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UNIVERSIDADE PAULISTA
 UNIP - 
 Campus Limeira
 Curso de Psicologia 
 1º Semestre 2019
 TRABALHO DE PESQUISA COM SITUAÇÃO PROBLEMA: SALIM
ACADEMICAS:
Gabrielly Albertin RA F031780
Joice Mirella Bertagna Marcelino RA D97DEJ0
Kelly Cristina Romualdo Golasqui RA F0195500
Marcela Stahlberg Gandolfi RA N437583
LIMEIRA-SP
2019
ANÁLISE DO CASO DO MENINO SALIM
Trabalho proposto para apresentação e desenvolvimento à disciplina de Psicologia do Desenvolvimento: Ciclo Vital, do curso de Psicologia da Universidade Paulista para complementação da avaliação do primeiro bimestre.
 Prof. Márcia Maria Toledo 
LIMEIRA-SP
2019
SU MÁR IO 
 
1. IN TR ODUÇ ÃO --------------------------------------------------------------- 
2. OBJE T IV O ---------------------------------------------------------------- ----- 
2.1 OBJETIVO ESPECIFICO---------------------------------------------------------------- 
3. D ES E NVOLVIME N TO ----------------------------------------------------- 
3.1 S ITUA Ç Ã O PR OBLE MA ---------------------------------------------------------- 
3.2 COMO O D IV Ó RC IO AFE TA A V IDA D OS F ILH OS -------------------- 
3.3 A QUESTAO ESCOLAR --------------------------------------------------------- 
 3.4 O QUE É OU NÃO APROPRIADO PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NESTA FASE ------------------------------------------------------------------------------------ 
4. C ONCL US Ã O -------------------------------- ------------------------------ 
5. REF ERÊNC IA S B IBL IOG RÁF IC A S -------------------------------- 
 
 
LIMEIRA-SP
2019
 
 
1. INTRODUÇÃO:
O desenvolvimento humano se subdivide em quatro aspectos: físico-motor, intelectual, afetivo-emocional e o social. Todos estes aspectos relacionam-se constantemente no desenvolvimento infantil, que é um processo de crescimento e mudança do comportamento cognitivo e emocional da criança ao longo da vida. Assim, em cada fase surgem características específicas da idade interferindo na forma como a criança percebe, compreende e se comporta diante da situação vivenciada. Em relação ao desenvolvimento da criança, Papalia et al (2006), pontua que:
 O desenvolvimento cognitivo ocorre em uma série de estágios qualitativamente diferentes. Em cada estágio, a mente da criança desenvolve um novo modo de operar. Da infância à adolescência, as operações mentais evoluem da aprendizagem baseada na simples atividade sensório-motor ao pensamento lógico abstrato. Esse desenvolvimento gradual ocorre através de três princípios inter-relacionados: organização é a tendência de criar estruturas cognitivas cada vez mais complexas; adaptação é o termo usado por Piaget para descrever como uma criança lidas com novas informações que parecem conflitar o que ela já sabe e equilibrarão, um esforço constante para manter um balanço ou equilíbrio estável. (PAPALIA e FELDMAN et al, 2006, p.76). 
Portanto, o desenvolvimento infantil é um processo contínuo em que a criança desenvolve a inteligência para o seu crescimento nos fatores sociais, cognitivos e também no familiar. A família tem muito a contribuir com o desenvolvimento da criança, pois tem o objetivo de proporcionar proteção, apoio e amparo para essas crianças. Este fator é oferecido quando esta vive em lar harmonioso juntamente com seus genitores e familiares, caso contrário, se este ambiente for conflituoso, a criança certamente apresentará dificuldades no período escolar, sendo estes relacionados ao divórcio dos pais.
1.1 OBJETIVO
 O presente trabalho tem como objetivo de introduzir o aluno a pratica de pesquisa cientifica dos fenômenos do desenvolvimento da criança, articulando pesquisa e teoria Através de uma compreensão critica com foco na situação problema de uma família, eliminando o julgamento e o senso comum e compreender a fase de desenvolvimento da criança na terceira infância. Através de um estudo de caso que se refere a uma criança de 8 anos, cujo os pais estão se divorciando, buscando assim orientação para passar por este processo de maneira menos dolorosa para seu filho 
1.2 OBJETIVO ESPECÍFICO
Promover ao aluno uma reflexão crítica sobre a situação problema, com o objetivo de eliminar o julgamento e o senso comum ao avaliar um caso concreto
2. DESENVOLVIMENTO
SITUAÇÃO PROBLEMA
Salomão e Romana vão à sua procura para tentar resolver um problema prático com seu filho Salim que tem atualmente 8 anos. O casal resolveu se separar e busca uma orientação sobre o filho, pois têm dúvidas se ele conseguirá aceitar esse momento.
