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LUCIANO RODRIGUES SIMÕES LUCAS ALONSO RAYANE DOS SANTOS TIMOTIO RELATÓRIO CONSTRUÇÃO PONTE TRELIÇADA Telêmaco Borba - PR 2020 LUCIANO RODRIGUES SIMÕES LUCAS ALONSO RAYANE DOS SANTOS TIMOTIO RELATÓRIO CONSTRUÇÃO PONTE TRELIÇADA Relatório apresentado ao Curso de Fenômeno de Transporte, da Faculdade de Telêmaco Borba, como requisito parcial para aprovação desta disciplina. Prof. Marcel Telêmaco Borba - PR 2020 SUMÁRIO 01 - INTRODUÇÃO 05 02 - OBJETIVO 05 2.1 Objetivo Geral 05 2.2 Objetivo Específico 05 03 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 06 3.1 Diferentes Tipos de Pontes 06 3.1.1 Ponte em Viga 06 3.1.2 Ponte em Arco 07 3.1.3 Ponte Suspensa 07 3.1.4 Ponte Estaiada 08 3.1.5 Ponte Balanço 09 3.1.6 Ponte de Treliça 10 04 - CLASSIFICAÇÃO DAS ESTRUTURAS 10 4.1 Estrutura Hipostáticas 10 4.2 Estrutura Isostática 11 4.3 Estrutura Hiperestática 11 05 - TRELIÇAS 12 5.1 Método de Nós 12 5.2 Métodos da Seções 13 06 - LEI DOS SENOS E COSSENOS 13 6.1 Lei dos Senos 13 6.2 Lei dos Cossenos 14 07 - FERRAMENTAS DA QUALIDADE 14 08 - MATERIAIS 15 09 - MEMORIAL DE CALCULO 15 10 - ANÁLISE DE DADOS 19 11 - CRONOGRAMA 20 12 - CONSIDERAÇÕES FINAIS 20 13 - REFERÊNCIAS 21 14 – ANEXOS 22 1. INTRODUÇÃO O presente relatório se baseia na construção de uma ponte feita de palitos de picolé que usou um sistema de montagens denominado treliças, pesquisas, cálculos que possibilitasse obter bons resultados, pois a ponte tem um peso a ser suportado conforme os cálculos apresentados, portanto o material escolhido para a montagem do mesmo foi fundamental para atender os critérios. Através de conhecimentos adquiridos em sala de aula e pesquisas didáticas realizadas, pudemos desenvolver o projeto da ponte, entendendo a importância das matérias aplicadas, pois é através delas que podemos definir o tipo de material e formato da ponte e também as comparações entre dados teóricos e dados calculados, encontrou-se os cálculos dos nós, ângulos, força resultantes nos apoios, tração e compressão e resistência do material aplicado. 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral Objetivo foi projetar e construir um protótipo de uma ponte treliçada com palitos de picolé e cola. 2.2 Objetivo Específico Realizar uma abordagem bibliográfica para obter conhecimento técnico; ● Analisar e definir o melhor design para projetar e construir a ponte; ● Desenhar a ponte escolhida conforme as regulamentações de desenho técnico; ● Definir métodos para o cálculo da estrutura; ● Calcular os esforços sofridos na ponte; 3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3.1 Diferentes Tipos de Pontes De acordo com Pinheiro (2019),as pontes são motivo de fascínio para quem as utiliza, para seus projetistas e construtores, elas são um tipo de construção que representa o desenvolvimento de uma sociedade. Elas são uma ótima forma de alcançar locais que antes não podiam ser acessados facilmente, pois ligam espaços distantes e proporcionam oportunidade para explorar diferentes aspectos das novas tecnologias. 3.1.1 Ponte em Vigas A sua construção é feita com viga de aço em baixo, e betão ou então em peças pré-fabricadas. Este é o tipo de ponte tecnicamente mais simples e consequentemente mais fácil de construir. Neste tipo de ponte uma viga horizontal é suportada em ambas as suas extremidades por pilares. (ENGENHARIA PORTUGAL) Figura 1 - Ponte em viga. Fonte: Whereeng (2018). 