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SUMÁRIO
31.
INTRODUÇÃO
2.
A EDUCAÇÃO INFANTIL NA BNCC
4
2.1
CAMPOS DE EXPERIÊNCIA
6
2.2
ATIVIDADES RELACIONADAS AO CAMPO DE EXPERIÊNCIA EU, O OUTRO E NÓS
7
3. 10CONSIDERAÇÕES FINAIS
11REFERÊNCIAS
1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como objetivo refletir e expor a importância da BNCC para a Educação Infantil. 
A Educação Infantil é uma das etapas mais importante da formação da criança, pois é onde ela começa a experimentar o mundo fora do núcleo familiar, fazendo novos amigos, aprende a conviver com as diferenças e faz várias descobertas em todas as áreas de conhecimento.
A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) dá um salto ao reconhecer a Educação Infantil como uma etapa essencial e estabelecer direitos de aprendizagem para crianças de 0 a 5 anos.
O documento também inova ao reconhecer essa etapa da Educação Básica como fundamental para a construção da identidade e da subjetividade da criança.
Esse conhecimento pretende assegurar uma formação humana integral com foco na construção de uma sociedade inclusiva, justa e democrática. 
Para a primeira etapa da Educação Básica, a BNCC determina que devem ser assegurados seis direitos de desenvolvimento e aprendizagem: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se, de forma que todas as crianças tenham oportunidades de aprender e se desenvolver.
O professor é o principal agente de aplicação da BNCC na Educação Infantil. Os profissionais encontrarão uma série de desafios e deverão aprender a desenvolver as competências do aluno, além de colocar a pedagogia diferenciada em prática e garantir todos os direitos de aprendizagem.
É importante que não só os professores tomem conhecimento da BNCC, mas também pais e a população em geral, para que cada papel seja exercido em sua totalidade: o de pais, de professores, e de cada um que faz parte da vida das crianças.
Os impactos da BNCC na Educação Infantil serão profundos e positivos, especialmente no que diz respeito à normalização dos assuntos ministrados. Dessa forma, o ensino tende a se tornar mais humanizado e mais relacionado com as demandas das gerações atuais.
2. A EDUCAÇÃO INFANTIL NA BNCC
Em 1988 a Educação Infantil passou a ser reconhecida formalmente na Constituição, ao determinar em seu artigo 208, inciso IV que “o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de [...] atendimento em Creche e Pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade” (BRASIL, 2004, p.122).
 Além da Constituição Federal de 1988, foi elaborado o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 e em 1994, aconteceu a Conferência Nacional de Educação para Todos, com o I Simpósio de Educação Infantil, que aprovou a Política Nacional de Educação Infantil; mas foi com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) em 1996, que a Educação Infantil passou-se a ser colocada como a primeira etapa da educação básica no Brasil, com isso, a responsabilidade tornou-se dos municípios, eles passaram a ter obrigação de disponibilizar espaço e vagas para atender as crianças de sua localidade. 
Com o passar do tempo, a realidade foi mostrando que a criança precisava ser reconhecida como sujeito ativo no seu espaço social, passou então a ser vista de maneira mais particular pela sociedade. O Estado criou Leis que assegurassem o direito à educação das crianças.
Em 25 de junho de 2014 foi sancionada a Lei nº 13.005/2014, que aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, representando mais um degrau nesse processo de consolidação da educação infantil no Brasil. A primeira meta do plano determina a universalização até 2016 da educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 e 5 anos de idade e a ampliação da oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência deste PNE.
Nesse sentido, consoante aos marcos legais anteriores e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI, Resolução CNE/CEB nº 5/2009), o PNE afirma a importância de uma base nacional comum curricular para o Brasil, com o foco na aprendizagem como estratégia para fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades.
A Base Nacional Comum Curricular é um documento normativo que define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.
Seu principal objetivo é ser a balizadora da qualidade da educação no País por meio do estabelecimento de um patamar de aprendizagem e desenvolvimento a que todos os alunos têm direito.
A BNCC homologada pelo Ministério da Educação em 2017, determina que a educação infantil deve assegurar seis direitos de aprendizagem: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. São eles que asseguram as condições para que as crianças “aprendam em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, nas quais possam construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural” (BNCC).
Abaixo veremos como esses direitos de aprendizagem aparecem na BNCC na Educação Infantil, a proposta de cada um deles e como podemos garantir esses direito:
Conviver: Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.
