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Acadêmico: Ana Luiza de Araújo Ferreira Disciplina: Filosofia Professor: Dr. Erickson Santos Data: 30/07/2019 ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Introdução à filosofia. Volume único. Maria Lúcia Arruda Aranha, Maria Helena Pires Martins: 6. Ed. São Paulo: Moderna, 2016. FICHAMENTO Filosofia de Aristóteles. (p. 112-114). Capítulo 09. A ideia central do texto é apresentar o pensamento de Aristóteles em relação a filosofia, mostra como ele amadurece essa ciência através das suas preposições e silogismo, tentando assim evitar argumentos sem fundamentos. O texto esclarece o que é metafísica, sendo ela o estudo do ser, e questões que estão além do conhecimento humano. Aristóteles empregou a teoria do conhecimento que são duas, a racional e a sensível, ambas inseparáveis, e que não existe conhecimento racional que não tenha passado pelo conhecimento sensível. O filósofo defende em conhecimentos pelas causas, quando a ciência é considerada conhecimento de verdade, evitando assim o senso comum. Adiante em teorias das quatro causas ele demostra que há a substância essência e acidente, onde cada ser é uma substância que possui uma essência (convém a nós e sem ela a substancia é alterada) ou acidente ( podemos ter ou não, sem alterar a substância). Em matéria e forma podemos dizer que todo ser é composto por matéria e a forma é o que nos determina, já em potência e ato, Aristóteles afirma que não temos a perfeição mas podemos alcança-la. Essas teorias das quatro causas são resumidamente a questão de estarmos sempre em movimento, e como disse o filósofo "tudo o que se move é necessariamente movido por outro”. A filosofia de Aristóteles, ele vai explicar o porquê Deus é o primeiro motor imóvel, o que para ele é admitir a necessidade de uma primeira causa, ou seja, Deus explica a existência das coisas, porém não acredita que ele conheça cada ser individualmente, “Deus é ato puro e ser necessário”(p.114). Finalizado o tópico há também a crítica de Aristóteles aos antecessores, que está ligada ao fato de que os antigos como Heráclito, Parmênides e Platão defendiam de alguma forma a imutação seja da essência ou da forma, mas Aristóteles acreditava que em toda transformação há algo que permanece igual. Teorias éticas: Abordagem cronológica. (p. 208-212). Capítulo 16. O texto começa apresentando o movimento alemão neonazista que praticavam Xenofobia na Alemanha em 2014, com a intenção de estabelecer o porquê a ética é necessária, e também as diversidades de teorias éticas é complexa e necessárias para reflexão. Na ética grega havia uma ligação com a política, mas prevalecia a desigualdade por causa da escravidão, mulheres serviam para procriar e homens para o trabalho. Seguindo vem o tópico de Platão: ética e sabedoria, onde ele defende que a virtude se identifica com a sabedoria e para alcançar o bem, precisaríamos de compreender o bem. Aristóteles em seguida reflete sobre a verdadeira busca pelo bem, e que devemos busca-lo sem interesse por fama, honra, etc. O verdadeiro bem é a vida feliz e uma boa vida, e que a vida moral se dá na repetição do fazer o bem, e não uma vez, ou outra, e ocasionalmente. Em O Justo meio, o filósofo diz que a virtude é boa quando é controlada tanto no excesso, quanto na falta, o equilíbrio é fundamental. Já em justiça e amizade, ele diz que ambas são inseparáveis e que a justiça é uma virtude completa, pois pensa no outro, é o modo de igualdade, e a amizade deve ser desinteressada de bens, e só é possível entre os prudentes. A Ética Helenista busca explicar a boa vida através do conhecimento em filosofia, e que nem o jovem e nem o velho devem parar de buscar conhecimento que é a saúde do espírito. O Epicurismo é uma forma de viver desprezando os prazeres da vida ligados a riqueza, a serenidade deve ser a chave da felicidade, o prazer maior é ausência de dores tanto no corpo, quanto na alma. O Estoicismo é totalmente contra a qualquer tipo de prazer, pois acreditam que este é o início dos males, eliminar as paixões é o melhor caminho para se alcançar a serenidade, e estar em harmonia consigo mesmo. Em Cinismo Antístenes defende a vida da forma mais simples e sem pudores, como um cão, e acreditava que a riqueza e honrarias eram apenas futilidades. Enfim chega-se nas Concepções éticas medievais, período em que a igreja católica torna-se uma grande influenciadora e detentora das formas de educação, assim a ética e a moral ficaram ligadas a noções de pecados e a busca da vida eterna, o teocentrismo ganha força. Política Antiga e Medieval. (p.255-260). Capítulo 19. Nesse capítulo o foco foi como deveria ser um bom governante, e esse deveria ser prudente, com uma boa memória, inteligência e o principal a prudência. Em Política como teoria a democracia tem um pequeno curso, e trás ideia de igualdade e liberdade, e entende-se que os gregos foram os criadores da política. No tópico Atenas período clássico as cidades eram divididas em acrópole e ágora, a primeira era a reunião da classe elevada, e a segunda as reuniões em praças para discutir sobre os problemas e assuntos do local. Houve a criação das leis humanas e aos poucos desenvolveram uma cidadania, e em seguida o auge da democracia com o governo de Péricles. Os sofista e a retórica estabeleceram leis escritas válidas para todos, e o ensino da retórica arte do bem falar, para a elite intelectual, porém se preocuparam em persuadir demais e esqueceram da base imposta por Sócrates e seus seguidores, que o mais importante era a verdade no discurso. Em Teoria política de Platão a ideia central é demonstrar o seu longo trajeto para implantar sua política, na qual somente filósofos deveriam governar e a educação deveria ser obrigação do estado. Adiante em Educação de três classes há uma separação de almas conforme análise dos possíveis nível de educação, classificadas em bronze (a massa trabalhadora), prata (guardas da cidade) e ouro ( os filósofos que por isso poderiam ser governantes).