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@profrodrigorenno @profrodrigorenno /rodrigorenno99 Rodrigo Rennó /profrodrigorenno EXCELÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO - QUALIDADE PROF. RODRIGO RENNÓ Instagram: @ProfRodrigoRenno O que é Qualidade? • A qualidade é um conceito antigo, mas que cada dia se torna mais importante no dia-a-dia das organizações. As ideias principais são, basicamente, as seguintes: • Atender às expectativas, requisitos e desejos dos clientes; • Executar as tarefas da melhor forma possível; • Preocupação constante em melhorar os processos de trabalho; • Não desperdiçar esforços e recursos; • Fazer correto o trabalho desde o princípio. • A gestão da qualidade é vista hoje como fundamental para o sucesso de uma instituição, pois a permite ser mais competitiva perante seus concorrentes, manter e conquistar novos clientes e ter uma atuação sustentável econômica e ambientalmente. Instagram: @ProfRodrigoRenno O que é Qualidade? • Existem muitas definições de qualidade, mas podemos ver as principais abaixo: Definições de Qualidade “Qualidade é a satisfação das necessidades do consumidor. Qualidade é adequação ao uso. ” (Juran, 1974) “Qualidade é a conformidade às especificações. ” (Crosby, 1979) “Qualidade é o grau de excelência a um preço aceitável. ” (Broh, 1974) Instagram: @ProfRodrigoRenno Evolução da Qualidade • A evolução da qualidade pode ser classificada em quatro eras: Era da Inspeção, Era do Controle Estatístico da Qualidade, Era da Garantia da Qualidade e a Era da Gestão da Qualidade Total. Inspeção Controle Estatístico Garantia da Qualidade Gestão Total da Qualidade Instagram: @ProfRodrigoRenno Era da Inspeção Com a industrialização, cresceu o volume da produção e passou a ser necessário o controle da qualidade. Neste princípio, a qualidade era analisada após a produção, por um inspetor, que checava todos os produtos. Não havia uma preocupação com a prevenção de defeitos. A busca era de uma uniformidade dos produtos Instagram: @ProfRodrigoRenno Era do Controle Estatístico Com aumento da competição, as empresas perceberam que a gestão da qualidade deveria receber uma atenção maior. Os controles deveriam ser mais detalhados. Com o uso de modelos matemáticos, iniciou- se o cálculo dos percentuais de falhas e de limites aceitáveis. Com o uso da amostragem o controle ficou mais eficiente e os processos problemáticos foram mais facilmente descobertos. O objetivo passou a ser a descoberta e correção dos erros. Instagram: @ProfRodrigoRenno Era da Garantia da Qualidade O objetivo passou a ser a prevenção dos defeitos e dos desperdícios. O planejamento das ações e a preocupação em aprender com os problemas encontrados tornam-se mais importantes. Trabalho de gestão da qualidade passou a abranger outras ferramentas: o cálculo do custo da qualidade, o controle total da qualidade, engenharia da confiabilidade e a mentalidade “zero defeitos”. Maior foco é dado no planejamento da qualidade, no treinamento dos funcionários, na melhoria do design dos produtos e processos, na eficiência dos controles e na motivação dos empregados. Instagram: @ProfRodrigoRenno Era da Gestão Total da Qualidade A qualidade de uma empresa é vista como diferencial competitivo pelos clientes e parceiros da mesma. Aparição de novas leis de proteção ao consumidor e de normais internacionais de qualidade, como a ISO 9000. A gestão da qualidade deve englobar todos os aspectos da organização, inclusive as relações com os fornecedores e clientes. Devemos satisfazer tanto os clientes externos, como os clientes internos . Instagram: @ProfRodrigoRenno Principais Elementos da GTQ Melhoria Contínua Foco no Cliente Envolvimento dos Empregados Benchmarking Instagram: @ProfRodrigoRenno Etapas da GQT - Chiavenato Etapa Descrição Escolha de uma área de melhoria Por exemplo: redução da percentagem de defeitos; no tempo de ciclo de produção; no tempo de parada de máquinas ou do absenteísmo do pessoal. Definição da equipe de trabalho que tratará da melhoria A melhoria contínua e a qualidade total põem forte ênfase no trabalho em equipe. São técnicas participativas para mobilizar as pessoas na derrubada de barreiras à qualidade Identificação dos benchmarks Benchmark significa um padrão de excelência que deve ser identificado, conhecido, copiado e ultrapassado. O benchmark pode ser interno (de outro departamento, por exemplo) ou externo (uma empresa concorrente ou excelente). O benchmark serve como guia de referência. Análise do método atual A equipe de melhoria analisa o método atual de trabalho para comparar e verificar como ele pode ser melhorado para alcançar ou ultrapassar o benchmark focalizado. Equipamento, materiais, métodos de trabalho, pessoas, habilidades devem ser considerados nessa análise. Estudo piloto da melhoria A equipe desenvolve um esquema piloto para solucionar o problema e melhorar a qualidade e testa a sua relação de custo e benefício. Implementação das melhorias A equipe propõe a melhoria e cabe à direção assegurar sua implementação. A melhoria fortalece a competitividade da organização e aumenta a motivação das pessoas envolvidas no processo incremental. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CORREIOS – ANALISTA) As ações de qualidade desenvolvidas com o intuito de assegurar a satisfação dos clientes devem-se limitar aos processos problemáticos das organizações. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (POLÍCIA FEDERAL – ADMINISTRADOR) Na qualidade total, os parâmetros de qualidade de um produto ou serviço são estabelecidos pelos engenheiros ou gestores envolvidos no processo de produção. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (DCTA – ASSISTENTE) A característica da era do controle estatístico da qualidade é indicada pela (pelos) (A) observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor ou consumidor. (B) produtos e serviços inspecionados um a um ou aleatoriamente. (C) produtos e serviços definidos com base nos interesses do consumidor. (D) observação de produtos e serviços durante o processo produtivo (E) produtos e serviços inspecionados com base em amostras. Instagram: @ProfRodrigoRenno Principais Autores ou Gurus da Qualidade • Walter Shewart • W. Edwards Deming • Juran • Feigenbaum • Crosby • Ishikawa Instagram: @ProfRodrigoRenno Shewart – criador do PDCA • Walter Shewart • “pai” do Controle Estatístico da Qualidade; • Criou o PDCA e o Gráfico de Controle Instagram: @ProfRodrigoRenno PDCA • Ferramenta na busca da melhoria contínua. • O objetivo da ferramenta é simplificar o processo de melhoria dos processos e a correção de problemas e fazer com que qualquer funcionário da organização possa participar deste processo e melhorar a qualidade da organização. • É chamado de ciclo, pois não deve nunca terminar, sendo seu processo sempre reiniciado. • Os resultados de uma passagem do ciclo são considerados no planejamento da próxima passagem. Instagram: @ProfRodrigoRenno PDCA Plan Do Check Act Instagram: @ProfRodrigoRenno PDCA • Devem-se estabelecer os objetivos e metas, com as ações e métodos para que estes objetivos sejam alcançados. Plan • Executamos e plano e coletamos os dados para a próxima fase. Também devem-se treinar os funcionários nas atividades que devem executar.Do • Nesta etapa existe a verificação dos resultados das ações implementadas na fase anterior. Check • Se os resultados forem bons = padronização das ações e dos planejamentos adotados. Se os resultados forem ruins = correção. Act Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming • Foi um dos introdutores do movimento da qualidade no Japão após 2° Guerra. • Para ele, a qualidade deve ter sempre o cliente como foco principal. • Como os desejos e necessidades destes clientes vão se alterando com o tempo, também devem ser alterados os parâmetros de qualidade. Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming 14 Princípiosde Deming 1. Criar uma constância de propósito de aperfeiçoamento do produto e do serviço, a fim de torná-los competitivos, perpetuá-los no mercado e gerar empregos; 2. Adotar a nova filosofia. Vivemos numa nova era econômica. A administração ocidental deve despertar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidades e assumir a liderança em direção à transformação; Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming 14 Princípios de Deming 3. Acabar com a dependência de inspeção para a obtenção da qualidade. Eliminar a necessidade da inspeção em massa, priorizando a internalização da qualidade do produto; 4. Acabar com a prática de negócio compensador baseado apenas no preço. Em vez disso, minimizar o custo total. Insistir na ideia de um único fornecedor para cada item, desenvolvendo relacionamentos duradouros, calcados na qualidade e na confiança; Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming 14 Princípios de Deming 5. Aperfeiçoar constante e continuamente todo o processo de planejamento, produção e serviço, com o objetivo de aumentar a qualidade e a produtividade e, consequentemente, reduzir os custos; 6. Fornecer treinamento no local de trabalho; 7. Adotar e estabelecer liderança. O objetivo da liderança é ajudar as pessoas a realizar um trabalho melhor. Assim como a liderança dos trabalhadores, a liderança empresarial necessita de uma completa reformulação; Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming 14 Princípios de Deming 8. Eliminar o medo; 9. Quebrar barreiras entre os departamentos. Os colaboradores dos setores de pesquisa, projetos, vendas, compras ou produção devem trabalhar em equipe, tornando-se capazes de antecipar problemas que possam surgir durante a produção ou durante a utilização dos produtos ou serviços; 10. Eliminar slogans, exortações e metas dirigidas aos empregados; Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming 14 Princípios de Deming 11. Eliminar padrões artificiais (cotas numéricas) para o chão de fábrica, a administração por objetivos (APO) e a administração através de números e metas numéricas; 12. Remover barreiras que despojem as pessoas de orgulho no trabalho. Isto significa a abolição das avaliações de desempenho ou de mérito e da administração por objetivos ou por números; Instagram: @ProfRodrigoRenno W. Edwards Deming 14 Princípios de Deming 13. Estabelecer um programa rigoroso de educação e auto- aperfeiçoamento para todo o pessoal; 14. Colocar todos da empresa para trabalhar de modo a realizar a transformação. A transformação é tarefa de todos. Instagram: @ProfRodrigoRenno Juran - Trilogia da Qualidade Juran • Joseph Juran era romeno, mas viveu radicado nos Estados Unidos. Foi também um dos impulsionadores da revolução da qualidade no Japão no pós-guerra. • Seu trabalho influenciou tremendamente a gestão da qualidade. • Sua obra mais famosa foi o livro: ”Quality Control Handbook”, publicado em 1951. Ele foi criador do Instituto Juran e trabalhou muitos anos como professor e consultor nessa área. • Como exemplos dos impactos de seu trabalho na gestão da qualidade, podemos citar a “trilogia da qualidade”, além