3.1.2 Ponte em Arco As pontes de arco tem esse nome devido a sua forma. O arco apresenta um comportamento estrutural que reduz muito os esforços de flexão, essa redução, acarreta um aumento nos esforços de compressão, por isso o material mais utilizado é concreto, pois possui uma grande resistência a compreensão, fazendo com que não seja necessária uma quantidade muito grande de material, mas também são utilizados outros materiais como pedras ou aço. Eles podem ser projetadas com tabuleiro superior, tabuleiro inferior ou um sistema misto chamado de arco intermediário. (PINHEIRO, 2019) Figura 2 - Ponte em arco. Fonte: Inovacivil, (2019) 3.1.3 Ponte Suspensa Este tipo é uma ponte que está segura por cabos de aço que são suportados por torres em cada extremidade. Tecnicamente, a carga da ponte é transformada na elasticidade dos cabos. Algumas das pontes suspensas populares incluem a ponte Golden Gate de Estados Unidos, a Ponte Humber da Inglaterra e a da Ponte Tsing Ma na China. (ENGENHARIA PORTUGAL) Figura 3 - Ponte suspensa Fonte: Gazeta do Povo (2017) 3.1.4 Ponte Estaiada As pontes estaiadas são semelhantes às pontes suspensas, as sua principal diferença está na quantidade de cabos utilizada, neste tipo de ponte as torres de suporte usadas para cabos são mais curtas, requerendo uma menor quantidade de cabos quando comparamos as pontes suspensas. A ponte estaiada também se diferencia pelos serem angulados, ou seja, existem forças horizontais e verticais sobre a pista, portanto ela precisa ser forte para suportar os esforços horizontais. As pontes suspensas são sustentadas por forçasverticais logo são aparentemente mais leves, em contrapartida as estaiadas são mais rígidas e possuem menos balanço e oscilações na pista. Figura 4 - Ponte estaiada. Fonte: Bogiti (2018) 3.1.5 Ponte Balanço Estas pontes são suportadas apenas numa das extremidades. Duas das pontes cantilever mais populares incluem a Ponte Quebec do Canadá e Oakland Bay Bridge de San Francisco. (ENGENHARIA PORTUGAL) Figura 5 - Ponte balanço. Fonte: Prandi (2014) 3.1.6 Ponte de Treliça Muito populares nos Estados Unidos entre 1870 e 1930, as pontes de treliças são aquelas cuja superestrutura de sustentação de cargas é constituída por treliças (elementos conectados que compõem uma estrutura com formatos triangulares). Esses elementos suportam os esforços de tensão e compreensão que são aplicados sobre eles, geralmente as treliças são de aço ou madeira, sendo a madeira mais utilizada em casos de esforços de compreensão e o aço mais utilizado quando os esforços são de tensão. (PINHEIRO, 2019) Figura 6- Ponte de treliça Fonte: DRAMM (2015) 4 - CLASSIFICAÇÃO DAS ESTRUTURAS 4.1 Estruturas Hipostáticas As estruturas hipostáticas normalmente não são estáveis, não possuem equilíbrio estático, tendo por isso algum movimento (grau de liberdade) não restringido. O número de reações de apoio é normalmente menor que o número de equações de equilíbrio, não é uma regra, porém, é um ótimo indicativo. Uma estrutura hipostática pode se manter em equilíbrio desde que não haja forças atuantes no sentido que o movimento é permitido. (Borges.E.2019). Figura 7- Forma