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Centro Universitário Estácio do Ceará 
Graduação em Enfermagem 
Disciplina: Ensino Clínico em Alta Complexidade 
Prof.ª: Débora Moreira Varela 
Dágila Pinheiro Paiva – 201607220091 
Lais Andrea Beserra Holanda – 201408358531 
Renata Mendes Ferreira – 201607220385 
 
ESTUDO DIRIGIDO II – SISTEMA CARDIOVASCULAR 
 
1. Sobre a monitorização do paciente a mesma pode ser invasiva e não invasiva. Responda no quadro 
descritivo demonstrando: 
 
PARÂMETRO 
POR QUE 
FAZER? 
COMO 
FAZER? 
QUANDO 
FAZER? 
VALOR DE 
REFERÊNCIA 
IMPORTÂNCIA 
DE MONITORAR 
FREQUENCIA 
CARDÍACA 
Indicativo de 
hipertensão e 
hipotenção 
cardiaca. 
Checar pulso 
radial, carotideo, 
pedioso, 
femural, etc, por 
1 mint ou 
padrão definido 
pelo 
atendimento 
prestado. 
Sempre que 
necessário. 
De 60 bpm a 
100 bpm. 
Alteração de 
pulso é indicação 
de arritimias, 
taquicardia, 
bradicardia, 
dentre outros. 
SATURAÇÃO DE 
OXIGÊNIO 
Grande 
indicativo de 
sofrimento 
pulmonar e 
dinfunção de 
aporte de 
nutrientes e O² 
para o cerebro. 
Oximetro de 
pulso, oximetro 
fixo e 
capnografia. 
Quando 
paciente 
apresentar 
desconforto, 
sinais de 
hipoxia ou 
hiperoxia, 
pacientes em 
estado grave, 
em uso de 
drogas 
exxpecificas, 
etc. 
95%. Importate valor de 
referencia para 
pacientee em 
estado grave, 
com alguma 
complicação a 
nivel de sistema 
ventilatorio ou em 
desregulação 
sistemica grave, 
alem de 
parametro diario 
de estabilidade. 
FREQUÊNCIA 
RESPIRATÓRIA 
Corresponde a 
capacidade do 
individuo em 
captar, perfundir 
e trocar gases 
fundamentais. 
Checar FR em 1 
minuto ou de 
acordo com 
padrão definido 
pelo cerviço 
prestado. 
Sempre que 
necessário e 
em 
atendimentos 
de vitimas no 
ambiente 
extrahospitalar. 
De 12/16 irpm 
a 20 irpm. 
Indicativo de 
possivel PCR ou 
PR, depressão de 
SN, principal 
indicador de 
intubação. 
PRESSÃO 
ARTERIAL 
NÃO INVASIVA 
Paremetro de 
avaliação da 
resistencia 
periferia da 
circulação 
Esfimomanomet
ro anéroide, 
digital. 
Sempre que 
necessário. 
6 a 8 mmHg. Avaliação de 
hiper ou 
hipotenção 
arterial, debto 
cardiaco e 
 