da mudança do enfoque da gestão da qualidade (do plano operacional para o plano estratégico). Instagram: @ProfRodrigoRenno Juran – trilogia da qualidade • Identificar as necessidades dos clientes; • Projetar produtos adequados a elas; • Planejar processos adequados aos produtos.Planejamento • Avaliar o desempenho real da qualidade; • Comparar o desempenho com as metas; • Propor medidas corretivas, quando necessário. Controle da Qualidade • Determinar o que é necessário para melhorar continuamente a qualidade; • Definir projetos de melhoria e seus responsáveis; • Treinar, motivar e apoiar as equipes. Aperfeiçoamento Instagram: @ProfRodrigoRenno Feigenbaum - Custos da Qualidade • Feigenbaum trabalhou muitos anos na empresa GE e trouxe como contribuição para a gestão da qualidade os conceitos dos custos da qualidade e de que a gestão da qualidade deve ser um esforço sistêmico. • De acordo com ele, a gestão da qualidade deve compreender os custos envolvidos e derivados da produção sem qualidade. • Assim, existiriam diversos custos relacionados com a garantia da qualidade e com a falta de qualidade dentro em uma empresa. Os principais custos seriam os seguintes: Custos da Qualidade • Custos da Prevenção • Custos da Avaliação • Custos das falhas internas • Custos das falhas externas Instagram: @ProfRodrigoRenno Crosby – “Defeito Zero” • Outro dos “gurus da qualidade”, Crosby foi um grande escritor americano que trouxe o conceito de “defeito zero”, ou seja, de que não podemos aceitar os “padrões de qualidade”. • De acordo com ele, para obtermos qualidade não podemos “aceitar” que existam pequenas falhas: • “O propósito da qualidade não é acomodar as coisas erradas, é eliminá-las para evitar tais situações. É exatamente a mesma coisa das falhas de soldagem que encontrei quando trabalhava na Martin. Enquanto mantínhamos um nível aceitável delas, elas existiam, quando se tornaram inaceitáveis, desapareceram. ” Instagram: @ProfRodrigoRenno Crosby – “Defeito Zero” • Com isso, ele trouxe o conceito de que todos nós devemos “fazer certo desde a primeira vez”. • Não seria aceitável produzir bens defeituosos e depois descartá-los. Deveríamos nos preocupar em assegurar que nossos processos de trabalho tenham sempre qualidade. • “Qualidade não custa dinheiro – custa dinheiro coisas desprovidas de qualidade”. Instagram: @ProfRodrigoRenno Ishikawa • Este teórico japonês, Kaoru Ishikawa, foi um discípulo dos gurus norte-americanos. • Ele traduziu muitas destas teorias americanas para o contexto e a realidade do Japão. • Além disso, criou suas próprias ferramentas. Como exemplo do impacto do seu trabalho, temos a difusão dos círculos de controle da qualidade (CQC, grupos pequenos de empregados que conduzem o controle da qualidade, identificando problemas no processo de trabalho e democratizando a sua gestão). • Outro impacto importante foi a criação da ferramenta que muitos associam ao seu nome: o diagrama de causa e efeito. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (TJ-ES – ANALISTA) Entre os denominados 14 pontos de William Deming, que tiveram influência determinante na escola japonesa da qualidade, inclui-se a implementação da administração por objetivos. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (MPE-PI – TÉCNICO) O ciclo de Shewhart ou Deming, clássica ferramenta da escola da qualidade, proporciona ao programa de qualidade uma metodologia de caráter pontual sobre as atividades de planejamento, execução, checagem e correção. Instagram: @ProfRodrigoRenno Ferramentas da Qualidade • O controle da qualidade é fundamental para a gestão da qualidade total; • Para isso, existem sete principais ferramentas; • Estas podem ser utilizadas em conjunto, de acordo com a situação Instagram: @ProfRodrigoRenno Ferramentas da Qualidade Ferramentas Diagrama de Causa e Efeito Folha de Verificação Histograma Gráfico de Pareto Diagrama de Correlação Fluxograma Gráfico de Controle Principal Função Levantar possíveis causas para problemas Coletar dados relativos à não conformidade de um produto Identificar com que frequência certo dado aparece em um conjunto de dados Distinguir, entre os fatores, os essenciais e os secundários Estabelecer correlação entre duas variáveis Descrever processos Analisar a variabilidade dos processos Fonte: (Mello, 2012) Instagram: @ProfRodrigoRenno Diagrama de Causa e Efeito ou Ishikawa • Busca apontar a relação de causas e efeitos em um processo ou problema; • Modelo original se baseia no 6M: materiais, métodos, máquinas, medição, mão-de-obra e meio ambiente. • De construção simples – idealmente deve ser feito por toda a equipe que participa do processo Instagram: @ProfRodrigoRenno Diagrama de Causa e Efeito ou Ishikawa Instagram: @ProfRodrigoRenno Diagrama de Causa e Efeito ou IshikawaInstagram: @ProfRodrigoRenno Folha de Verificação • Ela é do que uma relação de “eventos” e a descrição de quantas vezes cada um deles “aconteceu”. • Na sua aplicação prática, um funcionário apenas vai somando quantas vezes cada defeito ocorreu em um formulário ou planilha eletrônica. • Normalmente, é o ponto de partida da Gestão da Qualidade, pois os dados podem ser utilizados pelas outras ferramentas; • Muito simples aplicação Instagram: @ProfRodrigoRenno Histograma •Gráfico de barras que auxilia na análise da frequência dos dados; Instagram: @ProfRodrigoRenno Gráfico de Pareto •Conhecida pelo nome de regra dos “80/20”; •Esta regra diz que, normalmente, 20% dos itens geram 80% dos resultados e os outros 80% dos itens geram apenas 