Para poder orientá-los, você necessita saber algumas informações sobre como foi o desenvolvimento da criança até aquele momento, para conhece-lo melhor.
Os pais contam que aos três anos Salim, sempre que possível buscava dormir na cama com eles. Para isso ele insistia muito, com suplícios e soluços. Após 3 ou 4 noites, os pais cediam, pois acabavam com pena da criança. Quando não cediam, ele dormia no próprio quarto, mas ao longo da madrugada, Salim mudava-se para a cama dos pais, entre os dois e os mesmos, muito sonolentos, nada faziam.
Aos 5 anos ele começou a frequentar a escola. Todos os dias selecionava quem ia busca-lo: ora a mãe, ora o pai. E se caso os pais trocavam na hora de pega-lo, ele armava um gritaria na porta da escola e não queria ir embora para casa enquanto a pessoa desejada não chegasse. As professoras e a direção da escola achavam tudo muito estranho, pois no dia-a-dia das atividades ele se saia muito bem.
O casal sempre deu todos os presentes que o filho solicitava. Agora com a separação sabem que o padrão econômico de vida de ambos irá ser reduzido pela metade e com isso estão preocupados em não poder atender todas as necessidades do filho. E há uma grande probabilidade de Salomão ser transferido de cidade, sendo essa uma das principais razões da separação, pois Romana não quer abandonar os pais a quem dedica boa parte do seu tempo, mesmo estes não tendo nenhum problema.
Atualmente, Salim está no 3º ano do ensino fundamental, mas a coordenação da escola já comunicou que se ele não se dedicar mais, provavelmente será retido, já que no ano anterior foi aprovado pelo conselho de classe que considerou as dificuldades dos pais na sua educação. Vem apresentando problemas em matemática (não consegue compreender multiplicação e divisão) e em português troca letras e na escrita troca “p com q” e “b com d”. Quando vai ler algo em sala, gagueja e troca também algumas letras.
Possui alguns amigos, mas nas brincadeiras é ele quem sempre determina as regras. Quando alguma criança propõe algo diferente, ele afirma que essa não é a forma correta, que deve ser outro jogo e ele não quer.
2.1 A QUESTÃO FAMILIAR 
Compreende-se que a família, como base da sociedade, deve assegurar que os direitos da criança sejam priorizados para que este se torne um sujeito atuante na sociedade. Segundo CHALITA (2001, p.21), no ambiente familiar que o sujeito desde criança desenvolve suas habilidades, expressa seus sentimentos e adquire exemplos de comportamentos adotados pelos familiares. Os problemas emocionais e comportamentais da criança também podem refletir o nível de conflito parental antes do divórcio 
Os pais de Salim, Salomão e Romana, conforme demonstra a situação problema são muito permissivos, onde o nível de cuidado é de moderado a alto, com pouco controle. Não há coerência na aplicação das regras de disciplina; todos os desejos e impulsos de crianças são aceitos. 
De separação dos pais, Salim vem apresentando piora em seu comportamento tanto escolar, quanto familiar, De acordo com o Papalia Ruth Duskin Feldman : 
 O divórcio é estressante para os filhos. Primeiro é o estresse do conflito conjugal e então a separação dos pais com a partida de um dos genitores, geralmente o pai
A criança pode não entender totalmente o que está acontecendo. É claro que o divórcio é estressantepara os pais e pode afetar NEGATIVAMENTE A EDUCAÇÃO DOS FILHOS.(2013, pg362) 
Em estudo longitudinal de quase 11 mil crianças canadenses, aquelas cujos pais mais tarde se divorciaram apresentavam mais ansiedade, depressão ou comportamento antissocial do que aquelas cujos pais permaneceram casados (Strohschein, 2005).
3.2 COMO O DIVORCIO AFETA A VIDA DOS FILHOS 
Para entender a criança na família precisamos olhar para a família no ambiente. Elas são afetadas pelo que acontece além dos muros do lar. Conforme prevê a teoria de Bronfenbrenner, níveis mais amplos de influência incluindo o trabalho e o nível socioeconômico dos pais, e tendênciassociais, como o divórcio ajudam a formar o ambiente família, e portanto o desenvolvimento da criança.
