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EDUCAÇÃO INCLUSIVA
 Autoras: Caroline Gonçalves Caioni e Fernanda Cristina Berlanda.
Prof.: Me Cleonice Perotoni 
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso Pedagogia 1992 – Estágio I
RESUMO: Este trabalho tem como objetivo mostrar o papel da educação inclusiva, nas escolas e a necessidade de ver e incluir o aluno, em todas as circunstâncias, vários caminhos são necessários no trabalho escolar, buscando a construção de um modelo inclusivo para todos. 
As escolas inclusivas devem reconhecer as diversas necessidades dos alunos e dar uma resposta a cada uma delas, assegurando educação de qualidade a todos, através de currículo apropriado, modificações organizacionais, estratégias de ensino, uso de recursos e parcerias dos profissionais que ali trabalham, para proporcionar sempre o melhor para seus alunos. 
Palavras chaves: Adaptação. Educação infantil. Inclusão. Professor.
1 INTRODUÇÃO
O presente projeto de estágio está ancorado pela área de concentração, com o tema: educação inclusiva. O trabalho em si tem por objetivo destacar a importância da inclusão para o fim do preconceito e necessidade da pesquisa e do profissionalismo, para que ampliamos e melhoremos nosso ensino voltado à inclusão. É visível a necessidade de melhorias de nossas leis e de nossos regimentos, pois não é do merecer de ninguém ser desvalorizado. No decorrer deste trabalho abordaremos como funciona a inclusão e valorização do ser, e os conhecimentos que um profissional da educação necessita para exercer seu papel e demonstrar seu profissionalismo depois de tanto tempo na teoria colocando em prática. 
Para a realização deste trabalho passamos pela etapa do Estagio I supervisionado na qual estagiamos em duas instituições, ambas que tem funcionalidade em dois períodos, sendo matutino e vespertino, onde uma atende alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental contendo 2 turmas da Educação Infantil sendo Pré II. A escola acolhe em torno de 28 alunos em cada turma de 1º ao 9º ano e já na educação infantil 21 alunos por turma. Há uma quantidade de 30 funcionários que trabalham nesta unidade escolar. E a outra atende alunos de Berçário I ao Maternal II, que acolhe em torno de 8 a 15 alunos por turma, com uma quantidade de 8 funcionárias . O trabalho mostrará diversos aspectos importantes da necessidade de ver o próximo, e o respeitar em qualquer circunstância. Nós profissionais da educação temos que estar sempre atentos e atualizados, pois uma nova geração esta por vir.
No momento atual, em que a cidadania enfrenta diversos desafios e desbravam caminhos para o diálogo em um mundo mais tolerante e igualitário, a educação inclusiva reforça o direito de as pessoas terem igualdade de condições para acesso e permanência na escola.
2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA
O trabalho elaborado esta ajustado na área de concentração, com o tema: educação inclusiva, uma vez que este tópico foi selecionado, pois o que notamos hoje é a dificuldade de inclusão nas escolas e a importância da mesma. Pois não são apenas crianças com deficiência, que sofre preconceito, temos que fazer a inclusão de cultura, de respeito um ao outro, racismo, bullyn, entre outros tipos de exclusão.
A importância e a necessidade de ver e incluir o aluno começa dês da educação infantil, muitos educadores começam a “suspeitar” que uma criança possa ter uma deficiência. Nesses casos, a busca por um laudo médico é uma preocupação válida e necessária, mas não deve ser a única. O papel da escola quando há hipótese de diagnóstico de deficiência, você fica por dentro dos outros pontos aos qual a equipe pedagógica deve ficar atenta. E para apoiar os docentes a incluir as crianças com deficiência, as escolas de educação infantil podem contar com o atendimento educacional especializado (AEE). O serviço tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade para que todos participem plenamente das atividades na sala comum. 
Cabe à educação do futuro cuidar para que a ideia de unidade da espécie humana não apague a ideia de diversidade, e que a da sua diversidade não apague a da unidade. Há uma unidade humana. Há uma diversidade humana. A unidade não está apenas nos traços biológicos da espécie Homo sapiens. A diversidade não está apenas nos traços psicológicos, culturais, sociais do ser humano. Existe também diversidade propriamente biológica no seio da unidade humana; não apenas existe unidade cerebral, mas mental, psíquica, afetiva, intelectual; além disso, as mais diversas culturas e sociedades têm princípios geradores ou organizacionais comuns. É a unidade humana que traz em si os princípios de suas múltiplas diversidades. Compreender o humano é compreender sua unidade na diversidade, sua diversidade na unidade. É preciso conceber a unidade do múltiplo, a multiplicidade do uno. (MORIN, 2011, p.49-50).
