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Centro Universitário Estácio do Ceará Graduação em Enfermagem Disciplina: Ensino Clínico em Alta Complexidade Prof.ª: Débora Moreira Varela Dágila Pinheiro Paiva – 201607220091 Lais Andrea Beserra Holanda – 201408358531 Renata Mendes Ferreira – 201607220385 ESTUDO DIRIGIDO II – SISTEMA CARDIOVASCULAR 1. Sobre a monitorização do paciente a mesma pode ser invasiva e não invasiva. Responda no quadro descritivo demonstrando: PARÂMETRO POR QUE FAZER? COMO FAZER? QUANDO FAZER? VALOR DE REFERÊNCIA IMPORTÂNCIA DE MONITORAR FREQUENCIA CARDÍACA Indicativo de hipertensão e hipotenção cardiaca. Checar pulso radial, carotideo, pedioso, femural, etc, por 1 mint ou padrão definido pelo atendimento prestado. Sempre que necessário. De 60 bpm a 100 bpm. Alteração de pulso é indicação de arritimias, taquicardia, bradicardia, dentre outros. SATURAÇÃO DE OXIGÊNIO Grande indicativo de sofrimento pulmonar e dinfunção de aporte de nutrientes e O² para o cerebro. Oximetro de pulso, oximetro fixo e capnografia. Quando paciente apresentar desconforto, sinais de hipoxia ou hiperoxia, pacientes em estado grave, em uso de drogas exxpecificas, etc. 95%. Importate valor de referencia para pacientee em estado grave, com alguma complicação a nivel de sistema ventilatorio ou em desregulação sistemica grave, alem de parametro diario de estabilidade. FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA Corresponde a capacidade do individuo em captar, perfundir e trocar gases fundamentais. Checar FR em 1 minuto ou de acordo com padrão definido pelo cerviço prestado. Sempre que necessário e em atendimentos de vitimas no ambiente extrahospitalar. De 12/16 irpm a 20 irpm. Indicativo de possivel PCR ou PR, depressão de SN, principal indicador de intubação. PRESSÃO ARTERIAL NÃO INVASIVA Paremetro de avaliação da resistencia periferia da circulação Esfimomanomet ro anéroide, digital. Sempre que necessário. 6 a 8 mmHg. Avaliação de hiper ou hipotenção arterial, debto cardiaco e sanguinea, capacidade de distribuição da circulação sanguinea, etc. alteração de aporte sanguineo circulatório. CAPNOGRAFIA Parâmetro fidedigno de fração de inspiração e expiração de CO². Instalação de capnógrafo ao cateter para mensurar a entrada de CO². Pacientes com comprometimen to pulmonar cronico e agudo, em estados grave, com sepse, acidose e alcalose metabolida/resp iratória. 35 a 45 mmHg. Padrão ouro na avaliação da SPO². PRESSÃO ARTERIAL MÉDIA Calculo para média da pressão arterial. Deve ser feita através de um monitor de pressão e é colocado um transdutor de pressão que trnaforma a prressão de pulso em impulsos eletricos os quais são traduzidos pelo monitor em valores digitais e/ou curvas de pressão, ou por calculo. Quando se fizer necessária à verificação do parametro. 6 a 8 mmHg. Avaliação de hiper ou hipotenção arterial, debto cardiaco e alteração de aporte sanguineo circulatório. PRESSÃO VENOSA CENTRAL Paremetro de avaliação do musculo cardiaco, capacidade de distribuição de aporte sanguineo, etc. CVC. Pacientes com complicações cardiacas, disfunçoes relacionadas ao pulmão, estados graves, necessidade da avaliação de função do atrio D? 0 a 8 mmHg. Representa a medida de capacidade relativa que o coração tem em bombear o sangue venoso. PRESSÃO INTRACRANIANA Fornece informações que facilitam intervenções precoces para evitar a isquemia cerebral e distorção do tronco Monitorização Eletronica Todos os pacientes em estado grave, cirurgias neurologicas, cardiacas ou semper que o medico achar necessario a 0 a 15 mmHg. Importante sinal de complicação neurologica encefálico. avaliação desse parametro. BALANÇO HÍDRICO Acompanamento de debto urinário. Medição continua e riorosa de ingesta e excreção de líquidos. Pacientes graves em UTI, renais, cardiacos, em sepce, além de outras comorbidades. 