20% dos resultados; •Serve para a priorização dos aspectos importantes. Instagram: @ProfRodrigoRenno Gráfico de Pareto Causas Efeitos Poucos fatores importantes Muitos fatores insignificantes Instagram: @ProfRodrigoRenno Gráfico de Pareto Instagram: @ProfRodrigoRenno Diagrama de Correlação ou Dispersão Menor Investimento Maior Investimento •Utilizado para mostrar uma possível correlação entre duas variáveis. •Pode ajudar ao vermos como uma mudança ocorrida em um fator pode afetar outro fator. Ex: Investimento em saúde afeta expectativa de vida? Instagram: @ProfRodrigoRenno Fluxograma •Serve para desenhar e descrever os processos; •Sem conhecer os processos, não temos como gerenciá-los Instagram: @ProfRodrigoRenno Gráfico de Controle •Serve para medirmos a variabilidade de um processo; •Mostra se existe algum fator influenciando de modo especial a qualidade; •Se os valores estiverem dentro da faixa entre o limite inferior e o limite superior, dizemos que o processo está sob controle. •Neste exemplo, os meses de fevereiro e setembro teriam apresentado resultados “fora” do padrão e deveriam ser estudados mais a fundo. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (EMBASA / ADMINISTRAÇÃO) O diagrama espinha de peixe, ou diagrama de Ishikawa, é uma ferramenta da escola da qualidade que mapeia a correlação entre causas e efeitos de um processo. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (MPE-PI – TÉCNICO) O diagrama de Ishikawa, o princípio de Pareto e os modelos estatísticos são instrumentos de gestão utilizados pelo departamento de qualidade, que deve ser o responsável único pelos programas de qualidade da organização. Instagram: @ProfRodrigoRenno Programa 5S • Programa focado na ordem e na limpeza; • Baseado na cultura japonesa – que acreditam que um ambiente com estas características ajude na melhoria da qualidade; • O nome é baseado nas cinco palavras: seiri, seiso, seiton, seiketsu e shitsuke; • Sua aplicação demanda uma mudança profunda na cultura organizacional Instagram: @ProfRodrigoRenno Programa 5S Seiri - Organização Seiso - Limpeza Seiton - Arrumação Seiketsu - higiene Shitsuke - disciplina Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (AMAZUL – TECNÓLOGO) Considerando o 5s como ferramenta de qualidade, assinale a alternativa que apresenta o s que corresponde ao senso de limpeza e que permite monitorar elementos que, se estiverem sujos, indicam não conformidade. (A) seiri. (B) seiton. (C) seiso. (D) seiketsu. (E) shitsuke. Instagram: @ProfRodrigoRenno Kaizen • Filosofia japonesa de melhoria contínua; • Conceito busca pequenas e constantes melhorias; • Todos os membros devem “comprar” a ideia; • Ao reduzirmos os problemas, desperdícios e defeitos, reduzimos os custos e aumentamos a qualidade Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (TCE/SP – AUDITOR) O conceito japonês Kaizen é a base filosófica para diversas técnicas atuais de qualidade na administração contemporânea. Sintetiza corretamente os princípios do Kaizen: (A) Preocupação contínua com a elaboração de padrões de excelência para medir produtos, serviços ou processos com relação aos concorrentes mais fortes. (B) Preocupação constante com a atribuição de mais poder e autonomia aos trabalhadores, visando partilhar responsabilidades com relação à produtividade da empresa. (C) Abordagem sistêmica do processo de aprendizagem voltada ao aperfeiçoamento contínuo da inovação dentro da empresa. (D) Preocupação contínua com o aperfeiçoamento tanto de produtos e serviços como dos procedimentos e hábitos de executivos e trabalhadores na empresa. (E) Foco no cliente, suas necessidades e preferências, e a preocupação sistemática com a redução dos desperdícios e a agregação de valor aos produtos e serviços. Instagram: @ProfRodrigoRenno Programa Six (Seis) Sigma • Desenvolvido pela Motorola nos anos 80; • Busca a melhoria dos processos e produtos até reduzir os problemas para menos de 3,4 peças por milhão; • Isto geraria um processo com um percentual de 99,9997% de sucesso, ou quase defeito- zero! • Quanto maior o número de “sigmas”, menor o número de problemas no processo; • Preocupa-se com a redução da variabilidade nos processos; Instagram: @ProfRodrigoRenno Implantação do Six (Seis) Sigma – Método DMAIC • Definir o projeto de melhoria, detalhando o problema e as oportunidades de melhoriaDefine - definir • Identificar os pontos críticos do processo e criar métodos de avaliação da performance do processoMeasure - medir • Descobrir as causas do problema Analyze - analisar • Propor e implantar soluções para a melhoria dos processos Improve - melhorar • Checar se as soluções funcionaram e assegurar que estão sendo seguidasControl - controlar Instagram: @ProfRodrigoRenno Six (Seis) Sigma – Equipes de Trabalho Sponsors Champions Master Black Belts Black Belts Green Belts White Belts Definem as diretrizes do Six Sigma Cúpula – Direcionam o programa e identificam os grandes projetos de melhoria Orienatm os Black Belts e Assessoram os Champions Responsáveis pelos projetos de melhoria de alto investimento e diversas áreas Dedicação parcial nos projetos Nível operacional – apóiam os green belts Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (UFF / ADMINISTRADOR) O método de melhoria contínua da qualidade que visa à redução das variabilidades é denominado: a) kaizen; b) 5 "S"; c) diagrama de causa e efeito; d) reengenharia; e) seis sigma. Instagram: @ProfRodrigoRenno Benchmarking • O Benchmarking é um processo importante para que a empresa possa identificar