Como garantir esse direito: Situações em que as crianças possam brincar e interagir com os colegas são fundamentais, jogos são importantes para que as crianças possam conviver em situações que precisam respeitar regras.
Brincar: Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais.
Como garantir esse direito: As brincadeiras são essenciais e devem estar presentes intensamente na rotina das crianças, porém devem ser planejadas e variadas.
Participar: Participar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posicionando.
Como garantir esse direito: O importante é envolver as crianças em todas as etapas, permitindo que elas ajudem a decidir como será a estrutura, quais materiais serão usados, qual será a cor, etc.
Explorar: Explorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.
Como garantir esse direito: É fundamental permitir que as crianças explorem sozinhas diferentes materiais fornecidos pelo professor.
Expressar: Expressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens.
Como garantir esse direito: Rodas de conversa são imprescindíveis para que as crianças tenham seu direito garantido. É importante que essas situações sejam frequentes para que a criança explore e se expresse a partir de diferentes linguagens.
Conhecer: Conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário.
Como garantir esse direito: Boa parte das atividades ajudam a garantir esse direito. O professorpode, a partir da observação, criar situações simples, mas que os auxiliem a descobrir a si próprio e ao outro (GUIA BNCC NA PRÁTICA, 2018, p.5 a 8).
O professor precisa sempre tê-los em mente para garantir que as experiências propostas estejam de acordo com os aspectos considerados fundamentais no processo.
 As interações e as brincadeiras fazem parte dos eixos estruturais da Educação Infantil e são eles que asseguram às crianças os direitos de aprendizagem. 
2.1 CAMPOS DE EXPERIÊNCIA
A BNCC na Educação Infantil é estruturada em cinco campos de experiência que enfatizam noções, habilidades, atitudes, valores e afetos que as crianças devem desenvolver dos 0 aos 5 anos e buscam garantir os direitos de aprendizagem das crianças. Ou seja, o conhecimento vem das experiências que cada criança vai viver no ambiente escolar. 
Dessa forma, os campos de experiência estão organizados de forma apoiar o professor no planejamento de sua prática pedagógica.
Abaixo veremos os cincos principais campos de experiência que aparecem na BNCC na Educação Infantil e o objetivo de cada um deles.
O Eu, o Outro e o Nós: O convívio com outras pessoas faz as crianças constituírem uma maneira própria de agir, pensar e sentir, passando a entender que existem outros modos de vida e pontos de vista diferentes. 
Ao mesmo tempo, elas podem construir sua autonomia e senso de reciprocidade, autocuidado e interdependência com o meio. Dessa forma, o ideal é criar oportunidades para que as crianças entrem em contato com outros grupos sociais e culturais. 
Durante essas experiências, elas podem desenvolver a forma de perceber a si mesmas e ao outro, passando assim, a valorizar a sua própria identidade sem desrespeitar os outros e reconhecendo as diferenças que nos representam como seres humanos.
Corpo, Gestos e Movimentos: Desde cedo, as crianças conseguem explorar o mundo, o espaço e os objetos por meio do corpo, com os sentidos, gestos e movimentos. Assim, elas estabelecem relações, brincam, se expressam e produzem conhecimentos sobre si, sobre o outro e sobre o universo cultural e social. 
Através das diferentes formas de expressão, como a dança, a música, o teatro e as brincadeiras de faz de conta, as crianças se expressam e se comunicam tanto com a linguagem quanto com o corpo e com as emoções. 
Nesse campo de experiência, o corpo da criança ganha centralidade. Assim, a escola deve promover oportunidades para que ela possa explorar e vivenciar um amplo espectro de possibilidades.
Traços, Sons, Cores e Formas: Ressalta as experiências das crianças com as diferentes manifestações artísticas, culturais e cientificas, incluindo o contato com a linguagem musical e as linguagens visuais, com foco estético e critico, aprimorando o conhecimento de si mesmas, dos outros e da realidade na qual estão inseridas. 
Assim, a Educação Infantil precisa possibilitar a participação das crianças em produções que envolvem música, dança, teatro, artes visuais e audiovisual. O objetivo é favorecer o desenvolvimento da criatividade, da sensibilidade e da expressão pessoal. 
Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação: As conversas, cantigas, brincadeiras de roda, jogos cantados, realçam as experiências com a linguagem oral que ampliam as diversas formas sociais de comunicação presentes na cultura humana. Às experiências com a leitura de histórias que favoreçam aprendizagens relativas à leitura, à imaginação e à representação e, ainda, à linguagem escrita, na qual convida a criança a conhecer os detalhes do texto e das imagens. 
Durante a Educação Infantil, é necessário estimular os pequenos a ouvir e a falar, por meio de experiências que potencializam sua participação na cultura oral.
Espaço, Tempo, Quantidades, Relações e Transformações: A ênfase está nas experiências que favorecem a construção de noções espaciais (como a noção de longe e perto) ou a uma situação dinâmica (para frente, para trás), em relação ao tempo, favorecendo a construção das noções de tempo físico (dia e noite, estações do ano) e cronológico (ontem, hoje, amanhã, semana, mês e ano), as noções de ordem temporal e histórica. Envolve experiências em relação à medida, favorecendo a ideia de que, por meio de situações problemas em contextos lúdicos, as crianças possam ampliar, aprofundar e construir novos conhecimentos sobre medidas e objetos, de pessoas e de espaços. O Campo ressalta, ainda, as experiências de relações e transformações favorecendo a construção de conhecimentos e valores das crianças sobre os diferentes modos de viver das pessoas em tempos passados ou em outras culturas (GUIA BNCC NA PRÁTICA, 2018, p.10 a 13).
A Educação Infantil deve fornecer experiências nas quais as crianças façam suas próprias observações, manipulem objetos, investiguem e explorem seu entorno, levantem hipóteses e consultem fontes de informação para buscar respostas às suas curiosidades.
2.2 ATIVIDADES RELACIONADAS AO CAMPO DE EXPERIÊNCIA EU, O OUTRO E NÓS
As atividades práticas são fundamentais para transmitir conceitos e promover todos os direitos de aprendizagem listados na BNCC. 
No quadro abaixo relacionaremos atividades que poderão ser desenvolvidas para a faixa etária de crianças de 04 anos a 05 anos e 11 meses.
Quadro 1 - OBJETIVO DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO.
	EIXOS ESTRUTURAIS
	ATIVIDADES
	(EIO3E001) – Demostrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir.
	Brincadeiras para nos conhecermos: Acolher também é brincar, pois as brincadeiras ajudam as crianças a se sentirem mais seguras, proporcionando diversão e relaxamento através de um clima de reciprocidade, possibilitando as trocas entre as crianças e os professores.
	(EIO3E002) – Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações.
	Jogo Matemático: As crianças têm a oportunidade de vivenciar brincadeiras com lego e diversos jogos. O dominó é um deles, pois através deste jogo podemos desenvolver o raciocínio lógico, a capacidade de observação, atenção e concentração, promover a oralidade e a socialização com os colegas de sala e também associar quantidades.
	(EIO3E003) – Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação.
	Explorando vários objetos: Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar materiais, objetos e brinquedos. Por meio da exploração de diferentes materiais, as crianças podem experimentar diversas texturas e sensações, ampliando seu conhecimento de mundo e sua capacidade de expressão. As brincadeiras com caixinha de areia, além de lúdicas se transformam em momentos de pesquisa e experimentação pelas crianças.
	(EIO3E004) – Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos.
	Desenho Livre: O Desenho é um passaporte para um mundo de imaginação e de livre expressão, os primeiros registros gráficos são importantes na vida da criança, eles são o embrião do processo que levará, de fato, a desenhar, a pintar e, mais tarde, a escrever.
 
	(EIO3E005) – Demostrar valorização das características de seu corpo e respeita as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive.
	Escultura com Massinha de Modelar: A massinha de modelar, não apenas fornece a criança a oportunidade de explorar a sua criatividade, mas também é um importante meio pelo qual pode estimular várias habilidades sensoriais, motoras, cognitivas e sociais. Trabalhar habilidades motoras finas é importante para o posterior desenvolvimento da escrita. Ao manipular a massinha, as crianças utilizam músculos pequenos das mãos, que auxilia de forma potencial no desenvolvimento da motricidade fina, a capacidade de pagar corretamente os objetos e controlar a força da mão.
	(EIO3E006) – Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
	Carnaval: Fazer uma roda de conversa com uma caixa surpresa com adereços e máscaras para exploração e manuseio das crianças.
