10,5 11,1 11,6 12,2 12,8 13,3
35 – 37 9,8 10,4 10,9 11,5 12,0 12,6 13,1 13,7 14,3
38 – 40 10,7 11,3 11,8 12,4 12,9 13,5 14,1 14,6 15,2
41 – 43 11,6 12,2 12,7 13,3 13,8 14,4 15,0 15,5 16,1
44 – 46 12,5 13,1 13,6 14,2 14,7 15,3 15,9 16,4 17,0
47 - 49 13,4 13,9 14,5 15,1 15,6 16,2 16,8 17,3 17,9
50 – 52 14,3 14,8 15,4 15,9 16,5 17,1 17,6 18,2 18,8
53 – 55 15,1 15,7 16,2 16,8 17,4 17,9 18,5 19,1 19,7
56 – 58 16,0 16,5 17,1 17,7 18,2 18,8 19,4 20,0 20,5
59 – 61 16,9 17,4 17,9 18,5 19,1 19,7 20,2 20,8 21,4
62 – 64 17,6 18,2 18,8 19,4 19,9 20,5 21,1 21,7 22,2
65 – 67 18,5 19,0 19,6 20,2 20,8 21,3 21,9 22,5 23,1
68 – 70 19,3 19,9 20,4 21,0 21,6 22,2 22,7 23,3 23,9
71 – 73 20,1 20,7 21,2 21,8 22,4 23,0 23,6 24,1 24,7
74 – 76 20,9 21,5 22,0 22,6 23,2 23,8 24,4 25,0 25,5
77 – 79 21,7 22,2 22,8 23,4 24,0 24,6 25,2 25,8 26,3
80 – 82 22,4 23,0 23,6 24,2 24,8 25,4 25,9 26,5 27,1
83 – 85 23,2 23,8 24,4 25,0 25,5 26,1 26,7 27,3 27,9
86 – 88 24,0 24,5 25,1 25,7 26,3 26,9 27,5 28,1 28,7
89 – 91 24,7 25,3 25,9 26,5 27,1 27,6 28,2 28,8 29,4
92 – 94 25,4 26,0 26,6 27,2 27,8 28,4 29,0 29,6 30,2
95 – 97 26,1 26,7 27,3 27,9 28,5 29,1 29,7 30,3 30,9
98 – 100 26,9 27,4 28,0 28,6 29,2 29,8 30,4 31,0 31,6
101 – 103 27,5 28,1 28,7 29,3 29,9 30,5 31,1 31,7 32,3
104 – 106 28,2 28,8 29,4 30,0 30,6 31,2 31,8 32,4 33,0
107 – 109 28,9 29,5 30,1 30,7 31,3 31,9 32,5 33,1 33,7
110 – 112 29,6 30,2 30,8 31,4 32,9 32,6 33,2 33,8 34,4
113 – 115 30,2 30,8 31,4 32,0 32,6 33,2 33,8 34,5 35,1
116 – 118 30,9 31,5 32,1 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,7
119 – 121 31,5 32,1 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,7 36,4
122 – 124 32,1 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,8 36,4 37,0
125 – 127 32,7 33,3 33,9 34,5 35,1 35,8 36,4 37,0 37,6
Estimativa do % de Gordura para Homens 
WELTMAN, 1988 
Equações para avaliação da composição corporal em homens e mulheres 
obesos, através das medidas de circunferência e estatura. 
Homens: %G = [0.31457 x (AB)] - [0.10969 x (P)] + 10.8336 
Mulheres: %G = [0.11077 x (AB)] - [0.17666 x (A)] + [0.14354 x (P)] + 
51.03301 
Onde: 
AB = circunferência do abdômen (cm) 
P = peso corporal em (kg) 
A = estatura (cm) 
JACKSON e POLLOCK, 1978. 
 
Homens adultos (18 a 61 anos). 
 