Em um estudo de 226 famílias de etnias diversas com filhos em idade escolar (Kaczynski et.al,2006), o conflito conjugal estava consistentemente associado com parental idade ineficaz, e as crianças expostas a discórdia parental insatisfatória, tendiam a apresentar altos níveis tanto de comportamentos internalizastes, como ansiedade, medo e depressão como de comportamentos externalizantes, como agressividade, brigas, desobediência e hostilidade. (Papalia, 2013)
Para algumas crianças o divórcio foi um acontecimento terrível, pois experimentaram medo do abandono e acreditavam que um dos pais ao deixar a casa a deixariam também, elas passaram apresentar receio de ser abandonada pelos pais. Para outras crianças significou alívio onde vivenciavam conflitos constantes e acabavam inevitavelmente ficando no meio, de modo que incumbia aos pais declarar a trégua. Essa situação pode ser vista como evento negativo ou positivo e é muito relativo de uma criança para outra. De acordo com Papalia e Feldman (2006), a criança é capaz de conviver com o divórcio dos pais e cada criança entende o divórcio de forma diferente, desse modo:
Ao avaliar os efeitos do divórcio precisamos examinar circunstâncias
específicas. Às vezes o divórcio pode melhorar a situação de uma criança,
reduzindo a quantidade de conflito na família, e às vezes não. As
características pessoais das crianças fazem diferença; crianças inteligentes
e socialmente competentes sem graves problemas de comportamento, que
possuem um senso de controle sobre suas vidas, podem lidar melhor tanto
com o conflito entre os pais como com seu divórcio (PAPALIA 
2006, p.411).
2.2 A QUESTÃO ESCOLAR:
A terceira infância compreende o período dos 6 a 12 anos de idade (PAPALIA, 2006) e usualmente está relacionado com o início do período escolar da criança, A entrada da criança no universo escolar caracteriza, muitas vezes, a primeira entrada significativa em um ambiente social o qual não é diretamente vinculado à família nuclear .A partir deste acontecimento notam-se que abrem-se portas para que ocorra a possibilidade de desenvolvimento da criança em diversas áreas de maneira mais acentuada, tais como o desenvolvimento social, emocional, cognitivo, etc., todas estas áreas importantes para configurar o desenvolvimento da autoestima.
Atualmente na escola Salim vem apresentando algumas dificuldades comportamentais, como por exemplo na hora de brincar com as outras crianças, Salim demonstra autoritarismo e se ele não estiver sobre o comando ele não brinca, as regras precisam sempre ser do jeito dele. Já dentro da sala de aula ele apresenta dificuldades em matemática, não consegue compreender multiplicação e divisão e em português troca letras na escrita “P” com “Q’’ e “B” com “D”. Quando lê em sala de aula gagueja e troca algumas palavras. Ele está no 3ºano do ensino fundamental, e a coordenação comunicou que caso ele não se dedicar mais, a escola este ano terá que retê-lo. No ano anterior o conselho de classe levou em consideração as dificuldades dos pais em sua educação e acabaram o aprovando.
3.4 O QUE É E O QUE NÃO É APROPRIADO PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NESTA FASE
Observando Salim, pela idade que ele apresenta, considera-se que ele esteja na terceira infância segundo Papalia e Feldman (2006) . O desenvolvimento das crianças durante a terceira infância, que se inicia a partir dos seis anos de idade, é uma fase de inúmeras mudanças. Entre estas mudanças, há vários tipos como mudanças físicas, cognitivas e até emocionais. Como por exemplo:
* Alguns tipos de mudanças físicas na terceira infância, é o crescimento que fica mais lento, e o peso pode chegar a duplicar dos 6 aos 11 anos, e nessa mesma idade a criança pode crescer de 5 a 7 cm por ano.
* Outra mudança notável são os aspectos cognitivos. No estágio operatório-concreto, as crianças têm, em relação ao estágio pré-operatório, um melhor entendimento dos conceitos espaciais, causalidade, categorização, raciocínio indutivo e dedutivo, conservação e números. Elas têm uma noção mais clara sobre a distância de um lugar a outro e quanto tempo é necessário para percorrer esta distância, além de também lembrarem mais facilmente do caminho e dos pontos de referência ao longo dele.
* Uma das mudanças emocionais, é o autoconceito amplo, inclusivos que integram diferentes aspectos da identidade.