2.000 L. Indicador fidedigno de função renal, avaliação estado geral da urina, efetividade de drogas diureticas, etc. 2. Paciente 65anos, masculino, tabagista, HAS controlada. Deu entrada na Emergência dizendo que teve perda de consciência algumas vezes. Durante anamnese refere dor torácica e fala arrastada, não orientada, mas coerente. Abertura ocular e resposta motora somente com estimulação tátil e dolorosa. Em ar ambiente, FR=17rpm, SatO2=95%. PA=122X78mmHg. Realizou ECG. a) Realize o Glasgow do paciente: Abertura ocular: 2; Resposta verbal: 4; Resposta motora: 5; Total: 11 – classificação: paciente grave b) Como enfermeiro da Emergência realiza a avaliação do exame a seguir, justificando sua análise; Ritmo: regular / Frequência: lenta / Onda P: ausente / Complexo QRS: estreito / Relação entre P e QRS: não há 1 onda P para cada QRS, e as que estão apresentam-se acima de 0.20seg. O paciente apresenta sinais de uma angina tipca, que necessita de um ecocardiograma para averiguar presença de infarto da parede do musculo cardíaco. O exame pode ser feito pelo enfermeiro com o posicionamento os eletrodos nos devidos locais da região toráxica, que fara a Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho leitura da distribuição eletrica no musculo em forma de traçado com a presença das ondas P, complexo QRS, e onda T, normais ou com alteração. c) Qual a orientação para este paciente na emergência? Crie um plano de cuidados e intervenções, caso necessário. O paciente encontra-se em um quadro de hipertenção arterial normal para um paciente com disfunções cardiacas, realizar administração de droga vasodilatadora para regulação da pressão, apos avaliação dos medicamentos de rotina do paciente e descarte da possibilidade de quadro de hiperglicemia. 3. Paciente 55anos, masculino, obeso, nega tabagista, HAS + DM controlada. Deu entrada na Emergência referindo dor no peito com irradiação para braço e mal estar gástrico. Dor iniciou há 3 horas. Devido à dor fica todo tempo com os olhos fechados, abrindo quando contactuado, algo orientado, mas articula bem as palavras, responde aos comandos verbais na movimentação dos membros. Glasgow = 15 (AO=4; RV=5; RM=6). Em ar ambiente, FR=24rpm, SatO2=92%. PA=153X98mmHg. Realizou ECG. a) Realize o Glasgow do paciente: Abertura ocular: 4 Resposta verbal: 5 Resposta motora: 6 Total: 15 b) Faça avaliação completa da dor, sugerindo uma síndrome: 8 – Dor intensa. c) Qual (is) exame (s) complementar (es) é/são essencial a este paciente? Justifique. ECG: Verificar presença de infarto; Hemograma: avaliar dados bioquimicos dos componentes sanguíneos; Glicemia: Nível de glicose; Gasometria arterial: Mais fidedigno do parametro da SpO². d) Como enfermeiro da Emergência realize a avaliação do exame ECG a seguir e defina em qual setor será atendido? Vermelho, amarelo ou verde? Justifique. Taquicardia Ventricular com infarto antigo, onda T invertida, atendimento de emergência, paciente recebe classificação vermelho, avaliar quadro e iniciar terapia antitrombolitica. e) Qual a orientação para este paciente na emergência. Crie um plano de cuidados e intervenções, caso necessário. Realizo administração de Norepinefrina: concentrada: 4 ampolas (16ml) + SF 0,9% 234 ml = solução 64 mc/ml. Conc. 2X: Norepinefrina 8 ampolas (32 ml) + SF 0,9% = solução 128 mcg/ml. Oriento paciente a iniciar, caso não haja contraindicações, terapia antitrombolitica. Se necessário administro insulina IM, manteno SSVV estáveis e avalio em intervalos de 15 minutos. Plano de cuidados: 1. Realizar balanço hidrico rigoroso; 2. Avaliar funcionalidade de orgãos vitais: fígado, pulmão, rins, etc.3. Administar medicamentos adequados; 4. Dieta hiposódica; 5. Instalar equipamentos de monitorização; 6. Avaliar nivel de consciencia; 7. Posicionar cabeceira a 30°; 8. Manter SSVV estáveis. 