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30/03/2020 UNINA https://cursor.saobraz.edu.br/Account/Questionario.aspx?token=U3R1ZGVudENsYXNzSWQ9MzYzNDk3JlF1ZXN0aW9ubmFpcmVJZD0xMzgzNCZJc1JlYWRPbmx5PVRydWU 1/5 1) 2) 3) 4) A Língua Brasileira de Sinais – Libras foi legitimada por meio da Lei: Nº 24.436, de 01 de abril de 1998. Nº 12.820, de 25 de dezembro de 2000. Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Nº 5.676, de 07 de setembro de 2018. A oficialização da Língua brasileira de sinais fez com que a comunidade que já a utilizava para se comunicar, mesmo antes do decreto, ganhasse notoriedade e reconhecimento jurídico e assim visibilidade para exigir: Direitos quanto a sua especificidade e em especial, sobre as práticas educacionais em atendimento ao sujeito Surdo. Um manual ilustrado. Atendimento preferencial em ambientes públicos. Aposentadoria independentemente do tempo de contribuição junto a Previdência Social, porque o sujeito Surdo é incapaz de estar inserido na sociedade. A Libras é uma língua gestual-visual e tem como canal de comunicação: A fala. Os olhos, transmitindo códigos pelo piscar. O sujeito, que sinaliza e faz uso de expressões faciais. A escrita. Ao introduzir a Libras, não se deve perder de vista as relações entre imagem, significado e: Título: Curso: Disciplina: Módulo: Tipo: Atividade Avaliativa-Língua Brasileira de Sinais-Profª Letícia Ribeiro Guebur. +Educação Especial e Inclusiva (4) Língua Brasileira de Sinais Módulo 1 AA 30/03/2020 UNINA https://cursor.saobraz.edu.br/Account/Questionario.aspx?token=U3R1ZGVudENsYXNzSWQ9MzYzNDk3JlF1ZXN0aW9ubmFpcmVJZD0xMzgzNCZJc1JlYWRPbmx5PVRydWU 2/5 5) 6) 7) 8) Espiritualidade. Contexto. Economia. Sonoridade. As primeiras intenções de pesquisa em línguas de sinais traziam a errônea concepção de que a língua sinalizada teria como única referência: O processo auditivo. O uso de Braile. As placas sinalizadoras. A forma oralizada de um idioma. Sabe-se que a leitura das mãos não é realizada de maneira fragmentada, letra por letra, mas sim de acordo com: A inteligência emocional. A experiência de vida. Os movimentos integrais. Os movimentos revolucionários. A Libras é estruturada linguisticamente, possuindo todos os níveis linguísticos – fonológicos, morfológicos, semânticos e pragmáticos, como qualquer outro idioma. Sendo assim, ela supre as lacunas para: O desenvolvimento físico do sujeito. O desenvolvimento linguístico e cognitivo do indivíduo Surdo. O desenvolvimento e adaptação da lateralidade do indivíduo. O desenvolvimento na capacitação de locomoção. As línguas de sinais são dinâmicas, podendo mudar e se atualizar ao longo do tempo, impossibilitando assim: Editar materiais como mecanismo de aprendizagem. Fazer planejamentos pedagógicos, tendo em vista o número de alterações. Uma homogeneidade linguística em toda extensão territorial. Reproduzir o material em Braile. 30/03/2020 UNINA https://cursor.saobraz.edu.br/Account/Questionario.aspx?token=U3R1ZGVudENsYXNzSWQ9MzYzNDk3JlF1ZXN0aW9ubmFpcmVJZD0xMzgzNCZJc1JlYWRPbmx5PVRydWU 3/5 9) 10) 11) 12) 13) Por que em Libras não se utilizam artigos, preposições e conjunções? Pelo fato de que esses conectivos se apresentam incorporados ao sinal. Por ser uma língua simples e de desenvolvimento limitado. Por ser uma língua falada por uma pequena parcela da população. Por ser uma língua de desenvolvimento tardio. Por definição legislativa – Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total de: Quarenta e um decibéis (dB) ou mais. Sessenta e cinco decibéis (dB) ou mais. Quinze decibéis (dB) ou mais. Vinte e um decibéis (db) ou mais. O primeiro contato com a pessoa Surda causa estranhamento, não pela pessoa em si, mas pelas suas especificidades: Físicas. Visuais. Motoras. Linguísticas. A partir da década de 90, com o início das pesquisas formais sobre a língua de sinais, intensificou-se a compreensão da condição da surdez como: Deficiência total sem condições do portador fazer parte da sociedade. Especificidade, e não mais enaltecida como uma característica patológica depreciadora da pessoa. Caso único e exclusivo hospitalar. Desvio de conduta. A terminologia “Surdo” por vezes traz estranhamento por parte de pessoas que não tem contato com essa comunidade específica. Chamar o Surdo de Surdo é a forma principal de: Reconhecimento de sua diferença, desfocando estereótipos negativos e de cunho preconceituoso. Se isentar de qualquer compromisso com o sujeito. Poder rotular e de preferência deixar o sujeito aos cuidados do Estado. Criar uma barreira entre os ditos normais com essa comunidade específica. 30/03/2020 UNINA https://cursor.saobraz.edu.br/Account/Questionario.aspx?token=U3R1ZGVudENsYXNzSWQ9MzYzNDk3JlF1ZXN0aW9ubmFpcmVJZD0xMzgzNCZJc1JlYWRPbmx5PVRydWU 4/5 14) 15) 16) 17) 18) Em relação à Libras, pode-se afirmar que: Não pode ser considerada como uma língua. É a repetição de palavra por palavra da língua portuguesa. Não se utiliza de marcadores não-manuais. Não é a repetição de palavra por palavra da língua portuguesa. McCLEARY (2003) deixa extremamente claro sua compreensão de surdez, alegando que o orgulho do Surdo é ter uma identidade Surda, que é: Capaz de ouvir e não processar. Um ato político. Uma Portaria Municipal. Uma protelação do laudo patológica. O Surdo, dentro de sua comunidade é representado pela forma de percepção do mundo de: Maneira visual. Maneira auditiva. Maneira motora. Maneira excludente. Segundo Gesser (2009), culturalmente, a nomenclatura “Surdo” é a de identificação da comunidade, em uma perspectiva de fortalecimento e orgulho de sua condição. A surdez então: Incapacita o sujeito. Jamais será reconhecida socialmente. É a sua especificidade, e sua língua é a de sinais. Busca tirar vantagens sobre outras deficiências. No Brasil, o Alfabeto Manual é composto por: Por 7 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. Por 37 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. 30/03/2020 UNINA https://cursor.saobraz.edu.br/Account/Questionario.aspx?token=U3R1ZGVudENsYXNzSWQ9MzYzNDk3JlF1ZXN0aW9ubmFpcmVJZD0xMzgzNCZJc1JlYWRPbmx5PVRydWU 5/5 19) 20) Por 17 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. Por 27 configurações de mãos, correspondendo elas por cada letra do alfabeto. A soletração é um recurso, e não um objetivo final, considerando importante que tanto o emissor soletrante quanto o receptor da sinalização: Sejam letrados. Sejam surdos. Tenham o mesmo grau de instrução. Façam cursos relacionados à Libras. Segundo Gesser (2009) argumenta que, ao pressupor que não se consegue expressar ideias ou conceitos abstratos em sinais, é o mesmo que acreditar que esta é: Burocrática e complicada. Uma farsa e que a comunicação só acontece de forma escrita. Limitada, simplificada e que não passaria de mímica. Autossuficiente, não precisando de entendimentos anteriores.