sanguinea, 
capacidade de 
distribuição da 
circulação 
sanguinea, etc. 
alteração de 
aporte sanguineo 
circulatório. 
CAPNOGRAFIA Parâmetro 
fidedigno de 
fração de 
inspiração e 
expiração de 
CO². 
Instalação de 
capnógrafo ao 
cateter para 
mensurar a 
entrada de CO². 
Pacientes com 
comprometimen
to pulmonar 
cronico e 
agudo, em 
estados grave, 
com sepse, 
acidose e 
alcalose 
metabolida/resp
iratória. 
35 a 45 mmHg. Padrão ouro na 
avaliação da 
SPO². 
PRESSÃO 
ARTERIAL 
MÉDIA 
Calculo para 
média da 
pressão arterial. 
Deve ser feita 
através de um 
monitor de 
pressão e é 
colocado um 
transdutor de 
pressão que 
trnaforma a 
prressão de 
pulso em 
impulsos 
eletricos os 
quais são 
traduzidos pelo 
monitor em 
valores digitais 
e/ou curvas de 
pressão, ou por 
calculo. 
Quando se fizer 
necessária à 
verificação do 
parametro. 
6 a 8 mmHg. Avaliação de 
hiper ou 
hipotenção 
arterial, debto 
cardiaco e 
alteração de 
aporte sanguineo 
circulatório. 
PRESSÃO VENOSA 
CENTRAL 
Paremetro de 
avaliação do 
musculo 
cardiaco, 
capacidade de 
distribuição de 
aporte 
sanguineo, etc. 
CVC. Pacientes com 
complicações 
cardiacas, 
disfunçoes 
relacionadas ao 
pulmão, 
estados graves, 
necessidade da 
avaliação de 
função do atrio 
D? 
0 a 8 mmHg. Representa a 
medida de 
capacidade 
relativa que o 
coração tem em 
bombear o 
sangue venoso. 
PRESSÃO 
INTRACRANIANA 
Fornece 
informações que 
facilitam 
intervenções 
precoces para 
evitar a isquemia 
cerebral e 
distorção do 
tronco 
Monitorização 
Eletronica 
Todos os 
pacientes em 
estado grave, 
cirurgias 
neurologicas, 
cardiacas ou 
semper que o 
medico achar 
necessario a 
0 a 15 mmHg. Importante sinal 
de complicação 
neurologica 
 
encefálico. avaliação desse 
parametro. 
BALANÇO 
HÍDRICO 
Acompanamento 
de debto 
urinário. 
Medição 
continua e 
riorosa de 
ingesta e 
excreção de 
líquidos. 
Pacientes 
graves em UTI, 
renais, 
cardiacos, em 
sepce, além de 
outras 
comorbidades. 
2.000 L. Indicador 
fidedigno de 
função renal, 
avaliação estado 
geral da urina, 
efetividade de 
drogas diureticas, 
etc. 
 
2. Paciente 65anos, masculino, tabagista, HAS controlada. Deu entrada na Emergência dizendo que teve perda de 
consciência algumas vezes. Durante anamnese refere dor torácica e fala arrastada, não orientada, mas coerente. 
Abertura ocular e resposta motora somente com estimulação tátil e dolorosa. Em ar ambiente, FR=17rpm, 
SatO2=95%. PA=122X78mmHg. Realizou ECG. 
a) Realize o Glasgow do paciente: 
Abertura ocular: 2; 
Resposta verbal: 4; 
Resposta motora: 5; 
Total: 11 – classificação: paciente grave 
b) Como enfermeiro da Emergência realiza a avaliação do exame a seguir, justificando sua análise; 
 
Ritmo: regular / Frequência: lenta / Onda P: ausente / Complexo QRS: estreito / Relação entre P e QRS: 
não há 1 onda P para cada QRS, e as que estão apresentam-se acima de 0.20seg. 
 
O paciente apresenta sinais de uma angina tipca, que necessita de um ecocardiograma para 
averiguar presença de infarto da parede do musculo cardíaco. O exame pode ser feito pelo 
enfermeiro com o posicionamento os eletrodos nos devidos locais da região toráxica, que fara a 
Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho 
Dr. Rohden Varela Filho 
Dr. Rohden Varela Filho 
Dr. Rohden Varela Filho 
 
leitura da distribuição eletrica no musculo em forma de traçado com a presença das ondas P, 
complexo QRS, e onda T, normais ou com alteração. 
 
c) Qual a orientação para este paciente na emergência? Crie um plano de cuidados e intervenções, caso 
necessário. 
O paciente encontra-se em um quadro de hipertenção arterial normal para um paciente com 
disfunções cardiacas, realizar administração de droga vasodilatadora para regulação da pressão, 
apos avaliação dos medicamentos de rotina do paciente e descarte da possibilidade de quadro de 
hiperglicemia. 
 