4. Paciente 21anos, feminina, nega tabagista, HAS e DM. Refere etilismo social e uso de termogênico na academia, onde faz CrossFit. Deu entrada na Emergência referindo dor no peito com “batedeira”. Diz já ter sentido outras vezes durante as aulas da academia, mas melhora com repouso. Desta vez, esta sentindo há mais de 2 horas. Avaliação inicial e sinais vitais: Glasgow = 15 (AO=4; RV=5; RM=6). Em ar ambiente, FR=34rpm, SatO2=90%. PA=153X98mmHg. Realizou ECG. Dr. Rohden Varela Dr. Rohden Varela Dr. Rohden Varela Dr. Rohden Varela Dr. Rohden Varela Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho a) Como enfermeiro da Emergência realize a avaliação do exame ECG a seguir, justificando sua análise: • Ritmo: regular – As ondas R estão na mesma linha (imaginária) horizontal; • Frequência: regular – A distância entre as ondas R é = a 75 bpm; • Onda P: ausente – Antes de cada complexo QRS não possível ver 1 onda P; • Complexo QRS: estreito – < 0,12seg. • Relação entre P e QRS: não há. b) Qual a orientação para este paciente na emergência, crie um plano de cuidados e intervenções, caso necessário. • Realizar: • Exame físico focal; • Aucsulta cardíaca; • Gasometria; • Suporte de O2 – Cateter nasal; • Glicemia capilar; • Após descarte de hiperglicemia, administrar vasodilatadores para reverter hipertensão. c) Médico solicita cardioversão da paciente. Cite os tipos, indicações e cuidados de Enfermagem quanto a este procedimento. • Tipos: química (medicamentos) e elétrica; • Indicações: taquicardias, bradcardias, doença do nó sinusal, fibrilação auricular, extrasístole (supraventriculares ou ventriculares), arritmias, dentre outros; • Cuidados: dosagem e preparo dos medicamentos, manter vias aéreas pérvias, puncionar acesso calibroso, checar e configurar parâmetros do aparelho, avaliar eficácia do procedimento, nível de consciência e padrão respiratório. d) Após prescrição médica, solicitado instalação de BIC de amiodarona. Cite os cuidados com esta medicação. Fazer via exclusiva para a drogra, monitorar pressão arterial constante (risco de hipotensão), avaliar função hepática e renal, controle hídrico rigoroso, diluir em SG5%, utillizar preferencialmente o acesso central para administração. 5. Paciente 73anos, feminina, dislipidêmica, obesa, HAS e DM não insulino dependente. Paciente é acompanhada por Insuficiência Cardíaca com cirurgia de troca de válvula cardíaca e, no último ano, teve 06 episódios de descompensação. Deu entrada na Emergência e após avaliação na triagem, orientada a realização de ECG, Glicemia e Raio X Tórax para definição de tratamento inicial. Avaliação inicial apresesenta e fala arrastada, incoerente, sons incompreensíveis. Abertura ocular e resposta motora somente com estimulação tátil e dolorosa. Em ar ambiente, sudoreica, dispneica em uso de tiragem intercostal. Ausculta com presença de creptações difusas, cianose de extremidades e edema em MMII. Sinais vitais:. FR=42rpm, SatO2=89%. PA=190X118mmHg, Dx= 375mg/dL. a) Avalie os exames e sugira a orientação para este paciente na emergência. • ECG: supra desnivelamento de onda S e onda T, Hiperglicemia e Raio X com achado em região do pericardio • Realizo administração de insulina para regulação da glicemia e monitoro; • Apos constatar que o quadro hipertensivo é de origem cardiogenica, administro droga vasoativa para controle da PA; b) Avalie o Glasgow da paciente e calcule a PAM da paciente Abertura ocular: 2; Resposta verbal: 2; Resposta motora: 5; Total: 9.; PAM: 2 x PAD+PAS/3 2 x 190+118/3 380+118/3 498/3=166 c) Paciente após avaliação médica saiu com prescrição dos seguintes medicamentos: Dieta zero + Tridil 50mg (01 amp) em 240ml SG5% 10 ml/h + Dobutamina 250mg (01 amp) em 230mlSF 10ml/h +Furosemida 40mg 02 amp + Losartana 50mg 12/12h VO + Espirolactona 25mg 1X/dia + ASS 100mg 1X/dia VO + Sivastatina 40mg 1X/dia + Amiodarona 250mg 12/12h VO + Clexane 80mg 12/12h SC + Insulina NPH 20UI as 06h e 10UI as 22h via SC+ Insulina Regular 10UI as 06h e 5UI as 17H via SC + Glicemia capilar 6x/dia+ VNI intermitente + Monitorização Contínua + Balanço Hídrico + Solicitado Cateter venoso central. Cite a indicação de cada item da prescrição e os cuidados de enfermagem necessários a cada um. PRESCRIÇÃO INDICAÇÃO CUIDADOS DE ENFERMAGEM Dieta zero Risco de broncoaspiração por via oral; Deixar cabeceira da cama elevada, manter dieta por via nasogastrica, nasoenterica ou paraenteral, realizar aspiração sempre que necessário, verificar SSVV. Nitroglicerina (Tridil) Vasodilatador coronariano. Composto ativo do óxido nítrico. Diminui a demanda do miocárdio por oxigênio. FOTOSSENIVEL. Interfere com a Heparina (EV) Também pode