Tambor: Através de uma roda de conversa,expor diversos tambores, explicar o que é um tambor, que possui nomes e formas diferentes e em seguida perguntar as crianças o que seria um tambor para elas.
	(EIO3E007) – Usar estratégias pautadas no respeito mútuo para lidar com conflitos nas interações com crianças e adultos.
	Linguagem Matemática – Contando nossos Brinquedos: Nesta atividade podemos fazer uma contagem geral dos brinquedos que foram trazidos pelas crianças, para sabermos quantos brinquedos temos naquele dia. Em outro momento contamos quantas crianças e fazemos uma relação entre o número de brinquedos e o número de crianças. Em seguida separamos os brinquedos por grupos (ex: grupo de bonecas, de carrinhos, de pelúcias e de brinquedos diversos).
 Fonte: Elaborado pelo autor
 É importante ressaltar que, como aponta a BNCC e diversos especialistas em Educação, as atividades podem e devem englobar mais de um Campo de Experiência simultaneamente, a depender da criatividade e proposta dos educadores.
Planejar as experiências das crianças é fundamental para que as intenções educativas sejam revertidas em aprendizagem e desenvolvimento.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Podemos compreender que na Base Nacional Comum Curricular a infância é evidenciada como primeira etapa da educação de um indivíduo, sendo por isso de extrema importância para a formação intelectual, ética e moral deste ser humano.
É necessário dar a devida atenção a Educação Infantil, compreendendo que essa cumpre um papel socializador, propiciando o desenvolvimento da identidade das crianças, por meio de aprendizagens diversificadas, realizadas em interação. 
A educação infantil precisa ser vista como um momento de aprendizagem, sendo que ela pode cumprir sua função pedagógica ampliando o repertório vivencial e de conhecimento das crianças, rumo à autonomia e a cooperação.
REFERÊNCIAS
AIX SISTEMAS. BNCC na Educação Infantil – Disponível em: https://educacaoinfantil.aix.com.br/bncc-na-educacao-infantil-o-guia-completo Acesso em 02 out. 2019
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: http://planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm Acesso em: 28 set. 2019.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm Acesso em: 28 set. 2019.
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm Acesso em: 28 set. 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Disponível em:http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf Acesso em: 28 set. 2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=2298-rceb005-09&category_slug=dezembro-2009-pdf&Itemid=30192 Acesso em: 28 set. 2019.
BRASIL. Plano Nacional de educação 2014-2024. Disponível em: http://pne.mec.gov.br/18-planos-subnacionais-de-educacao/543-plano-nacional-de-educacao-lei-n-13-005-2014 Acesso em: 28 set. 2019.
NOVA ESCOLA. BNCC na Prática – Disponível em: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/138/bncc-para-a-educacao-infantil-baixe-em-pdf-o-livro-digital Acesso em 28 set. 2019 
Sistema de Ensino SEMIPresencial Conectado
PEDAGOGIA
ALEXSANDRA SOARES LIMA BARROSO
ELISÂNGELA INÁCIO DOS REIS OLIVEIRA
EUNICE EVANGELISTA ALMEIDA
MARILEIDE FELIX COSTA
ROSIMAYRE MESQUITA HENRIQUES DE OLIVEIRA
ZILENE RODRIGUES DA SILVA
ASPECTOS FILOSÓFICOS, SOCIOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
BELO HORIZONTE
2019
ALEXSANDRA SOARES LIMA BARROSO
ELISÂNGELA INÁCIO DOS REIS OLIVEIRA
EUNICE EVANGELISTA ALMEIDA
MARILEIDE FELIX COSTA
ROSIMAYRE MESQUITA HENRIQUES DE OLIVEIRA
ZILENE RODRIGUES DA SILVA
ASPECTOS FILOSÓFICOS, SOCIOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da UNOPAR – Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas de Sociologia da Educação, Legislação Educacional, Teórias e Práticas do Currículo, Filosofia da Educação e Práticas Pedagógicas em Pedagogia: Condições de Aprendizagem na Educação Infantil.
Professor(es): Márcio Gutuzo Saviani; Vilze Vidotte Costa; Mari Clair Moro Nascimento; Okana Battini; Tatiane Mota Santos Jardim; 
Tutora à Distância: Juliana Gomes de Souza 
Tutor de sala: Túlio Augusto Bento de Oliveira
BELO HORIZONTE
2019

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