3. Paciente 55anos, masculino, obeso, nega tabagista, HAS + DM controlada. Deu entrada na Emergência referindo 
dor no peito com irradiação para braço e mal estar gástrico. Dor iniciou há 3 horas. Devido à dor fica todo tempo com 
os olhos fechados, abrindo quando contactuado, algo orientado, mas articula bem as palavras, responde aos 
comandos verbais na movimentação dos membros. Glasgow = 15 (AO=4; RV=5; RM=6). Em ar ambiente, 
FR=24rpm, SatO2=92%. PA=153X98mmHg. Realizou ECG. 
 
a) Realize o Glasgow do paciente: 
Abertura ocular: 4 
Resposta verbal: 5 
Resposta motora: 6 
Total: 15 
b) Faça avaliação completa da dor, sugerindo uma síndrome: 
8 – Dor intensa. 
c) Qual (is) exame (s) complementar (es) é/são essencial a este paciente? Justifique. 
ECG: Verificar presença de infarto; 
Hemograma: avaliar dados bioquimicos dos componentes sanguíneos; 
Glicemia: Nível de glicose; 
Gasometria arterial: Mais fidedigno do parametro da SpO². 
 
d) Como enfermeiro da Emergência realize a avaliação do exame ECG a seguir e defina em qual setor será 
atendido? Vermelho, amarelo ou verde? Justifique. 
Taquicardia Ventricular com infarto antigo, onda T invertida, atendimento de emergência, 
paciente recebe classificação vermelho, avaliar quadro e iniciar terapia antitrombolitica. 
 
e) Qual a orientação para este paciente na emergência. Crie um plano de cuidados e intervenções, 
caso necessário. 
Realizo administração de Norepinefrina: concentrada: 4 ampolas (16ml) + SF 0,9% 234 ml 
= solução 64 mc/ml. Conc. 2X: Norepinefrina 8 ampolas (32 ml) + SF 0,9% = solução 128 
mcg/ml. Oriento paciente a iniciar, caso não haja contraindicações, terapia antitrombolitica. 
Se necessário administro insulina IM, manteno SSVV estáveis e avalio em intervalos de 15 
minutos. 
 
 
Plano de cuidados: 
1. Realizar balanço hidrico rigoroso; 
2. Avaliar funcionalidade de orgãos vitais: fígado, pulmão, rins, etc.3. Administar medicamentos adequados; 
4. Dieta hiposódica; 
5. Instalar equipamentos de monitorização; 
6. Avaliar nivel de consciencia; 
7. Posicionar cabeceira a 30°; 
8. Manter SSVV estáveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. Paciente 21anos, feminina, nega tabagista, HAS e DM. Refere etilismo social e uso de termogênico na academia, onde faz 
CrossFit. Deu entrada na Emergência referindo dor no peito com “batedeira”. Diz já ter sentido outras vezes durante as 
aulas da academia, mas melhora com repouso. Desta vez, esta sentindo há mais de 2 horas. Avaliação inicial e sinais 
vitais: Glasgow = 15 (AO=4; RV=5; RM=6). Em ar ambiente, FR=34rpm, SatO2=90%. PA=153X98mmHg. Realizou ECG. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dr. Rohden Varela 
Dr. Rohden Varela 
Dr. Rohden Varela 
Dr. Rohden Varela 
Dr. Rohden Varela 
Dr. Rohden Varela Filho Dr. Rohden Varela Filho 
Dr. Rohden Varela 
Filho 
Dr. Rohden Varela Filho 
 
 
a) Como enfermeiro da Emergência realize a avaliação do exame ECG a seguir, justificando sua análise: 
• Ritmo: regular – As ondas R estão na mesma linha (imaginária) horizontal; 
• Frequência: regular – A distância entre as ondas R é = a 75 bpm; 
• Onda P: ausente – Antes de cada complexo QRS não possível ver 1 onda P; 
• Complexo QRS: estreito – < 0,12seg. 
• Relação entre P e QRS: não há. 
 