alguma atividade ou processo que outra organização esteja executando de uma maneira mais eficiente e adaptar esta eventual melhor prática para sua própria empresa. • Pode ser feito com empresas de setores diferentes, desde que o processo a ser analisado seja compatível. • Também pode ser feito internamente, entre setores diferentes da mesma empresa, ou divisões de produtos distintos. • Análise deve recair sobre os processos críticos da empresa, ou seja, aqueles que trarão efetivamente um resultado superior, que afetam a produtividade e qualidade dos produtos. • O Benchmarking também pode ser utilizado por empresas grandes, médias ou pequenas, por entidades governamentais, entidades sem fins lucrativos, etc. Instagram: @ProfRodrigoRenno Benchmarking • O Benchmarking pode ser classificado em três categorias: • Benchmarking interno – Análise e comparação dos processos e atividades de órgãos ou filiais diferentes. É comum que empresas grandes tenham setores que executam tarefas e atividades semelhantes. Por exemplo: comparação entre o tempo de entrega da filial de São Paulo e o da filial de Brasília. • Benchmarking competitivo – Análise e comparação do desempenho de empresas que atuam no mesmo segmento, sejam concorrentes diretas ou não. Desta forma, busca-se igualar ou melhorar o desempenho de um concorrente. Poderia ser o caso de uma montadora de automóveis analisando o processo de pintura de um concorrente. • Benchmarking genérico – Análise e comparação de processos de qualquer organização independentemente de ser do mesmo ramo ou não, de ser concorrente ou não. Desta forma, um supermercado poderiacopiar o processo de entrega de uma drogaria, por exemplo. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (MPE-SC – TÉCNICO) Denomina-se ..................................................................... a procura das melhores práticas por parte das empresas, que conduzem ao desempenho superior, por meio do qual uma empresa examina como outra realiza uma função específica a fim de melhorar como realizar a mesma ou uma função semelhante, denomina-se: Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto. (A) PDCA. (B) Benchmarking. (C) Gestão pela qualidade total. (D) Replacement. (E) Outsourcing. Instagram: @ProfRodrigoRenno Sistemas ISO de Gestão • A gestão por processos é fundamental na gestão da qualidade; • Para trabalhar com qualidade, as organizações precisam gerenciar seus processos de trabalho; • ISO é o nome de uma organização (em inglês: International Organization for Standardization). Essa instituição foi criada em 1947 e, atualmente, conta com mais de 130 países membros. • No Brasil, é representada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Instagram: @ProfRodrigoRenno Sistemas ISO de Gestão • As normas ISO 9000 foram disponibilizadas em 1987 e tinham como alvo a definição de padrões para a garantia da qualidade nas empresas. • Em 2000, foi lançada uma atualização, a ISO 9000:2000. • Conforme a norma editada pela ABNT, existem oito princípios de gestão da qualidade que devem ser seguidos pelos gestores para melhorar o desempenho. •Estes Princípios são: Foco no cliente Liderança Envolvimento de pessoas Abordagem de processo Abordagem sistêmica para a gestão Melhoria contínua Abordagem factual para tomada de decisão Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores Instagram: @ProfRodrigoRenno Sistemas ISO de Gestão • As normas ISO 9000 buscam, através da padronização dos processos, uma maior previsibilidade no fornecimento de bens e serviços, a redução dos custos de operação e dos riscos envolvidos no negócio. • Estas normas são consideradas um “consenso mundial” a respeito das melhores práticas na gestão da qualidade. • Apesar disso, uma empresa que siga as normas não está “isenta” de problemas. A observância das normas ISO 9000 não garante um produto de qualidade. • As normas ISO definem os requisitos necessários para que uma empresa possa obter um nível de qualidade desejado para seus produtos e serviços. • Essas normas são aplicáveis a organizações de diversos setores (como indústria, serviços, comércio etc.) e podem ser utilizadas por instituições de diversos tamanhos. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FUB - ENGENHEIRO) O conjunto de normas ISO 9000 representa uma espécie de consenso internacional a respeito das boas práticas de administração da qualidade. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (TJ-AP - ANALISTA) ISO 9000 a) é um conjunto de normas que só podem ser utilizadas por empresas grandes de caráter industrial. b) é um pacote de softwares orientado para implantação de sistemas de qualidade em empresas do setor de informática. c) confere qualidade a um produto (ou serviço), garantindo que o produto (ou serviço) apresentará sempre as mesmas características. d) fornece um certificado segundo o qual o produto avaliado terá maior qualidade que um outro similar sem a certificação. e) diz respeito apenas ao sistema de gestão da qualidade de uma empresa, e não às especificações dos produtos fabricados por esta empresa. Instagram: @ProfRodrigoRenno Modelo da FNQ • Fundação Nacional da Qualidade gerou um modelo de gestão da qualidade. • A FNQ é uma instituição que promove o desenvolvimento das organizações por meio da geração e da disseminação de conhecimento na área da gestão no Brasil (pública e privada) e estimula a busca por uma gestão de excelência. • O modelo se chama Modelo de Excelência da Gestão – MEG, que está em sua 21° edição e está voltado para a