 
Dc = 1,1093800 – 0,0008267 x (X2) + 0,0000016 x (X2)² - 0,0002574 x (Y) 
 
Equação de Siri %G = (495 : Dc) – 450 
 
 
onde: 
X2 = Somatório das dobras cutâneas de Peitoral, Abdominal e Coxa 
(em mm). 
Y = Idade em anos. 
JACKSON, POLLOCK E WARD, 1980. 
Mulheres adultas (18-55 anos). 
 
Dc = 1,099492 – 0,0009923 x (X1) + 0,0000023 x (X1)² - 0,0001392 x 
(Y) 
 
 
Equação de Siri %G = (495 : Dc) - 450 
 
onde: 
Dc = Densidade Corporal 
X1 = Somatório das dobras cutâneas de Tríceps, Coxa e Supra-ilíaca 
(em mm). 
Y = Idade em anos. 
JACKSON e POLLOCK, 1978 
(HOMENS ATLETAS). 
 
 
Dc = 1,112 – 0,00043499 x (X3) + 0,0000055 x (X3)² - 0,00028826 x 
(Y) 
 
Equação de Siri %G = (495 : Dc) - 450 
 
onde: 
X3 = Somatório das dobras cutâneas de Peitoral, Abdominal, Coxa, 
Axilar Média, Subescapular, Tríceps e Supra-Ilíaca (em mm). 
Y = Idade em anos. 
JACKSON e COL., 1980 
(MULHERES ATLETAS). 
 
 
Dc = 1,096095 – 0,0006952 x (X4) + 0,0000011 x (X4)² - 0,0000714 x 
(Y) 
 
Equação de Siri %G = (495 : Dc) - 450 
 
onde: 
Dc = Densidade Corporal 
X4 = Somatório das dobras cutâneas de Tríceps, Coxa, Abdominal e 
Supra-ilíaca (em mm). 
Y = Idade em anos. 
Padrões Percentuais de Gordura Corporal para 
Homens e Mulheres 
CIRCUNFERÊNCIAS 
 
1) Medir sempre sobre a pele nua 
 
2) Nunca utilizar uma fita elástica ou de baixa flexibilidade 
 
3) Cuidado com a compressão exagerada, colocar a fita levemente 
na maior circunferência 
 
4) Não deixar o dedo entre a fita e a pele 
 
5) São feitas três medidas calculando-se a média 
 
6) Não utilizar fita muito larga 
 
Circunferências 
Braço normal: com o avaliado em PO, 
antebraços em posição supinada, passa-
se a fita por cima do ponto meso-umeral. 
Braço contraído: com o avaliado em PO, 
com o braço à frente no nível do ombro; 
com o antebraço esquerdo, segura-se, 
internamente, o punho, de modo a opor a 
resistência a este. 
Circunferência (BRAÇO) 
O perímetro torácico pode ser medido em três pontos de referência. A 
nível mesoesternal ou longo abaixo da axila, ao nível da prega axilar, 
na altura dos mamilos, ou a nível do ponto xifoidal do esterno. 
Circunferência (TÓRAX) 
Com o avaliado em PO, com os braços supinados, coloca-se a fita 
no ponto de maior massa muscular. 
Circunferência (ANTEBRAÇO) 
O avaliado permanece em PO, com abdômen relaxado, no ponto de 
menor circunferência, abaixo da última costela, coloca-se a fita num 
plano horizontal. 
Circunferência (CINTURA) 
Com o avaliado em PO, coloca-se a fita num plano horizontal, 
passando por cima da cicatriz umbilical. 
Circunferência (ABDOMEM) 
Com o avaliado em PO, braços levemente afastados, pés juntos e 
glúteos contraídos, coloca-se a fita um plano horizontal no ponto de 
maior massa muscular dos glúteos máximos; as medidas são 
tomadas lateralmente. 
Circunferência (QUADRIL) 
Com o avaliado em PO, com as pernas levemente afastadas, coloca-se 
a fita logo abaixo da prega glútea, um ponto horizontal; as medidas 
são tomadas lateralmente. 
Circunferência (COXA GLÚTEA) 
Com o avaliado em PO, com as pernas levemente afastadas, circunda-
se a fita no plano paralelo ao solo, na metade da distância entre a 
língua inguinal e a borda superior da patela. 
Circunferência (COXA MEDIAL) 
Com o avaliado em PO, com as pernas 
levemente afastadas, coloca-se a fita no 
plano horizontal, no ponto de maior 
massa muscular. 
Circunferência (PANTURRILHA) 
Prof. Ms. Silmar Alexandre Barbisan 
sedentarismo 
 