b) Qual a orientação para este paciente na emergência, crie um plano de cuidados e intervenções, caso 
necessário. 
• Realizar: 
• Exame físico focal; 
• Aucsulta cardíaca; 
• Gasometria; 
• Suporte de O2 – Cateter nasal; 
• Glicemia capilar; 
• Após descarte de hiperglicemia, administrar vasodilatadores para reverter hipertensão. 
 
c) Médico solicita cardioversão da paciente. Cite os tipos, indicações e cuidados de Enfermagem 
quanto a este procedimento. 
• Tipos: química (medicamentos) e elétrica; 
• Indicações: taquicardias, bradcardias, doença do nó sinusal, fibrilação auricular, extrasístole 
(supraventriculares ou ventriculares), arritmias, dentre outros; 
• Cuidados: dosagem e preparo dos medicamentos, manter vias aéreas pérvias, puncionar 
acesso calibroso, checar e configurar parâmetros do aparelho, avaliar eficácia do 
procedimento, nível de consciência e padrão respiratório. 
d) Após prescrição médica, solicitado instalação de BIC de amiodarona. Cite os cuidados com esta 
medicação. 
Fazer via exclusiva para a drogra, monitorar pressão arterial constante (risco de hipotensão), avaliar 
função hepática e renal, controle hídrico rigoroso, diluir em SG5%, utillizar preferencialmente o acesso 
central para administração. 
 
5. Paciente 73anos, feminina, dislipidêmica, obesa, HAS e DM não insulino dependente. Paciente é acompanhada por 
Insuficiência Cardíaca com cirurgia de troca de válvula cardíaca e, no último ano, teve 06 episódios de descompensação. 
Deu entrada na Emergência e após avaliação na triagem, orientada a realização de ECG, Glicemia e Raio X Tórax para 
definição de tratamento inicial. Avaliação inicial apresesenta e fala arrastada, incoerente, sons incompreensíveis. 
Abertura ocular e resposta motora somente com estimulação tátil e dolorosa. Em ar ambiente, sudoreica, dispneica em uso 
 
de tiragem intercostal. Ausculta com presença de creptações difusas, cianose de extremidades e edema em MMII. Sinais 
vitais:. FR=42rpm, SatO2=89%. PA=190X118mmHg, Dx= 375mg/dL. 
 
a) Avalie os exames e sugira a orientação para este paciente na emergência. 
• ECG: supra desnivelamento de onda S e onda T, Hiperglicemia e Raio X com achado em 
região do pericardio 
• Realizo administração de insulina para regulação da glicemia e monitoro; 
• Apos constatar que o quadro hipertensivo é de origem cardiogenica, administro droga 
vasoativa para controle da PA; 
 
b) Avalie o Glasgow da paciente e calcule a PAM da paciente 
Abertura ocular: 2; 
Resposta verbal: 2; 
Resposta motora: 5; 
Total: 9.; 
PAM: 2 x PAD+PAS/3 
2 x 190+118/3 
380+118/3 
498/3=166 
c) Paciente após avaliação médica saiu com prescrição dos seguintes medicamentos: 
Dieta zero + Tridil 50mg (01 amp) em 240ml SG5% 10 ml/h + Dobutamina 250mg (01 amp) em 
230mlSF 10ml/h +Furosemida 40mg 02 amp + Losartana 50mg 12/12h VO + Espirolactona 25mg 
1X/dia + ASS 100mg 1X/dia VO + Sivastatina 40mg 1X/dia + Amiodarona 250mg 12/12h VO + 
Clexane 80mg 12/12h SC + Insulina NPH 20UI as 06h e 10UI as 22h via SC+ Insulina Regular 
10UI as 06h e 5UI as 17H via SC + Glicemia capilar 6x/dia+ VNI intermitente + Monitorização 
Contínua + Balanço Hídrico + Solicitado Cateter venoso central. 
Cite a indicação de cada item da prescrição e os cuidados de enfermagem necessários a cada 
um. 
PRESCRIÇÃO INDICAÇÃO 
CUIDADOS DE 
ENFERMAGEM 
Dieta zero Risco de broncoaspiração por via 
oral; 
 
