Prévia do material em texto
Máquinas de Elevação e Transportes Material Teórico Responsável pelo Conteúdo: Prof. Me. Marcelo Leonildo Teruel Revisão Textual: Prof.ª Dr.ª Selma Aparecida Cesarin Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável • Introdução – Guindaste de Plataforma Giratória de Lança Treliçada de Alcance Variável; • Roteiro para Determinar Alguns Componentes da Lança Treliçada de Alcance Variável de um Guindaste de Plataforma Giratória. • Estabelecer um roteiro para o dimensionamento de alguns componentes de uma máquina de elevação e transporte de cargas, mais especifi camente, de um guindaste de plataforma giratória de lança treliçada de alcance variável, segundo a norma DIN 15020. OBJETIVO DE APRENDIZADO Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável Orientações de estudo Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua formação acadêmica e atuação profissional, siga algumas recomendações básicas: Assim: Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e horário fixos como seu “momento do estudo”; Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo; No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você tam- bém encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados; Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus- são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e de aprendizagem. Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Determine um horário fixo para estudar. Aproveite as indicações de Material Complementar. Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma Não se esqueça de se alimentar e de se manter hidratado. Aproveite as Conserve seu material e local de estudos sempre organizados. Procure manter contato com seus colegas e tutores para trocar ideias! Isso amplia a aprendizagem. Seja original! Nunca plagie trabalhos. UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável Introdução – Guindaste de Plataforma Giratória de Lança Treliçada de Alcance Variável Na Unidade anterior, apresentamos um roteiro para dimensionamento de alguns elementos importantes de um guindaste de plataforma giratória de alcance fixo, tais como: diâmetro e característica do cabo de aço, diâmetro e comprimento do tam- bor de enrolamento do cabo de elevação da carga e potência fornecida pelo motor para regime de velocidade constante de elevação da carga. Nesta Unidade, utilizando os conceitos já vistos anteriormente, daremos conti- nuidade ao assunto apresentando um roteiro para determinar, para o sistema de içamento de uma lança de alcance variável de um guindaste de plataforma giratória, alguns tópicos, tais como: o diâmetro do cabo, o diâmetro nominal do tambor, o comprimento nominal do tambor, a relação de transmissão do redutor e a potência fornecida pelo motor em regime de velocidade constante. Um guindaste de plataforma giratória de lança treliçada de alcance variável está ilustrado na Figura 1, a seguir: Figura 1 – Guindaste de plataforma giratória de lança treliçada de alcance variável Fonte: Adaptado de FERRARESI; RUFFINO; 1972 8 9 Roteiro para Determinar Alguns Componentes da Lança Treliçada de Alcance Variável de um Guindaste de Plataforma Giratória Em um guindaste de plataforma giratória de lança treliçada de alcance variável, representado a seguir pela Figura 2, são conhecidos os seguintes dados: • Capacidade: Q = 3t; • Peso próprio da lança (com polias): Gl = 2t; • Vão máximo: a = 12m; • Vão mínimo: a’ = 7m. • Sistema de inclinação constituído por talha simples de 4 cabos de tração; • Distâncias correspondentes ao vão máximo: b = 6,0m; c = 4,3m; d = 4,7m; l = 7,5m; • Distâncias correspondentes ao vão mínimo: b’ = 3,5m; c’ = 4,5m; d’ = 5,0m; l’ = 4,5m; • Peso do moitão: Qo = 50 Kgf; A fim de mantermos um momento de torção (torque) aproximadamente constan- te (excluindo a partida e a frenagem) nos eixos do redutor de inclinação da lança, foi construído um tambor