 
perda progressiva 
das aptidões funcionais 
 
 
 
Os domínios biopsicossociais, põem em 
 risco a qualidade de vida do idoso, por limitar a 
sua capacidade para realizar, com vigor, as 
suas atividades do cotidiano e colocar em 
maior vulnerabilidade a sua saúde. 
 
Associada a 
questões 
de dependência 
AUTONOMIA 
Bem-estar físico, 
mental e social. 
• Pré-Avaliação (anmenese) 
 
• AVD – viver independentemente 
 
 
ABVD – Básica 
 Atividades de auto cuidados 
AIVD – Intermediária 
 Tarefas para manutenção da independência. 
AAVD – Avançadas 
 Funções necessárias Para viver sozinho. 
Nível Classificação Características 
I Fisicamente incapaz 
Fisicamente 
dependente 
Não realiza nenhuma AVD e totalmente dependente. 
Realiza algumas ABVD: (caminha pouco, banha-se, veste-se, alimenta-
se e necessita de cuidado de terceiros. 
II Fisicamente Frágil Faz tarefas domésticas leves: prepara comida, faz compras leves, pode 
fazer atividades domésticas, pode realizar algumas AIVD e todas 
ABVD. 
III Fisicamente 
independente 
É capaz de realizar todas as AIVD. Realiza trabalhos físicos leves; é 
capaz de cuidar da casa e ter próprios *hobbies* e atividades de baixo 
gasto de energia (caminhadas, jardinagem, dança social, viagens, 
dirigir automóveis). 
IV 
 
Fisicamente apto/ativo Realiza trabalho físico moderado, esportes de resistência e jogos. 
Capaz de fazer todas as AAVD e a maioria dos *hobbies* . Tem 
aparência física mais jovemque seus pares da mesma faixa etária. 
V Atleta Realiza atividades competitivas, podendo competir em nível 
internacional e praticar esportes de alto risco. 
Spirduso 1995 
Spirduso 1995 
Categoria Tipos de testes 
Fisicamente dependentes Testes de ABVD 
Fisicamente Frágeis Testes de ABVD e AIVD 
Fisicamente independentes Testes de aptidão física: VO2máx; força; flexibilidade, tempo de 
reação e de movimento; agilidade; equilíbrio e Testes de AAVD 
Fisicamente ativos / aptos Testes de aptidão física: VO2máx; força; flexibilidade, tempo de 
reação e de movimento; agilidade; equilíbrio. 
Atletas Testes de aptidão física: VO2máx; força; flexibilidade, tempo de 
reação e de movimento; agilidade; equilíbrio e específicos da 
modalidade. 
DOBRA 50-59 60-69 70-79 
Tríceps x 26,3 23,5 23,6 
s 9,5 6,2 6,8 
Subescapular x 22,6 18,0 18,0 
s 9,1 5,6 6,5 
Suprailíaca x 21,7 18,3 18,1 
s 9,7 6,5 7,8 
Valores padrões de referência, em média e desvio padrão, das dobras cutâneas tríceps, 
subscapular e supra ilíaca (mm) de acordo com idade cronológica. 
 