Deixar cabeceira da cama 
elevada, manter dieta por via 
nasogastrica, nasoenterica ou 
paraenteral, realizar aspiração 
sempre que necessário, 
verificar SSVV. 
Nitroglicerina 
(Tridil) 
 
Vasodilatador coronariano. 
Composto ativo do óxido nítrico. 
Diminui a demanda do miocárdio por 
oxigênio. FOTOSSENIVEL. Interfere 
com a Heparina (EV) Também pode 
ser administrado por outras vias, não 
deve ser administrado com SG em 
pacientes com quadro de 
hhiperglicemia, realizar 
administração com SF. 
Realizar administração do 
medicamento de forma 
adequada, chegar os passos 
de administração correta dos 
medicamentos, verificar 
alterações apos a 
administração, 
Dobutamina Ação Beta 1. Aumenta a contração 
muscular. Não altera FC. Não mexe 
na RVP. Uso na ICC. 
 
Furosemida 
 
Furosemida é um medicamento 
diurético, intensificador da excreção 
de urina e sódio pelo organismo. É 
um inibidor de indicação e, 
consequentemente, uso, é na 
Avaliar balanço hidrico, 
verificar cacifo do paciente, 
ferificar função hepatica e 
renal 
 
remoção de edema devido a 
problemas cardíacos, hepáticos ou 
renais. 
Losartana: Antagonistas dos receptores da 
angiotensina. A angiotensina I é 
convertida em angiotensina II que é 
um importante retentor de liquido, 
sendo assim utilizado a losartana 
como potente diurético. 
Avaliar balanço hidrico, 
verificar cacifo do paciente, 
ferificar função hepatica e 
renal 
Espirolactona Diurético poupador de potássio que 
impede que o organismo absorva 
muito sal e previne que os níveis de 
potássio fiquem muito baixos 
Avaliar balanço hidrico, 
verificar cacifo do paciente, 
ferificar função hepatica e 
renal. 
ASS (Acido 
Acetil 
Salicilico) 
Antiagregante plaquetario que 
impede a formação de trombos que 
ocoasionalmente daria origem a ima 
Trombose venosa, arterial ou uma 
TVP. 
Ter cuidado com acessos, 
verificar hematomas, aplicar 
protocolo de risco de quedas, 
evitar traumas por frição, força 
realaizar procedimentos 
desnecessários. 
Sinvastatina Do grupo das estatinas, que atua 
inibindo a hidroximetilglutaril 
coenzima A redutase. Indicada para 
o tratamento de dislipidemias, tendo 
como objetivo a redução dos níveis 
de colesterol LDL e triglicerídeos e 
aumento do colesterol HDL no 
sangue. 
Administrar dieta adequada 
por via adequada, proporcionar 
acompanhamento laboratorial, 
regular horarios de 
administração das drogas, etc. 
Amiodarona Do grupo dos antiarrítmicos da 
classe III de amplo espectro e um 
potente vasodilatador. Prolonga o 
intervalo QRS no 
electrocardiograma, prolongando o 
potencial de ação e diminuindo a 
frequência cardíaca. Aumenta a 
irrigação do coração pelos vasos 
coronários. 
Realizar controle cardiaco, 
fazer ausculta, verificar SSVV, 
posicionar adequadamente 
paciente, fazer exame fisico, 
sinalisar para o medico 
alterações, posicionar em 
decubto lateral esquerdo 
sempre que possivel. 
Clexane A enoxaparina é um fármaco do 
grupo dos anticoagulantes utilizado 
principalmente no tratamento de 
isquemias e infarto do miocárdio. O 
medicamento é uma heparina, 
porém alterada para possuir um 
baixo peso molecular. 
Ter cuidado com acessos, 
verificar hematomas, aplicarprotocolo de risco de quedas, 
evitar traumas por frição, força 
realaizar procedimentos 
desnecessarios. 
Insulina NPH 
e Regular 
A insulina humana (NPH e R egular) 
utilizada no tratamento de biabetes 
atualmente é desenvolvida em 
laboratorio, a partir de tecnologia de 
DNA recombinante. A insulina 
chamada de regular é identica à 
humana na sua estrutura. Já a NPH 
é associada a duas substancias 
(protamina e o zinco) que promovem 
um efeito mais prolongado. 
Revesamento do local de 
aplicação sempre que for por 
via IM ou SC, administar o tipo 
certo quando utilizada em 
conjunto, avaliar glicemia 
capilar, realizar nova 
administração sempre que 
necessario. 
 