de verificação da estrutura Hipostática Fonte: Autores (2020) 4.2 Estruturas Isostáticas As estruturas isostáticas normalmente são estáveis, possuem equilíbrio estático, não tendo por isso algum movimento (grau de liberdade). O número de reações de apoio é normalmente igual o número de equações de equilíbrio, sendo o estritamente necessário para manter o equilíbrio estático. Não é uma regra, porém, é um ótimo indicativo. Uma estrutura isostática poderá ter mais reações de apoio que o número de equações de equilíbrio estático desde que sejam inseridos graus de liberdade na estrutura por meio de rótulas, tal inserção deve ser feita com muito critério, caso contrário poderá gerar uma estrutura hipostática. (Borges. 2019). Figura 8 - Forma de verificação da estrutura Isostática Fonte: Autores (2020) 4.3 Estruturas Hiperestáticas As estruturas hiperestáticas são estáveis, não tendo por isso algum movimento (grau de liberdade) não restringido. O número de reações de apoio é maior que o número de equações de equilíbrio, mas nem toda estrutura que tem mais reações de apoio que equações de equilíbrio é uma estrutura hiperestática, como visto nos tópicos anteriores. O grau de hiperestaticidade é igual ao número de ligações que podem ser eliminadas de forma a que a estrutura se torne isostáticas, portanto, uma estrutura isostática é considerada com grau 0 de hiperestaticidade. Estas estruturas não podem ser calculadas apenas com as equações de equilíbrio da estática. (Borges. 2019). Figura 9 - Forma de verificação da estrutura Hiperestática Fonte: Autores (2020) 5 - TRELIÇA De acordo com Hibbeler (2011, p.195), “treliça é uma estrutura de membros esbeltos conectados entre si em suas extremidades”. As treliças estão divididas classes conforme a sua geometria: as treliças planas, como, por exemplo, as laterais de uma ponte metálica, que são formadas por um sistema coplanar de membros e as treliças espaciais, as quais possuem um sistema tridimensional de barras, como as torres de transmissão de energia (Shames, 2002). As forças atuantes nas treliças podem ser calculadas por duas formas: 5.1 Método dos nós Para analisar ou projetar uma treliça, é necessário determinar a força em cada um de seus membros. Uma maneira de fazer isso é usar o método dos nós. Como os membros de uma treliça plana são membros de duas forças retas situadas em um único plano, cada nó está sujeito a um sistema de forças que é coplanar e concorrente. Ao usar o método dos nós, sempre comece em um nó que tenha pelo menos uma força conhecida e, no máximo, duas forças desconhecidas. Desse modo, a aplicação de ΣFx = 0 e ΣFy = 0 produzem duas equações algébricas que podem ser resolvidas para as duas incógnitas. Ao aplicar essas equações, o sentido correto de uma força de membro desconhecida pode ser determinado usando um de dois métodos possíveis. 5.2 Método das seções Este método é utilizado quando se deseja encontrar a força em apenas alguns membros da treliça. Seu princípio leva em consideração que a treliça está em equilíbrio, portanto, qualquer segmento dela também estará em equilíbrio. Este método utiliza o fato de seccionar os membros de uma treliça inteira. O método das seções também pode ser usado para ‘cortar’ ou seccionar os membros de uma treliça inteira. Como apenas três equações de equilíbrio independentes (ΣFx = 0, ΣFy = 0, ΣMO = 0) podem ser aplicadas ao diagrama de corpo livre de qualquer segmento, então, tentaríamos escolher uma seção que, em geral, passe por não mais que três membros em que as forças são desconhecidas. 