ser administrado por outras vias, não deve ser administrado com SG em pacientes com quadro de hhiperglicemia, realizar administração com SF. Realizar administração do medicamento de forma adequada, chegar os passos de administração correta dos medicamentos, verificar alterações apos a administração, Dobutamina Ação Beta 1. Aumenta a contração muscular. Não altera FC. Não mexe na RVP. Uso na ICC. Furosemida Furosemida é um medicamento diurético, intensificador da excreção de urina e sódio pelo organismo. É um inibidor de indicação e, consequentemente, uso, é na Avaliar balanço hidrico, verificar cacifo do paciente, ferificar função hepatica e renal remoção de edema devido a problemas cardíacos, hepáticos ou renais. Losartana: Antagonistas dos receptores da angiotensina. A angiotensina I é convertida em angiotensina II que é um importante retentor de liquido, sendo assim utilizado a losartana como potente diurético. Avaliar balanço hidrico, verificar cacifo do paciente, ferificar função hepatica e renal Espirolactona Diurético poupador de potássio que impede que o organismo absorva muito sal e previne que os níveis de potássio fiquem muito baixos Avaliar balanço hidrico, verificar cacifo do paciente, ferificar função hepatica e renal. ASS (Acido Acetil Salicilico) Antiagregante plaquetario que impede a formação de trombos que ocoasionalmente daria origem a ima Trombose venosa, arterial ou uma TVP. Ter cuidado com acessos, verificar hematomas, aplicar protocolo de risco de quedas, evitar traumas por frição, força realaizar procedimentos desnecessários. Sinvastatina Do grupo das estatinas, que atua inibindo a hidroximetilglutaril coenzima A redutase. Indicada para o tratamento de dislipidemias, tendo como objetivo a redução dos níveis de colesterol LDL e triglicerídeos e aumento do colesterol HDL no sangue. Administrar dieta adequada por via adequada, proporcionar acompanhamento laboratorial, regular horarios de administração das drogas, etc. Amiodarona Do grupo dos antiarrítmicos da classe III de amplo espectro e um potente vasodilatador. Prolonga o intervalo QRS no electrocardiograma, prolongando o potencial de ação e diminuindo a frequência cardíaca. Aumenta a irrigação do coração pelos vasos coronários. Realizar controle cardiaco, fazer ausculta, verificar SSVV, posicionar adequadamente paciente, fazer exame fisico, sinalisar para o medico alterações, posicionar em decubto lateral esquerdo sempre que possivel. Clexane A enoxaparina é um fármaco do grupo dos anticoagulantes utilizado principalmente no tratamento de isquemias e infarto do miocárdio. O medicamento é uma heparina, porém alterada para possuir um baixo peso molecular. Ter cuidado com acessos, verificar hematomas, aplicarprotocolo de risco de quedas, evitar traumas por frição, força realaizar procedimentos desnecessarios. Insulina NPH e Regular A insulina humana (NPH e R egular) utilizada no tratamento de biabetes atualmente é desenvolvida em laboratorio, a partir de tecnologia de DNA recombinante. A insulina chamada de regular é identica à humana na sua estrutura. Já a NPH é associada a duas substancias (protamina e o zinco) que promovem um efeito mais prolongado. Revesamento do local de aplicação sempre que for por via IM ou SC, administar o tipo certo quando utilizada em conjunto, avaliar glicemia capilar, realizar nova administração sempre que necessario. Glicemia capilar O teste da glicemia capilar é feito com objetivo de verificar os níveis de açúcar no sangue em determinado momento do dia e para isso deve ser utilizado um aparelho de glicemia que realiza a análise de uma pequena gota de sangue que é retirada da ponta do dedo. Precionar local do furo por mais tempo sempre que o pacent efizer uso de drogas que sejam antitromboliticas, revezar local de verificação, não fazer na ponta dos dedos e sim nas laterais, ordenhar o local antes de furar, etc. VNI intermitente Permite ciclos controlados, assistidos e espontâneos (o paciente é responsável pelo disparo do ventilador e influencia diretamente no controle de fluxo e ciclagem). Verificar adesão do equipamento no rosto, regular