Diante deste pressuposto, a dedução de educação inclusiva tem se fortalecido e aumentado na sociedade o sentido de que a escola tem que se abrir para a diversidade, acolhê-la, respeitá-la e, acima de tudo, valorizá-la o ser humano, como elemento fundamental na constituição de uma sociedade democrática e justa.
	Vários caminhos são necessários no trabalho escolar, buscando a construção de um modelo inclusivo para todos. Em outros países, temos acompanhado o estudo e a prática de formas de colaboração dentro da escola. A colaboração na escola pode ser de variadas formas uma delas que pode ser exercida de formas incluindo o estabelecimento de redes de apoio através de parcerias como a saúde, assistência social, esporte e lazer, ou através de parcerias entre a própria equipe escolar, entre o professor da classe comum e o professor especializado.
 Friend (2002) ressalta recomendações sobre estratégias para promover práticas colaborativas nas escolas, a fundamental é de levar professores e administradores ao entendimento de que a colaboração é uma parte importante do funcionamento da escola para se prolongar a uma comunidade comum.
É na escola que tudo começa o sonho de ser alguém na vida pois é nesse sentido que temos que ter cuidado com nossas criança pois quando sofre na escola sofre a vida inteira lembrando de quando foi excluído ou desvalorizado.
Para o professor é um grande desafio o processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais, pois cabe a eles construírem novas propostas de ensino, atuar com um olhar diferente em sala de aula, sendo o agente facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Muitas vezes os professores apresentam resistência quando o assunto é mudança, causando certo desconforto.
Quanto mais conhecemos determinado fato ou assunto, mais nos sentimos seguros diante dele. O novo gera insegurança e instabilidade, exigindo reorganização, mudança. É comum sermos resistentes ao que nos desestabiliza. Sem dúvida, as ideias inclusivas causaram muita desestabilidade e resistência (MINETTO, 2008, p.17).
Cabe aos professores procurar novas posturas e habilidades que permitam problematizar, compreender e intervir nas diferentes situações que se deparam, além de auxiliarem na construção de uma proposta inclusiva, fazendo com que haja mudanças significativas pautadas nas possibilidades e com uma visão positiva das pessoas com necessidades especiais. 
Para que as escolas atendam ao processo de inclusão, os alunos com necessidades educacionais especiais devem ser incluídos no ensino regular e o ensino precisa de uma revisão, a fim de atender as demanda individuais de cada aluno, independentemente de suas particularidades e diferenças, de modo a adequar e organizar o currículo e o Projeto Político Pedagógico (PPP) da instituição, contemplando a diversidade de sua comunidade escolar, formando um equilíbrio entre o desenvolvimento dos conteúdos previstos e a socialização de todos os envolvidos.
2 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO
Ao passar por esta etapa de estágio I da Educação infantil, nos proporcionou a escolha deste tema, pois, por meio deste processo podemos observar as dificuldades que um professorenfrenta em sala de aula, para incluir em suas atividades e suas brincadeiras o fim do preconceito, racismo ou qualquer forma de exclusão existente na escola e o que temos que fazer para superar as dificuldades, como profissionais. 
Trabalhar em sala de aula não é fácil, o estágio é importante em diversos segmentos, vemos a questão da inclusão até mesmo no nosso caso, que lá estávamos para estagiar, o carinho a atenção e dedicação dos funcionários das escolas com nós estagiários ajudando e orientando para o melhor dos alunos das mesmas. É um passo que o discente precisa vivenciar, pois é um processo de aprendizagem que é indispensável, permitindo ainda que estudante desenvolva certas habilidades que contribuem para o desenvolvimento e a prática de sua vida profissional. 
Foram várias as dificuldades encontradas, principalmente como montar um plano de aula e incluir alunos que tinha suas delimitações e vergonha, mas a observação é uma fase importante, onde conseguimos ver e refletir e expressar maneira de estagiar ordenar e organizar o espaço e nossa cabeça, pois estamos com medo de errar, medo de entrar na sala e ate mesmo da avaliação final do estágio. Então ao passar por este processo de observação e pesquisa com profissionais envolvidos na educação e na inclusão dos alunos cada vez, acabando com qualquer tipo de preconceito existente. O desejo é estar preparado para o que vier sendo firmes do que vimos e aplicar o que aprendemos. O estágio tem por direcionamento preparar o futuro profissional com vivências e experiências verdadeiras mostrando o que é uma sala de aula, pois saímos da faculdade idealizada com um sistema educacional diferenciado do que é se vivido em sala de aula. 