cônico. Figura 2 – Guindaste de plataforma giratória de alcance fi xo, móvel em truck e pórtico Fonte: Adaptado de FERRARESI; RUFFINO, 1972 9 UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável Calcular, para um tempo de elevação da lança de 15 segundos (lança trabalhan- do com carga Q = 3 t): 1. A Força T no cabo para o vão máximo (para a dimensão a); 2. A Força P no cabo para o vão máximo (para a dimensão a); 3. A Força T’ no cabo para o vão mínimo (para a dimensão a’); 4. A Força P’ no cabo para o vão mínimo (para a dimensão a’); 5. O Diâmetro Mínimo do Cabo de elevação da lança; 6. A Especificação do Cabo de elevação da lança; 7. O Diâmetro Nominal do Tambor de elevação da lança (o necessário para defini-lo); 8. O Comprimento Nominal do Tambor de elevação da lança (o necessário para defini-lo); 9. A Relação de transmissão do redutor de elevação da lança; 10. A Potência fornecida pelo motor de elevação da lança em regime de velocidade constante. Observação a) Desprezar a ação do vento; b) Rotação do motor em carga 1140rpm; c) Mancais do redutor e tambor: rolamentos; d) Mancais das polias: aço/bronze; e) Número de operações por hora: 30; f) Avaliar os rendimentos parceladamente. g) Talha de elevação da carga: simples de 2 cabos. h) Talha de elevação da lança: simples de 4 cabos. Roteiro 1. Cálculo da Força T no cabo para o vão máximo (para a dimensão a): A força de tração T (vide Figura 1 acima), desenvolvida pela talha para inclinar a lança carregada, é facilmente obtida, tomando-se os momentos das forças atuantes em relação à articulação da lança: T . c = Q . a + Gl . b - F . d T Q a Gl b F d c � � �. . . (Equação 1) 10 11 O valor máximo de T se obtém para o vão máximo (a) e a força mínima F no cabo de sustentação da carga. Portanto, temos: Fmin = (Q + Qo) . r Onde: r é o coeficiente de retenção da carga, dado pela Tabela 1. Tabela 1 – Coefi ciente de retenção de talhas simples, para descida da carga, em função do número de cabos de sustentação Guindaste de plataforma giratória de alcance fi xo, móvel em truck e pórtico Nº de cabos de sustentação 2 3 4 5 6 7 8 Cabo saindo da polia móvel r p n p n p n 1 1 F Q Mancais de escorregamento ηp = 0,96 0,49 0,32 0,24 0,18 0,15 0,13 0,11 Mancais de rolamento ηp = 0,98 0,50 0,33 0,24 0,19 0,16 0,13 0,12 Cabo saindo da polia fixa r p n n p n 1 1 Q F I Mancais de escorregamento ηp = 0,96 0,47 0,31 0,23 0,18 0,15 0,12 0,10 Mancais de rolamento ηp = 0,98 0,49 0,32 0,24 0,19 0,16 0,13 0,12 Fonte: Adaptado de FERRARESI; RUFFINO, 1972 11 UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável Para n = 2 (talha simples de 2 cabos de elevação da carga) e ηp = 0,96 (mancais de aço / bronze), resulta: Logo: Fmin = (3000 + 50) . 0,47 Fmin = 1433,5 Kgf Substituindo-se esse valor na Equação 1, temos o caso de vão máximo: 3000 12 2000 6 1433 5 4 7 4 3 36000. . , . , , 12000 6737 45 4 3 , , T = 9596 Kgf 2. Cálculo da Força P no cabo para o vão máximo (para a dimensão a). Por meio da força T dessa talha,podemos calcular a força no cabo (P): P T 4 1 Onde, segundo a Tabela 2, a seguir, temos: n = 4 (para o caso de talha simples de 4 cabos, para elevação da lança). ηp = 0,96 (rendimento da polia para o caso de mancais de escorregamento). 12 13 Tabela 2 – Rendimento de talhas simples em função do número de cabos de sustentação Nº de cabos de sustentação 2 3 4 5 6 7 8 Cabo saindo da polia móvel 1 1 1n p n p F Q Mancais de escorregamento ηp = 0,96 0,98 0,96 0,94 0,92 0,91 0,89 0,87 Mancais de rolamento ηp = 0,98 0,99 0,98 0,97 0,96 0,95 0,94 0,93 Cabo saindo da polia fixa Q F I Mancais de escorregamento ηp = 0,96 0,94 0,92 0,90 0,89 0,87 0,85 0,84 Mancais de rolamento ηp = 0,98 0,97 0,96 0,95 0,94 0,93 0,92 0,91 Fonte: FERRARESI; RUFFINO, 1972 Logo: 3. Cálculo da Força T’ no cabo para o vão mínimo (para a dimensão a’). Para o vão mínimo (dimensão a’), teremos analogamente ao caso anterior: T' 21000 7000 7167 5 4 5 , , T’ = 4629,44 Kgf 13 UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável 4. Cálculo da Força P’ no cabo para o vão mínimo (para a dimensão a’). P' � 4629 44 4 1 0 90 , . , P’ = 1286 Kgf. Temos, assim, uma variação da força no cabo de inclinação da lança de 2666 Kgf a 1286 Kgf. 5. Cálculo do diâmetro mínimo do cabo de elevação da lança O diâmetro do cabo deve sempre satisfazer o pior caso, sendo determinado pela norma DIN 15020: d k F= � Segundo a Tabela 3 (a seguir), k = 0,35 (Grupo 3 e 30 ciclos / hora). Tabela 3 – Valores de k – Guindaste de plataforma giratória de alcance fixo, móvel em truck e pórtico Grupo de Transmissão por cabo Número de ciclos por hora Valores mínimos de k em mm/ �� 0 até 6 0,28 1 de 6 a 18 0,30 2 de 18 a 30 0,32 3 de 30 a 60 0,35 4 acima de 60 0,38 Fonte: FERRARESI; RUFFINO, 1972. (Modificada pelo conteudista). Portanto: � 0 35 2666, d = 18,07mm 6. Especificação do cabo de elevação da lança O cabo a ser empregado para esse caso deve ser de diâmetro ¾” → d = 19,05mm. Cabo diâmetro ¾” - 6 x 41, Warrington-Seale AF de fabricação CIMAF, conforme Tabelas a seguir (catálogo CIMAF). Tabela 4 Aplicação Cabo de Aço Ideal Pontes rolantes 6 x 41 Warrington Seale + AF (cargas frias) ou AACI (cargas quentes), torção regular, performado, IPS, polido. Monta-carga (guincho de obra) 6 x 25 Filler + AACI, torção regular, EIPS, polido. 14 15 Aplicação Cabo de Aço Ideal Perfuração por percussão 6 x 19 Seale + AFA (alma de fibra artificial), torção regular à esquerda, IPS, polido. Cabo trator teleférico 6 x 19 Seale + AFA, torção lang, IPS, polido. Elevadores de passageiros 8 x 19 Seale, + AF, torção regular, traction steel, polido. Pesca 6 x 19 Seale + AFA e 6 x 7 + AFA, torção regular, galvanizado, IPS. Guindastes e gruas 6 x 25 Filler + AACI ou 19 x 7, torção regular, EIPS, polido. Laços para uso geral 6 x 25 Filler + AF ou AACI, ou 6 x 41 Warrington Seale + AF ou AACI, polido. Bate-estacas 6 x 25 Filler + AACI, torção regular EIPS, polido. Tabela 5 Diâmetro Massa Aprox. (kg/m) Carga de Ruptura Mínima (tf) mm pol. IPS EIPS 6,4 1/4” 0,150 2,50 2,72 8,0 5/16” 0,228 3,90 4,26 9,5 3/8” 0,353 5,55 6,10 11,5 7/16” 0,479 7,88 8,27 13,0 1/2” 0,580 10,10 10,80 14,5 9/16” 0,786 12,50 13,60 16,0 5/8” 0,919 15,20 16,80 19,0 3/4” 1,359 22,00 24,00 22,0 7/8” 1,842 29,50 32,60 26,0 1” 2,376 38,50 42,60 29,0 1.1/8” 3,064 50,10 53,90 32,0 1.1/4” 3,770 60,10 66,50 35,0 1.3/8” 4,687 73,00 80,50 38,0 1.1/2” 5,530 86,50 95,80 45,0 1.3/4” 7,628 117,70 130,40 52,0 2” 9,978 153,80 170,30 Fonte: Catálogo CIMAF, 2012 15 UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável 7. Cálculo do diâmetro nominal do tambor de elevação da lança O diâmetro nominal mínimo do tambor Dtmin será determinado, segundo a norma DIN 15020, pela Tabela 6: Tabela 6 – Relação D/d Grupo Valores mínimos D/d Tambor Polia Polia Compensadora 0 15 16 14 1 18 20 14 2 20 22 15 3 22 24 16 4 24 26 16 Fonte: Adaptado de FERRARESI; RUFFINO, 1972 Dtmin = c . d → Dtmin = 22 . 19,05 → Dtmin = 419,01mm → Arredon- dando: Dtmin = 420mm A fim de que o momento de torção (torque) no tambor permaneça constante, o diâmetro máximo do tambor (Dtmax) será obtido pela relação: Dtmax Dtmin P P' Dtmax Dtmin P P Dtmax� � � � . .420 2666 1286 Dtmax = 870,70 mm → Arrredondando: Dtmax = 871mm 8. Cálculo do comprimento nominal do tambor de elevação da lança O comprimento do cabo a enrolar no tambor é, segundo a Figura 1 acima,: Lc = 4 . ( l – l’) Portanto Lc = 4 . (7,5 – 4,5) → Lc = 12 m Para calcular o número de voltas no tambor, tomamos o diâmetro médio dele (o raio varia linearmente): ne = 7,92 → ne = 8 voltas Como a inclinação do tambor é muito grande, tomamos um passo duas vezes aquele recomendado pela Tabela 7: 16 17 Tabela 7 – Dimensões do Tambor para Enrolamento de Cabos de Aço Tração do cabo F (kg) Diâmetro do cabo d (mm) Passo P (mm) Raio r (mm) a (mm) Espessura h (mm) para os diâmetros Dt (mm) 250 300 400 500 600 700 800 500 8 10 4,5 1 4 (6) 4 (6) 1000 10 12 5,5 1 6 (9) 8 (9) 1500 13 15 7 1,5 8 (12) 7 (11) 2000 16 18 9 2 9 (14) 8 (13) 2500 16 18 9 2 10 (15) 10 (12) 3000 19 22 10,5 2,5 11 (16) 11 (16) 4000 22 25 12 3 12 (18) 5000 24 27 13,5 3 14 (20) 14 (20) 6000 27 31 15 3,5 15 (22) 14 (22) 7000 29 33 16 3,5 16 (24) 16 (24) 8000 31 35 17 4 17 (26) 9000 31 35 17 4 19 (27) 18 (26) 10000 33 37 18 4 20 (28) 19 (27) Fonte: FERRARESI; RUFFINO, 1972 O comprimento do tambor é, pois: Ltambor = 2 . ne . p Onde: p = 22 mm (para um diâmetro de 19mm), na Tabela 7. Logo: Ltambor = 2 . 