Glicemia 
capilar 
 
O teste da glicemia capilar é feito 
com objetivo de verificar os níveis de 
açúcar no sangue em determinado 
momento do dia e para isso deve ser 
utilizado um aparelho 
de glicemia que realiza a análise de 
uma pequena gota de sangue que é 
retirada da ponta do dedo. 
Precionar local do furo por 
mais tempo sempre que o 
pacent efizer uso de drogas 
que sejam antitromboliticas, 
revezar local de verificação, 
não fazer na ponta dos dedos 
e sim nas laterais, ordenhar o 
local antes de furar, etc. 
VNI 
intermitente 
Permite ciclos controlados, 
assistidos e espontâneos (o paciente 
é responsável pelo disparo do 
ventilador e influencia diretamente 
no controle de fluxo e ciclagem). 
Verificar adesão do 
equipamento no rosto, regular 
oferta de O², checar 
funcionalidade do sistema, 
reavaliar possivel mudança de 
sistema, checar SpO², ver 
sinais de hipoxia ou hiperoxia. 
Monitorização 
continua 
A monitorização contínua é feita 
através de equipamentos 
automáticos ligados ao corpo do 
paciente e que são supervisionados 
por enfermeiras; 
a monitorização intermitente é 
realizada por enfermeiras usando 
equipamento manual e portátil. 
Checar monitores, avaliar 
parametros de função cardiaca 
se o monitor posuir função, ver 
SpO², checar funcionalidade 
do aparelho, checar 
localização correta do sensor, 
checar posição correta de 
eletrodos, etc. 
Balanço 
Hidrico 
É o resultado da quantidade de 
líquido que entra e sai do corpo 
humano em um determinado 
intervalo de tempo, que tem por 
objetivo monitorar os parâmetros 
que permitam acompanhar o 
equilíbrio hídrico do cliente diante do 
tratamento proposto, dependendo de 
seu estado patológico, renal ou 
cardíaco. 
Fazer chegagem sempre que 
necessario avaliar: coloração, 
aspecto, quantidade, odor, 
presença de grumos, 
secreção. Coletar para 
sumario de urina sempre que 
apresentar disfunção renal. 
CVC São usados para a administração de 
medicamentos, nutrientes ou 
líquidos diretamente na corrente 
sanguínea. Também podem ser 
usados para a coleta de sangue 
para realização de exames. 
Manter cateter funcionante, 
lavar acesso antes e apos 
administração de 
medicamentos, manter acesso 
limpo e sem presença de 
flogose, limpar com clorexidina 
alcoolica e providenciar 
cobertura com curativo IV3000 
7 D ou curativo convencional 
diario. 
a. Crie um plano de cuidados com diagnósticos e intervenções. 
 
