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ATIVIDADE COMPLEMENTAR-COMPONENTE CURRICULAR: LÍNGUA PORTUGUESA ANO DE ESCOLARIDADE: 2º ANO MÉDIO NOME DA ESCOLA: CORONEL LUIZ PIRES DE MINAS PROFª: ISNANDA LEITE RIBEIRO NOME DO ALUNO: TURMA: I TURNO: MATUTINO TOTAL DE SEMANAS: 4 NÚMERO DE AULAS POR SEMANA: 4 NÚMERO DE AULAS POR MÊS: 16 OBS: PROCURE FAZER AS ATIVIDADES EM FOLHAS A PARTE. O artigo de opinião a seguir foi publicado em um site dedicado à publicação de diferentes textos sobre questões socioambientais, chamado EcoDebate. Leia-o e depois responda às questões propostas. Paixão por futebol A paixão por futebol aproxima as pessoas de modo instantâneo. Gente que nunca tinha se visto antes ao se encontrar num mesmo ambiente e começar a discutir o assunto descobre afinidades imediatas, ou contrariedades eternas, num clima de intimidade que não costuma ser visto em nenhum outro assunto – ou melhor, só comparável às paixões pelos personagens das telenovelas. O esporte era tido como “preparação para a vida”. Hoje sabemos que ele faz parte da vida, pela importância que as paixões clubísticas têm na vida das pessoas. Hoje elas são a própria vida concreta e não meramente simbólica. O volume de negócios assumiu proporções comerciais inéditas, movimentando um mercado sempre crescente e cada vez mais diversificado de produtos temáticos, que vão além dos materiais esportivos e envolvem as marcas dos clubes em vários outros produtos. No futebol “clássico”, pense nas décadas entre os anos 50 até 80, o assunto central era o talento, Pelé e Garrincha como símbolos maiores dessa época. Depois disso ficou claro que esquemas táticos, preparação física e o dito “espírito de grupo” eram tão importantes quanto o talento individual. Cada vez se soma mais fatores a isso, como o marketing clubístico, que gera capacidade de investir no futebol. Da era do talento, passamos à era dos grandes eventos e dos grandes negócios, inclusive dos direitos de transmissão pela TV e do direito de imagem, do amor ao clube passamos ao clube-empresa. E como em toda a cadeia de negócios capitalistas, quanto maior a complexidade dos negócios, mais ela se presta ao monopólio. Os maiores em torcida, Flamengo e Corínthians, recebem mais dinheiro pelas mesmas transmissões de TV do que os demais clubes que jogam o mesmo campeonato brasileiro. Ninguém espera que, com tantos interesses envolvidos, a arbitragem possa apitar com o mesmo espírito de isenção, pois ninguém quer prejudicar sua carreira sendo vetado por Corínthians ou Flamengo. O mesmo que ocorre no sul com a dupla Gre-Nal, desfavorecida no Brasileiro diante dos mais poderosos, favorecida no Campeonato Gaúcho contra os outros. A paixão pelo futebol se defronta, agora, com o pragmatismo do “mercado”, o que não chega a ser uma novidade, mas um acirramento do monopólio. Digamos que um time com folha salarial de 150 mil enfrente um de 10 milhões. Numa hipótese em que o time menor estivesse vencendo por 2×0, digamos, quando chegasse ao segundo tempo ele sofreria no mínimo a marcação de 2 pênaltis e uma expulsão, se o jogo fosse decisivo. Parece exagero? Não só aconteceu (com o Cruzeiro no Campeonato Gaúcho de 2015) como também surgiram “comentaristas de arbitragem” para justificar as marcações. Os negócios não podem parar, mas o futebol perde com isso. Citei o Cruzeiro, poderia ser outro, o caso do Brasil de Pelotas em 2014, mas o que está em jogo é uma paixão maior, pelo futebol. MARTINS, Montserrat. Paixão por futebol. Disponível em: www.ecodebate.com.br/2015/04/13/paixao-por-futebol-artigo-de-montserrat-martins. Acesso em: 26. Maio. 2015. 01. Qual é o tema abordado no artigo de opinião? 02. O autor afirma que a paixão pelo futebol só é comparável a uma outra paixão nacional. Qual é essa outra paixão? 03. O autor faz um apanhado histórico acerca do futebol no país. Identifique as opiniões do autor do texto a respeito desse tema. 04. Que tipos de argumentos o autor emprega? E onde os emprega? 