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392X - SIST ESTRUTURAIS (MAD E MET)

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MÓDULO 1 - MATERIAL AÇO E MATERIAL MADEIRA
Assinale a alternativa que representa a seqüência das etapas do diagrama de tensão x deformação do aço A36.
B
Região elástica; Escoamento; Encruamento; Estrição;
O aço tem como matéria prima:
A
Carvão mineral, calcário e minério de ferro;
No processo de fabricação do aço o lingote de ferro gusa possui uma alta concentração de:
E
Carbono;
A madeira é um material:
D
anisotrópico e não homogêneo;
Quais são os tipos de madeiras industrializadas:
E
madeira compensada, madeira laminada e madeira recomposta;
Quais são os tipos de madeiras maciças:
B
madeira bruta, madeira falquejada e madeira serrada;
Sobre o diagrama de TensãoxDeformação do aço analise as assertivas abaixo:
  I \u2013 Região elástica \u2192 Diagrama se comporta como uma reta as tensões são proporcionais à deformações - Lei de Hooke. Este fato ocorre até a tensão limite de proporcionalidade \uf073lp.
  II Escoamento \u2192 Escoamento é um aumento de deformação com tensão constante. Essa tensão que produz o escoamento chama-se tensão de escoamento do material \uf073y.
 III  Endurecimento por deformação \u2192 Após o termino do escoamento um incremento de força adicional resulta um diagrama que cresce continuamente até o limite de resistência \uf073r. Essa parte da curva do diagrama é conhecida por endurecimento por deformação.
 IV Estricção \u2192 Após esse limite a área da seção transversal começa a diminuir em uma região localizada (estricção), até se romper quando atinge a tensão de ruptura.
D
Todas estão corretas
Sobre o diagrama de tensão-deformação abaixo é correto afirmar:
D
I-região elástica; II-escoamento; III-endurecimento por deformação; IV-estricção;
MÓDULO 2 - MÉTODO DOS ESTADOS LIMITES, AÇÕES E COMBINAÇÕES
Em que consiste um estado limite:
A
É quando uma estrutura ou uma das suas partes torna-se imprópria para o uso normal, porque deixa de cumprir suas funções ou não satisfaz mais as condições para as quais ela foi concedida. 
Qual das condições abaixo NÃO caracteriza um Estado Limite Último:
E
Deformações excessivas que afetam a utilização normal ou a estética.
O que é um valor característico:
A
É um valor associado a uma determinada probabilidade de não ser ultrapassado no sentido mais desfavorável pelos elementos de um dado lote de material.
Quais são as ações classificadas como excepcionais:
D
São as que possuem duração extremamente curta e probabilidade muito baixa de ocorrência durante a vida da construção, mas devem ser consideradas nos projetos de determinadas estruturas.
Como são classificadas as cargas acidentais ou sobrecargas que atuam nas construções em função de seu uso:
C
Ações variáveis.
Qual das condições abaixo caracteriza um Estado Limite de Serviço:
E
Deformações excessivas que afetam a utilização normal ou a estética
Determinar a combinação última normal mais crítica para um edifício industrial em estruturas pré-moldadas sujeitas a seguintes ações usando a equação e as tabelas da NBR 8681:2003 abaixo:
  
\uf0b7         Peso próprio \u2192 150kN
  
\uf0b7         Equipamentos \u2192 40kN
  
\uf0b7         Sobrecarga \u2192 30kN
  
\uf0b7         Vento (pressão) \u2192 80kN
  
\uf0b7         Vento (sucção) \u2192 - 120kN
D
Fdcr + = 398,5kN e Fdcr \u2013 não tem
Determinar a combinação última normal mais crítica para um edifício industrial em estruturas com adição in loco sujeitas a seguintes ações usando a equação e as tabelas da NBR 8681:2003 abaixo:
\uf0b7         Peso próprio \u2192 80kN
\uf0b7         Equipamentos \u2192 30kN
\uf0b7         Sobrecarga \u2192 25kN
\uf0b7         Vento (pressão) \u2192 50kN
          