6 - LEI DOS SENOS E COSSENOS 6.1 Lei dos Senos A medida dos lados de um triângulo são proporcionais aos senos dos ângulos opostos. Figura 09. Lei dos Senos Fonte: Autores (2020) 6.2 Lei dos Cossenos Em um triângulo, o quadrado da medida de um lado é igual a soma dos quadrados das medidas dos outros dois, menos o dobro do produto das medidas desses dois lados pelo cosseno ao ângulo oposto de primeiro lado. Figura 10. Lei dos Cossenos Fonte: Autores (2020) 7 - FERRAMENTAS DE QUALIDADE Para esse projeto foram feitos cálculos utilizando o método dos nós, já que é preciso conhecer todas as forças atuantes na treliça. O início do trabalho foi buscar ferramentas para aplicar na gestão do projeto, o ciclo PDCA (Planejar, Executar, Agir e Verificar), foi fundamental para as etapas do projeto. Planejar: Nesta fase foram estabelecido o objetivo e as metas, definido o desenho com suas dimensões e cronograma. Fazer: Colocaram-se em prática os planos. Checar: Os cálculos de todos os nós, pontos de apoios, barras foi feito checagem para identificar desvios e solucionar. Agir: Foram realizadas ajustes no planejamento para correções. Figura 03. Desenho da Ponte com as dimensões Fonte: Autores (2020) 8 - MATERIAIS Materiais a ser utilizados: Palitos de picolé, madeira de pinus com dimensões de espessura 2mm, largura 8,4mm e comprimento 120mm; Cola; Calculadora. 9 - Memorial de Cálculo ● Cálculo do Momento O momento de uma força em relação a um ponto (eixo) é a grandeza física que dá uma medida da tendência de aquela força provocar rotação em torno de um ponto (eixo). O momento de uma força em relação a um ponto também pode ser denominado de toque. (SOUZA, 2017) 0 0 ( ) 0 (0,88.0,15) ( .0,2) 0 0,2 0,132 0,66 Fx RHa M a RVb RVb RVb KN 0 0,88 0 0,88 0,66 0,88 0,22 Fy RVa RVb RVa RVb RVa RVa KN ● Cálculo do ângulo O triângulo retângulo é um triângulo composto por um ângulo reto “C” de 90º. Os ângulos são denominados com letras maiúsculas “A”, “B” e “C”. As somas dos ângulos de “A” e “B” é sempre 90º. Os três lados do triângulo são denominados com letras minúsculas “a”, “b” e “c”. Para calcular os ângulos e os lados do triângulo, é necessário saber um dos seguintes: dois lados, um lado e um dos ângulos (“A” ou “B”). ( ) 0,11 ( ) 0,05 (2,2) 65,55º oposto tg adjacente tg arctg ● Método dos nós Consiste em verificar o equilíbrio de cada nó da treliça, seguindo-se os passos descritosa seguir: Determinação das reações de apoio; Identificação do tipo de solicitação em cada barra (barra tracionada (t) ou barra comprimida(c)); Verificação do equilíbrio de cada nó da treliça, iniciando-se sempre os cálculos pelo nó que tenha o menor número de incógnitas; Identificação também se a força está no sentido horário que seria negativo, ou se ele está no sentido anti-horário que ele será positivo. Fórmulas utilizadas: 0 0 Fx Fy ● Cálculo Nó Um. Decomposição da barra 3 em x e y: 3 3 3 65,55º. 3 3 0,910 3 Fy sen F Fy sen F Fy F 0 0,22 0,910. 3 0 0,910. 3 0,22 0,22 3 0,910 3 0,24( ) Fy F F F F c 0 0,413. 3 1 0 [0,413.