05. Como o autor define a era do talento no futebol? 06. O que é um clube-empresa segundo o autor? 07. O autor afirma que o futebol evoluiu. Segundo ele, como o futebol é tratado hoje em dia? 08. Qual é a diferença de tratamento dado aos clubes grandes em oposição aos pequenos clubes? 09. O autor cita fatos que mostram que nem sempre ganha o melhor. a) Como isso se dá? 10. Como o autor conclui seu texto? 11. Ao escrever seu artigo, o autor faz alguns comentários e se dirige ao leitor. Retire do texto lido dois exemplos em que esse fato acontece. 12. Quando o autor diz: “... mas o que está em jogo é uma paixão maior, pelo futebol.” Há uma ambiguidade. Quais são os significados implícitos nessa afirmação? 13. Por que o autor usou aspas em: a) O esporte era tido como “preparação para a vida”. b) No futebol “clássico”... c)...com o pragmatismo do “mercado”... d)... surgiram “comentaristas de arbitragem” para justificar as marcações... 14. O artigo lido foi publicado num site denominado EcoDebate. O que futebol tem a ver com um site de questões socioambientais? Exercícios de Coesão Textual 15- Assinale a opção que preenche, de forma coesa e coerente, as lacunas do texto abaixo. O fenômeno da globalização econômica ocasionou uma série ampla e complexa de mudanças sociais no nível interno e externo da sociedade, afetando, em especial, o poder regulador do Estado. _________________ a estonteante rapidez e abrangência _________ tais mudanças ocorrem, é preciso considerar que em qualquer sociedade, em todos os tempos, a mudança existiu como algo inerente ao sistema social. (Adaptado de texto da Revista do TCU, nº82) a) Não obstante – com que b) Portanto – de que c) De maneira que – a que d) Porquanto – ao que e) Quando – de que 15. Leia o texto a seguir e assinale a opção que dá sequência com coerência e coesão. Em nossos dias, a ética ressurge e se revigora em muitas áreas da sociedade industrial e pós-industrial. Ela procura novos caminhos para os cidadãos e as organizações, encarando construtivamente as inúmeras modificações que são verificadas no quadro referencial de valores. A dignidade do indivíduo passa a aferir-se pela relação deste com seus semelhantes, muito em especial com as organizações de que participa e com a própria sociedade em que está inserido. (José de Ávila Aguiar Coimbra – Fronteiras da Ética, São Paulo, Editora SENAC, 2002). a) A sociedade moderna, no entanto, proclamou sua independência em relação a esse pensamento religioso predominante. b) Mesmo hoje, nem sempre são muito claros os limites entre essa moral e a ética, pois vários pensadores partem de conceitos diferentes. c) Não é de estranhar, pois, que tanto a administração pública quanto a iniciativa privada estejam ocupando-se de problemas éticos e suas respectivas soluções. d) A ciência também produz a ignorância na medida em que as especializações caminham para fora dos grandes contextos reais, das realidades e suas respectivas soluções. e) Paradoxalmente, cada avanço dos conhecimentos científicos, unidirecionais produz mais desorientação e perplexidade na esfera das ações a implementar, para as quais se pressupõe acerto e segurança. Atenção: as próximas questões são de Verdadeiro ou Falso. Como se tornar o número 1 Chegar ao posto mais alto de uma empresa não é tarefa para acomodados. Exige talento, dedicação, persistência e principalmente uma boa dose de sacrifício. Segundo consultores de recursos humanos, é justamente esse empenho e espírito de liderança que as empresas valorizam nos ocupantes de cargos mais altos. “A pessoa deve ter iniciativa, capacidade de tomar decisões, fazer as coisas acontecerem”, diz o diretor da Top Human Resources, de São Paulo. A qualificação profissional também é um dos principais aspectos para se alcançar o posto mais alto. “Qualquer executivo tem de investir sempre em sua educação”, enfatiza outro diretor de recursos humanos. “Senão você será um computador sem software”, completa. Traçar