8 . 22 → Ltambor = 352 mm. As dimensões do tambor estão na Figura 3, a seguir: Figura 3 – Dimensões do tambor Fonte: Adaptado de FERRARESI; RUFFINO, 1972 17 UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável 9. Cálculo da relação de transmissão do redutor de elevação da lança Em face da construção do tambor cônico, a variação de sua velocidade tangen- cial é constante, o que nos permite recorrer às Leis da Física e escrever: Vmax = Vmin + a . t (t = 15 seg → tempo de elevação da lança ou de enrolamento), ou, em função dos diâmetros: π . Dtmax . n = π . Dtmin . n + a . t De onde tiramos: a π tmax Dtmi t . . O comprimento do cabo a enrolar pode ser determinado por: Lc = Vmin . t + a . t2 / 2, ou, introduzindo a expressão: Lc = π . n . (Dtmax + Dtmin) . t/2 Logo, a rotação n do tambor será: ntambor = 2 . Lc / π . (Dtmax + Dtmin) . t Portanto, temos: ntambor = 2 . 12000 / π . (871 + 420) . 15 ntambor = 0,3947 rps ou, em rpm: ntambor = 0,3947 . 60 → ntambor = 23,68 rpm Como temos um motor de 1140rpm (dado do problema), calculamos a relação de transmissão solicitada: i = nmotor / ntambor → i = 1140 / 23,68 → i = 48,14 Nota: Esse cálculo pode ser feito utilizando os valores médios da velocidade e do diâmetro do tambor, obtendo-se os mesmos resultados. 18 19 10. Cálculo da Potência fornecida pelo motor em regime de velocidade constante O rendimento do sistema estudado é dado por: η = ηtambor . η 2 engrenagens . η 2 mancal η = 0,98 . 0,972 . 0,982 η = 0,8856 A potência do motor (Nm) é determinada por: ou: � � Nm n Dtmin Nm . . . . . . . , . , . . ,60 75 2666 23 68 0 420 60 75 0 88556 � � Nm = 20,89 CV. 19 UNIDADE Dimensionamento de Componentes de um Guindaste de Plataforma Giratória de Alcance Variável Material Complementar Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Livros Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica BUDYNAS, Richard G.; NISBETT, J. Keith. Elementos de máquinas de Shigley: projeto de engenharia mecânica. 8.ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2011 (e-Book); Manual de Desenho Técnico para Engenharia – Desenho, Modelagem e Visualização LEAKE, James M.; Borgerson, Jacob L. Manual de Desenho Técnico para Enge- nharia – Desenho,Modelagem e Visualização. São Paulo: LTC (e-Book); Elementos de Máquinas MELCONIAN, Sarkis. Elementos de Máquinas. São Paulo: Saraiva, 2012 (e-Book); Cinemática dos mecanismos NORTON, Robert L. Cinemática dos mecanismos. Porto Alegre: Grupo A, 2010 (e-Book); Elementos de máquina em projetos mecânicos MOTT, Robert L. Elementos de máquina em projetos mecânicos. 5.ed. São Paulo: Pearson, 2015 (e-Book); Normas ABNT; Catálogos de fabricantes; Apostilas acadêmicas. 20 21 Referências ERNEST, H. Aparatos de Elevación y Transporte. Barcelona: Blume, 1970. FERRARESI, D.; RUFFINO, R. T. Exercícios sobre Aparelhos de Elevação e Transporte. 2.ed. São Paulo: Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos, 1972. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas: uma abordagem integrada. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. PROVENZA, F. Projetista de Máquinas. São Paulo: ProTec, 1960. v. 1. RUDENKO, N. Máquinas de Elevação e Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 1976. UICKER JUNIOR, J. J. Theory Of Machines And Mechanisms. 2.ed. Nova Iorque: Mcgraw-Hill do Brasil, 1995. 21