 7 Dobras cutâneas (DC): Subescapular, axilar média, tríceps; coxa; supra-ilíaca; 
 abdomem e peitoral (ST= soma de todas) 
 
DC Homens Adultos 
1,11200000 - [0,00043499 (ST) + 0,00000055 (ST)²] - [0,0002882 (idade)] 
 
DC Mulheres Adultas 
1,0970 - [0,00046971 (ST) + 0,00000056 (ST)²] - [0,00012828 (idade)] 
 
(Fórmula de Siri) 
G%= [(4,95/Densidade Corporal) - 4,50] x100 
 
AMB (mm)² = (cmbr – 0,31416 x dct)² 
 4 x 0,31416 
AMB = Área muscular do braço 
CMBR = Circunferência Muscular do Braço Relaxado 
DCT= Dobra Cutânea de tríceps 
(Frisancho, 1981) 
Fig. Braço Relaxado. 
(Heyward, 1996) 
C / Q = Circunferência da cintura (cm) 
 Circunferência do quadril (cm) 
TABELA Idade Risco Alto Risco muito alto 
Homem 50-59 0,97 – 1,02 > 1,02 
Homem 60-69 0,99 – 1,03 > 1,03 
Mulher 50-59 0,82 - 0,88 > 0,88 
Mulher 60-69 0,84 – 0,90 > 0,90 
(Heyward, 1996) 
Fig. Abdomem pg.30 
TABELA Risco Alto Risco muito alto 
Homem ≥ 94,0 ≥102,0 
Mulher ≥ 80,0 ≥ 88,0 
Circunferência 
Abdominal 
(Rikli e Jones, 1999) 
(ROCKPORT ) 
Caminhar continuamente à distância de 1609 metros (1 milha) no 
máximo ritmo possível que o avaliado consegue suportar. 
 
• Frequência Cardíaca nos 15 segundos imediatos após o término; 
• Tempo total duração do teste 
VO2 máx em ml (kg.min)¹ = 
132,853 – (0,0769 x P) – (0,3877 x I) + (6,315 x S) – (3,2649 x T) – (0,1565 x FC) 
Onde: 
 
P = massa corporal em libras (ex: 57.3 kg) 
I = idade em anos 
S = sexo (“0” para mulheres e “1” para homens) 
T = tempos em minutos (ex: 12.23) 
FC = freqüência cardíaca ao final do teste em (1 minuto) = (bpm) 
(ROCKPORT ) 
Capacidade cardiorespiratória para homens (ml/kg/min) 
 Idade Fraco Abaixo da 
Média 
Média Acima da 
Média 
Excelente 
20-29 < 38 41-38 44-42 48-45 > 49 
30-39 < 36 39-36 42-40 47-43 > 48 
40-49 < 34 37-34 40-38 44-41 > 45 
50-59 < 31 34-31 37-35 41-38 > 42 
>60 < 27 30-27 34-31 38-35 > 39 
Capacidade cardiorespiratória para mulheres (ml/kg/min) 
 Idade Fraco Abaixo da 
Média 
Média Acima da 
Média 
Excelente 
20-29 < 32 34-32 37-35 41-38 > 42 
30-39 < 30 32-30 35-33 39-36 > 40 
40-49 < 28 30-28 32-31 36-33 > 37 
50-59 < 25 27-25 29-28 32-30 > 33 
>60 < 24 25-24 27-26 31-28 > 32 
Fonte: MORROW, James R. et al. Medida e avaliação do desempenho Humano. Porto alegre: artmed, 2003. 
(Rikli e Jones, 1999) 
Procedimento: Altura do barbante (crista ilíaca) 
 
Resultado: número de vezes que o joelho direito 
alcança a altura mínima estipulada. 
Valores padrões de referência da força da pressão 
manual (em quilogramas) de acordo com a idade 
cronológica. 
Resultado: Anotar a mão dominante. 
Fazer duas tentativas cada mão de forma 
alternada e considerar a melhor execução. 
Peso: Mulheres - 2 Kg. 
 Homens - 4 Kg. 
 