O amadurecimento e a aprendizagem na terceira infância e além dependem da sintonia fina das conexões do cérebro, juntamente com uma seleção mais eficiente das regiões do cérebro próprias para determinadas tarefas. Juntas, essas mudanças aumentam a velocidade e a eficiência dos processos cerebrais e aumentam a capacidade de filtrar informação relevante (Amso e Casey, 2006). Uma mudança importante no amadurecimento vista claramente em estudos de imageamento é uma perda na densidade da substância cinzenta (corpos neuronais compactos) em certas regiões do córtex cerebral.
As habilidades motoras continuam a melhorar na terceira infância. Entretanto, um levantamento nacionalmente representativo baseado nos diários de uso do tempo verificou que crianças em idade escolar nos Estados Unidos passam menos tempo por semana praticando esportes e outras atividades ao ar livre do que no início da década de 1980 e mais horas na escola e fazendo a lição de casa, além do tempo gasto vendo televisão – uma média de 12 a 14 horas por semana – e em atividades de computador, que mal existiam 20 anos atrás (Juster, Ono e Stafford, 2004).
Apesar de Salim estar na terceira infância, ele apresenta muitos aspectos da segunda, mesmo estando com 8 anos ,ele apresenta dificuldades de pensamento, quando os pais se atrasam, ao ir busca-lo na escola, ele chora muito, pois ainda não tem capacidade do pensar que seus pais poderiam estra atrasados por muitos motivos cotidianos.
Na fala, ao trocar as letras e ele não consegue expressar corretamente as frases, e assim não gerar uma certa dificuldade na hora da escrita, que são partes apresentadas na segunda infância de uma criança.
Segundo o livro Papalia e Feldman (2006, pag259), na segunda infância as crianças começam a ter compreensão dos números, e começam a ter o raciocínio de somar coisas. E também quando mais nova crianças tendem a não querer se separar dos pais e ter um instinto de apego, e assim quando se deparam com situações aonde não irã ter a presença de seus pais, começam a sentir medo e logo o medo causa o choro, pois tem em mente que perto de seus pais eles iram sempre estar seguros. Quando chega a hora de dormir é como se fosse algo traumatizante para as crianças, tendem a idealizar que no escuro, monstros aparecerão e o medo de ficar sozinhos no escuro e será traumatizante, podendo relacionar que dormir com os pais irá protege – lós do mal e estarão em segurança.
A partir dos três anos as crianças começam a socializar com outras crianças, e desenvolvem o instinto de amizade, e logo após irá surgindo amigos para poder compartilhar coisas, ser generosos em determinadas situações. Se na segunda infância as crianças não são estimuladas a serem mais generosas e compartilhar coisas, começam a apresentar mais tarde atitudes egoístas com seus amigos, e assim até em um simples jogo de coletividade, a criança não conseguem se desenvolver bem e apresenta certas dificuldades.Quando uma criança está na terceira infância, comporta/os dificuldade relacionados aos transtornos de aprendizagem podem ser mais comumente observados, em função da demanda acadêmica tendem a aparecer. Na terceira infância é onde podem conseguir passar por momentos de crise sem muitas dificuldades, porem Salim está passando pela separação dos pais e tendo características não desenvolvidas da segunda infância, e pode não conseguir superar esses momentos.
3. CONCLUSÃO
Para a formação da criança, entendemos que o contexto familiar é de grande importância e que a escola não substitui o papel dos pais na vida da criança, Conclui-se portanto que a Criança observada está apresentando dificuldades do momento em que está inserido, sendo que pais como os apresentados no caso, que buscam atender todas as necessidades de seus filhos acabam os deixando , frustrados quando algo não sai da maneira na qual gostaria, pois não conseguem impor limites aos filhos . Neste momento a escola precisa avaliar o comportamento da criança, de forma que elimine o julgamento e o senso comum, e se necessário alertar os pais, para que tomem devidas atitudes, intervindo através da imposição de limites e uma parceria juntamente com a escola para ajudar a criança a superar, enfrentar esta fase. A escola não conseguirá mudar nada sem o auxílio da família de Salim , e os mesmos precisam estar dispostos a passar por um tratamento , se necessário, em conjunto.
4. BIBLIOGRAFIA
Diane e Papalia Ruth Duskin Feldman - 12ª edição
PAPALIA , Diane E., OLD S , Sally W ., FELD MAN, R ut h Duskin. Desenvolvimento Hum ano . 8 º Ed. Artme d, 2006
 TOURRETTE , Catherine e; GUID ETT I, Michèle . Introdução à Psicologia do 
Desenvolvimento do Nascimento à Adolescênci a . 12º Ed . Petrópolis: Vozes, 
2012.
CHALITA, Gabriel. Educação. A solução está no afeto. São Paulo: Editora Gente 2001, p.21.
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