metas profissionais é outro aspecto fundamental para quem quer chegar ao topo.Nesse caso, a ambição acaba sendo uma boa aliada. A intuição também é uma boa arma na hora de dar um palpite em uma reunião. E, quem sabe, pode valer aquela promoção esperada... Conhecer passo a passo cada etapa do processo de produção da empresa e do setor é um dos principais fatores que levaram M.C.P. a uma carreira bem-sucedida. Ele aponta ainda a importância de valorizar os colegas. “Ninguém consegue as coisas sozinho. É fundamental reconhecer a participação do grupo e sempre motivá-lo”. A primeira regra da cartilha daqueles que anseiam alcançar um alto cargo em uma corporação, de acordo com esses consultores, é não permanecer estagnado em uma função ou empresa por um longo período. Daniela Paiva. Emprego e formação profissional. In Correio Braziliense, 23/6/2002. Considerando o desenvolvimento das ideias do texto acima, julgue a pertinência das inserções sugeridas em cada parágrafo indicado nos itens abaixo, de modo a preservar os argumentos utilizados, as relações de coesão e coerência e a correção gramatical do texto. 17. Ao final do segundo parágrafo: Ciente disso, o economista R. B. nunca passou mais de um ano sem participar de algum tipo de especialização e considera que a aprendizagem é que vai permitir que alguém permaneça na função e obtenha resultados melhores. 18. Ao final do terceiro parágrafo: “Pois, se não sabe o que quer, dificilmente o profissional vai alcançar uma função significativa”, alerta um consultor paulista. 19. Ao final do quarto parágrafo: “Correr riscos com bom senso e ter uma boa percepção são necessários para se tornar um líder”, acrescenta um diretor da Executive Search. 20. Ao final do quinto parágrafo: Ele planejou, detalhe por detalhe, sua carreira de executivo na empresa X, qualificando-se por meio de cursos especializados e dedicando tempo, além do horário de expediente, ao aprimoramento de línguas e pesquisas sobre o mercado. 21. Ao final do sexto parágrafo: O executivo da CBI, J. S., concorda com M. C. P. e acrescenta: “Você tem de reconhecer a importância de cada um e as dificuldades de sua equipe”. Os fragmentos abaixo, adaptados de VEJA, 13/2/2002, constituem um texto, mas estão ordenados aleatoriamente. I. Para chefes, o caso é ainda mais complexo.Os que acham que seus subordinados nunca entendem o que eles falam precisam ficar atentos à própria conduta. Talvez o problema seja tanto de habilidade quanto de falta de comunicação. II. E você? Está pronto para coordenar uma equipe ou para relatar a um grupo as propostas de seu departamento? Se a resposta é não, cuide-se. Corra atrás de cursos de liderança, compre livros que lhe ensinem a expressar suas idéias claramente. III. O caixa da agência bancária é o mais indicado para liderar a equipe que vai propor alteração no desenho da área de atendimento ao público, onde ficam as filas. O faxineiro deve tomar a frente do pessoal que decidirá o local mais adequado para estocar material de limpeza. IV. Competência técnica é só um ingrediente necessário à liderança. Um bom coordenador tem de conseguir explicar como a tarefa sob seu controle vai contribuir para os resultados da companhia, ou da instituição. Considerando que a organização de um texto implica a ordenação lógica e coerente de seus fragmentos, julgue os itens a seguir quanto à possibilidade de constituírem seqüências lógicas e coerentes para os fragmentos acima. 22. I, II, IV, III. 23. I, III, II, IV. 24. II, III, IV, I. 25. III, I, II, IV. 26. IV,III, I, II. Pessoal, infelizmente são tempos difíceis para todos. Estamos atravessando um momento incerto em que precisamos evitar a rua e o contato humano para garantir o controle da pandemia do coronavírus (covid-19). Ainda não sabemos quanto tempo isto irá durar, mas não podemos deixar o medo ocupar nossas mentes. Dediquem o máximo possível e lembrem-se de entregar as atividades no tempo determinado pela escola. Bom trabalho a todos.