NANDA NOC NIC 
Risco de aspiração, 
relacionado ao nível de 
consciência diminuído e 
presença de sonda 
oral/nasal. 
Prevenção de 
broncoaspiração, padrão de 
ingesta de nutrientes 
adequada e mantimneto das 
funções do trato gastrico 
funionantes. 
Aplicar fisioterapia, aspirar 
sempre que necessario, 
quando possivel reintroduzir 
dieta via oral. 
Risco de disfunção 
neurovascular periférica, 
Melhora no quadro de 
disfunção neurovascular 
Realizar mudança de 
decubito de 3/3 H, 
 
realacionado a imobilização. periferica, mantimento das 
funções primordiais dos 
membros, evitar 
comprometimento vascular 
periferico. 
fisioterapia para manter as 
funções dos musculos, 
estimular desmame para 
retirada de coma, quando 
necessário. 
Débito cardíaco diminuído, 
caracterizado por alteração 
no eletrocardiograma, 
taquicardia, relacionado a 
problemas cardiacos, 
disfunção deslipidemica e 
alteração de valores de 
glicemia. 
Regularização das ondas no 
ECG, adequação/melhora no 
debito caradiaco, diminuição 
da FC, melhora no quadro 
geral do paciente. 
Realizar corretamente e no 
tempo certo as drogas de 
escolha para o paciente, 
realizar manutenção dos 
acessos, manter SSVV 
estaveis. 
Troca de gases prejudicada, 
caracterizado por dispneia, 
padrão respiratório anormal, 
relacionado a evento de 
sofrimento do musculo 
cardiaco e dor. 
Melhora na respiração, 
perfusão e troca, desmame 
do paciente do suporte 
ventilatorio, melhora no 
quadro geral do paciente. 
Posicionar paciente para 
proporcionar conforto, 
aspirar sempre que 
necessario, realizar 
administração de drogas 
broncodilatadoras, avaliar 
perfusão tisular eficaz, etc. 
 
 
6. Paciente 53anos, masculino, deu entrada na UPA com quadro de rebaixamento de sensório, 
Glasgow=03, respiração em gasping. Encaminhado ao eixo vermelho. Paciente apresentou parada 
cardiorrespiratória, sendo revertida no quinto ciclo, após terceiro choque. Instalada via aérea 
artificial. Dados pós PCR: PA: 84X52mmHg; FC: 133bpm, SatO2: 90%: 
 
a. Sobre o protocolo de atendimento na PCR cite o protocolo utilizado, medicações 
possíveis para este protocolo, provável ritmo que levou a parada: 
Protocolo: ACLS (Advanced Cardiac Life Suport); 
Medicações: Adrenalina e Amiodarona; 
Ritmo de Parada: Fibrilação ventricular. 
b. Como chamamos a terapia elétrica realizada no paciente durante a RCP. Quais aparelhos 
são capazes de aplicar esse tipo de terapia elétrica? Quem pode manusear/utilizar tais 
aparelhos? Quais os cuidados que deve ser realizados para administração do choque. 
Terapia: Desfibrilação; 
Aparelhos: Desfibriladores externos manuais e os externos automáticos ou DEA. 
Profisionais: Médicos, paramedicos em determinados paises e profissionais treinados; 
Cuidados: Manter todos que participam da parada a no minimo 1 metro de distancia do 
paciente para evitar choques secundarios no momento da desfibrilação, aplicar o gel protetor 
para evitar que o paciente fique com queimaduras em decorrencia do choque, posicionar ás 
pás corretamente, checar se o ritmo é realmente chocavel. 
 
Dr. Rohden Varela Filho 
Dr. Rohden Varela Filho 
Dr. Rohden Varela Filho 
 
c. Crie um plano de cuidados e intervenções, para este paciente pós PCR. 
1. Tratamento de reperfusão precoce para os casos de trombose coronariana; 
2. Estabilização e manutenção dos parâmetros hemodinâmicos; 
3. Correção dos distúrbios dos gases arteriais; 
4. Manutenção dos valores normais de glicose; 
5. Controle do balanço hídrico; 
6. Administração de sedação e analgesia; 
7. Prevenção e tratamento das convulsões e o controle da temperatura. 
 