oferta de O², checar funcionalidade do sistema, reavaliar possivel mudança de sistema, checar SpO², ver sinais de hipoxia ou hiperoxia. Monitorização continua A monitorização contínua é feita através de equipamentos automáticos ligados ao corpo do paciente e que são supervisionados por enfermeiras; a monitorização intermitente é realizada por enfermeiras usando equipamento manual e portátil. Checar monitores, avaliar parametros de função cardiaca se o monitor posuir função, ver SpO², checar funcionalidade do aparelho, checar localização correta do sensor, checar posição correta de eletrodos, etc. Balanço Hidrico É o resultado da quantidade de líquido que entra e sai do corpo humano em um determinado intervalo de tempo, que tem por objetivo monitorar os parâmetros que permitam acompanhar o equilíbrio hídrico do cliente diante do tratamento proposto, dependendo de seu estado patológico, renal ou cardíaco. Fazer chegagem sempre que necessario avaliar: coloração, aspecto, quantidade, odor, presença de grumos, secreção. Coletar para sumario de urina sempre que apresentar disfunção renal. CVC São usados para a administração de medicamentos, nutrientes ou líquidos diretamente na corrente sanguínea. Também podem ser usados para a coleta de sangue para realização de exames. Manter cateter funcionante, lavar acesso antes e apos administração de medicamentos, manter acesso limpo e sem presença de flogose, limpar com clorexidina alcoolica e providenciar cobertura com curativo IV3000 7 D ou curativo convencional diario. a. Crie um plano de cuidados com diagnósticos e intervenções. NANDA NOC NIC Risco de aspiração, relacionado ao nível de consciência diminuído e presença de sonda oral/nasal. Prevenção de broncoaspiração, padrão de ingesta de nutrientes adequada e mantimneto das funções do trato gastrico funionantes. Aplicar fisioterapia, aspirar sempre que necessario, quando possivel reintroduzir dieta via oral. Risco de disfunção neurovascular periférica, Melhora no quadro de disfunção neurovascular Realizar mudança de decubito de 3/3 H, realacionado a imobilização. periferica, mantimento das funções primordiais dos membros, evitar comprometimento vascular periferico. fisioterapia para manter as funções dos musculos, estimular desmame para retirada de coma, quando necessário. Débito cardíaco diminuído, caracterizado por alteração no eletrocardiograma, taquicardia, relacionado a problemas cardiacos, disfunção deslipidemica e alteração de valores de glicemia. Regularização das ondas no ECG, adequação/melhora no debito caradiaco, diminuição da FC, melhora no quadro geral do paciente. Realizar corretamente e no tempo certo as drogas de escolha para o paciente, realizar manutenção dos acessos, manter SSVV estaveis. Troca de gases prejudicada, caracterizado por dispneia, padrão respiratório anormal, relacionado a evento de sofrimento do musculo cardiaco e dor. Melhora na respiração, perfusão e troca, desmame do paciente do suporte ventilatorio, melhora no quadro geral do paciente. Posicionar paciente para proporcionar conforto, aspirar sempre que necessario, realizar administração de drogas broncodilatadoras, avaliar perfusão tisular eficaz, etc. 6. Paciente 53anos, masculino, deu entrada na UPA com quadro de rebaixamento de sensório, Glasgow=03, respiração em gasping. Encaminhado ao eixo vermelho. Paciente apresentou parada cardiorrespiratória, sendo revertida no quinto ciclo, após terceiro choque. Instalada via aérea artificial. Dados pós PCR: PA: 84X52mmHg; FC: 133bpm, SatO2: 90%: a. Sobre o protocolo de atendimento na PCR cite o protocolo utilizado, medicações possíveis para este protocolo, provável ritmo que levou a parada: Protocolo: ACLS (Advanced Cardiac Life Suport); Medicações: Adrenalina e Amiodarona; Ritmo de Parada: Fibrilação ventricular. b. Como chamamos a terapia elétrica realizada no paciente durante a RCP. Quais aparelhos são capazes de aplicar esse tipo de terapia elétrica? Quem pode manusear/utilizar tais aparelhos? Quais os cuidados que deve ser realizados para administração do choque. Terapia: Desfibrilação; Aparelhos: Desfibriladores externos manuais e os externos automáticos ou DEA. Profisionais: Médicos, paramedicos em determinados paises e profissionais treinados; Cuidados: Manter todos que participam da parada a no minimo 1 metro de distancia do paciente para evitar choques secundarios no momento da desfibrilação, aplicar o gel protetor para evitar que o paciente fique com queimaduras em decorrencia do choque, posicionar ás pás corretamente, checar se o ritmo é realmente chocavel. Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho c. Crie um plano de cuidados e intervenções, para este paciente pós PCR. 1. Tratamento de reperfusão precoce para os casos de trombose coronariana; 2. Estabilização e manutenção dos parâmetros hemodinâmicos; 3. Correção dos distúrbios dos gases arteriais; 4. Manutenção dos valores normais de glicose; 5. Controle do balanço hídrico; 6. Administração de sedação e analgesia; 7. Prevenção e tratamento das convulsões e o controle da temperatura. 7. SAMU faz atendimento domiciliar de paciente 73anos, masculino, com quadro de rebaixamento de sensório. Acompanhante refere que paciente acordou bem e apresentou sintomas após a caminhada matinal, antes do café da manhã. Refere uso de medicações para doenças do coração, colesterol e diabetes (insulina). Sinais Vitais: PA: 184X112mmHg; FC: 75bpm, FR: 20 ipm, SatO2: 98%: a. Que avaliação devem/pode ser realizados ainda neste para auxiliar na conduta? Justifique. Glicemia capilar: ver possivel estado de hiperglicemia e descartar tal achado ECG: averiguar atividade eletrica funcionante do musculo cardiaco Hemograma: ver funcionalidade renal Exame fisico: possiveis achados como alteração hepática b. Caso exames acima normais, resta-nos a avaliação neurológica. Que escala poderia ser utilizada? Descreva seus parâmetros, significados e crie um plano de cuidados e intervenções durante o transporte. Escala de Coma de Glasgow: Ocular: (4) Espontânea: abre os olhos sem a necessidade de estímulo externo. (3) Ao som: abre os olhos quando é chamado. (2) À pressão: paciente abre os olhos após pressão na extremidade dos dedos (aumentando progressivamente a intensidade por 10 segundos). (1) Ausente: não abreos olhos, apesar de ser fisicamente capaz de abri-los. Verbal: (5) Orientada: consegue responder adequadamente o nome, local e data. (4) Confusa: consegue conversar em frases, mas não responde corretamente as perguntas de nome, local e data. (3) Palavras: não consegue falar em frases, mas interage através de palavras isoladas. (2) Sons: somente produz gemidos. (1) Ausente: não produz sons, apesar de ser fisicamente capaz de realizá-los. Motora: (6) À ordem: cumpre ordens de atividade motora (duas ações) como apertar a mão do profissional e colocar a língua para fora. (5) Localizadora: eleva a mão acima do nível da clavícula em uma tentativa de interromper o estímulo (durante o pinçamento do trapézio ou incisura supraorbitária). (4) Flexão normal: a mão não alcança a fonte do estímulo, mas há uma flexão rápida do braço ao nível do cotovelo e na direção externa ao corpo. (3) Flexão anormal: a mão não alcança a fonte do estímulo, mas há uma flexão lenta do braço na direção interna do corpo. (2) Extensão: há uma extensão do braço ao nível do cotovelo. (1) Ausente: não há resposta motora dos membros superiores e inferiores, apesar de o paciente ser fisicamente capaz de realizá-la. Pupilar (atualização 2018): (2) Ambas as pupilas não reagem ao estímulo de luz. (1) Uma pupila não reage ao estímulo de luz. (0) Nenhuma pupila fica sem reação ao estímulo de luz. Plano de Cuidados: 1. Realizar punção de acesso periferico; 2. Realizar administração de drogas se necessário; 3. Manter paciente confortavel; 4. Realizar protocolo de vitima de trauma se assim necessário; 5. Afrouxar as roupas do paciente para evitar compressões e elevação da PA; 6. Se possivel administrar droga vasodilatadora para manutenção da PA apos anamnese do paciente; 7. Verificar SSVV a cada 5 minutos; 8. Reavaliar resposta neurologica e exame fisico com frequencia. 9. Atentar para rebaixamento de sensorio; 10. Previnir complicações no decorrer do trnaspor.