( 0,24)] 1 0 1 0,09( ) Fx F F F F t ● Cálculo Nó Três. Decomposição da barra 6 em x e y: 6 65,55º . 6 6 0,910 6 6 cos65,55º . 6 6 0,413. 6 Fy sen F Fy F Fx F Fx F 0 0,66 0,910. 6 0 0,910. 6 0,66 0,66 6 6 0,72( ) 0,910 Fy F F F F c 0 0,413. 6 2 0 [ 0,413.( 0,72) 2] 0 2 0,299( ) Fx F F F F t ● Cálculo Nó Quatro. 0 ( 0,09) 0,910. 4 0 0,910. 4 0,09 0,09 4 4 0,09( ) 0,910 Fx F F F F t 0 ( 0,24) 0,413. 4 7 0 0,24 (0,413.0,09) 7 0 0,27 7 0 7 0,27( ) Fx F F F F F c ● Cálculo Nó Cinco. 0 0,88 ( 0,65) 0,910. 5 0 0,910. 5 0,23 0,23 5 5 0,25( ) 0,910 Fy F F F F c 10 - ANÁLISE DE DADOS Conforme a teoria foi aplicada nos cálculos a decomposição das forças, somatória das forças visualizando o comportamento nas barras apresentando a compressão ou tração e a somatória dos momentos. 11 - CRONOGRAMA 12 - CONSIDERAÇÕES FINAIS Com base no que foi apresentado, compreendemos que o desenvolvimento dos cálculos, possibilitou observar o comportamento da ponte e de todas as suas características individuais. Mediante ao projeto construído foi possível efetuar todos os cálculos realizados e espera-se que a ponte construída suporte a carga solicitada, já que os palitos não são uniformes, podendo mesmo sendo selecionado ter diferenças. Assim sendo, o projeto apresentou resultados, mostrados através dos cálculos e software. 13 - REFERÊNCIAS http://www.engenhariapt.com/2013/04/12/tipos-de-pontes/ https://www.inovacivil.com.br/pontes-conheca-os-principais-tipos/ https://www.engwhere.com.br/ponte-em-viga/ https://www.gazetadopovo.com.br/haus/estilo-cultura/marca-fabrica-moveis-a- partir-das-cordas-originais-da-ponte-golden-gate/ http://blog.itinovacao.org.br/ponte-estaiada-ii103x60cm/ https://gigantesdomundo.blogspot.com/2014/11/a-ponte-cantilever-com-o-maior- vao-livre-do-mundo.html http://drammengenharia.blogspot.com/2015/10/o-que-e-uma-trelica-e-para-que- serve.html https://www.tudoengcivil.com.br/2019/03/estruturas-isostaticas-hipostaticas-e.html http://educacao.globo.com/fisica/assunto/mecanica/momento-de-uma-forca-em- relacao-um-eixo.html http://www.engenhariapt.com/2013/04/12/tipos-de-pontes/ https://www.inovacivil.com.br/pontes-conheca-os-principais-tipos/ https://www.engwhere.com.br/ponte-em-viga/ https://www.gazetadopovo.com.br/haus/estilo-cultura/marca-fabrica-moveis-a-partir-das-cordas-originais-da-ponte-golden-gate/ https://www.gazetadopovo.com.br/haus/estilo-cultura/marca-fabrica-moveis-a-partir-das-cordas-originais-da-ponte-golden-gate/ http://blog.itinovacao.org.br/ponte-estaiada-ii103x60cm/ https://gigantesdomundo.blogspot.com/2014/11/a-ponte-cantilever-com-o-maior-vao-livre-do-mundo.html https://gigantesdomundo.blogspot.com/2014/11/a-ponte-cantilever-com-o-maior-vao-livre-do-mundo.html http://drammengenharia.blogspot.com/2015/10/o-que-e-uma-trelica-e-para-que-serve.html http://drammengenharia.blogspot.com/2015/10/o-que-e-uma-trelica-e-para-que-serve.html https://www.tudoengcivil.com.br/2019/03/estruturas-isostaticas-hipostaticas-e.html http://educacao.globo.com/fisica/assunto/mecanica/momento-de-uma-forca-em-relacao-um-eixo.html http://educacao.globo.com/fisica/assunto/mecanica/momento-de-uma-forca-em-relacao-um-eixo.html 14 - ANEXOS REPRESENTAÇÃO MANUAL TÉCNICA REPRESENTAÇÃO VIA FTOOL ANEXO I - PROJETO MEMORIAL DE CÁLCULOS CÁLCULO NÓ 01 CÁLCULO NÓ 3 CÁLCULO NÓ 4 E 5