No proceder do estágio tivemos várias experiências e duas etapas que é essencial e indispensável. No início tivemos a primeira etapa que foi a parte da observação na qual passamos um determinado período, observando o professor regente em sala de aula, e essa experiência nos coube acrescentar no nosso momento de regência que é a segunda etapa. Na observação podemos dizer que foi de grande oportunidade, pois ali conseguimos avaliar e observar. Como a professor (a) lida com os alunos como resolve as dificuldades tanto mentalmente como materialmente, e o convívio de professor com aluno, e o trabalho feito de inclusão do mesmo com seus alunos. 
	As etapas da observação foram feitas nas seguintes datas 08/08/2019 até o dia 14/08/2019 e do dia 09/09/2019 à 13/09/2019, onde adquirimos vários conhecimentos tanto de documento, sistema da escola, rotina, quantia de aluno por sala, etc... Na observação conseguimos nos associar com muitas estratégias e planos de aula, na qual a professora regente utilizava para cativar seus alunos, para aprender com a atenção sem se esquecer de nenhum. E ao chegar à etapa da regência conseguimos colocar em prática tudo aquilo que desenvolvemos e elaboramos no decorrer deste processo. Aquilo que passamos tempo estudando na teoria na faculdade, nos trabalhos, tivemos a oportunidade de colocarmos em prática, pois é para isso que o estagiário passa, este período serve para provar que estamos aptos para tal profissão. Na regência tivemos apoio, da professora ajudando e avaliando nosso desempenho, tivemos ajuda tanto em impressões de matérias, documentação necessárias, entre muitas outras coisas, que utilizamos. Afinal como colocamos no trabalho acima o professor deve estar sempre se ampliando e incluindo cada vez seus alunos, e temos que sempre estar preparado para enfrentar desafios e se preparar no conhecimento para transmiti-lo, é do nosso dever estar em constante busca por conhecimentos para dar o nosso melhor e para dar o melhor para nossos alunos.
	Com relação à regência realizada nas seguintes datas dia 19/08/2019 até o dia 23/08/2019 e do dia 16/09/2019 à 20/09/2019, baseado nisso podemos dizer que nossos objetivos enquanto estagiário foram alcançados. 
	No decorrer do estágio obtivemos muito conhecimento que não compreendemos enquanto estamos somente na teoria precisamos pesquisar e nos ampliar, tivemos o auxílio do professor das turmas trabalhadas durante o planejamento de aula. No decorrer do curso, sempre tivemos auxílios devidos estarmos sempre apresentando trabalhos e com isso houve certa facilidade para estar na frente da sala de aula, comunicando com os alunos, e fazendo as atividades de suas rotinas. 
3 IMPRESSÕES DO ESTÁGIO (considerações finais)
O processo do estagio contribuiu e nos orientou muito para nossa carreira na qual estamos por enfrentar, o estágio nos proporcionou preparação e conhecimento e muitas vivências. Tivemos momentos gratificantes onde interagimos com os alunos, professores e funcionários da instituição que estagiamos, foram momentos de muito aprendizado, que serão lembrados sempre. 
Os objetivos foram alcançados com muito sucesso, pois passar esta primeira etapa como professor nos foi aberto mais uma oportunidade de vermos a nós mesmos como capacitados para exercer tal função e também conhecemos documentos que ouvimos muito falar mais não sabia como era de verdade. Ouve a necessidade de estar em constante busca pelo conhecimento e experiências para que devemos nos tornar seres pesquisadores e que o aprendizado nunca é demais.
Durante o processo do estágio não nos deparamos com dificuldades de fala ou de se expressar, tivemos mais dificuldade em incluir e mostrar para os alunos a importância e o respeito para o seu colega. Com tudo isso, podemos ver que ao enfrentar esses desafios reconhecemos e valorizamos nossas capacidades quanto discente de pedagogia. Nada é impossível quando nos esforçamos para fazer o nosso melhor e nos tornarmos profissionais capacitados e de qualidade.
REFERÊNCIAS
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2011 – p. 49-50. http://www.uel.br/eventos/congressomultidisciplinar/pages/arquivos/anais/2013/AT08-2013/AT08-006.pdf. 
FRIEND. Educação Inclusiva: O Ensino Colaborativo Como Facilitador Da Inclusão De Alunos Com Deficiência Física Na Rede Municipal Do Rio De Janeiro. 2002 – p.01. http://www.uel.br/eventos/congressomultidisciplinar/pages/arquivos/anais/2011/processo_inclusivo/025-2011.pdf.
MINETTO, M. F. O currículo na educação inclusiva: entendendo esse desafio. 2ª ed. Curitiba: IBPEX, 2008 – p.17. http://www.opet.com.br/faculdade/revista-pedagogia/pdf/n14/n14-artigo-1-O-PAPEL-DO-PROFESSOR-NA-EDUCACAO-INCLUSIVA.pdf.

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