\uf0b7         Vento (sucção) \u2192 - 85kN
B
Fdcr = + 253,25kN e Fdcr = - 9kN
MÓDULO 3 - DIMENSIONAMENTO - AÇÕES DEVIDAS AO VENTO
Como é chamado o gráfico que mostra a velocidade básica do vento:
D
Isopletas.
Qual expressão representa a pressão dinâmica do vento:
D
q=0,613Vk2
São face de barlavento e face de sotavento respectivamente:
A
Região de onde sopra o vento e região oposta de onde sopra o vento, em reelação à edificação.
A velocidade básica do vento é multiplicada pelos fatores S1, S2 e S3 para obter-se a velocidade característica do vento. Qual o objetivo desta multiplicação:
C
Corrigir a velocidade básica.
Como se define uma abertura dominante:
A
É uma abertura cuja área é igual ou superior à área total das outras aberturas que constituem a permeabilidade considerada sobre toda a superfície externa da edificação.
Onde pode ser encontrada zonas de altas sucções em uma edificação:
D
Junto às arestas de paredes e de telhados, e têm sua localização dependendo do ângulo de incidência do vento.
Seja o mapa das isopletas da velocidade básica no Brasil (vo) segundo a NBR 6123:1988 abaixo. A pressão dinâmica do vento pode ser dada pela equação q=0,613·Vk2 sendo q em N/m2 e Vk em m/s. Vk é a velocidade característica do vento obtida pela equação Vk=Vo·S1·S2·S3, onde S1 é o fator topográfico, S2 é o fator que considera o efeito combinado da altura da edificação, dimensões da estrutura e rugosidade do terreno e S3 é o fator estatístico de ocupação. Admitindo S1=1,0  ,  S2=0,94   e   S3=0,95 determinar a pressão dinâmica do vento, para cidade de Campo Grande/MS (número 14 no mapa) que em KN/m2 vale:
D
0,99 kN/m2
Para o edifício industrial com telhado duas águas mostrado abaixo pode-se determinar o coeficiente de pressão interna (Cpi) segundo a NBR 6123:1988. Segundo a norma para abertura dominante em uma\ufffd\ufffdface e as outras faces de igual permeabilidade \u2013 abertura dominante na face de barlavento: Proporção entre a área de todas as abertura na face de barlavento e a área total das aberturas em todas as faces submetidas a sucções externas:
1...........................Cpi = + 0,1
  
1,5........................Cpi = + 0,3
  
2...........................Cpi = + 0,5
  
3............................Cpi = + 0,6
  
6 ou mais...............Cpi = + 0,8
  
A abertura dominante e o Cpi para vento de 0o vale, respectivamente:
A
0,24 e Não tem
MÓDULO 4 - DIMENSIONAMENTO - BARRAS TRACIONADAS
Para o dimensionamento de barras tracionadas qual das áreas citadas abaixo representa a área bruta da seção transversal:
A
Ag
Para o dimensionamento de barras tracionadas, no cálculo da área líquida, a expressão  
[(s2 t)/(4g)] representa:
D
Um aumento da resistência no caso de ruptura por zigue-zague.
Para o dimensionamento de barras tracionadas o índice de esbeltez não deve superar:
C
300
Quais os estados limites últimos que deve ser considerado no dimensionamento de barras tracionadas:
A
Escoamento da seção bruta e ruptura da seção líquida.
No dimensionamento de barras tracionados dentro do método dos estados limites último deve ser atendida a seguinte condição:
A
A força axial de tração solicitante de cálculo deve ser menor ou igual à força axial de tração resistente de cálculo.
Sobre o coeficiente Ct utilizado no cálculo da área líquida no dimensionamento de barras tracionadas é INCORRETO afirmar.
E
Nenhuma das anteriores.
No dimensionamento de barras tracionadas, segundo a NBR8800:2008, é necessário o cálculo do coeficiente de redução da área líquida Ct . Para barras de seções transversais abertas, dupla cantoneira, quando a força de tração for transmitida somente por parafusos é dado pela equação ct=1- ec/Lc onde ec e Lc são mostrados na figura abaixo. Para dupla cantoneira de abas iguais de 2½ x 2½ #3/16 mostrada abaixo e diâmetro do parafuso de db=16mm o ct vale:
D
0,818
No dimensionamento das barras tracionadas, segundo a NBR 8800:2008 uma das condições a ser respeitada é que Nt,Sd \uf0a3 (Ag·fy)/\uf067a1 para escoamento da seção bruta, onde Ag é a área bruta da seção transversal da barra, fy (250MPa) é a resistência ao escoamento do aço e \uf067a1 é o coeficiente de ponderação das resistências ao escoamento. Para dupla cantoneira de abas iguais mostrada abaixo Nt,Sd=245kN

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