melhoria contínua dos processos da organização. Instagram: @ProfRodrigoRenno Modelo da FNQ • Para atingir alguns destes objetivos, ela criou o Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ). • De acordo com a FNQ, os oito fundamentos são os seguintes: pensamento sistêmico, compromisso com as partes interessadas, aprendizado organizacional e inovação, adaptabilidade, liderança transformadora, desenvolvimento sustentável, orientação por processos e a geração de valor. Instagram: @ProfRodrigoRenno Modelo da FNQ Fundamento Descrição Temas PENSAMENTO SISTÊMICO Compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre estes e o ambiente com o qual interagem. • Alinhamento • Tomada de decisão COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS Estabelecimento de pactos com as partes interessadas e suas inter-relações com as estratégias e processos, numa perspectiva de curto e longo prazos. • Requisitos das partes interessadas • Cliente • Relacionamento com as partes interessadas • Fornecedor • Força de trabalho Instagram: @ProfRodrigoRenno Modelo da FNQ Fundamento Descrição Temas APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO Busca e alcance de novos patamares de competência para a organização e sua força de trabalho, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimentos, promovendo um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos sustentáveis para as partes interessadas. • Aperfeiçoamento • Conhecimento • Competências essenciais • Inovação ADAPTABILIDADE Flexibilidade e capacidade de mudança em tempo hábil, frente a novas demandas das partes interessadas e alterações no contexto. • Capacidade de mudar • Flexibilidade LIDERANÇA TRANSFORMADORA Atuação dos líderes de forma ética, inspiradora, exemplar e comprometida com a excelência, compreendendo os cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização e suas partes interessadas, no curto e longo prazos; mobilizando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização; explorando as potencialidades das culturas presentes; preparando líderes e pessoas; e interagindo com as partes interessadas. • Valores e princípios organizacionais • Governança • Cultural organizacional • Olhar para o futuro • Sucessão Instagram: @ProfRodrigoRenno Modelo da FNQ Fundamento Descrição Temas DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Compromisso da organização em responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, tanto atuais quanto para as gerações futuras, por meio de um comportamento ético e transparente. • Econômico-financeiro • Ambiental • Social ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS Reconhecimento de que a organização é um conjunto de processos, que precisam ser entendidos de ponta a ponta e considerados na definição das estruturas: organizacional, de trabalho e de gestão. Os processos devem ser gerenciados visando à busca da eficiência e da eficácia nas atividades, de forma a agregar valor para a organização e as partes interessadas. • Informações organizacionais • Gestão por processos • Produto GERAÇÃO DE VALOR Alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades e expectativas das partes interessadas. • Resultados sustentáveis Instagram: @ProfRodrigoRenno Ciclo PDCL • A base conceitual do MEG incorpora o Ciclo PDCL, uma ferramenta de aprendizado e melhoria contínua. Seu nome vem das iniciais: Plan (planejar), Do (fazer), Check (verificar) e Learn (aprender). • Através do PDCL, a organização busca a melhoria contínua dos seus processos e o aprendizado e crescimento que possibilitarão a ela superar seus desafios presentes e futuros. Plan (planejar) Do (fazer) Check (verificar) Learn (apreder) Instagram: @ProfRodrigoRennoVamos praticar? (TRT-10 – TÉCNICO) O modelo de excelência em gestão pública foi concebido a partir da premissa segundo a qual é preciso ser excelente sem deixar de ser público. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (DNIT – ANALISTA) O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da Fundação Nacional de Qualidade está alicerçado sobre um conjunto de conceitos fundamentais e estruturado em critérios e requisitos inerentes à Excelência em Gestão. Os Fundamentos da Excelência expressam esses conceitos reconhecidos internacionalmente e que são encontrados em organizações líderes de Classe Mundial. Além disso, o MEG utiliza o conceito de aprendizado e melhoria contínua, segundo o ciclo: a) Gestão da Qualidade. b) PDCA (Plan, Do, Check, Action). c) Curva de Aprendizagem d) Desenvolvimento Organizacional (DO). e) PDCL (Plan, Do, Check, Learn) Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (TRT-23º REGIÃO – ANALISTA) A conquista da excelência nos serviços públicos decorre de um amplo conjunto de fatores, muitos dos quais associados à incorporação de novas filosofias gerenciais, de novas tecnologias, de mudança cultural e amplo engajamento dos servidores. O modelo de excelência preconizado pela Fundação Nacional da Qualidade define fundamentos e critérios de gestão tendo como referência organizações de excelência em nível mundial. Constituem, entre outros, fundamentos desse modelo: (A) avaliação e remuneração por resultados. (B) informações e conhecimento. (C) inovação e geração de valor. (D) eficiência no uso de recursos e prestação de contas. (E) treinamento contínuo e transmissão de conhecimentos. @profrodrigorenno @profrodrigorenno /rodrigorenno99 Rodrigo Rennó /profrodrigorenno EXCELÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO – QUALIDADE - QUESTÕES CESPE PROF. RODRIGO RENNÓ Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – EBSERH – ANALISTA – 2018) Na gestão da qualidade, destaca-se a técnica da qualidade total, que admite que a qualidade de um serviço seja estabelecida pela organização e garantida para o cliente em todas as suas interações, seja antes, seja após a prestação do serviço. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – EBSERH – TECNÓLOGO – 2018) Embora as indústrias possam ter departamentos ou gerências destinadas ao controle de qualidade, essa é uma responsabilidade de todos os integrantes da organização. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – EBSERH – TECNÓLOGO – 2018) É denominado benchmarking o processo de fabricação de instrumentos hospitalares em condições similares a outros existentes no mercado, com as mesmas especificações técnicas. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – SEDF – ANALISTA – 2017) O diagrama de gestão do modelo de excelência em gestão é constituído de um ciclo PDCL (plan, do, check e learn), além da avaliação, melhoria e definição de práticas e padrões. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – TCE-PE – ANALISTA – 2017) O diagrama de Ishikawa é uma ferramenta utilizada para identificar relações de causa e efeito apenas em processos administrativos. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – ANVISA – TÉCNICO – 2016) Eliminar o medo de agir no trabalho, para que todos possam trabalhar eficazmente para a empresa, é um dos princípios do método Deming. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – ANVISA – TÉCNICO – 2016) No ciclo PDCA, definir metas, executar tarefas, verificar resultados e atuar corretivamente referem-se, respectivamente, às etapas de planejamento, execução, verificação e ação. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – ANVISA – TÉCNICO – 2016) O histograma é uma ferramenta de gestão da qualidade utilizada para listar todas as atividades de um processo por meio de apoio gráfico. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE - TCE-PA / AUDITOR - 2016) A implementação de um departamento de qualidade tem como objetivo básico a ênfase na correção de defeitos. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE - TCE-PA / AUDITOR - 2016) No processo de garantia da qualidade total, é necessário que a auditoria dos sistemas de qualidade englobe, além do processo produtivo da própria organização, os seus fornecedores de materiais. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – TCU – AUDITOR - 2015) O ciclo PDCA compõe-se das seguintes etapas: planejamento, execução, controle ou verificação e ação corretiva. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – MPOG – ANALISTA TÉCNICO - 2015) Entre outras formas possíveis de definição, qualidade pode ser corretamente conceituada como conformidade às exigências. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – MPOG – ANALISTA TÉCNICO - 2015) Entre os pontos para a melhoria da qualidade citados por Deming, há um relativo a criar constância de propósito e outro relacionado à não eliminação de quotas ou padrões de trabalho. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (CESPE – SUFRAMA – ADMINISTRADOR – 2014) Mesmo em situações complexas, a probabilidade de os resultados alcançados apresentarem maior valor agregado é maior nos casos em que a organização adota os círculos de qualidade e torna o trabalho mais desafiador para as pessoas. @profrodrigorenno @profrodrigorenno /rodrigorenno99 Rodrigo Rennó /profrodrigorenno EXCELÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO - QUALIDADE - QUESTÕES FCC PROF. RODRIGO RENNÓ Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC – SEGEP-MA - Analista - 2018) Os preceitos relativos à qualidade na Administração pública são inspirados em estudos mais amplos sobre qualidade de produtos e serviços nas organizações em geral, que definem qualidade como “todas as propriedades e características de um produto ou serviço relacionadas à sua capacidade de satisfazer às necessidades explícitas ou implícitas dos que o utilizam, isto é, dos clientes, sem prejudicar os que são afetados pelo uso do produto ou serviço” (in Teoria Geral da Administração, Saraiva, p. 255). A teoria desenvolvida por W. Edwards Deming sobre o tema, na década de 1950, sustenta a) a necessidade de buscar a “falha zero”, incutindo nos envolvidos no processo produtivo o medo do erro. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? b) a importância de controlar a qualidade na etapa final da produção e não em todo o processo. c) que a melhor qualidade proporciona, no conjunto, custos mais baixos para a organização. d) que, quando se busca a qualidade, o foco deve estar no produto e não no cliente, sob pena de desvirtuamento do processo produtivo. e) que a utilização de inspeções em massa é o meio mais eficaz de obter a qualidade, evitando outros custos desnecessários. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC – TRT-PE – ANALISTA – 2018) O denominado Ciclo PDCA, também conhecido como Ciclo da Melhoria Contínua, consiste em (A) uma dinâmica de treinamento de pessoal, voltada à otimização de processos produtivos. (B) uma ferramenta utilizada em processos de trabalho, apresentando, como etapas finais, ações avaliativas e corretivas. (C) uma metodologia de avaliação de desempenho que toma por base o envolvimento do avaliado com os propósitos da organização. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (D) uma ferramenta de gestão de projetos, com ênfase na segmentação das tarefas em “pacotes de trabalho”. (E) um diagnóstico da organização, realizado a partir de entrevistas com todos os envolvidos no ciclo de produção de bens ou serviços. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC - DETRAN-MA - ASSISTENTE – 2018) Entre os fundamentos de excelência considerados pela Fundação Nacional de Qualidade − FNQ se insere: a) planejamento estratégico: com o estabelecimento de metas e indicadores para orientarem a atuação da organização. b) downsizing: enxugamento, com redução de posições e redundâncias, visando a evitar o retrabalho e aumentar a produtividade. c) reengenharia: que corresponde ao conceito de “folha em branco”, a partir do qual novosparadigmas podem ser estabelecidos. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? d) adaptabilidade: flexibilidade e capacidade de mudança em tempo hábil, frente a novas demandas das partes interessadas e alterações no contexto. e) accountability: dever de responder por uma responsabilidade outorgada, prestando contas à sociedade. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC - DPE-AM - ANALISTA – 2018) No bojo das iniciativas de qualidade na Administração pública destaca-se o modelo de excelência em gestão da Fundação Nacional da Qualidade − FNQ, que apresenta, entre seus fundamentos, o denominado pensamento sistêmico, consistente no a) modelo de governança preconizado para que a organização atinja o nível de excelência em qualidade. b) sistema de gerenciamento de indicadores e metas voltado à melhoria da atuação da organização. c) entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes da organização, bem como entre a organização e o ambiente externo. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? d) sistema de gestão estratégica com fixação de critérios de desempenho alinhados com a missão da organização. e) conceito amplo de avaliação de desempenho, fundado em benchmarks do setor em que atua a organização. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC - TRT-6 - Analista - 2018) A excelência nos serviços públicos está atrelada às melhorias acumuladas no processo de modernização e voltada ao atingimento do grau ótimo de prestação dos serviços públicos ao cidadão. O conceito de qualidade na Administração pública reflete essa busca, com a utilização de ferramentas e metodologias, como o modelo de excelência desenvolvido pela Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), a) que permite às organizações avaliarem o grau de excelência atingido, a partir da utilização de um sistema de pontuação apresentado com base nos critérios de excelência da Fundação. b) que apenas pode ser aplicado a entidades integrantes da Administração que se submetam ao regime jurídico de direito privado, como as sociedades de economia mista. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? c) que quando aplicado no setor público, necessita de diagnóstico prévio para identificar os critérios e fundamentos aderentes ao órgão e entidade, com o desenvolvimento de uma matriz específica. d) que propicia às entidades da Administração pública e aos servidores o acesso a treinamentos e serviços, porém não à avaliação propriamente dita, que é voltada apenas ao setor privado. e) que embora não aplicável ao setor público, pode servir de parâmetro para o desenvolvimento de modelos próprios de excelência, os quais, por seu turno, podem concorrer à premiação promovida pela Fundação. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC – TRT-23 – ANALISTA – 2016) O Programa 5S, criado no Japão, foi disseminado como ferramenta para promover bons hábitos no ambiente de trabalho, como forma de melhorar a produtividade. Entre os cinco “sensos", inserem-se, (A) organização e limpeza. (B) rapidez e disciplina. (C) benevolência e cooperação. (D) responsabilidade e comprometimento. (E) hierarquia e respeito. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC – ELETROBRÁS – ADMINISTRADOR – 2016) As principais abordagens sobre qualidade nas organizações remontam aos princípios estabelecidos por Deming, nos Estados Unidos, fortemente acolhidos no Japão após a Segunda Guerra Mundial, tendo como um de seus postulados (A) o pressuposto de que as transações devem ser avaliadas com base nos preços. (B) a premissa de que, quanto maior a qualidade, menores serão os custos de produção. (C) o incentivo a slogans e exortações para os empregados como forma de alinhamento. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (D) o estabelecimento de quotas numéricas para avaliação dos produtos e serviços. (E) a disseminação da inspeção em massa como forma eficiente de controle da qualidade. Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (FCC – ELETROBRÁS – ADMINISTRADOR – 2016) Com o aumento da competitividade entre as empresas verificou-se, nas últimas décadas, uma intensa busca por inovações como forma de superação dos concorrentes, incluindo redução de custos e melhoria da qualidade, com foco na satisfação dos clientes. Uma das abordagens para atingir esses objetivos consiste na adoção de um processo contínuo para avaliar serviços, produtos e práticas da organização, comparando-os com seus concorrentes mais fortes ou com empresas que são reconhecidas como líderes. Esse processo é conhecido como: Instagram: @ProfRodrigoRenno Vamos praticar? (A) Ciclo PDCA. (B) downsizing. (C) benchmarking. (D) Kaizen, ou melhoria contínua. (E) Reengenharia. @profrodrigorenno @profrodrigorenno /rodrigorenno99 Rodrigo Rennó /profrodrigorenno OBRIGADO! Prof. Rodrigo Rennó