7. SAMU faz atendimento domiciliar de paciente 73anos, masculino, com quadro de 
rebaixamento de sensório. Acompanhante refere que paciente acordou bem e apresentou 
sintomas após a caminhada matinal, antes do café da manhã. Refere uso de medicações 
para doenças do coração, colesterol e diabetes (insulina). Sinais Vitais: PA: 
184X112mmHg; FC: 75bpm, FR: 20 ipm, SatO2: 98%: 
a. Que avaliação devem/pode ser realizados ainda neste para auxiliar na conduta? Justifique. 
Glicemia capilar: ver possivel estado de hiperglicemia e descartar tal achado 
ECG: averiguar atividade eletrica funcionante do musculo cardiaco 
Hemograma: ver funcionalidade renal 
Exame fisico: possiveis achados como alteração hepática 
 
b. Caso exames acima normais, resta-nos a avaliação neurológica. Que escala poderia 
ser utilizada? Descreva seus parâmetros, significados e crie um plano de cuidados e 
intervenções durante o transporte. 
Escala de Coma de Glasgow: 
 Ocular: 
(4) Espontânea: abre os olhos sem a necessidade de estímulo externo. 
(3) Ao som: abre os olhos quando é chamado. 
(2) À pressão: paciente abre os olhos após pressão na extremidade dos dedos 
(aumentando progressivamente a intensidade por 10 segundos). 
(1) Ausente: não abreos olhos, apesar de ser fisicamente capaz de abri-los. 
 Verbal: 
(5) Orientada: consegue responder adequadamente o nome, local e data. 
(4) Confusa: consegue conversar em frases, mas não responde corretamente as 
perguntas de nome, local e data. 
(3) Palavras: não consegue falar em frases, mas interage através de palavras isoladas. 
(2) Sons: somente produz gemidos. 
(1) Ausente: não produz sons, apesar de ser fisicamente capaz de realizá-los. 
 
 Motora: 
(6) À ordem: cumpre ordens de atividade motora (duas ações) como apertar a mão do 
profissional e colocar a língua para fora. 
(5) Localizadora: eleva a mão acima do nível da clavícula em uma tentativa de 
interromper o estímulo (durante o pinçamento do trapézio ou incisura supraorbitária). 
(4) Flexão normal: a mão não alcança a fonte do estímulo, mas há uma flexão rápida do 
 
braço ao nível do cotovelo e na direção externa ao corpo. 
(3) Flexão anormal: a mão não alcança a fonte do estímulo, mas há uma flexão lenta do braço na 
direção interna do corpo. 
(2) Extensão: há uma extensão do braço ao nível do cotovelo. 
(1) Ausente: não há resposta motora dos membros superiores e inferiores, apesar de o paciente ser 
fisicamente capaz de realizá-la. 
 
Pupilar (atualização 2018): 
(2) Ambas as pupilas não reagem ao estímulo de luz. 
(1) Uma pupila não reage ao estímulo de luz. 
(0) Nenhuma pupila fica sem reação ao estímulo de luz. 
 
Plano de Cuidados: 
1. Realizar punção de acesso periferico; 
2. Realizar administração de drogas se necessário; 
3. Manter paciente confortavel; 
4. Realizar protocolo de vitima de trauma se assim necessário; 
5. Afrouxar as roupas do paciente para evitar compressões e elevação da PA; 
6. Se possivel administrar droga vasodilatadora para manutenção da PA apos anamnese do 
paciente; 
7. Verificar SSVV a cada 5 minutos; 
8. Reavaliar resposta neurologica e exame fisico com frequencia. 
9. Atentar para rebaixamento de sensorio; 
10. Previnir complicações no decorrer do trnaspor.

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