Resultado: Contar o maior número 
de repetições em 30 segundos. 
Resultado: 
Executar três saltos. 
Escolher a melhor marca das três. 
O valor é expresso em centímetros 
Resultado: 
Número total de sentadas completas na 
cadeira em 30 segundos 
Resultado: 
Realizar duas tentativas com 
intervalos de pelo menos 2 minutos. 
Considerar o menor tempo. 
Idade 50-59 60-69 70-79 
x 17,6 18,9 21,3 
Valores padrões de referência do teste “shutle run” em segundos de acordo com idade cronológia. 
(Stanziola e Prado, 1995) 
Resultado: 
São executadas três tentativas 
e calculada a média em segundos. 
Idade 50-59 60-69 70-79 
x 2,84 3,0 3,28 
s 0,3 0,4 0,5 
Valores padrões de referência de velocidade normal de andar em segundos de 
acordo com idade cronológica. 
(Willians e Greene, 1990) 
Resultado: São executadas 
três tentativas e calculada a 
média em segundos 
Idade 50-59 60-69 70-79 
x 2,34 2,49 2,65 
s 0,4 0,4 0,3 
Valores padrões de referência de velocidade máxima de andar em segundos de 
acordo com idade cronológica. 
(Willians e Greene, 1990) 
Resultado: São executadas três 
Tentativas e calculada a média 
em centésimo de segundos. 
Idade 50-59 60-69 70-79 
x 0,62 0,69 0,76 
s 0,2 0,2 0,2 
Valores padrões de referência de velocidade de levantar da cadeira em 
segundos de acordo com idade cronológica. 
(Willians e Greene, 1990) 
Grupo de Desenvolvimento Latino-Americano para a Maturidade 
(Protocolo GDLAM). 
 
 
• Caminhar 10m (C10m), 
• Levantar-se da posição sentada (LPS), 
• Levantar-se da posição decúbito ventral (LPDV) e 
• Levantar-se da cadeira e locomover-se pela casa (LCLC). 
 
Caminhar 10 metros (C10m) 
 
O propósito deste teste é avaliar a velocidade que o indivíduo leva para percorrer a 
distância de 10 metros (SIPILÄ et al., 1996) (figuras 2 e 3). 
Levantar-se da posição sentada (LPS) 
 
O teste visa avaliar a capacidade funcional da extremidade inferior e consiste 
em: o indivíduo, partindo da posição 
sentada em uma cadeira, sem 
apoio dos braços, estando o assento 
a uma distância do solo de 50 cm, 
levanta-se e senta-se cinco vezes, 
consecutivamente. 
(GURALNIK et al., 1994; 1995; 2000). 
Levantar-se da posição decúbito ventral (LPDV) 
 
O propósito deste teste é avaliar a habilidade do indivíduo 
para levantar-se do chão. O teste consiste em: partindo 
da posição inicial em decúbito ventral, com os braços ao 
longo do corpo, ao comando de “já”, o indivíduo deve 
levantar-se, ficando de pé o mais rápido possível. 
(ALEXANDER et al., 1997). 
Levantar-se da cadeira e locomover-se pela casa (LCLC) 
 
O objetivo é avaliar a capacidade do idoso na sua agilidade e equilíbrio, em situações da 
vida. Com uma cadeira fixa no solo, deve-se demarcar dois cones diagonalmente à cadeira, 
a uma distância de quatro metros para trás e três metros para os lados direito e esquerdo 
da mesma. 
Levantar-se da cadeira e locomover-se pela casa (LCLC) 
 
 O indivíduo inicia o teste sentado na cadeira, com os pés fora do chão, e ao sinal 
de “já”, ele se levanta, move-se para direita, circula o cone, retorna para a cadeira, senta-
se e retira ambos os pés do chão. Sem hesitar, faz o mesmo movimento para a esquerda. 
Imediatamente, realiza novo percurso, para a direita e para a esquerda, assim perfazendo 
todo o percurso e circulando cada cone duas vezes, em menor tempo possível 
(ANDREOTTI; OKUMA, 1999).

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